BANCO DE IMAGENS DA CONSTRU ÇÃO

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1 BANCO DE IMAGENS DA CONSTRU ÇÃO - Departamento de Arquitetura e Urbanismo Prof. Me. Álvaro F. A. Motta Departamento de Estruturas Universidade Federal de Juiz de Fora Resumo: Este trabalho apresenta o BIC-Banco de Imagens da Construção da Faculdade de Engenharia da UFJF, que tem como objetivos organizar um acervo de material visual para utilização por professores da Faculdade de Engenharia da UFJF em diferentes atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão nas áreas de Arquitetura, Urbanismo e Engenharia Civil, ao mesmo tempo que prepara alunos para atuação na área de tratamento de imagens. É apresentado também o roteiro do CD-ROM GALERIAS, com a duração de 10 minutos, produzido pelo BIC. Palavras-chave: Banco de Imagens da Construção, Tratamento de Imagens, Galerias O Banco de Imagens da Construção - BIC tem como objetivos organizar um acervo de material visual para utilização por professores da Faculdade de Engenharia da UFJF em diferentes atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão nas áreas de Arquitetura, Urbanismo e Engenharia Civil, ao mesmo tempo que prepara alunos para atuação na área de tratamento de imagens A idéia de organizar um Banco de Imagens surgiu a partir da constatação de que a grande maioria dos professores da Faculdade de Engenharia tem um acervo particular de imagens que utiliza nas suas atividades acadêmicas cotidianas e que constituem mesmo a base indispensável para a transmissão do conteúdo programático de grande parte das disciplinas lecionadas, principalmente aquelas que dizem respeito à experiência do espaço Observe-se que falamos aqui de uma base indispensável à transmissão de conhecimentos específicos e não de simples material complementar para aulas expositivas, o que mostra a Constatou-se também que estas imagens são de diferentes tipos, tais como fotografias, desenhos técnicos, transparências, slides, vídeos, filmes ou ainda, material extraído de publicações, TV e Internet, e que cada um desses acervos particulares precisa ser permanentemente atualizado e ampliado. Tudo isso fica a cargo do próprio professor, demandando um grande investimento em tempo e dinheiro, e as dificuldades na criação e manutenção de um acervo particular costumam ser minimizadas pelos empréstimos e trocas informais feitas entre professores, pelo uso em rodízio ou ainda, pela doação de duplicatas. Apesar dos esforços despendidos, pode-se observar que muitas vezes o material visual

2 disponível não é adequado para os seus fins, ou não tem a qualidade desejável, simplesmente porque não pode ser tratado a contento, seja pela falta do equipamento necessário, do conhecimento das técnicas de manipulação de imagens ou ainda, do conhecimento específico de comunicação visual, de modo a tornar as imagens obtidas atraentes e eficazes. A proposta do Banco de Imagens da Construção é centralizar e socializar esse material já disponível, formalizando as trocas que vem sendo realizadas espontaneamente e criando um grupo de trabalho que se encarregue de captar de maneira sistemática o material básico, organizando-o, classificando-o, dando-lhe tratamento adequado e colocando o produto obtido à disposição para uso coletivo pelos professores. Esse trabalho, alem de potencializar o material visual já existente para uso acadêmico, constitui-se como importante oportunidade de treinamento dos alunos, tanto para pesquisa documental quanto para qualificação profissional dos interessados em trabalhar no campo de tratamento de imagens, para o qual existe demanda de mercado. Queremos aqui enfatizar o caráter multidisciplinar e a necessidade de que as atividades propostas sejam permanentes, tanto no que diz respeito à produção e manutenção de um acervo de material visual quanto à qualificação profissional para tratamento de imagens. O Banco de Imagens da Construção BIC deve ser visto não como um ponto fixo, um lugar institucional, mas como parte de um processo contínuo de produção e transmissão de conhecimento. Um processo que, nesse caso específico, exige tanto o conhecimento de diferentes áreas nos campos de Arquitetura, Urbanismo e Engenharia Civil, quanto o de métodos de ensino e ainda, o de tratamento da imagem. Sintetizando, podemos dizer que ao organizar acervos e treinar alunos, o BIC está na verdade atuando na pesquisa de novas formas de ensino da Arquitetura, do Urbanismo e da Engenharia Civil. A partir de Setembro de 2000 demos início às atividades do Banco de Imagens da Construção trabalhando com um acervo de cerca de mil imagens de diferentes procedências, já digitalizadas, que serão identificadas, classificadas e legendadas com sua referência bibliográfica, para serem então disponibilizadas para empréstimo aos professores na forma de CD-ROM. Paralelamente a esta atividade ainda em desenvolvimento, foi realizada uma outra, de caráter pontual, que consistiu no preparo de uma pequena apresentação em Power-Point. aliando o uso de imagens a letreiros, texto narrado e música, já disponibilizada para Esta apresentação intitula-se Galerias e, como o próprio nome já indica, trata das galerias de lojas comerciais, constituindo-se como um rápido painel que vai dos antigos bazares às galerias européias, existentes desde o final do século XVIII, e destas às de Juiz de Fora, para finalizar com alguns exemplos contemporâneos, apresentando as galerias como antecessoras dos atuais Shopping Centers. Esta apresentação, cujo roteiro completo vem a seguir, pode ser utilizada como material didático de duas maneiras: como um pequeno filme com dez minutos de duração, ou quadro a quadro, dispensando a narrativa para se adequar a diferentes disciplinas e planos de aula. A execução desse trabalho constituiu-se, por si só, em excelente exercício para os alunos da equipe, exigindo sua atuação em diferentes atividades, iniciadas com a pesquisa documental que forneceu elementos para a criação do roteiro e de um texto a ser narrado, assim como algumas das imagens a serem utilizadas. Outras imagens foram buscadas na Internet, em acervos particulares de fotos e slides, e ainda foram feitas fotografias expressamente para ilustrar as cenas sobre Juiz de Fora. O texto escrito foi sofrendo várias adaptações, de modo a se ajustar ao tempo disponível e às necessidades de uma narrativa em

3 linguagem coloquial. Algumas idéias chave foram apresentadas em forma de letreiros, enfatizando certos pontos do texto, e o roteiro musical procurou sublinhar as variações culturais e a passagem do tempo. Passamos então ao roteiro de Galerias, mostrando a relação entre as imagens utilizadas, das quais é dada uma descrição sucinta, e os demais componentes da apresentação em Power Point: o texto narrado de forma coloquial, os letreiros que sublinham algumas idéias chave e a seleção de músicas e ruídos de fundo utilizados. A seleção de cores para painéis de transição, criando continuidades e rupturas entre imagens, não consta desse resumo, embora tenha sido um item importante no conjunto do trabalho. GALERIAS APRESENTAÇÃO EM CD-ROM 10 minutos Professores Coordenadores:Cristina Sá e Alvaro Motta Com a colaboração dos alunos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFJF Clarice Jorge Godinho, Fl ávia Nascimento Teixeira, Frederico Braida Rodrigues de Paula, Luciana de Oliveira Inhan e Talitha Fernandes Lucas Agradecimentos aos professores Gustavo Abdalla e Andr éluís Dias Pires AVISO: Essa apresentação foi realizada como treinamento dos alunos participantes do Banco de Imagens da Construção em Outubro de 2000, destinando-se exclusivamente para uso didático dentro da Faculdade de Engenharia da UFJF. Sites: Livros: [1] HERTZBERGER, H - Lições de Arquitetura, Ed. Martins Fontes, São Paulo, 1996 [2] LEMOINE, B. - Architecture in France , Harry N. Abrams Inc. Pub., New York, 1993 [3] SHARP, D - Santiago Calatrava, Architectural Monographs No. 46, Academy Editions, London, 1996 [4] ARAI, Yoichi - European Passages - Tosho Printing Co., Tokyo, 1999

4 1 APRESENTAÇÃO - GALERIAS - CD-ROM duração 10 minutos - BIC_UFJF de galeria Música: Da Funk Daft Punk CD: Daft Punk 2 - BAZAR As galerias surgiram e se desenvolveram na Fran ça a partir do final do s éculo XVIII, mas quando procuramos suas origens e fontes de inspiração vamos encontrá-las nos bazares do Oriente Médio e norte da África, já conhecidos há muito tempo na Europa. 3 - GALERIAS DO SÉCULO XIX 1. Quadro de cor 2. Letreiro: Bazar 3. Foto: Medina de Fez - Marrocos 4. idem 5. idem Música: Fatamorgana Dissidenten CD: Arabian Nights Quadro de cor Música: Turkish March Wolfgang Amadeus Mozart Music vol. 1: Mozart que fizeram surgir os novos locais de compra e venda de mercadorias para satisfazer as necessidades da burguesia ascendente. Letreiros: 1. França / séc. XVIII 2. Novas relações econômicas e sociais 3. Revolu ção Industrial 4. Revolu ção Francesa 6. Novas necessidades / burguesia ascendente Música: II Trovatore GypsiesĆhorus Giuseppe Verdi Music vol. 10: Verdi

5 A galeria de Bois em Paris, foi a precursora. Mas como era toda em madeira foi reconstruída meio s éculo depois, no come ço do séc. XIX, com os novos materiais que passavam então a ser utilizados, o ferro e o vidro. Depois dela, a galeria mais antiga de Paris éa Passagem do Cairo construída em Éuma construção simples, sem materiais luxuosos, com 6 entradas e 3 alas, cuja a largura máxima não chega a 3 metros. Na época da sua inauguração, sua vizinhança era muito agitada, pois o bairro era habitado por comerciantes e artesãos e tinha muitas lojas. A Passagem do Cairo era destinada a pequenas empresas, principalmente gráficas e também fabricação e venda de artigos manufaturados, não havendo alí artigos de luxo. Ela fica perto da Galerie de Bois, bem mais antiga, e também da Passage des Panoramas, construída em 1800 como um complexo de lazer e diversão. 1. Letreiro: Galerie de Bois e Passagem do Cairo 2. Gravura de época: Galerie de Bois 3. idem 4. idem 5. Passagem do Cairo: Foto do interior 6. idem 7. Passagem do Cairo: Planta baixa 8. Passagem do Cairo: Foto do interior 9. idem 10. Passagem do Cairo: Planta de situação Música: Tannhäuser: Arrival of the Guests at Wartburg Richard Wagner Music vol. 15:Wagner Inaugurada em 1818, Royal Arcade foi a primeira passagem de Londres. Esta galeria brit ânica nasceu em uma época da produção e consumo em massa, logo em seguida da Revolução Industrial. Construída ao longo da King s Opera House, suas lojas são alinhadas apenas em um lado da passagem. Seu estilo gótico proporciona um aspecto escuro, sua decoração é bem trabalhada com postes de ilumina ção e vasos de flores suspensos, tornando-se elegante e atrativa. 1. Letreiro: Royal Arcade 2. Royal Arcade: Foto do interior 3. Royal Arcade: Planta Baixa 4. Royal Arcade: Foto do interior 5. Royal Arcade: Detalhe das luminárias e ornamentação do teto 6. Royal Arcade: Corte 7. Royal Arcade: Vista exterior da cobertura Música: Nabucco: Va pensiero, sull`ali dorate Giuseppe Verdi Music vol. 10: Verdi

6 3 - GALERIAS DO SÉCULO XIX (continuação) Galerie Vivienne e Galerie Colbert. Ambas foram construídas em 1826, muito próximas uma da outra. A Galerie Vivienne tem 3 entradas e a Galerie Colbert tem 2. Elas est ão situadas em área comercial competitiva e s ão construções de luxo, com teto de vidro, sendo famoso o piso de mosaico em tons pasteis da Galerie Vivienne. Elas se tornaram modelos para outras galerias, tendo sido interligadas mais tarde, tornando-se o protótipo para lojas de departamentos e shoppings. 4 GALERIAS DE JUIZ DE FORA 1. Letreiro: Galerie Vivienne e Galerie Colbert 2. Foto: Galerie Colbert - cobertura 3. Planta baixa Galerie Vivienne e Galerie Colbert: 4. Foto: Galerie Colbert - interior 5. Foto: Galerie Vivienne e Galerie Colbert - Vista aérea 6. Foto: Galerie Vivienne - piso 7. Foto: Galerie Vivienne - interior 8. idem 9. idem 10. Foto: Galerie Vivienne - entrada 11. Foto: Galerie Colbert - escultura Música: La Traviata: Di Madride noi siam mattadori Giuseppe Verdi Music vol. 10: Verdi quadrados. Atualmente, a área central da cidade conta com 44 galerias, formando um verdadeiro labirinto interligado com as ruas, algumas já transformadas em ruas de pedestres. 1. Efeito de distorção com a imagem aérea do centro de Juiz de Fora 2. Letreiro: Juiz de Fora 3. Mapa do centro destacando as galerias 4. Foto: Galeria Solar 5. idem 6. Foto: Galeria Dr. Hipólito JoséTeixeira (Galeria do CAVE) 7. idem 8. Foto: Galeria Pio X Música: Funky Blues Autor/inter prete:antonio Restucci CD: Plaza del Angel

7 4 GALERIAS DE JUIZ DE FORA (continuação) As galerias centrais não apenas participam da forma urbana, mas d ão a esta área algumas características marcantes: elas proporcionam um ambiente p úblico protegido auxiliando o tráfego de pedestres no centro da cidade, ao mesmo tempo que promovem uma proximidade entre as lojas e os clientes. Alem disso, as galerias permitem mais frente de lojas em uma área cara e já densamente ocupada 9. Foto: Galeria Pio X 10. Foto: Galeria Solar Palace 11. Foto: Galeria dos Previdenciários 12. Foto: Galeria Hallack 13. Foto: Galeria General Roberto Neves 14. Foto: Galeria Jõao Beraldo 15. Foto: Galeria Phintias Guimarães 16. Foto: Galeria Jõao Beraldo 17. Foto: Galeria Constança Valadares 18. idem 19. idem 20. Foto: Galeria Belfort Arantes idem 5 - SHOPPING CENTERS considerados como suas antecessoras. 1. Letreiro: Shopping Center 2. Foto: Shopping Rio Sul - Rio 3. idem 4. Foto: interior de um shopping 5. idem Música: 9 P.M. Conjunto V.O. 2 CD: Balada Jovem Pan

8 5 - SHOPPING CENTER (continuação) Como exemplo temos o shopping Crystal Plaza em Curitiba que retoma at é mesmo volumetria e elementos formais das antigas galerias européias do século XIX. Nos dias de hoje, continuam sendo construídas galerias em diferentes locais. Como exemplo temos aqui a galeria chamada Rua 24 horas em Curitiba e a galeria na Heritage Square em Toronto 6. Foto: Shopping Crystal Plaza - Curitiba 7. idem 8. idem 9. idem 10. idem 11. Foto: Rua 24 Horas - Curitiba 12. idem 13. Foto: galeria na Heritage Square - Toronto 14. Planta baixa: galeria na Heritage Square - Toronto 15. Desenho esquemático da estrutura: galeria na Heritage Square - Toronto 16. Foto: galeria na Heritage Square - Toronto idem 6. CR ÈDITOS UFJF - Faculdade de Engenharia Banco de Imagens da Construção Coordenadores, equipe e agradecimentos Speedo CD: Balada Jovem Pan 2. Letreiro: Autoria das fotos 3. Letreiro: Aviso 4. Letreiro:Referências bibliográficas

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