NºAULAS PONTO PROGRAMA Cap INTRODUÇÃO 1

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1 ECONOMIA MONETÁRIA E FINANCEIRA CURSO de ECONOMIA NºAULAS PONTO PROGRAMA Cap INTRODUÇÃO 1 Porquê estudar mercados financeiros? Porquê estudar os bancos e as outras instituições financeiras? Porquê estudar a moeda e a política monetária? 4 2 SISTEMA FINANCEIRO e MOEDA 2.1. SISTEMA FINANCEIRO Fluxos de Financiamento numa economia Tipos de Mercados Financeiros Internacionalização dos Mercado Financeiros Funções dos Intermediários Financeiros Tipos de Intermediários Financeiros Regulação do Sistema Financeiro MOEDA Conceito de Moeda Funções da Moeda Evolução do Sistema de Pagamentos Medidas de Moeda 3 1ª AVALIAÇÃO INTERCALAR LEITURA TAXAS DE JURO 3.1. DEFINIÇÕES E MEDIDAS DE TAXAS DE JURO Valor Actualizado Tipos de Instrumento de Crédito Definição de taxa de juro: Taxa de Rendimento até à maturidade (Yield to Maturity) Rendimento Corrente Rendimento Actualizado Taxa de juro versus Taxa de retorno Maturidade e Volatilidade da taxa de retorno das obrigações: 4 Risco de taxa de juro Taxa de juro nominal versus taxa de juro real COMPORTAMENTO DAS TAXAS DE JURO Determinantes da Procura de activos Oferta e Procura no Mercado Obrigacionista Procura e Oferta de Obrigações como o espelho da Oferta e 5

2 Procura de Fundos Disponíveis Abordagens alternativas : A Teoria da Preferência pela Liquidez 5 Taxa de juro de equilíbrio segundo a Teoria Keynesiana 3.3. ESTRUTURA DAS TAXAS DE JURO Risco e estrutura por risco das taxas de juro Outros factores justificativos da existência de diferentes taxas de juro para activos de uma mesma maturidade Estrutura por prazo das taxas de juro Definição Teoria das Expectativas Teoria do Prémio de Liquidez Teoria da Segmentação do Mercado e do Habitat preferido 6 2ª AVALIAÇÃO INTERCALAR LEITURA 2 LEITURA MERCADO ACCIONISTA, TEORIA DAS EXPECTATIVAS RACIONAIS E HIPÓTESE DO MERCADO EFICIENTE 4.1. CÁLCULO DO PREÇO DE UMA ACÇÃO Modelo de avaliação de um período Modelo generalizado de avaliação de dividendos Modelo de crescimento de Gordon Como é que o mercado estabelece o preço das acções TEORIA DAS EXPECTATIVAS RACIONAIS APLICAÇÃO DA TEORIA DAS EXPECTATIVAS RACIONAIS AO 7 MERCADO FINANCEIRO: HIPÓTESE DO MERCADO EFICIENTE Definição e racionalidade da hipótese de mercados financeiros 7 eficientes Versão forte da hipótese Evidência empírica sobre a hipótese MERCADO DE CÂMBIOS 5.1. MERCADOS DE CÂMBIOS E TAXAS DE CÂMBIOS DETERMINAÇÃO DAS TAXAS DE CÂMBIO NO LONGO PRAZO Princípio do preço único Teoria da Paridade dos Poderes de Compra Factores que influenciam a taxa de câmbio de longo prazo DETERMINAÇÃO DAS TAXAS DE CÂMBIO NO CURTO PRAZO Condição da paridade das taxas de juro Equilíbrio no mercado de câmbios Factores que influenciam a taxa de câmbio de curto prazo 19 LEITURA 4 3ª AVALIAÇÃO INTERCALAR

3 4 6. INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 6.1. ANÁLISE ECONÓMICA DA ESTRUTURA FINANCEIRA Evidências sobre a estrutura financeira Custos de Transacção e Estrutura financeira Selecção Adversa e o problema dos limões Risco moral no Mercado de Títulos de Participação Risco moral no mercado de Títulos da Dívida Crises Financeiras 6.2. BANCOS 10/ Inovação Financeira e Evolução da Indústria Bancária Consolidação Bancária Regulação Bancária 6.3. DERIVADOS Derivados e Cobertura de Risco Contratos Forward Contratos de Futuros Opções Swaps de Taxas de Juro LEITURA 5 LEITURA 6 LEITURA 7 LEITURA 8 LEITURA PROCURA DE MOEDA 7.1. TEORIA QUANTITATIVA DA MOEDA TEORIA KEYNESIANA DA PREFERÊNCIA PELA LIQUIDEZ TEORIAS NEO-KEYNESIANAS DA PROCURA DE MOEDA Modelo de Baumol Modelo de Tobin 7.4. FRIEDMAN E A NOVA TEORIA QUANTITATIVA DIFERENÇAS ENTRE A ABORDAGEM QUANTITATIVA E 22 KEYNESIANA 4ª AVALIAÇÃO INTERCALAR 5 8. OFERTA DE MOEDA Tx. Equipa 8.1. ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL DO PROCESSO DE CRIAÇÃO MONETARIA NA ZONA EURO SEBC e BCE Eurosistema 8.2. OS AGREGADOS MONETÁRIOS DA ÁREA DO EURO E RESPECTIVAS CONTRAPARTIDAS Balanço Agregado do Eurosistema Balanço Agregado das IFM da Area do Euro (excluindo

4 Eurosistema) Balanço Consolidado das IFM da Area do Euro (incluindo Eurosistema) Multiplicador monetário 6 9. POLÍTICA MONETÁRIA 9.1. OBJECTIVOS DA POLÍTICA MONETÁRIA INSTRUMENTOS DA POLÍTICA MONETÁRIA MECANISMOS DE TRANSMISSÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA POLÍTICA MONETÁRIA NA ÁREA EURO PM BCE Objectivos e Estratégia da política monetária única Execução da política monetária única LEITURA 10 LEITURA 11 LEITURA 12 LEITURA 13 LEITURA 14 LEITURA 15 5ª AVALIAÇÃO INTERCALAR BIBLIOGRAFIA Mishkin, Frederic S. (2004) The Economics of Money, Banking and Financial Markets, Seventh Edition, Addison, Wesley, Longman. ISBN: PM BCE BCE (2001), A Política Monetária do BCE. No site da disciplina Programa e bibliografia detalhados por ponto do programa Textos complementares Exercícios 1 Avaliação de conhecimentos em Economia Monetária e Financeira Para a avaliação de conhecimentos na disciplina são consideradas, de acordo com o RGAC, duas formas de avaliação: - avaliação para dispensa de exame final

5 - avaliação por exame final, que ocorrerá em três épocas: época normal, época de recurso e época especial Avaliação para dispensa de exame final (PADEF) 1) Esta forma de avaliação consiste na participação nas actividades lectivas desenvolvidas na disciplina ao longo do semestre e na realização de um teste escrito individual. 2) A componente de participação nas actividades lectivas compreende a realização de: a) Exercícios/fichas individuais, a realizar no período da aula. b) Apresentação do comentário de um texto, a realizar em grupo 3) No que respeita ao comentário de texto, o mesmo será preparado em grupo, fora do período das aulas. A sua apresentação na aula será feita por um só elemento do grupo, seleccionado aleatoriamente no momento da apresentação. A mesma nota será atribuída a todos os elementos do grupo. 4) A classificação da componente de participação nas actividades lectivas será atribuída da seguinte forma: a) quem tiver menos do que quatro classificações a nota será de 0; b) quem tiver quatro ou mais classificações, sendo uma delas obrigatoriamente o comentário a um texto, a classificação resultará da média da classificação do comentário com as três classificações mais elevadas nas restantes participações, atribuída numa escala de 0 a 20 valores. 5) A classificação final no PADEF será calculada da seguinte forma: a) Nos casos em que a média obtida na componente de participação nas actividades lectivas for superior à classificação obtida no teste escrito: a classificação final do PADEF resulta da média ponderada da classificação da componente de participação nas actividades lectivas, com uma ponderação de 40%, e da classificação obtida na prova escrita individual, com uma ponderação de 60%. b) Nos casos em que a média obtida na componente de participação nas actividades lectivas for superior a zero e inferior à classificação obtida no teste escrito: a classificação final do PADEF é igual nota obtida no teste escrito individual. c) Nos casos em que a média obtida na componente de participação nas actividades lectivas for igual a 0: classificação final do PADEF resulta da média ponderada da classificação da componente de participação nas actividades lectivas, com uma ponderação de 30%, e da classificação obtida na prova escrita individual, com uma ponderação de 70%. 6) Obtém aprovação na disciplina quem obtiver cumulativamente os seguintes resultados: a) uma classificação final, calculada da forma descrita anteriormente, igual ou superior a 10 valores;

6 b) uma classificação na prova escrita individual igual ou superior a 7 valores. 7) A prova escrita individual será efectuada sem possibilidade de consulta de elementos de estudo durante a prova. 8) Os alunos têm o direito de reclamação sobre a classificação atribuída na prova escrita. Para esse efeito deverão apresentar por escrito, ao responsável da disciplina, uma reclamação no período definido para o efeito identificando as questões em que consideram que a classificação atribuída não foi correcta bem como a respectiva fundamentação. Avaliação por exame final (PAEF,PAER, PAEE) A avaliação por exame final consistirá na realização de uma prova escrita individual com uma única chamada, a realizar sem possibilidades de consulta.

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