Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história. Gráfico 1 Cesta Básica DIEESE/PROCON Valor Diário (EM URV/Real) 190,00 2º. Sem.

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1 ANOTE Informativo Eletrônico do DIEESE Ano 4, N.º. 38 Maio de CONJUNTURA Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história Calculada diariamente desde março de 1990, ou seja, a mais de quatorze anos, a Cesta Básica DIEESE/PROCON representa o gasto médio de uma família padrão, composta por quatro membros e caracterizada pela classe de renda média familiar de 10,3 salários mínimos. A sua abrangência geográfica é o município de São Paulo. Através de uma pesquisa de campo são acompanhadas as compras mensais de supermercado dessa família, abrangendo 31 produtos, sendo 22 de alimentação, 4 de limpeza doméstica e 5 de higiene pessoal. Os produtos pesquisados são desagregados em marcas, perfazendo um total de 68 itens, sendo pesquisados cerca de 70 supermercados localizados em 5 regiões diferentes da capital paulista. Essa pesquisa é realizada para o governo do estado de São Paulo e divulgada pela Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, através da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo - PROCON/SP, que é um órgão vinculado a esta secretaria. O objetivo da pesquisa da Cesta Básica é o de fornecer, diariamente, ao consumidor paulistano uma relação de supermercados onde pode ser adquirida a Cesta Básica ao menor custo, bem como informações sobre produtos, marcas e localização dos estabelecimentos, onde os preços mínimos 230,00 Gráfico 1 Cesta Básica DIEESE/PROCON Valor Diário (EM URV/Real) 210,00 190,00 2º. Sem ,00 150, ,00 110,00 90,00 70,00 Jan/93 Abr/93 Jul/93 Out/93 Jan/94 Abr/94 Jul/94 Out/94 Jan/95 Abr/95 Jul/95 Out/95 Jan/96 Abr/96 Jul/96 Out/96 Jan/97 Abr/97 Jul/97 Out/97 Jan/98 Abr/98 Jul/98 Out/98 Jan/99 Fonte: DIEESE/PROCON Abr/99 Jul/99 Out/99 Jan/00 Abr/00 Jul/00 Out/00 Jan/01 Abr/01 Jul/01 Out/01 Jan/02 Abr/02 Jul/02 Out/02 Jan/03 Abr/03 ANOTE DIEESE pág. 1

2 são praticados. Metodologicamente, essa Cesta foi definida com base em duas pesquisas realizadas pelo DIEESE: a Pesquisa de Padrão de Vida e Emprego - PPVE de 1982/83 e a pesquisa Consumo Alimentar, Familiar e Renda no município de São Paulo - CAFR/87. A PPVE deu subsídio para a definição final da família padrão, conforme as características já descritas acima, e também possibilitou a criação de uma lista dos principais produtos adquiridos por essa família nos supermercados. Sendo assim elegeu-se inicialmente 31 produtos e o vetor de quantidades que compõem a Cesta Básica. Devido a certas alterações nos preços relativos desde os anos de 1982 e 1983 até 1989, foi necessário realizar certos ajustes nas quantidades, e tomou-se como referência a pesquisa CAFR, que visava, também, o aspecto nutricional da família paulistana. Obteve-se, assim, um vetor mais compatível com os gastos mensais correntes, em supermercados, dos produtos de alimentação, higiene pessoal e limpeza doméstica. Podemos visualizar melhor a evolução da Cesta Básica através do gráfico 1, que mostra o seu valor diário desde janeiro de No início eles são cotados em Unidade Real de Valor (URV), cujos valores vão até 30 de junho de A partir de então os valores estão em Real (R$). Como destaque temos que, em abril de 2003, o custo médio dessa cesta atingiu o valor recorde de R$ 211,17. Seria importante destacar que ao longo do segundo semestre de 2002 a Cesta Básica DIEESE/PROCON disparou, passando de R$ 154,52, no início de junho de 2003, para R$ 208,40, no final de dezembro de 2002, representando um aumento de cerca de 35%. Os dados mostram que no último mês pesquisado essa cesta aumentou 1,81%, passando de R$ 207,41, em março de 2003, para os atuais R$ 211,17. Ao longo do ano de 2003 ela já subiu 2,97% e nos últimos doze meses, ou seja, de maio de 2002 a abril de 2003, ela aumentou 37,08%. Pelos dados disponíveis pode-se observar que, desde o Plano Real, a Cesta Básica sempre apresentou uma variação anual menor do que a do câmbio médio, com o detalhe de que no ano de 1997 a Cesta Básica teve uma variação parecida com o dólar. Neste ano o câmbio médio variou 6,73% e a Cesta, 6,55%. Com a flexibilização do câmbio em 1999, observa-se o seguinte fenômeno: enquanto o câmbio médio variou 52,07% ao longo do ano, a Cesta Básica apresentou uma variação anual de 14,76%. Em 2002 o câmbio médio também teve uma variação elevada e próxima da de Neste ano o câmbio apresentou uma variação de 53,81%. Este foi o ano em que a Cesta Básica mais subiu, acumulando uma variação de 31,70%. Em 2003, enquanto o câmbio (até abril) caiu 14,09%, a Cesta Básica já subiu 2,97%. O DIEESE em convênio com a Fundação PROCON-SP, órgão da Secretaria da Justiça do Governo do Estado de São Paulo, constatou que em 2002 a Cesta Básica apresentou alta de 31,73%. O preço médio que em 28/12/2001 era R$ 158,20, passou para R$ 208,40, em 27/12/2002. Por grupos foram constatadas as seguintes variações: alimentação, 36,68%, limpeza doméstica, 9,59% e higiene pessoal, 18,28%.Os três produtos que apresentaram as maiores altas no ano foram: óleo de soja (77,94%), feijão carioquinha (74,81%) e farinha de trigo (73,68%); e as três maiores quedas foram: papel higiênico fino branco (2,94%), sabão em pó (1,10%) e alho (0,21%). A variação do preço médio da Cesta Básica desde o Plano Real foi de 108,83%. No período mais recente, ela havia apresentado uma pequena queda no início de março de 2003, chegando a ser cotada em R$ 205,34, depois voltou a oscilar até o valor de R$ 209,29 (meados de março), ponto a partir do qual ela só subiu, atingindo o atual pico de R$ 215,21, em 30 de abril de ANOTE DIEESE pág. 2

3 2 INDICADORES 2.1 INFLAÇÃO Tabela 1 Índices de preços selecionados (Em %) Período ICV- DIEESE INPC- IBGE IGP-DI FGV IPC- FIPE Mai/2002 0,10 0,09 1,11 0,06 Jun 0,60 0,61 1,74 0,31 Jul 1,34 1,15 2,05 0,67 Ago 0,40 0,86 2,36 1,01 Set 0,95 0,83 2,64 0,76 Out 1,13 1,57 4,21 1,28 Nov 3,20 3,39 5,84 2,65 Dez 2,39 2,70 2,70 1,83 Jan 2,92 2,47 2,17 2,19 Fev 1,35 1,46 1,59 1,61 Mar 1,06 1,37 1,66 0,67 Abr/2003 1,39 1,38 0,41 0,57 Variação anual 18,13 19,36 32,37 14,45 Fontes: DIEESE, IBGE, FGV e FIPE A alta na habitação e a manutenção de fortes aumentos em produtos alimentícios elevaram o Índice de Custo de Vida - ICV-DIEESE, para o município de São Paulo, para 1,39%, em abril. Esta taxa superou a de março (1,06%%) em 0,33 ponto percentual (pp) e contrariou a expectativa de redução no índice de inflação esperada para o período. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística INPC-IBGE apresentou variação de 1,38%, ficando muito próximo do resultado de março (1,37%). Os alimentos, com 1,15%, aumentaram menos do que no mês de março, quando a taxa foi 1,61%. Os não-alimentícios passaram de 1,26% em março para 1,49% em abril. Nos últimos doze meses os índices apresentaram as seguintes variações: o ICV-DIEESE variou 18,13%, o INPC-IBGE 19,36%, o IGP/DI-FGV 32,37% e o IPC-FIPE 14,45%. Tabela 2 Itens selecionados do ICV-DIEESE variações mensais e acumuladas anuais Período Índice geral Tarifas públicas Botijão (GLP) Aluguel (Em %) Saúde Medicamentos Combustíveis Alimentação fora domicílio Habitação Educação Mensalidade escolar Abr/2003 1,39 1,33 0,10-0,06-1,06-0,47 1,28 2,45-0,67 0,18 0,00 Abr/2002 0,74 1,42 0,01 0,82 8,03 6,95 0,70 0,30-0,37 0,09 0,00 Variação anual 18,13 20,32 17,79 13,63 33,28 23,44 13,32 11,48-1,67 10,51 10,25 Fonte: DIEESE Selecionando alguns itens do ICV-DIEESE, pelo critério do seu destacado peso no orçamento familiar, conclui-se que, no acumulado de doze meses finalizado em abril de 2003, os maiores aumentos foram os combustíveis (33,28%), o gás de botijão - GLP (23,44%) e a saúde (20,32%). Os demais itens selecionados ficaram abaixo do índice geral, cujo acumulado foi de 18,13%. Novamente, a única variação negativa acumulada nos doze últimos meses foi o aluguel, com uma variação de 1,67%. A análise para o mês de abril de 2003, mostra que os itens que registraram os maiores aumentos, dentre os itens selecionados, foram a habitação, com uma variação de 2,45%, seguido da saúde, com 1.33%. Neste mês, quatro dos itens acompanhados apresentaram variações negativas (tarifas públicas, combustíveis, botijão de gás e aluguel). Tabela 3 Cesta básica nacional (CBN) DIEESE São Paulo, cesta básica DIEESE/Procon e dólar CB (R$) US$ - Médio US$ - último Período CBN (R$) CBN / SM DIEESE/Procon dia do mês Abr/ ,40 77,25 211,17 3,12 2,91 Abr/ ,22 66,11 154,05 2,32 2,36 Variação anual 40,22-37,08 34,48 23,31 Fontes: DIEESE, MTE, BACEN e FGV Para o período de doze meses, terminado em abril de 2003, observa-se para as cestas básicas do município de São Paulo e DIEESE/Procon ANOTE DIEESE pág. 3

4 taxas acumuladas muito altas de, respectivamente, 40,22% e 37,08%. Deve-se ressaltar que estas são cestas distintas. Enquanto a primeira é composta por 13 produtos alimentícios básicos, a outra (DIEESE/Procon) considera 31 produtos, sendo 22 alimentícios e 9 de higiene pessoal e limpeza doméstica. A relação da cesta básica de São Paulo com o salário mínimo subiu de 66,11% para 77,25%, de abril de 2002 para o mesmo mês de No mês de abril de 2003, o valor médio da cesta básica na cidade de São Paulo apresentou um 2.2 SALÁRIO E RENDA Tabela 4 Salário mínimo e salário mínimo necessário do DIEESE Período Salário mínimo Sal. Mínimo necessário R$ % R$ % Abr/ , ,55 - Abr/ , ,29 - Variação anual - 20,00-36,23 Fontes: MTE e DIEESE aumento de 1,81%, segundo pesquisa diária realizada pelo DIEESE para o Procon-SP, órgão de defesa do consumidor ligado ao governo estadual. O preço médio, que em março era de R$ 207,41, subiu para R$ 211,17, em abril. O câmbio médio apresentou novamente um forte aumento, no período de doze meses terminado em abril 2003, chegando a 34,48%. A taxa de câmbio comercial (para venda) cotado para o último dia do mês teve também um aumento expressivo, batendo em 23,31%. Com base no custo apurado na capital paulista e levando em consideração o dispositivo constitucional que determina que o salário mínimo deveria ser suficiente para a manutenção do trabalhador e sua família, suprindo suas despesas com alimentação, moradia, vestuário, saúde, transportes, educação, higiene, lazer e previdência, o DIEESE estima que o salário mínimo deveria ser, em abril, de R$ 1.557,55, ou seja, 6,5 vezes o mínimo vigente de R$ 240,00. A variação anual do salário mínimo e do salário mínimo necessário foi de, respectivamente, 20,00% e 36,23%. 2.3 EMPREGO Tabela 5 Taxas de desemprego em seis regiões metropolitanas Período São Paulo Porto Alegre Distrito Federal Belo Horizonte Salvador Recife Mar/ ,7 15,3 n.d. 20,6 28,4 22,3 Mar/ ,9 15,8 21,5 18,9 27,6 21,1 Mar/ ,3 15,4 20,4 18,1 26,9 20,5 Fontes: Seade-DIEESE; FEE-FGTAS-Sine/RS; Secretaria do Trabalho/GDF; CEI/FJP-Setascad-Sine/MG; SEI/Setras/UFBa; STAS/PE No movimento observado nos meses mais recentes, ou seja, em fevereiro e março de 2003, houve um aumento na taxa de desemprego total em todas as cinco capitais cujos dados já estavam disponíveis. Até o fechamento deste boletim, não havia sido ainda divulgada as informações para o Distrito Federal. As pesquisas mostram que o aumento mais intenso deu-se na região metropolitana do Recife e foi de 1,80 pontos percentuais. Observou-se o seguinte comportamento da taxa de desemprego total: em São Paulo ela subiu de 19,1% da PEA (fevereiro de 2003) para 19,7% (março), em Porto Alegre ela aumentou de 14,8% para 15,3%, em Belo Horizonte ela subiu de 19,2% para 20,6%, em Salvador ela subiu, passando de 27,2% para 28,4% e no Recife ela aumentou de 20,5% para 22,3%. Entre março de 2002 e março de 2003, a taxa de desemprego total aumentou em três capitais e caiu em outras duas, das cinco capitais já divulgadas. O maior aumento deu-se novamente em Belo Horizonte, com a taxa passando de 18,9%, no ano passado, para os atuais 20,6%. As informações das PED s, feitas em convênio entre o DIEESE, o Seade e as outras instituições regionais parceiras, mostram em seus dados mais recentes que as maiores taxas de desemprego ocorreram mais uma vez nas regiões metropolitanas do nordeste e a menor taxa ocorreu em Porto Alegre. ANOTE DIEESE pág. 4

5 Gráfico 2 Estimativa do número de desempregados nas Regiões Metropolitanas Em Pessoas Mar/01 Mar/02 Mar/ São Paulo Porto Alegre Distrito Federal Belo Horizonte Salvador Recife Fontes: DIEESE-Seade; FEE-FGTAS-Sine/RS; Secretaria do Trabalho/GDF; CEI/FJP-Setascad-Sine/MG; SEI/Setras/UFBa; STAS/PE As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela Fundação pelo DIEESE e pela Fundação Seade, mostram que a taxa de desemprego total da Região Metropolitana de São Paulo aumentou pelo segundo mês consecutivo, passando de 19,1%, em fevereiro, para os atuais 19,7% da População Economicamente Ativa PEA. Estima-se que mil pessoas estavam desempregadas no mês em análise. A eliminação de 97 mil ocupações nesse mês, atenuada pela saída de 51 mil pessoas da PEA, resultou no acréscimo de 46 mil pessoas no contingente de desempregados. A diminuição do nível de ocupação (1,3%), usual para o período, ocorreu em todos os setores de atividade analisados, apresentando maior intensidade na Indústria (48 mil ocupações). Por posição na ocupação, esse decréscimo afetou principalmente os trabalhadores autônomos e os assalariados sem carteira de trabalho assinada. Vale destacar, no entanto, o aumento do número de assalariados com carteira assinada (42 mil). Em fevereiro, o rendimento médio dos ocupados permaneceu relativamente estável (-0,2%), enquanto o dos assalariados apresentou pequena variação positiva de 0,9%. Em valores monetários, tais rendimentos passaram a eqüivaler a R$ 883 e R$ 938, respectivamente. Tabela 6 Índice de trabalhadores assalariados no setor privado com carteira assinada e sem carteira assinada nas regiões metropolitanas 1998/2003 (Em Número Índice) Período São Paulo (1) Porto Alegre (2) Distr. Federal (3) B. Horizonte (4) Salvador (5) Recife (6) c/ cart. s/ cart. c/ cart. s/ cart. c/ cart. s/ cart. c/ cart. s/ cart. c/ cart. s/ cart. c/ cart. s/ cart. Mar/98 104,2 185,3 98,4 109,1 112,0 117,2 106,4 100,7 117,8 102,2 98,5 104,3 Mar/99 100,1 189,0 97,6 113,6 115,0 111,3 99,8 93,4 119,5 93,3 100,6 100,9 Mar/00 101,7 216,2 99,8 133,0 118,8 128,9 106,6 104,0 121,1 109,9 109,6 117,1 Mar/01 107,0 245,4 106,1 159,1 127,9 139,5 114,7 106,0 137,3 117,1 112,8 117,1 Mar/02 105,3 222,1 108,0 116,2 135,1 143,9 114,9 124,5 140,7 117,6 109,0 110,3 Mar/03 109,4 225,9 106,2 103,1 n.d. n.d. 118,5 134,4 147,3 125,2 114,6 110,3 Obs.: Bases (1) média de 1985 = 100; (2) média de 2000 = 100; (3) média de 1992 = 100; (4) média de 1996 = 100; (5) dezembro de 1996 = 100; (6) set., out. e nov. de 1997 = 100 Fontes: DIEESE-Seade; FEE-FGTAS-Sine/RS; Secretaria do Trabalho/GDF; CEI/FJP-Setascad-Sine/MG; SEI/Setras/UFBa; STAS/PE ANOTE DIEESE pág. 5

6 Em termos do tipo de contratação e tendo como base o último período anual (março de 2002 a março de 2003), observa-se o seguinte movimento: das seis pesquisas realizadas pelo DIEESE, cinco das quais já divulgadas, em quatro delas sobem as contratações com o registro em carteira e em três delas sobem as contratações sem o registro em carteira. O maior aumento anual da contratação com registro deu-se na região metropolitana de Recife, onde o índice subiu de 109,0, em março de 2002, para 114,6, em março de 2003, representando um crescimento de 5,14%. Para os trabalhadores sem carteira de trabalho assinada a maior variação anual ocorreu na região metropolitana de Belo Horizonte, com o índice passando de 124,5, em março de 2002, para 134,4, em março de 2003, representando um aumento de 7,95%. Por posição na ocupação, verificou-se pequena variação negativa (0,4%) no nível de assalariamento na região metropolitana de São Paulo. No segmento privado, ocorreram aumento de 42 mil postos de trabalho com carteira assinada e redução de 36 mil ocupações sem carteira assinada. No setor público, foram eliminados 22 mil postos de trabalho. Vale destacar também o decréscimo de 65 mil ocupações entre os trabalhadores autônomos. Nesse mesmo período, segundo o vínculo empregatício, registrou-se na região metropolitana de São Paulo um acréscimo de trabalhadores assalariados (1,7%), devido, exclusivamente, à expansão do assalariamento do setor privado (3,3%), uma vez que no setor público houve expressiva redução (7,2%). Destaca-se ainda o aumento do assalariamento tanto com carteira de trabalho assinada (3,9%) como sem carteira assinada (1,7%), no setor privado. O total de trabalhadores autônomos diminuiu 1,0% nos últimos doze meses. Por posição na ocupação, o salário médio das pessoas com carteira de trabalho assinada no setor privado de São Paulo apresentou variação positiva de 0,9%, enquanto o daqueles sem carteira assinada diminuiu 3,8%, passando a corresponder a R$ 960 e R$ 636, respectivamente. O rendimento dos trabalhadores autônomos decresceu 2,1%, tornando-se equivalente a R$ 646. Comparado ao mesmo mês do ano anterior, os salários das pessoas com e sem carteira de trabalho assinada ficaram, respectivamente, 7,7% e 7,3% menores. Entre os trabalhadores autônomos, houve retração de 10,5% nesse período. Tabela 7 Movimentação de pessoal (admitidos e desligados) por setor de atividade econômica Brasil Setores Admitidos Desligados Saldo (Em mil pessoas) Mar/03 Abr/02 a Mar/03 Mar/03 Abr/02 a Mar/03 Mar/03 Abr/02 a Mar/03 Indústria 173, ,91 161, ,28 12,19 154,63 Construção civil 68, ,74 81, ,19-13,42-63,45 Comércio 169, ,78 175, ,98-5,45 264,81 Serviços 275, ,53 263, ,51 11,38 265,03 Agropecuária 71,19 986,14 60,16 939,75 11,03 46,40 Outros / Ignorados 15,50 161,81 9,97 142,52 5,52 19,28 Total 773, ,92 752, ,23 21,26 686,69 Fonte: MTE, CAGED, Lei 4.923/65 O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) aponta que, em março de 2003, houve um saldo positivo de 21,26 mil empregos formais no Brasil. Em março de 2003 o destaque ficou por conta da indústria, que criou um total de 12,19 mil empregos formais. Em seguida aparece o setor serviços, com um total de 11,38 mil empregos. Em terceiro lugar temos a agropecuária que criou 11,03 mil empregos. A construção civil e o comércio assinalaram uma retração do emprego celetista, onde foram eliminadas, respectivamente, 13,42 mil e 5,45 mil vagas. Tabela 8 De acordo com os dados do CAGED, nos últimos doze meses, ou seja, no período que vai de abril de 2002 a março de 2003, o destaque se deu mais uma vez no setor serviços. Este setor criou um total de 265,03 mil novos empregos formais. Em seguida aparece o setor ligado ao comércio, com a criação de 264,81 mil e da indústria, com 154,63 mil postos de trabalho. O setor agropecuário só criou 46,40 mil novos empregos formais. Já a construção civil foi o único setor que apresentou uma redução de 63,45 mil postos de trabalho formal nesse período. ANOTE DIEESE pág. 6

7 Taxa de rotatividade mensal por setor de atividade econômica Brasil e São Paulo (Em %) Atividade econômica Brasil São Paulo Mar/01 Mar/02 Mar/03 Mar/01 Mar/02 Mar/03 Todas atividades 4,03 3,64 3,34 3,70 3,29 2,96 Extrativa mineral 2,02 1,72 1,44 2,13 2,13 1,41 Indústria de transformação 3,82 3,16 3,07 2,97 2,49 2,38 Serviços industriais utilidade pública 1,58 1,16 1,15 1,78 1,15 1,06 Construção civil 7,48 7,40 5,91 7,03 7,30 6,08 Comércio 4,50 4,12 3,56 4,41 4,06 3,53 Serviços 3,64 3,36 2,94 3,55 3,25 2,79 Administração pública 0,59 0,62 0,61 0,99 0,94 0,74 Agropecuária 5,26 5,59 5,14 5,27 3,94 4,13 Outras atividades 4,49 0,00-3,22 0,00 - Fonte: MTE, CAGED, Lei 4.923/ Os dados de rotatividade indicam que houve um constante recuo neste indicador quando se compara os meses de março dos últimos três anos, tanto para o Brasil como para o estado de São Paulo. Para o total das atividades acompanhadas no mercado de trabalho formal, verifica-se que, em março de 2003, a taxa de rotatividade foi de 3,34% para o país e de 2,96% para São Paulo. Neste mês, os setores que apresentaram índices de rotatividade mais elevados no Brasil foram a construção civil (5,91%), a agropecuária (5,14%), o comércio (3,56%) e a indústria (3,07%). A taxa mais baixa ocorreu na administração pública, com 0,61%. 2.4 SEGURO-DESEMPREGO Tabela 9 Total de segurados por setor de atividade econômica Brasil e São Paulo 2002/03 Setores de Atividade/Período Brasil Mar/02 Mar/03 Variação Mar/02 Mar/03 A taxa de rotatividade mensal é calculada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) a partir das informações mensais do CAGED, considerando as admissões e os desligamentos, sendo utilizado o menor valor entre o total de admissões ou desligamentos sobre o total de empregos no primeiro dia do mês. Tomando-se a taxa de março de 2003 e anualizando os dados para o grupo todas as atividades, para Brasil e São Paulo, têm-se respectivamente, taxas de rotatividade de 48,33% e 41,91%. No caso da construção civil, a taxa anualizada seria de 99,18% para o Brasil e de 103,05% para o estado de São Paulo. São Paulo Mar/02 Mar/03 Variação Mar/02 Mar/03 Indústria , ,88 Construção civil , ,39 Serviços , ,71 Comércio , ,01 Agropecuária , ,35 Outros + ignorado , ,56 Total , ,25 Fonte: MTE. Em março de 2003 e em relação ao igual período de 2002, temos que, o número total de pessoas que receberam o seguro-desemprego, por setor de atividades, apresentaram um aumento de 3,53% no Brasil e de 1,25% em São Paulo. Observa-se que neste mês os setores de atividades econômicas acompanhados apresentaram evoluções distintas. No Brasil observa-se um crescimento negativo no setor serviços (-16,91%) e no estado de São Paulo na Tabela 10 indústria (-1,88%), na construção civil (-7,39%) e nos serviços (-21,71%). O setor que mais se destacou no Brasil foi o comércio, com um crescimento de 24,84%. Em seguida aparece a agropecuária, com uma taxa positiva de 18,93%. Em São Paulo, o crescimento mais expressivo deu-se também no comércio, com taxa de 33,01%, seguido também pelo setor agropecuário, com uma alta de 24,35%, em relação ao mesmo mês do ano anterior. ANOTE DIEESE pág. 7

8 Total de segurados por faixa de rendimento Brasil e São Paulo 2002/03 Regiões Período Faixas Salariais em Salário Mínimo Até 1 + de 1 a 1,5 + de 1,5 a 2 + de 2 a 3 + de 3 a 5 + de 5 a 10 + de 10 Total Variação Mar-03/ Mar-02 São Paulo (Mar/03) ,27 São Paulo (Mar/02) Brasil (Mar/03) ,56 Brasil (Mar/02) Fonte: MTE. Quando se analisa o total de usuários do segurodesemprego por faixa de rendimento, cabe destacar que ocorre uma concentração nas faixas de renda mais baixas. No caso da faixa de até 3 salários mínimos, nota-se, em março de 2003, a presença de 83,53% dos segurados no Brasil e de 74,13% em São Paulo. Este é um quadro que guarda correspondência com a distribuição dos assalariados por classes de rendimento obtido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que demonstra que mais de 60% destes ganham até 3 salários mínimos. Outro aspecto a ser comentado sobre este indicador é que no Brasil ocorreu, no último ano, uma variação positiva no total de segurados, de 3,56%. No estado de São Paulo o aumento neste indicador foi um pouco menor, com sua taxa variando positivamente 1,27%. DIEESE Departamento Intersindical de Estatística e de Estudos Sócio-econômicos Internet: ANOTE DIEESE pág. 8

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