TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS NÚMERO DO PROCESSO: /001(1) NÚMERAÇÃO ÚNICA:

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1 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS NÚMERO DO PROCESSO: /001(1) NÚMERAÇÃO ÚNICA: RELATOR: EDGARD PENNA AMORIM RELATOR DO ACÓRDÃO: EDGARD PENNA AMORIM DATA DO JULGAMENTO: 19/11/2009 DATA DA PUBLICAÇÃO: 05/03/2010 EMENTA TRIBUTÁRIO - MANDADO DE SEGURANÇA - CONTRIBUIÇÃO SINDICAL - INCIDÊNCIA SOBRE FOLHA DE PAGAMENTO DE EMPREGADOS - CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO - ARTS. 578 E SEGUINTES - EXTENSÃO A SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS ESTATUTÁRIOS - IMPOSSIBILDADE - PRINCÍPIO DA LEGALIDADE (ART. 97 DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL; ART. 150, INC. I, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988) - VEDAÇÃO À ANALOGIA (ART. 108, 1º DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL) - INTERPRETAÇÃO DOS CONCEITOS À LUZ DO DIREITO PRIVADO (ART. 109 DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL). 1 - As normas da CLT que prevêem o desconto, pelos empregadores, de contribuição sindical sobre folha de pagamento de seus empregados, não se estende aos servidores públicos estatutários, sob pena de afronta ao princípio da legalidade (art. 97 do CTN; art. 150, inc. I, da CR/88), e das vedações de utilização da analogia para cobrança de tributo não previsto em lei (art. 108, 1º, do CTN) e da necessidade de interpretar conceitos de direito privado adotados pela lei tributária à luz de princípios de direito privado (art. 109 do CTN). 2 - Sentença reformada em reexame necessário, prejudicado o recurso voluntário. REEXAME NECESSÁRIO CÍVEL N /001 - COMARCA DE ABAETÉ - REMETENTE: JD COMARCA ABAETE - AUTOR(ES)(A)S: FESEMPRE FED SERVIDORES MUN PREFEITURAS ESTADO MG - RÉ(U)(S): MUNICÍPIO PAINEIRAS - AUTORID COATORA: PREFEITO MUN PAINEIRAS - RELATOR: EXMO. SR. DES. EDGARD PENNA AMORIM ACÓRDÃO Vistos etc., acorda, em Turma, a 8ª CÂMARA CÍVEL do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, incorporando neste o relatório de fls., na conformidade da ata dos julgamentos e das notas taquigráficas, EM REFORMAR A SENTENÇA, NO REEXAME NECESSÁRIO, VENCIDO O 2º VOGAL.

2 Belo Horizonte, 19 de novembro de DES. EDGARD PENNA AMORIM - Relator NOTAS TAQUIGRÁFICAS O SR. DES. EDGARD PENNA AMORIM: VOTO Trata-se de reexame necessário nos autos de mandado de segurança impetrado por FESEMPRE - Federação dos Servidores Municipais das Prefeituras do Estado de Minas Gerais em face de ato do Sr. Prefeito Municipal de Paineiras em face da sentença da lavra do i. Juiz de Direito da Vara Única de Abaeté que, rejeitando preliminar, concedeu a ordem para determinar ao Município de Paineiras que desconte de seus servidores o valor da contribuição sindical e o repasse à impetrante, no tempo e forma definidos no art. 578 e seguintes da CLT. Os autos subiram a este eg. Tribunal, indo conclusos ao em. Des. Fernando Bráulio. Remetidos à d. Procuradoria-Geral de Justiça esta opinou pela confirmação da sentença, em reexame necessário (f. 98/105). O em. Des. Fernando Bráulio lançou relatório às f Remetidos à minha revisão, submeti ao em. Relator sugestão no sentido de que fossem os autos baixados e diligência, para que o i. Juiz "a quo" procedesse à indispensável intimação do Município de Paineiras, na pessoa de seu representante legal, o que foi acatado por S. Exa. Cumprida a diligência, o Município de Paineiras não se manifestou nos autos (f. 114-v). Redistribuídos, os autos vieram-me conclusos, na condição de Relator, em virtude da aposentadoria de S. Exa. Conheço da remessa oficial, presentes seus pressupostos de admissibilidade. Primeiramente, entendo que a rejeição das preliminares deve ser mantida, de acordo com os mesmos fundamentos adotados pelo i. Juiz "a quo", os quais ora chancelo. Isto porque não há falar em inépcia da inicial por impossibilidade jurídica, pois a teórica omissão do recolhimento da contribuição sindical é matéria que pode ser submetida ao Judiciário, havendo um provimento a ser buscado pela impetrante. Quanto à suposta inépcia da inicial por "ausência de direito líquido e certo", a eventual constatação da inexistência destas circunstâncias nada tem a ver com inépcia da inicial. No mérito, contudo, entendo que a sentença merece reforma. A impetrante, FESEMPRE - Federação dos Servidores Municipais das Prefeituras do Estado de Minas Gerais, aduz que o Prefeito Municipal de Paineiras estaria deixando de descontar e repassar a contribuição sindical compulsória de todos os servidores públicos municipais.

3 A matriz constitucional de incidência da contribuição sindical são os arts. 8º, inc. IV, parte final, e art. 149, "caput", ambos da Constituição da República de Confira-se a redação dos dispositivos: "Art. 8º É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte: (...) IV - a assembléia geral fixará a contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será descontada em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva, independentemente da contribuição prevista em lei; (...)" (grifos deste voto) "Art Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo". Frise-se, antes de mais nada, que, a partir da Constituição da República de 1988, não pairam mais dúvidas acerca da natureza tributária das contribuições, eis que o art. 149, como visto "supra", delas tratou dentro do capítulo dedicado ao Sistema Tributário Nacional, submetendo-as às normas gerais em matéria tributária e aos princípios da legalidade, irretroatividade e anterioridade. Posto isto, tem-se que a competência para instituição das contribuições "de interesse das categorias profissionais ou econômicas" (corporativas) é da União Federal. A Constituição não traça qual o fato gerador desta contribuição ou base de cálculo, se limitando a afirmar que se trata de contribuição de interesse das categorias profissionais ou econômicas como instrumento de atuação nesta área. Cabe, portanto, à lei federal instituidora (na falta de necessidade de que lei complementar defina seu fato gerador, base de cálculo e contribuinte, por não se tratar de imposto - art. 146, inc. III, "a", da CR/88) a definição dos demais elementos desta contribuição. Neste ensejo, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto n.º 5.452/43), institui a contribuição sindical em seus arts. 578 e seguintes. Confira-se a redação dos dispositivos pertinentes: "Art As contribuições devidas aos Sindicatos pelos que participem das categorias econômicas ou profissionais ou das profissões liberais representadas pelas referidas entidades serão, sob a denominação do 'imposto sindical', pagas, recolhidas e aplicadas na forma estabelecida neste Capítulo. Art A contribuição sindical é devida por todos aquêles que participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do sindicato representativo da mesma categoria ou profissão ou, inexistindo êste, na conformidade do disposto no art. 591 Art A contribuição sindical será recolhida, de uma só vez, anualmente, e consistirá:

4 I - Na importância correspondente à remuneração de um dia de trabalho, para os empregados, qualquer que seja a forma da referida remuneração; II - para os agentes ou trabalhadores autônomos e para os profissionais liberais, numa importância correspondente a 30% (trinta por cento) do maior valor-dereferência fixado pelo Poder Executivo, vigente à época em que é devida a contribuição sindical, arredondada para Cr$ 1,00 (um cruzeiro) a fração porventura existente; III - para os empregadores, numa importância proporcional ao capital social da firma ou empresa, registrado nas respectivas Juntas Comerciais ou órgãos equivalentes, mediante a aplicação de alíquotas, conforme a seguinte tabela progressiva: (...) Art Os empregadores são obrigados a descontar, da folha de pagamento de seus empregados relativa ao mês de março de cada ano, a contribuição sindical por estes devida aos respectivos sindicatos. 1º Considera-se um dia de trabalho, para efeito de determinação da importância a que alude o item I do Art. 580, o equivalente: a) a uma jornada normal de trabalho, se o pagamento ao empregado for feito por unidade de tempo; b) a 1/30 (um trinta avos) da quantia percebida no mês anterior, se a remuneração for paga por tarefa, empreitada ou comissão. (...)" Posto isto, é de se indagar se os referidos artigos supratranscritos amparam a pretensão da impetrante, qual seja, de fazer incidir a contribuição sindical sobre a remuneração paga aos servidores municipais em questão. Tenho que não. Isto porque os artigos supratranscritos da CLT deixam claro que a contribuição será descontada pelos "empregadores" da "folha de pagamento" de seus "empregados". Como se sabe, os conceitos de direito privado importados pela lei tributária devem ser interpretados de acordo com princípios de direito privado. É dizer, quando a lei tributária adota determinado conceito de direito privado e lhe atribui efeitos fiscais, ela não deturpa o seu conteúdo. É o que dispõe o art. 109 do CTN, que trata de normas de interpretação do direito tributário. Confira-se: "Art Os princípios gerais de direito privado utilizam-se para pesquisa da definição, do conteúdo e do alcance de seus institutos, conceitos e formas, mas não para definição dos respectivos efeitos tributários" Neste sentido, são as palavras de Luciano Amaro: "(...) o instituto de direito privado é 'importado' pelo direito tributário com a mesma conformação que lhe dá o direito privado, sem deformações, nem transfigurações. A compra e venda, a locação, a prestação de serviço, a doação, a sociedade, a fusão de sociedades, o sócio, o gerente, a sucessão causa mortis, o herdeiro, o legatário, o meeiro, o pai, o filho, o empregador, o empregado, o salário etc. têm conceitos no direito privado que ingressam na cidadela do direito tributário sem

5 mudar de roupa e sem outro passaporte que não o preceito da lei tributária que os 'importou'. Como assinala Becker, com apoio em Emilio Betti e Luigi Vittorio Berliri, o direito forma um único sistema, onde os conceitos jurídicos têm o mesmo significado, salvo se a lei tiver expressamente alterado tais conceitos, para efeito de certo setor do direito; assim, exemplifica Becker, não há um 'marido' ou uma 'hipoteca' no direito tributário diferentes do 'marido' e da 'hipoteca' no direito civil" ("in" Direito tributário brasileiro. 13a ed. SãoPaulo: Saraiva, 2007, p. 218.) Desta forma, se a lei tributária se refere a "empregador", "folha de pagamento" e "empregado", está, a toda evidência, se referindo à relação de trabalho celetista, nela não estando abrangidas as relações decorrentes de regime estatutário. Não fora o suficiente, o próprio art. 7º da CLT dispõe que os seus preceitos não se aplicam aos funcionários públicos da União, Estados e Municípios. Confira-se: "Art. 7º Os preceitos constantes da presente Consolidação salvo quando fôr em cada caso, expressamente determinado em contrário, não se aplicam: (...) c) aos funcionários públicos da União, dos Estados e dos Municípios e aos respectivos extranumerários em serviço nas próprias repartições; d) aos servidores de autarquias paraestatais, desde que sujeitos a regime próprio de proteção ao trabalho que lhes assegure situação análoga à dos funcionários públicos. (...)" Assim, não há falar em interpretação analógica para estender a norma para os servidores públicos celetistas, na medida em que a interpretação analógica tampouco pode servir para a cobrança de tributo não previsto em lei (art. 108, 1º, do CTN). Nem se diga que a Instrução Normativa n.º 1 de 30/09/2008, do Ministério do Trabalho e Emprego serviria de base para a incidência da referida contribuição sobre os rendimentos de servidor público estatutário, na medida em que o Direito Tributário é regido pelo princípio da legalidade estrita (art. 97 do CTN; art. 150, inc. I, da CR/88), não podendo um ato normativo expedido pelo Poder Executivo fazer as vezes de lei. Desta forma, na falta de lei federal prevendo a incidência de contribuição sindical sobre a remuneração de servidores públicos estatutários, forçoso reconhecer que os dispositivos da CLT supratranscritos não servem de base para a referida incidência. Neste sentido, o entendimento de Leandro Paulsen: "Contribuição sindical. Ônus exclusivo de servidores celetistas. Tendo em conta que o fundamento legal da contribuição sindical são os arts. 578 e 580 da CLT, só pode ser exigida de servidores celetistas, e não dos vinculados a regimes próprios de previdência, como a maioria dos servidores públicos, salvo dispositivo de lei específico que a institua" ("In" Direito tributário. Constituição e código tributário à luz da doutrina e da jurisprudência. 5a ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2003, p. 145.)

6 A Corte Superior deste eg. Tribunal já entendeu que a discutida contribuição não se aplica aos servidores públicos estatutários, sob pena de afronta ao princípio da legalidade do Direito Tributário. Confira-se sua ementa: "CONSTITUCIONAL, ADMINISTRATIVO, TRIBUTÁRIO E TRABALHISTA - MANDADO DE SEGURANÇA - SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS - PODER JUDICIÁRIO - PRIMEIRA INSTÂNCIA - CONTRIBUIÇÃO SINDICAL OBRIGATÓRIA - DESCONTOS - AUSÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL - IMPOSSIBILIDADE DE EXTENSÃO DA COBRANÇA INCIDENTE SOBRE FUNCIONÁRIOS PRIVADOS REGIDOS SOBRE O REGIME CELETISTA - PROIBIÇÃO DO USO DA ANALOGIA PARA RESULTAR A EXIGÊNCIA DE TRIBUTO NÃO PREVISTO EM LEI - DIREITO LÍQUIDO E CERTO - INEXISTÊNCIA - DENEGAÇÃO DA SEGURANÇA - INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 8º, IV E 37, VI, AMBOS DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA, ARTS. 97 E 108, AMBOS DO CTN E ARTS. 578 E SEGTS. DA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO. Apesar de a Carta Magna garantir a livre associação sindical do servidor público, somente permitiu a cobrança de contribuição por parte do Sindicato desde que exista previsão em Lei. A contribuição sindical é um tributo devido pelos funcionários da iniciativa privada, regidos pela CLT, não podendo, por analogia, ser exigida dos servidores públicos da primeira Instância do Poder Judiciário sujeitos ao regime estatutário, até que seja promulgada Lei dispondo, especificamente, sobre o assunto." (MS n /000, Rel. Des. Dorival Guimarães Pereira, "in" DJ. 02/02/2007) Vejam-se, ainda, os seguintes precedentes das câmaras isoladas deste eg. Tribunal: "MANDADO DE SEGURANÇA - SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS - CONTRIBUIÇÃO SINDICAL OBRIGATÓRIA - DESCONTOS - AUSÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL - IMPOSSIBILIDADE DE EXTENSÃO DA COBRANÇA INCIDENTE SOBRE FUNCIONÁRIOS PRIVADOS REGIDOS SOBRE O REGIME CELETISTA - PROIBIÇÃO DO USO DA ANALOGIA PARA RESULTAR A EXIGÊNCIA DE TRIBUTO NÃO PREVISTO EM LEI - DIREITO LÍQUIDO E CERTO - INEXISTÊNCIA - DENEGAÇÃO DA SEGURANÇA - INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 8º, IV E 37, VI, AMBOS DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA, ARTS. 97 E 108, AMBOS DO CTN E ARTS. 578 E SEGTS. DA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO. Na esteira das decisões da Corte Superior deste TJMG, apesar de a Carta Magna garantir a livre associação sindical do servidor público, somente permitiu a cobrança de contribuição por parte do Sindicato desde que exista previsão em lei. A contribuição sindical é um tributo devido pelos funcionários da iniciativa privada, regidos pela CLT, não podendo, por analogia, ser exigida dos servidores públicos municipais, sujeitos ao regime estatutário, até que seja promulgada lei dispondo, especificamente, sobre o assunto." ( /001, Rel. Des. Edivaldo George dos Santos, "in" DJ. 26/09/2008) "APELAÇÃO CÍVEL. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL. SERVIDORES PÚBLICOS ESTATUTÁRIOS. AUSÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL. A cobrança compulsória da contribuição sindical, prevista expressamente pelo art. 580 da CLT, não pode ser estendida aos servidores públicos sujeitos a regime estatutário, sem que haja lei expressa dispondo sobre o assunto, pois todo tributo se sujeita ao princípio da

7 legalidade estrita. Recurso conhecido mas não provido." ( /002, Rel. Desª. Albergaria Costa, "in" DJ. 25/11/2008.) "DIREITO CONSTITUCIONAL - APELAÇÃO - MANDADO DE SEGURANÇA - SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS - REGIME JURÍDICO - ESTATUTÁRIO - COMPETÊNCIA - JUSTIÇA ESTADUAL - CONTRIBUIÇÃO SINDICAL - AUSÊNCIA DE LEI QUE AUTORIZE A COBRANÇA - RECURSO DESPROVIDO. Compete à Justiça Estadual julgar causa em que se discute contribuição sindical a ser descontada pelos Municípios, cujos servidores estão submetidos ao regime estatutário. É indevida a exigência de contribuição sindical dos servidores públicos, quando ausente lei específica que autorize sua cobrança." ( /001, Rel. Des. Moreira Diniz, "in" DJ. 16/09/2008.) "MANDADO DE SEGURANÇA. IMPOSTO SINDICAL. SERVIDORES PÚBLICOS SUJEITOS AO REGIME ESTATUTÁRIO. COBRANÇA INDEVIDA. - A contribuição sindical é devida por todos aqueles que, sob o regime celetista, participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional, independente de aceitação ou filiação do empregado. - Não encontra amparo constitucional a cobrança de contribuição sindical de servidores ocupantes de cargos regidos por sistema estatutário, salvo se a mesma contar de seus estatutos, depois da respectiva criação por lei, respeitado sempre o direito à livre associação." ( /000, Rel. Des. Duarte de Paula, "in" DJ. 02/04/2008) Vale frisar, por fim, que não desconheço que existe jurisprudência dos Tribunais Superiores se dedicando ao tema. A MC na ADI n.º 962/PI, Rel. Min. Ilmar Galvão, "in" DJ. 11/02/1994 é freqüentemente citada como "leading case" na matéria, ainda que não tenha tratado da questão diretamente, abordando, sobretudo, a contribuição confederativa, instituída em assembléia geral e passível de ser exigida apenas dos servidores ou empregados sindicalizados. Desta forma, entendo que a questão não está pacificada em nossas Cortes Superiores, em virtude de não ter havido análise profunda e exaustiva da matéria. A propósito, confira-se artigo de Daniel Pinheiro de Carvalho (Contribuição sindical e servidores públicos estatutários: análise da legislação e da jurisprudência. Revista Jus Vigilantibus, quinta-feira, 18 de junho de 2009). Desta forma, não há como entender pela incidência da referida contribuição sindical sobre rendimentos pagos aos servidores públicos municipais em questão, por falta de amparo legal. Registro, ainda, a desnecessidade de instauração de incidente de declaração de inconstitucionalidade perante a eg. Corte Superior deste Tribunal pois, não se está a tratar de inconstitucionalidade dos arts. 578 e seguintes da CLT, mas apenas de sua inaplicabilidade dos servidores públicos estatutários. Por derradeiro registro que, em outras oportunidades, quando Juiz do antigo Tribunal de Alçada de Minas Gerais, adotei, em diversas oportunidades, o entendimento de que seria legal a cobrança de contribuição sindical de trabalhadores rurais. Aqueles casos se extremam deste, na medida em que os trabalhadores rurais submetem-se ao regime celetista, além de existir expressa previsão legal amparando a cobrança.

8 Em face do exposto, em reexame necessário, reformo a sentença para denegar a segurança. Custas recursais, "ex lege". O SR. DES. VIEIRA DE BRITO: De acordo com o Relator. O SR. DES. BITENCOURT MARCONDES: VOTO Peço vênia para divergir do i. Desembargador Relator. Trata-se de mandado de segurança impetrado pela Federação de Servidores Municipais das Prefeituras do Estado de Minas Gerais contra ato do Prefeito Municipal de Paineiras, sob a alegação de que este deixou de efetuar e repassar o desconto da contribuição sindical compulsória dos servidores públicos municipais estatutários. Conforme já manifestei no julgamento da apelação cível /0011, entendo ser cabível a cobrança da contribuição sindical de qualquer servidor efetivo, comissionado, empregado, profissional liberal, participante de qualquer categoria econômica ou profissional, independente de previsão em lei municipal. Nesse contexto, transcrevo excerto do voto da i. Desembargadora Relatora, cujo mérito acompanhei na íntegra, in verbis: "Registro a respeito do tema discutido nos autos, que o artigo 8º, inciso IV da Constituição Federal, prescreve que "É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte: (...) IV- a assembléia geral fixará a contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será descontada em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva, independentemente da contribuição prevista em lei". A parte final do respectivo dispositivo legal estabelece que lei poderá criar contribuição, estando, ainda, prevista no artigo 149 da CF, verbis: "Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo". Sobre o tema, a lição de Roque Antônio Carrazza: "Com a só leitura deste artigo já percebemos que a Constituição Federal prevê três modalidades de "contribuições": as intervenientes, as corporativas e as sociais. Todas elas tem natureza nitidamente tributária, mesmo porque, com a expressa alusão aos "arts. 146, III e 150, I e III", ambos da Constituição Federal, fica óbvio

9 que deverão obedecer ao regime jurídico tributário, isto é, aos princípios que informam a tributação, no Brasil" (Curso de Direito Constitucional Tributário, 20ª ed., Ed. Malheiros, 2004, pág. 531). Mais adiante e especificamente sobre as contribuições de interesse das categorias profissionais ou econômicas, prescreve o respeitado doutrinador: "destinam-se a custear entidades (pessoas jurídicas de direito público ou privado) que têm por escopo fiscalizar e regular o exercício de determinadas atividades profissionais ou econômicas, bem como representar, coletiva ou individualmente, categorias profissionais, defendendo seus interesses. Enquadram-se nesta categoria as contribuições arrecadadas, de seus filiados, pelos sindicatos, as contribuições que os advogados e os estagiários pagam à Ordem dos Advogados do Brasil, as contribuições que os médicos pagam ao Conselho Regional de Medicina etc. Tais contribuições também são tributos (revestindo, no caso dos conselhos profissionais, a natureza de taxa de polícia), devendo, destarte, ser instituídas ou aumentadas por meio de lei ordinária, sempre obedecido o regime jurídico tributário. Evidentemente, as "contribuições de interesse das categorias profissionais" só poderão ser exigidas de quem efetivamente vier a beneficiar-se atuando num dado setor profissional. Noutras palavras, o legislador federal só poderá eleger o sujeito passivo de tais "contribuições" dentre os que estiverem diretamente envolvidos com atividade profissional que se pretende disciplinar. Nunca terceiros estranhos à tal atividade" (obcit., pág. 548). Dentro desse contexto, resta claro que, através dos artigos 578 a 610 da Consolidação das Leis Trabalhistas, foi instituída a contribuição sindical, recepcionada pela Constituição Federal. Ressalto que, nos termos do estabelecido pelo artigo 8º, IV, da Constituição Federal de 1988, a contribuição sindical federativa difere da contribuição confederativa, já que a primeira é de caráter tributário, porque compulsória e estatuída em lei, cujo pagamento é obrigatório, enquanto a segunda se apresenta como meio de custeio das confederações e decorre de livre associação. Neste sentido a lição de Sérgio Pinto Martins: "o inciso IV do art. 8º da Constituição dispõe sobre a contribuição prevista em lei, que é a sindical. Trata-se de norma constitucional de eficácia limitada, pois depende de lei para sua observância plena. A previsão legal é feita nos artigos 578 a 610 da CLT. (...) Independe a contribuição sindical da vontade da pessoa filiar-se ou não ao sindicato e de ter interesse em contribuir para a agremiação (...) O fato gerador da contribuição sindical é pertencer à categoria econômica ou profissional, sendo devida a referida exação na forma do art. 580 da CLT" (Contribuições Sindicais, Ed. Atlas, 1998, p. 60/61). Assim, cumpre registrar que o pagamento da contribuição sindical é obrigatório, já que a sua finalidade consiste na arrecadação de recursos para manter o sindicato, que defende os interesses de determinada categoria profissional, pelo que, mesmo

10 aqueles que não forem sindicalizados, devem efetivar o pagamento, porquanto serão beneficiados pelas medidas adotadas pela entidade representativa. Dessa forma, não há que se falar que a contribuição sindical deveria estar expressa no Estatuto dos Servidores do Município de Itabirito, porquanto prevista na CLT, tampouco que as determinações da legislação trabalhista não se aplicam aos servidores públicos, sendo nesse sentido o posicionamento do Supremo Tribunal Federal: "EMENTA: CONSTITUCIONAL. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL. SERVIDORES PÚBLICOS. Art. 8º, IV, da Constituição Federal. I. - A contribuição sindical instituída pelo art. 8º, IV, da Constituição Federal constitui norma dotada de auto-aplicabilidade, não dependendo, para ser cobrada, de lei integrativa. II. - Compete aos sindicatos de servidores públicos a cobrança da contribuição legal, independentemente de lei regulamentadora específica. III. - Agravo não provido" (AI-AgR /RJ, Segunda Turma, Rel. Ministro Carlos Veloso, j. em 13/12/2005). "EMENTA: SINDICATO DE SERVIDORES PÚBLICOS: DIREITO A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL COMPULSÓRIA (CLT, ART. 578 SS.), RECEBIDA PELA CONSTITUIÇÃO (ART. 8, IV, IN FINE) CONDICIONADO, PORÉM, A SATISFAÇÃO DO REQUISITO DA UNICIDADE. 1. A Constituição de 1988, à vista do art. 8, IV, in fine, recebeu o instituto da contribuição sindical compulsória, exigível, nos termos dos arts. 578 ss. CLT, de todos os integrantes da categoria, independentemente de sua filiação ao sindicato (cf. ADIn 1.076, med. cautelar, Pertence, ) 2. Facultada a formação de sindicatos de servidores públicos (CF, art. 37, VI), não cabe excluí-los do regime da contribuição legal compulsória exigível dos membros da categoria (ADIn 962, , Galvão). 3. A admissibilidade da contribuição sindical imposta por lei é inseparável, no entanto, do sistema de unicidade (CF, art. 8., II), do qual resultou, de sua vez, o imperativo de um organismo central de registo das entidades sindicais, que, à falta de outra solução legal, continua sendo o Ministério do Trabalho (MI 144, , Pertence) (...)" (RMS nº DF, Primeira Turma, Rel. Ministro Sepúlveda Pertence, j. em )". Do mesmo teor, o posicionamento desta Corte de Justiça: "MUNICÍPIO - AÇÃO DE COBRANÇA - CONSTRIBUIÇÃO SINDICAL OBRIGATÓRIA - AUSÊNCIA DE RECOLHIMENTO - MULTA - DESCABIMENTO. A penalidade prevista no art. 598 da CLT por descumprimento do dever de desconto da contribuição sindical obrigatória é de natureza administrativa, não podendo ser pleiteada em ação de cobrança movida contra o Município" (Processo nº /000 (1), Rel. Des. Paris Peixoto, p. em 24/11/2000). "Contribuição Sindical - Sindicato de Servidores Públicos - Desconto obrigatório por parte do ente público empregador - Inteligência do art. 8º, inc. IV, última parte, da Constituição Federal, c/c art. 578, e segs. da CLT" (Processo nº /000 (1), Rel. Des. Abreu Leite, p. em 06/08/1999).

11 "SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS - CONTRIBUIÇÃO SINDICAL - COMPULSORIEDADE - CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA - NECESSIDADE DE AUTORIZAÇÃO - PRECEDENTES DO STJ E STF. Consoante disposto no art. 8, inc. IV, da Constituição da República Federativa do Brasil e no art. 579 da Consolidação das Leis Trabalhistas, assim como em jurisprudência pacífica do Supremo Tribunal Federal, a contribuição sindical, diferentemente da contribuição confederativa, é devida por todos aqueles que participam de determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, inclusive servidores públicos, independente de haver ou não associação à entidade vinculada à sua área ou ainda de autorização para realizar desconto em folha de pagamento" (Processo nº /003 (1), Rel. Des. Maria Elza, p. em 11/11/2005). Destarte, induvidoso é que a contribuição sindical é devida por todos aqueles que formam categoria profissional ou econômica, independente de qualquer associação, tampouco de autorização para desconto em folha de pagamento, tendo em vista o disposto na CLT, pelo que não vejo motivos para reformar a decisão de primeiro grau quanto a concessão da segurança". Desse modo, mantenho a sentença em reexame necessário, restando prejudicado o recurso voluntário. É como voto. SÚMULA:REFORMARAM A SENTENÇA, NO REEXAME NECESSÁRIO, VENCIDO O 2º VOGAL. 1 EMENTA: AÇÃO DE COBRANÇA - CONTRIBUIÇÃO SINDICAL - OBRIGATORIEDADE. A contribuição sindical prevista nos artigos 578 a 610 da CLT é devida por todos aqueles que pertençam a determinada categoria profissional ou econômica, inclusive, para os servidores públicos, consoante precedentes do STF, independente de filiação, tendo em vista a sua finalidade de custear os atos praticados pelo Sindicato que visam beneficiar todos os profissionais.

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