As coisas estão no mundo (Things are in the world) Marilá Dardot, 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "As coisas estão no mundo (Things are in the world) Marilá Dardot, 2013"

Transcrição

1

2 3 toneladas de papéis de teste de impressão offset distribuídas em pilhas esculpidas no local 3 tons of offset printing test paper distributed in stacks and carved on site Vista da exposição As coisas estão no mundo, Galeria Silvia Cintra + Box4, Rio de Janeiro, 2013 Exhibition view at Galeria Silvia Cintra + Box4, Rio de Janeiro, 2013 Papéis usados em gráfica para acertar cor e registro de impressão de livros de arte formam 20 pilhas no chão. Em cada pilha é esculpida uma letra, formando a frase "As coisas estão no mundo". Papers used in printing house to adjust color and print registration for art books form 20 stacks on the floor. In each one is carved a letter, writing the phrase As coisas estão no mundo.

3

4

5

6

7

8

9

10

11 V E R NISSAGE 109 AQU M E AL M DA LINGUAGEM Na exposiá o As Coisas Est o no Mundo, na Galeria Silvia Cintra+Box4, Maril Dardot d continuidade s suas leituras transversais entre os campos das artes visuais e a literatura ANA M A RIA M A I A O TÍ TULO DESTE TEXTO FOI EMPRESTADO DA PRÓ PRIA ARTISTA. EM UMA CONVERSA EM SEU ATELIÊ, ENQUANTO ME MOSTRAVA O PROJETO DA INDIVIDU AL E AFIRMAVA CERTOS CAMINHOS E RECORRÊ NCIAS DO SEU TRABALHO, Marilá Dardot me presenteou com esse termo sí ntese para o que persegue como artista. A escrita é referendada quase sempre em sua obra: pá ginas de livros, citaç õ es de autores, a forma literá ria, os arquivos e í ndices remissivos, as palavras e as letras. Apesar desse universo, que a artista toma como maté ria, as sunto e imagem, ela ratifi ca: Nã o optei por ser escritora. Optou por acercar se da linguagem escrita pelas bordas e submetê la a outros espaç os de fruiç ã o. Com isso pô de, por um lado, corromper o estado de reclusã o e autonomia que é particular à literatura e, por outro, atribuir e ampliar sensaç õ es, visualidades e espacialidades a partir do que os textos prescrevem. Aqué m e alé m de obras de nomes como Mallarmé, Cortá zar, Borges, Barros e Leminski, Dardot apresenta se como inté rprete que suscita, a partir deles, experimentos de leitura que reinventam o original. Ou seja, nem só de perdas e ganhos é feito o trabalho da artista. Como em Terceira Margem (2007), dupla de livros que, ao serem encadernados um em frente ao outro, a partir do mesmo miolo, ganha a solidez velada de uma escultura, as ambiguidades incontorná veis sã o comuns em outros projetos. Na exposiç ã o As Coisas Estã o no Mundo, a artista mostra duas obras novas, que bem exemplifi cam esse ponto intermé dio entre as artes visuais e a literatura. A instalaç ã o que dá tí tulo à individu al é composta de 20 pilhas de papel de testes de impressã o comprados em grá fi cas industriais. Em cada uma das pilhas, a artista desbastou com um estilete as letras da estrofe de Paulinho da Vio la na mú sica Coisas do Mundo, Minha Nêga (1969). A frase toma toda a porç ã o central da galeria. Ela pró pria está no mundo, infl etida da partitura para a vida, convivendo com os visitantes e organizando seu trâ nsito na sala de exposiç ã o. CITA «ES M SICA E LITE RATU RA Apesar da possibilidade de tocar as folhas, nã o se trata de uma obra interativa, como a anterior, A Origem da Obra de Arte ( ), que consiste em um conjunto de letras do alfabeto em cerâ mica para manuseio do pú blico. Em uma chave oposta à desta instalaç ã o atualmente montada nos jardins do Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), qualquer movimento desmancha o arranjo de As Coisas Estã o no Mundo. Essa condiç ã o SELECT.ART.BR AGO/SET 2013 Texto publicado em revista Select n. 13, agosto/ setembro de 2013 Originally publish in Select n. 13, August / September 2013

12 MARIL DARDOT OPTOU POR ACERCAR SE DA LINGUAGEM ESCRITA PELAS BORDAS E SUBMET LA A OUTROS ESPA«OS DE FRUI«O Na p gina anterior, detalhes da obra Cores, Nomes (2013); esquerda, detalhe de As Coisas Est o no Mundo (2013), ambas expostas na individual de Maril Dardot, no Rio. Acima, direita, No SilÍ ncio Nunca H SilÍ ncio atesta o tanto de perigo e delicadeza que concerne aos gestos de apropriaç ã o. Como na canç ã o, a obra leva a crer que tudo está dado, só que (se precisa) aprender, ou reverenciar sem se inibir, tornar familiar e nã o menos complexo. Se considerarmos que, resguardada pela integridade de sua volumetria, esta instalaç ã o abarca um pensamento escultó rico que foge à s prá ticas tradicionais, pode se dizer que o segundo trabalho da mostra trata de pintura. Cores, Nomes (em citaç ã o ao disco de Caetano Veloso) é uma sé rie de seis quadros feitos a partir da ampliaç ã o de frases extraí das de poemas que descrevem cores. Dessa premissa nasceram o Branco e o Vermelho, Murilo (Mendes); o Negro e o Amarelo, Joã o (Cabral de Melo Neto); o Verde, Paulo (Leminski) e o Azul, Manoel (de Barros). Particulares a seus autores e à s analogias com que descrevem e tornam subjetivo o aparentemente ó b vio, cada cor é aplicada pela artista em tinta guache sobre a frase. O pigmento toma o papel inteiro, deixando apenas leves marcas de pincel. No caminho aberto pela linha orgâ nica descoberta por Lygia Clark em 1954, Cores, Nomes afi rma a sujeiç ã o da obra de arte ao contexto em que é produzida e acessada. Conduzidos por um mesmo guache, os verbetes dos poetas ganham texturas e tonalidades diferentes ao alcanç ar outras superfí cies. Se Tratado de Pintura e Paisagem (2008) criava situaç õ es de mimetismo em que capas de livros de uma cor camufl avam se na vegetaç ã o em que eram fotografadas, Cores, Nomes adentra pelo terreno da refraç ã o, dos pequenos desvios. Esta, como toda sorte de coleç ã o que a artista organiza no intuito de conter um universo (a exemplo do conjunto de silê ncios que resultou em No Silê n cio Nunca Há Silê ncio, 2013, ou de apariç õ es do termo palavra em Ulysses, de James Joyce, que rendeu Ulyisses, 2008), multiplica se em leituras transversais, que fogem ao que inicialmente se espera dos enunciados, sejam eles uma cor ou um texto, uma imagem ou uma histó ria. Dessa maneira, os atuais trabalhos de Marilá Dardot levam a crer que, sim, as coisas estã o no mundo, mas, mais ainda, há mundos inteiros em cada coisa. Na sess o Vernissage, projeto realizado em parceria com galerias de arte brasileiras, publicamos uma an lise crì tica da obra de um artista con tempor neo que estar em exposiá o durante os meses de circulaá o da ediá o. O projeto preví o laná amento de select na abertura da exposiá o. SELECT.ART.BR AGO/SET 2013 FOTOS: MARILÁ DARDOT, CORTESIA DA ARTISTA E DA GALERIA SILVIA CINTRA+BOX4 Texto publicado em revista Select n. 13, agosto/ setembro de 2013 Originally publish in Select n. 13, August / September 2013

Cores, Nomes (Colors, Names)

Cores, Nomes (Colors, Names) Cores, Nomes (Colors, Names) Marilá Dardot, 2013 Série de 6 trabalhos Six pieces series Impressão mineral sobre papel Matt Cotton Smooth e pintura em tinta gouache Talens sobre papel, passepartout, moldura

Leia mais

93 % AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. AFONSO HENRIQUES. Pré-escolar 1.º Ciclo. Secundário. Cursos Profissionais. 2.º Ciclo. Educação e Formação de Adultos

93 % AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. AFONSO HENRIQUES. Pré-escolar 1.º Ciclo. Secundário. Cursos Profissionais. 2.º Ciclo. Educação e Formação de Adultos AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. AFONSO HENRIQUES 93 % entrada no Ensino Superior Pré-escolar 1.º Ciclo 2.º Ciclo 3.º Ciclo Secundário Cursos Profissionais Educação e Formação de Adultos Vila das Aves e S. Tomé

Leia mais

O que é necessário para ter Resultados no Marketing Digital

O que é necessário para ter Resultados no Marketing Digital O que é necessário para ter Resultados no Marketing Digital O que é necessário 1. CONHECIMENTO 2. TECNOLOGIA 3. TEMPO INVESTIDO (PESSOAS) 4. PACIÊNCIA CONHECIMENTO Quando falamos de conhecimento, podemos

Leia mais

Ti tulo I Das Disposic o es Preliminares. TI TULO II Do Processo Seletivo. TI TULO III Da Matri cula

Ti tulo I Das Disposic o es Preliminares. TI TULO II Do Processo Seletivo. TI TULO III Da Matri cula REGULAMENTO DO PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS CURSOS DE GRADUAC A O BACHARELADO E LICENCIATURA E GRADUAC A O TECNOLO GICA DA FACULDADE PAULUS DE COMUNICAÇÃO. Ti tulo I Das Disposic o es Preliminares

Leia mais

Versa o 006 14-jan-16

Versa o 006 14-jan-16 Versa o 006 14-jan-16 Certificate Gestão Financeira Certificate Pós-Graduação Gestão Financeira (428 h/a) Módulos Transdisciplinares (104 h/a) Módulos EPR Educação Presencial em Rede (132 h/a) Módulos

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (IDEC)

INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (IDEC) CONTRIBUIÇO ES PARA A CONSULTA PU BLICA: MARCO REGULATO RIO DAS TELECOMUNICAÇO ES NO BRASIL INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (IDEC) Pá giná 1 Sumário Esse documento ápresentá á opiniá o do

Leia mais

ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL II DATA: PERÍODO:

ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL II DATA: PERÍODO: ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL II DATA: PERÍODO: Prática Social: VIVÊNCIA do conteúdo: CONTEÚDO: Obra: Gustavo Rosa. Cooper em família. 2003. Óleo sobre tela, 160 x 250 cm. Coleção Particular

Leia mais

OBJETIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO ( EXPOSIÇÃO, LIVRO, OFICINA)

OBJETIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO ( EXPOSIÇÃO, LIVRO, OFICINA) OBJETIVO 1. Captar recursos financeiros para realização da exposição de artes visuais Pintura como Plano no Museu Guido Viaro em Curitiba, Paraná, no mês de janeiro de 2014. 2. Realizar tiragem de 1000

Leia mais

O ptica. Exercı cios Objetivos. a) A b) B c) C I. O bala o ocultaria todo o Sol: o estudante na o veria diretamente nenhuma parte do Sol.

O ptica. Exercı cios Objetivos. a) A b) B c) C I. O bala o ocultaria todo o Sol: o estudante na o veria diretamente nenhuma parte do Sol. Exercı cios Objetivos 1. (2000) Um espelho plano, em posic a o inclinada, forma um a ngulo de 45 com o cha o. Uma pessoa observa-se no espelho, conforme a figura. A flecha que melhor representa a direc

Leia mais

AÇÕES PARA PRESERVAÇÃO DE DOCUMENTOS DIGITAIS

AÇÕES PARA PRESERVAÇÃO DE DOCUMENTOS DIGITAIS Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) AÇÕES PARA PRESERVAÇÃO DE DOCUMENTOS DIGITAIS Claudia Carmem Baggio (UFSM) - ccbaggio@gmail.com Daniel Flores (UFSM) - dfloresbr@gmail.com José da Rosa (UFSC) - eddierosa777@gmail.com

Leia mais

APOSTILAS DO QUARTO BIMESTRE 8 ANO. TURMA 801 4º Bimestre. Aula 13

APOSTILAS DO QUARTO BIMESTRE 8 ANO. TURMA 801 4º Bimestre. Aula 13 APOSTILAS DO QUARTO BIMESTRE 8 ANO. TURMA 801 4º Bimestre Aula 13 Identidade Visual Embora você possa nunca ter ouvido falar em identidade visual, todos nós estamos sempre sendo bombardeados pelas identidades

Leia mais

LISTA DE MATERIAL PARA 2016 1º ANO ENSINO FUNDAMENTAL

LISTA DE MATERIAL PARA 2016 1º ANO ENSINO FUNDAMENTAL LISTA DE MATERIAL PARA 2016 1º ANO ENSINO FUNDAMENTAL O Colégio Objetivo fornece aos seus alunos todos os Cadernos de Atividades necessários ao trabalho desenvolvido nas diversas áreas. Esses cadernos

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO DEPUTADO RODRIGO DELMASSO. PROJETO DE LEI Nº 173/2015 (Do Senhor Deputado RODRIGO DELMASSO - PTN)

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO DEPUTADO RODRIGO DELMASSO. PROJETO DE LEI Nº 173/2015 (Do Senhor Deputado RODRIGO DELMASSO - PTN) PROJETO DE LEI Nº 173/2015 (Do Senhor Deputado RODRIGO DELMASSO - PTN) Institui as Diretrizes para implantação da Política Pública de Valorização da Família no âmbito do Distrito Federal. A CÂMARA LEGISLATIVA

Leia mais

Me todos Computacionais em Fı sica

Me todos Computacionais em Fı sica Me todos Computacionais em Fı sica Sandra Amato Instituto de Fı sica Universidade Federal do Rio de Janeiro Primeiro Semestre de 2011 Me todos Computacionais em Fı sica 1 2 Ca lculo de Me todo da Estimativa

Leia mais

Rua: Jose da Cunha, 268 - Areia Branca - Belford Roxo- CEP: 26.135-000 - Tel: 2761-0462 Pa gina 1

Rua: Jose da Cunha, 268 - Areia Branca - Belford Roxo- CEP: 26.135-000 - Tel: 2761-0462 Pa gina 1 Estado do Rio de Janeiro Prefeitura Municipal de Belford Roxo Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos Subsecretaria de Direitos Humanos Pa gina PROJETO " Vaga legal" "Parar na vaga

Leia mais

O QUE FOI A POESIA MARGINAL

O QUE FOI A POESIA MARGINAL O QUE FOI A POESIA MARGINAL A poesia marginal ou a geração Mimeógrafo surgiu na década de 70 no Brasil, de forma a representar o movimento sociocultural que atingiu as artes e principalmente a literatura.

Leia mais

Versa o 006 13-jan-16

Versa o 006 13-jan-16 Versa o 006 13-jan-16 Curso de Po s-graduac a o em Ni vel de Especializac a o LATO SENSU ADMINISTRAC A O FINANCEIRA A Sustentare Escola de Nego cios tem como objetivo, desenvolver e prover permanentemente

Leia mais

LISTA DE MATERIAL PARA 2016 EDUCAÇÃO INFANTIL 3

LISTA DE MATERIAL PARA 2016 EDUCAÇÃO INFANTIL 3 LISTA DE MATERIAL PARA 2016 EDUCAÇÃO INFANTIL 3 O Colégio Objetivo fornece aos seus alunos todos os Cadernos de Atividades necessários ao trabalho desenvolvido nas diversas áreas. Esses cadernos são elaborados

Leia mais

3/8/2012. Arte, Criatividade e Recreação Profa. Ma. Adriana Rodrigues da Silva. Ementa

3/8/2012. Arte, Criatividade e Recreação Profa. Ma. Adriana Rodrigues da Silva. Ementa Arte, Criatividade e Recreação Profa. Ma. Adriana Rodrigues da Silva 1 Temas em Estudo Tema 1: Tema 2: Pintura - Experiência Lúdica com as Cores 2 Ementa Tendências curriculares no ensino da arte e do

Leia mais

Aula IV. Des. Maldonado de Carvalho TEMA. e clаusulas abusivas. das informaгes que so veiculadas pelos fornecedores.

Aula IV. Des. Maldonado de Carvalho TEMA. e clаusulas abusivas. das informaгes que so veiculadas pelos fornecedores. Aula IV Des. Maldonado de Carvalho TEMA tratual e clаusulas abusivas mente das informaгes que so veiculadas pelos fornecedores. sumidor para perto de si e com isso extrair alguma vantagem. verbis: A oferta

Leia mais

A GENTE RECRIA POESIAS COM PALAVRAS E IMAGENS

A GENTE RECRIA POESIAS COM PALAVRAS E IMAGENS A GENTE RECRIA POESIAS COM PALAVRAS E IMAGENS Diana Carvalho (E. M. Argentina Sala de Leitura) Eixo temático: Fazendo escola com múltiplas linguagens RESUMO Este texto relata uma experiência em leitura

Leia mais

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Laur a Ander s on B ar b at a Los f rut os pas ar án la pr omes a de l as f lores, 1 99 3, s er ig r afi a Fot o: Fau st o Fleur y O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Com as proposições

Leia mais

Escola Básica e Secundária de Velas LINHAS DE EXPLORAÇÃO DO QUADRO DE COMPETÊNCIAS. Educação Visual

Escola Básica e Secundária de Velas LINHAS DE EXPLORAÇÃO DO QUADRO DE COMPETÊNCIAS. Educação Visual Escola Básica e Secundária de Velas LINHAS DE EXPLORAÇÃO DO QUADRO DE COMPETÊNCIAS Educação Visual Escola Básica e Secundária de Velas DISCIPLINA: EDUCAÇÃO VISUAL COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS REGIONAIS COMPETÊNCIAS

Leia mais

Perfil do artista LOURES. pintor & escultor. Revista Nós Cultura, Estética e Linguagens v.01 n.01-2016 ISSN 2448-1793

Perfil do artista LOURES. pintor & escultor. Revista Nós Cultura, Estética e Linguagens v.01 n.01-2016 ISSN 2448-1793 216 Perfil do artista LOURES pintor & escultor 217 Perfil escrito por José Loures Mestre em Arte e Cultura Visual 218 Loures, perfil biográfico José Rodrigues Loures, ou simplesmente Loures, nasceu em

Leia mais

Fı sica Experimental IV

Fı sica Experimental IV E rica Polycarpo Sandra Amato Instituto de Fı sica Universidade Federal do Rio de Janeiro com base no material do curso 1 / 16 1 Difrac a o e Interfere ncia de microondas 2 Medida do Comprimento de Onda

Leia mais

Lista de Material Educação Infantil I Fase 2

Lista de Material Educação Infantil I Fase 2 Lista de Material Educação Infantil I Fase 2 O Colégio Objetivo fornece aos seus alunos todos os Cadernos de Atividades necessários ao trabalho desenvolvido nas diversas áreas. Esses cadernos são elaborados

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

Versa o 006 13-jan-16

Versa o 006 13-jan-16 Versa o 006 13-jan-16 Curso de Po s-graduac a o em Ni vel de Especializac a o LATO SENSU GESTA O TRIBUTA RIA A Sustentare Escola de Nego cios tem como objetivo, desenvolver e prover permanentemente conhecimentos

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES Silvia Eula Muñoz¹ RESUMO Neste artigo pretendo compartilhar os diversos estudos e pesquisas que realizei com orientação do Prof. Me. Erion

Leia mais

Vila Franca de Xira Em representação do GART Grupo de Artistas e Amigos da Arte

Vila Franca de Xira Em representação do GART Grupo de Artistas e Amigos da Arte P I N T U R A 12 12 2013 22 02 2014 Vila Franca de Xira Em representação do GART Grupo de Artistas e Amigos da Arte I N F O R M A Ç Õ E S [Patente] Galeria de Exposições da Biblioteca Municipal de Vila

Leia mais

Gerência de Compra GERÊNCIA DN FORNECEDOR. MATERIAL/SERVIÇO Item Uso Interno Descrição Unidade Quantidade UND 19.500

Gerência de Compra GERÊNCIA DN FORNECEDOR. MATERIAL/SERVIÇO Item Uso Interno Descrição Unidade Quantidade UND 19.500 1 1 13/02743 AGENDA DIÁRIA 2014 UND 19.500 CAPA DURA FORMATO ABERTO DA CAPA: 485 X 173 MM. PAPEL DE REVESTIMENTO: COUCHE MATTE 145 G/M² CORES: 4/0 GUARDA: COLOR PLUS PRETO 120 G/M² FORMATO 135 X 167 MM.

Leia mais

Releitura da Árvore Vermelha - MONDRIAN. Escola Municipal Santa Maria Muriaé Minas Gerais

Releitura da Árvore Vermelha - MONDRIAN. Escola Municipal Santa Maria Muriaé Minas Gerais Releitura da Árvore Vermelha - MONDRIAN Escola Municipal Santa Maria Muriaé Minas Gerais 1 JUSTIFICATIVA Dar mais sentido aos conteúdos curriculares e também para que meus alunos, ao final do semestre,

Leia mais

LITERATURA DE CORDEL

LITERATURA DE CORDEL LITERATURA DE CORDEL O cordel como Gênero Textual Ela pode ser conceituada como poesia de cunho/teor popular, construída, linguisticamente, com base na cultura da raça humana. (FONSÊCA; FONSÊCA, 2008)

Leia mais

OBJETIVOS: ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ II DATA: PERÍODO:

OBJETIVOS: ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ II DATA: PERÍODO: ARTES VISUAIS EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ II DATA: PERÍODO: CONTEÚDO: Gênero: Retrato /Fotografia Técnica: Pintura óleo sobre tela Elementos formais: cor e luz Os recursos formais de representação: figuração

Leia mais

Interação Escola-Família. Brasília, 2012

Interação Escola-Família. Brasília, 2012 educação Interação Escola-Família Brasília, 2012 A UNESCO e o Governo Federal Declarac a o Mundial sobre Educac a o para Todos (JOMNTIEN,1990), reafirmada pela Confere ncia de Dacar (2000), que estabeleceu

Leia mais

Elementos de linguagem: A cor

Elementos de linguagem: A cor Profa Ana Rezende Ago /set 2006 A todo o momento recebemos informações através dos sentidos, da visão, do olfacto,... em cada cem informações que recebemos oitenta são visuais dessas, quarenta são cromáticas,

Leia mais

Versa o 003 11-mai-15

Versa o 003 11-mai-15 Versa o 003 11-mai-15 Curso de PÓS-MBA GESTA O LEGAL Os PO S-MBAs sa o programas de po s-graduac a o, em ni vel de atualizac a o, voltados aos profissionais que ja conclui ram a Po s-graduac a o (MBA)

Leia mais

Eduardo Verde Pinho De perto ninguém é normal

Eduardo Verde Pinho De perto ninguém é normal Eduardo Verde Pinho De perto ninguém é normal 1. De perto, 2011 Técnica mista s/ tela e madeira, 100x65 cm Eduardo Verde Pinho De perto ninguém é normal JANELAS DE EDUARDO VERDE PINHO De perto ninguém

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados Unidade 4 O mundo secreto das tocas e dos ninhos Unidade 5 Luz, sombra e ação! Unidade

Leia mais

Atlas Observe o mundo a sua volta. Como você classificaria os objetos que vê? Por seu uso, cor, forma, tamanho, natureza? A intenção aqui é que toda

Atlas Observe o mundo a sua volta. Como você classificaria os objetos que vê? Por seu uso, cor, forma, tamanho, natureza? A intenção aqui é que toda Atlas Observe o mundo a sua volta. Como você classificaria os objetos que vê? Por seu uso, cor, forma, tamanho, natureza? A intenção aqui é que toda a turma crie categorias de classificação. Grupos então

Leia mais

Fotografa I " Aprenda com dez fotojornalistas As lições de quem sabe cobrir política, esporte, polícia, econorrua...e fazer imagens surpreendentes

Fotografa I  Aprenda com dez fotojornalistas As lições de quem sabe cobrir política, esporte, polícia, econorrua...e fazer imagens surpreendentes I " R$:,90...N-3 Fotografa Aprenda com dez fotojornalistas As lições de quem sabe cobrir política, esporte, polícia, econorrua...e fazer imagens surpreendentes Estúdio simples Como fazer muito com pouco

Leia mais

EFEMÉRIDES: A CONSTRUÇÃO DE UM PROCESSO DE DESCONSTRUÇÃO POR MEIO DE RESÍDUOS DE MEMÓRIA. Comunicação: Relato de Pesquisa

EFEMÉRIDES: A CONSTRUÇÃO DE UM PROCESSO DE DESCONSTRUÇÃO POR MEIO DE RESÍDUOS DE MEMÓRIA. Comunicação: Relato de Pesquisa EFEMÉRIDES: A CONSTRUÇÃO DE UM PROCESSO DE DESCONSTRUÇÃO POR MEIO DE RESÍDUOS DE MEMÓRIA Amanda Cristina de Sousa 1 Alexandre França 2 Comunicação: Relato de Pesquisa Resumo: O seguinte trabalho trata

Leia mais

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto 15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto O Sensoriamento Remoto é uma técnica que utiliza sensores, na captação e registro da energia refletida e emitida

Leia mais

O uso correto do texto alternativo

O uso correto do texto alternativo O uso correto do texto alternativo Tradução livre do texto Appropriate Use of Alternative Text [http://webaim.org/techniques/alttext/] O texto alternativo é, como o nome diz, uma alternativa aos elementos

Leia mais

Fauvismo. 9ºAno 2015 1º Bimestre Artes - Juventino. Fauve = Fera

Fauvismo. 9ºAno 2015 1º Bimestre Artes - Juventino. Fauve = Fera Fauvismo 9ºAno 2015 1º Bimestre Artes - Juventino Fauve = Fera Fauves (feras) foi a palavra utilizada pelo crítico de arte Louis Vauxcelles para caracterizar um grupo de jovens pintores que expuseram em

Leia mais

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes Capítulo 15 - Artes Visuais Introdução As Artes Visuais expressam, comunicam e atribuem sentido a sensações, sentimentos, pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas, pontos, tanto

Leia mais

Portfólio fotográfico com o tema Unicamp Caroline Maria Manabe Universidade Estadual de Campinas Instituto de Artes

Portfólio fotográfico com o tema Unicamp Caroline Maria Manabe Universidade Estadual de Campinas Instituto de Artes Portfólio fotográfico com o tema Unicamp Caroline Maria Manabe Universidade Estadual de Campinas Instituto de Artes Introdução Como foi explicitado no Projeto de Desenvolvimento de Produto, a minha intenção

Leia mais

ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS

ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS 2 3 Artes da Infância infans Do latim, infans significa aquele que ainda não teve acesso à linguagem falada. Na infância adquirimos conhecimentos, acumulamos vivências e construímos

Leia mais

Análise de obra arquitetônica: O prédio do Museu Brasileiro da Escultura (MUBE), de Paulo Mendes da Rocha.

Análise de obra arquitetônica: O prédio do Museu Brasileiro da Escultura (MUBE), de Paulo Mendes da Rocha. Análise de obra arquitetônica: O prédio do Museu Brasileiro da Escultura (MUBE), de Paulo Mendes da Rocha. Por Talles Lucena, educador do MuBE. O prédio do Museu Brasileiro da Escultura é um projeto do

Leia mais

Sugestão de avaliação

Sugestão de avaliação Sugestão de avaliação 6 PORTUGUÊS Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao segundo bimestre escolar ou às Unidades 3 e 4 do livro do Aluno. Avaliação - Língua Portuguesa NOME: TURMA: escola:

Leia mais

Sem título, nanquim sobre papel, 200 x 450 cm, 1994

Sem título, nanquim sobre papel, 200 x 450 cm, 1994 Isaura Pena. Works Sem título, nanquim sobre papel, 200 x 450 cm, 1994 Sem título, nanquim sobre papel, 200 x 450 cm, 1997 Vista da exposição individual na Galeria Kalil e Lauar, Belo Horizonte, MG, 2000

Leia mais

Figura 56. Tema Folclore. Figura 58 Personagens ou Imagens do Folclore Brasileiro: Cuca

Figura 56. Tema Folclore. Figura 58 Personagens ou Imagens do Folclore Brasileiro: Cuca O tema do folclore pintado pelos alunos passou por uma seleção de imagens escolhidas por eles mesmos, desenhadas anteriormente em classe para depois tais desenhos serem apresentados para a votação. As

Leia mais

Tchaikovsky romântico sem solução

Tchaikovsky romântico sem solução Tchaikovsky romântico sem solução Resumo Uma pérola do romantismo na música, Tchaikovsky nos é apresentado aqui juntamente com as grandes peças teatrais que o tornaram imortal. Com uma melodia sensível,

Leia mais

Colégio Preve Júnior Lista de Material 2016 Infantil 1 - fase 1

Colégio Preve Júnior Lista de Material 2016 Infantil 1 - fase 1 Colégio Preve Júnior Lista de Material 2016 Infantil 1 - fase 1 1 estojo com 2 repartições 1 Ecotela( Novaprint 20 x 29 cm) 1 cx de lápis de cor Jumbo (12 cores) 1 cx de gizão de cera Curton (12 cores)

Leia mais

Escola Pequenópolis Av. Euclides da Cunha, 73 Graça

Escola Pequenópolis Av. Euclides da Cunha, 73 Graça LISTA DE MATERIAL DE ARTES EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPOS 2 E 3 2016 JUSTIFICATIVA As Listas de Materiais de Arte se compõem dos materiais que serão utilizados pelos alunos no decorrer do ano letivo. Atividades

Leia mais

JOSÉ LUIZ PEDERNEIRAS. Rua Cláudio Manoel, 155 Lj 04 Funcionários 30140-000 Belo Horizonte MG Brasil +55 31 32234209 am@amgaleria.com.

JOSÉ LUIZ PEDERNEIRAS. Rua Cláudio Manoel, 155 Lj 04 Funcionários 30140-000 Belo Horizonte MG Brasil +55 31 32234209 am@amgaleria.com. Nasceu em Belo Horizonte, Brasil, em 1950. Fotógrafo, residente no Rio de Janeiro Formação: 1970-1976 Escola de Medicina, UFMG, Belo Horizonte Exposições Mostra paralela à SP-Arte/Foto na AM Galeria Horizonte

Leia mais

fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção

fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção Por que tenho saudade de você, no retrato ainda que o mais recente? E por que um simples retrato, mais que você, me comove, se

Leia mais

Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort

Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS E PROVOCAÇÕES PERMANENTES Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort - Conceito da Obra/Apresentação. Em minha

Leia mais

Manual de Identidade Visual Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Manual de Identidade Visual Governo do Estado do Rio Grande do Sul Manual de Identidade Visual Governo do Estado do Rio Grande do Sul todos pelo rio grande É com muita satisfação que apresentamos a nova forma de expressão do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Daqui

Leia mais

Didática Para o ensino do Sistema Braille, de português e de cálculos em braille para videntes e deficientes visuais.

Didática Para o ensino do Sistema Braille, de português e de cálculos em braille para videntes e deficientes visuais. Catálogo de produtos Orçamentos e pedidos pelo e-mail: vendas@tece.com.br Ou pelo telefone: (19) 3524-8347 Produtos: Communicare: Comunicação em latim diz-se Communicare, que significa pôr em comum, conviver.

Leia mais

LISTA DE MATERIAIS 2016

LISTA DE MATERIAIS 2016 1º ANO ENSINO FUNDAMENTAL I 500 Folhas de papel sulfite A4 75g/m2 (branco) 01 Pacote de EVA tamanho ofício (colorido) 02 Tubos cola branca 90g 01 Pasta polionda fina (qualquer cor) 03 Blocos paper cil

Leia mais

Conteúdo: Aula 1: Cores primárias e cores secundária Aula 2: Luz e sombra FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I CONTEÚDO E HABILIDADES

Conteúdo: Aula 1: Cores primárias e cores secundária Aula 2: Luz e sombra FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I Conteúdo: Aula 1: Cores primárias e cores secundária Aula 2: Luz e sombra 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DA CORES

CLASSIFICAÇÃO DA CORES CLASSIFICAÇÃO DA CORES Na nossa vida cotidiana, estamos cercados por cores e as escolhemos regularmente, para nos vestir, decorar nossas casas ou mesmo para comprar um carro. Ter um olhar para as cores

Leia mais

tem como objetivo informar os destinatários sobre determinado tema, para que fiquem com conhecimento global sobre o que é exposto

tem como objetivo informar os destinatários sobre determinado tema, para que fiquem com conhecimento global sobre o que é exposto Exposições Orais Todos os anos, todos os cursos tem como objetivo informar os destinatários sobre determinado tema, para que fiquem com conhecimento global sobre o que é exposto Numa exposição oral existem

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA APCN - 2016

ORIENTAÇÕES PARA APCN - 2016 Identificação Área de Avaliação: Medicina Veterinária Coordenador de Área: Maria Angelica Miglino Coordenador-Adjunto de Área: Eduardo Paulino da Costa Coordenador-Adjunto de Mestrado Profissional: Francisca

Leia mais

Pós-Modernismo. Literatura Professor: Diogo Mendes 19/09/2014. Material de apoio para Aula ao Vivo. Texto I. Poema Brasileiro

Pós-Modernismo. Literatura Professor: Diogo Mendes 19/09/2014. Material de apoio para Aula ao Vivo. Texto I. Poema Brasileiro Pós-Modernismo Texto I Poema Brasileiro No Piauí de cada 100 crianças que nascem 78 morrem antes de completar 8 anos de idade No Piauí de cada 100 crianças que nascem 78 morrem antes de completar 8 anos

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 1º VOLUME ARTES VISUAIS O FAZER ARTÍSTICO Criação de desenhos, pinturas e colagens, com base em seu próprio repertório. Exploração das possibilidades oferecidas por diferentes

Leia mais

Panorama Critico #03 - Out/Nov 2009

Panorama Critico #03 - Out/Nov 2009 Lia no infinitivo Vitor Butkus A análise de um objeto artístico pode se valer de procedimentos drásticos, mesmo cruéis. Um bom começo, para amenizar a situação, é a descrição da obra. Por aí, se elabora

Leia mais

CASA DA CULTURA DA AMÉRICA LATINA CONVOCAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS 2014

CASA DA CULTURA DA AMÉRICA LATINA CONVOCAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS 2014 CASA DA CULTURA DA AMÉRICA LATINA CONVOCAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS 2014 A Casa da Cultura da América Latina do Decanato de Extensão da UnB (CAL/DEX/UnB) comunica aos artistas que atuam no campo

Leia mais

Versa o 003 24-fev-15

Versa o 003 24-fev-15 Versa o 003 24-fev-15 Curso de PÓS-MBA GESTA O LEGAL Os PO S-MBAs sa o programas de po s-graduac a o, em ni vel de atualizac a o, voltados aos profissionais que ja conclui ram a Po s-graduac a o (MBA)

Leia mais

RELEASE DO LIVRO INTERVALO, RESPIRO, PEQUENOS DESLOCAMENTOS AÇÕES POÉTICAS DO PORO

RELEASE DO LIVRO INTERVALO, RESPIRO, PEQUENOS DESLOCAMENTOS AÇÕES POÉTICAS DO PORO RELEASE DO LIVRO INTERVALO, RESPIRO, PEQUENOS DESLOCAMENTOS AÇÕES POÉTICAS DO PORO O Poro é uma dupla de artistas que atua desde 2002 realizando ações poéticas, irônicas e/ou de cunho político. As intervenções

Leia mais

A PUBLICIDADE DE FESTAS: RELATÓRIO DE PROJETO DE DESENVOLVIMENTO

A PUBLICIDADE DE FESTAS: RELATÓRIO DE PROJETO DE DESENVOLVIMENTO Universidade Estadual de Campinas Fernanda Resende Serradourada A PUBLICIDADE DE FESTAS: RELATÓRIO DE PROJETO DE DESENVOLVIMENTO INTRODUÇÃO: O Projeto de Desenvolvimento realizado por mim visava à confecção

Leia mais

O retrato através da História da Arte

O retrato através da História da Arte ós na ala de Aula - Arte 6º ao 9º ano - unidade 5 Inicie sua aula observando retratos conhecidos da História da Arte e, em seguida, converse com os alunos sobre os retratos na História. Pergunte a eles

Leia mais

Plano Anual. Interação e socialização da criança no meio social familiar e escolar. Ampliação progressiva do conhecimento do mundo.

Plano Anual. Interação e socialização da criança no meio social familiar e escolar. Ampliação progressiva do conhecimento do mundo. Centro Educacional Mundo do Saber Maternal II Ano Letivo: 2013 Tema: A fazenda do tio Chico Professora: Heloiza Regina Gervin Plano Anual Eu sou tio Chico, um menino muito esperto e que adora brincar e

Leia mais

PLANO DE EXECUÇAO DE USO DO MATERIAL EM ATIVIDADES EXTRAS 6º ANO 1 FOLHA DE CARTOLINA DUPLA FACE PRETA; 02 METROS DE TECIDO ALGODÃOZINHO

PLANO DE EXECUÇAO DE USO DO MATERIAL EM ATIVIDADES EXTRAS 6º ANO 1 FOLHA DE CARTOLINA DUPLA FACE PRETA; 02 METROS DE TECIDO ALGODÃOZINHO PLANO DE EXECUÇAO DE USO DO MATERIAL EM ATIVIDADES EXTRAS 6º ANO MÊS DATA COMEMORATIVA MATERIAL JUSTIFICATIVA OBJETIVO JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL 14/02- DIA DA AMIZADE; 21/03- DIA DO TEATRO; 27/03-

Leia mais

EU SOU UM BONECO! UMA EXPERIÊNCIA EM AUTORRETRATO

EU SOU UM BONECO! UMA EXPERIÊNCIA EM AUTORRETRATO EU SOU UM BONECO! UMA EXPERIÊNCIA EM AUTORRETRATO Adriana D Agostino Relato de experiência Resumo A experiência apresentada foi realizada em 2013 no Colégio Salesiano Santa Teresinha a partir do material

Leia mais

O INVERNO. O que acontecerá aos cubos de gelo quando colocados em água fria e em água quente?

O INVERNO. O que acontecerá aos cubos de gelo quando colocados em água fria e em água quente? 3 Anos SALA VERDE O INVERNO A chuva Com a chegada do inverno tivemos de nos preparar para a chuva, por isso construímos um chapéu muito colorido, cheio de círculos (carimbagem com rolhas ) e assim estivemos

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA MINISTE RIO DA EDUCAÇA O SECRETARIA DE EDUCAÇA O SUPERIOR INSTITUTO FEDERAL DO PARANA CA MPUS IRATI PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

Leia mais

A Refiguração do Banal

A Refiguração do Banal A Refiguração do Banal As pinturas de Pedro Meyer são talvez um caso, senão único, raro do que identificaríamos hoje como uma pintura figurativa. Essa palavra surge aqui de propósito: indica que elas não

Leia mais

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória Vinicius Borges FIGUEIREDO; José César Teatini CLÍMACO Programa de pós-graduação em Arte e Cultura Visual FAV/UFG viniciusfigueiredo.arte@gmail.com

Leia mais

1 EDUCAÇÃO INFANTIL NATUREZA E SOCIEDADE O TEMPO PASSA... Guia Didático do Objeto Educacional Digital

1 EDUCAÇÃO INFANTIL NATUREZA E SOCIEDADE O TEMPO PASSA... Guia Didático do Objeto Educacional Digital Guia Didático do Objeto Educacional Digital NATUREZA E SOCIEDADE 1 EDUCAÇÃO INFANTIL O TEMPO PASSA... Este Objeto Educacional Digital (OED) está relacionado ao tema da Unidade 4 do Livro do Aluno. NATUREZA

Leia mais

Press Release 15 de fevereiro de 2013

Press Release 15 de fevereiro de 2013 Press Release 15 de fevereiro de 2013 O Instituto Sacatar tem a satisfação de anunciar a chegada de um novo grupo de seis artistas premiados, cada um, com um período de residência de oito semanas de duração

Leia mais

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL Manual de Identidade Visual Normas padrão para construção e uso correto da marca. Todas informações são desenvolvidas de acordo com a necessidade da empresa. Agência yep! -

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE / PRIMAVERA

PROJETO MEIO AMBIENTE / PRIMAVERA Escola Estadual Leontino Alves de Oliveira PROJETO MEIO AMBIENTE / PRIMAVERA Rio Negro MS, Setembro de 2012. Identificação Escola Estadual Leontino Alves de Oliveira Cidade: Rio Negro MS Período: Setembro

Leia mais

Pé no Mato: Criação e Desenvolvimento de seu Design Gráfico e Identidade Visual 1

Pé no Mato: Criação e Desenvolvimento de seu Design Gráfico e Identidade Visual 1 Pé no Mato: Criação e Desenvolvimento de seu Design Gráfico e Identidade Visual 1 João Pedro BILÉCKE 2 Carolina Gamba GIL 3 Gilsara Pereira REZENDE 4 Matheus Rogério MARCHI 5 Patrícia Maturano LONGAREZI

Leia mais

O Hardware e o Software do Computador

O Hardware e o Software do Computador O Hardware e o Software do Computador Aula 3 Objetivos Descrever como os dados fluem entre os dispositivos de um computador. Demonstrar as diferenc as entre entrada de dados ativa e passiva. Identificar

Leia mais

ROTAS DE APRENDIZAGEM 2015-2016 ED. VISUAL 8.º Ano

ROTAS DE APRENDIZAGEM 2015-2016 ED. VISUAL 8.º Ano Projeto 1: ANIMAÇÂO GRÁFICA DA CAPA Professora: Elisabete Mesquita_mesquita.beta@gmail.com Objetivo Geral: Reinventar uma foto do aprendente através do desenho e colagem. Deste estudo resultará a ilustração

Leia mais

Revisão Arte 1 Ano Ensino Médio

Revisão Arte 1 Ano Ensino Médio Revisão Arte 1 Ano Ensino Médio Um olhar sobre a Arte/ Aprendendo a olhar as artes plásticas/ Arte pré-histórica: Paleolítico e Neolítico/ Arte no Brasil da pré-história Assim como o conceito de Arte,

Leia mais

A Escola Livre de Teatro e O alfabeto pegou fogo Vilma Campos dos Santos Leite Preâmbulo

A Escola Livre de Teatro e O alfabeto pegou fogo Vilma Campos dos Santos Leite Preâmbulo A Escola Livre de Teatro e O alfabeto pegou fogo Vilma Campos dos Santos Leite UFU Universidade Federal de Uberlândia Palavras chave : Formação Teatral; Pedagogia do Teatro; História do Teatro Preâmbulo

Leia mais

de bordas corroídas e incrustadas - transitam num ambiente insólito, espaço "entre" fundo e superfície do suporte. As finas camadas de tinta

de bordas corroídas e incrustadas - transitam num ambiente insólito, espaço entre fundo e superfície do suporte. As finas camadas de tinta Na minha pintura, imagens - difusas, fluidas, de bordas corroídas e incrustadas - transitam num ambiente insólito, espaço "entre" fundo e superfície do suporte. As finas camadas de tinta superpostas criam

Leia mais

fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção

fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção Por que tenho saudade de você, no retrato ainda que o

Leia mais

Todas as atividades que seu(sua) filho(a) realiza na escola, em todas as áreas de conhecimento, estão relacionadas aos objetivos de aprendizagem.

Todas as atividades que seu(sua) filho(a) realiza na escola, em todas as áreas de conhecimento, estão relacionadas aos objetivos de aprendizagem. Brasília, 24 de fevereiro de 2014. Senhores Pais e/ou Responsáveis, Neste documento, listamos os conteúdos e objetivos referentes às aprendizagens pretendidas para os alunos do Maternal II, durante o 1º

Leia mais

A amizade abana o rabo

A amizade abana o rabo RESENHA Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente ILUSTRAÇÕES: Marina relata, nessa história, seu encontro com cães especiais, que fazem parte de sua vida: Meiga, Maribel e Milord. A história

Leia mais

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS 1 TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS Profa. Teresa Cristina Melo da Silveira (Teca) E.M. Professor Oswaldo Vieira Gonçalves SME/PMU 1 Comunicação Relato de Experiência Triangulação de Imagens foi o nome escolhido

Leia mais

O diretor-presidente da COPASA, Ricardo Simões, tem o prazer de convidá-lo para a abertura da. de Daniel Neto e Elenir tavares.

O diretor-presidente da COPASA, Ricardo Simões, tem o prazer de convidá-lo para a abertura da. de Daniel Neto e Elenir tavares. O diretor-presidente da COPASA, Ricardo Simões, tem o prazer de convidá-lo para a abertura da exposição Entre Silêncio e Paisagem, de Daniel Neto e Elenir tavares. Abertura 23 de outubro, às 19 horas.

Leia mais

Manual de aplicação do selo comemorativo de 60 anos da Ufes

Manual de aplicação do selo comemorativo de 60 anos da Ufes Manual de aplicação do selo comemorativo de 60 anos da Ufes A marca comemorativa de 60 anos da Ufes, através do símbolo que representa o infinito, baseia-se no conceito de continuidade, de olhar para o

Leia mais

Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I

Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I Tema VIDA EFICIENTE: A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA A SERVIÇO DO PLANETA Cronograma Orientações Pré-projeto Metodologia Relatório

Leia mais

EMMANUEL NASSAR Figura 1 Foto de Emmanuel Nassar. Acervo pessoal de Emmanuel Nassar

EMMANUEL NASSAR Figura 1 Foto de Emmanuel Nassar. Acervo pessoal de Emmanuel Nassar EMMANUEL NASSAR Figura 1 Foto de Emmanuel Nassar. Acervo pessoal de Emmanuel Nassar Acho que criatividade não é uma qualidade exclusiva dos artistas. Viver é um exercício de criatividade. Por Marialba

Leia mais

Imagem digital - 1. A natureza da imagem fotográfica. A natureza da imagem fotográfica

Imagem digital - 1. A natureza da imagem fotográfica. A natureza da imagem fotográfica A natureza da imagem fotográfica PRODUÇÃO GRÁFICA 2 Imagem digital - 1 Antes do desenvolvimento das câmeras digitais, tínhamos a fotografia convencional, registrada em papel ou filme, através de um processo

Leia mais

Normas para elaboração e formatação de TCC

Normas para elaboração e formatação de TCC Normas para elaboração e formatação de TCC. APRESENTAC A O DE TRABALHOS ACADE MICOS - NBR 4724:20 Para a elaborac a o de trabalhos acade micos de grau diferenciado, utiliza-se a norma NBR 4724 (teses,

Leia mais