CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA CÍVEIS FALIMENTARES, DE LIQUIDAÇÕES EXTRAJUDICIAIS, DAS FUNDAÇÕES E DO TERCEIRO SETOR

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1 CONSULTA N 17 CAOP Fund OBJETO: Fundação Destinação Patrimônio Remanescente Ausência de Valor Econômico e Interesse Social. INTERESSADA: 20ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE LONDRINA CONSULTA N. 17/2013: 1. Trata-se de consulta formulada pelo Assessor Jurídico da 20ª Promotoria de Justiça da Comarca de Londrina, Celso Pereira Lima, por meio de contato telefônico, em , a respeito da destinação de bens de fundação na hipótese de o patrimônio remanescente não ter valor econômico ou, tampouco, utilidade social. É o que cumpria relatar, passo à manifestação. 2. No tocante ao questionamento elaborado, convém destacar, primeiramente, os dispositivos que versam sobre a destinação dos bens remanescentes na hipótese de extinção de fundação. A matéria encontra-se disciplina no artigo 69 do Código Civil e no artigo 57 da Resolução nº 2.434/2002 da Procuradoria Geral de Justiça, os quais versam sobre as medidas que devem ser seguidas Av. Mal. Deodoro Edifício Baracat 4º andar FONE: (41) /

2 para a correta destinação de patrimônio remanescente de entidade fundacional. Confira-se: Art. 69. Tornando-se ilícita, impossível ou inútil a finalidade a que visa a fundação, ou vencido o prazo de sua existência, o órgão do Ministério Público, ou qualquer interessado, lhe promoverá a extinção, incorporando-se o seu patrimônio, salvo disposição em contrário no ato constitutivo, ou no estatuto, em outra fundação, designada pelo juiz, que se proponha a fim igual ou semelhante. [destacou-se]. Artigo 57. O Patrimônio remanescente da Fundação extinta será destinado à entidade com fins iguais ou semelhantes, por indicação da própria Fundação ou pela Promotoria das Fundações, salvo disposição em contrário expressa no ato de instituição ou no estatuto, ou ainda na decisão judicial de extinção. [destacou-se] Sílvio de Salvo Venosa, ao discorrer sobre o tema da extinção das fundações e da destinação de seu patrimônio, afirma que: (...) Uma vez determinada a extinção [da fundação], surge a problemática da destinação dos bens. Em primeiro lugar, de acordo com o estatuto civil, obedece-se à vontade do instituidor. No caso de omissão nesse aspecto, recorre-se ao que dispõe o estatuto. Na omissão de ambos, o patrimônio será incorporado a outra fundação de fins iguais ou semelhantes. Para tal opinará o Ministério Público e decidirá o juiz. Isso tudo porque tratamos de fundações de direito privado. Nas fundações de direito público, a lei determinará o destino dos bens. (...) De qualquer modo, a matéria da Av. Mal. Deodoro Edifício Baracat 4º andar FONE: (41) /

3 extinção das fundações não é bem regulada e não têm aplicação os princípios de término das outras pessoas jurídicas. (VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil - Parte Geral. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2004, p. 301/303). [destacou-se] É cediço que as fundações são entidades constituídas por meio de um patrimônio particular destinado à coletividade. A partir disso, verifica-se que após a incorporação do bem ao patrimônio da fundação ele se desvincula da esfera particular e passa a servir à coletividade e, mais precisamente, aos fins sociais a que se propõe a entidade fundacional. Em que pese a lei civil confira aos instituidores a liberdade de dispor a respeito do destino do patrimônio remanescente após a extinção da fundação, a lei buscou conservar o caráter social dos bens após o encerramento da instituição, conforme se observa no art. 69 do CC o qual estabelece que, salvo disposição em contrário no estatuto ou no ato constitutivo, o patrimônio deve incorporar-se a outra fundação que se proponha a fins iguais ou semelhantes. Nota-se, pois, que a destinação do patrimônio remanescente da fundação é medida voltada, precipuamente, para a análise da viabilidade de manutenção do caráter social imbuído nos bens pertencentes à instituição fundacional tendo em conta que tal possibilidade, por força de lei, depende da ausência de disposição em contrário no estatuto ou no ato constitutivo da fundação. Por tal razão, a doutrina especializada de José Eduardo Sabo Paes defende a impossibilidade de os bens retornarem ao Av. Mal. Deodoro Edifício Baracat 4º andar FONE: (41) /

4 patrimônio particular dos instituidores, em caso de extinção da fundação. Segundo o autor, depois de incorporado a uma fundação, os bens são destinados ao benefício da coletividade, sendo incongruente que retornem aos antigos proprietários ou aos seus herdeiros 1. No caso em tela, ocorre que o patrimônio remanescente da entidade fundacional resume-se a bens desprovidos de valor econômico e utilidade prática. Tem-se, pois, que se está diante de patrimônio que passou a não mais se prestar a fins sociais - que atualmente não possui serventia para a coletividade. Desse modo, pode-se dizer que se esvaziou o propósito de destinação para outra entidade fundacional, ante a ausência de interesse social e, consequentemente, dispensa-se a obrigatoriedade de aplicação do art. 69 do Código Civil. Esse é o entendimento adotado na d. Promotoria de Justiça com atribuição na matéria de Fundações e do Terceiro Setor da Comarca de Curitiba. Confira-se: [...] Versa o artigo 4º do Estatuto da entidade (fls. 36/37) que o patrimônio da FUNDAÇÃO é constituído pelo valor CR$ ,00 (três milhões de cruzeiros), que correspondem atualmente a R$ 1,09 (um real e nove centavos). 1 PAES, José Eduardo Sabo. Fundações e entidades de interesse social: aspectos jurídicos, administrativos, contábeis e tributários. 7. ed. Brasília: Brasília Jurídica, 2010, p Av. Mal. Deodoro Edifício Baracat 4º andar FONE: (41) /

5 Logo, compulsando os autos, verifica-se que o patrimônio da entidade é inexpressivo e tampouco foi integralizado na ocasião da dotação inicial, conforme expressamente alegado às fls. 03/04 e 54. Nesse passo, em não havendo patrimônio remanescente, torna-se sem efeito o disposto no artigo 24, do Estatuto da FUNDAÇÃO, considerando-se desnecessária a destinação. [...] (HOFFMANN, Eliane Maria Penteado de Carvalho. Procedimento Administrativo n. MPPR ). [destacou-se]. [...] Igualmente, comprovou-se que o valor do empréstimo realizado em nome da FUNDAÇÃO referia-se a financiamento contraído junto à empresa SIEMENS e, por consequência, sua inadimplência ensejou a retomada do bem através de ação judicial (fls. 55/57). Logo, em não havendo patrimônio remanescente, torna-se sem efeito o disposto nos artigos 54, parágrafo único e 55, do Estatuto da FUNDAÇÃO, considerando-se desnecessária a destinação. [...] (HOFFMANN, Eliane Maria Penteado de Carvalho. Procedimento Administrativo n. MPPR ). [destacou-se]. É importante ressaltar a necessidade de comprovação de que os bens não possuem valor econômico ou utilidade social, a qual pode ser realizada até mesmo por perito judicial. Portanto, acreditamos que, na hipótese em comento, dispensa-se a aplicação rígida dos dispositivos inerentes à destinação dos bens remanescente, facultando-se aos instituidores empregarem o destino que, a seu ver, seja mais conveniente Av. Mal. Deodoro Edifício Baracat 4º andar FONE: (41) /

6 certamente, desde que comprovado que efetivamente o patrimônio remanescente encontra-se desprovido de valor e inutilizável. 3. Frente aos dados fornecidos a esta coordenadoria do Centro de Apoio Operacional das Fundações e Terceiro Setor, são esses, em tese, os esclarecimentos que se entende adequados. Curitiba, 30 de setembro de TEREZINHA DE JESUS SOUZA SIGNORINI Procuradora de Justiça Coordenadora Samantha Karin Muniz Assessora Jurídica Rafael Conor Estagiário de Direito Av. Mal. Deodoro Edifício Baracat 4º andar FONE: (41) /

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