Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Araçatuba - SP

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1 1 Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Araçatuba - SP MISSÃO SALESIANA DE MATO GROSSO PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Araçatuba São Paulo

2 2 Índice Geral do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1. DADOS GERAIS DO CURSO CONCEPÇÃO DO CURSO Missão / Finalidade do curso Objetivos do curso Justificativas do curso CORPO DOCENTE COMPONENTES CURRICULARES Grade Curricular Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Critérios de Aproveitamento e Procedimento de Avaliação de Competências Profissionais Anteriormente Desenvolvidas Certificações Ementários SINTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Perfil do Curso Programa de Apoio Didático/Pedagógico ao Docente Perfil do Egresso Áreas de Atuação Forma de Acesso ao Curso Atividades Complementares Institucionais Atividades Complementares do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Estágio Curricular Trabalho de Conclusão de Curso Avaliações do Projeto Final de Curso... 46

3 3 1. DADOS GERAIS DO CURSO Denominação do curso: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tipo: Tecnólogo Modalidade: Presencial Local de Oferta: Campus de Araçatuba Nº Total de Vagas ao Ano: 120 noturno Carga Horária total do curso: 2640 horas-aula Turno de Funcionamento: Noturno Coordenadora do Curso: Professora Msc. Maria Aparecida Teixeira Regime: Integral Dedicação Exclusiva 2. CONCEPÇÃO DO CURSO Os avanços tecnológicos em várias áreas do conhecimento têm introduzido mudanças radicais em todo o mundo, em um ritmo cada vez mais acelerado. No que diz respeito à área de computação e informática, o mercado de trabalho tem exigido a formação de profissionais capacitados a promover o desenvolvimento científico e tecnológico da computação através de pesquisas inovadoras e da aplicação de conhecimentos técnicos e científicos adquiridos. A Tecnologia da Informação compreende os conceitos, métodos, ferramentas e sistemas usados para criar, armazenar, administrar, transmitir e analisar a informação. Essa tecnologia, que acompanha o homem desde os primórdios da civilização, está passando atualmente por um processo acelerado de transformação, devido principalmente ao uso intensivo dos computadores e das redes de comunicação. Os impactos sociais e econômicos decorrentes da introdução da tecnologia da informação computadorizada são enormes, razão que explica o grande volume de investimentos e, consequentemente, pessoas engajadas no seu desenvolvimento e uso. Nesse contexto, novos conceitos, métodos e ferramentas são introduzidos constantemente, levando os profissionais que atuam na área, tanto em instituições acadêmicas como em empresas do setor produtivo, a se envolver num processo de aprendizado e atualização contínuos. A grande procura por profissionais de informática é uma tendência que vem se mantendo há vários anos. O desenvolvimento de novas aplicações e a consolidação do uso do computador em praticamente todos os ramos da atividade humana sinalizam para a manutenção destas boas perspectivas de colocação profissional. O curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas visa formar profissionais com bases científicas e tecnológicas para atuar na área de informática, utilizando e/ou desenvolvendo recursos computacionais. A sociedade contemporânea vem sofrendo mudanças estruturais muito acentuadas, em relação à criação e dependência de novas necessidades de informação e

4 4 mudanças no paradigma de atuação profissional. Isto está implicando em uma maior demanda por profissionais, com formações muito diferenciadas daquelas tradicionalmente oferecidas. Esse quadro tem propiciado o surgimento de novas oportunidades profissionais e exigido um nível de qualificação e capacitação de excelência por parte daquelas pessoas que resolveram se dedicar as atividades da área. Vale considerar que o mundo moderno está inserido num ambiente altamente complexo, dependente de tecnologias sofisticadas, além da busca incessante por informação. Tudo isto exige recursos tecnológicos imprescindíveis ao desempenho das mais diversas atividades sócio-econômicas. Cabe ressaltar que a computação é uma área em acelerado processo de evolução, tendo experimentado um assustador crescimento nas últimas décadas, dificilmente verificado em outra área tecnológica. As tendências, hoje vislumbradas para o futuro da tecnologia, apontam para um desenvolvimento cada vez mais intenso de novas tecnologias. A Internet, que se mostra como uma grande ferramenta para as empresas e de enorme utilidade no uso doméstico e até mesmo escolar, depende de novos e enormes recursos computacionais e tecnológicos. O impacto dessa tecnologia está mudando tanto o comportamento das pessoas quanto as estruturas das empresas. O desenvolvimento da ciência e da tecnologia nos dias atuais, de um modo geral, deve-se em muito à utilização, em maior ou menor grau, de recursos computacionais, os quais têm permitido aos pesquisadores exercitarem incursões em muitas áreas até então inatingíveis. Nesse contexto, é inequívoca a existência de um imenso mercado para profissionais de Tecnologia nos mais variados segmentos da economia, incluindo os profissionais do ensino. A grade curricular deste curso cobre os conteúdos básicos da Matemática e da Computação, mas buscando sempre uma maior ênfase na aplicação das teorias do que no desenvolvimento das mesmas. A procura pelo curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas advém também da crescente presença da tecnologia eletrônica de controle em todos os aspectos da vida atual, como por exemplo: equipamentos mecânicos, industriais, eletrodomésticos, equipamentos hospitalares, agroindústrias, usinas hidroelétricas, gasodutos, veículos automotores, semáforos, elevadores, equipamentos de telecomunicações, equipamentos em geral e até mesmo de prédios ditos inteligentes, incluindo hospitais, com sensores e atuadores para uma melhor segurança e utilização de energia. A automação de todas as atividades, principalmente industriais, é essencial para o desenvolvimento econômico do país e região. Com o passar dos anos e a crescente industrialização do estado e da região, inclusive agroindústrias, além das outras áreas de

5 5 atuação, cresce a necessidade de profissionais que possam atuar no desenvolvimento, projeto, instalação e manutenção de tais controladores, bem como na implantação de projetos de automação comercial. Assim, faz-se necessária a formação de profissionais com a visão interdisciplinar indispensável ao processo de automação e com a capacidade de utilizar adequadamente, neste processo, as novas tecnologias da informática em uma interação com o mundo físico Missão / Finalidade do curso O UniSALESIANO de Araçatuba ao oferecer o curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas se compromete com a comunidade regional e com a sociedade em geral, em formar um profissional para atuar junto a comunidade usando a tecnologias da informação para integrar os sistemas computacionais e seus órgãos administrativos. A nossa missão é incentivar a cultura e o profissionalismo, buscando o desenvolvimento do ser humano nas mais variadas áreas do conhecimento Objetivos do curso O curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem por objetivo a formação de profissionais para atuação em planejamento, análise, utilização e avaliação de modernas tecnologias de informação aplicadas às áreas administrativas e industriais, em organizações públicas e privadas. Para atingir este objetivo, um curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas deve propiciar formação multidisciplinar que permita a compreensão dos novos paradigmas tecnológicos, tal formação deve permitir ao egresso deste curso planejar e implementar sistemas integrados de informação. Com isso, a estrutura curricular documentada neste projeto pedagógico divide as disciplinas em três grandes áreas: A1: Área de formação Básica - Lógica e Algoritmos - Lógica Computacional - Matemática Computacional - Estrutura de Dados - Linguagens de Programação - Arquitetura de Computadores - Hardware - Análise e Projeto Essencial e Orientado a Objetos A2: Área de formação tecnológica

6 6 - Sistemas Operacionais - Redes de Computadores - Gerência Integrada de Redes - Modelagem de Sistemas - Banco de Dados - Engenharia de Software - Técnicas de Segurança em Redes A3: Área de formação complementar - Comunicação e Expressão - Inglês Instrumental - Doutrina Social Cristã - Computação Gráfica - Computação Gráfica aplicada a Internet - Metodologia do Trabalho Cientifico - História e Cultura Afro-Brasileira - Libras 3.1 Objetivos por área disciplinar A1: Área de Formação Básica As disciplinas desta área tem como objetivo: Aperfeiçoar o raciocínio exato do aluno, buscando e estimulando a aquisição do raciocínio lógico, necessário para a construção de programas; Adquirir conhecimentos de matemática discreta, cálculo diferencial e integral e probabilidade e estatística. A aquisição dos conhecimentos básicos de informática, hardware ou software; Aquisição da lógica necessária para programação de computadores; Desenvolvimento de técnicas para estruturação de programas; Conhecimento de Linguagens de programação; Manipulação de Estruturas de Dados e métodos de ordenação e pesquisa; Conceber, especificar, projetar, construir, avaliar e adaptar sistemas digitais; Adquirir conhecimentos quanto a organização de computadores: convencionais, não convencionais e arquiteturas paralelas. A2: Área de Formação Tecnológica As disciplinas deste grupo auxiliam a formação do profissional nos seguintes aspectos:

7 7 Análise, projeto, desenvolvimento e administração de redes de computadores; Instalação e Gerenciamento de Sistemas Operacionais; Análise e implantação de projetos de segurança em sistemas de computação; Adquirir conhecimentos referentes a arquivos quanto a organização, forma de acesso e armazenamento; Desenvolver programas utilizando conceitos de banco de dados; Conhecer as tendências do mercado no que se refere a Banco de Dados; Conhecer os métodos de engenharia de software; A3: Área de Formação Complementar Estudo dos mecanismos e procedimentos para criação de pequenas e microempresas; Conhecer técnicas de gerenciamento e marketing empresarial; Leitura e interpretação de textos, adequação gramatical e produção de textos na língua portuguesa; Leitura e interpretação de textos da língua inglesa; Conhecer o direito fundamental que rege o profissional de informática; Adquirir métodos para desenvolvimento e escrita de pesquisa acadêmica; Formação humanística e Cristã; Conhecer as tendências tecnológicas em voga; Conhecer ferramentas de computação gráfica Justificativas do curso De acordo com os números do IBGE, referente ao censo de 2008, no Brasil o setor de Informática somava empresas, gerando um total de postos de trabalho e envolvendo recursos num total aproximado de 162,2 bilhões de reais. As matrículas na educação profissional cresceram 74,9% entre 2002 e 2010, segundo dados oficiais do Censo Escolar. Em 2010, o país tem 1,1 milhão de jovens na educação profissional, enquanto em 2002 eles somavam No mesmo período, a rede federal de educação profissional passou de alunos para , o que representa crescimento de 114%. A trajetória de expansão da educação profissional também pode ser vista entre 2007 e Em 2007, as matrículas eram Ao alcançar em 2010, o crescimento é de 46% no intervalo. Estes números indicam que há um grande número de potenciais alunos para o ensino profissional tecnológico no país, pois esta modalidade de curso tem grande capacidade de se adaptar às mudanças do mercado por ter seu currículo focado no objeto do curso. Outra vantagem é a possibilidade de formação em menos tempo o que leva muitos egressos da educação básica e profissional (técnico) a optarem por eles.

8 8 A partir da análise da evolução do mercado na área da informática se apresenta de forma evidente o enorme crescimento do setor, com seus efeitos compreendendo todos os demais setores econômicos, tornando-se condição indispensável para a evolução dos negócios, talvez para a viabilização destes, num mercado cada vez mais globalizado. Para fazer frente a esta realidade o trabalhador brasileiro deve buscar no ensino profissional tecnológico a sua qualificação, para não ficar a margem dos índices da economia formal, na informalidade ou, ainda, no desemprego. A ampliação e a melhoria contínua da qualidade dos cursos da educação profissional são fundamentais para que os trabalhadores brasileiros possam aumentar a sua empregabilidade e disputar as novas oportunidades que o mercado globalizado oferece. De acordo com o último censo da Educação Superior, o crescimento em seis anos nesta modalidade de formados foi de 577%, sendo que alunos receberam o diploma de tecnólogo em 2008 contra em Os números mostram que os cursos superiores de tecnologia continuam em crescimento. De acordo com o último censo, realizado pelo Inep, 412 mil estudantes estão matriculados em um curso do tipo, quantidade 19% maior que a do ano anterior e correspondente a 7% dos estudantes do ensino superior De acordo com o último censo realizado pelo Inep, em 2008, o Brasil dispunha de cursos superiores de tecnologia. Existem 105 (cento e cinco) modalidades diferentes, sendo ofertadas em todas as áreas profissionais. O volume de processos nos quais é solicitada autorização para oferta de cursos superiores de tecnologia e os dados do censo do ensino superior indicam que há demanda substancial pela oferta de cursos superiores de tecnologia. Na condição de modalidade educacional, a educação profissional ocupa um capítulo específico dentro do título que trata dos níveis e modalidades de educação e ensino, sendo considerada como um fator estratégico de competitividade e desenvolvimento humano na ordem econômica mundial. O mercado de trabalho está se transformando com muita velocidade e exigindo uma rápida adaptação da sociedade. A demanda por mão de obra especializada explica a crescente oferta de cursos superiores de tecnologia. Pesquisa do ministério do Trabalho indica que 93% dos formados em cursos tecnológicos começam a trabalhar em até um ano após a conclusão do curso, sendo que mais de 70% na área em que se graduaram. O curso de Tecnologia existente na instituição desde 1993, Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, é bastante procurado pelos alunos do curso Técnico de Informática do Colégio Salesiano que ao terminarem o 2 grau profissionalizante seguem num curso superior na mesma instituição e por alunos da região de Araçatuba que encontram nesta instituição um referencial de qualidade. Os

9 9 alunos demonstram grande interesse em cursos na área de desenvolvimento de jogos o que nos despertou para a possibilidade de criação de um curso especifico nesta área. A região de abrangência da instituição agrega aproximadamente 43 municípios, fora a influência exercida em outras regiões. A cidade de Araçatuba possui na sua totalidade, 63 cursos de Formação Superior, isso a transforma em um potencial pólo de Educação e Ensino, sendo procurado por estudantes da região e de outras localidades do estado e do país. Outro fator importante a ser citado é o valor acessível da mensalidade, pois esta instituição é uma entidade filantrópica e como tal além de praticar valores acessíveis também oferece bolsas de estudo. A grade curricular do curso, para o qual pedimos a reconhecimento neste documento, Tecnologia em Jogos Digitais, fundamentou-se no Parecer CNE/CES 436/2001 que estabelece o caráter dos cursos tecnológicos como cursos de graduação de duração reduzida, possibilitando o ingresso de profissionais especializados no mercado de trabalho. Nossa instituição fez uma análise de tais documentos e assim, visando o atender a carência deste profissional, principalmente regional, criou o currículo proposto neste relatório. O curso de Tecnologia em Jogos Digitais, com foco nas atividades de projeto e desenvolvimento, é um curso de graduação tecnológica que atenderá a dois perfis de aluno: o profissional que necessita aperfeiçoar-se rapidamente e o egresso do ensino médio (normal ou técnico), que deseja obter uma qualificação profissional para uma inserção competente, e de curto prazo, no mercado de trabalho de produção de jogos de computador. 3. CORPO DOCENTE

10 10 NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO DISCIPLINAS LECIONADAS Alexandre Marcelino Silva da Mestre Parcial Programação Visual Programação Visual-Banco de Dados Programação Visual-Cliente Servidor Programação Visual-SAD Linguagem para Aplicações Internet Linguagem Avançada para Internet Técnicas de Segurança em Redes Programação para Dispositivos Móveis Amadeu zanon Neto Carlos Eduardo de Souza Zambon Francisco Antonio Souza de Gabriela Cristina Mendes Rahal Giuliano Pierri Stevan Hercules Farnesi Cunha Karina Mitiko Toma Especialista Parcial Computação Gráfica Computação Gráfica aplicada a Internet Mestre Parcial Sistemas Operacionais Redes de Computadores Gerência de Redes Especialista Parcial Introdução a Banco de dados Banco de Dados-Cliente Servidor TCC Projeto Final de Curso Mestre Integral Lógica Computacional Matemática Computacional Doutor Parcial Hardware Mestre Parcial Comunicação e Expressão Mestre Parcial Lógica e Algoritmos Lógica Computacional Linguagem Cientifica Estrutura de Dados

11 11 Lucilena Lima de Mestre Lógica e Algoritmos Arquitetura de Computadores Linguagem Cientifica Linguagem de Programação Orientada a Objetos Luigi Favero Mestre Integral Doutrina Social Cristã Maria Aparecida Mestre Integral Lógica e Algoritmos Linguagem Cientifica Teixeira Marisa Geralda Barbosa Doutora Parcial Metodologia Cientifica História e Cultura Afro-Brasileira Patricia Especialista Horista Inglês Instrumental Corazza Corassa Pedro Pereira Especialista Parcial Programação Visual de Souza Programação Visual-Banco de Dados Programação Visual-Cliente Servidor Programação Visual-SAD Sérgio Tonsig Luis Mestre Parcial Linguagem de Script I e II Análise e projeto Essencial Análise e Projeto de Sistemas OO Modelos de Qualidade para Gestão de TI Modelagem de Sistemas Engenharia de Software Sueli Nascimento do Especialista Horista Libras 4. COMPONENTES CURRICULARES

12 Grade Curricular Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas O Currículo Pleno proposto ao curso assim se estrutura, com identificação de conjuntos, componentes didáticos e duração específica: 1º termo Disciplina Créditos Teórica Prática Total Pré- Requisito 1 Lógica Computacional Comunicação e Expressão Inglês Instrumental Lógica e Algoritmos Doutrina Social Cristã Computação Gráfica Total º termo Disciplina Créditos Teórica Prática Total Pré- Requisito 7 Arquitetura de Computadores Matemática Computacional Computação Gráfica aplicada a Internet 10 Linguagem Cientifica Hardware Total º termo Disciplina Créditos Teórica Prática Total Pré- Requisito

13 13 12 Programação Visual Linguagens de Script I Análise e Projeto Essencial Linguagem de Programação Orientada a Objetos 16 Sistemas Operacionais Total º termo Disciplina Créditos Teórica Prática Total Pré- Requisito 17 Programação Visual-Banco de Dados Análise e Projeto de Sistemas Orientado a Objetos 19 Introdução à Banco de dados Modelos de Qualidade para Gestão de TI 21 Redes de Computadores Estrutura de Dados Linguagens de Script II Total º termo Disciplina Créditos Teórica Prática Total Pré- Requisito 24 Programação Visual Cliente-Servidor Banco de Dados Cliente-Servidor Linguagem para Aplicações Internet Trabalho de Conclusão de Curso Gerência Integrada de Redes Metodologia do Trabalho Cientifico Modelagem de Sistemas História e Cultura Afro-Brasileira Total

14 14 6º termo Disciplina Créditos Teórica Prática Total Pré- Requisito ,24 32 Programação Visual Sistemas de apoio à Decisão 33 Engenharia de Software Programação Avançada para Internet Projeto Final de Curso Técnicas de Segurança em Redes Língua Brasileira de Sinais Programação para Dispositivos Móveis 39 Atividades Complementares (Meio Ambiente) Total Atividades Complementares extracurriculares a serem cumpridas a partir do 3º termo Carga Horária Total : 2640 h/a Carga Horária sem TCC e Atividades Complementares: 2440 h/a ou 2033h/r Integralização: Mínima: 3 anos Máxima: 5 anos Atividades Complementares fora da grade curricular: 80 h/a distribuídas em 4 (quatro) semestres (20 h/a cada semestre a serem cumpridas na Semana de Seminários) Todas as disciplinas propostas na grade curricular possuem objetivos em comum: transmitir compromisso, seriedade, responsabilidade, senso crítico, ética, capacidade para trabalhar em equipe e estímulo a pesquisa e leitura. Nas tabelas abaixo serão comentados objetivos técnicos e individuais vinculados a cada disciplina.

15 Critérios de Aproveitamento e Procedimento de Avaliação de Competências Profissionais Anteriormente Desenvolvidas A flexibilização curricular no curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é obtida através de mecanismos como: Aproveitamento de Estudos e Prova de Suficiência em disciplinas da grade. Como preceitua o Art 9º da resolução CNE/CP nº3/2002 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Tecnologia: As competências profissionais adquiridas em cursos regulares serão reconhecidas mediante análise detalhada dos programas desenvolvidos, à luz do perfil profissional de conclusão do curso; e as competências profissionais adquiridas no trabalho serão reconhecidas mediante a avaliação individual do aluno. O aproveitamento de estudos consiste no aproveitamento de disciplinas cursadas anteriormente em outras instituições ou na própria instituição. È realizado através da análise do histórico e ementário da disciplina que devem corresponder ao conteúdo e à carga horária da grade curricular vigente, a análise é realizada pelo professor da disciplina e/ou coordenador do curso. A Prova de Suficiência foi regulamentada pelo Conselho de Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas desde 2004 e é utilizada nos mesmos moldes para os cursos de Engenharia da Computação e Tecnologia em Jogos Digitais. O regulamento está transcrito a seguir. REGULAMENTO PROVAS DE SUFICIÊNCIA CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Art.1º. O presente Regulamento disciplina o funcionamento das Provas de Suficiência do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium. Art.2º. Este mecanismo tem por finalidade a implantação da flexibilização curricular amplamente recomendada pelos órgãos governamentais na área de avaliação da educação. CAPÍTULO II DA APLICAÇÃO DA PROVA

16 16 Art.3º. O Conselho de Curso define como regras gerais para a aplicação da prova: O candidato a Prova de Suficiência deve protocolar seu pedido junto à secretaria da instituição apresentando os seguintes documentos: se aluno da instituição deve apresentar seu histórico escolar; se aluno novo deve apresentar o histórico de curso técnico ou documento que prove sua comprovada experiência na matéria em que pleiteia a prova; O pedido será analisado pelo Conselho de curso para a aprovação ou não da aplicação desta prova, uma vez ouvido o Conselho o pedido é encaminhado ao Diretor pedagógico. CAPÍTULO III DA ELABORAÇÃO E AVALIAÇÃO DA PROVA Art. 4º. A elaboração da prova fica a cargo do professor titular da disciplina e constará de todo o conteúdo aplicado regularmente em sala de aula; Art.5º. A avaliação da prova será feita por uma banca composta pelo professor titular da disciplina e mais dois professores do curso escolhidos pela coordenação do curso. Art.6º. A aprovação será obtida mediante a obtenção da média 7,0 (sete) sem direito a revisões. CAPÍTULO IV DO REGISTRO DA PROVA Art. 7º. A aplicação desta prova será registrada em Ata que deve ser assinada pelo aluno e pelos componentes da banca examinadora; CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 8º. Os casos omissos serão resolvidos pela coordenação do curso ou órgão superior, de acordo com a competência dos mesmos Certificações

17 17 A integralização da grade curricular na sua totalidade (2600h/a) confere o direito à titulação em Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. A integralização da grade até o módulo 3 (3º termo) cuja carga horária é de 1200 h/a confere o direito à Qualificação Profissional em Projetista de Aplicações Web Ementários 1º TERMO Lógica Computacional Ementa Introdução à Lógica. Lógica Proposicional e Cálculo de Predicados: Sintaxe, Regras de Inferências, Prova de Teoremas. DAGHLIAN, J. Lógica e álgebra de Boole. São Paulo : Atlas, ALENCAR FILHO, Edgard de; Iniciação a Lógica Matemática; SP; Ed. Nobel; OLIVA, Alberto et al; Introdução a Lógica; Ed. Zahar, GALLIER, J. Logic for computer science. New York : J. Wiley & Sons, Comunicação e Expressão Ementa Produção e reescrita de diferentes tipos de texto usando corretamente as regras gramaticais da língua portuguesa, principalmente o sistema ortográfico e os recursos de pontuação, expressando-se de maneira adequada. Leitura e interpretação de textos para apreender a mensagem principal e para verificar as funções e elementos da teoria da comunicação. Adequação gramatical nas diferentes e variadas modalidades redacionais: argumentativa, reflexiva, narrativa e descritiva. Experiências de liberação da linguagem e pensamento em práticas de técnicas redacionais diversas. Aprofundar os conhecimentos no uso da linguagem escrita para a criação de roteiros de histórias. CEGALLA, Domingos P. Novíssima gramática da Língua Portuguesa. 30ª. ed. São Paulo: Nacional, 1988.

18 18 PLATÃO & FIORIN. Lições de texto: leitura e redação. 2ª. ed. São Paulo: Ática, SAVIOLI, Francisco P.; FIORIN, José L.; Para Entender o Texto:Leitura e Redação; Ed.Atica. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 8ª. ed. São Paulo: Ática, ex GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 13ª. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, MEDEIROS, João Bosco. Correspondência: técnicas de comunicação criativa. 11ª. ed. São Paulo: Atlas, ex-1985 Inglês Instrumental Técnicas básicas para compreensão da língua inglesa mediante aquisição progressiva das estruturas lingüísticas elementares e de maior freqüência. Sistematização do uso de tempos verbais simples e dos mais empregados. Leitura, entendimento e interpretação de textos específicos, da área de informática, visando à exploração dos termos técnicos e a compreensão global da mensagem. Emprego correto e ampliação do vocabulário técnico elementar relacionado com a informática ED. CAMPUS; Dicionário de informática: Inglês-Português, Português-Inglês; RJ; Ed.Campus;1993. GALANTE, Terezinha P. & LÁZARO, Svetlana P; Inglês básico para informática; 3ªed.; SP; Ed.Atlas; GALLO, L.R.; Ingles Instrumental Para Informática - Modulo 1; 1ª.ed.;Icone Editora, 2008 SILVA, Ivanete T. A.; Michaelis; ed. Melhoramentos; XIMENES, Fernando B.; Dicionário de Informática: Inglês-Português/Português- Inglês; Ed. Campus; MUNHOZ, R.; Inglês Instrumental: Estratégias de leitura; 2ªed.; SP; Ed.Centro Paula Souza; Lógica e Algoritmos

19 19 Conceitos Básicos de Lógica de Programação. Tipos de Dados Primitivos.Variáveis e Constantes. Estrutura Genérica de um Algoritmo. Atribuição de valores. Operadores matemáticos, relacionais e lógicos. Expressões Lógicas e Aritméticas. Entrada e Saída de Dados. Blocos de Execução. Estruturas de Decisão. Estruturas de Repetição. Estruturas de Dados Básicas. Modularização. Estilo e Qualidade de Programação. Bibliografia Básica ASCENCIO, A. F. G.; CAMPO, E.A.V.; Fundamentos da Programação de Computadores; 3ed; RJ; Prentice-Hall; FORBELLONE, André Luiz Villar; EBERSPACHER, Henri Frederico; Lógica de Programação - A Construção de Algoritmos e Estruturas de Dados; 2ED; SP; Makron Books; MISRAHI, Viviane Victorine; Treinamento em Linguagem C++ - Curso Completo Módulo 1; SP; Ed.McGraw Hill; Bibliografia Complementar SALIBA, Walter Luiz Caram ; Técnicas de programação: uma abordagem estruturada; SP; Makron Books; 1992 GUIMARÃES, A. M., LAGES, A. C.; Algoritmos e Estrutura de dados; RJ; LTC; 1985 DAWSON, M.; Beginning C++ Through Game Programming; Ed. Thomson; Doutrina Social Cristã Introdução à Teologia. Fenomenologia religiosa. Religião, Ciência e Espiritualidade. As religiões no mundo. Iniciação à Bíblia. Jesus Cristo. Início e propagação do Cristianismo. Introdução geral à teologia. A ciência teológica, sua significação e importância. Fenomenologia Religiosa. O fenômeno religioso. Religião. Elementos constitutivos da religião. Religião, Ciência e Espiritualidade. As Religiões no Mundo: Religiões Sapienciais: Hinduísmo, Budismo, Confucionismo, Taoísmo e Xintoísmo; Religiões Proféticas: Judaísmo, Islamismo e Cristianismo; Religiões Espirituais: Espiritismo, Cultos Afro-brasieliros; Atitudes Filosóficas: Maçonaria, Seicho-No-Iê. Iniciação À Bíblia. Estruturação e história da Bíblia. Chaves de leitura e interpretação dos escritos bíblicos. Jesus Cristo. Evangelhos. A doutrina do cristianismo. Vida Cristã e a Atividade Profissional. JORGE, J; Cultura Religiosa: O homem e o fenômeno religioso; São Paulo, Loyola; WILGES, I; Cultura Religiosa: as religiões no mundo; 18ªed ; Petrópolis; Vozes; 2008.

20 20 BALANCIN, E. M; História do povo de Deus; 7ªed; São Paulo; Paulinas; HELLERN, V.; NOTAKER, H.; GAARDER, J; O livro das religiões; São Paulo; Cia das Letras; PIXLEY, J.; A história de Israel a partir dos pobres; 8ªed; Petrópolis; Vozes; MARIN, Jerri R.; Religiões, Religiosidade e Diferenças Culturais; Ed. UCDB; Computação Gráfica Ementas: Introdução à computação gráfica. Tipos e formatos binários para armazenamento de imagens. Softwares para criação, edição e refinamento de imagens. Gráficos para Internet. Aplicações. DAMASCENO,Anielle; Adobe Photoshop CS:Utilizando; Ed. Visual Books; Bibliografia Complementar : PRIMO, Lane; Estudo Dirigido de Photoshop CS3; Ed. Érica; MCCLELLAND, Deke; Photoshop CS: A Biblia; Ed. Campus; VIEIRA, Marcos; Photoshop CS: Guia Autorizado Adobe; Ed. Campus; º TERMO Arquitetura de Computadores Conceituação de sistemas numéricos e mudança de base. Tecnologias e perspectiva histórica. Caracterização da organização de sistemas de computação e detalhamento de subsistemas - memória, processador e barramentos. Caracterização e análise das formas de tradução de programas de uma linguagem de alto nível para um programa executável. Projeto básico de um processador formalizando um conjunto de instruções e de endereçamento utilizados por um sistema de computação. Caminho dos dados (ciclobusca-decodificaçao-execuçao). Modos de Endereçamento. Caracterização de processamento pipeline e paralelo. Memórias Subsistema de memórias. Memória Cachê Políticas de Substituição de Páginas. Caracterização de arquiteturas RISC e CISC. TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 4 ed. LTC, WEBER, Raul Fernando, Fundamentos de arquitetura de computadores. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2006.

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