ANAIS. Palavras-chave: Aprendizagem Organizacional, Mecanismos de Aprendizagem, Empresas Incubadas.

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1 MECANISMOS DE APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL EM EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA: ESTUDO EM EMPRESAS INCUBADAS NA FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO DA PARAÍBA - PAQTCPB FRANCICLEIDE GONÇALVES DE SOUSA ( ) UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB SIMONE COSTA SILVA ( ) UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ANIELSON BARBOSA DA SILVA ( ) UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB RESUMO Atualmente, as empresas precisam desenvolver atividades ligadas ao processo de aprendizagem. Visando conhecer melhor este processo, o presente artigo objetiva analisar os mecanismos de Aprendizagem Organizacional em empresas incubadas no PaqtcPB. Utilizouse um instrumento de pesquisa denominado Escala de Mecanismos de Aprendizagem em Organizações, constituído de 22 itens divididos nas dimensões: aquisição do conhecimento, distribuição, interpretação e memória organizacional, mensuradas através de uma escala Likert de cinco pontos validado por Izidro-Filho (2006). Trata-se de uma pesquisa qualiquantitativa, do tipo estudo de casos múltiplos, descritivo e explicativo. Os dados coletados revelam que os aspectos estudados são considerados relevantes para os pesquisados, pois em todos os fatores a média do índice importância foi superior à do índice ocorrência. Conclui-se que os gestores necessitam inserir em suas práticas de gestão, uma dinâmica que otimize a captação, o compartilhamento e o controle do conhecimento. Palavras-chave: Aprendizagem Organizacional, Mecanismos de Aprendizagem, Empresas Incubadas. 1 INTRODUÇÃO O discurso corrente em gestão organizacional trata de questões ligadas ao funcionamento de ambientes mutáveis, competitivos, dinâmicos, inovadores e globalizados. Dentro desta perspectiva são exigidas formas de repensar o contexto e a gestão organizacional, através do desenvolvimento de comportamentos mais adequados a um ambiente que propicie mais adaptabilidade e flexibilidade. De acordo com Spender (2001), a aprendizagem passa a ter grande importância na sociedade atual, onde o conhecimento torna-se fator-chave para as organizações e seus membros, contribuindo assim para a competitividade e inovação. Garvin (2003) afirma que é a capacidade da organização aprender que permite que ela seja mais flexível e adaptável, o que colabora para um desempenho maior. O sucesso de uma organização, portanto, pode ser alcançado através da capacidade que ela tem de aprender (ARAÚJO,1998). Devido ao fato da aprendizagem acontecer no trabalho e ser anterior a ele, gerentes se preocupam em como ensinar os funcionários a atingir um comportamento compatível com as necessidades ligadas ao desempenho das atividades desempenhadas de modo que se possa trazer benefícios para a organização atingir seus objetivos. 1/13

2 A partir do desenvolvimento de novas habilidades e aptidões, altera-se a compreensão dos indivíduos sobre a realidade. Novas crenças e atitudes, baseadas na interpretação da realidade, poderão surgir, enriquecendo o mecanismo do processo de aprendizagem e estimulando o desenvolvimento contínuo. Diante do discurso corrente de competitividade organizacional aliado ao avanço tecnológico, vê-se cada vez mais o surgimento de um número de alternativas que proporcionem às organizações meios para que possam atingir seus objetivos de maneira mais eficaz. As evidências sugerem que é vasta a gama de facilidades que uma incubadora associada a institutos tecnológicos pode propiciar as empresas já existentes, operando de forma estendida no apoio à inovação (FERIGOTTI, 2005, p. 11). Diante do exposto esse artigo tem como objetivo principal analisar os mecanismos de Aprendizagem Organizacional em empresas incubadas na Fundação Parque Tecnológico da Paraíba PaqtcPB, permitindo responder a seguinte questão de pesquisa: Que mecanismos de aprendizagem organizacional são percebidos pelas empresas incubadas na Fundação? O artigo está estruturado em cinco seções que são: introdução, referencial teórico, aspectos metodológicos, análise e discussões e considerações finais. 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Aprendizagem nas organizações As condições de incertezas e constantes mudanças afetaram de maneira significativa as estruturas empresarias nas últimas décadas. Os temas relacionados à gestão do capital humano, desenvolvimento intelectual, inteligência competitiva e gestão do conhecimento têm se tornado freqüentes em estudos, pesquisas e práticas, por também implicarem em diferentes significados e percepções por parte de pesquisadores, estudiosos e gestores. Diante de tal fato, pode-se perceber uma necessidade contemporânea das empresas em desenvolverem atividades ligadas ao processo de aprendizagem. Como afirma Fleury e Oliveira Junior (2001), o conhecimento desempenha um papel central e estratégico nos processos econômicos, e os investimentos nos ativos intangíveis crescem mais rápido do que os investimentos nos ativos tangíveis ou físicos. Países, pessoas e empresas com mais conhecimento são mais bem-sucedidos, produtivos e reconhecidos. O conceito de aprender deriva do latim aprenddere, que quer dizer agarrar, apoderarse de alguma coisa. A aprendizagem é, pois, aquisição de certo saber com ajuda do outro ou por si só (POZO, 2002). Ainda, pode-se entender a aprendizagem como um processo de mudança provocado por estímulos diversos e mediado por emoções que podem ou não produzir mudança no comportamento da pessoa (FLEURY; OLIVEIRA JUNIOR, 2002). Existem muitas concepções a cerca do que vem a ser aprendizagem, mas de acordo com Robbins (1998) uma geralmente é mais aceita: qualquer mudança relativamente permanente no comportamento que ocorre como resultado da experiência. Isto nos leva a crer que o processo de aprendizagem está intrinsecamente relacionado e é interdependente com as mudanças, podendo ser esta, positiva ou negativa para as empresas. Para os estudiosos desse tema, há uma diferença entre o que foi aprendido e o feedback dado pelo indivíduo fruto do aprendizado o que reforça a existência de duas correntes de pensamento que sustentam, teoricamente, os modelos de aprendizagem. Modelo behaviorista - tem como principal foco o comportamento, que pode ser observado e mensurado. Nesse caso, planejar o processo de aprendizagem 2/13

3 implica concebê-lo como passível de observação, mensuração e réplica científica. Modelo cognitivo - enfoca tanto os aspectos objetivos e comportamentais quanto aspectos subjetivos. Leva em consideração as crenças e as percepções dos indivíduos, que influenciam seu próprio processo de apreensão da realidade (FLEURY; OLIVEIRA JUNIOR, 2002). Em uma organização, o processo de aprendizagem pode ocorrer nos níveis: Individual onde estão presentes as emoções; Grupal a aprendizagem se constitui em um processo social que é compartilhado por pessoas pertencentes a um grupo; e Organizacional é a institucionalização do processo de aprendizagem ocorrido nos dois níveis anteriores, expressos através de estrutura, normas, regras, procedimentos e elementos simbólicos (Crossan et al, 2004). Senge (1990, p.37) afirma que à medida que o mundo torna-se mais interligado e os negócios mais complexos e dinâmicos, o trabalho precisa ligar-se em profundidade à aprendizagem. O mesmo autor enfoca ainda em seus textos sobre aprendizagem organizacional que o ser humano vem ao mundo com motivos para aprender, explorar e experimentar. Mas, baseadas no intuito de competitividade e concorrência, muitas organizações baseiam-se apenas no controle das atividades laborais ao invés de criarem ambientes propícios ao aprendizado; e desenvolvem sistemas de remunerações baseados no alcance de metas; avaliam o desempenho pela obediência de normas estabelecidas e não pelo crescimento através do aprendizado. Nas organizações, há um processo permanente de mudança, e ele se dá com a mobilização contínua dos processos de aprendizagem individual e organizacional, o que caracteriza o estabelecimento de uma dinâmica de aprendizagem contínua. Argyris apud Fleury e Oliveira Junior (2002), afirma que nas organizações o processo que as habilita a encaminhar suas políticas ou atingir seus objetivos pode ser chamado de circuito simples e quando os objetivos, políticas organizacionais e normas de condutas não estão explicitadas, podem ser percebido como aprendizagem em circuito duplo. Tais conceitos, de circuito simples ou duplo revelam e distinguem o grau de profundidade e extensão em que as mudanças organizacionais podem se configurar como algo que foi aprendido. 2.2 Mecanismos de aprendizagem em organizações (EMAO) Kim (1993), utilizando-se dos conceitos de modelos mentais que são os pressupostos arraigados na cultura da organização, representados por generalizações, ilustrações, imagens ou histórias que podem influenciar a maneira que se compreende o mundo e a forma como agimos analisa a passagem da aprendizagem individual apara a coletiva e divide o processo de aprendizagem em dois níveis: operacional consiste na aquisição e no desenvolvimento de habilidades físicas para produzir ações e o conceitual ocorre com aquisição e o desenvolvimento da capacidade de articular conhecimentos conceituais sobre uma experiência. Diante disso, existe o interesse de pesquisadores em compreender e estudar o fenômeno da aprendizagem em organizações a partir dos modelos de aprendizagem individual que tem seu embasamento em processamento de informações. No fim dos anos 70 começouse a ter uma maior repercussão entre os pesquisadores o conceito de mecanismos de aprendizagem em organizações que engloba temas mais amplos no processo de obtenção e compartilhamento do conhecimento, tais como: liderança, cultura organizacional, sistemas de informação, processamento de informações, rotinas e normas. 3/13

4 Nos anos 90, a partir da contribuição dos estudos de López, Peón e Ordáz (1996), indicam que a existência de tais mecanismos depende da mediação que é feita pela organização entre a motivação individual para o aprendizado e a estrutura que é oferecida para que haja inovação e transferência de resultados para as situações de trabalho, no que concerne ao que é aprendido. Assim, segundo os mesmos autores, os mecanismos são definidos como a aquisição interna e externa do conhecimento (através de base de dados, história organizacional, etc.); distribuição que diz respeito à maneira como o conhecimento é disseminado para os membros que compõem a organização; a interpretação refere-se ao compartilhamento das informações que dão suporte às decisões e a maneira como tais membros enxergam o mundo organizacional; e a memória organizacional é a maneira como o conhecimento é armazenado para poder ser utilizado no futuro, o que permite estruturar uma base de dados, procedimentos ou qualquer outra forma de acessar e resgatar o conhecimento construído e acumulado. Os mecanismos de aprendizagem também podem ser compreendidos como fases do processo de gestão do conhecimento, já que exige a aquisição, manutenção, armazenagem, transferência e aplicação, de maneira a transformar o conhecimento tácito em explícito (SPENDER, 2001). As pessoas procuram então se adaptar aos conhecimentos da gestão empresarial da organização, interpretando as regras, normas e padrões que lhe são atribuídas para pertencer à cultura daquela empresa, capazes de abrir mão de ganhos imediatos em nome de outras coisas, pois as ações dos indivíduos na empresa nem sempre são em busca do lucro financeiro. Se assim for pensado e daí deduzirem-se todas as conseqüências, haverá um engano quanto ao que pode ser aproveitado na aprendizagem organizacional. Posto isto, Fleury e Oliveira Junior (2002, p.138) afirmam que: O conhecimento é um recurso que pode e deve ser gerenciado para melhorar o desempenho da empresa. Ela, portanto, precisa descobrir as formas pelas quais o processo de aprendizagem realmente pode ser estimulado e investigar como o conhecimento organizacional pode ser administrado para atender às suas necessidades estratégicas, disseminado e aplicado por todos como uma ferramenta para o sucesso da empresa. Uma empresa, do ponto de vista sistêmico, deve atuar de maneira holística, interagindo com os ambientes que a circundam. Como afirma Silva e Freire (2001), em face da concorrência, a empresa deve procurar os canais certos para se manter em sintonia com o mercado (...). Senge (1990) revela que o pensamento sistêmico não significa ignorar a complexidade, mas sim organizá-la de forma a possibilitar enxergar as causas e possíveis soluções para os problemas, de forma duradoura, identificando como o aprendizado adquirido contribui para tanto. Dentro dessa visão maior, do todo, um dos canais amplamente utilizado por empresas que buscam um maior desenvolvimento e aprimoramento de suas atividades, têm sido agregase a organizações que contam com uma estrutura funcional que colabora para tal finalidade, como é o caso das fundações tecnológicas e incubadoras de empresas. 2.3 Incubadoras de empresas Com a globalização, as inovações tecnológicas passaram a caracterizar o ambiente competitivo em que operam muitas organizações. Esta nova configuração ambiental demanda das empresas a capacidade de adequar-se às exigências desse ambiente, sendo um fator essencial para garantir sua sobrevivência no mercado. Neste contexto, as incubadoras 4/13

5 surgiram como um suporte capaz de promover o desenvolvimento e incentivar a transformação de idéias em realidade. As Incubadoras surgiram no Brasil em 1980, visando dar suporte aos empreendimentos no período de concepção de seus negócios, possibilitando melhores condições para a consolidação dos mesmos (FRANCO et al, 2006). Contudo, o apoio oferecido pelas incubadoras ameniza as dificuldades enfrentadas pelas empresas nascentes mas não as elimina, visto que muitos empreendimentos não conseguem sair da fase de incubação, pois apresentam dificuldades advindas da própria estrutura de mercado em que se encontram. Conforme o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo - SEBRAE/SP (2009) uma incubadora é um ambiente especialmente planejado, baseado no empreendedorismo e que visa a difundir o conhecimento. Ela apóia projetos inovadores por meio de serviços especializados e consultorias que facilitam o seu desenvolvimento. Para Lahorgue (2008, p. 02) as incubadoras são parte dos sistemas de inovação, caracterizando-se genericamente por serem espaços planejados para receber empresas start ups ou não - e pelo uso compartilhado de área física e infra-estrutura técnica e administrativa, por um período de tempo predeterminado. Vale destacar que muito embora o Brasil não ocupe posição elevada no contexto mundial de inovação tecnológica, o reconhecimento da importância do tema tem resultado na compleição de diversos mecanismos para sua promoção, como institutos de pesquisa, pólos, parques e incubadoras tecnológicas (BELTRAME, 2008, p. 26). Nesta perspectiva, acrescenta o autor: as Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica (IEBTs) encontram-se permeadas pelo conceito de inovação, de forma que os critérios de seleção das empresas para ingresso nas IEBTs consideram o conteúdo tecnológico e inovativo das iniciativas, de fato, ele justifica a criação destas estruturas pelo fomento ao desenvolvimento tecnológico que acarreta o desenvolvimento econômico e social (p. 26). Portanto, considera-se incubadora de base tecnológica a que abriga empresas cujos produtos, processos ou serviços são gerados a partir de resultados de pesquisas aplicadas, nos quais a tecnologia representa alto valor agregado (FERIGOTTI, 2005, p. 07). No Brasil, as primeiras incubadoras de empresas foram inauguradas no ano de Sendo a primeira instalada na cidade de São Carlos SP, que hoje é considerada a mais antiga da América Latina. Somente a partir de 1991, o SEBRAE passou a apoiar o movimento através de ações destinadas à sua implantação, desenvolvimento e fortalecimento, entendendo que as incubadoras seriam uma importante ferramenta de apoio às micro e pequenas empresas (SEBRAE/SP, 2009). Ao longo dos anos, as incubadoras foram se diversificando, existindo atualmente as de base tecnológica, tradicionais, de cultura, sociais e mistas, que realizam pré-incubação, incubação, pós-incubação e incubação externa (LAHORGUE, 2008). Hoje, mesmo diante das adversidades, as incubadoras de empresas de base tecnológica destacam-se como mecanismos propícios a viabilizar economicamente pesquisas acadêmicas, sobretudo pelo fato de que, geralmente, estão vinculadas a universidades ou centros de pesquisa (BELTRAME, 2008). Corroborando com essa afirmativa, Lahorgue (2008) expõe ainda, que mesmo os impulsos iniciais do movimento de incubadoras tendo sido dados por políticas públicas, as universidades foram as organizações que mais se destacaram como promotoras da criação de incubadoras de base tecnológica, situação que se manteve durante um bom tempo. No 5/13

6 entanto, percebe-se que nos últimos anos, há uma maior presença dos poderes públicos locais ou de grandes instituições de assistência ou fomento nas iniciativas de criação de novas incubadoras. De modo geral, percebe-se uma presença maior de organizações não universitárias na promoção das incubadoras, o que demonstra maior sensibilidade da sociedade em relação ao potencial de desenvolvimento endógeno e ao papel das pequenas empresas na criação de emprego e renda (LAHORGUE, 2008). E ainda, acrescenta a autora, a atuação de uma incubadora pode trazer elementos para a dinamização de um arranjo produtivo local pela criação de empresas com maior agregado tecnológico ou que possam solucionar gargalos produtivos, colocando o conjunto dessas empresas em melhores condições de competição. Desta forma, pode-se perceber a importância do papel das incubadoras para o desenvolvimento e a consolidação dessas empresas que, em sua maioria, são geridas por pessoas com pouca experiência em negócios e, portanto, necessitam de orientações para organizar as atividades produtivas, sempre pautadas na inovação, de forma a suportar as exigências impostas pelo mercado cada vez mais competitivo. 2.4 Inovação e tecnologia no contexto da aprendizagem em empresas de base tecnológica Sabe-se que inovação e tecnologia são aspectos relevantes nas empresas incubadas, sobretudo as de base tecnológica. Tais aspectos precisam ser trabalhados e desenvolvidos não somente nestas empresas, mas também em todas as organizações que desejam garantir sua sobrevivência no mercado. Alguns estudos em empresas de países em desenvolvimento verificaram a importância dos processos de aprendizagem para a capacitação tecnológica com vistas à inovação. Neste contexto, as incubadoras de empresas são catalisadoras do processo de desenvolvimento e consolidação de empreendimentos inovadores no mercado competitivo e estão inseridas em um sistema de inovação (FERIGOTTI, 2005). Uma das características tecnológicas-chaves de empresas que operam no contexto de economias emergentes é que normalmente iniciam o seu negócio a partir da tecnologia adquirida de outras empresas, que operam, muitas vezes, em outros países. Assim, ao iniciarem suas atividades, não dispõem sequer das capacidades tecnológicas básicas. Para tornarem-se competitivas e aproximarem-se de empresas da fronteira tecnológica internacional, elas precisam se engajar em um processo de aprendizagem para construir e acumular sua capacidade tecnológica (FIGUEIREDO, 2004). Neste contexto, a condição de desenvolvimento proporcionada pelas incubadoras dá às empresas bons resultados em termos de aprendizagem, que se manifestam em estruturas organizacionais capazes de suportar as exigências impostas pelo mercado (BELTRAME, 2008). Adicionalmente, uma vez que o conhecimento tecnológico não é compartilhado igualmente entre as empresas, e nem é fácil de ser imitado ou transferido, as empresas precisam possuir não só a capacidade de absorver tecnologia e conhecimento adquiridos externamente, mas também os gerados em outros setores da própria empresa, uma vez que a transferência de tecnologia e conhecimento não é um processo automático. Essa transferência necessariamente requer aprendizagem porque tecnologias são tácitas, e seus princípios inerentes não são sempre claramente compreendidos (LOURES, 2007). Outro aspecto relacionado à inovação e tecnologia presente nas empresas incubadas é a importância e a necessidade de se fazer o registro da propriedade intelectual, mais especificamente das patentes. Muito embora se tenha ciência que, por si só, este não é 6/13

7 objetivo das incubadoras, mas sabe-se que este é um caminho para a geração de produtos e processos com alto valor agregado, entendendo-se que seja estratégico o posicionamento da incubadora como um mecanismo efetivo de viabilização mercadológica da propriedade intelectual, o que merece especial atenção de seus gestores (BELTRAME, 2008). O mesmo autor sugere, ainda, como contexto da aprendizagem nas incubadoras uma estrutura que leve em consideração o planejamento, as finanças, a produção, os recursos humanos e o marketing, que delimitam os elementos constituintes do arcabouço que possibilita conhecer profundamente as aplicações sistemáticas de técnicas administrativas para a gestão das organizações, além de verificar a participação da incubadora na instrumentalização das empresas. O conhecimento proporcionado pelo estudo desses aspectos presentes no dia-a-dia dessas organizações possibilita o fortalecimento de sua capacidade tecnológica, de inovação e de gestão, e com isso ajudá-las a se tornar mais competitivas, não somente no contexto das empresas locais, mas também em relação às empresas nacionais e transnacionais. 3 ASPECTOS METODOLÓGICOS A presente pesquisa trata-se de um estudo descritivo e explicativo que expõe os mecanismos de Aprendizagem Organizacional em empresas incubadas na Fundação Parque Tecnológico da Paraíba- PaqtcPB e revela como o resultado desse aprendizado é visto por tais empresas, por meio da percepção de seus gestores e/ou empreendedores. Criado em 1986 o Programa de Incubação de Empresas de Base Tecnológica, tem como objetivo dar suporte aos empreendimentos que aproximam o mundo da Ciência e Tecnologia do mundo dos negócios. O programa tem como missão apoiar ações para o desenvolvimento de novos empreendimentos de base tecnológica com suporte técnico e gerencial no âmbito empresarial, buscando o crescimento sustentável e o amadurecimento dessas empresas como forma de promoção do desenvolvimento regional sustentável (PaqtcPB, 2009). A estratégia utilizada foi do tipo sintética de estudo de casos múltiplos com um só nível de análise pelo fato da pesquisa ter sido desenvolvida com empresas incubadas de diversos portes e segmentos de atuação (casos múltiplos) para estudar como trabalham os seus mecanismos de aprendizagem organizacional (nível de análise único). Os critérios para seleção da área de pesquisa compreendeu as empresas de base tecnológica com até cinco anos de atuação, que se encontravam incubadas e tinham sede na Fundação Parque Tecnológico da Paraíba- PaqtcPB, localizada na cidade de Campina Grande-PB e que se configura como um pólo de Ciência e Tecnologia, instituída pelo Plano Diretor do Município De uma população de 22 empresas que atendiam tais critérios, nove contribuíram para os resultados obtidos, uma amostra que corresponde a 40,91%, escolhida pelo critério de acessibilidade e de forma intencional, ou de seleção racional, em que os elementos que a compõe estão relacionados conforme certas características estabelecidas no plano e nas hipóteses formuladas pelo pesquisador (RICHARDSON, 2009). Neste estudo foram utilizados como procedimentos para coleta de dados o uso de informações fornecidas pelos gestores das referidas empresas, sendo coletadas através de um questionário que reúne indagações em torno das variáveis relacionadas aos mecanismos de Aprendizagem Organizacional, além e da observação direta do pesquisador como complemento das informações recebidas nas entrevistas. O instrumento de pesquisa aplicado denomina-se EMAO (Escala de Mecanismos de Aprendizagem em Organizações), elaborado inicialmente por López, Peón e Ordás (2005) e 7/13

8 validado por Izidro-Filho (2006), constituído de 22 itens divididos em 3 dimensões: aquisição interna e externa do conhecimento; compartilhamento; codificação/controle organizacional, mensuradas através de escala de concordância (ocorrência e importância) do tipo Likert de cinco pontos, variando de nunca ocorre (1) a sempre ocorre (5) para o nível de ocorrência e de sem importância (1) a totalmente importante (5) para o nível de importância.o instrumento ainda era composto por campos de informações pessoais e funcionais, com o objetivo de traçar o perfil sócio-demográfico dos respondentes. Segundo Isidro-Filho (2006, p.75-6), por Aquisição Interna e Externa do Conhecimento (Fator 1) entende-se o conjunto de ações organizacionais de busca do conhecimento no ambiente interno e externo que favorecem a aprendizagem na organização.o fator 2, Compartilhamento do Conhecimento, é definido como ações baseadas em relações de troca social entre membros da equipe/organização, em que conhecimentos e experiências são compartilhados e contribuem para aquisição de novos comportamentos e atitudes que podem impactar positivamente no desempenho do trabalho. O Fator 3, Codificação e Controle do Conhecimento, refere-se ao conjunto de bases de dados para o armazenamento e gestão de conhecimentos e experiências relevantes que favorecem o acesso e utilização desses recursos por parte dos funcionários da organização. A coleta dos dados foi realizada nos dias 02 e 03 de março de 2010, junto aos gestores ou os próprios empresários das empresas incubadas e sediadas no parque tecnológico. Os questionários foram aplicados pelas próprias pesquisadoras, com exceção de dois questionários que foram disponibilizados e respondidos através de . Para a análise dos dados foi feita uma avaliação quali-quantitativa, não implicando uma regra formal no cumprimento de algumas etapas para o tratamento dos dados, conforme afirmam Contandriopoulos, Champagne e Potvin (1994). Após a coleta dos dados, os mesmos foram tratados por meio de métodos de estatística descritiva e analisados com a utilização do pacote estatístico SPSS versão 13.0, sendo obtidos média e desvio-padrão de cada um dos itens, como também dos fatores em estudo, indicando o grau em que cada uma das dimensões se aplicava efetivamente na organização em termos de ocorrência e importância. Por fim, foram feitas as análises a partir dos resultados encontrados. 4 ANÁLISE E DISCUSSÕES Os resultados a cerca do perfil sócio-demográfico dos gestores, revelam que são do sexo masculino (77,7%) e estão na faixa etária de 18 a 25 anos (44,4%). Além disso, são casados (66,7%) e têm uma escolaridade em nível de especialização e mestrado (85,72%), sendo ainda, em sua maioria, naturais da cidade de Campina Grande-PB (44,5%). Nota-se que a escolaridade é um ponto de destaque, já que 100% dos pesquisados possui nível superior completo, o que indica um aspecto favorável para o perfil de um empreendedor. As áreas de atuação das empresas pesquisadas são em sua maioria voltadas para serviços na área de tecnologia e engenharia (44,5%) e seu tempo de atuação é de até um ano (55,6%) o que ratifica sua situação enquanto empresas incubadas, já que a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, tem como objetivo desenvolver ações para o desenvolvimento de novos empreendimentos de base tecnológica com suporte técnico e gerencial no âmbito empresarial. Quando se avalia os resultados referentes ao Fator 1 - aquisição interna e externa de conhecimentos nota-se que o índice de ocorrência apresentou média no valor de 3,41, 8/13

9 enquanto que o índice de importância obteve média de 4,20, com desvio-padrão de 0,30 e 0,29 respectivamente. Este resultado demonstra que nas organizações participantes da pesquisa, o fator é entendido pelos entrevistados como ocorrendo, embora não tão frequentemente, já que a média ficou abaixo do valor 4 na escala (ocorre muito). Além disso, é dada grande relevância ao tema, pois o valor da média do índice importância ultrapassou o valor 4 (muito importante) na escala utilizada. Tais resultados indicam que o desenvolvimento de atividades que visem à aquisição de conhecimento, tanto de forma interna quanto externa, deve ser efetivamente estimulado pela organização para que a mesma se insira no conceito de organização que aprende e com isso desenvolva os subsídios de enfrentamento das exigências do mercado (BELTRAME, 2008) Essa situação pode ocorrer devido a uma distinção que se deve fazer entre a capacidade que a organização tem para operar suas atividades, utilizando de maneira eficaz todos os seus recursos e a forma como ela realmente utiliza tais recursos, pois como afirmam Bell e Pavitt (1993, 1995) deve-se transcender à visão tradicional. Em relação ao Fator 2 - Compartilhamento do Conhecimento - que se refere às ações de troca de conhecimentos e experiências entre membros da equipe/organização, contribuindo para aquisição de novos comportamentos e atitudes e impactando no bom desempenho do trabalho, as médias dos índices de ocorrência e importância foram 3,29 e 3,87 com desvio-padrão de 0,30 para ambas. Tais resultados revelam que há, dentro das empresas, estruturas que favorecem o trabalho em equipe, sendo esta uma condição sine qua non para o desenvolvimento de estruturas organizacionais aprendentes. Foi possível perceber que no caso das empresas estudadas, o compartilhamento do conhecimento tem sido proporcionado, sobretudo, através de situações de trabalho realizado em equipe, uma vez que no item referente a este tema (Item 14: o trabalho em equipe é uma prática comum na organização) foi o que apresentou maior média entre as nove empresas respondentes. Além disso, durante a aplicação da pesquisa, alguns gestores/empresários expressaram que são constantes as capacitações e treinamentos proporcionados pela PaqtcPB, o que permite além de sanar as dificuldades apresentadas pelas empresas, proporcionar um momento de integração e troca de conhecimento não somente entre os membros internos da organização, como também com membros de outras empresas. De acordo com o que afirma Miles (2003) esta iniciativa reflete um esforço da gestão para que a empresas não se tornem limitadas e nem enrijeçam as práticas inovadoras, o que impeliria seu sucesso empresarial. Já o Fator 3 - Codificação e Controle do Conhecimento que corresponde à base de dados para o armazenamento e gestão de conhecimentos e experiências relevantes, as médias apresentadas foram 3,00 (desvio-padrão= 0,21), no índice de ocorrência, e 4,40 (desviopadrão= 0,18) no índice de importância. Este resultado ratifica o que Loures (2007) afirma quanto ao fato de que transferência necessariamente requer aprendizagem porque tecnologias são tácitas, e seus princípios inerentes não são sempre claramente compreendidos. Neste sentido, a situação pode ocorrer de acordo com o que enfatiza Miles (2003) ao referir-se às organizações baseadas em conhecimento que possuem características que demonstram a intensificação de serviços fortemente baseados no conhecimento. Comparando-se todos os itens do questionário, a maior média apresentada foi 4,88 referente ao do item 5 (a organização promove e apóia inovações), enquanto que a menor foi 2,13 equivalente ao item 15 (a organização desenvolve programas internos de rodízio de tarefas e mudança de funcionários entre departamentos e funções), sendo o primeiro alocado no fator 1, aquisição, e o segundo no fator 2, compartilhamento do conhecimento. Isto significa que por meio destas estratégias, a organização contribui para uma melhor difusão de atividades inovadoras sob a perspectiva da economia do conhecimento, o que 9/13

10 poderá colaborar no sentido melhorar suas capacidades dinâmicas e competitividade globalizada (MILES, 2003). De modo geral, pode-se perceber que os aspectos estudados nesse trabalho são considerados relevantes para as empresas pesquisadas já que em todos os fatores a média do índice importância foi superior à média do índice ocorrência. Com isso, pode-se sugerir que as organizações invistam em práticas capazes de aprimorar a aquisição, compartilhamento e codificação do conhecimento, o que pode favorecer o processo de aprendizagem dentro da organização e, por conseguinte, o seu desempenho. Corroborando com isto, Vera e Crossan (2004) afirmam que no processo de aprendizagem a cognição afeta o comportamento e vice-versa. Os autores acrescentam ainda que há três níveis da aprendizagem individual, grupal e organizacional, sendo estes ligados por quatro processos sociais e psicológicos: intuição, interpretação, integração e institucionalização. O pensamento desses autores confirma a viabilidade deste estudo, uma vez que há sinais claros de que empresas de base tecnológica têm buscado intensificar a alocação de suas atividades de prestação de serviços de base tecnológica, fazendo frente a uma posição competitiva. Os parques tecnológicos e as incubadoras de empresas têm recebido particular atenção, devido, principalmente, à relevância que assumiram em termos de desenho da política industrial voltadas para a promoção da inovação tecnológica e da melhoria da competitividade industrial. Como também, têm sido examinados como um instrumento de política de desenvolvimento regional (VEDONELLO, 2000). Por fim, avalia-se que a partir da percepção dos gestores/empreendedores pesquisados, a cerca dos fatores que impactam a estrutura e o funcionamento de uma empresa, percebe-se que mudanças na aquisição, compreensão e disseminação de todo o conhecimento gerado, dentro e fora do ambiente organizacional, refletem sobre os mecanismos inerentes à Aprendizagem Organizacional. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Este artigo examinou a forma como nove empresas incubadas na Fundação Parque Tecnológico da Paraíba - PaqtcPB utilizam mecanismos de aprendizagem em suas atividades rotineiras, através da visão do seu gestor/empreendedor, revelando os aspectos ligados a maneira como adquirem, transmitem e controlam o conhecimento necessário ao desempenho de suas atividades rotineiras na busca por uma maior eficácia organizacional. Os resultados apontaram para a necessidade das empresas de estabelecer modelos de gestão que pressupõem padrões de pensamentos, comportamentos, posturas, habilidades e que exercitam as capacidades de compreensão, comparação, escolha, decisão e participação, já que no processo de Aprendizagem Organizacional os indivíduos não podem ser meros executores das ordens do nível decisorial, mas participantes ativos da vida empresarial, por meio de trabalhos em equipe. Os gestores das empresas pesquisadas argumentam que existe uma lacuna entre a relevância da aprendizagem e as práticas de gestão adotadas, eles identificaram alguns fatores que são de extrema relevância para a eficácia organizacional, mas que não dão a devida atenção e por isso não os tornam tão frequentes em suas práticas gerenciais. Ao mesmo tempo assumem que existem fatores que são de pouca relevância, mas que são rotineiros e que aparecem com mais freqüência no dia-a-dia da empresa, o que pode causar uma morosidade no alcance dos objetivos. Este cenário torna-se atrativo para o desenvolvimento de estratégias que levem a uma atuação de profissionais que necessitam adaptar-se a um processo tão frequente e inevitável - 10/13

11 o da mudança pois, em se tratando de empresas de base tecnológica, as mudanças nos níveis de competitividade ocorrem mais rapidamente que em outros tipos de empresa. Os achados do estudo também levam a uma compreensão sobre a importância da aquisição, transformação e transmissão do conhecimento como base para a tomada de decisões estratégicas (individuais ou coletivas) que refletem nas práticas e ações organizacionais, uma vez que o processo de aprendizagem tem início a partir do entendimento das práticas do indivíduo, perpassa pelas ações grupais e evolui para as práticas organizacionais Embora se argumente sobre a importância da utilização de mecanismos de aquisição, compartilhamento e controle do conhecimento, há muito que se ajustar em termos de funcionamento e gestão das empresas pesquisadas, no sentido de que as formas de captação tanto interna quanto externa precisam estar alinhadas às necessidades de competitividade vivenciada por cada uma delas. Em se tratando da estrutura concebida como Incubadora de Empresa, vê-se que tem se apresentado como uma oportunidade para àquelas empresas que necessitam de um maior aporte para desenvolver suas atividades. Esta condição revela-se como uma boa oportunidade mercadológica, uma vez que proporciona a possibilidade de estar presente em um ambiente dotado de uma infra-estrutura que facilite o desenvolvimento de novas formas de atuação, de compartilhamento de experiências entre os pares e acesso a tecnologias. Reforçando estas vantagens, a presença e a qualidade das tecnologias empregadas, aliada a um perfil empreendedor, possibilita não só a implantação e desenvolvimento de mecanismos que avaliem a aprendizagem organizacional, como também a inovação de práticas gerenciais. Porém, observou-se que há uma propensão a melhorias contínuas que visem contribuir para o desenvolvimento organizacional e que os gestores necessitam inserir em suas práticas de gestão do conhecimento, uma dinâmica que otimize ainda mais a captação, o compartilhamento e o controle. Referências: BELTRAME, Antor. Ensinagem e aprendizagem em incubadora tecnológica: um estudo de caso na incubadora tecnológica de Caxias do Sul Dissertação (Mestrado em Administração) - Programa de Pós-Graduação em Administração. Universidade de Caxias do Sul. Disponível em: 213/Publico/Dissertacao%20Antor%20Beltrame.pdf. Acesso em: 02 Dez CONTANDRIOPOULOS, Andre-Pierre; CHAMPAGNE, François, POTVIN, Louise; Saber preparar uma pesquisa. 2 ed. São Paulo : Hucitec Abrasco, FERIGOTTI, Cristina Maria Souto. Aprendizagem e capacidade tecnológica: O Papel da Incubadora. In: Seminário Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica, 2005, Salvador. XI ALTEC, FIGUEIREDO, Paulo N. Aprendizagem tecnológica e inovação industrial em economias emergentes: uma breve contribuição para o desenho e implementação de estudos empíricos e estratégias no Brasil. Revista Brasileira de Inovação, v. 3, n. 2, jul-dez, FLEURY, Maria Tereza Leme; OLIVEIRA JUNIOR, Moacir de Miranda (Coord.). As Pessoas na Organização. São Paulo: Gente, /13

12 FRANCO, Juliana; PEREIRA, Marcelo Farid; BALAN, Heloise das Neves; ROAS, Nathalie A. dos Santos. Principais dificuldades enfrentadas pelas empresas de base tecnológica: o caso das empresas da Incubadora Tecnológica de Maringá. In: Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 2006, Santa Catarina. LVIII SBPC, 2006 LAHORGUE, Maria Alice. Incubadoras de empresas no Brasil: quadro a partir das avaliações realizadas no período de In: Jornadas Latino-Americanas de Estudos Sociais, das Ciências e das Tecnologias, 2008, Rio de Janeiro. VII ESOCITE, LOURES. Camila Santos. Mensuração de capacidade tecnológica no contexto de industrialização recente: uma breve reflexão crítica sobre taxonomias e evidências de pesquisas recentes Dissertação (Mestrado em Administração) - Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (EBAPE). Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro. Disponível em: Acesso em: 03 jan MILES, Matthew B. Qualitative data analysis: a source of new methods. Londres: Sage, KIM, Daniel H.. The link between individual and organizational learning. Sloan Management Review, p , fall, PAQTCPB. Fundação Parque Tecnológico da Paraíba. Incubadoras - ITCG. Disponível em: Acesso em: 02 Jan POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e Mestres a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, RICHARDSON, Roberto Jarry et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. ed. 10. reimpr. São Paulo: Atlas, ROBBINS, Stephen. Comportamento Organizacional. Rio de Janeiro: LTC, SEBRAE/SP - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo. Incubadoras de Empresas. Disponível em: Acesso: 02 jan SENGE, Peter M. A Quinta Disciplina a arte e prática da organização que aprende. São Paulo: Best Seller, SILVA, César Augusto Tibúrcio; FREIRE, Fátima de Souza. Balanço Social Teoria e Prática. São Paulo: Atlas, VERA, Dusya; CROSSAN, Mary. Strategic Leadership and Organizational Learning. Academy of Management Review, 2004, v. 29, n. 2, p /13

13 ANEXO 1 - ESCALA DE MECANISMOS DE APRENDIZAGEM EM ORGANIZAÇÕES Indique o grau em que cada uma das afirmativas abaixo se aplica efetivamente a sua organização, de acordo com as escalas: 1- Nunca ocorre 2- Ocorre pouco 3- Ocorre OCORRÊNCIA 4- Ocorre muito 5- Sempre ocorre 1- Sem importância 2- Pouco importante 3- Importante IMPORTÂNCIA 4- Muito importante 5- Totalmente importante AFIRMATIVAS Ocorrência Importância 1 A organização promove parcerias com outras organizações, universidades, escolas técnicas, etc. 2 A organização mantém contato com profissionais e especialistas externos A organização incentiva seus funcionários a participar de redes e grupos externos de pessoas tanto formais quanto informais 4 Os membros da minha equipe participam de eventos externos (congressos, feiras, simpósios, etc.) 5 A organização promove e apoia inovações Novas idéias e abordagens sobre o desempenho no trabalho são aplicadas no dia-a-dia de minha equipe 7 Os funcionários são informados a respeito dos objetivos da organização Encontros são realizados para informar os funcionários a respeito das últimas inovações na organização 9 A organização tem mecanismos formais que garantem o compartilhamento de melhores práticas entre as diferentes áreas de atividade 10 Funcionários da equipe a que pertenço participam de outras equipes ou unidades e atuam como elos entre elas 11 Funcionários da equipe a que pertenço coletam, classificam e distribuem sugestões internas dos demais membros 12 Os membros da minha equipe compartilham do mesmo objetivo Os funcionários da minha equipe compartilham conhecimento e experiências por meio de diálogos com os demais colegas de trabalho 14 O trabalho em equipe é uma prática comum na organização A organização desenvolve programas internos de rodízio de tarefas e mudança de funcionários entre departamentos e funções 16 A organização oferece oportunidades de aprendizagem, tais como programas internos de treinamento, visitas a outros departamentos, etc. 17 A organização informa seus funcionários a respeito das responsabilidades de outros colegas de trabalho e departamentos 18 A organização tem bases de dados para armazenar suas experiências e conhecimentos 19 A organização identifica experts ou assuntos específicos por meio de catálogos ou s arquivados de acordo com os assuntos aos quais pertencem 20 A organização conta com bases de dados atualizadas referentes a seus clientes As bases de dados da organização são consultadas por meio de alguns tipos de redes (Lotus Note, Intranet, etc.) 22 As bases de dados utilizadas por minha equipe são atualizadas /13

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

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