2 o Ciclo Matemática Aplicada - Matemática Actuarial

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2 o Ciclo Matemática Aplicada - Matemática Actuarial"

Transcrição

1 2 o Ciclo Matemática Aplicada - Matemática Actuarial 17 de Julho de Estrutura proposta 7 o Semestre Designação Área Científica T TP P ECTS Matemática Financeira Matemática Actuariado Vida Matemática Teoria do Risco Matemática Estatística Matemática Economia o Semestre Designação Área Científica T TP P ECTS Complementos de Actuariado Vida Matemática Tarifação e Reservas Matemática Fundos de Pensões e Segurança Social Matemática Contabilidade Financeira Opção Matemática

2 2 Fichas das disciplinas 2.1 Matemática Financeira Objectivos: Pretende-se fornecer conhecimentos de cálculo financeiro, tanto do ponto de vista determinístico de taxa de juro como estocástico, os quais serão aplicados na problemática envolvente a diversos tipos de seguros e também na modelação de problemas de índole financeira. 1. Cálculo financeiro 2. Modelos estocásticos de taxa de juro 3. Modelos de cash flow 4. Análise de contingência 5. Cálculo estocástico para finanças 1. Mateus, A. Cálculo Financeiro. Edições Sílabo, McCutcheon, J. and Scott, W. An Introduction to the Mathematics of Finance. The Institute of Actuaries and the Faculty of Actuaries, Mikosh, T. (1998) Elementary Stochastic Calculus, Springer 4. Nabais, C. Cálculo Financeiro. Edições Sílabo, Rodrigues, Azevedo; Nicolau, Isabel, Elementos de cálculo financeiro, 6 a ed., Lisboa, Rei dos Livros, Ross, S. M. (2003) An Elementary Introduction to Mathematical Finance, Cambridge 7. Silva, A. Matemática das Finanças. Vol I. McGraw-Hill, Actuariado Vida Objectivos: Com os conhecimentos adquiridos nesta disciplina é suposto o aluno dominar as técnicas actuariais necessárias ao cálculo de diversas probabilidades relacionadas com a vida das pessoas seguras, conhecer as modalidades de seguros tradicionais bem como saber calcular os prémios associados a esses seguros e outras quantidades de relevo para a actividade seguradora. 1. Demografia actuarial 2. Graduação de mortalidade 3. Tabelas de multi-decremento 4. Seguros em caso de vida 5. Seguros em caso de morte 6. Prémios 7. Reservas matemáticas 8. Valor de resgate, redução e outras alterações de contratos 1. Bowers, Newton, Gerber, Hickman, Jones and Nesbitt. Actuarial mathematics (second edition). 2. Garcia, J. (2004) Introdução à matemática actuarial, CEMAPRE, n. 30/TA, ISEG, Lisboa. 3. Gerber, Hans U. Life insurance mathematics (third edition). Springer-Verlag, Berlin, Neill, A. Life contingencies. Butterworth-Heinemann, Oxford,

3 2.3 Teoria do Risco Objectivos: Pretende-se que o aluno seja capaz de modelar matematicamente o risco associado a uma carteira de apólices de forma a determinar a distribuição (exacta ou aproximada) das indemnizações agregadas, prémios e majorantes ou aproximações da probabilidade de ruína - quer em horizonte finito e infinito como em tempo discreto e contínuo - relativas a essa carteira, bem como analisar o efeito de tratados de resseguro no cálculo destas quantidades. 1. Distribuições de danos 2. Modelos de risco 3. Princípios de cálculo de prémios 4. Resseguro 5. Teoria da Ruína 1. Asmussen, S. (2000) Ruin Probabilities, World Scientific, River Edge, NJ 2. Bowers, Newton, Gerber, Hickman, Jones and Nesbitt. Actuarial mathematics (second edition). 3. Buhlmann, H. (1970) Mathematical Methods in Risk Theory, Springer-Verlag, New York 4. Centeno, M. L. (2003), Teoria do Risco na Actividade Seguradora, Celta Editora - Colecção Económicas, Oeiras 5. Dickson, D. C. M. (2005) Insurance Risk and Ruin, Cambridge University Press, Cambridge 6. Daykin, C. D., Pentikainen, T. and Pesonen, M. (1994) Practical Risk Theory for Actuaries, Chapman and Hall, London 7. Egídio dos Reis, A. D. (1999) Teoria da Ruína, CEMAPRE, n. 17/TA, ISEG, Lisboa 8. Kaas, R., Goovaerts, M., Dhaene, J. & Denuit, M. (2001) Modern Actuarial Risk Theory, Kluwer Academic Publishers, Boston 9. Klugman, S. A., Panjer, H. H. and Willmot, G. E. (2004) Loss Models, John Wiley & Sons, New Jersey 10. Rolski, T., Schmidli, H., Schmidt, V. and Teugels, J. (1999) Stochastic Processes for Insurance and Finance, John Wiley & Sons, Chichester 2.4 Fundos de Pensões e Segurança Social Objectivos: Ao nível da Segurança Social pretende-se analisar o seu enquadramento na sociedade Portuguesa, dar a conhecer a legislação envolvente e os métodos de cálculo de pensões. Quanto aos fundos de pensões privados serão analisados os diversos tipos de planos de pensões bem como os métodos de financiamento dos mesmos. 1. A Segurança Social 2. Planos e Fundos de Pensões 3. Legislação Portuguesa/Comunitária 4. Constituição de um Fundo de Pensões 5. Avaliação Actuarial de Responsabilidades e Contribuições 6. Métodos Actuariais de Financiamento 3

4 7. Planos de Contribuição Definida 1. Legislação relevante, 2. Bowers, Newton, Gerber, Hickman, Jones and Nesbitt. Actuarial mathematics (second edition). 3. Carvalho,P. S. (1993) Planos e Fundos de Pensões, Texto Editora, Textos de Gestão 4. Garcia, J. (2004) Introdução à matemática actuarial, CEMAPRE, n. 30/TA, ISEG, Lisboa. 5. Neill, A. Life contingencies. Butterworth-Heinemann, Oxford, Complementos de Actuariado Vida Objectivos: Pretende-se dar seguimento aos conhecimentos adquiridos anteriormente considerando coberturas adicionais às formas tradicionais de seguros, análise do agravamento do risco nomeadamente ao nível do prémio e técnicas actuariais de determinação dos resultados esperados com uma determinada modalidade de seguro. 1. Seguros complementares e riscos agravados 2. Profit-testing 3. Unit-linked 4. Asset Liability Matching 1. Bowers, Newton, Gerber, Hickman, Jones and Nesbitt. Actuarial mathematics (second edition). 2. Garcia, J. (2004) Introdução à matemática actuarial, CEMAPRE, n. 30/TA, ISEG, Lisboa. 3. Neill, A. Life contingencies. Butterworth-Heinemann, Oxford, Tarifação e Reservas Objectivos: Pretende-se fornecer algumas técnicas utilizadas na tarifação, tanto à priori como à posteriori, conducentes ao cálculo de prémios associados a modalidades de seguros do ramo não vida e também dar a conhecer métodos usados no cálculo de reservas. 1. Teoria da Credibilidade 2. Aplicação dos modelos lineares generalizados na construção de sistemas tarifários 3. Sistema de Bonus-Malus 4. Constituição de reservas 1. Bühlmann, H. and Gisler, A. (2005) A Course in Credibility Theory and its Applications, Springer 2. Dannenburg, D.R., Kaas, R. and Goovaerts, M. J. (1996) Practical actuarial credibility models, IAE 3. Dobson, A., (1990). An Introduction to Generalized Linear Models, Chapman and Hall, London. 4

5 4. Klugman, S. (1992) Bayesian Statistics in Actuarial Science with emphasis on Credibility, Kluwer Academic Publishers 5. Kaas, R., Goovaerts, M., Dhaene, J. & Denuit, M. (2001) Modern Actuarial Risk Theory, Kluwer Academic Publishers, Boston 6. Lemaire, J. (1995) Bonus-Malus Systems in Automobile Insurance, Kluwer, London 7. Lemaire, J. (1996) Automobile Insurance: Actuarial Models, Kluwer, Boston 8. Taylor, G.C. (2000) Loss Reserving, Kluwer Academic Publishers, Boston 2.7 Economia Objectivos: Pretende-se fornecer os conhecimentos básicos dos conceitos económicos fundamentais, quer da macro como da microeconomia. 1. Oferta, procura e preço de equilíbrio 2. Elasticidade da oferta e da procura 3. Teoria da utilidade 4. Teoria do equilíbrio geral 5. Finanças públicas e impostos 6. Rendimento nacional 7. Factores macroeconómicos domésticos e sua gestão 8. Comércio internacional, taxas de câmbio e balança de pagamentos 1. Amaral, J.F. et al. (2002) Introdução à microeconomia. Escolar editora, Lisboa 2. Mas-Colell, A., Whinston, M. and Green, J. (1995) Microeconomic Theory, Oxford University Press 3. Samuelson, P.J. and Nordhaus (2000) Economia, McGraw-Hill 2.8 Contabilidade Financeira Objectivos: Habilitar à interpretação de contas e de relatórios financeiros de empresas e instituições financeiras. 1. Fiscalidade 2. Demonstrações financeiras 3. Plano de contas para empresas da área financeira 4. Normas contabilísticas 2.9 Opção 1. Simulação 2. Estatística de Extremos 3. Estatística robusta 4. Métodos Numéricos 5

Alterações em Bibliografias de disciplinas do Bacharelado em Matemática

Alterações em Bibliografias de disciplinas do Bacharelado em Matemática Alterações em Bibliografias de disciplinas do Bacharelado em Matemática Complementação da Bibliografia de Cálculo Numérico : RUGGIERO, M.A.G. e LOPES, V.L.R. Cálculo Numérico, Aspectos Teóricos e Computacionais.

Leia mais

MAGENTAKONCEPT. CONSULTORES, Lda. Contacto: +351 962 749 907 geral@magentakoncept.com www.magentakoncept.com

MAGENTAKONCEPT. CONSULTORES, Lda. Contacto: +351 962 749 907 geral@magentakoncept.com www.magentakoncept.com MAGENTAKONCEPT CONSULTORES, Lda Contacto: +351 962 749 907 geral@magentakoncept.com www.magentakoncept.com NIPC 510 140 076 Information Technology Solutions MAGENTAKONCEPT CONSULTORES, Lda Contacto: +351

Leia mais

MESTRADO EM MÉTODOS QUANTITATIVOS EM FINANÇAS

MESTRADO EM MÉTODOS QUANTITATIVOS EM FINANÇAS MESTRADO EM MÉTODOS QUANTITATIVOS EM FINANÇAS 1ª Edição a realizar no ano lectivo 2008/2009 Departamento de Matemática da FCTUC Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Curso de Mestrado aprovado

Leia mais

EMENTA IDEAL MATEMÁTICA FINANCEIRA

EMENTA IDEAL MATEMÁTICA FINANCEIRA EMENTA IDEAL * Matemática Financeira * Probabilidade e Estatística * Economia * Contabilidade * Modelagem * Modelos Estatísticos * Matemática Atuarial * Investimento e Gerenciamento de Ativos * Princípios

Leia mais

Ciências Actuariais: Modelos para Seguros Alfredo D Egídio dos Reis, ISEG-UTL 1. Introdução Quando se fala em Actuariado fora do meio da actividade seguradora, a primeira reação é de alguma perplexidade

Leia mais

EMENTA IDEAL. Falta definir ainda o processo de transição da ementa de 2005 até a ideal.

EMENTA IDEAL. Falta definir ainda o processo de transição da ementa de 2005 até a ideal. EMENTA IDEAL Em Azul e Sombreado: Conteúdo não abordado na primeira versão do exame em 2005. Falta definir ainda o processo de transição da ementa de 2005 até a ideal. 1 MATEMÁTICA FINANCEIRA 1.1 Introdução

Leia mais

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR Curso Engenharia Informática Ano letivo 2012/13 Unidade Curricular Probabilidade e Estatística ECTS 5,5 Regime Obrigatório ou opcional Ano 2º Semestre 1º sem Horas de trabalho globais Docente (s) Paulo

Leia mais

MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS

MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular: NOVAS TENDÊNCIAS EM CONTABLIDADE DE GESTÃO Semestre 1º ECT s 6 Área Científica: Docente: CONTABILIDADE HUMBERTO RIBEIRO

Leia mais

O número de indemnizações até à ruína e recuperação. Alfredo Duarte Egídio dos Reis

O número de indemnizações até à ruína e recuperação. Alfredo Duarte Egídio dos Reis O número de indemnizações até à ruína e recuperação Alfredo Duarte Egídio dos Reis Lisboa, Maio de 22 Resumo da Lição de Síntese apresentada para as provas de agregação de Alfredo Duarte Egídio dos Reis,

Leia mais

EXAME DE ADMISSÃO INSTITUTO BRASILEIRO ATUÁRIA R E G U L A M E N T O

EXAME DE ADMISSÃO INSTITUTO BRASILEIRO ATUÁRIA R E G U L A M E N T O EXAME DE ADMISSÃO DO INSTITUTO BRASILEIRO DE ATUÁRIA R E G U L A M E N T O 2005 DO EXAME Art. 1º - Cabe à Fundação Escola Nacional de Seguros FUNENSEG, estabelecida à Rua Senador Dantas, 74 térreo, 2ª

Leia mais

DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5

DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5 DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular: Turismo, Hotelaria e Restauração Área Científica: Hotelaria CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5 CURSO: Licenciatura em Restauração e Catering Ano: 1º Semestre:

Leia mais

Doutoramento em Economia

Doutoramento em Economia Unidade Curricular: Econometria Avançada I 1. Método dos Mínimos Quadrados Ordinários. 2. Interpretação e Selecção da Forma Funcional do Modelo de Mínimos Quadrados Ordinários. 3. Heteroscedasticidade

Leia mais

Doutoramento em Economia

Doutoramento em Economia Unidade Curricular: Econometria Avançada I 1. Método dos Mínimos Quadrados Ordinários. 2. Interpretação e Selecção da Forma Funcional do Modelo de Mínimos Quadrados Ordinários. 3. Heteroscedasticidade

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular Fundamentos Económicos da Inclusão Social Ano Lectivo 2011/2012

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular Fundamentos Económicos da Inclusão Social Ano Lectivo 2011/2012 Programa da Unidade Curricular Fundamentos Económicos da Inclusão Social Ano Lectivo 2011/2012 1. Unidade Orgânica Serviço Social (1º Ciclo) 2. Curso Serviço Social 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

COPPEAD/UFRJ RELATÓRIO COPPEAD Nº297 SOLVÊNCIA DE SEGURADORAS

COPPEAD/UFRJ RELATÓRIO COPPEAD Nº297 SOLVÊNCIA DE SEGURADORAS COPPEAD/UFRJ RELATÓRIO COPPEAD Nº297 SOLVÊNCIA DE SEGURADORAS Roberto Westenberger * Maio, 1995 2 * Professor da COPPEAD/UFRJ RESUMO A solvência é um atributo de fundamental importância para uma seguradora.

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Ciências Económicas e Empresariais Unidade Curricular Política Económica e Financeira Semestre: 5 Nº ECTS: 3,0 Regente Helena

Leia mais

Econometria Financeira

Econometria Financeira Econometria Financeira Área Científica: Economia/Gestão Horas de Contacto: TP: 45 Docentes Respnsáveis: Cristina Alexandra Oliveira Amado/ Benilde Maria Nascimento Oliveira Língua de Funcionamento: Português/

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR

ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR CURSO Gestão e Administração de Serviços de Saúde ANO LECTIVO 2008/2009 FICHA DA UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular Economia Área Científica

Leia mais

INTRODUÇÃO À BIOMECÂNICA

INTRODUÇÃO À BIOMECÂNICA 1 Ano Lectivo 2009/10 Licenciatura em Condição Física e Saúde no Desporto PROGRAMA UNIDADE CURRICULAR INTRODUÇÃO À BIOMECÂNICA Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Desporto de Rio Maior

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO E DOUTORADO

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO E DOUTORADO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO E DOUTORADO Disciplina: ECN/899 - Microeconomia II Carga Horária:/Créditos: 60/04 Período: 2º semestre de 2009 Profas.: Mônica Viegas (Primeira e Segunda

Leia mais

4º EXAME DE ADMISSÃO INSTITUTO BRASILEIRO ATUÁRIA R E G U L A M E N T O

4º EXAME DE ADMISSÃO INSTITUTO BRASILEIRO ATUÁRIA R E G U L A M E N T O 4º EXAME DE ADMISSÃO AO INSTITUTO BRASILEIRO DE ATUÁRIA R E G U L A M E N T O 2009 DO EXAME Art. 1º - Cabe à Fundação Escola Nacional de Seguros FUNENSEG, estabelecida à Rua Senador Dantas, 74 térreo,

Leia mais

Proposta de disciplina G3. Ano Lectivo 2003/2004. Economia das Pensões

Proposta de disciplina G3. Ano Lectivo 2003/2004. Economia das Pensões Proposta de disciplina G3 Ano Lectivo 2003/2004 Economia das Pensões Maria Teresa Medeiros Garcia Lisboa, 31 de Março, 2003 1. Justificação Numa fase de grande incerteza quanto à sustentabilidade financeira

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Ciências Económicas e Empresariais, Contabilidade Unidade Curricular Macroeconomia Semestre: 1 Nº ECTS: 6,0 Regente Eduardo Luís

Leia mais

MESTRADO EM ECONOMIA MONETÁRIA, BANCÁRIA E FINANCEIRA -- SUPLEMENTO AO DIPLOMA --

MESTRADO EM ECONOMIA MONETÁRIA, BANCÁRIA E FINANCEIRA -- SUPLEMENTO AO DIPLOMA -- MESTRADO EM ECONOMIA MONETÁRIA, BANCÁRIA E FINANCEIRA -- SUPLEMENTO AO DIPLOMA -- 2.1 Designação da qualificação e título que confere Mestrado em Economia Monetária, Bancária e Financeira, Mestre. 2.2

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR CÁLCULO E REPORTE DAS PROVISÕES TÉCNICAS COM BASE EM PRINCÍPIOS ECONÓMICOS

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR CÁLCULO E REPORTE DAS PROVISÕES TÉCNICAS COM BASE EM PRINCÍPIOS ECONÓMICOS PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR CÁLCULO E REPORTE DAS PROVISÕES TÉCNICAS COM BASE EM PRINCÍPIOS ECONÓMICOS Com a presente Norma Regulamentar estabelece-se o regime de cálculo das provisões técnicas segundo

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Economia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

1.1 Planos do tipo Benefício Definido

1.1 Planos do tipo Benefício Definido 1 Introdução O estudo de persistência equivale a verificar o comportamento dos participantes de uma Entidade Aberta de Previdência Privada ou Seguradora quanto à saída do plano por resgates, cancelamentos

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular MERCADOS FINANCEIROS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Economia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

PLANO DE ENSINO. ATIVIDADE SEG TER QUA QUI SEX Aulas 10-12 10-12 Atendimento 13-16 13-16 Preparação de aula 14-16 14-16

PLANO DE ENSINO. ATIVIDADE SEG TER QUA QUI SEX Aulas 10-12 10-12 Atendimento 13-16 13-16 Preparação de aula 14-16 14-16 PLANO DE ENSINO 1. IDENTIFICAÇÃO Disciplina: Introdução a Otimização Combinatória Código: ICC500 Turma: CB01 URL: http://ioc-ufam.weebly.com Nº de Créditos: 4.4.0 Ano: 2015 Semestre: 1 Carga horária: 60h

Leia mais

Valeska Andreozzi 2010

Valeska Andreozzi 2010 Introdução Valeska Andreozzi 2010 Referências 3 Modelagem estatística 8 Modelagem................................................................... 9 Objetivos....................................................................

Leia mais

Métodos de Previsão de Sinistros

Métodos de Previsão de Sinistros Apresentação no âmbito da disciplina Seminário de Modelação Métodos de Previsão de Sinistros Orientador: Margarida Brito - FCUP Coorientador: Maria do Carmo Guedes - CMUP, Luís Maranhão - AXA Ana Pinto

Leia mais

MODELOS COMPORTAMENTAIS NA COMPREENSÃO DA PROBLEMÁTICA DO SISTEMA DE TRANSPORTE INTERURBANO DE PASSAGEIROS DO CEARÁ

MODELOS COMPORTAMENTAIS NA COMPREENSÃO DA PROBLEMÁTICA DO SISTEMA DE TRANSPORTE INTERURBANO DE PASSAGEIROS DO CEARÁ MODELOS COMPORTAMENTAIS NA COMPREENSÃO DA PROBLEMÁTICA DO SISTEMA DE TRANSPORTE INTERURBANO DE PASSAGEIROS DO CEARÁ Hélio Henrique Holanda de Souza Carlos Felipe Grangeiro Loureiro MODELOS COMPORTAMENTAIS

Leia mais

História e Sistemas da Psicologia

História e Sistemas da Psicologia 1 História e Sistemas da Psicologia 1. Resumo descritivo 1.1. Elementos básicos Curso Unidade Curricular Área Científica Ano / Semestre ECTS Horas de Contacto Professores responsáveis Docentes 1.2. Síntese

Leia mais

PROGRAMA. Curso: Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia. diurno. Ciclo: 2º. pós-laboral. Ano: 1º Semestre: 1º

PROGRAMA. Curso: Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia. diurno. Ciclo: 2º. pós-laboral. Ano: 1º Semestre: 1º PROGRAMA Ciclo: 2º Curso: Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia diurno pós-laboral Ano: 1º Semestre: 1º Unidade Curricular: FUNDAMENTOS DE LÓGICA E ALGORITMOS DE PROGRAMAÇÃO Código: Departamento:

Leia mais

Processamento dos dados

Processamento dos dados Capítulo 9 Processamento dos dados 9.1 Propagação não estatística de erros Suponhamos que é possível estabelecer uma relação de proporcionalidade directa (ver secção3.2) entre duas variáveis. Por exemplo,

Leia mais

UNIVERSIDADE DOS AÇORES

UNIVERSIDADE DOS AÇORES UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA Curso de Psicologia Estatística Aplicada à Psicologia É um erro capital teorizar sem se ter dados. Insensivelmente, começamos a distorcer os factos para

Leia mais

CAPÍTULO 9. PROCESSAMENTO DOS DADOS 9.5. ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS. =0.01 gcm 3 3.36 Logo o resultado experimental é: = 5.82 g 0.

CAPÍTULO 9. PROCESSAMENTO DOS DADOS 9.5. ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS. =0.01 gcm 3 3.36 Logo o resultado experimental é: = 5.82 g 0. CAPÍTULO 9. PROCESSAMENTO DOS DADOS 9.5. ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS Logo o resultado experimental é: =(1.732 ± 0.001) gcm 3 O erro relativo do volume (0.1%) é uma ordem de grandeza maior que o erro relativo

Leia mais

Estatística. 5 (tempo total de trabalho: 28h *5 = 140 horas) 70 = 15 Teóricas (T) + 45 Teórico-práticas (TP) + 10 Orientação tutorial (OT) Luís Faísca

Estatística. 5 (tempo total de trabalho: 28h *5 = 140 horas) 70 = 15 Teóricas (T) + 45 Teórico-práticas (TP) + 10 Orientação tutorial (OT) Luís Faísca 1 Estatística II 1. Resumo descritivo 1.1. Elementos básicos Curso Unidade Curricular Área Científica Ano / Semestre ECTS Horas de Contacto Professor responsável Docentes 1.2. Síntese descritiva Psicologia

Leia mais

Introdução à Economia PROGRAMA

Introdução à Economia PROGRAMA UNIVERSIDADE LUSÍADA DE ANGOLA Curso de Gestão de Recursos Humanos PROGRAMA Ano lectivo: Semestre: Regente: 2009 2º Dra. Sandrina Berthault Moreira Ano Curricular: Carga horária: Aulas: 2º ano (diurno)

Leia mais

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 introdução 7 Índice NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ACTIVIDADE FINANCEIRA 1. Evolução da actividade bancária

Leia mais

Ficha da Unidade Curricular

Ficha da Unidade Curricular ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE FELGUEIRAS CURSO Licenciatura em Ciências Empresariais U.C. MARKETING Ficha da Unidade Curricular Horas presenciais / Ano 56 Ano Lectivo 2010 / 2011 Horas presenciais

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Faculdade de Computação e Informática EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS I

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Faculdade de Computação e Informática EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS I EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1 FACUL DADE DE COMPUTAÇÃO E INFORMATICA NEGÓGIOS GOVERNANÇA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ( 68) Teóricas Etapa: 7ª ( ) Práticas Interpretação de Governança e estratégia organizacional:

Leia mais

IN0997 - Redes Neurais

IN0997 - Redes Neurais IN0997 - Redes Neurais Aluizio Fausto Ribeiro Araújo Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática - CIn Departamento de Sistemas da Computação aluizioa@cin.ufpe.br Conteúdo Objetivos Ementa

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Departamento de Gestão de Empresas SUMÁRIO: I - OBJECTIVOS DA DISCIPLINA II - PROGRAMA III - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS

GESTÃO FINANCEIRA. Departamento de Gestão de Empresas SUMÁRIO: I - OBJECTIVOS DA DISCIPLINA II - PROGRAMA III - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS Departamento de Gestão de Empresas GESTÃO FINANCEIRA SUMÁRIO: I - OBJECTIVOS DA DISCIPLINA II - PROGRAMA III - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS IV - LOCAL E HORÁRIO DE APOIO AOS ALUNOS V - BIBLIOGRAFIA O Docente

Leia mais

Avaliação de Desempenho em Sistemas de Computação e Comunicação

Avaliação de Desempenho em Sistemas de Computação e Comunicação Avaliação de Desempenho em Sistemas de Computação e Comunicação Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM UFES Objetivos

Leia mais

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR ANO LECTIVO: 2013/14 FICHA DE UNIDADE CURRICULAR MESTRADO/LICENCIATURA 1.Unidade Curricular Nome: METODOS E TÉCNICAS DE INVESTIGAÇÃO SOCIAL Código: 172 Área Científica: SOCIOLOGIA Curso: MESTRADO EM GERONTOLOGIA

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA. Plano de Ensino

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA. Plano de Ensino DISCIPLINA: Métodos Numéricos CÓDIGO: PEE-007 Validade: A partir do 1º semestre de 2009. Carga Horária: 45 horas-aula Créditos: 03 Área de Concentração / Módulo: Sistemas Elétricos / Módulo de Disciplinas

Leia mais

EDITAL Nº 155 /2012-PROG/UEMA

EDITAL Nº 155 /2012-PROG/UEMA EDITAL Nº 155 /2012-PROG/UEMA A PROG da Universidade Estadual do Maranhão UEMA torna público, para conhecimento dos interessados, que, no período de 20/12/2012 a 08/02/2013, estarão abertas as inscrições

Leia mais

Bibliografia. Mapa Rota dos Descobrimentos Colecção Stockbyte

Bibliografia. Mapa Rota dos Descobrimentos Colecção Stockbyte Bibliografia 169 Mapa Rota dos Descobrimentos Colecção Stockbyte Contrato de Seguro e Terceiros. Estudo de Direito Civil Margarida Lima Rego Coimbra Coimbra Editora 2010 Desc. fís.: 957 p. ISBN 978-972-32-1814-5

Leia mais

... A - B - C - D - E - F - G - H - I - J - K - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V - W - X - Y - Z

... A - B - C - D - E - F - G - H - I - J - K - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V - W - X - Y - Z Lista das Publicações Periódicas Recebidas no ISP A - B - C - D - E - F - G - H - I - J - K - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V - W - X - Y - Z A ACÓRDÃOS DOUTRINAIS DO SUPREMO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO.

Leia mais

PROCESSOS EM ENGENHARIA BIOLÓGICA (PEB)

PROCESSOS EM ENGENHARIA BIOLÓGICA (PEB) (PEB) MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA BIOLÓGICA 2º ANO / 2º SEMESTRE 2014/2015 S-101 S-102 S-103 P-1 / V-101 P-2 / ST-101 S-104 Tanque de mistura Esterilizador S-108 P-6 / AF-102 S-109 S-105 Filtro de

Leia mais

Fundamentos de Elasticidade e Plasticidade IG-209. Eliseu Lucena Neto

Fundamentos de Elasticidade e Plasticidade IG-209. Eliseu Lucena Neto Fundamentos de Elasticidade e Plasticidade IG-209 Eliseu Lucena Neto 2015 Ementa Meio contínuo. O conceito de tensão. Estado de tensão num ponto. Equações de equilíbrio. Capítulo1(12aulas) O conceito de

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO ENTRA NUM NÍVEL SUPERIOR. 2013/2014 GESTÃO DE BANCOS E SEGURADORAS WWW.IDEFE.PT PÁG. 1

PÓS-GRADUAÇÃO ENTRA NUM NÍVEL SUPERIOR. 2013/2014 GESTÃO DE BANCOS E SEGURADORAS WWW.IDEFE.PT PÁG. 1 PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DE BANCOS E SEGURADORAS 2013/2014 ENTRA NUM NÍVEL SUPERIOR. WWW.IDEFE.PT PÁG. 1 GESTÃO DE BANCOS E SEGURADORAS 17ª EDIÇÃO COORDENAÇÃO CIENTÍFICA Prof. Doutor Jorge Landeiro de Vaz

Leia mais

PROCESSO DE SELEÇÃO 2013 (Publicado no DOE de 06/06/2012 e retificado no DOE de 23/08/2012)

PROCESSO DE SELEÇÃO 2013 (Publicado no DOE de 06/06/2012 e retificado no DOE de 23/08/2012) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO USP Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade FEA Programa de Pós-Graduação em Economia Área Teoria Econômica Curso Doutorado PROCESSO DE SELEÇÃO 2013 (Publicado no

Leia mais

CAPÍTULO I INTRODUÇÃO

CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Mestrado: Empresarial Disciplina: DIREITO DOS SEGUROS Docente: PAULO CÂMARA Ano letivo: 2013/2014 Semestre: 2.º semestre 1. Programa da disciplina: 1.º Introdução CAPÍTULO I INTRODUÇÃO 1. Delimitação 2.

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Mestrado em Matemática - Área de Concentração em Estatística

PLANO DE ENSINO. Mestrado em Matemática - Área de Concentração em Estatística 1. IDENTIFICAÇÃO PLANO DE ENSINO Disciplina: Estatística Multivariada Código: PGMAT568 Pré-Requisito: No. de Créditos: 4 Número de Aulas Teóricas: 60 Práticas: Semestre: 1º Ano: 2015 Turma(s): 01 Professor(a):

Leia mais

Curso de. Pós-Graduação em Gestão de Bancos. e Seguradoras. Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade Técnica de Lisboa

Curso de. Pós-Graduação em Gestão de Bancos. e Seguradoras. Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade Técnica de Lisboa Curso de Pós-Graduação em Gestão de Bancos e Seguradoras Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade Técnica de Lisboa 2 O desenvolvimento dos mercados de produtos e serviços financeiros (bancários,

Leia mais

Estratégia Empresarial

Estratégia Empresarial Estratégia Empresarial Adquirir uma visão atualizada e integrada do sistema e contexto de direção estratégica da organização. Compreender o conteúdo da estratégia empresarial. Desenvolver competências

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Engenharia Licenciatura Engenharia e Gestão Industrial Unidade Curricular GESTÃO DA PRODUÇÃO Semestre: 5 Nº ECTS: 6, Regente João Paulo Oliveira Pinto Assistente

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria. Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva. Ano Lectivo 2007/2008

FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria. Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva. Ano Lectivo 2007/2008 Mestrado em Ciências Actuarias FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva Ano Lectivo 2007/2008 1 3. A FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1.

Leia mais

PLANO DE ENSINO. CURSOS: Licenciatura em Computação, Licenciatura em Matemática, Licenciatura. MODALIDADE: Presencial

PLANO DE ENSINO. CURSOS: Licenciatura em Computação, Licenciatura em Matemática, Licenciatura. MODALIDADE: Presencial UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n Dois Irmãos. 52171-900. Recife-PE. Fone: 81 3320.6040 proreitor@preg.ufrpe.br PLANO DE ENSINO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Edital nº 12, de 12 de março

Leia mais

Os métodos para a análise de dados categóricos ocupam lugar central nas

Os métodos para a análise de dados categóricos ocupam lugar central nas Lego III: Métodos Estatísticos para Análise de Dados Categóricos (3 créditos) Prof. Carlos Antonio Costa Ribeiro Horário: Quarta-feira, das 13 às 16 horas Consultas: A combinar com o professor Objetivos

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012

Faculdade de Direito da Universidade de Macau Ano Lectivo 2011-2012 Parte I Introdução 1 Economia: conceito, objecto e método 2 Organização da actividade económica 3 Breve história da economia e dos sistemas económicos Parte II Microeconomia 4 O comportamento dos consumidores

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DO DESPORTO Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DO DESPORTO Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DO DESPORTO Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Gestão das Organizações Desportivas 3. Ciclo de Estudos

Leia mais

Áurea Sandra Toledo de Sousa

Áurea Sandra Toledo de Sousa Áurea Sandra Toledo de Sousa University of the Azores aurea@notes.uac.pt http://www.uac.pt/~aurea 1. FORMAÇÃO PRÉ-UNIVERSITÁRIA - 12º ano frequentado e concluído na Escola Secundária Antero de Quental

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS. Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS. Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt) INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt) Curso de CONTABILIDADE E FINANÇAS 1º. Ciclo Curso de GESTÃO DE RECURSOS

Leia mais

Ano Letivo: 201516. Grupo Disciplinar: Finanças ECTS: 5,0. Regime: D, PL. Semestre: S1

Ano Letivo: 201516. Grupo Disciplinar: Finanças ECTS: 5,0. Regime: D, PL. Semestre: S1 OPERAÇÕES E PRÁTICA SEGURADORA [8175214] GERAL Ano Letivo: 201516 Grupo Disciplinar: Finanças ECTS: 5,0 Regime: D, PL Semestre: S1 OBJETIVOS Os seguros são uma actividade essencial para o desenvolvimento

Leia mais

Proposta Curso Modelo Instituto dos Actuários Portugueses

Proposta Curso Modelo Instituto dos Actuários Portugueses Proposta Curso Modelo Instituto dos Actuários Portugueses Grupo de Trabalho Educação e Formação Jorge Garcia, Egídio Reis, Ana Aragão, Manuel L. Esquível Conteúdo Capítulo 1. O Curso 5 1. Preâmbulo 5

Leia mais

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2014/2015

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2014/2015 FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2014/2015 Designação Estudo do Processo Psicoterapêutico Docente (s) (Indicar também qual o docente responsável pela U.C.) Maria Eugénia Duarte Silva Creditação (ECTS) 6 ECTS

Leia mais

PLANO. Aulas teóricas Gabinete Extensão Email Página pessoal Carlos Sousa (Eq. Prof. Adjunto) Gabinete Extensão Email Página pessoal 0.

PLANO. Aulas teóricas Gabinete Extensão Email Página pessoal Carlos Sousa (Eq. Prof. Adjunto) Gabinete Extensão Email Página pessoal 0. UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA LICENCIATURA EM ENGENHARIA TOPOGRÁFICA UNIDADE CURRICULAR: ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA 1º CICLO - 1º SEMESTRE - 1º ANO - 007/008 PLANO 1.

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Engenharia Licenciatura Eng. Electrónica e Informática / Eng. Têxtil / Eng. e Gestão Industrial Unidade Curricular Economia e Gestão Semestre: 4 Nº ECTS: 6,0 Regente

Leia mais

LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO DO PERFIL DE UM CALL CENTER VISANDO O AJUSTE DE UM MODELO DE FILAS

LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO DO PERFIL DE UM CALL CENTER VISANDO O AJUSTE DE UM MODELO DE FILAS SPOLM 06 ISSN 1806-3632 Rio de Janeiro, Brasil, 15 e 16 de de 06 LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO DO PERFIL DE UM CALL CENTER VISANDO O AJUSTE DE UM MODELO DE FILAS Helinton A. L. Barbosa Departamento de Estatística

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ESTUDOS DE MERCADO Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ESTUDOS DE MERCADO Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular ESTUDOS DE MERCADO Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Marketing e Publicidade 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Uma introdução às técnicas de simulação de filas de espera para Directores Clínicos. Ismael Bernardo Ricardo Rosa Rui Assis

Uma introdução às técnicas de simulação de filas de espera para Directores Clínicos. Ismael Bernardo Ricardo Rosa Rui Assis Uma introdução às técnicas de simulação de filas de espera para Directores Clínicos Ismael Bernardo Ricardo Rosa Rui Assis 2005 Programa Projecção de dois casos de filas de espera (Bank e Supermarket)

Leia mais

Lógica Computacional

Lógica Computacional Aula Teórica 1: Apresentação António Ravara Simão Melo de Sousa Departamento de Informática, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa Departamento de Informática, Faculdade Engenharia,

Leia mais

2 Conceitos de Capital

2 Conceitos de Capital Capítulo 2 Conceitos de Capital 2 Conceitos de Capital Este capítulo tem como objetivo definir o capital na visão da instituição, interligando-o aos riscos existentes nas operações das mesmas. Além disso,

Leia mais

cadeira Modelação dos Sistemas Biológicos

cadeira Modelação dos Sistemas Biológicos cadeira Modelação dos Sistemas Biológicos, Licenciatura em Biologia, cadeira Modelação dos Sistemas Biológicos docentes Thomas Dellinger José Jesus Miguel Sequeira Informaçãoes ãoes,, distribuição de material

Leia mais

EQUIVALÊNCIA E A MATRIZ COMPANHEIRA P

EQUIVALÊNCIA E A MATRIZ COMPANHEIRA P Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais Campus Rio Pomba Coordenação de Cursos de Pós-Graduação e Pesquisa PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

Leia mais

Cadeias de Markov: Conceitos e Aplicações em Modelos de

Cadeias de Markov: Conceitos e Aplicações em Modelos de Tallyta Carolyne Martins da Silva, Valdivino Vargas Júnior Universidade Federal de Goiás, CEP 7400-970, Brasil. tallytacarol@yahoo.com.br e vvjunior@mat.ufg.br Cadeias de Markov: Conceitos e Aplicações

Leia mais

Estudo Comprobatório da Teoria das Filas pela Simulação de Eventos Discretos

Estudo Comprobatório da Teoria das Filas pela Simulação de Eventos Discretos 1 Estudo Comprobatório da Teoria das Filas pela Simulação de Eventos Discretos RESUMO O presente artigo tem como proposta comprovar a Teoria das Filas pela Simulação de Eventos Discretos (SED), através

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Unidade Universitária: Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Gestão de Investimentos Professor: Paulo Sergio Milano Bernal Carga horária: 4 DRT: 113400-5 Código da Disciplina: 18018017 Etapa: 8º Semestre

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Empresariais Licenciatura Contabilidade / Ciências Económicas e Empresariais Unidade Curricular Cálculo Comercial e Financeiro Semestre: 3 Nº ECTS: 6,0

Leia mais

Arquitetura do MEV [5] http://www4.nau.edu/microanalysis/microprobe-sem/instrumentation.html

Arquitetura do MEV [5] http://www4.nau.edu/microanalysis/microprobe-sem/instrumentation.html [5] http://www4.nau.edu/microanalysis/microprobe-sem/instrumentation.html 1> Lentes magnéticas: F = e ( E + v B) ação do campo magnético B gerada pelas lentes sobre o feixe de elétrons faz com que o sua

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular

Ficha de Unidade Curricular Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO Área Científica Gestão Ciclo de Estudos Licenciatura em Som e Imagem Ramo de Vídeo e ramo de som Carácter: Obrigatória

Leia mais

MESTRADO EM GESTÃO / (MBA)

MESTRADO EM GESTÃO / (MBA) MESTRADO EM GESTÃO / (MBA) (2007/2008) DISCIPLINA: CONTABILIDADE FINANCEIRA FINANCIAL ACCOUNTING Docente: Professor Auxiliar Convidado do ISEG/UTL jlacunha@iseg.utl.pt Objectivos da disciplina: Compreender

Leia mais

DGES DIRECÇÃO GERAL DO ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR

DGES DIRECÇÃO GERAL DO ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR 11. Plano de estudos: 1º semestre curricular (1º ano/1º semestre) QUADRO N.º 2 CRÉD ITOS Álgebra Linear A CB semestral 140 T:30, TP: 30 5 Cálculo I CB semestral 140 T:30, TP:30 5 Tópicos de Matemática

Leia mais

Investimentos e Mercados Financeiros

Investimentos e Mercados Financeiros MESTRADO EM CONTABILIDADE, FISCALIDADE E FINANÇAS EMPRESARIAIS 1º SEMESTRE 2007/2008 Investimentos e Mercados Financeiros Caderno de Exercícios nº3 Escolha da Carteira Óptima Raquel M. Gaspar 1 Teoria

Leia mais

GNB, Companhia de Seguros Vida, SA

GNB, Companhia de Seguros Vida, SA GNB, Companhia de Seguros Vida, SA Relatório e Parecer do Conselho Fiscal (Contas Individuais) Exmos. Senhores Accionistas 1. Cumprindo as disposições legais e estatutárias apresentamos, o nosso relatório

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO RUÍDO NA DETERMINAÇÃO DA DIMENSÃO DE CORRELAÇÃO EM SISTEMAS CAÓTICOS

A INFLUÊNCIA DO RUÍDO NA DETERMINAÇÃO DA DIMENSÃO DE CORRELAÇÃO EM SISTEMAS CAÓTICOS A INFLUÊNCIA DO RUÍDO NA DETERMINAÇÃO DA DIMENSÃO DE CORRELAÇÃO EM SISTEMAS CAÓTICOS Valdirene de Souza (Centro Universitário de Franca) Antônio Carlos da Silva Filho (Centro Universitário de Franca) 1

Leia mais

7º EXAME DE ADMISSÃO AO INSTITUTO BRASILEIRO DE ATUÁRIA R E G U L A M E N T O

7º EXAME DE ADMISSÃO AO INSTITUTO BRASILEIRO DE ATUÁRIA R E G U L A M E N T O 7º EXAME DE ADMISSÃO AO INSTITUTO BRASILEIRO DE ATUÁRIA R E G U L A M E N T O 2012 DO EXAME Art. 1º - Cabe à Fundação Escola Nacional de Seguros FUNENSEG, estabelecida à Rua Senador Dantas, 74 térreo,

Leia mais

Estudo de Caso no Mercado Imobiliário de Castelo Branco

Estudo de Caso no Mercado Imobiliário de Castelo Branco 23 Estudo de Caso no Mercado Imobiliário de Castelo Branco Maria Cristina Canavarro Teixeira Escola Superior Agrária, Quinta da Sra. de Mércules, 6001-909 Castelo Branco, Portugal ccanavarro@ipcb.pt Sumário

Leia mais

Prof. Josenildo dos Santos Coordenador

Prof. Josenildo dos Santos Coordenador Prof. Josenildo dos Santos Coordenador Palestrantes Prof. Josenildo dos Santos Prof. Cícero Rafael Dias Colegiado Josenildo dos Santos Álvaro Pereira de Andrade Cacilda Soares de Andrade Severino Pessoa

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DE OPERAÇÕES Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DE OPERAÇÕES Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular GESTÃO DE OPERAÇÕES Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Gestão de Empresa 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

TEORIA DE J. BRUNER. importância das influências sociais. J. Bruner et al. (1966) Studies in cognitive growth. New York. John Wiley & Sons.

TEORIA DE J. BRUNER. importância das influências sociais. J. Bruner et al. (1966) Studies in cognitive growth. New York. John Wiley & Sons. FCTUC - Psicologia Educacional II - 05/06 Bruner 1 TEORIA DE J. BRUNER Jerome BRUNER USA (1915-) construtivista aluno activo métodos activos método da descoberta socio-interaccionista importância das influências

Leia mais

Análise de Persistência de Participantes em Planos de Previdência

Análise de Persistência de Participantes em Planos de Previdência Roberta de Souza Chun Análise de Persistência de Participantes em Planos de Previdência Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre pelo Programa

Leia mais

Uma introdução à Teoria das Filas

Uma introdução à Teoria das Filas Uma introdução à Teoria das Filas Introdução aos Processos Estocásticos 13/06/2012 Quem nunca pegou fila na vida? Figura: Experiência no bandejão Motivação As filas estão presentes em nosso cotidiano,

Leia mais