Governo do Estado do Pará. Simão Robison Oliveira Jatene Governador

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Governo do Estado do Pará. Simão Robison Oliveira Jatene Governador"

Transcrição

1 JANEIRO/2013 1

2 Governo do Estado do Pará Simão Robison Oliveira Jatene Governador Helenilson Cunha Pontes Vice-Governador do Estado do Pará / Secretário Especial de Estado de Gestão Seges Instituto do Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Maria Adelina Guglioti Braglia Presidente Cassiano Figueiredo Ribeiro Diretor de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas e Análise Conjuntural Sérgio Castro Gomes Diretor de Estatística, Tecnologia e Gestão da Informação Andrea dos Santos Coelho Diretor de Pesquisas e Estudos Ambientais Gracyette Raimunda Aguiar Ferreira da Silva Diretora de Planejamento, Administração e Finanças 2

3 Expediente Diretor de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas e Análise Conjuntural: Cassiano Figueiredo Ribeiro Coordenadoria Técnica de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas: Celeste Ferreira Lourenço Coordenação de Núcleo de Análise Conjuntural: Rosinete das Graças Farias Nonato Navegantes Elaboração Técnica: David Costa Correia Silva Jorge Eduardo Macedo Simões Revisão Técnica: Edson da Silva e Silva Rosinete das Graças Farias Nonato Navegantes Comissão Editorial: Andréa Pinheiro Andréa Coelho Anna Márcia Muniz Cassiano Ribeiro Glauber Ribeiro Lucia Andrade Sérgio Fernandes Sergio Gomes Normalização: Glauber da Silva Ribeiro Boletim Comércio Varejista, 2013./ Belém: IDESP. n. 01, Mensal 17p. (Boletim Comércio Varejista, 1) 1. Comércio Varejista. 2. Volume de Vendas. 3. Pará (Estado). I. Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará. II.Série. CDD Instituto do Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. Rua Municipalidade Bairro do Umarizal. CEP: Belém/Pará Tel: (91) / Fax: (91) Disponível em: 3

4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1 NOTAS METODOLÓGICAS COMÉRCIO VAREJISTA PARAENSE JANEIRO DE COMPORTAMENTO DO EMPREGO NO COMÉRCIO VAREJISTA REFERÊNCIAS PAINEL DE INDICADORES ESTATÍSTICOS

5 APRESENTAÇÃO O boletim informativo mensal do Comércio Varejista é uma realização do Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. O objetivo é disponibilizar um instrumento de análise da dinâmica desse subsetor da economia paraense. As informações disponibilizadas retratam o comportamento das vendas e das respectivas receitas nominais. Neste boletim será apresentada, inicialmente, uma nota metodológica acerca dos indicadores utilizados para analisar a dinâmica do comércio varejista paraense; seguido da análise dos dados do comércio varejista paraense. E, finalizando, o boletim oferece um painel de indicadores estatísticos de séries e dados mais recentes sobre o comércio varejista, tais como, índice de volume de vendas e índice de receita nominal entre outros. 5

6 1. NOTAS METODOLÓGICAS Este boletim apresenta a análise do comércio varejista paraense no mês de janeiro de 2013, tomando como referência os Índices de Volume de Vendas (IVV), e os Índices de Receitas Nominais (IRN) do País, Região Norte (Unidade da Federação), divulgados na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Índice Nacional de Expectativas do Consumidor (INEC), divulgado pela Confederação Nacional das Industrias (CNI); Indicador Serasa Experian de Demanda por Crédito (IDC) e Indicador Serasa Experian de Inadimplência (INAD), divulgados pela empresa para Serviço de Apoio ao Crédito S.A. (SERASA); e os dados sobre Movimentação do Emprego Formal, disponíveis no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) publicados pelo Ministério do Trabalho (MTE). Os procedimentos metodológicos utilizados são: Índices de Volume de Vendas (IVV) e Índices de Receitas de Vendas (IRN) A partir da receita bruta de revenda são construídos indicadores para duas variáveis: Volume de Vendas (IVV) e Receitas Nominais (IRN). São divulgados quatro tipos de índices: Índice mês/mês: compara os índices nominais e de volume da receita bruta de revenda do mês com os obtidos no mês imediatamente anterior. São índices cujas séries são ajustadas sazonalmente; Índice mensal: compara os índices nominais e de volume da receita bruta de revenda do mês com os obtidos em igual mês do ano anterior; Índice acumulado no ano: compara os índices acumulados nominais e de volume das receitas brutas de revenda de janeiro até o mês atual; Índice acumulado de 12 meses: compara os índices acumulados nominais e de volume da receita bruta de revenda dos últimos 12 meses com os de igual período imediatamente anterior. Índice Nacional de Expectativas do Consumidor (INEC) O INEC é um indicador elaborado pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI) que sintetiza a opinião dos consumidores, através de pesquisas, sobre alguns aspectos capazes da afetar sua decisão de consumo. O índice de base fixa (média 2001 = 100), construído com base em seis perguntas: P 1 : Expectativa de inflação; 6

7 P 2 : Expectativa de desemprego; P 3 : Expectativa de renda pessoal; P 4 : Situação financeira; P 5 : Renda pessoal; P 6 : Compras de bem de maior valor; Para cada uma das perguntas são calculados indicadores de base fixa, que são obtidos a partir da freqüência relativa das respostas válidas. Calcula-se a média desses escores ponderada pela freqüência relativa das respostas. Balizar-se então o índice de base fixa através da divisão do índice atual pelo índice do mês base (base=2001). Por fim calcula-se o INEC através da média dos seis indicadores de base fixa obtidos. O INEC varia entre INEC > 100 e subindo = melhoria (otimismo); INEC > 100 e caindo = reversão; INEC < 100 e caindo = pessimismo; INEC < 100 e subindo = recuperação. Indicadores de Perspectiva (IDC E INAD) São indicadores elaborados pelo Serviço de Proteção ao Crédito do SERASA Experian, permitindo tanto a mensuração do crédito quanto a avaliação da inadimplência dos consumidores e empresários. Todos os indicadores de perspectiva IP (IDC e INAD) oscilam ao redor do patamar 100. Este valor significa que a variável objetivo se encontrará no seu nível de equilíbrio de longo prazo (nível normal), IP > 100 e subindo = expansão; IP > 100 e caindo = reversão; IP < 100 e caindo = crise; IP < 100 e subindo = recuperação. Comportamento do Emprego no Comércio Varejista A análise do comportamento do emprego no comércio varejista toma como referência os seguintes conceitos: Saldo mensal: resulta da diferença entre o total de admissões e o total de desligamentos no mês atual; Saldo acumulado no ano: resulta da diferença entre o total de admissões e o total de desligamentos no período de janeiro até o mês atual; Saldo acumulado nos últimos 12 meses: resulta da diferença entre o total de admissões e o total de desligamentos no período de doze meses tendo como referência o mês atual; Variação mensal do emprego: toma como referência o estoque do mês anterior; Variação acumulada no ano: toma como referência os estoques do mês atual e do mês de dezembro do ano t-1, ambos com ajustes; 7

8 Variação acumulada nos últimos 12 meses: toma como referência os estoques do mês atual e do mesmo mês do ano anterior, ambos com ajustes. Taxa de rotatividade: mede o percentual dos trabalhadores substituídos mensalmente em relação ao estoque vigente no primeiro dia do mês, em nível geográfico e setorial, mas não em nível ocupacional. Assim, esse indicador, em virtude da forma agregada como é calculado, não permite quantificar a substituição dos trabalhadores com o mesmo perfil ocupacional. 8

9 1.2 COMÉRCIO VAREJISTA PARAENSE JANEIRO DE 2013 O Comércio Varejista do País apresentou, em janeiro de 2013, na série com ajustes sazonais, variação positiva de 0,53% 1 em relação ao mês anterior. Na série de volume de vendas o resultado volta a ser positivo depois de uma interrupção no crescimento apresentada em dezembro. O Gráfico 1 apresenta uma comapração entre o desempenho do volume de vendas brasileiro e do Estado do Pará, o qual em janeiro reverteu o crescimento negativo de novembro e nulo dezembro de 2012 ao registrar crescimento de 3,08% no número de trasações. Gráfico 1 - Variação (%) dos índices (mês atual/mês -1 ) de volume de vendas do comércio varejista. Brasil, Região Norte e Pará Janeiro de ,00 4,00 3,00 2,00 1,00 0,00-1,00-2,00-3,00 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE/Pesquisa Mensal do Comércio PMC. Elaboração: Instituto Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. No que tange ao indicador (mês atual/mês anterior) com ajuste sazonal por Unidade da Federação na Região Norte, os resultados apontam que, com exceção de Tocantins que apresentou variação negativa de 2,36%, os demais Estados da Região Norte apresentaram variações positivas, a saber: Acre (3,09%), Pará (3,04%), Amazonas (2,13%), Rondônia (1,93%), Roraima (1,42%) e Amapá (0,98%) (Ver Gráfico 2) Brasil 2,61 0,57 0,25 0,45-0,65 1,70 1,33 0,05 0,38 0,71 0,06-0,66 0,53 Pará 3,97-2,40 1,98 1,84-1,24 0,89 0,46-0,92-0,06 0,65-1,26 0,00 3,08 1 Segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio PMC do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. 9

10 Gráfico 2 - Variação (%) dos Índices (Mês/Mês -1 ) de Volume de Vendas do Comércio Varejista. Região Norte (Unidade da Federação) Janeiro de ,00 0,00-5,00-10,00 dez/12 jan/13 Rondônia 2,06 1,93 Acre -2,53 3,09 Amazonas -0,52 2,13 Roraima -3,26 1,42 Pará -0,03 3,04 Amapá -2,16 0,98 Tocantins -7,55-2,36 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE/Pesquisa Mensal do Comércio PMC. Elaboração: Instituto Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. Na comparação entre janeiro de 2013 e janeiro de 2012, o varejo brasileiro obteve, em termos de vendas, acréscimo de 5,04%. No acumulado do ano a variação foi de 5,89%. Nos últimos 12 meses o crescimento foi de 8,28%. Os números do comércio varejista paraense apontam um crescimento de 2,85% no volume de vendas em janeiro de 2013 em relação ao mesmo período do ano anterior. No ano, as vendas do comércio varejista do estado cresceram 7,64%. Nos últimos 12 meses, os resultados evidenciam um crescimento do setor de 7,93% (Tabela 1). Tabela 1 - Variação (%) dos Índices de Volume de Vendas e Receita Nominal. Brasil e Pará Janeiro de Volume de Vendas Unidades Janeiro-2013/Dezembro Janeiro-2013/Janeiro Acumulado no ano Acumulado de 12 meses Brasil 0,62 5,04 5,89 8,28 Pará 3,04 2,85 7,64 7,93 Unidades Janeiro-2013/Dezembro Receita Nominal Janeiro-2013/Janeiro Acumulado no ano Acumulado de 12 meses Brasil 1,31 10,25 12,44 12,32 Pará 4,82 10,68 16,36 12,91 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE/Pesquisa Mensal do Comércio PMC. Elaboração: Instituto Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. Analisando o comportamento das receitas nominais em janeiro de 2013 (em relação ao mês anterior), percebemos um crescimento de 1,31% na receita nominal (com ajuste sazonal) do País e 4,82% no Estado do Pará (Ver Tabela 1). Já na comparação de janeiro de 2013 com o mesmo período do ano anterior, a Tabela 1 demonstra um aumento de 10,25% na receita nominal do país e 10,68% do Estado do Pará. No ano, as receitas nominais apresentaram 10

11 variações positiva de 12,44% e 16,36% Brasil e Pará respectivamente. Nos últimos 12 meses, as receitas cresceram 12,32% e 12,91%, respectivamente. As variações positivas das vendas do comércio varejista do País, da Região Norte e do Estado do Pará em janeiro são acompanhadas por alguns indicadores que procuram promover uma leitura conjuntural da dinâmica entre oferta e demanda, dentre eles destacam-se: o Indicador de Inadimplência das Empresas e Consumidores (INAD-E e INAD-C); Indicador de Demanda por Crédito por parte das Empresas e Consumidores (IDC-E e IDC-C) e o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC). A análise destes indicadores é de suma importância para a compreensão do comportamento do comércio varejista paraense, e, por conseguinte, um importante instrumento no auxilio de tomada de decisões, tanto por parte dos consumidores como por parte dos empresários. Nesse sentido, como demonstram os indicadores, a dinâmica do comércio no mês de janeiro, (indicador mês atual/mês anterior), se deu com crescimento na inadimplência dos empresários (10,35%) e queda (1,51%) dos consumidores. Na captação por crédito o resultado é uma alta de 19,35% por empresários e 2,16% pelos consumidores. No que diz respeito ao estado de expectativas dos consumidores, mensurado pelo INEC, os dados revelam uma reversão de 0,87%, registrando em janeiro 114,20 pontos, antes 115,20 pontos de dezembro (Gráfico 3). Quando cruzadas essas informações com a variação nas vendas do varejo paraense, observa-se que a variação positiva nas vendas do Pará (IVVCV) (Gráfico 3, superior à esquerda) é conjugada com, aumento na inadimplência dos empresários e redução por parte consumidores (INAD-E e INAD-C) (Gráfico 3, superior à direita); crescimento na demanda de crédito por empresários e consumidores (IDC-E e IDC-C) (Gráfico 3, inferior à esquerda); e uma reversão no estado de expectativas dos consumidores (Gráfico 3, inferior à direita). 11

12 Gráfico 3 - Indicadores selecionados. Pará Fonte: IBGE, CNI, SERASA Experian (2013). Elaboração: Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. 1.3 COMPORTAMENTO DO EMPREGO NO COMÉRCIO VAREJISTA Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no mês de janeiro de 2013, entre admitidos e desligados no comércio varejista, o Brasil fechou empregos formais, equivalente à variação de -0,96% no estoque de assalariados com carteira assinada em relação ao mês anterior, com uma taxa de rotatividade de 4,51%. Nos últimos 12 meses o saldo positivo de empregos formais foi de postos, o equivalente a variação de 3,80% no estoque. A Região Norte, por sua vez, seguiu a tendência do comércio varejista brasileiro, e encerrou postos de trabalho em janeiro de 2013, equivalente à variação de -1,15% no estoque, e uma taxa de rotatividade de 3,85% (Ver Tabela 2). Nos últimos 12 meses, o saldo positivo de empregos formais foi de postos, o equivalente a variação de 4,62% no estoque. O Pará seguiu o comportamento nacional e regional, fechando postos em janeiro de 2013, equivalentes a variação de -1,13% no estoque de empregos, e uma taxa de rotatividade de 3,65%. Nos últimos 12 meses o saldo foi de postos, equivalente a variação de 4,89% no estoque. 12

13 Tabela 2 - Comportamento do emprego e da taxa de rotatividade no comércio varejista. Brasil, Região Norte, Pará. Comércio varejista Jan/13 No ano Em 12 meses Adm. Des. Sal. Var. (%) Adm. Des. Sal. Var. (%) Adm. Des. Sal. Var. (%) Brasil , , ,80 Região Norte , , ,62 Pará , , ,89 Comércio varejista Taxa de Rotatividade fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 dez/12 jan/13 Brasil 4,44 4,97 4,35 4,57 4,47 4,38 4,56 4,18 4,49 4,15 4,22 4,51 Região Norte 3,83 4,3 3,84 4,15 4,51 4,06 4,22 3,94 4,07 3,85 3,82 3,85 Pará 3,26 3,84 3,45 3,81 4,29 3,78 3,79 3,65 3,14 3,38 3,81 3,65 Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego MTE/CAGED. Elaboração: Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Programa de disseminação de Estatística do trabalho Disponível em: <http://www.mte.gov.br/pdet/index.asp> Acesso em: mar Evolução de Emprego do CAGED Disponível em: <http://www.mte.gov.br/pdet/pages/consultas> Acesso em: mar CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS INDÚSTRIAS. Índice Nacional de Expectativas do Consumidor (Série Histórica). Disponível em: < Acesso em: fev IBGE. Sistema IBGE de recuperação automática SIDRA, Disponível em: <http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/> Acesso em: mar SERASA. Indicador Serasa Experian de Perspectiva: Objetivo, Metodologia e Principais Resultados Disponível em: <http://www.serasaexperian.com.br/> Acesso em: mar Indicador Serasa Experian de Demanda dos Consumidores por Crédito: Região Norte Disponível em: < Acesso em: mar Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito: Região Norte Disponível em: < Acesso em: mar

14 .Indicador Serasa Experian de Inadimplência dos Consumidores por Crédito: Região Norte Disponível em: < Acesso em: mar

15 PAINEL DE INDICADORES ESTATÍSTICOS Tabela 1 - Índice de volume de vendas no comércio varejista. Brasil, Região Norte e Pará (Janeiro/2012-Janeiro/2013). jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 dez/12 jan/13 Mês Brasil Pará Var. mensal 7,27 10,43 Var. acumulada 6,58 8,19 Var. mensal 9,64 10,30 Var. acumulada 6,73 8,10 Var. mensal 12,48 15,32 Var. acumulada 7,50 8,92 Var. mensal 6,02 7,27 Var. acumulada 7,17 8,51 Var. mensal 8,19 12,76 Var. acumulada 7,33 9,30 Var. mensal 9,54 9,77 Var. acumulada 9,09 10,77 Var. mensal 7,14 8,10 Var. acumulada 7,52 9,22 Var. mensal 10,13 7,42 Var. acumulada 7,84 8,98 Var. mensal 8,45 6,31 Var. acumulada 8,09 9,06 Var. mensal 9,10 8,17 Var. acumulada 8,49 9,20 Var. mensal 8,37 4,64 Var. acumulada 8,87 9,01 Var. mensal 5,04 3,47 Var. acumulada 8,44 8,30 Var. mensal 5,89 7,64 Var. acumulada 8,28 7,93 Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE/Pesquisa Mensal do Comércio PMC. Elaboração: Instituto Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. 15

16 Tabela 2 - Índice de volume de vendas no comércio varejista. Brasil e Unidades da Federação. (Janeiro/2012-Janeiro/2013). Mês Brasil Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins jan/12 105,53 104,44 113,2 100,44 126,34 108,1 112,70 107,38 fev/12 105,61 100,72 107,21 104,81 128,33 105,41 116,55 112,28 mar/12 106,38 98,29 11,75 106,87 120,73 107,19 116,47 113,13 abr/12 107,30 105,00 112,60 108,10 117,20 109,80 113,30 110,50 mai/12 106,04 99,63 111,71 108,39 116,91 108,05 111,52 110,49 jun/12 107,99 106,56 115,74 107,49 123,59 109,18 118,42 113,27 jul/12 109,43 107,54 117,41 105,33 128,54 109,68 115,95 113,68 ago/12 109,49 109,24 116,82 103,25 133,01 108,67 125,52 114,96 set/12 109,81 109,74 109,09 104,27 135,23 108,05 125,49 112,60 out/12 110,77 110,33 115,72 102,39 131,86 109,88 121,68 118,86 nov/12 111,01 105,34 113,76 102,02 131,13 107,73 122,38 131,15 dez/12 110,23 107,58 110,16 102,04 126,14 109,38 115,33 122,32 jan/13 110,85 110,27 113,69 104,57 128,18 11,18 119,76 118,16 Fonte: Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE/Pesquisa Mensal do Comércio PMC. Elaboração: Instituto Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. Tabela 3 - INEC, IDC-E, IDC-C, INAD-E, INAD-C. (Janeiro/2012-Janeiro/2013). Variável = Índice das variáveis INEC, IDC-E, IDC-C, INAD-E e INAD-C, avaliadores do comércio varejista (Número índice) Mês INEC IDC-E IDC-C INAD-E INAD-C jan/12 113,40 93,45 120,89 134,72 123,41 fev/12 112,80 96,85 121,77 119,81 133,00 mar/12 113,20 110,80 121,80 133,70 139,60 abr/12 113,00 101,80 108,10 121,00 146,20 mai/12 114,60 108,58 123,29 132,28 155,31 jun/12 112,60 99,19 120,75 124,73 154,57 jul/12 113,00 107,00 130,37 127,01 152,32 ago/12 113,40 111,76 134,38 117,26 151,94 set/12 112,60 99,19 120,75 124,73 154,58 out/12 117,00 91,17 131,58 133,45 156,36 nov/12 117,00 94,10 121,60 128,90 156,20 dez/12 115,20 80,85 121,93 122,49 153,89 jan/13 114,20 96,48 124,57 135,17 151,55 Fonte: Confederação Nacional das Indústrias, Serasa Experian. Elaboração: Instituto Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. 16

17 Tabela 4 - Emprego no comércio varejista. ((Janeiro/2012), (Acumulado do ano) (Em 12 meses)). Unidades Total admis. Total deslig. Jan/13 Saldo Var.% emprego Brasil ,96 Norte ,15 Rondônia ,13 Acre ,23 Amazonas ,69 Roraima ,81 Pará ,13 Amapá ,24 Tocantins ,81 Unidades Total admis. Acumulado do ano Total deslig. Saldo Var.% emprego Brasil ,96 Norte ,15 Rondônia ,13 Acre ,23 Amazonas ,69 Roraima ,81 Pará ,13 Amapá ,24 Tocantins ,81 Unidades Total admis. Total deslig. Em12 meses Saldo Var.% emprego Brasil ,80 Norte ,62 Rondônia ,48 Acre ,46 Amazonas ,26 Roraima ,60 Pará ,89 Amapá ,99 Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego MTE/CAGED. Elaboração: Instituto Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP. 17

BOLETIM COMÉRCIO VAREJISTA

BOLETIM COMÉRCIO VAREJISTA BOLETIM COMÉRCIO VAREJISTA ISSN 2319-0205 Edição: 01/14 COMÉRCIO VAREJISTA PARAENSE EM JANEIRO DE 2014 O Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP), com base nas informações

Leia mais

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 23/01/15

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 23/01/15 INFORME CONJUNTURAL Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil Subseção Dieese Força Sindical Elaboração: 23/01/15 Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),

Leia mais

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego Fevereiro de 2015 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 19/03/2015

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego Fevereiro de 2015 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 19/03/2015 INFORME CONJUNTURAL Comportamento do Emprego Fevereiro de 2015 - Brasil Subseção Dieese Força Sindical Elaboração: 19/03/2015 Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Leia mais

informe TÉCNICO Mercado de Trabalho MAIO 2015 Fapespa Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará

informe TÉCNICO Mercado de Trabalho MAIO 2015 Fapespa Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará informe TÉCNICO Mercado de Trabalho MAIO 2015 Fapespa GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Simão Robison Oliveira Jatene Governador do Estado do Pará José da Cruz Marinho Vice-Governador do Estado do Pará Fapespa

Leia mais

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego 1º semestre de 2015 - Brasil. Dieese. Subseção Força Sindical. Elaboração: 21/07/2015

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego 1º semestre de 2015 - Brasil. Dieese. Subseção Força Sindical. Elaboração: 21/07/2015 INFORME CONJUNTURAL Comportamento do Emprego 1º semestre de 2015 - Brasil Dieese. Subseção Força Sindical Elaboração: 21/07/2015 De acordo com os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação Nesta 17ª Carta de Conjuntura da Saúde Suplementar, constam os principais indicadores econômicos de 2011 e uma a n á l i s e d o i m p a c t o d o crescimento da renda e do emprego sobre o

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012 Notícias Economia Internacional e Indicadores Brasileiros Nº 1/2 Julho de 2012 Sindmóveis - Projeto Orchestra Brasil www.sindmoveis.com.br www.orchestrabrasil.com.br Realização: inteligenciacomercial@sindmoveis.com.br

Leia mais

Emprego Formal do Estado do Amazonas Novembro 2015

Emprego Formal do Estado do Amazonas Novembro 2015 GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação - SEPLANCTI Emprego Formal do Estado do Amazonas Novembro 2015 MANAUS AMAZONAS 2015 GOVERNADOR

Leia mais

Fapespa Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará BOLETIM MERCADO DE TRABALHO PARAENSE

Fapespa Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará BOLETIM MERCADO DE TRABALHO PARAENSE Fapespa BOLETIM MERCADO DE TRABALHO PARAENSE FEVEREIRO 2015 GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Simão Robison Oliveira Jatene Governador do Estado do Pará José da Cruz Marinho Vice-Governador do Estado do Pará Fapespa

Leia mais

SECRETARIA DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO E MINERAÇÃO SICM SUPERINTENDÊNCIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS SCS Informativo CODAV ATACADO, VAREJO E DISTRIBUIÇÃO

SECRETARIA DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO E MINERAÇÃO SICM SUPERINTENDÊNCIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS SCS Informativo CODAV ATACADO, VAREJO E DISTRIBUIÇÃO PÁGINA 1 Página 1 SECRETARIA DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO E MINERAÇÃO SICM SUPERINTENDÊNCIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS SCS Informativo CODAV ATACADO, VAREJO E DISTRIBUIÇÃO I N F O R M A T I V O B I M E S T R A L

Leia mais

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014 Introdução A seguir são apresentados os últimos resultados disponíveis sobre o emprego no Brasil, com foco no ramo Metalúrgico. Serão utilizadas as bases de dados oficiais, são elas: a RAIS (Relação Anual

Leia mais

Informativo Mensal de Emprego CAGED nº 08/2012 1 16/08/2012

Informativo Mensal de Emprego CAGED nº 08/2012 1 16/08/2012 Informação e Análise do Mercado de Trabalho Informativo Mensal de Emprego CAGED nº 08/2012 1 16/08/2012 EM SANTA CATARINA SÃO CRIADAS 3.227 VAGAS DE EMPREGO EM JULHO Com isso se interrompe a trajetória

Leia mais

Construção Civil. Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços.

Construção Civil. Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços. Construção Civil Construção Civil Identificar as características estruturais do segmento e suas transformações no tempo. Englobam diversos tipos de obras e serviços. edificações residenciais; edificações

Leia mais

Indústria. Prof. Dr. Rudinei Toneto Júnior Renata de Lacerda Antunes Borges

Indústria. Prof. Dr. Rudinei Toneto Júnior Renata de Lacerda Antunes Borges A Sondagem Industrial (SI) e o Índice de Confiança (ICEI) são elaborados pela unidade de Política Econômica da Confederação Nacional das s (CNI) em conjunto com as Federações das s dos 23 estados brasileiros

Leia mais

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem

Leia mais

Análise Setorial de Emprego

Análise Setorial de Emprego Análise Setorial de Emprego Maio de 2015 Ficha Técnica Governador do Estado de Minas Gerais Fernando Pimentel Secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social André Quintão Secretária Adjunta

Leia mais

Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010

Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010 Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010 Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego para junho de 2010 confirmam a recuperação do emprego

Leia mais

Comércio em Números. Brasil. meses.

Comércio em Números. Brasil. meses. Belo Horizonte MG Abril de 2015 O Comércio em Números é um acompanhamento sistemático das estatísticas econômicas. Trata-se de um estudo que busca acompanhar o comportamento das variáveis de desempenho

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás Nº 65, Setembro de 2015 Segue abaixo uma breve explicação sobre os indicadores analisados neste Boletim. Para a realização deste boletim, faz-se uso de principalmente

Leia mais

Abril/2014 - BRASIL. Análise do emprego. Brasil Abril/2014

Abril/2014 - BRASIL. Análise do emprego. Brasil Abril/2014 Abril/2014 - BRASIL Análise do emprego Brasil Abril/2014 2014. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Todos os direitos reservados A reprodução não autorizada desta publicação,

Leia mais

75,4. 1,95 mulher, PNAD/08) Taxa de analfabetismo (15 anos ou mais em %) 4,4% População urbana 5.066.324

75,4. 1,95 mulher, PNAD/08) Taxa de analfabetismo (15 anos ou mais em %) 4,4% População urbana 5.066.324 SEMINÁRIO ESTRUTURA E PROCESSO DA NEGOCIAÇÃO COLETIVA CONJUNTURA DO SETOR RURAL E MERCADODETRABALHOEMSANTA DE EM CATARINA CONTAG CARACTERÍSTICAS C C S GERAIS CARACTERÍSTICA GERAIS DE SANTA CATARINA Área

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 Introdução Guilherme R. S. Souza e Silva * Lucas Lautert Dezordi ** Este artigo pretende

Leia mais

Análise Setorial de Emprego

Análise Setorial de Emprego Análise Setorial de Emprego Abril de 2015 Ficha Técnica Governador do Estado de Minas Gerais Fernando Pimentel Secretário de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social André Quintão Secretária Adjunta

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 Sumário Executivo Indicadores de confiança são indicadores

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/2015

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/2015 ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL APRESENTA RETRAÇÃO NAS VENDAS EM FEVEREIRO A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro

Leia mais

EVOLUÇÃO DO EMPREGO POR SUBSETORES DE ATIVIDADES ECONÔMICAS ESPÍRITO SANTO - SALDO DE EMPREGOS

EVOLUÇÃO DO EMPREGO POR SUBSETORES DE ATIVIDADES ECONÔMICAS ESPÍRITO SANTO - SALDO DE EMPREGOS EVOLUÇÃO DO EMPREGO POR SUBSETORES DE ATIVIDADES ECONÔMICAS ESPÍRITO SANTO - SALDO DE EMPREGOS O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou o saldo de empregos dos principais setores da economia, através

Leia mais

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista ampliado

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista ampliado COMENTÁRIOS Em maio, o Comércio Varejista do País apresentou variações em relação ao mês anterior ajustadas sazonalmente, de 0,5% para o volume de vendas e de 1,0% para a receita nominal. Quanto à média

Leia mais

Bancos financiam crescentemente a produção

Bancos financiam crescentemente a produção Operações de Crédito do Sistema Financeiro Nota do dia 25 de julho de 2007 Fontes: Bacen, IBGE e CNI Elaboração: Febraban Bancos financiam crescentemente a produção Pessoa Jurídica O crédito destinado

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou

Leia mais

1. Atividade Econômica

1. Atividade Econômica Julho/212 O Núcleo de Pesquisa da FECAP apresenta no seu Boletim Econômico uma compilação dos principais indicadores macroeconômicos nacionais que foram publicados ao longo do mês de referência deste boletim.

Leia mais

PESQUISA MENSAL DE SERVIÇOS

PESQUISA MENSAL DE SERVIÇOS PESQUISA MENSAL DE SERVIÇOS NOTAS METODOLÓGICAS A Pesquisa Mensal de Serviços - PMS tem por objetivo produzir indicadores que permitam o acompanhamento da evolução conjuntural do setor de serviços empresariais

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de

Leia mais

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015 Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 O cenário econômico nacional em 2014 A inflação foi superior ao centro da meta pelo quinto

Leia mais

5 MOEDA E CRÉDITO. ipea SUMÁRIO

5 MOEDA E CRÉDITO. ipea SUMÁRIO 5 MOEDA E CRÉDITO SUMÁRIO Na reunião de fevereiro último, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a meta para a taxa Selic em 25 pontos-base (pb), fazendo-a chegar a 10,75% ao ano (a.a.). Essa redução

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia 0,59% em Junho O Índice Nacional da Construção

Leia mais

A Crise Econômica Mundial e as Economias Regionais

A Crise Econômica Mundial e as Economias Regionais A Crise Econômica Mundial e as Economias Regionais Gráfico 1 Efeitos da crise financeira sobre o emprego Dados dessazonalizados Abril = 104 103 102 101 99 98 97 96 104 102 98 96 94 92 88 86 Abr Jun Mai

Leia mais

Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) NOVEMBRO/2013

Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) NOVEMBRO/2013 16 de dezembro de 2013 Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) NOVEMBRO/2013 O ICEC é um indicador da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) que visa medir o nível

Leia mais

Cenário Econômico para 2014

Cenário Econômico para 2014 Cenário Econômico para 2014 Silvia Matos 18 de Novembro de 2013 Novembro de 2013 Cenário Externo As incertezas com relação ao cenário externo em 2014 são muito elevadas Do ponto de vista de crescimento,

Leia mais

Informe Econômico N 3

Informe Econômico N 3 Conjuntura Econômica Gerente Legislativa: Sheila Tussi da Cunha Barbosa Analista Legislativa: Cláudia Fernanda Silva Almeida Assistente Administrativa: Quênia Adriana Camargo Ferreira Estagiário: Tharlen

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego Dezembro 2005

Pesquisa Mensal de Emprego Dezembro 2005 Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Dezembro 2005 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento

Leia mais

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 Nota de Crédito PJ Janeiro 2015 Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 mai/11 mai/11 Carteira de Crédito PJ não sustenta recuperação Após a aceleração verificada em outubro, a carteira de crédito pessoa jurídica

Leia mais

Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história. Gráfico 1 Cesta Básica DIEESE/PROCON Valor Diário (EM URV/Real) 190,00 2º. Sem.

Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história. Gráfico 1 Cesta Básica DIEESE/PROCON Valor Diário (EM URV/Real) 190,00 2º. Sem. ANOTE Informativo Eletrônico do DIEESE Ano 4, N.º. 38 Maio de 2.003 1 CONJUNTURA Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história Calculada diariamente desde março de 1990, ou seja, a mais

Leia mais

Venda de tecidos tem destaque em setembro

Venda de tecidos tem destaque em setembro Venda de tecidos tem destaque em setembro setembro / 2009 Temos avaliado, mês a mês, um ritmo favorável nas vendas e no faturamento do comércio que, em alguns segmentos, assume patamares pré-crise. Neste

Leia mais

Introdução. PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão

Introdução. PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão 16 a 31 de agosto de 2012 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

Nº 75 Março 2014 Análise da Evolução das Vendas do Varejo Cearense - 2007 a 2013

Nº 75 Março 2014 Análise da Evolução das Vendas do Varejo Cearense - 2007 a 2013 Nº 75 Março 2014 Análise da Evolução das Vendas do Varejo Cearense - 2007 a 2013 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador SECRETARIO DO PLANEJAMENTO

Leia mais

SINCOR-SP 2015 OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro

Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 22-10-08) Edição de 27 de Outubro de 08 Crise não teve impacto significativo nas operações

Leia mais

BOLETIM DE CONJUNTURA INDUSTRIAL

BOLETIM DE CONJUNTURA INDUSTRIAL GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) BOLETIM DE CONJUNTURA INDUSTRIAL 3º TRIMESTRE DE 2011 Fortaleza-CE

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2011 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL ANÁLISE COMPARATIVA O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia 0,52% em agosto O Índice Nacional da Construção

Leia mais

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov. 4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação

Leia mais

ANO 2 NÚMERO 5 JUNHO/JULHO DE 2012 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 2 NÚMERO 5 JUNHO/JULHO DE 2012 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 2 NÚMERO 5 JUNHO/JULHO DE 2012 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ÍNDICE GERAL I PERFORMANCE RECENTE E EXPECTATIVAS DE ECONOMIA BRASILEIRA Resultado dos principais indicadores

Leia mais

A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional

A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional A Expansão da Construção Civil e os Efeitos da Crise Internacional Gráfico 1 Produção da construção civil e PIB Variações anuais % 1 8 6 4 2-2 -4 1999 2 21 22 23 24 25 26 27 28 Construção civil PIB A indústria

Leia mais

CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados julho/15 21 de agosto de 2015 Secretaria de Política Econômica CRIAÇÃO LÍQUIDA DE POSTOS DE TRABALHO (variação mensal absoluta do emprego*) Critério

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Agosto de 2014

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Agosto de 2014 Associação Brasileira de Supermercados Nº43 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Agosto de 2014 Com crescimento em julho, setor acumula 1,48% no ano Em julho, as vendas

Leia mais

BOLETIM ECONÔMICO CONSTRUÇÃO CIVIL EM ANÁLISE

BOLETIM ECONÔMICO CONSTRUÇÃO CIVIL EM ANÁLISE BOLETIM ECONÔMICO CONSTRUÇÃO CIVIL EM ANÁLISE CONSTRUÇÃO CIVIL EM ANÁLISE Nº 01 JANEIRO 2016 1 ÍNDICE SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO... 2 1 INDICADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL... 3 1.1 CUB PARÁ - DEZEMBRO

Leia mais

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC)

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Situação da economia e perspectivas Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Recessão se aprofunda e situação fiscal é cada vez mais grave Quadro geral PIB brasileiro deve cair 2,9% em 2015 e aumentam

Leia mais

Em agosto, ICES interrompe alta e cai para 96,2

Em agosto, ICES interrompe alta e cai para 96,2 Dados de Agosto/2013, Relatório Número 10 Em agosto, ICES interrompe alta e cai para 96,2 Em agosto, o ICES interrompeu a pequena tendência de alta registrada em julho, e voltou a cair, indo para 96,2,

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS O COMÉRCIO RESPONDE POR 12,7% DO PIB BRASILEIRO O COMÉRCIO VAREJISTA É RESPONSÁVEL POR 42% DO COMÉRCIO

Leia mais

MOVIMENTAÇÃO DO EMPREGO NO SETOR DA ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA

MOVIMENTAÇÃO DO EMPREGO NO SETOR DA ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA 2015 MOVIMENTAÇÃO DO EMPREGO NO SETOR DA ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA Presidente Nacional José Roberto Bernasconi Diretor Executivo

Leia mais

AGETRAB Agencia de Trabalho, Educação Profissional e Renda Julho- 2015

AGETRAB Agencia de Trabalho, Educação Profissional e Renda Julho- 2015 Análise Emprego Formal Macaé AGETRAB Agencia de Trabalho, Educação Profissional e Renda Julho- 2015 Os números do mês de agosto - Macaé De acordo com os dados do CAGED em agosto de 2015, foram suprimidos

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Conjuntura - Saúde Suplementar 25º Edição - Abril de 2014 SUMÁRIO Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação 3 Seção Especial 5 Nível de Atividade 8 Emprego 9 Emprego direto em planos de saúde 10 Renda

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/2015 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/2015 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/215 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro JULHO DE 2014 BRASIL O mês de julho de 2014 fechou com um saldo líquido positivo de 11.796 novos empregos em todo país, segundo dados do Cadastro

Leia mais

RELATÓRIO SETORIAL SINDUSCOM/SL Março/2012

RELATÓRIO SETORIAL SINDUSCOM/SL Março/2012 RELATÓRIO SETORIAL SINDUSCOM/SL Março/212 1. Movimentação do Emprego Análise da movimentação do emprego conforme Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) dos setores de Madeira e Mobiliário:

Leia mais

Nível de atividade. 1.1 Comércio

Nível de atividade. 1.1 Comércio Nível de atividade 1 Tabela 1.1 Índice de volume de vendas Variação percentual Discriminação Jan Fev Mar No mês 1/ Comércio varejista 0,3-0,4-1,0-0,4 Combustíveis e lubrificantes -0,9-4,9 2,7-0,1 Hiper,

Leia mais

março de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores A DINÂMICA RECENTE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: O EMPREGO

março de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores A DINÂMICA RECENTE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: O EMPREGO 12 março de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores A DINÂMICA RECENTE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: O EMPREGO Expediente Esta é uma publicação da Fundação Perseu Abramo. Diretoria

Leia mais

INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS. Outubro/2012 (dados até setembro)

INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS. Outubro/2012 (dados até setembro) INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (ICMPE) NO BRASIL Outubro/2012 (dados até setembro) Características da pesquisa Objetivo: - medir o impacto da conjuntura econômica nas MPE brasileiras

Leia mais

Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março 2005

Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março 2005 Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Emprego Março 2005 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento

Leia mais

ANO 1 NÚMERO 03 NOVEMBRO 2011 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 1 NÚMERO 03 NOVEMBRO 2011 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 1 NÚMERO 03 NOVEMBRO 2011 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO CONSIDERAÇÕES INICIAIS Aos poucos as turbulências no mercado financeiro europeu e seus impactos nas atividades econômicas

Leia mais

Emprego Santander 2012 Síntese das movimentações. Elaboração: DIEESE

Emprego Santander 2012 Síntese das movimentações. Elaboração: DIEESE Emprego Santander 2012 Síntese das movimentações Fonte: Recibos do CAGED e dados fornecidos pelo Banco Santander Brasil, por determinação do Ministério Público do Trabalho 10ª Região Mediação nº 001129/2012

Leia mais

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 2/2 - Janeiro de 2014

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 2/2 - Janeiro de 2014 Notícias Economia Internacional e Indicadores Brasileiros Nº 2/2 - Janeiro de 2014 Sindmóveis - Projeto Orchestra Brasil www.sindmoveis.com.br www.orchestrabrasil.com.br Realização: inteligenciacomercial@sindmoveis.com.br

Leia mais

Saldo de Empregos Celetistas Cearense - Fevereiro de 2014

Saldo de Empregos Celetistas Cearense - Fevereiro de 2014 Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento

Leia mais

I INFLAÇÃO ALTA E DIMINUIÇÃO NO RÍTMO DE CRESCIMENTO PREOCUPAM O GOVERNO

I INFLAÇÃO ALTA E DIMINUIÇÃO NO RÍTMO DE CRESCIMENTO PREOCUPAM O GOVERNO ANO 1 NÚMERO 3 OUTUBRO DE 2011 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ÍNDICE GERAL I INFLAÇÃO ALTA E DIMINUIÇÃO NO RÍTMO DE CRESCIMENTO PREOCUPAM O GOVERNO II EM AGOSTO A PRODUÇÃO FÍSICA

Leia mais

NOTA METODOLÓGICA COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL

NOTA METODOLÓGICA COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL NOTA METODOLÓGICA COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL Versão 1.0 - Brasília - Novembro/2011 NOTA METODOLÓGICA COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI Robson Braga de

Leia mais

O AMBIENTE ECONÔMICO. Boletim n.º 05 1º trimestre de 2013. Taxa de juros - SELIC (fixada pelo Comitê de Política Monetária COPOM)

O AMBIENTE ECONÔMICO. Boletim n.º 05 1º trimestre de 2013. Taxa de juros - SELIC (fixada pelo Comitê de Política Monetária COPOM) Boletim n.º 05 1º trimestre de O AMBIENTE ECONÔMICO Taxa de juros - SELIC (fixada pelo Comitê de Política Monetária COPOM) Atividade econômica A economia brasileira, medida pelo desempenho do Produto Interno

Leia mais

Persistência da desaceleração e ligeira elevação na inadimplência

Persistência da desaceleração e ligeira elevação na inadimplência Persistência da desaceleração e ligeira elevação na inadimplência Em maio, a carteira de crédito do SFN totalizou aproximadamente 56,2% do PIB, indicando crescimento de 12,7% em 12 meses. O maior dinamismo

Leia mais

Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC)

Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) 10 de abril de 2013 Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) O ICEC é um indicador da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) que visa medir o nível de confiança

Leia mais

1/ Conceito que exclui do comércio ampliado os segmentos veículos e motos, partes e peças, e material de construção.

1/ Conceito que exclui do comércio ampliado os segmentos veículos e motos, partes e peças, e material de construção. Nível de atividade 1 A evolução recente de indicadores coincidentes da atividade econômica sugere que o ritmo de crescimento da economia brasileira segue em patamar inferior ao potencial. Nesse sentido,

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro Tema: Emprego

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro Tema: Emprego Boletim de Conjuntura Econômica Outubro Tema: Emprego Brasil Atinge mais de 2 milhões de Emprego em 2010 Setor de Serviços lidera com 35% dos empregos Gerados no período Em setembro foram gerados 246.875

Leia mais

Tendências importantes para o spread e inadimplência

Tendências importantes para o spread e inadimplência Tendências importantes para o spread e inadimplência A inadimplência confirma mínima histórica em 3,0% e o spread bancário volta a se elevar, alcançando 13,1%. Os dois movimentos são os principais destaques

Leia mais

SINCOR-SP 2015 AGOSTO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 AGOSTO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS AGOSTO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 A economia piauiense, em 2008, apresentou expansão em volume do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,8% em relação ao ano anterior. Foi a maior taxa de crescimento

Leia mais

Emprego Industrial Março de 2015

Emprego Industrial Março de 2015 Emprego Industrial Março de 2015 SUMÁRIO EXECUTIVO No mês de março de 2015, o saldo de empregos em Santa Catarina cresceu em relação ao estoque de fevereiro (3.948 postos e variação de 0,2%). A indústria

Leia mais

RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013

RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013 1 RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013 Pesquisa realizada pelo Uni-FACEF em parceria com a Fe-Comércio mede o ICC (Índice de confiança do consumidor) e PEIC (Pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor)

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL

RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL ANÁLISE COMPARATIVA RELATÓRIO ANUAL DE TAXAS DE JUROS / 2012 EMPRÉSTIMO PESSOAL E CHEQUE ESPECIAL O levantamento anual envolveu sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica

Leia mais

A INDÚSTRIA DE PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO. Fundação Getulio Vargas

A INDÚSTRIA DE PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO. Fundação Getulio Vargas A INDÚSTRIA DE PRÉ-FABRICADOS DE CONCRETO Fundação Getulio Vargas FGV Março 2015 A SONDAGEM ABCIC DESEMPENHO RECENTE DA CONSTRUÇÃO A Sondagem - Metodologia EMPRESAS A Sondagem - Metodologia Temas Pesquisados

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

Dificuldade no acesso ao crédito é disseminada na construção

Dificuldade no acesso ao crédito é disseminada na construção SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 5 Número 6 Junho de 2014 www.cni.org.br ISSN 2317-7322 Destaques ANÁLISE ECONÔMICA Falta de crédito dificulta recuperação

Leia mais

ANO 4 NÚMERO 28 JUNHO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 4 NÚMERO 28 JUNHO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO NÚMERO 28 JUNHO DE 21 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS A divulgação do crescimento do PIB no primeiro trimestre desse ano, além de revelar uma taxa

Leia mais

Tabela 1 - OPERACOES DE CREDITO (milhões de R$) Ano I Nov/13. Fonte: ESTBAN, Banco Central do Brasil

Tabela 1 - OPERACOES DE CREDITO (milhões de R$) Ano I Nov/13. Fonte: ESTBAN, Banco Central do Brasil De acordo com a Estatística Bancária por Município (ESTBAN), divulgada pelo Banco Central, o saldo das operações de crédito, em agosto desse ano, chegou a R$ 2,320 trilhões no país, um crescimento de 10,9%

Leia mais

Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil. Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas

Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil. Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas As diretrizes estratégicas dão foco ao negócio Perspectivas Simplificar e agilizar a utilização

Leia mais

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 68 1 a 15 de fevereiro de 211 ANÚNCIOS DE INVESTIMENTOS De

Leia mais

PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO

PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO FORTALEZA Dezembro 2009 Apresentação 3 Delineamento da Amostra 5 Quadros Estatísticos 7 Tabela 2 - Faturamento - Variação Frente a Igual Período do Ano Anterior 9 Tabela

Leia mais

Indicadores IBGE. Pesquisa Mensal de Comércio. abril 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

Indicadores IBGE. Pesquisa Mensal de Comércio. abril 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Indicadores IBGE Pesquisa Mensal de Comércio abril 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão

Leia mais

Decomposição da Inflação de 2011

Decomposição da Inflação de 2011 Decomposição da de Seguindo procedimento adotado em anos anteriores, este boxe apresenta estimativas, com base nos modelos de projeção utilizados pelo Banco Central, para a contribuição de diversos fatores

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais