FGV DIREITO RIO: UM PROJETO EM CONSTRUÇÃO

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1 FGV DIREITO RIO: UM PROJETO EM CONSTRUÇÃO AUTORES: JOAQUIM FALCÃO E PEDRO DELFINO COLABORAÇÃO: DANIEL OLIVEIRA, FERNANDA ALMEIDA FERNANDES OLIVEIRA E EDUARDO CAVALIERE GRADUAÇÃO

2 Sumário FGV DIREITO RIO: Um Projeto em Construção APRESENTAÇÃO DO CURSO... 3 BLOCO I IDEIAS E DADOS POR TRÁS DO PROJETO... 8 Aula 01: Uma palavra dos Founding Fathers... 8 Aula 02: In God We Trust, All Others Must Bring Data Aula 03: Evaluation of FGV DIREITO RIO BLOCO II EDUCAÇÃO NO MUNDO Aula 04: The MIT School of Law Aula 05: Educação no Mundo Aula 06: Pedagogia empírica quantitativa... 36

3 APRESENTAÇÃO DO CURSO INTRODUÇÃO Observação: foi feito um vídeo de divulgação e explicação do curso, ele pode ser encontrado no link: https://www.youtube.com/watch?v=mcgygdbgjrm&fea ture=youtu.be. A Escola de Direito da FGV Rio de Janeiro surgiu em 2002 para formar juristas que não fossem apenas aplicadores do Direito ou operadores do Direito, mas arquitetos do Direito. A Escola nasce, portanto, como uma antítese ao ensino jurídico tradicional, conceituado pelos nossos Founding Fathers como um ensino em crise 1. O exercício da criatividade institucional exige uma formação jurídica distinta do que se observa normalmente nos cursos de Direito do Brasil. No lugar de disciplinas de caráter informativo e enciclopédico, entram disciplinas focadas no desenvolvimento de estruturas de pensamento e de um raciocínio lógico-analítico 2. Em outras palavras, em vez de existir uma preocupação em se com colocar informações no HD, o foco do nosso projeto pedagógico está em tornar o Processador mais potente. O jurista que cria instituições precisa, sobretudo, de três skills (competências): a sensibilidade para identificar um problema, o raciocínio lógico-analítico para decompor e estruturar esse problema e a criatividade para desenhar um arranjo que resolva esse problema. É justamente nessas competências que está o grande objetivo deste curso: nosso foco é fazer com que os alunos apliquem as competências fomentadas na nossa Escola em um laboratório, que será a própria FGV DIREITO RIO. Ora, se o objetivo do nosso projeto pedagógico, no longo prazo, é formar pessoas que irão repensar e redesenhar instituições como o STF ou institutos jurídicos como a Falência, por que não incentivar nossos alunos para, desde hoje, identificar os problemas da nossa faculdade e propor arranjos que redesenhem nossa Escola? No plano micro que nosso laboratório representa é possível desenvolver as habilidades que serão exigidas no longo prazo. É a partir desse norte que criamos o conceito do Aluno Diretor-Coordenador-Professor, isto é, do indivíduo que apesar de ser um aluno, pensa como Diretor-Coordenador-Professor, sendo ele mesmo o autor de sua própria formação. Este aluno reflete sobre sua educação não apenas como destinatário, mas como co-criador. Ele possui o mesmo mindset 3 do cidadão que não se vê apenas como destinatário da Constituição, mas como seu co-criador em potencial. 1 Ver texto da aula 1. 2 Wikipedia: O pensamento analítico é uma forma de pensamento com objetivo de explicar determinado fenômeno por meio da decomposição em partes mais simples, que são mais facilmente explicadas ou solucionadas, e uma vez entendidas tornam possível o entendimento do todo. O comportamento do todo é assim explicado pelo comportamento das partes. 3 Wikipedia: In decision theory and general systems theory, a mindset is a set of assumptions, methods, or notations held by one or more people or groups of people that is so established that it creates a powerful incentive within these people or groups to continue to adopt or accept prior behaviors, choices, or tools.[citation needed] This phenomenon is also sometimes described as mental inertia, groupthink, or a paradigm, and it is often difficult to counteract its effects upon analysis and decision making processes. FGV DIREITO RIO 3

4 PRÉ-REQUISITO O domínio da língua inglesa é fundamental para a total compreensão do material didático do curso. FORMATO O curso terá 7 encontros no total. Seis encontros são destinados para a discussão e o último encontro será reservado para a avaliação. DELIMITAÇÃO DO CONTEÚDO DA DISCIPLINA O estudo do curso será dividido em dois blocos, com 3 aulas cada. O primeiro bloco Ideias e dados por trás do projeto possui uma perspectiva interna de modo que possamos compreender melhor nossa própria Escola. Assim, na primeira aula do curso iremos discutir o nosso texto fundador, explicitando as premissas argumentativas e os fundamentos teóricos que embasam o projeto pedagógico da nossa Escola. No segundo encontro iremos trazer à tona os mais variados dados que sugerem como o projeto está sendo executado, de modo os alunos possam compreender quantitativamente e empiricamente a educação em nossa Escola. E, por fim, como fechamento do primeiro bloco, iremos discutir a crítica do professor Henry Steiner, professor de Harvard, à FGV DIREITO RIO. O segundo bloco, por sua vez, denominado Educação no mundo, é composto por outras 3 aulas que, diferentemente da abordagem das primeiras aulas, extrapola as fronteiras de nossa Escola, voltando os olhares para experiências vanguardistas em educação no mundo. Na 1 aula do segundo bloco, estudaremos o que será o futuro do Direito para alguns e nos debruçaremos sobre um modelo de currículo alinhado com esse contexto. Em seguida, iremos estudar as experiências educacionais mais vanguardistas que já estão em operação e que vem colhendo bons resultados. Por fim, haverá uma última aula sobre estudos empíricos quantitativos de pedagogia americana. METODOLOGIA DAS AULAS Cada aula terá como ponto de partida o texto indicado. A ideia é que usemos os argumentos colocados pelos autores em um plano teórico para discuti-los no contexto dos problemas da nossa Escola. É extremamente re- FGV DIREITO RIO 4

5 comendado que os alunos leiam, antes das aulas, a bibliografia indicada, que não irá ultrapassar o limite de 30/40 páginas por encontro. AVALIAÇÃO A forma de avaliação está diretamente relacionada com as competências que queremos desenvolver e que foram citadas acima. Além disso, o método avaliativo caminha no sentido do que vem sendo feito nas Universidades mais vanguardistas do mundo, que tem substituído as provas por projetos com perfil hands on action. Desse modo, as métricas que usaremos para mensurar a desenvoltura nas competências desejadas são concretizadas em dois projetos: um relatório e um pitch no formato das apresentações de startups para investidores. RELATÓRIO Os alunos deverão elaborar um relatório em que identificam um problema da nossa Escola, estruturam de forma analítica esse problema e dão uma sugestão de arranjo institucional para que esse problema seja resolvido. No final da apostila existe um exemplo do tipo de frame problema/solução desejado no relatório. É extremamente recomendado que o relatório possua uma linguagem direta, objetiva e científica. Especificamente na avaliação da sugestão de arranjo, será extremamente valorizado a iniciativa de alunos que consigam, antes do final do semestre, prototipar a sua ideia menor escala e que consigam mostrar os resultados da experiência com o protótipo criado. Isso torna uma sugestão de arranjo mais robusta, uma vez que sua premissas já terão sido validadas na prática. Cabe aqui citar um exemplo de prototipagem de uma ideia, apenas de forma ilustrativa. Se um aluno identifica que existe uma lacuna na grade curricular e que determinada disciplina deveria ser ensinada, ele pode pensar em uma forma simplificada de validar as hipóteses de que parte. Assim, se ele deseja que uma nova disciplina seja criada e inserida, ele poderia, antes, criar um grupo de estudos sobre o tema dessa disciplina para que seja possível mensurar, entre outros fatores, o interesse da comunidade no assunto e o preparo de professores que já fazem parte da instituição para ministrarem aulas sobre o tema. Trata-se, portanto, de uma forma barata e em pequena escala de testar uma ideia. No caso, 2 hipóteses seriam a validadas: o interesse dos alunos e o preparo dos professores na área. FGV DIREITO RIO 5

6 Sobre o conteúdo do relatório cabe dizer que ele não precisa discorrer apenas sobre um único problema da Escola, sendo ilimitado o número de problemas que poderão ser abordados. No entanto, todo problema identificado deve ser acompanhado de uma sugestão de arranjo para resolvê-lo. Além disso, deve-se respeitar o limite de 5 páginas, com fonte Times New Roman 12. A nota do relatório representa 50% da nota do curso e ele será avaliado pelos professores da disciplina. Os critérios para avaliação do relatório são: - O texto deve ser conciso; - A sugestão de resolução do problema deve ser factível e precisa respeitar a regulação do MEC e da OAB (a equipe da Coordenação poderá ajudar os alunos a verificarem a viabilidade regulatória de suas ideias); - A sensibilidade para a identificação do problema; e - O poder de análise e de decomposição para o correto diagnóstico do problema. PITCH (APRESENTAÇÃO) Os alunos deverão elaborar um pitch, isto é, uma apresentação com no máximo 5 minutos de duração na qual apresentam o problema identificado, a estrutura desse problema e uma solução de arranjo para resolvê-lo. Apesar de ser inevitável que a apresentação seja um reflexo do que foi escrito no relatório, deve existir uma preocupação em desenvolver uma apresentação sedutora, cativante e instigante, não sendo mera leitura do relatório. A apresentação não precisa versar sobre tudo o que foi colocado no relatório. Essa apresentação será feita para uma banca de avaliadores e para todos que desejarem assisti-la no hall do 8 andar, sendo que toda a comunidade acadêmica será convidada para o evento. A banca terá 10 minutos para arguir o candidato. É proposital que o tempo de arguição sej superior ao tempo de apresentação. Os alunos presentes na apresentação e que não estiverem matriculados na disciplina poderão votar na melhor apresentação. O candidato mais votado pelo público presente receberá 1 voto que terá o mesmo peso do voto de um membro da banca avaliadora. O candidato que na soma total obtiver mais votos, incluindo o voto do público presente e os votos dos membros da banca, receberá um dos prêmios descritos abaixo. Recomenda-se que os alunos assistam ao Demoday da Aceleradora de Startups da Fundação Lemann. Trata-se de um evento em que 6 startups brasileiras fizeram apresentações de 5 minutos sobre suas empresas (todas as empresas são do setor de educação). FGV DIREITO RIO 6

7 Recomenda-se também que os alunos tentem fazer apresentações capazes de envolver os interlocutores, utilizando slides claros, focados no problema e na solução, além de um discurso atrativo. Nesse sentido, destaca-se de imediato as apresentações de Miguel Andorfft do Me Salva e de Daniel Liebert do Stoodi. Link para os vídeos do Demoday da Fundação Lemann: https://www.youtube.com/watch?v=j6nqtduilhi&index=2&list=pli RvxKpahS156PFj9kSG7H_HLfTXNBfOm Critérios para avaliação do Pitch: - Persuasão; - A sugestão precisa ser factível e deve respeitar a regulação do MEC e da OAB; - Criatividade na solução de arranjo desenvolvida; - Objetividade; e - Clareza. PREMIAÇÃO O melhor relatório receberá o Prêmio Warren Buffett, uma homenagem para um gênio na interpretação de relatórios financeiros. O melhor pitch, por sua vez, receberá o Prêmio Steve Jobs 4, uma homenagem para um dos maiores vendedores da história. BIBLIOGRAFIA Todas as aulas possuem leitura obrigatória, sendo que os textos acadêmicos necessários para o curso já estão incluídos na Apostila Anexa. 4 Sugere-se fortemente que os alunos assistam à apresentação do Steve Jobs do primeiro iphone em 2007 https://www.youtube.com/ watch?v=9ou608qqrq8. Trata-se de uma aula de como fazer uma apresentação. FGV DIREITO RIO 7

8 BLOCO I IDEIAS E DADOS POR TRÁS DO PROJETO AULA 01: UMA PALAVRA DOS FOUNDING FATHERS I. INTRODUÇÃO É sabido pela grande maioria das pessoas de nossa comunidade que a FGV DIREITO RIO possui um projeto pedagógico próprio. No entanto, a maior parte das pessoas têm uma compreensão intuitiva e fragmentada do projeto da Escola, sendo que muitos nunca leram os textos escritos pelos fundadores. Por certo, a ausência de compreensão dos fundamentos econômicos, políticos, pedagógicos e sociais da nossa Escola compromete o correto entendimento das bases teóricas de nosso projeto. Assim, o marco zero do nosso curso será a leitura do texto de Joaquim Falcão e Caio Farah, juntamente com o texto de Mangabeira Unger, presentes no Volume 1 dos Cadernos FGV DIREITO RIO. Espera-se que com essa leitura, o debate que irá envolver todo o restante do curso esteja minimamente qualificado. Os textos fundadores e o projeto pedagógico da Escola não devem ser tratados como uma lenda ou um mito vindo dos deuses e disseminados por meio da oralidade em torno de fogueiras nos corredores. Os textos fundadores estão escritos, disponíveis na internet e devem ser tratados com o devido rigor acadêmico e científico. Além disso, não podem haver dúvidas quanto a sua importância política na cultura institucional da FGV DIREI- TO RIO: a leitura do projeto representa a decodificação de grande parte do DNA da nossa Escola. Há de ser ressaltado que o projeto não deve ser entendido como um dogma religioso ou um axioma matemático, sendo passível de críticas. Apenas para manter uma metodologia científica na condução do debate sobre os problemas da Escola, esclarece-se desde o início que todas as críticas em torno do projeto e toda a discussão em torno dos problemas da Escola devem obrigatoriamente girar dentro de duas dimensões, sendo interessante que os alunos se posicionem a partir desta estrutura: i) A crítica ao projeto da Escola pode ser feita a partir de uma análise de meios e fins. Nessa dimensão o interlocutor concorda com as premissas e os valores em torno do projeto e, consequentemente, converge sobre o fim a ser buscado, discordando apenas do meio desenhado para se chegar ao fim pretendido. 5 Um exemplo de crítica nesse sentido seria: 5 Repare que esse modelo de raciocínio não deve ser uma novidade para você. Ao longo do curso, especificamente na disciplina de Introdução ao Estudo do Direito II, os alunos foram apresentados à ideia da dupla função do operador do direito. Afinal, um jurista não deve se restringir a interpretar normas, mas deve ser um engenheiro de estruturas normativas capazes de alinhar os interesses a serem promovidos com os mecanismos utilizados para melhor alcançá-los. Essa é uma boa hora para refrescar e consolidar o que foi estudado através do texto de Henry M. Hart e Albert M. Sacks, Observação Sobre a Função do Profissional do Direito e a Relação entre o Direito e as Outras Ciências Sociais traduzido pela própria FGV DIREITO RIO. Disponível em direitorio.fgv.br/sites/direitorio.fgv.br/ files/u100/introducao-ao-estudo-do- -direito-ii pdf. FGV DIREITO RIO 8

9 A meritocracia e a ética são valores da nossa Escola, fundamentais para o desenvolvimento intelectual de nossos alunos. Assim, é preciso aprimorar os atuais mecanismos institucionais de repressão a fraudes em provas, de modo a manter legítima e justa a atual distribuição de oportunidades de acordo com o desempenho acadêmico. Os mecanismos atuais de fiscalização são falhos e as colas são alarmantes, corrompendo toda a lógica meritocrática de distribuição de oportunidades acadêmicas. Crítica meramente ilustrativa na dimensão de uma análise de meios e fins. ii) Pode-se ainda desenvolver a crítica de forma mais arrojada, refutando as premissas argumentativas mais básicas das quais partem os nossos Founding Fathers. Um exemplo seria: Diversos estudos empíricos já indicaram que a meritocracia, concretizada no ranqueamento de alunos, cria incentivos de comportamentos que não contribuem para o aprendizado e que incentivam uma cultura institucional agressiva e opressora. Assim, sugere-se que a Escola pare de usar o rendimento acadêmico como critério de distribuição de oportunidades acadêmicas, por exemplo, ao distribuir bolsas de estudo, passando a adotar apenas o critério da necessidade financeira conciliado com um desempenho acadêmico minimamente razoável. Este é um exemplo de crítica que discorda das premissas e dos valores que embasam o projeto fundador. Os riscos de críticas nessa dimensão são maiores, já que exigem maior esforço argumentativo no plano axiológico, isto é, no plano de valores e de princípios. II. Questões para discussão Ao longo da leitura dos textos indicados, é interessante que os alunos reflitam sobre as seguintes questões: 1- O que é a crise do ensino jurídico tradicional e quais são as suas consequências? 2- Qual a diferença fundamental entre o projeto pedagógico da FGV DIREITO RIO e a educação jurídica tradicional do Brasil? 3- Passados 10 anos da publicação do volume I dos Cadernos da FGV DIREITO RIO, em que medida nos aproximamos dos objetivos pretendidos? 4- Em quais pontos estamos mais distantes dos valores traçados? 5- Temos evidências em nosso dia-a-dia ou a partir de sinalizações do mercado de trabalho ou mesmo a partir da literatura científica FGV DIREITO RIO 9

10 pedagógica de que deveríamos discordar de algumas premissas das quais partem o nosso projeto pedagógico? Essas são apenas algumas das perguntas que devem orientar a leitura dos textos. III. LEITURA OBRIGATÓRIA Leitura na íntegra do Volume I dos Cadernos FGV DIREITO RIO Educação e Direito, que inclui os dois textos abaixo: O PROJETO DA ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO DA FGV Caio Farah Rodriguez e Joaquim Falcão UMA NOVA FACULDADE DE DIREITO NO BRASIL Roberto Mangabeira Unger Link: Cadernos%20FGV%20Direito%20Rio%20-%20Vol.%201. pdf?sequence=1&isallowed=y FGV DIREITO RIO 10

11 AULA 02: IN GOD WE TRUST, ALL OTHERS MUST BRING DATA I. INTRODUÇÃO O objetivo final do curso é fazer com que os alunos apliquem as habilidades para resolver problemas, desenvolvidas ao longo da graduação, aos problemas de sua própria Escola. Dessa forma, se estamos falando de discutir e de entender problemas, os dados são fundamentais para uma compreensão quantitativa e para a validação de hipóteses. A estatística é uma ferramenta que nos permite compreender melhor e com maior rigor científico os fenômenos do mundo, dando maior legitimidade para nossas conclusões fáticas. Assim, a leitura indicada para essa aula passa pela análise de diversos dados fornecidos pela Coordenação de nossa Escola e pelo Centro Acadêmico Mário Machado. O professor Thiago Bottino será convidado para fazer uma pequena apresentação sobre os dados mais relevantes e que dão indicações dos problemas mais graves da nossa Escola. Um representante do CAMM também será convidado para falar brevemente sobre os dados fornecidos. No acervo de dados disponibilizado no Anexo, destaca-se ainda, além dos dados do CAMM e da Coordenação, um documento histórico: uma apresentação de PowerPoint elaborada em 2001 com o planejamento estratégico da Escola e com diversos dados de diagnóstico de alunos interessados em fazer Direito no início dos anos Por fim, cabe dizer que, além de analisar e discutir os dados disponibilizados, outro ponto importante dessa aula será uma reflexão metodológica sobre as métricas que nossa Escola tem usado para medir sua performance. II. QUESTÕES PARA DISCUSSÃO Sobre as métricas que utilizamos e os dados apresentados, cabe refletir criticamente sobre as seguintes questões: 1 - A Escola possui indicadores objetivos para todos os fins que o projeto pedagógico deseja promover? 2 - A Escola possui indicadores para fins que o projeto pedagógico não deseja promover? 3 - Todos os valores que gostaríamos de promover possuem métricas e indicadores? 4 - Os dados fornecidos sugerem algo que, a partir das premissas do projeto pedagógico, poderiam ser considerados um problema grave? 5 - Os dados apresentados validam alguma hipótese de problema discutido na aula anterior? FGV DIREITO RIO 11

12 6 - Quais dados você gostaria de ter acesso para o problema que você quer resolver? III. LEITURA OBRIGATÓRIA Dados compilados no Anexo. FGV DIREITO RIO 12

13 AULA 03: EVALUATION OF FGV DIREITO RIO I. INTRODUÇÃO Nosso objetivo com esse curso não é autopromover nossa Escola e muito menos tratar o projeto pedagógico como um dogma religioso ou um axioma matemático. Nós queremos aplicar o raciocínio crítico e analítico fomentado na graduação no desenho institucional de nossa própria Escola. Assim, ficaremos felizes em discutir problemas e ouvir críticas trazidas pelos alunos. No entanto, essa crítica precisa ser bem fundamentada, estruturada e é imprescindível que ela seja acompanhada de uma compreensão sólida de porquê a FGV DIREITO RIO foi criada. Nesse sentido, o texto da 3 aula de nosso curso é um belo exemplo de como fazer uma avaliação rigorosa. Em 2011, o professor de Harvard Henry Steiner esteve em nossa Escola e passou 7 dias úteis assistindo aulas, conversando com professores, alunos e membros da Coordenação e da Direção de nossa Escola. Ao final desse período, Steiner elaborou um relatório avaliativo sobre a FGV DIREITO RIO. O professor Steiner conhecia a história de nossa Escola, tendo tido contato pessoalmente com o histórico CEPED na década de Além disso, Steiner está familiarizado com as discussões em torno da chamada Crise da Educação Jurídica brasileira, tendo inclusive lido textos de San Tiago Dantas. Além de ter no texto de Steiner um exemplo de avaliação, gostaríamos de nos debruçar sobre os comentários positivos e negativos que ele fez. Por fim, ressalta-se a importância deste documento. Até o dia 24 de Julho de 2015 a avaliação de Steiner era tratada como secreta e sigilosa, sendo que apenas Carlos Ivan Simonsen e Joaquim Falcão tinham tido lido o texto. Divirtam-se. II. QUESTÕES PARA DISCUSSÃO: As perguntas para essa aula foram sugeridas por uma das pessoas entrevistadas por Steiner na época de sua avaliação, o professor Diego Werneck Arguelhes: 1 - O contexto de elaboração do texto mudou deste então? Houve alguma mudança institucional significativa que possa ter mudado as premissas nas quais a análise do texto se assenta? (Ex.: A proporção de horistas/professores full time/parciais mudou muito desde então?) 2 - Quais os principais indicadores que o autor usou para defender os pontos fundamentais de sua análise? Vocês concordam com a leitura desses indicadores como feita pelo texto? Esses indicadores FGV DIREITO RIO 13

14 teriam mudado de lá para cá? Se mudaram, como mudaram? Isso afeta a análise? 3 - O texto faz algumas previsões de curto e médio prazo, sendo que cinco anos se passaram desde então. As previsões estão se cumprindo ou não? 4 - Quais as preocupações que o autor considera centrais e que vocês não necessariamente levariam em conta (antes de ler o texto) se tivessem que fazer uma análise desse tipo? Ex.: Diversidade de gênero. 5 Quais foram os riscos e as dificuldades apontados pelo relatório para o desenvolvimento da Escola? Eles foram superados? Quais problemas e desafios ele não viu? 6 - Steiner diz que saiu das aulas com a impressão de que todos os alunos faziam as leituras antes das aulas. O que você acha disso? O que você acha que seus colegas diriam (i) se pudessem dizer isso anonimamente e (ii) se o tema fosse discutido em nossa aula? III. LEITURA OBRIGATÓRIA Evaluation of FGV DIREITO RIO Henry J. Steiner. FGV DIREITO RIO 14

15 BLOCO II EDUCAÇÃO NO MUNDO AULA 04: THE MIT SCHOOL OF LAW I. INTRODUÇÃO A educação precisa estar conectada com o presente e, mais do que isso, deve preparar os alunos para o futuro. Nos EUA e na Inglaterra o mercado jurídico tem sofrido mudanças drásticas nos últimos anos, o que para muitos autores evidenciou a fragilidade do ensino jurídico tradicional em preparar os alunos para o século XXI. O professor de Oxford Richard Susskind, um dos principais autores na discussão das mudanças provocadas pela tecnologia no mercado jurídico, escreveu dois livros nos últimos 10 anos que todo jovem estudante de Direito deveria ler: The End of Lawyers? e Tomorrow s Lawyers. Um dos principais pontos discutidos nos textos e que merece ser ressaltado são os 3 fatores que irão impulsionar mudanças severas na forma de organização do trabalho jurídico: - O avanço das Tecnologias da Informação e Comunicação; - A pressão dos clientes para que os serviços jurídicos sejam mais rápidos, baratos e que tenham melhor qualidade técnica; e - A desregulamentação dos serviços jurídicos. Podemos encontrar a manifestação de cada um desses fatores nos últimos anos no Brasil e no mundo. Em relação ao avanço das TICs observamos o surgimento das legal tech startups, isto é, empresas de tecnologia com modelos de negócios escaláveis voltadas para o mercado jurídico. Nos EUA já existem empresas desse tipo desde 2001, sendo que algumas têm ações listadas em bolsa, como o Legal Zoom, que fez seu IPO em No Brasil observamos nos últimos anos o surgimento de startups desse tipo, sobretudo nas áreas de automação documental e de gestão processual. Com a entrada das novas tecnologias, muitos serviços antes feitos por advogados serão feitos, em parte ou no todo, por softwares. Em relação a desregulamentação, tem maior destaque o Legal Services Act, elaborado em 2007 no Reino Unido. Ele representa a desregulamentação de certas atividades que deixaram de ser restritas a advogados. No Brasil, um dos maiores sinais desse vetor de mudança nos últimos anos foi a manifestação do desejo, por parte de alguns parlamentares, de extinguir a prova da OAB, sinalizando um enfraquecimento da regulação da prestação de serviços no setor. Outro evento no sentido de desregulamentação foi a votação no Congresso sobre a criação, em 2014, da figura do paralegal no mercado brasileiro. FGV DIREITO RIO 15

16 Por fim, cabe mencionar o terceiro e último vetor: a pressão que os compradores dos serviços jurídicos exercem no mercado. Para Richard Susskind esse será o principal vetor de mudança na alocação do trabalho no mundo jurídico nos próximos anos. Em sua análise, o autor recorre a conceitos de microeconomia e define o mercado jurídico como um buyer s market. Assim, nesse tipo de mercado, diferentemente de um seller s market (mercado de vendedores), o comprador ou tomador de serviço é quem tem o maior poder de barganha na transação. No mercado jurídico, os buyers são em geral grandes empresas privadas. Dessa forma, o autor mostra evidências de que, sobretudo após a crise de 2008, houve grande pressão do empresariado pedindo mudanças, entre outros exemplos, no modelo de precificação. Para os compradores, a precificação dos serviços advocatícios calculada por horas de trabalho (billable hour) a preços absurdos passaram a não ser suportáveis em um contexto de recessão econômica, preferindo, por exemplo, a cobrança por meio de preços fixos fechados a priori. É preciso compreender esse mundo novo do setor de serviços que se apresenta diante de nós. Além disso, é fundamental que haja uma reflexão sobre qual educação irá preparar os alunos para este contexto. Nesse sentido, a leitura indicada para esta aula é providencial. O texto indicado para nossa 4 aula é de autoria de Daniel Katz, professor da Universidade de Michigan. Ele nos oferece um quadro global do que está acontecendo com o mercado jurídico e faz um rascunho do que seria a escola ideal para esse cenário. O título do artigo, por si só, já é um atrativo: The MIT School of Law?. Trata-se de uma brincadeira, uma vez que o MIT se notabiliza mundo afora por ser a principal escola de Tecnologia do mundo e por nunca ter tido em sua história um curso de Direito. Para o autor, é justamente em um centro de tecnologia e de computação que deveriam nascer as bases do ensino jurídico adaptado para o século XXI. Em relação às mudanças que provavelmente irão ocorrer no mercado de trabalho é preciso fazer uma ressalva importante. Os vetores de mudança apontados acima podem até a prima facie parecer restritos ao mercado jurídico privado. Contudo, quando a palavra mercado é usada ela se refere a todo o mercado de trabalho, o que inclui carreiras jurídicas da área pública. Dessa forma, é claro que tanto o avanço da tecnologia como a desregulamentação podem afetar juízes, promotores, defensores e analistas do judiciário. Aliás, apesar de Susskind não entrar nesse ponto, podemos extrapolar e fazer algumas provocações olhando para o contexto brasileiro. Se resta claro o provável impacto do avanço da tecnologia e da desregulamentação nas carreiras públicas, o vetor de mudança da pressão do mercado parece não se aplicar, uma vez que servidores não estão prestando serviços a FGV DIREITO RIO 16

17 empresários. Contudo, é possível identificar um vetor análogo à pressão dos buyers para a área pública. Para isso, basta olharmos para o Governo como um buyer. Em um cenário de recessão, de reformas institucionais e de corte de gastos, é provável que o Estado se comporte em relação aos concursados de forma análoga aos empresários: desejando que os serviços jurídicos dentro do Estado sejam feitos mais rapidamente, com menores custos e com melhor qualidade técnica. Por fim, é importante de dizer que todas as mudanças citadas não devem ser vistas apenas como uma ameaça. A leitura mais inteligente é considerar o cenário que está construindo a nossa frente como um momento de grandes oportunidades. Tanto na área privada, como na área pública, os juristas terão terreno fértil para estruturar os problemas de formas nunca antes pensadas e de criar soluções inovadoras. II. QUESTÕES PARA DISCUSSÃO Durante sua leitura do texto recomendado, reflita criticamente sobre as seguintes questões: 1 - Qual é o cenário de mudanças no mercado jurídico americano que o autor descreve? 2 - O que temos na nossa Escola que prepara os alunos para esse cenário? 3 - O que não temos na nossa Escola e que deveríamos ter para preparar os alunos para essa realidade? 4 - Como preparar os alunos para cargos que ainda não existem ou que ninguém nunca ouviu falar? 5 - A partir da sugestão do autor da Escola hipotética do MIT, o que poderíamos alterar em nossa grade curricular? III. LEITURA OBRIGATÓRIA The MIT School Of Law? A perspective on legal Education in the 21 st Century. Daniel Martin Katz. FGV DIREITO RIO 17

18 AULA 05: EDUCAÇÃO NO MUNDO I. INTRODUÇÃO Na aula anterior, estudamos o que seria o futuro do Direito e um esboço de projeto pedagógico alinhado com esse cenário, a MIT School Of Law. Para a 5 aula, estudaremos um pouco do que existe de mais vanguardista em educação no mundo e que já está sendo testado. Há de ser ressaltado que, ao escolhermos as iniciativas que iríamos discutir em sala, optamos por não focar em projetos de educação que, apesar de inovadores, ainda estivessem na fase piloto. Nossas discussões versarão apenas sobre projetos já implementados e já testados de modo a evitar que entremos em discussões etéreas. Assim, iremos estudar alguns casos de inovação em educação no cenário mundial e, em seguida, iremos discutir como seria possível trazer algumas dessas inovações e dos insights por trás dessas inovações para a nossa Escola. O material de preparação para essa aula são dois TED talks sobre MOOCs, textos curtos sobre o projeto da Universidade Minerva e um bate-papo com o aluno Guilherme Nazareth, o único aluno brasileiro da primeira turma da Minerva. Nessa aula, serão estudados os seguintes cases de inovação: - Coursera; - EdX; e - Minerva. II. VÍDEOS Anant Agarwal: Why massively open online courses (still) matter https:// (destaque para o ensino híbrido vídeo de 15 minutos de duração) Daphne Koller: What we re learning from online education https://www. youtube.com/watch?v=u6fvj6jmghu (destaque para o que os MOOCs representam para a educação 20 minutos muito bem gastos do seu tempo) FGV DIREITO RIO 18

19 III. TRECHOS DO SITE DO MINERVA, DA REVISTA EXAME E DA WIKIPEDIA A faculdade startup que quer revolucionar o ensino superior Reportagem Revista Exame São Paulo No prédio de número 1145 da Market Street, quase ao lado da prefeitura de São Francisco, na Califórnia, três dezenas de jovens de várias partes do mundo dividem-se em várias tarefas: alguns trabalham em seu computador, outros conversam por meio de webcam, pequenos grupos tentam solucionar um problema e uma turma bate papo no refeitório. O prédio poderia ser mais um dos que abrigam as startups que povoam o Vale do Silício. Ali, porém, está instalada uma universidade criada em 2012 e que tem a ambição de revolucionar mais de 350 anos de ensino superior nos Estados Unidos. A Universidade Minerva não tem um campus tradicional, composto de salas de aulas, bibliotecas e laboratórios. A única estrutura física é o prédio onde os estudantes moram. As aulas nas áreas de ciências da computação, ciências sociais, ciências naturais, artes e humanidades são todas por videoconferência. Professores e estudantes, em grupos pequenos, conectam-se a uma plataforma de vídeo parecida com um bate-papo online em que todos interagem pela internet mesmo estando separados pelas paredes dos dormitórios. O primeiro ano do curso é feito em São Francisco. Nos três anos seguintes, a cada semestre os alunos moram em um país diferente. A primeira turma da Minerva, que ingressou no segundo semestre do ano passado, irá para Berlim e, na sequência, Buenos Aires, Seul, Bangalore, Londres e Istambul a ideia era que São Paulo fosse a sede latino-americana, mas os altos valores dos aluguéis fizeram a direção desistir. A proposta que mistura aulas online com intensa vivência internacional acabou chamando tanto a atenção que o processo de seleção para a segunda turma, cujas aulas começam em setembro, recebeu inscrições para apenas 125 vagas. O índice de aprovação de cerca de 1% torna a instituição uma das mais concorridas nas universidades americanas Harvard e Stanford são aprovados 6% dos inscritos. A inspiração para criar a Minerva veio da experiência acadêmica de seu fundador, Ben Nelson, ex-presidente do serviço de impressão de fotos Snapfish, com passagens pelas multinacionais Disney e HP. Quando estudava em Wharton, a escola de negócios da Universidade da Pensilvânia, Nelson se incomodava com as aulas para plateias formadas por centenas de alunos. As aulas-palestras são uma ótima forma de ensinar, mas uma péssima maneira de aprender, diz Nelson. FGV DIREITO RIO 19

20 Decidido a investir num projeto de educação diferente, ele procurou em 2010 o neurocientista Stephen Kosslyn, um dos maiores especialistas em psicologia cognitiva do mundo. Ex-diretor do Centro de Ciências Sociais de Harvard e do Centro de Estudos Comportamentais de Stanford, Kosslyn aceitou a tarefa de montar uma universidade em um ambiente virtual e criar uma nova dinâmica de ensino. O modelo de aula-palestra foi abandonado e, em seu lugar, entrou outro chamado flip ped classroom (em português, algo como sala de aula virada ). Criado nos anos 90 nos Estados Unidos, o flipped class room pressupõe que os estudantes falem mais do que o professor. Com duração de 1 hora e meia, as aulas são gravadas e servem para que os professores avaliem o desempenho de cada aluno. As notas são dadas com base na qualidade das intervenções a tática o importante é participar não funciona. Queremos formar as pessoas que vão dirigir as principais instituições do mundo, não queremos formar o próximo grande advogado tributarista, diz Nelson. Com pouco tempo de existência a turma pioneira acabou de terminar o primeiro ano do curso, a Minerva é, por enquanto, apenas um experimento ousado e ambicioso. Mas Nelson e Kosslyn não estão sós. Entre os conselheiros da universidade está Larry Summers, ex-secretário do Tesouro americano e ex-reitor da Universidade Harvard. O fundo Benchmark, que investiu em empresas como ebay, Twitter e Uber quando estavam em estágio inicial, também colocou dinheiro na Minerva. Ao todo, a universidade levantou 95 milhões de dólares em três anos. Seus investidores apostam que a plataforma é replicável e lucrativa. Preço competitivo Para os alunos, um dos principais atrativos da Minerva é o baixo custo. Enquanto um ano acadêmico nas universidades Yale ou de Princeton varia de a dólares, a anuidade da Minerva é de dólares os gastos com moradia e alimentação estão incluídos nesse valor. O preço baixo é decorrência da inexistência de um campus e da utilização de material didático gratuito, como os cursos em vídeo distribuídos pela internet por diversas fundações e universidades. Não existe motivo para os estudantes pagarem por algo que eles têm de graça na internet ou em livros, explica Alex Cobo, responsável pela divulgação da Minerva na América Latina. Para a alegria dos alunos, há indícios de que, mesmo com seu pouco tempo de vida, a nova instituição já esteja sendo valorizada pelo mercado. FGV DIREITO RIO 20

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