GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/ Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo

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1 GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/ Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados/CAGED do mês de julho de 215. Os resultados são preocupantes, pois foram fechados postos de trabalho, uma retração de,39% em relação ao mês anterior. No ano, somente o mês de março apresentou saldo positivo. Julho foi o mês de maior demissão no Brasil este ano. O mercado de trabalho está desacelerando em proporções rápidas, surpreendendo todas as expectativas das consultorias econômicas. Com essa conjuntura, as consultorias esperam um desemprego em torno de 1 milhão de desempregados no Brasil, no final do ano. O gráfico 1, logo abaixo, ilustra a situação do mercado de trabalho formal no Brasil em 215. Gráfico 1. Brasil: Evolução do Emprego Formal no Primeiro Semestre de Brasil: Evolução Mensal do Emprego Formal em Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Fonte: CAGED-MTE, Julho/215. No acumulado do ano, foram desligados ( ) trabalhadores, em 12 meses, a redução jé de ( ). Definitivamente, a crise se aprofundou no mercado de trabalho. Este foi o pior resultado para um mês de julho desde Foram oportunidades profisionais fechadas. Entre os oito setores, a indústria de transformação foi o que mais demitiu no Brasil, seguido do setor de serviços. Entre os segmentos da indústria de transformação, as maiores demissões ocorreram nos setores: Indústria têxtil do vestuário e artefatos de tecidos (-8.567), Indústria mecânica (-7.762), e Indústria metalúrgica (-7.46). No setor de serviços, as maiores demissões foram nos segmentos: Com. e administração de imóveis, valores mobiliários, serviços técnicos ( ), Ensino (-15.2), e Transportes e comunicações ( ). A abaixo resume o comportamento do emprego nos grandes setores, no mês de julho.

2 Tab.1. Brasil: Comportamento do Emprego Segundo Setores de Atividade Econômica Setores de Atividade Econômica Saldo em julho de 215 Saldo no Ano Extrativa Mineral Indústria de Transformação Serviços Industriais de Utilidade Pública Construção Civil Comércio Serviços Administração Pública Agropecuária Total No recorte geográfico, a região sudeste foi a que mais demitiu (79.944). São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais lideram as demissões. A região Sul foi a segunda no quesito desligamentos de empregos ( Rio Grande do Sul e Santa Catarina destacam-se nas demissões. A terceira região onde houve mais demissões foi a região Nordeste ( ). Pernambuco, Bahia e Ceará, lideram as demissões. 2. Geração de Empregos no Nordeste: Desemprego Continua em Julho O Nordeste teve um mês de julho com resultados negativos para oito estados, somente o Estados do Maranhão (2.121) registrou um saldo positivo nas contratações. A região fechou no mês de julho ( ) postos de trabalho. Os estados que lideraram as demissões foram Pernambuco (-9.483), Bahia (-8.27) e o Ceará (-3.411). Gráfico 2. Nordeste: Comportamento do Emprego Formal Todas as Atividades Econômicas (Julho/215) 5. Nordeste: Comportamento do Emprego Formal Todas as Atividades Econômicas (Julho/215) No que concerne à geração de empregos nos setores de comércio e serviços, verificou-se que: no Comércio o Nordeste demitiu (-7.771), sendo que Bahia (-2.544) e Pernambuco (-2.49) foram os que mais demitiram; nos Serviços as demissões no Nordeste chegaram a ( ), sendo que Pernambuco (-3.766), Bahia (-2.357) e Ceará (-2.15) demitiram mais. Ver a tabela 2.

3 Tab. 2. Nordeste: Geração de Empregos nos Setores do Comércio e Serviços (Julho-215) Estados Saldo de Empregos Comércio Saldo de Empregos Serviços Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia TOTAL Sergipe: Desemprego Formal Continua em Queda De acordo com os dados do CAGED, em julho de 215 foram eliminados (-1.82) postos de trabalho em Sergipe, uma retração de,36% em relação ao mês de junho. No ano, Sergipe já perdeu (-7.17) postos de trabalho. É sempre bom lembrar que estamos tratando de empregos formais, com carteira assinada, ou seja, são oportunidades profissionais perdidas, trabalhadores qualificados sendo demitidos. Este foi o segundo mês de julho com saldo negativo, o último foi em 214, quando apresentou saldo de (-24) desempregados. Os setores de atividades que mais contribuíram para este resultado foram a Indústria de Transformação (-453 postos), o Comércio (-48 postos) e os Serviços (-389 postos). Nos subsetores da indústria da transformação, os setores que mais fecharam postos de trabalho foram Indústria do material elétrico e de comunicações (-16), Indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico (-93) e Indústria de produtos minerais não metálicos (-7). O quadro 1, logo abaixo mostra o Comportamento do Emprego Formal em Sergipe, no mês de julho. Quadro 1. Sergipe: Geração de Emprego Formal por Setor de Atividade (Julho-215) JULHO/215 NO ANO ** SETORES TOTAL TOTAL TOTAL TOTAL SALDO ADMIS. DESLIG. ADMIS. DESLIG. SALDO TOTAL EXTRATIVA MINERAL INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO Indústria de produtos minerais não metálicos Indústria metalúrgica Indústria mecânica Indústria do material elétrico e de comunicações Indústria do material de transporte Indústria da madeira e do mobiliário Indústria do papel, papelão, editorial e gráfica Indústria da borracha, fumo, couros, peles, similares, ind. diversas Indústria química de produtos farmacêuticos, veterinários, perfumaria Indústria têxtil do vestuário e artefatos de tecidos

4 Indústria de calçados Indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico SERV INDUST DE UTIL PÚBLICA CONSTRUÇÃO CIVIL COMÉRCIO Comércio varejista Comércio atacadista SERVIÇOS Instituições de crédito, seguros e capitalização Com. e administração de imóveis, valores mobiliários, serv. técnico Transportes e comunicações Serviços de alojamento, alimentação, reparação, manutenção, redação Serviços médicos, odontológicos e veterinários Ensino ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA AGROPECUÁRIA Fonte: CAGED-MTE, junho/215. Obs. * A variação mensal do emprego toma como referência o estoque do mês anterior. Obs. ** Resultados acrescidos dos ajustes; a variação relativa toma como referência os estoques do mês atual e do mês de dezembro do ano t-1, ambos com ajustes. O Emprego nos Setores do Comércio e Serviços O comportamento do emprego formal no setor de serviços no mês de julho, apresentou saldo negativo (-389). Este foi o terceiro mês consecutivo que o setor apresenta fechamento de postos de trabalho. No ano, o saldo de empregos é de (-181), em 12 meses o setor acumula um saldo positivo de geração de postos de trabalho. O setor do comércio voltou a fechar vagas em julho. Em julho, foram desligados (-48) trabalhadores. No ano, o comércio já acumula um saldo negativo de 1.32 postos de trabalhos fechados. Em 12 meses o saldo é positivo de postos de trabalho. O gráfico abaixo ilustra o comportamento mensal do emprego no comércio e serviços em 215. Gráfico 3. Sergipe: Comportamento do Emprego Formal no Comércio e Serviços Jan-Jul Sergipe: Comportamento Mensal do Emprego Formal no Comércio e Serviços - Jan-Jul/ Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Comércio Serviços

5 4. Algumas Considerações A situação do emprego em Sergipe é preocupante, já são (-7.17) desempregados no Estado, em sete meses. Considerando o mesmo período do ano passado, o saldo de empregos foi de 1.44 postos gerados. Ou seja, a situação este ano é de um quadro preocupante em relação à geração de empregos em Sergipe. Esse é o reflexo da situação de retração da nossa economia, frente às dificuldades que o Brasil vem passando ao longo dos últimos dois anos, em especial. Considerando a estrutura da nossa economia, é ainda mais preocupante, indústrias novas que se instalaram em Sergipe estão demitindo, assim como as indústrias tradicionais, como a têxtil, a de madeira e mobiliário, que utilizam mão de obra intensiva. A indústria de alimentos e bebidas é uma indústria que utiliza mão de obra qualificada, pois grande parte da sua linha de produção é automatizada, e vem demitindo trabalhadores ao longo do ano. São oportunidade profissionais perdidas. A situação do setor do comércio é extremamente preocupante, em especial neste ano. O comércio acumula um saldo de empregos de (-1.32) no ano. É um setor tradicional e que depende diretamente do consumo das famílias. Como as famílias estão endividadas, com contas a pagar, além da renda ser corroída pela inflação alta, elas, então, diminuem o consumo, priorizam seus gastos e o comércio é atingido em cascata. O resultado é o aumento do desemprego. Em julho deste ano, dois municípios lideraram o fechamento de postos de trabalho, Aracaju (- 775) e Nossa Senhora do Socorro (-262), dois municípios com distritos industriais importantes no Estado, com parte significativa da nossa indústria de transformação, além da presença forte do comércio e serviços. Analisando a evolução do emprego nos meses de julho, nos últimos quatro anos, percebemos que a partir de 213 o Estado começou a apresentar sinais de desaceleração da economia e as demissões aumentaram. Como pode ser visto na tabela 2 abaixo, no ano de 215, dos oito subsetores, apenas três apresentaram resultados positivos. Tab.2 Sergipe: Evolução do Emprego por Subsetor de Atividade Econômica, nos Meses de Julho ( ) SETORES Extrativa Mineral Indústria de Transformação Serv Indust de Util Pública Construção Civil Comércio Serviços Administração Pública Agropecuária Fonte: CAGED-MTE, várias datas. Diante da conjuntura atual, seria importante que o setor privado de Sergipe utilizasse de alternativas para reduzir as demissões de trabalhadores e manter a produção. Até o momento, o Programa de Proteção ao Emprego (PPE) é a alternativa mais coerente para todos, empresários e trabalhadores.

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