A emergência de uma nova relação homem-trabalho na sociedade atual

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A emergência de uma nova relação homem-trabalho na sociedade atual"

Transcrição

1 out. nov. dez. l 2009 l A X, º 59 l I GRAÇÃ 333 A emergência de uma nova relação homem-trabalho na sociedade atual antônio fernando almeida gomes* Resumo l A sociedade atual elevou no campo corporativo uma relação bilateral homem-organização ou a triangulação homem-organização-sociedade emergente nos dias atuais. A retórica do paradigma emergente nos recursos humanos destaca a importância da criação dessa relação intersubjetiva. Na relação desenhada nos cenários corporativos, os trabalhadores são chamados a integrar essa dinâmica capitalista para contribuir numa relação de trocas econômicas e sociais. O discurso da organização convoca o trabalhador a apropriar-se da organização, embora a prática mostre que essa relação por parte do dono do capital é unilateral. O panorama da administração de recursos humanos, como desde o nascimento da visão tradicional até os dias atuais, aponta um nó entre o prescrito e as práticas na organização, nó que impede os trabalhadores de construir relações de satisfação, de criar uma identidade que os valorize no e pelo trabalho. Este artigo trata desta relação e de como a organização modela uma nova gramática no campo das relações produtivas. Palavras-chave l Relações homem-trabalho. Identidade. Recursos humanos Title l The emergence of a new relationship between man and work in today's society Abstract l Current society raised in the corporate field a bilateral relationship - man-organization - or triangulation - man-organization-society emerging today. The rhetoric of the emerging paradigm in human resources highlights the importance of establishing this "intersubjective" relationship. In relation drawn in corporate settings, workers are required to integrate this dynamics capitalist contribute to a relationship of economic and social exchanges. The discourse of the organization calls the employee to take over the organization, although experience shows that this relationship by the owner of capital is unilateral. The panorama of human resources management, as since the birth of the traditional view to the present day, points to a node between the prescribed and the practices in the organization, which prevents workers from building relationships with satisfaction, to create an identity that enhances in and by work. This article deals with this relationship and how to organize a new grammar modeling in the field of productive relations. Keywords l Human-work relations. Identity. Human resources 1. apresentação O desenvolvimento da tecnologia de informação, as descobertas de novos materiais e as mudanças nas estruturas do mercado marcaram significativamente o nível de competitividade entre e nas organizações em todo o mundo, daí advindo consequências importantes para as organizações, como a busca quase obsessiva, por parte destas, de maiores vantagens sobre a concorrência, marca Data de recebimento: 22/06/2009. Data de aceitação: 10/08/2009. * Bacharel em Economia e Filosofia, mestre em Economia Política, doutorando em Estudos e Pesquisas da Psicologia Social do Trabalho, professor da graduação, coordenador e professor da Pós-Graduação em Recursos Humanos e Negócios na USJT e Universidade Municipal de São Caetano do Sul. inequívoca de sua sustentabilidade (Christensen; Raynor, 2003). Essa perseguição à competitividade provocou alterações significativas na relação homem-trabalho. A base de tal sustentabilidade marcada pela acumulação cognitiva é o conhecimento, sinônimo aqui de inovação permanente, sobre a qual se sustenta o processo de valorização nas relações subjetivas e intersubjetivas da criação do conhecimento, ou seja, na relação entre o trabalho vivo e o trabalho coletivo, neste século XXI de transformações críticas no capitalismo industrial (Jarzabkowski, 2003). Uma nova solução, um novo software ou uma peça inovadora eram sinônimo e garantia de vantagem competitiva para o mundo corporativo. Ao se darem conta de que inovar não se restringia, contudo, ao elemento técnico, mas estendia-se às

2 334 I GRAÇÃ gomes l Relação homem-trabalho relações intra e interpessoais, ou seja, à cultura da empresa, as organizações passaram a modificar cultura e as estratégias de maximização e a procurar incansavelmente novas formas de relacionar o capital e o trabalho. Existe, nas definições de capital e trabalho, uma discordância fundamental que data dos primórdios da sociedade industrial: o chamado conflito entre capital e trabalho, nascido de princípios e práticas que mostram o capitalista como explorador de quem lhe vende seu trabalho, submetendo-o a uma total dependência, vizinha, no limite, do escravagismo. Nas primeiras décadas do século XX, trabalhar em organizações industriais do Primeiro Mundo era um ato realmente sacrificante. Jornadas de mais de 12 horas (às vezes ininterruptas), absoluta falta de segurança e saúde no trabalho, salários baixos, nenhuma garantia de justiça e uma relação de extrema competitividade entre os próprios trabalhadores: eis o panorama de que provêm as insa- -tisfações históricas vivas, até hoje na memória dos trabalhadores. Ao descrever esse cenário do século passado, as condições não parecem distantes das atuais, como revelam fatos marcados da sociedade do trabalho. Dizer que está emergindo uma nova relação homem-trabalho seria lançar suspeita de que tempos sombrios se reapresentam sob novo disfarce? Não seriam essas novas relações aquelas já vistas no passado, agora agravadas pelo progresso tecnológico? Nos países em desenvolvimento, como é o caso do nosso, essa realidade ainda persiste em muitas organizações e nas relações do homem com o trabalho. Por terem sido de extrema angústia e privação, tais experiências e memórias foram transmitidas geração após geração, fazendo crescer o abismo entre capital e trabalho e erguendo uma barreira real entre os interesses do capitalista e os do trabalhador. Apesar da distância entre capital e trabalho, as inovações tecnológicas pareciam facilmente reproduzíveis, por serem um produto comum a todos. No entanto, não estavam tão acessíveis como apregoavam os defensores da sociedade moderna. Importa considerar que as novas tecnologias não se reduzem a máquinas, equipamentos e processos, mas incorporam de forma essencial aqueles que as operam os trabalhadores. Vale dizer que o status das empresas em termos competitivos e de valor de mercado é resultado de um conjunto de variáveis, entre as quais o conhecimento tácito como ativo intangível das relações capitalistas. Vivemos numa economia do conhecimento, num capitalismo cognitivo em que o trabalho ativo, social e abstrato dos indivíduos é fruto de uma energia intelectual e linguística capaz de produzir bens intangíveis (Nonaka; Takeuchi, 1997; Choo, 2003; Hanashiro et al., 2006). Nessa capacidade de produção, o insumo básico é a informação, objeto da atribuição de valor nas relações entre capital e trabalho, ou seja, nos arranjos produtivos e na composição dos recursos das organizações, isto é, o conhecimento, entendendo-se conhecimento como a informação processada ou sistematizada pelo pensamento humano (Davenport, 1998). Essa diferenciação do conhecimento é relativa, ao passo que a mente processa tudo o que capta no meio externo. A mente, aqui, inclui a capacidade de aprender e usar símbolos na mediação e inter-relação entre os indivíduos da organização, na construção da subjetividade. Dessa forma, pode-se interpretar a prática da atividade humana como a construção inteligente de seres humanos, o que ultrapassa a mera utilização de manufaturas com artefatos ou ferramentas e inclui ações cognitivas, como ler, escrever, interpretar, refletir e falar (Hessen, 2003; Minayo, 2006). Exposto a tais condições, altera-se o protótipo do homem da modernidade, perseguindo objetivos construídos por uma sociedade que ensina que ser é ter, que as relações afetivas são construídas sobre as bases de trocas numa sociedade com alicerces na prática individualista. Sennett (2000) inova ao descrever categoricamente a rua e o escritório como construção das identidades dos trabalhadores e ao afirmar que o capitalismo alterou significativamente a experiência do trabalho das pessoas e o ambiente corporativo. As empresas estão-se transformando de burocracias piramidais densas e frequentemente rígidas para redes mais flexíveis em um constante

3 out. nov. dez. l 2009 l A X, º 59 l I GRAÇÃ 335 estado de revisão interna. No capitalismo flexível, as pessoas trabalham em tarefas de curto prazo e mudam com frequência de empregador; o emprego vitalício em uma firma é coisa do passado. Como resultado disso, as pessoas não conseguem identificar-se com um determinado trabalho ou com um único empregador. Tal protótipo de homem na sociedade atual e na relação com o ambiente produtivo é muitas vezes fragmentado. A emergência de uma cultura imediatista e efêmera, contextualizada pelas mudanças trazidas pela globalização, produz consequências nas relações do trabalho, como exigências de horários flexíveis, que interferem na rotina da convivência familiar, distúrbios psicossomáticos que o prejudicam, irritabilidade e aceleração da ansiedade pelas exigências das competências funcionais no ambiente de trabalho, entre outras, alterações provocadas pelas novas tecnologias, novas formas da relação entre capital e trabalho e uma nova relação com o conhecimento. É fato incontestável e indisfarçável que vivemos numa sociedade consumista, individualista e maniqueísta. O mundo separado pelo discurso econômico tendo, de um lado os detentores do poder econômico e de outro os sobreviventes do poder econômico produziu uma gramática capaz de subverter a ordem das prioridades, minimizando a valorização do humano e maximizando as exigências estruturais e financeiras. É nesse cenário do capitalismo que o indivíduo incorpora valores, invertendo a lógica da construção da identidade, na busca por uma subjetividade crítica e humana. Enquanto esta busca não atinge seu objetivo, o ser perde precedência para o ter, e as relações do homem com o trabalho estabelecem-se numa cadência rigidamente artificial e mecânica, que terminou por gestar a globalização trabalho no contexto da cultura da fragmentação A fragmentação do trabalho revela-se na emergência de uma cultura imediatista e efêmera. Entenda-se aqui trabalho no sentido definido pelo que escreveu Marx (1975), no contexto do capitalismo: trabalho tornado produtivo em decorrência do valor que se atribui à mercadoria, valor que, transformado em lucro, acumula-se nas mãos do capitalista. Conceituado como trabalhador produtivo por Braverman (1987), ele representa as relações sociais entre o capital e o trabalho, visto que esse trabalhador era o meio direto de criar mais-valia. Ora, os tempos são outros desde a construção da definição marxista, mas os problemas persistem, e as relações acontecem em condições de exploração capitalista. Num mundo de relações trabalhistas globalizadas devido às novas tecnologias, a relação homem-trabalho não poderia ter ficado incólume. Nessa exigência de modificação, o binômio homem-trabalho altera endógena e exogenamente as relações produtivas. Endogenamente, em relação às mudanças provocadas nas organizações e, consequentemente, no ambiente corporativo, demandando desse homem moderno novos comportamentos, posicionar-se e pensar em face das mudanças e desafios corporativos; exogenamente, nas relações que ele estabelece fora da organização, no ambiente familiar, cotidiano ou mesmo social. Tais exigências modificam a aplicação e a formação da ética na relação social, alteram prioridades e comprimem espaços de convivência, modificando significativamente a formação da subjetividade crítica e humana necessária à sociedade. Surge um homem de valores individuais, imediatistas e simbolicamente baseados nas relações de troca. Característica dos tempos modernos, a individualização devora a capacidade de construir o bem comum, o espaço comum de convivência, tendendo invariavelmente ao singular, o particularismo das necessidades construídas em que os fins justificam os meios. Santos (1996) discute a ciência pós-moderna como o movimento de superação da crise do paradigma científico dominante desde o século XVII, superação do modelo de racionalidade cartesiana, de separação do sujeito e do objeto, a busca da ordem, a separação dos elementos constituintes da realidade. Esse movimento é fruto das crises geradas com a evolução e a aplicação do conhecimento científico, tais como os regimes totalitários, a

4 336 I GRAÇÃ gomes l Relação homem-trabalho exclusão do acesso ao conhecimento, o reforço das desigualdades socioeconômicas, a sofisticação dos instrumentos de dominação. Eis o cenário em construção de uma nova ciência, formatada na evolução de uma nova economia. 3. a relação homem-trabalho na nova economia Em primeiro lugar, a nova economia deve estar contextualizada pela transição do capitalismo de base industrial para uma forma de capitalismo classificada como imaterial, em que a principal força produtiva é o conhecimento. Os produtos da atividade do trabalho passam a ter como medida a quantidade de conhecimento utilizada em sua produção. É o conhecimento, não o trabalho, que se cristaliza no produto, e é ele que determina o valor a ser dado ao mesmo produto. Essa nova versão do capitalismo desloca a produção industrial para a periferia do sistema e a substitui pelo chamado setor de serviços, acompanhado pelas relações humanas inerentes às práticas do trabalho. A produção capitalista permanece, mas o trabalho característico desse setor evidencia muito mais um esforço intelectual-cognitivo do que propriamente físico. É nesses dois pressupostos que a nova economia vem-se moldando e assegurando a manutenção de transferência e ampliação da riqueza mundial. Os diversos atores sociais esforçam-se para promover as adaptações exigidas por esses novos determinantes. Em tempos de fortes mudanças tecnológicas, o debate sobre o trabalho e as relações que dele se originam ganha novo fôlego. Uma das questões debatidas é o rompimento entre o tempo e espaço de aprendizagem e de trabalho. A ideia de que uma pessoa primeiro se forma em um ambiente educativo e depois se qualifica por meio do trabalho numa empresa ou organização faz hoje bem pouco sentido, ou seja, o processo de formação do trabalhador é visto atualmente como contínuo e sistemático e deve estar em consonância com as constantes transformações do mundo. Paradoxalmente, a evolução científica das dinâmicas tecnológicas em relação ao trabalho (e ao trabalhador) provocou considerável aumento de desemprego e restringiu seriamente a possibilidade de retornar em condições adequadas ao mercado de trabalho. Vogt (2003) afirma que não é possível converter tudo em valor econômico, num afã de utilitarismo prático, pois não se pode perder de vista os fundamentos éticos, estéticos e sociais sobre os quais se assenta a própria possibilidade do conhecimento e de seus avanços. A dinâmica evolutiva da tecnologia é preocupação permanente dos estudiosos da relação homem-trabalho. Nilton Vargas (1983) descreve com propriedade essa intervenção e modificação na relação entre homem e trabalho: a tecnologia passou a articular o conhecimento científico com o conhecimento produtivo. Em outros termos, a articular as leis da natureza com as leis do capital. Esse novo trabalhador, fruto da racionalização do tempo, invade a discussão atual, sendo subordinado a esse fator. Se é essa a tônica atual, compreende-se o entusiasmo tecnológico da sociedade pós-moderna, uma vez que sob as mais diversas formas a tecnologia visa o trabalho e maximiza as limitações humanas, acentuando a subordinação do trabalhador no processo de acumulação capitalista, aumentando o conflito existente entre capital e trabalho na busca pela excelência no trabalho. Essa lógica reafirma o conceito de ciência e a natureza do saber científico elaborados por Wersig (1993), ao destacar que o papel da ciência pósmoderna é buscar a melhor funcionalidade da ciência aplicada, pondo-a a serviço da resolução dos problemas causados pelas ciências e tecnologias clássicas. O conceito de pós-modernidade foi relativizado, porque deixa sem resposta plausível os problemas que criou perdendo eficácia e não explica tampouco os sobressaltos mais recentes da sociedade contemporânea. A exposição bem elaborada de Nicole Aubert (2006), ao substituir o conceito de pós-modernidade pelo de hipermodernidade, é primordial. Insistimos em que não houve nova ruptura com os fundamentos da

5 out. nov. dez. l 2009 l A X, º 59 l I GRAÇÃ 337 modernidade, mas exacerbação, radicalização da modernidade. Esse aspecto ampliado da exacerbação antevê no excesso, na superabundância de informações do mundo contemporâneo, a origem da dificuldade de pensar o tempo, dado que esse tempo está sobrecarregado de fatos que atulham tanto o presente quanto o passado recente. A cultura contemporânea faz emergir um indivíduo, ou mesmo o trabalhador, que relativizou a importância das relações familiares na construção de sua personalidade. Embebido no pragmatismo, o trabalhador cultiva a busca pela satisfação imediata, quase sempre em direção aos valores absolutos do mercado, refletidos na elevação do consumo, na busca pela satisfação imediata, na troca e nos valores instantâneos. Seria a falsa urgência que Nicole Aubert menciona em Le culte de l urgence resultado da ideologia moderna que dissemina uma gramática do pragmatismo, alterando as relações sociais? 4. com que óculos você vê o mundo? as lentes da identidade Para manter-se sadio no jogo das relações capitalistas, é fundamental que o trabalhador construa sua identidade, exposta inevitavelmente ao caldo cultural da hipermodernidade, seja no mundo do trabalho ou fora dele, o sujeito que está sempre submetido às consequências dessas relações ou estruturas mal construídas. Não é raro que seja acometido de desordens psicopatológicas capazes de comprometer sua saúde física e mental, levando- -o ao sofrimento, e, em muitos casos, implicando algum transtorno mental ou social. O sofrimento é parte integrante da relação homem-trabalho. Dejours (1999) enfatiza que o sofrimento no trabalho é expectativa com relação à auto-realização, ou seja, para ultrapassar os obstáculos que nossos pais não conseguiram nos fazer transpor. O sofrimento antecipa o futuro, prefigurando um futuro esperado. Entretanto, o sofrimento, tensionado entre o futuro e o passado, é vivido no presente. É no presente que se recapitulam o passado o que deixa o sujeito enfermo e o futuro que alimenta ao mesmo tempo esperança e decepção. O sofrimento é assim, antes de tudo, um drama, no sentido que o psicólogo e filósofo Politzer dá ao termo. O sofrimento, portanto, impele o sujeito no mundo e no trabalho, em busca das condições de auto-realização. O foco volta-se, portanto, para a organização. Particularmente, a gestão e o que se espera dos trabalhadores em termos de comportamento. Se o foco é a gestão, pode-se afirmar que estão em jogo as relações nascidas da cultura que se dá entre o capital e o trabalho, uma equação ainda não de todo explicada ou compreendida. Esse constructo da identidade foi moldado numa trama social em que se busca constantemente entender, decifrar o conceito de pessoa e as relações que dela se originam e transformam a sociedade. Numa relação que se estabelece e se transforma continuamente entre ambos de forma dialética: indivíduo e mundo social não são estruturas separadas, mas sim pólos extremos de um mesmo elo de continuidade (Ribeiro, 2004). As inovações e mudanças no contexto das relações econômicas e sociais ganham espaço na medida em que se considera a convivência humana o ingrediente inerente da evolução social. Tornou-se importante levar em conta que os novos conhecimentos não se reduzem a máquinas, equipamentos e processos, mas incorporam de forma essencial aqueles que as operam e diferenciam a sociedade atual: as pessoas. Reconstruindo a visão existencialista, a pessoa é sempre um vir-a-ser em permanente superação, realçada por seu projeto, como uma bússola para retomar o caminho: a pessoa é apenas o que ela projeta ser pelas opções e escolhas dos caminhos a seguir (Ribeiro, 2004). A palavra pessoa, do latim persona e do grego prósopon, refere-se ao ator mascarado, anônimo, mas com características comuns a um grande número de seres, razão por que se prende à ideia de personalidade. O conceito de personalidade definiu-se no momento histórico de grande impulso do capitalismo industrial e, dessa forma, atende a uma demanda social de desestruturação da condição precedente da pessoa, no Ocidente. Em seu sentido psicológico, é a consciência que o

6 338 I GRAÇÃ gomes l Relação homem-trabalho indivíduo desenvolve de si próprio como ser único, singular, embora integrante de um grupo no qual identifica características comuns às suas e em constante evolução. A construção desse conceito de pessoa assemelha-se à de um mosaico. Qual a analogia entre a pessoa e o mosaico? Pois bem, trata-se de mosaico entendido no sentido da multiplicidade de peças e encaixes. O mosaico é plural e somente existe porque se constrói a partir do singular, do encaixe único e perfeito, sem que as peças percam por isso suas formas e contornos, para compor a representação desejada. Não foram negadas ou danificadas, e integram um todo, o que jamais conseguiriam sozinhas. Da mesma forma, as pessoas, dotadas de subjetividade, completam o todo com base em suas singularidades e particularidades. Juntam-se aos outros para compor o todo, mas sem perder a consciência de si mesmas. É instigante pensar as relações. Cada pessoa é tocada o tempo todo por outra pessoa, e assim se constituem as relações, os encontros e a reciprocidade na sociedade. No cotidiano das relações entre homem e trabalho e das consequências que os envolvem diariamente, a subjetividade pode ser arranhada em sua construção, ou, não raro, ser negada pela relação social. Isso costuma acontecer quando a satisfação da vida não é vivenciada pelos seres humanos e acaba por desequilibrar a evolução social das espécies. Trata-se de perguntar ontologicamente: de onde viemos, e para onde vamos? A subjetividade, negada no mundo do trabalho, se fortalece pelo desrespeito à dignidade do trabalhador, obrigando-o a converter desejos em valores ou a sucumbir à estrutura dominante, e levando-o a tornar-se mecanismo de produção, sendo desconsiderada sua condição de homem, que merece benefícios e satisfações, acordados ou mesmo conquistados. Nesse cenário de incertezas, de flexibilização produtiva e trabalhista, em que se redefiniu o papel do trabalho, a virtualização das economias e suas intrínsecas valorizações econômicas, transformou-se o homem em peça descartável do sistema produtivo e social. Definido de maneira provisória, o homem está sujeito aos fenômenos decorrentes das modificações nas estruturas produtivas globais provocadas pelo avanço tecnológico. A instabilidade da produção e da lucratividade, o sistema financeiro ganancioso, os preços irrazoáveis praticados nas relações comerciais, tarefas insalubres ou não condizentes com a dignidade humana, entre outros, são fatores que estruturam e moldam a frágil identidade desse homem e erguem barreiras à satisfação na trajetória de vida do indivíduo na sociedade individualista e moderna (Bendassolli, 2007; Aubert, 1993; Dejours, 1999). Parafraseando Sennett, citado por Szwako (2006), um local de trabalho flexível provavelmente não seria o lugar onde alguém deseja construir um ninho. Construída sobre areia movediça no campo das relações de trabalho, a identidade não subsiste em base tão frágil e efêmera, desprovida de ferramentas capazes de transpor o inesperado, de competências que separam as incoerências da vida. Heidegger, discorrendo sobre a morada do ser, conjectura que o homem não é sujeito nem objeto, mas projeto. As ciências biológicas e humanas ainda tratam desse projeto de forma não relacional, ou seja, áreas de estudo como filosofia, bioética e genômica discutem as implicações socioculturais das transformações em andamento quase sem compartilhar os pressupostos que as embasam. Oscila-se então entre a postura apocalíptica e a postura integracionista (ou a favor das grandes corporações da área médica), quando uma discussão crítica no espaço público deveria ser firmada, como movimento democrático e participativo. A construção da identidade por meio da relação homem-trabalho perpassa essas temáticas e propõe a reflexão e o pensamento em estado (artístico) de criação e construção, sob a égide da ética e do campo do humano (ou, quem sabe, já do pós-humano). 5. relações homem-trabalho: gerenciadas ou construídas? Não é possível, entretanto, fugir da evidência de que os trabalhadores sofrem influência de uma

7 out. nov. dez. l 2009 l A X, º 59 l I GRAÇÃ 339 gramática corporativa difundida nos princípios elencados pela organização. Tais gramáticas, sob a inspiração de Recursos Humanos, visam a criar áreas-modelo que harmonizem pessoas e valorizem o capital humano. Esses princípios organizacionais revelam as expectativas das corporações em relação ao comportamento dos funcionários, a essa altura transformados em colaboradores. Redesenhar o sistema que modela a articulação entre o homem e o trabalho nas esferas produtivas reproduz resultados que determinam a condição evolutiva de todos na sociedade. Alcançar e compreender as relações no âmbito das organizações e a articulação com o surgimento das práticas na administração de recursos humanos a fim de manter a sustentabilidade no mercado concorrencial e elevar os lucros da organização suscita discussões sobre o conhecimento no processo de recursos humanos e sobre as relações ideais de trabalho no ambiente corporativo. Nesse cenário corporativo mundial, o paradigma emergente na administração de recursos humanos pressupõe necessariamente uma nova relação homem-trabalho? Reproduz práticas clássicas do modelo taylorista-fordista? Neste ponto, convém destacar os escritos de Walton (1985) e Foulkes (1986, citado em Legge, 2005), que têm ênfase na reciprocidade e no compromisso como elemento fundante de melhoria dessas práticas de trabalho. Associados à estratégia geral da organização nessa relação homem-trabalho e principalmente à prática dos objetivos propostos pela organização na manutenção dessa articulação recíproca, organização e trabalhador necessitam alinhar-se nos objetivos participativos a fim de construir um futuro comum e sustentável. O modelo ora exposto da visão da administração de recursos humanos congrega os modelos soft e hard estudados. Esses modelos elegem a comunicação, a motivação e a liderança como pilares desse framework conceitual que busca formar seres humanos mais criativos. A retórica do paradigma emergente revela que a organização precisa refinar a capacidade de manipulação dos recursos humanos ao mesmo tempo em que oferece um espaço de autonomia desse funcionário (Legge, 1989). Mas de que retórica se trata? Da que fornece a ideologia de legitimação, persuadindo a intensificar o trabalho a fim de aumentar a coisificação (transformação em matéria-prima) da mão de obra? O escravagismo que vigeu nos primórdios do capitalismo industrial ressurge dessa nova relação nova? 6. considerações finais Entender a relação bilateral homem-organização ou a triangulação homem-organização-sociedade que constitui esse sujeito no modelo emergente é fundamental. A retórica do paradigma emergente nos recursos humanos destaca a importância da criação dessa relação intersubjetiva. Na relação desenhada nos cenários corporativos, os trabalhadores são chamados a integrar essa dinâmica capitalista para contribuir numa relação de trocas econômicas e sociais. O discurso da organização convoca o trabalhador a apropriar-se da organização, embora a prática mostre que essa relação por parte do dono do capital é unilateral. O panorama da administração de recursos humanos, como desde o nascimento da visão tradicional até os dias atuais, aponta a existência de um nó entre o prescrito e as práticas organizacionais, nó que impede os trabalhadores de construir relações de satisfação, de criar uma identidade que os valorize no e pelo trabalho. Aquela visão otimista de melhorar as condições e oportunidades dos trabalhadores não é minimamente contemplada, expondo a máscara que encobre a face menos aceitável da cultura empresarial (Legge, 1989; Keenoy, 1990; Anthony, 1992). A relação conflituosa entre capital e trabalho espelha o entendimento do homem com o trabalho. Muito embora o foco da discussão se concentre na relação homem-trabalho, a gestão deveria absorver maior interesse de ambos homem e organização a fim de atenuar as distâncias e os conflitos ora existentes. As melhorias sugerem medidas de gestão participativa, um caminho a ser introduzido ou melhorado nas organizações. A tentativa nesse caso consiste em minimizar o conflito clássico entre capital e trabalho e incorporar as melhorias advindas dessa prática menos impactante e nociva

8 340 I GRAÇÃ gomes l Relação homem-trabalho sobre a saúde e a integridade do homem na sociedade do trabalho. Não há certezas diante do conflito clássico que opõe homem e trabalho, cenário cotidiano de todos os que trabalham na organização e deixa perplexos os estudiosos da sociedade no mundo do trabalho. Importa preparar-se para lidar com a instabilidade, vale dizer, estar apto para tomar decisões, ressignificar conceitos, atitudes e comportamentos. Apto a começar de novo e, talvez, do zero. Eis a única certeza. Reportagens apontam e discutem as grandes viradas individuais de executivos nessa crise. Por outro lado, excluem-se desse conjunto os que, por excesso de qualificação e experiência, passaram a pesar no quadro de funcionários, porque ganhavam demais, de acordo com os princípios de uma empresa enxuta e focada na eficiência. Superqualificados, mas malsucedidos, tais trabalhadores passaram meses, às vezes anos, batendo de porta em porta, até se esfacelarem por completo. Fraqueza de caráter ou algo em torno da ideia de qualificação, bem como dos requisitos e exigências do mercado de trabalho, precisam tornar-se objeto de outro tipo de reflexão? Como desatar o nó e incluir os trabalhadores no sistema capitalista? Eis o maior desafio trabalhista dos últimos 200 anos, desde a segunda Revolução Industrial. Alguns estudiosos, Lopes (2002) entre eles, apontam o fato de que o nó a ser desfeito situa-se nas relações que vinculam a pessoa, o indivíduo e/ou o sujeito aos movimentos que permitem apreender seus registros, como manifestação de uma consciência de pertencimento, de motivações racionais de ação, ou de constituição de lugares do humano. [...] Do ponto de vista da Antropologia, em suas interlocuções com a Psicologia, o problema parece assentar-se, ainda, na noção de pessoa e seus limites, pensados nas tendências à individualização e racionalização, onde a pessoa confronta-se com o indivíduo, como o eu, como ser de constrangimentos ou ser psicológico [...]. Na relação homem-trabalho, as características inconstantes e flexíveis tomam proporções assustadoras. Seu desenvolvimento profissional deixa de ser possível à medida que as fragilidades da sociedade pós-moderna se introduzem nas corporações e se assimilam à identidade dos homens por meio dos comportamentos. Deixou de ser possível o eu que se satisfaz com sua história de vida. Satisfazer pela escolha profissional passa agora forçosamente pela construção de um projeto (guia) (Malvezzi, 1995; Ribeiro, 2004) para a vida. Cada pessoa, a fim de superar a enorme fragmentação nas relações de trabalho e as consequências daí derivadas com o movimento do toyotismo na década de 80, as modificações impostas ao capitalismo industrial pelo avanço tecnológico, os atributos e exigências das novas profissões, entre outros, procura construir alternativas que modelem sua satisfação e sua realização oriunda da relação homem-trabalho. Assim, a busca pela satisfação no acontecimento produtivo do cotidiano é um ir e vir constante, um construir para desconstruir e reconstruir quase instantaneamente. O gerenciamento é quase inevitável, e nem sempre revela os anseios elencados. Não encontrando satisfação em sua trajetória de vida, cada indivíduo passa a orientar-se (e simultaneamente a tumultuar-se) por uma rede de insatisfações e de sofrimentos: as psicopatologias do mundo do trabalho (Dejours, 1999). Como é grande a insatisfação que os indivíduos manifestam nos momentos de crise rumo à construção da subjetividade (a subjetividade negada ), é lenta igualmente a resolução desses problemas, e os sinais de revitalização enviados pelas teorias do mundo do trabalho não dão motivo para grandes esperanças. Enfrentando crises cíclicas, o homem tenta reconstruir-se pela dialética na relação estabelecida com a estrutura subjetiva e com a estrutura social, articulando assim seu trabalho e incorporando-o à sua trajetória profissional. Retomar a questão do sentido do trabalho na vida de cada homem-trabalhador parece ser o primeiro passo. A tentativa de negar a perda do eu, a ausência da noção de comunidade, de partilha no sentido mais amplo da palavra comunitário, constitui para alguns a razão da falência ou da perda da esperança deste trabalhador.

A emergência de uma nova relação homem-trabalho na sociedade atual

A emergência de uma nova relação homem-trabalho na sociedade atual 6 INTEGRAÇÃO ALVES A emergência de uma nova relação A emergência de uma nova relação homem-trabalho na sociedade atual ANTONIO FERNANDO GOMES ALVES * Resumo A sociedade atual elevou no campo corporativo

Leia mais

PROJETO UNIVERSIDADE ABERTA 2011

PROJETO UNIVERSIDADE ABERTA 2011 PROJETO UNIVERSIDADE ABERTA 2011 Trabalhas sem alegria para um mundo caduco Carlos Drumond de Andrade 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Realização do 6º ano do Projeto Universidade Aberta, com o título Faces

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Redes Sociais: entre a teoria e a prática

Gestão do Conhecimento e Redes Sociais: entre a teoria e a prática Gestão do Gestão do e Redes Sociais: entre a teoria e a prática Na Universidade, as redes sociais e o conhecimento como ativo intangível são focos de estudo de diversos campos. Já nas empresas, a Gestão

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO MÁRCIA MARIA PALHARES (márcia.palhares@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br)

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil 10Minutos Futuro do trabalho Pesquisa sobre impactos e desafios das mudanças no mundo do trabalho para as organizações no B O futuro do trabalho Destaques Escassez de profissionais, novos valores e expectativas

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO. Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador

ADMINISTRAÇÃO. Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador ADMINISTRAÇÃO Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador O que devemos.. Tirar todas as dúvidas a qualquer momento Participar

Leia mais

Gestão do conhecimento Wikipédia, a enciclopédia livre

Gestão do conhecimento Wikipédia, a enciclopédia livre Página 1 de 5 Gestão do conhecimento Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Gestão do Conhecimento, do inglês KM - Knowledge Management, é uma disciplina que tem suscitado cada vez mais atenção nas

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL - MODELO DE GESTÃO OU NOVA DOMINAÇÃO?

CULTURA ORGANIZACIONAL - MODELO DE GESTÃO OU NOVA DOMINAÇÃO? CULTURA ORGANIZACIONAL - MODELO DE GESTÃO OU NOVA DOMINAÇÃO? Artigo apresentado à universidade Estácio de Sá como requisito para avaliação de conclusão do curso de pós-graduação em gestão estratégica de

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

Desenvolvimento e Desigualdades: cenários e perspectivas para a saúde no mundo

Desenvolvimento e Desigualdades: cenários e perspectivas para a saúde no mundo Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Desenvolvimento e Desigualdades: cenários e perspectivas para a saúde no mundo Samira Santana de Almeida 1 RELATÓRIO 1. Apresentação O presente

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02 Sumário Pág. I) OBJETIVO 02 II) ESTRUTURA DO CURSO 1) Público alvo 02 2) Metodologia 02 3) Monografia / Trabalho final 02 4) Avaliação da aprendizagem 03 5) Dias e horários de aula 03 6) Distribuição de

Leia mais

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS Marino, Reynaldo Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde - FASU/ACEG GARÇA/SP-

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM DISCIPLINA: Gestão de Pessoas EMENTA: O sistema clássico de estruturação da gestão de recursos humanos e suas limitações: recrutamento e seleção, treinamento

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias FACULDADE GOVERNADOR OZANAM COELHO PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PESSOAS INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias ALINE GUIDUCCI UBÁ MINAS GERAIS 2009 ALINE GUIDUCCI INTRODUÇÃO À GESTÃO DE

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

Psicologia e trabalho_iniciais_b.qxd 2/11/09 10:19 AM Page xiii

Psicologia e trabalho_iniciais_b.qxd 2/11/09 10:19 AM Page xiii Psicologia e trabalho_iniciais_b.qxd 2/11/09 10:19 AM Page xiii SUMÁRIO Introdução XV 1. Construção do Campo do Trabalho no Pensamento Ocidental como Condição para a Emergência da Psicologia do Trabalho

Leia mais

Gestão do Conhecimento

Gestão do Conhecimento Gestão do Conhecimento O QUE QUEREMOS DIZER COM CONHECIMENTO? Helder Haddad Silva 16 de Março de 2003 Leitura Básica e Complementar:: O que queremos dizer com conhecimento in PRUSSAK L., e DAVENPORT T.,

Leia mais

A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO

A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO Priscila Gomez Soares de Moraes 1 Fabrício Ziviani 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo questionar

Leia mais

3 Análise para a definição da estratégia

3 Análise para a definição da estratégia 3 Análise para a definição da estratégia O presente capítulo aborda os aspectos relacionados à transação sob dois prismas, sendo o primeiro o Transaction Cost Theory (TCT), no qual o foco é a análise dos

Leia mais

Introdução. Gestão do Conhecimento GC

Introdução. Gestão do Conhecimento GC Introdução A tecnologia da informação tem um aspecto muito peculiar quanto aos seus resultados, uma vez que a simples disponibilização dos recursos computacionais (banco de dados, sistemas de ERP, CRM,

Leia mais

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL MBA e Pós-Graduação Cursos inovadores e alinhados às tendências globais Nossos cursos seguem modelos globais e inovadores de educação. Os professores

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

FACULDADE DE CUIABÁ. Curso. Disciplina. Professor. rubemboff@yahoo.com.br. Aulas: 4 e 5/5/2007

FACULDADE DE CUIABÁ. Curso. Disciplina. Professor. rubemboff@yahoo.com.br. Aulas: 4 e 5/5/2007 FACULDADE DE CUIABÁ Curso GESTÃO PÚBLICA Disciplina GESTÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Professor Dr. RUBEM JOSÉ BOFF, Ph.D. rubemboff@yahoo.com.br Aulas: 4 e 5/5/2007 Dr. Rubem José Boff, Ph.D. Cuiabá-MT,

Leia mais

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações Mariane Frascareli Lelis Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP, Bauru/SP e-mail: mariane_lelis@yahoo.com.br;

Leia mais

Resumo. Autoras: 1 - Clarissa Freitas de Almeida, UERJ. 2 - Veronica Santana Queiroz, UERJ. Endereços Eletrônicos: 1 - cla.raposa@gmail.

Resumo. Autoras: 1 - Clarissa Freitas de Almeida, UERJ. 2 - Veronica Santana Queiroz, UERJ. Endereços Eletrônicos: 1 - cla.raposa@gmail. Título: Desafios da Orientação Profissional Um caso prático no SPA da UERJ Autoras: 1 - Clarissa Freitas de Almeida, UERJ. 2 - Veronica Santana Queiroz, UERJ. Endereços Eletrônicos: 1 - cla.raposa@gmail.com

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

UMA BREVE ANÁLISE SOBRE OS CONCEITOS DE ORGANIZAÇÃO E CULTURA ORGANIZACIONAL.

UMA BREVE ANÁLISE SOBRE OS CONCEITOS DE ORGANIZAÇÃO E CULTURA ORGANIZACIONAL. UMA BREVE ANÁLISE SOBRE OS CONCEITOS DE ORGANIZAÇÃO E CULTURA ORGANIZACIONAL. MILANI, Nilton Cesar. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG. E-mail: nilton_milani@hotmail.com MOSQUIN,

Leia mais

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s)

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) Kálita Tavares da SILVA 1 ; Estevane de Paula Pontes MENDES

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES 2º. Bimestre Capítulos: I Ética: noções e conceitos básicos II Processo de Decisão Ética III - Responsabilidade Social Apostila elaborada pela Profa. Ana

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 MESTRADO: EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Estudos Organizacionais e Sociedade e Marketing e Cadeias

Leia mais

Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações. Prof Rodrigo Legrazie

Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações. Prof Rodrigo Legrazie Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações Prof Rodrigo Legrazie Escola Neoclássica Conceitua o trabalho como atividade social. Os trabalhadores precisam muito mais de ambiente adequado e

Leia mais

Fashion Marketing & Communication

Fashion Marketing & Communication Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

SEMIPRESENCIAL 2014.2 MATERIAL COMPLEMENTAR I DISCIPLINA: GESTÃO DE CARREIRA PROFESSORA/TUTORA: MONICA ROCHA

SEMIPRESENCIAL 2014.2 MATERIAL COMPLEMENTAR I DISCIPLINA: GESTÃO DE CARREIRA PROFESSORA/TUTORA: MONICA ROCHA SEMIPRESENCIAL 2014.2 MATERIAL COMPLEMENTAR I DISCIPLINA: GESTÃO DE CARREIRA PROFESSORA/TUTORA: MONICA ROCHA Gestão de Carreira Gestão de Carreira é um dos temas que mais ganhou destaque nesta última década,

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS: 3 grandes problemas de modelam 1

NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS: 3 grandes problemas de modelam 1 NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS: 3 grandes problemas de modelam 1 Henrique Lian O problema com as pessoas que falam de Negócios Sustentáveis é que a maioria delas não tem a menor ideia do que é ser sustentável,

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL

ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1 Capítulo 1 ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL 1.1 2003 by Prentice Hall Sistemas de Informação Gerencial Capítulo 1 Administra,cão da Empresa Digital

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

O Projeto MelhorAção e a Gestão do Conhecimento

O Projeto MelhorAção e a Gestão do Conhecimento Prof a Dr a Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação Universidade de Brasília Coordenadora Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados Instituto Brasileiro de Informação em Ciência

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Ementa da Disciplina Fundamentos da teoria

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PSICÓLOGO

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PSICÓLOGO 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PSICÓLOGO QUESTÃO 21 Todas as alternativas a seguir apresentam repertórios de ideal de pessoa, encontrados no discurso organizacional, EXCETO: a) Pessoa como ser histórico,

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes As crianças, a cultura lúdica e a matemática Lisandra Ogg Gomes Aprendizagens significativas: Como as crianças pensam o cotidiano e buscam compreendê-lo? (Caderno de Apresentação, 2014, p. 33). O que as

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

Ambientes e fluxos de informação: transversalidades. Profa. Dra. Marta Valentim

Ambientes e fluxos de informação: transversalidades. Profa. Dra. Marta Valentim Ambientes e fluxos de informação: transversalidades Profa. Dra. Marta Valentim Brasília / Brasil 2013 Introdução As transformações políticas, econômicas, tecnológicas, sociais e culturais, tem impactado

Leia mais

Ensino Superior no Século XXI: Mudanças, Desafios e Competências. José Roberto Gomes da Silva

Ensino Superior no Século XXI: Mudanças, Desafios e Competências. José Roberto Gomes da Silva Ensino Superior no Século XXI: Mudanças, Desafios e Competências José Roberto Gomes da Silva Os desafios de gestão das IES Maior Complexidade Mudanças na sociedade Competitividade Novo papel Nova identidade

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

Sociologia das organizações

Sociologia das organizações Sociologia das organizações Prof. Dr. Alexandre H. de Quadros Pessoas: recursos X parceiros Pessoas como recursos Empregados isolados nos cargos Horário rigidamente estabelecido Preocupação com normas

Leia mais

O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO. Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda

O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO. Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda RESUMO: este texto tem por objetivo compreender a importância da

Leia mais

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE Elaine Barbosa da Silva Xavier Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - Mestranda Neuma Kelly Vitorino

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores NÚCLEO AVANÇADO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores De acordo com a Resolução n o 1 de 08/06/2007 da CES do CNE do MEC Coordenação

Leia mais

O SUCESSO NA CULTURA ORGANIZACIONAL

O SUCESSO NA CULTURA ORGANIZACIONAL O SUCESSO NA CULTURA ORGANIZACIONAL Lorete Kosowski (OPET PR) lorete.k@gmail.com 1 Camilla Endler (OPET PR) Karla Lopes (OPET PR) RESUMO Pode-se dizer que a Cultura Organizacional é a identidade da empresa,

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

Inteligência Competitiva e Tecnológica

Inteligência Competitiva e Tecnológica Inteligência Competitiva e Tecnológica Gilda Massari Coelho, Lúcia Regina Fernandes, Cícera Henrique da Silva, Vera Lúcia Maria Lellis A globalização constitui uma chave essencial para explicar os fenomênos

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

A Imaginação Sociológica em Sala de Aula

A Imaginação Sociológica em Sala de Aula A Imaginação Sociológica em Sala de Aula Natália Braga de Oliveira* Incentivar os estudantes a olhar a vida cotidiana a partir dos pressupostos da Sociologia, os desperta para a reflexão e elucidação do

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PERTINENTES NA EDUCAÇÃO ESCOLAR

A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PERTINENTES NA EDUCAÇÃO ESCOLAR A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PERTINENTES NA EDUCAÇÃO ESCOLAR Celso José Martinazzo Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUÍ Resumo: Neste estudo investigamos a importância

Leia mais

EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning.

EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning. EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning. Autor(a): Gliner Dias Alencar Coautor(es): Joaquim Nogueira Ferraz Filho, Marcelo Ferreira de Lima, Lucas Correia de Andrade, Alessandra

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

Educação Corporativa. Liderança Estratégia Gestão. KM Partners Educação Corporativa

Educação Corporativa. Liderança Estratégia Gestão. KM Partners Educação Corporativa Educação Corporativa Liderança Estratégia Gestão O que é Educação corporativa? Educação corporativa pode ser definida como uma prática coordenada de gestão de pessoas e de gestão do conhecimento tendo

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO MESTRADO: A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Organizações e Estratégia e Empreendedorismo e Mercado

Leia mais

MBA Executivo em Gestão de Pessoas

MBA Executivo em Gestão de Pessoas ISCTE BUSINESS SCHOOL INDEG_GRADUATE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Gestão de Pessoas www.strong.com.br/alphaville - www.strong.com.br/osasco - PABX: (11) 3711-1000 MBA

Leia mais

Qual o papel do RH nos processos de mudança de cultura organizacional

Qual o papel do RH nos processos de mudança de cultura organizacional 9115 Qual o papel do RH nos processos de mudança de cultura organizacional 20 de Outubro, 2011 2011 Accenture. Todos os direitos reservados. Accenture, seu logo e High performance. Delivered. são marcas

Leia mais

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores Sumário Liderança para potenciais e novos gestores conceito Conceito de Liderança Competências do Líder Estilos de Liderança Habilidades Básicas Equipe de alta performance Habilidade com Pessoas Autoestima

Leia mais

PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES.

PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES. PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES. Introdução As mudanças e desafios no contexto social influenciam a educação superior, e como consequência, os

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO Resende, J.M.; Nascimento Filho, W.G.; Costa S.R.R. INEAGRO/UFRuralRJ INTRODUÇÃO O patrimônio de uma empresa é formado por ativos tangíveis

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO ESPÍRITO SANTO FACASTELO Faculdade De Castelo Curso de Administração Disciplina: Qualidade e Produtividade PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO 1 Profa.: Sharinna

Leia mais

MBA em Administração e Gestão do Conhecimento

MBA em Administração e Gestão do Conhecimento MBA em Administração e Gestão do Conhecimento Gestão do Conhecimento Aula 3 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Olá! Bem-vindos à nossa terceira aula. Antes de mais nada, assista ao vídeo a seguir e conheça

Leia mais

Divulgação Portal - METROCAMP. Você não quer exercer a profissão mais importante do futuro (Bill Gates)?

Divulgação Portal - METROCAMP. Você não quer exercer a profissão mais importante do futuro (Bill Gates)? Divulgação Portal - METROCAMP Você não quer exercer a profissão mais importante do futuro (Bill Gates)? Torne se um Trabalhador de Conhecimento (Kowledge Worker) de Werner Kugelmeier WWW.wkprisma.com.br

Leia mais

O PROCESSO DE COACHING EXECUTIVO E EMPRESARIAL: PERCEPÇÕES DE GESTORES DE RECURSOS HUMANOS PSICÓLOGOS E DE OUTRAS FORMAÇÕES

O PROCESSO DE COACHING EXECUTIVO E EMPRESARIAL: PERCEPÇÕES DE GESTORES DE RECURSOS HUMANOS PSICÓLOGOS E DE OUTRAS FORMAÇÕES 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 O PROCESSO DE COACHING EXECUTIVO E EMPRESARIAL: PERCEPÇÕES DE GESTORES DE RECURSOS HUMANOS PSICÓLOGOS E DE OUTRAS FORMAÇÕES Dione Nunes Franciscato 1 ;

Leia mais

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE O I Seminário Internacional de Educação Superior na Comunidade de Países de Língua

Leia mais

Network and Economic Life

Network and Economic Life Network and Economic Life Powell and Smith Doerr, 1994 Antonio Gilberto Marchesini Doutorado DEP INTRODUÇÃO Antropólogos e sociólogos desde bem antes já buscavam compreender como os indivíduos são ligados

Leia mais

Teoria Geral da Administração II

Teoria Geral da Administração II Teoria Geral da Administração II Livro Básico: Idalberto Chiavenato. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7a. Edição, Editora Campus. Material disponível no site: www..justocantins.com.br 1. EMENTA

Leia mais

Gestão de pessoas. Gestão de pessoas

Gestão de pessoas. Gestão de pessoas Gestão de pessoas Prof. Dr. Alexandre H. de Quadros Gestão de pessoas Gestão de pessoas ou administração de RH? Uma transformação das áreas e de seus escopos de atuação; Houve mudança ou é somente semântica;

Leia mais