EXPO 98, LISBON: PROJECT AND LEGACY Jorge Figueira Tradução português-inglês: Rafael Saldanha Duarte ARQTEXTO 16

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1 A EXPO 98 DE LISBOA: projeto e legado EXPO 98, LISBON: PROJECT AND LEGACY Jorge Figueira Tradução português-inglês: Rafael Saldanha Duarte 152 1

2 1 Álvaro Siza, Pavilhão de Portugal. 1 1 Álvaro Siza, Portuguese Pavilion. 1 OBJETIVOS E CULTURA A Expo 98, Exposição Mundial que teve lugar em Lisboa, foi centralmente uma operação de reconversão urbana. O evento, propriamente dito, ocorreu com sucesso, entre 22 de maio e 30 de setembro. Mas desde o início, o evento foi entendido como uma oportunidade para a requalificação de uma vasta área degradada, na zona oriental da cidade. A festa iria possibilitar uma regeneração do território e abrir a cidade para o rio Tejo, aí conhecido como Mar da Palha, um desígnio recorrente em Lisboa desde os anos Nesse sentido, é uma operação que tem um tempo curto o da Exposição propriamente dita e um tempo longo este que a doze anos de distância já nos permite tirar algumas conclusões. A Expo 98 permitiu reconverter uma área portuária impregnada de lixo industrial, reservatórios e materiais obsoletos, dotando a cidade de novas infraestruturas culturais, comerciais, ferroviárias e de um novo parque habitacional. Nesse sentido mais panorâmico foram cumpridos os objetivos. Contudo, como veremos, a operação tem as suas limitações e críticas. Desde logo, uma certa ideia democrática que a Expo 98 podia dar lugar a uma requalificação mais permeável e global desta área da cidade, não se verificou. Pelo contrário, há uma certa tendência de condomínio ou até de gueto na versão mais radical, naquilo que se entendia poder ser o motor de um processo mais geral e aberto de reabilitação urbana. Por reflexo da cultura urbana da época e também face aos problemas que a Expo 92 de Sevilha gerou no day after, a Expo 98 joga-se muito na ideia de fazer cidade. Em Lisboa prefere-se que a festa não tenha a mesma qualidade feérica de Sevilha, em troca de uma maior animação pós-expo. O pressuposto de todo o empreendimento é que, fechada a Exposição, o recinto pudesse ser transformado em cidade corrente (embora ancorada em equipamentos excepcionais). Ou seja, transitar de um momento especial festivo para um de normalidade cidadã. Dir-se-ia, aliás, que esta ênfase no day after talvez ajude a explicar o fato do número de visitantes ter ficado aquém do esperado. Os interessados não visitam o pós O tema escolhido, Os oceanos. Um patrimônio para o futuro, e a abordagem que daí decorria, permitia iniciar, segundo o comissário António Mega Ferreira, uma nova geração de Exposições, onde o caráter político e cultural do evento se impunha à tradição mais comercial : OBJECTIVES AND CULTURE Expo 98, the world Exposition that took place in Lisbon, was essentially an operation of urban regeneration. The event itself took place successfully between May 22 and September 30. But from the outset it was also understood as an opportunity for rehabilitation of a large degraded area in the eastern city. The festivities would allow regeneration of the site and opening the city to the Tagus Rive, known there as the Mar de Palha a recurring intention in Lisbon since the 1980s. Thus it is an operation with a short duration that of the Exposition itself and a long duration which in the twelve years since then allows some conclusions to be drawn. Expo 98 allowed reconversion of a port area full of industrial waste, storage areas and obsolete materials, providing a city with new cultural, commercial and rail infrastructure as well as new housing areas. In this broader sense the objectives were achieved. But as we will see the operation has its limitations and its critics. Firstly, a certain democratic idea that Expo 98 could lead to a more open and global redevelopment of this area of the city did not come true. There is on the contrary a certain trend towards condominium or even ghetto in a more radical version of what was understood to be the driving force of a more general and open process of urban regeneration. By reflecting the urban culture of the period and also faced with the problems of the aftermath of the 92 Seville Universal Exposition, Expo 98 set great store on the idea of city making. The preference in Lisbon was that the festivities did not have the same fairytale quality of Seville, in exchange for greater post-expo animation. The assumption of the whole venture is that once the Exposition is closed, the site could be transformed into an ordinary city, although anchored into special facilities) In other words, to shift from a special festive period to one of normality. It might moreover be said that this emphasis on the aftermath perhaps helps to explain the fact of visitor numbers falling short of expectations. Interested parties do not visit the post -... According to the commissioner, António Mega Ferreira, the chosen theme, The oceans. A heritage for the future, and the approach towards it allowed, a, the beginning of a new generation of World Fairs, where the political and cultural nature of the event was imposed on the more commercial tradition: a proposta de Lisboa desenvolve-se tendo como pano de fundo a consciência dos problemas levantados pela exploração sistemática dos recursos oceânicos ( ) e a necessidade de se encontrar ( ) soluções que acautelam o equilíbrio global do planeta (Mega Ferreira, 1996: 9). the Lisbon proposal develops against a backdrop of awareness of the problems raised by systematic exploitation of ocean resources (...) and the need to find (...) solutions for safeguarding the overall equilibrium of the planet]. (Mega Ferreira, 1996: 9). 153

3 2 Olissipo quae nunc Liboa 2 2 Olissipo quae nunc Liboa 2 3 Panorâmica da Cidade de Lisboa. 3 3 Panoramic view of Lisbon

4 A sustentabilidade era já uma palavra-chave: a Expo 98 pretendia dedicar-se mais à preservação e ao controle de danos e menos ao enfático progresso tecnológico que estava associado a estes acontecimentos. A abordagem ecológica jogava bem com o desígnio regenerador da intervenção urbana. Ambos denotavam uma certa ressaca do festivo que marcara os anos 1980, em especial em Lisboa. O Recinto Expositivo foi projetado por Manuel Salgado com uma axialidade e métrica muito enfaticamente ordenadoras. O protagonista urbano era uma avenida-alameda. Trocava-se o vibrante de Sevilha 92 pelo cerimonioso, uma urbanidade higienizada, neoracionalista. Algo que, de fato, não estava destinado a ser cidade corrente, mas cidade-parque ou monumento. O traço comum a todo o projeto era conter a irracionalidade ou a imprevisibilidade normalmente associada a este tipo de eventos. A festa não deveria macular os edifícios ou o espaço público: residia nas atividades, era o que acontecia quotidianamente. O Recinto Expositivo era já cidade em potência durante a feira. E, como previsto, no day after surgiu uma cidade; uma cidade-parque onde a vista do rio, a segurança, e os excepcionais equipamentos, são o cenário ideal da boa vida. Da luminescência das feiras universais passava-se para um cenário perfeito do ponto de vista do marketing urbano e da atividade imobiliária. Podemos talvez dizer que se a Exposição tinha claramente a ambição de ser cidade, a Parque Expo é uma cidade muito motivada pela exposição dos seus atributos particulares. Sustainability was now the keyword: Expo 98 aimed to devote itself more to the control of damage and less to the emphatic technological progress customarily associated with such events. The ecological approach sat well with the regenerative aims of urban intervention. Both indicated a certain hangover from the festivities that had marked the 1980s, particularly in Lisbon. The Exposition Site was designed by Manuel Salgado with highly organised axiality and scale. The urban feature was an avenue-mall. The vibrancy of Seville 92 was exchanged for ceremony, a sanitised, neorationalist urbanity. Something that was not in fact aimed to be an ordinary city, but a park-city or monument. The common thread throughout the project was to contain the irrationality or unpredictability normally associated with this kind of event. The festivities should not taint the buildings or public spaces: they would occur in the activities, which was what happened every day. The Exposition Site was already a potential city during the fair. And as predicted, a city emerged in the aftermath; a park-city where the view of the river, security and exceptional facilities are the ideal setting for the good life. From the luminescence of universal fairs it would become the perfect setting from the viewpoint of urban marketing and real estate activity. It might perhaps be said that if the Exposition had the clear ambition of becoming a city, the Expo Park is a city greatly driven by the display of its particular attributes. DADOS E HISTÓRIA DO LUGAR A candidatura de Lisboa à organização da Expo 98 foi aceita em O Recinto Expositivo ocupava 50 hectares no interior de uma Zona de Intervenção com 350 hectares. Cerca de metade da superfície construída foi destinada para habitação. A operação ocupou 5 km de frente fluvial e tinha como centro a Doca dos Olivais, uma estrutura dos anos 1940 para o abrigo de hidroaviões da carreira das ilhas (Vaz, 1999: 165). Na orla ribeirinha, o amontoado lixo industrial criava uma barreira que impedia que o conjunto de áreas residenciais, desenvolvidas no interior da cidade a partir dos anos 1940, beneficiasse-se do Tejo. Recuando ao século XIX, as linhas ferroviárias e uma progressiva industrialização tinham, nesta área oriental, cortado a relação da cidade com o rio. Como refere o geógrafo Jorge Gaspar, à nobilitação ( ) de toda a Lisboa oriental, seguir-se-á um processo de inversão, resultado do caminho-de-ferro e das vagas de industrialização (Gaspar, 1996: 14). A cidade desenvolve-se nesse período para o interior norte através da abertura da SITE DATA AND HISTORY Lisbon s candidacy for Expo 98 was accepted in The Exposition Site occupied 50 hectares inside a 350- hectare Intervention Zone. Around half the built area was intended for habitation. The operation occupied 5 kilometres of river frontage and was centred on the Doca dos Olivais, a 1940s structure for housing seaplanes from the islands (Vaz, 1999: 165). The amount of industrial waste on the waterfront formed a barrier preventing the group of residential areas developed in the city since the 1940s from benefiting from the Tagus. Going back to the 19th century, the railways and progressive industrialisation on this eastern area had cut off the city s relationship with the river. As the geographer Jorge Gaspar notes, the gentrification of (...) the whole of eastern Lisbon will follow a process of inversion resulting from the railway and the waves of industrialisation, (Gaspar, 1996: 14). The city develops northwards during this period, through the opening of the Avenida da Liberdade and the Plano das Avenidas Novas, and starts losing its intimate relationship with the river. The eastern 155

5 4 Estudo para Expo 98, de 1993, por Nuno Portas.4 4 Study for Expo 98, 1993, by Nuno Portas.4 5 Plano de Urbanização da Expo 98, por Luís Vassalo Rosa.5 5 Urban Plan Expo 98, by Luís Vassalo Rosa

6 Avenida da Liberdade e do Plano das Avenidas Novas, e vai perdendo a relação de intimidade com o rio. A parte oriental fica como a parte suja, desequilibrando o usufruto da frente ribeirinha de Lisboa, de Alcântara (ocidente) a Cabo Ruivo (oriente). Jorge Gaspar fala então da Expo 98 como uma oportunidade para recuperar uma simetria poente-nascente. De fato, a Exposição do Mundo Português, realizada em 1940, tinha permitido criar um novo impulso para a área ocidental, na zona de Belém, junto ao Mosteiro de Jerónimos. A ideia é que a Expo 98 pudesse ter um efeito simétrico, num tempo democrático, e sobre uma área degradada (Portas, 1999: 193). Com efeito, a operação decorre num contexto em que há já planejamento que veicula a ideia de um resgate urbano para oriente e uma cultura de regresso ao rio. Ao longo dos anos 1980 e 1990 são lançados planos e concursos que vão acalentando a ideia de repensar Lisboa como cidade ribeirinha (Soares, 1996: 19). A Expo 98 pode ser vista como culminar e teste desta aspiração. Tendo em conta a vasta área a ser reabilitada, a Zona de Intervenção foi dividida em Planos de Pormenor, a cargo de diferentes equipes de arquitetos. O Recinto Expositivo corresponde ao Plano de Pormenor 2 e é aqui que a matriz ordenadora que está na base do empreendimento se faz sentir. O tratamento cuidado do espaço público será um dos grandes trunfos da operação, sensibilizando decisores e usuários. Este é talvez um dos legados mais perenes da Expo 98, prosseguido nas intervenções no âmbito do Programa Polis, por todo o país. No plano da cultura arquitetônica, o desenho de Manuel Salgado distanciava-se das veleidades mais celebratórias e festivas do pós-modernismo que tinha marcado a década de 1980 em Lisboa. É preciso recordar que Salgado tinha trabalhado com Vittorio Gregotti no Centro Cultural de Belém, em Lisboa (1992), obra da qual é coautor. Gregotti, diretor da revista Casabella nesses anos, era responsável por um conjunto de editoriais muito críticos do pós-modernismo e depois do desconstrutivismo, em favor de uma arquitetura motivada pela racionalidade topográfica e malha regular de que o edifício de Belém é, aliás, manifesto. O Recinto Expositivo da Expo 98 é a continuação, em espaço público, desta severidade modular e contenção arquitetônica. Salgado desenha o plano a partir de um módulo cúbico de 7x7x7 metros. Deste dispositivo emergem um conjunto de estruturas efêmeras e as peças estruturantes da intervenção: cinco pavilhões principais, duas áreas internacionais, e três edifícios para espectáculos. Em geral, não há ambiguidade entre as estruturas que serão permanentes e as efêmeras. Os cinco pavilhões principais part remains as its dirty part, disrupting the balance of the use of Lisbon s waterfront from Alcântara (west) to Cabo Ruivo (east). Jorge Gaspar then talks of Expo 98 as an opportunity to restore the east-west symmetry. The Portuguese World Exposition of 1940 had in fact allowed the creation of a new drive westward in the Belém zone, next to the Mosteiro de Jerónimos. The idea was that Expo 98 could have a symmetrical effect, in democratic times, over a run-down area (Portas, 1999: 193). Indeed, the operation takes place in a context where planning already exists with an idea of eastward urban regeneration and a culture of returning to the river. Plans and competitions are launched throughout the 1980s and 1990s to nurture the idea of rethinking Lisbon as a riverside city (Soares, 1996: 19). Expo 98 can be seen as the culmination and test of those aspirations. Taking into account the vast area set for regeneration, the Intervention Zone was divided into Detailed Plans, under the control of different teams of architects. The Exposition Site accounts for Detailed Plan 2, and it is here that the guiding matrix at the basis of the venture makes itself felt. Careful treatment of the public space was one of the key features of the enterprise, raising the awareness of policy makers and users. This is perhaps one of the most enduing legacies of Expo 98, continued in interventions within the Polis Programme throughout the whole country. In the architectural culture plan, Manuel Salgado s design distanced itself from the more celebratory and festive fantasies of postmodernism that had marked Lisbon in the 1980s. It should be remembered that Salgado had worked with at Vittorio Gregotti at the Centro Cultural de Belém, in Lisbon (1992), of which he is co-designer. Gregotti, director of Casabella magazine in those days, was responsible for a collection of highly critical editorials on postmodernism and then deconstructivism, in favour of an architecture driven by the topographic rationality and a regular grid of which the Belém building is, moreover, a manifestation. The Exposition Site for Expo 98 continues that modular architectural severity and restraint in the public space. Salado s plan is based on a cubic module of 7x7x7m. This device produces a set of temporary structures and the structuring parts of the intervention: five main pavilions, two international areas, and three buildings for shows and spectacles. Generally, there is no ambiguity between the permanent structure and the temporary ones. The five main pavilions will be the Oceans Pavilion (Serge Chermayeff); the Utopia Pavilion (Regino Cruz and S.O.M.), then the Multi-use Pavilions; The Portuguese Pavilion (Álvaro Siza); The Sea Knowledge Pavilion (João Luís Carrilho da Graça); and the Pavilion of the Future (Paula Santos and Rui Ramos), later a casino. In place of the traditional national pavilions 157

7 eram o Oceanário (Serge Chermayeff); o Pavilhão da Utopia (Regino Cruz e S.O.M.), depois Pavilhão Multiusos; o Pavilhão de Portugal (Álvaro Siza); o Pavilhão do Conhecimento dos Mares (João Luís Carrilho da Graça); e o Pavilhão do Futuro (Paula Santos e Rui Ramos), depois cassino. No lugar dos tradicionais pavilhões dos países são criadas duas áreas que abrigam as representações nacionais. A sul é criada uma estrutura efêmera; a norte, essa estrutura será depois a Feira Internacional de Lisboa (António Barreiros Ferreira e Alberto Dória). A estes equipamentos juntou-se ainda a Gare do Oriente (Santiago Calatrava) e no contexto pós-expo, o Centro Comercial Vasco da Gama (José Quintela/Sonae), estruturas que garantem hoje, por si só, um uso populoso da área. A transição do Recinto Expositivo para cidade fez-se com naturalidade, como estava previsto. Podemos talvez anotar uma certa ironia no fato da área correspondente à Feira ser mais severa do que as coroas de habitação, mais turbulentas e especulativas. Como reflexo de um urbanismo público e de outro privado. CRÍTICAS E LEGADO Uma das questões que gerou maior polêmica na Expo 98 foi o anunciado custo zero ou soma zero segundo o qual a operação imobiliária pagaria os custos do empreendimento, numa equivalência entre as receitas e as despesas. Esse objetivo não cumprido terá criado uma grande pressão construtiva sobre a Zona de Intervenção. O que significa, nas leituras críticas do sociólogo Manuel Villaverde Cabral, o domínio de uma lógica contabilística em detrimento do caráter regenerador da intervenção. Uma febre especulativa que prejudicou o desígnio de fazer cidade à escala metropolitana, trocado pela construção de um vulgar condomínio. Uma das consequências apontadas à lógica contabilística da operação é a da densidade do construído. Mas mais do que isso, o problema é que os modelos de habitação são os das operações imobiliárias comuns, isto é, convencionais. A Parque Expo seria então, como escreve o sociólogo Vítor Matias Ferreira uma urbanização, entre tantas outras mas que implicou custos econômicos, sociais e urbanos incomensuravelmente maiores. Sublinhe-se ainda a expressão parque no nome da urbanização Parque Expo, agora Parque das Nações. Como diz o arquiteto Nuno Portas é um apelido sintomático das intenções urbanísticas. A Parque Expo é uma ilha de excelência, com uma força centrípeta, e portanto pouco permeável ou fomentadora (cf. Portas, 1999: 186) da regeneração mais alargada da cidade, nomeadamente em relação às áreas habitacionais do hinterland. Ora, o papel regenerador desta nova oportunidade para two areas are created to house national representations. A temporary structure is created to the south; to the north, the structure will later be the Lisbon International Fair (António Barreiros Ferreira and Alberto Dória). Added to these facilities are the Oriente station (Santiago Calatrava) and, in the post-expo context, the Vasco de Gama Commercial Centre (José Quintela/Sonae), structures that guarantee in themselves popular use of the area today. The transition from Exposition Site to city takes place naturally, as had been planned. A degree of irony might perhaps be noted in the fact that the area corresponding to the Fair is more restrained than the more turbulent and speculative housing areas, as a reflection of the differences between public and private urbanism. CRITICISM AND LEGACY One of the issues to create considerable controversy at Expo 98 was the announcement of zero cost or zero sum by which the real-estate operation would pay the costs of the venture, in a balance of income and expenses. This objective which was not fulfilled created considerable building pressure on the Intervention Zone. It was criticised by Manuel Villaverde Cabral, as meaning the domination of an accounting logic to the detriment of the regenerative nature of the intervention. A fever of speculation that undermined the aim of city making on a metropolitan scale in exchange for the construction of an ordinary condominium. One of the consequences of the accounting logic of the operation is the density of the constructed area. But more than that, the problem is that the housing models are those of ordinary real-estate operations, that is, conventional. The Expo Park would therefore be, as the sociologist Vítor Matias Ferreira writes, one urbanisation among so many others but which involved substantially greater urban, social and economic costs. The term Park for the urbanisation should also be underlined Expo Park, now Park of Nations. As the architect Nuno Portas has said, it is an epithet symptomatic of the urbanism intentions. The Expo Park is an island of excellence, with a centripetal force, and therefore less permeable or motivational (cf. Portas, 1999: 186) of the broader regeneration of the city, particularly in relation to the housing areas in the hinterland. However, the the regenerative role of this new opportunity for Lisbon would be more likely with a less closed design and administration of the Intervention Zone. In 1996, Matias Ferreira had raised the question of whether it was to hold a major event (...) with a city around it, or rather, (...) to trigger a highly important socio-economic and cultural urban intervention in the city with a world exposition inside it. 158

8 6 Vista aérea anterior à Expo 98: terreno livre.6 6 Aerial view before Expo 98: free ground.6 7 Vista aérea anterior à Expo 98: zona industrial.7 7 Aerial view before Expo 98: industrial zone.7 8 Vista aérea anterior à Expo Aerial view before Expo

9 Lisboa seria tanto mais provável quanto menos fechado fossem o desenho e a gestão da Zona de Intervenção. Já em 1996, Matias Ferreira tinha colocado a questão de saber se se tratava de realizar um grande evento ( ) que tem uma cidade à sua volta ou, pelo contrário, ( ) de desencadear uma importantíssima intervenção urbana, sócio-econômica e cultural na cidade com um exposição mundial dentro. Em 1999, Matias Ferreira conclui que o projeto urbano da Expo acabou por se fechar sobre si próprio ou sobre o seu umbigo expositivo, expiando, assim, o seu pecado original do famigerado custo zero da operação incapaz, portanto de se projetar no próprio quadro metropolitano de Lisboa. O sociólogo Manuel Villaverde Cabral sintetiza estas leituras críticas com a imagem de um enorme gueto de luxo com uma bonita vista para o Mar da Palha, mas de costas voltadas para a cidade. Nas suas glórias e falhanços, é um fato que a Expo 98 criou uma nova área, alargada, de uso cultural, habitacional e lazer. Mas também podemos afirmar que a proposta urbana, aberta e de grande escala, do espaço do Recinto Expositivo, foi contraditada pelo modo de encerramento das coroas de habitação envolventes. Em qualquer dos casos, um modelo mais extensivo, democrático e fomentador teria sempre que ter em conta a presença da linha-férrea como obstáculo. E, como já afirmei, a concentração de equipamentos extraordinários junto ao rio, pesaria sempre a favor do caráter extraordinário e não reprodutível da área matriz. A Expo 98 enquanto operação global não ficou presa ao efêmero da festa sem cautelas. Mas deixou-se colar à imagem de marketing da cidade de excelência, muito próxima do discurso e da prática imobiliária. A cidade ganhou um parque urbano, com sucesso indesmentível, mais do que um novo pombalino, talvez impossível de forjar e levar a cabo numa era democrática. Do ponto de vista da arquitetura, a Expo 98 deixounos algumas obras notáveis; do ponto de vista urbano, permitiu estabelecer uma nova relação de lazer com o rio e uma redobrada atenção às questões do espaço público. De fato, pode ser pensada como o contraponto democrático à exposição do Mundo Português de 1940 (Cabral, 1999: 340). Onde esta efabulava sobre o império português, a Expo 98 deseja prefigurar um Portugal europeu. Da Exposição de 1940 sobram intervenções paisagísticas e registos históricos do sonho. A Expo 98 é mais enraizada e perene e útil. Mas também insatisfatória: a democracia não cria imagens plenas. In 1999, Matias Ferreira concluded that the Expo urban project closed in on itself or on its expwosition navel, thus atoning for the original sin of the infamous zero cost of the operation and therefore unable to project itself into the metropolitan framework of Lisbon. The sociologist Manuel Villaverde Cabral summarises these readings with the image of a huge luxury ghetto with a beautiful view of the Mar de Palha, but turning its back on the city. With its successes and failures, it is a fact that Expo 98 created a new, broader area of cultural, housing and leisure use. But we can also state that the open and largescale urban proposal for the Exposition Area space was contradicted by the surrounding housing area. In any case, a more extensive democratic and motivational model would always have to take account of the railway line as an obstacle. And, as already mentioned, the concentration of extraordinary facilities by the river would always weigh in favour of the extraordinary and un-reproducible nature of the source area. Overall, Expo 98 was not tied to temporary incautious festivity. But it allowed itself to be tied to the marketing of the city of excellence, very close to real-estate language and practice. The city gained an urban park of undeniable success, rather than a new Pombalino, perhaps impossible to create and pursue in a democratic era. From the architectural point of view, Expo 98 left some notable works; from the human point of view, it allowed the establishment of a new leisure relationship with the river and heightened attentions to issues of public space. Indeed, it can be considered as the democratic counterpoint to the 1940 Portuguese World exposition (Cabral, 1999: 340). While that one mythologised the Portuguese empire, Expo 98 aimed to outline a European Portugal. The 1940 Exposition left behind landscaping interventions and historical records of the dream. Expo 98 is more rooted, enduring and useful. But it is also unsatisfactory: democracy does not create perfect images. 160

10 9 Vista geral do Parque das Nações. 9 9 General view of Parque das Nações

11 NOTAS 1 Álvaro Siza, Pavilhão de Portugal [ FG+SG em Álvaro Siza. Modern Redux, ed. Jorge Figueira (Alemanha: Hatje Cantz Verlag, 2008) 24]. 2 Georgius Braunio, Olissipo quae nunc Liboa em Civitates orbis terrarum, 1572, ed. Irisalva Moita (Lisboa: Livros Horizonte, 1994), Domingos Vieira Serrão, Panorâmica da Cidade de Lisboa em Lavanha, João Baptista. Joyeuse Entrée [de Felipe III em Lisboa], 1619 [Moita, Irisalva (coord.). O Livro de Lisboa, Lisboa: Livros Horizonte, 1994, p. 200]. 4 Nuno Portas, Estudo para Expo 98, 1993 [Vítor Matias Ferreira, A Expo 98 e a metrópole de Lisboa, em AAVV, Lisbon Expo 98 Projects (Lisboa: Editorial Blau, 1996) 38]. 5 Luís Vassalo Rosa, Plano de Urbanização da Expo 98 [Luís Vassalo Rosa, Expo 98 em AAVV, Lisbon Expo 98 Projects (Lisboa: Editorial Blau, 1996) 45]. 6 Vista aérea anterior à Expo 98: terreno livre [Francesco Indovina, Os Grandes acontecimentos e a Cidade Ocasional, em AAVV, Lisbon Expo 98 Projects (Lisboa: Editorial Blau, 1996), 24]. 7 Vista aérea anterior à Expo 98: zona industrial [Luís Bruno Soares, Lisboa - Cidade Ribeirinha à procura do futuro, em AAVV, Lisbon Expo 98 Projects (Lisboa: Editorial Blau, 1996), 18]. 8 Vista aérea anterior à Expo 98 [AAVV, Lisbon Expo 98 Projects (Lisboa: Editorial Blau, 1996) 17]. 9 Vista geral do Parque das Nações [Pavilhaolusitano.blogspot. com / 14 de Novembro de 2009 / Algumas imagens do complexo da Expo 98]. NOTES 1 Álvaro Siza, Portugal Pavilion [ FG+SG in Álvaro Siza. Modern Redux, ed. Jorge Figueira (Alemanha: Hatje Cantz Verlag, 2008) 24]. 2 Georgius Braunio, Olissipo quae nunc Liboa in Civitates orbis terrarum, 1572, ed. Irisalva Moita (Lisboa: Livros Horizonte, 1994), Domingos Vieira Serrão, Panorâmica da Cidade de Lisboa em Lavanha, João Baptista. Joyeuse Entrée [de Felipe III em Lisboa], 1619 [Moita, Irisalva (coord.). O Livro de Lisboa, Lisboa: Livros Horizonte, 1994, p. 200]. 4 Nuno Portas, Estudo para Expo 98, 1993 [Vítor Matias Ferreira, A Expo 98 e a metrópole de Lisboa, em AAVV, Lisbon Expo 98 Projects (Lisboa: Editorial Blau, 1996) 38]. 5 Luís Vassalo Rosa, Plano de Urbanização da Expo 98 [Luís Vassalo Rosa, Expo 98 em AAVV, Lisbon Expo 98 Projects (Lisboa: Editorial Blau, 1996) 45]. 6 Aerial view before Expo 98: free ground [Francesco Indovina, Os Grandes acontecimentos e a Cidade Ocasional, in AAVV, Lisbon Expo 98 Projects (Lisboa: Editorial Blau, 1996), 24]. 7 Aerial view before Expo 98: industrial zone [Luís Bruno Soares, Lisboa - Cidade Ribeirinha à procura do futuro, em AAVV, Lisbon Expo 98 Projects (Lisboa: Editorial Blau, 1996), 18]. 8 Aerial view before Expo 98 [AAVV, Lisbon Expo 98 Projects (Lisboa: Editorial Blau, 1996) 17]. 9 General view of Parque das Nações [Pavilhaolusitano. blogspot.com / 14 de Novembro de 2009 / For some images of Expo 98]. 162

12 REFERÊNCIAS Cabral, Manuel Villaverde, A Montanha e o Rato. Notas à margem de um dossier sobre a Expo depois da Expo, em A cidade da EXPO 98, Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?, ed. Vítor Matias Ferreira e Francesco Indovina, Lisboa: Bizâncio, Coleção Documentos, Gaspar, Jorge, Da Lisboa Oriental, em Lisbon World Expo 98 Projects, ed. Luiz Trigueiros e Cláudio Sat e Cristina Oliveira, Lisboa: Blau, Ferreira, Vítor Matias. A Expo e a metrópole de Lisboa em Lisbon World Expo 98 Projects, ed. Luiz Trigueiros e Cláudio Sat e Cristina Oliveira, Lisboa: Blau, Ferreira, Vítor Matias. E depois da Expo 98, a cidade à beiramar plantada? em A cidade da EXPO 98, Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?, ed. Vítor Matias Ferreira e Francesco Indovina, Lisboa: Bizâncio, Coleção Documentos, Ferreira, António Mega. World Expo 98: o que vale um tema em Lisbon World Expo 98 Projects, ed. Luiz Trigueiros e Cláudio Sat e Cristina Oliveira, Lisboa: Blau, Portas, Nuno. O pós-expo e o resto à volta em A cidade da EXPO 98, Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?, ed. Vítor Matias Ferreira e Francesco Indovina, Lisboa: Bizâncio, Coleção Documentos, Sat, Claudio. Introdução em Lisbon World Expo 98 Projects, ed. Luiz Trigueiros e Cláudio Sat e Cristina Oliveira, 7-8. Lisboa: Blau, Soares, Luís Bruno. Lisboa Cidade ribeirinha à procura de futuro em Lisbon World Expo 98 Projects, ed. Luiz Trigueiros e Cláudio Sat e Cristina Oliveira, Lisboa: Blau, Vaz, José Anselmo. O Plano de Urbanização da zona Envolvente da Expo 98 em A cidade da EXPO 98, Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?, ed. Vítor Matias Ferreira e Francesco Indovina, Lisboa: Bizâncio, Coleção Documentos, BIBLIOGRAPHY Cabral, Manuel Villaverde, A Montanha e o Rato. Notas à margem de um dossier sobre a Expo depois da Expo, in A cidade da EXPO 98, Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?, ed. Vítor Matias Ferreira and Francesco Indovina, Lisboa: Bizâncio, Coleção Documentos, Gaspar, Jorge, Da Lisboa Oriental, in Lisbon World Expo 98 Projects, ed. Luiz Trigueiros and Cláudio Sat and Cristina Oliveira, Lisboa: Blau, Ferreira, Vítor Matias. A Expo e a metrópole de Lisboa in Lisbon World Expo 98 Projects, ed. Luiz Trigueiros and Cláudio Sat and Cristina Oliveira, Lisboa: Blau, Ferreira, Vítor Matias. E depois da Expo 98, a cidade à beiramar plantada? in A cidade da EXPO 98, Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?, ed. Vítor Matias Ferreira and Francesco Indovina, Lisboa: Bizâncio, Coleção Documentos, Ferreira, António Mega. World Expo 98: o que vale um tema in Lisbon World Expo 98 Projects, ed. Luiz Trigueiros and Cláudio Sat and Cristina Oliveira, Lisboa: Blau, Portas, Nuno. O pós-expo e o resto à volta in A cidade da EXPO 98, Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?, ed. Vítor Matias Ferreira and Francesco Indovina, Lisboa: Bizâncio, Coleção Documentos, Sat, Claudio. Introdução in Lisbon World Expo 98 Projects, ed. Luiz Trigueiros and Cláudio Sat and Cristina Oliveira, 7-8. Lisboa: Blau, Soares, Luís Bruno. Lisboa Cidade ribeirinha à procura de futuro in Lisbon World Expo 98 Projects, ed. Luiz Trigueiros and Cláudio Sat and Cristina Oliveira, Lisboa: Blau, Vaz, José Anselmo. O Plano de Urbanização da zona Envolvente da Expo 98 in A cidade da EXPO 98, Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?, ed. Vítor Matias Ferreira and Francesco Indovina, Lisboa: Bizâncio, Coleção Documentos,

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