Gorete Marques (Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Instituto Politécnico de Leiria, ILTEC / FCT, Portugal,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gorete Marques (Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Instituto Politécnico de Leiria, ILTEC / FCT, Portugal, goretema@estg.ipleiria."

Transcrição

1 A página Web: recursos semióticos na construção da imagem da empresa Gorete Marques (Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Instituto Politécnico de Leiria, ILTEC / FCT, Portugal, RESUMO: O impacto tecnológico no universo empresarial, à semelhança das mudanças operadas na sociedade, veio alterar concepções na comunicação entre as pessoas e no discurso empresarial. O presente artigo centra-se no estudo de práticas discursivas e de representação que delas resultam no género textual multimodal sítio Web, no seio de um grupo empresarial português. Pretende-se analisar os textos e imagens que compõem o sítio, a partir de uma perspectiva da Semiótica Social. Com base nos estudos de Kress e van Leeuwen (1996, 2006) e no sistema da transitividade de Halliday (1994, 2004), serão descritos e identificados processos semióticos conducentes à criação de uma identidade empresarial. Os resultados obtidos serão articulados no sentido de identificar e interpretar representações criadas através do género textual em análise como parte integrante da(s) cultura(s) do grupo empresarial. PALAVRAS-CHAVE: representação; empresa; sítio Web; multimodalidade. ABSTRACT: Advances in technology and the ongoing process of globalization have a significant impact over social discourses, including those which are at play within the entrepreneurial context. This papers aims to study discursive practices and their representation in a Portuguese company s multimodal genre website, from the standpoint of Social Semiotics. Based on Kress and van Leeuwen s studies (1996, 2006) and on Halliday s system of transitivity (1994,2004), this analytical work will describe and identify semiotic processes leading to the 1

2 creation of that company s identity. The results will be articulated to identify and interpret representations, created through the genre website as a part of the company s culture(s). KEYWORDS: representation; enterprise; Website; multimodality. 1. Introdução Com o recente desenvolvimento tecnológico, novos contextos do uso da linguagem e novas formas de comunicação surgiram, tendo vindo alterar o nosso entendimento sobre o modo do discurso (Butt et al, 2000, p. 251). De uma era em que se valorizava a linguagem escrita, ensinada prescritivamente e fortemente regulada na nossa sociedade, passámos para uma era em que a imagem alargou o seu espaço na comunicação. Neste novo paradigma comunicacional, o visual tem um papel central na vida contemporânea ocidental que se coaduna com o aumento das interacções com experiências visuais construídas (Rose, 2007, p. 4). Com efeito, o texto multimodal tem vindo a proliferar como consequência do frequente recurso às numerosas possibilidades de combinações de recursos semióticos, promovido pelas novas tecnologias. No domínio económico, as empresas, conscientes da existência de um mercado progressivamente mais concorrencial e global, apostam na sua imagem e na dos seus produtos/serviços, através de inúmeros meios como as brochuras, as newsletters e os sítios Web. Neste contexto, o presente artigo centra-se no género multimodal sítio Web de um grupo empresarial localizado na região de Leiria (Centro de Portugal), onde o tecido empresarial está fortemente implementado, em particular no mesmo sector de actividade. O grupo em questão, Grupo Electrofer, desenvolve a sua actividade industrial no fabrico e montagem de estruturas metálicas, no tratamento de superfícies, metalização e pintura e equipamentos para tratamento de superfícies. Pretende-se analisar algumas práticas discursivas multimodais, nomeadamente linguagem verbal e visual (imagens), e as representações que daí resultam no género multimodal sítio Web do 2

3 referido grupo empresarial, de forma a responder às seguintes questões: (i) o que revelam as escolhas semióticas sobre a empresa? (ii) de que forma os sistemas semióticos verbal e visual constroem diferentes dimensões do significado? Tentar-se-á responder às questões acima ao longo de uma análise de cariz interdisciplinar onde se aplicarão princípios da Linguística Sistémico-Funcional (Halliday 1994, 2004) e da Semiótica Social (Kress e van Leeuwen, 1996, 2006) aplicados ao Discurso Empresarial. Considera-se, neste âmbito, literatura recente sobre Discurso Empresarial (Silvestre, 2003), partindo-se do conceito de que a empresa é uma construção realizada pelas pessoas, com interesses comuns em torno de práticas sociais (crenças, valores, procedimentos, entre outros aspectos). Estas práticas, que contêm sempre uma dimensão cultural, constroem-se discursivamente. É o que defende Fairclough (2001) com a bi-dimensão linguagem-sociedade, ao afirmar que o discurso constrói a sociedade e é construído por ela e que, com base no discurso, se constroem identidades sociais dos participantes discursivos. Ao longo deste artigo, descrever-se-á, num primeiro momento, o enquadramento teórico bem como os instrumentos de análise utilizados. Seguir-se-á a descrição da metodologia utilizada e do corpus em análise. Posteriormente, apresentar-se-á a análise do corpus, os seus resultados gerais e, por fim, as considerações finais do estudo. 2. Enquadramento teórico A linguagem em contextos profissionais tem sido alvo de estudo em diferentes áreas. O crescente desenvolvimento das pesquisas contribuiu para o perfilar de um campo de estudo (Bargiela- Chiappini e Harris, 1997, p. vii). Entende-se, nesta investigação, o discurso como uma prática social no mundo empresarial através do qual são veiculados sistemas de valores, atitudes, relações simbólicas e a imagem institucional das empresas, tanto internamente como externamente, criando-se identidades, formas de pensar e de agir. Esta acepção baseia-se na definição de Discurso Empresarial de Silvestre que considera que o discurso empresarial não se refere apenas ao discurso que ocorre nas empresas, mas também ao facto de estas existirem como resultado da sua constituição em função de práticas discursivas diversas. (2003, p. 16). Neste contexto, considera-se que o sítio Web faz parte da empresa, é construído por ela e, por sua vez, mantém-na viva. 3

4 O sítio Web é um dos meios de representação dinâmico cada vez mais utilizado no universo empresarial com o objectivo de publicitar as empresas bem como aos seus serviços/produtos. Porém, a sua função de representação não pode ser descurada. A identidade das empresas é construída através de uma rede de associações, pelas hiperligações que vão sendo descobertas pela mão do visitante. As empresas optam frequentemente por apresentar aspectos que consideram significativos, desde o seu historial (que poderá incluir dados autobiográficos, sucessos, inovações), status, tamanho, liderança, reputação, reconhecimento de terceiros à manifestação de sentimentos. A sua identidade é construída pela combinação de diferentes sistemas semiótico que veio expandir a realidade multimodal (no caso deste sítio Web verbal e visual). Efectivamente, esta nova realidade deve ser objecto de estudo porque as imagens, como as palavras, nunca são inocentes. Esclarece-se que se segue a definição de multimodalidade de Kress (2001, p. 20): the use of several semiotic modes in the design of a semiotic product or event, together with the particular way in which these modes are combined. Nesta base, estudar-se-ão os recursos do sistema semiótico verbal no modo escrito e do sistema semiótico visual, considerando que o sítio Web desta empresa é construído pelos seus produtores (empresária, fotógrafo, designer), seguindo o entendimento tradicional de que a imagem acompanha e complementa o texto verbal. O conceito de linguagem desenvolvido pela Linguística Sistémico-Funcional (doravante LSF) revela-se determinante para um outro enfoque dos dois sistemas semióticos em referência (verbal e visual). Halliday define a linguagem como uma rede de sistemas ou conjuntos de opções para a realização de significado: "a network of systems, or interrelated sets of options for making meaning" (Halliday 1994, p. 15). A LSF preocupa-se em perceber de que forma a linguagem é estruturada no seu uso, pelas escolhas léxico-gramaticais (léxico e estruturas) dos falantes, as quais veiculam significados, considerando que a linguagem serve para construir experiências, para negociar relações e para organizar mensagens com sucesso. A realização simultânea destes três tipos de significados remete respectivamente para as três metafunções propostas por Halliday: metafunção ideacional, metafunção interpessoal e metafunção textual, que permite uma compreensão da mensagem como um todo. A função de realização de significado da linguagem não lhe é, no entanto, exclusiva. Conforme enfatizam Halliday e Hasan (1985, p. 4), a linguagem é apenas um dos sistemas semióticos, que, com outros, constrói significados e se inter-relaciona. 4

5 Esta abordagem sócio-semiótica da linguagem de Halliday com o foco no significado tem sido expandida e adaptada a outros sistemas semióticos. Foi, na verdade, um ímpeto-chave no desenvolvimento da Semiótica Social que defende que um mesmo significado pode ser comunicado através de recursos de representação distintos, inscritos em diferentes sistemas semióticos. Estes implicam todos os tipos de objectos e acções, que têm um potencial teórico ou semiótico para articular como significados sócio-semióticos. A Semiótica Social vê, assim, os recursos semióticos em uso e a sua acção em contextos específicos. O enquadramento teórico sócio-semiótico da Linguística Sistémico-Funcional ancora a Semiótica Social de Kress e van Leeuwen (2006) que a vêem como uma fonte de inspiração para pensarem nos processos semióticos gerais e sociais, para a descrição de imagens (Kress e van Leeuwen, 2006, p. 20). Nos seus trabalhos sobre a análise da semiótica visual e na sua Gramática do Design Visual (1996, 2006), Kress e van Leeuwen baseam-se nas metafunções de Halliday, adaptando-as ao mundo do visual. Clarificando esta ideia, a imagem é, então, vista não apenas como representação abstracta ou concreta do mundo (significado representacional), mas interage com os participantes envolvidos (significado interaccional) e com os seus próprios elementos (significado composicional). O facto de Kress e van Leeuwen relacionarem as metafunções de Halliday não significa que pretendam fazer corresponder estruturas linguísticas e visuais. Como defendem, não se pretende uma transposição directa visto que nem tudo o que é realizado pela imagem o é pela linguagem ou vice-versa. Os sistemas são, pois, usados e explorados para os fins que melhor servem o produtor de texto, ou seja, a sua missão comunicativa. Efectivamente, veiculam significados pertencentes e estruturados pelas culturas na sociedade, que se realizam de forma específica e independente, cada um com as suas possibilidades e limitações de significado (Kress e van Leeuwen, 2006, p. 19). Interessa, porém, salientar que a importância da LSF na contribuição para enquadramentos teóricos para o desenvolvimento de teoria multimodal e intersemiótica, ao considerar que as formas de todos os sistemas semióticos se relacionam com as funções de significado que servem em contextos sociais. (Unsworth, 2008, p. 2). 3. Categorias Analíticas: a transitividade e as estruturas de representação 5

6 Com base no enquadramento teórico apresentado, a análise centrar-se-á na representação, sendo utilizados fundamentalmente dois instrumentos de análise que se integram na metafunção da representação. Estudar-se-á o sistema da transitividade para a linguagem e as estruturas de representação para o visual, descritos sumariamente abaixo. Segundo Halliday, a linguagem permite ao homem criar uma representação mental da realidade para fazer sentido do que acontece à sua volta e na sua mente: Language enables human beings to build a mental picture of reality, to make sense of what goes on around and inside them (1994, p. 106). Esta construção pode ser analisada na metafunção ideacional, através do significado experiencial o qual é expresso pelo sistema da transitividade que constrói o mundo da experiência no conjunto de tipos de processos (Halliday, 2004, p. 170). A transitividade permite que se perceba de que forma as categorias semânticas se inter-relacionam, através da análise de processos, participantes no processo e circunstâncias associadas ao processo, para que se entenda que diferentes escolhas ao nível da transitividade permitem diferentes representações do mesmo evento. Halliday divide as categorias semânticas em três processos principais: (i) processos mentais que representam a experiência do mundo interior, da consciência, do sentir e do saber; (ii) processos materiais que representam o fazer, o mundo exterior e (iii) os processos relacionais que relacionam fragmentos de experiência, classificam e identificam. Estes últimos dividem-se em processos relacionais identificativos e atributivos. Nos limites destes processos principais, há outros processos que partilham algumas das suas características: (iv) na fronteira entre os processos materiais e mentais existem os processos comportamentais (que representam a manifestação exterior de processos de consciência e de estados fisiológicos); (v) na fronteira dos processos mentais e relacionais encontram-se os processos verbais (que representam na linguagem relações simbólicas construídas na consciência humana, com processos como dizer); (vi) na fronteira entre os processos relacionais e materiais situam-se os processos existenciais (em que os fenómenos são reconhecidos por serem, existirem ou acontecerem). Cada processo tem um esquema de construção de um domínio particular de experiência, ao qual se associam participantes e circunstâncias. Estas categorias semânticas vêm, assim, representar linguisticamente o que se passa no mundo. De forma breve, apresenta-se abaixo uma referência aos principais participantes directos. No mundo do fazer, o Actor realiza a acção e a Meta é o participante a quem é dirigida a acção (opcional). No mundo da consciência, dos processos 6

7 mentais, o Experienciador experiencia um Fenómeno. O mundo do ser realiza-se por três tipos de realização: intensivo (x é a), circunstancial (x está em a) e possessivo (x Possuidor tem a - Possuído) os quais podem classificar-se em atributivos (a é atributo de x) e identificativos (a é a identidade de x). Nos processos atributivos, é atribuído à entidade Portador um Atributo (uma qualidade, posse ou circunstância) enquanto nos processos identificativos, o Identificador identifica o Identificado. Nos processos comportamentais, há um Comportante que responsável pela acção e a um processo, sendo que um dos participantes deve ser animado ou humano. Nos processos verbais, podem existir vários participantes: o Dizente (o participante que fala), o Receptor (o participante para quem é dirigida a mensagem), a Verbiagem (o que é dito) e, quando o Dizente age sobre outro, há um Alvo (participante atingido pelo processo). Nos processos existenciais, representa-se uma realidade existente, o que existe, havendo lugar a um participante: o Existente. Halliday define igualmente participantes em vários tipos de processos que não estão directamente envolvidos nos processos e que, pela natureza deste trabalho e pelo corpus em análise, não serão referidos. No significado representacional, Kress e van Leeuwen (1996, 2006) apresentam duas estruturas de representação em textos multimodais: a representação narrativa e a representação conceptual que, salientam, não são estanques. Aliás, estes autores defendem que, tal como na linguagem, as imagens podem ser simples ou complexas, pelo que uma imagem pode formar uma estrutura multidimensional. A representação narrativa descreve os participantes numa acção, num processo de transformação enquanto a representação conceptual é estática, descreve os participantes em termos de essência, como eles são, em termos de classe, estrutura ou significado. Na representação narrativa há sempre a presença de um vector que indica uma direcção e que, segundo o seu tipo e o número de participantes envolvidos, implicam processos diferentes. Os processos de acção têm como base o facto de (i) o Actor, que pode sempre partir do vector ou ser o próprio vector, ser único participante (processos não-transaccionais); (ii) existirem dois participantes: o Actor e a Meta para a qual se dirige o vector (processos transaccionais unidireccionais) ou uma bidireccionalidade entre os dois participantes (processos transaccionais bidireccionais) denominados Interactores; (iii) haver apenas a presença do vector e da Meta, uma acção que decorre sem que se saiba quem ou o que a desencadeou, sendo o Actor anónimo ou estando 7

8 apagado. Nos processos reaccionais o vector é formado pela direcção do olhar do Reactor que tem de possuir características humanas. O vector pode dirigir-se a um Fenómeno (processos transaccionais) ou não (processos não-transacionais). Os processos verbais e mentais utilizam-se frequentemente nos balões que ligam o que os participantes dizem ou pensam. Nestes processos liga-se o participante com características humanas, Dizente ou Experienciador a um conteúdo de fala ou mental. Nos processos de conversão, verifica-se uma cadeia de processos transaccionais em que um participante x actua como Meta em relação a um participante y e como Actor em relação a um participante z. O participante é não apenas transmissor de mensagem, mas também modificador (processos frequentes na representação de eventos naturais, por exemplo na representação do ciclo hidrológico em diagrama). Por fim, a representação em simbolismo geométrico não inclui participantes, apenas vectores, que indicam direccionalidade, como, por exemplo, vectores em forma de hélice ou setas. No que respeita à representação conceptual, divide-se, de forma geral, em três tipos de processos: classificacionais, analíticos e simbólicos. Os processos classificacionais representam participantes que se apresentam num grupo, definido por características comuns a todos os sujeitos classificados, através de uma taxonomia. Os processos analíticos envolvem uma estrutura de Parte-Todo em que os diversos Atributos Possessivos são representados como as partes de um Portador (representado como o todo). Por fim, os processos simbólicos representam o que um participante significa ou é. Tendo em conta o corpus de análise, os processos classificacionais e os processos simbólicos não serão objecto de desenvolvimento neste artigo. Os processos analíticos envolvem uma estrutura de Parte-Todo em que os diversos Atributos Possessivos são representados como as partes de um Portador (representado como o todo). Os processos analíticos subdividem-se em estruturas não-estruturadas e estruturadas. Nos processos analíticos não-estruturados mostra-se os Atributos Possessivos do Portador, mas não o Portador em si, ou seja, apenas as partes sem que se mostre como se conjugam como um todo. Os processos estruturados dividem-se em processos estruturados temporais e espaciais. Os processos analíticos temporais diferem dos outros processos que se focam no espaço, por envolverem uma dimensão temporal o que sugere narrativa. A sua principal característica é serem realizados por linhas do tempo em que os participantes são ordenados linearmente numa linha real ou imaginária e interpretados como um conjunto de estádios sucessivos de um processo temporal em 8

9 curso. As estruturas analíticas estruturadas espaciais subdividem-se em processos exaustivos e inclusivos. Os processos podem ser exaustivos por representarem exaustivamente os Atributos Possessivos do Portador, sendo que, desta forma, o Portador é tido em conta. No caso dos processos inclusivos, o Portador não é totalmente considerado quando são mostrados apenas alguns dos seus Atributos que com ele partilham o espaço, não o ocupando totalmente. Os processos podem também ser topográficos ou topológicos, havendo situações em que ambos coexistem. Os primeiros representam relações espaciais e a localização relativa dos Atributos Possessivos, apresentados em relação a uma escala, o que acontece com os processos supra descritos. As estruturas topológicas representam os participantes sem estarem integrados numa escala. Neste caso, as estruturas mostram as relações lógicas entre os participantes, a forma como estão ligados, sem considerar o tamanho ou a distância entre si, sequer em relação à distância do Portador (no caso das estruturas inclusivas). Kress e van Leeuwen apresentam ainda as estruturas analíticas espácio-temporais para os casos em que há uma combinação entre uma estrutura analítica de espaço e uma linha do tempo (por exemplo num gráfico bidimensional). 4. Metodologia O corpus em questão, sítio Web (Figura 1) cinge-se à página principal do Grupo e às páginas de uma das suas empresas, Electrofer II Construções Metálicas, pelo facto de ainda não terem sido construídas as hiperligações para as outras empresas do Grupo. O Grupo Electrofer é um grupo em ascensão constituído por quatro empresas: Electrofer II Construções Metálicas, Electrofer III Tratamento de Superfícies, Electrofer IV e Supertrat. As suas instalações encontram-se localizadas em diferentes pontos de Portugal, apesar de actualmente estar em construção um conjunto de edifícios numa área de 25 mil metros quadrados. 9

10 Figura 1. Corpus de análise. Sendo a construção de sítios Web um processo contínuo e não um projecto único com conteúdo estático (Lynch, 2001, p. 2), torna-se fundamental retirar a informação, datá-la e contextualizá-la. Neste caso, importa referir que as páginas foram recolhidas no dia 10 de Fevereiro de 2009, no sítio Os textos foram redigidos por uma sócia da empresa, as fotografias tiradas por uma empresa externa e a composição (criação do sítio) foi da responsabilidade da designer gráfica da empresa, responsável pelo Departamento de Comunicação e Imagem. Os instrumentos de análise do corpus anteriormente descritos permitem a aplicação de uma metodologia de base qualitativa, complementada, contudo, com a necessária quantificação de dados. Com o sistema da transitividade de Halliday e as estruturas de representação de Kress e van Leeuwen estudar-se-á a forma como a empresa se representa semiótico-discursivamente em cada página Web. 5. Análise Parte-se do princípio de que as páginas principais dos sítios Web empresariais têm como função (i) apresentar a primeira informação sobre a empresa, (ii) estabelecer a sua identidade e missão, 10

11 mostrando ao visitante o conjunto do todo, isto é, de que forma o sítio está estruturado bem como as hipóteses de navegação. Na página principal deste sítio Web, apresentam-se as empresas que constituem o grupo, como se de um índice se tratasse (Figura 2). Figura 2. Página principal do grupo. A análise realizada na página principal resume-se à análise da representação em termos visuais. Trata-se de uma representação estática, conceptual integrada. O visitante pode observar uma fotografia da entrada do edifício de uma das empresas do grupo, os contactos do grupo e os logótipos das empresas que o constituem. Nesta parte representa-se, assim, o Todo (através do logótipo do grupo empresarial) e as suas Partes (os logótipos das empresas), através de um processo analítico exaustivo, no sentido em que o processo representa exaustivamente os Atributos Possessivos (as empresas) do Portador (o grupo empresarial). No que respeita à fotografia, há lugar a um processo analítico inclusivo já que a fotografia mostra apenas um atributo do Portador que não está ausente. Por um lado, poder-se-á pensar que o Portador será o grupo (presente através do seu logótipo), por outro lado, poder-se-á considerar como Portador o logótipo de uma das empresas do grupo que se visualiza na fotografia. Os logótipos das empresas deveriam funcionar como ícones de acesso às empresas, mas tal acontece. Apenas a primeira Electrofer II Construções Metálicas permite viajar online. Apesar de não ser dada a informação de que as páginas se encontram em construção (informação facultada directamente pela responsável do Departamento de Comunicação e Imagem), poder-seá associar a ideia de identidade em construção preconizada por Lister et al (2008, p. 246). Afinal, o grupo expandiu-se rapidamente nos últimos anos, estando actualmente ainda em construção novos edifícios. A análise, debruçar-se-á, desta forma, sobre a empresa disponível: Electrofer II 11

12 Construções Metálicas. As páginas Web da empresa resumem-se a cinco páginas cujos textos serão transcritos para facilitar a análise. De acordo com as hiperligações disponíveis, a análise partirá da esquerda para a direita. A primeira página da empresa tem como hiperligação a palavra ELECTROFER: Figura 3. Primeira página da empresa. ELECTROFER Actualmente, as grandes construções exigem uma execução mais rápida, estruturas mais leves e verticais. As interpretações arquitectónicas trazem novas formas volumétricas e os prazos de execução são cada vez mais curtos. Neste quadro a construção metálica e/ou mista (betão/aço) apresentase como a mais vantajosa a todos os níveis. A sua grande versatibilidade e a incorporação de menor mão-de-obra torna-a uma opção cada vez mais frequente. (Transcrição do texto) Da análise da transitividade, realça-se, nesta página, o facto de a empresa nunca ser apresentada como participante. Aliás, sucedem-se as nominalizações, portadoras de processos relacionais, do mundo do ser, cuja função é classificatória atributiva ( Os prazos de execução são cada vez mais curtos ; A construção metálica e/ou mista (betão/aço) apresenta-se como mais vantajosa). É o 12

13 transformar da dinâmica da acção em relações estáticas. A maior parte dos processos utilizados é material, do mundo do agir e do fazer, associados a Actores ( As grandes construções ; As interpretações arquitectónicas ; A sua grande versatilidade e a incorporação de menor mão-deobra ). Manifesta-se, então, uma capacidade de realização no mundo físico, complementada pela atribuição de consciência à entidade que instancia o Experienciador ( As grandes construções exigem ). A importância atribuída à modernidade arquitectónica das construções metálicas está igualmente presente na fotografia que representa uma estrutura metálica inovadora. Pela análise da representação visual, a fotografia é conceptual, apresentada através de um processo analítico inclusivo. O Atributo é parte de construção metálica realizada pela empresa que se conjuga com o Portador, representado pelo logótipo da empresa. A segunda página da empresa tem como hiperligação a palavra EMPRESA: Figura 4. Segunda página da empresa. EMPRESA A Electrofer iniciou a sua actividade em 1984, vocacionada para o fabrico de estruturas metálicas para redes eléctricas de média e baixa tensão. A gradual expansão para áreas de negócio, como as obras públicas, e a protecção anticorrosiva, levou à criação de empresas distintas: Electofer Tratamento de Superfície, e Electrofer II Construções Metálicas. Com esta autonomização assegurou-se uma gestão mais eficaz dos processos que estão na base 13

14 de cada uma das empresas, nomeadamente, a zincagem electrolítica e a construção de estruturas metálicas. Hoje, a capacidade instaladora permite uma resposta rápida, eficaz e ampla a projectos quer do sector público, quer do privado do mercado de construção. (Transcrição do texto) Num texto composto unicamente de processos materiais, a empresa é representada como Actor, logo no seu início, seguindo-se nominalizações que a ela se ligam indirectamente gradual expansão ( ) capacidade instaladora. De realçar igualmente a noção temporal desenvolvida por circunstâncias de tempo: Há um caminho percorrido desde 1984 (criação desta empresa), passando pela expansão (criação do grupo) até ao presente (capacidade de resposta a projectos). À construção escrita sobre o caminho percorrido pela empresa, associa-se uma fotografia que representa a urbanização do terreno onde se localiza actualmente o Grupo Electrofer, sendo visível ao fundo, à direita, o início da construção do edifício. Da análise visual, considera-se a representação conceptual pelo processo analítico temporal o qual, segundo Kress e van Leeuwen (2006, p. 94), parece ocupar uma posição intermédia entre a representação narrativa e a analítica. A fotografia permite uma leitura do tempo em que o participante a empresa estava a ser construído. Ainda na mesma página encontram-se dois logótipos que compõem processos analíticos exaustivos. Uma vez mais considera-se o logótipo como um Todo e, neste caso, dois Atributos como um todo em relação a um Portador presente (o logótipo da empresa). Apesar de não se aprofundar, nesta análise, a metafunção interpessoal, interessa referir que a presença dos logótipos funciona como credibilidade para o leitor. O logótipo Prime Programa de Incentivo à Modernização da Economia é a publicitação de que a empresa recebeu apoio por parte do Ministério da Economia e da Inovação, através de um Programa cujos objectivos passavam por reforçar a produtividade e competitividade das empresas. A obrigatoriedade de publicitação deste apoio era de um ano, mas, como o Programa já foi concluído em 2006, pode-se afirmar que em 2009 o logótipo do apoio não é obrigatório. A sua presença leva a crer que se trate de uma 14

15 questão de credibilidade, de mostrar que a empresa é tão credível que teve inclusivamente apoio do Estado Português. O logótipo Empresa Certificada eic ISO 9001 mostra que a empresa cumpre as normas de certificação de qualidade estabelecidas logo tem a capacidade de fazer face às exigências dos (potenciais) clientes públicos e privados. Vai, assim, ao encontro da frase: Hoje, a capacidade instaladora permite uma resposta rápida, eficaz e ampla a projectos quer do sector público, quer do privado do mercado de construção. A terceira página da empresa tem como hiperligação a palavra PRODUÇÃO: Figura 5. Terceira página da empresa. PRODUÇÃO Após a recepção do projecto é realizada uma preparação de obra recorrendo a software para modelação trimdimensional. Os principais equipamentos de produção estão directamente ligados ao sistema informático, onde é feita a preparação, garantindo um processo de fabrico fiável e de elevada produtividade. O parque de equipamentos, incorpora um nível tecnológico que permite executar qualquer projecto de acordo com elevados parâmetros qualitativos. (Transcrição do texto) Neste texto, predomina a explicação de como o trabalho se realiza na empresa, apesar de a empresa não aparecer directamente como participante. Regista-se o recurso à passiva, onde o sujeito não se encontra realizado linguisticamente, em orações constituídas por processos 15

16 materiais. O segundo participante destas orações é a preparação da obra, a Meta dos processos materiais (realizar e fazer). O participante equipamentos aparece como Portador de um processo relacional atributivo ( Os principais equipamentos de produção ) e como Possuidor de um processo relacional possessivo ( O parque de equipamentos ). No caso destes relacionais o segundo participante relaciona-se com o mundo informático (Atributo: sistema informático; Possuído: um nível tecnológico ). Se a representação se divide aqui em processos materiais e relacionais que se ligam a léxico do mundo informático, na fotografia encontra-se uma realidade diferente: a imagem de um homem a soldar. Do ponto de vista da análise da representação visual, esta é a única imagem do sítio que se enquadra na representação narrativa. Há um Actor (o soldador) e uma Meta (a viga) ligados por um vector, o que se traduz no processo de acção transaccional unidireccional. A quarta página da empresa tem como hiperligação a palavra OBRA: Figura 6. Quarta página da empresa. barreiras acústicas estádio municipal de Leiria estruturas auxiliares estruturas metálicas mistas guarda corpos naves industriais passadiços OBRA 16

17 passagens para peões piscinas pontes OUTRAS OBRAS (Transcrição do texto) A listagem das obras parece ser realizada por um princípio de categorias, confirmado pelo uso do plural. A única excepção que não segue esse princípio é a do estádio municipal de Leiria que especifica não só uma obra como a localiza geograficamente. Ao clicar em cada uma das obras, o visitante terá acesso a imagens relacionadas com cada tópico. Trata-se de fotografias de obras realizadas que aparecem compactadas em movimento e cuja concepção não é objecto de estudo neste artigo. No último tópico, OUTRAS OBRAS, aparece uma listagem de clientes associados a obras/ trabalhos realizados, indicando-se, nalguns casos, a sua localização geográfica. Curiosamente, num tópico que remete, a priori, para outros trabalhos encontra-se a indicação de clientes de renome em Portugal, como é o caso da Somague, e de clientes internacionais como a Ferrovial Agroman e a BPC Odebrecht. Voltando à página OBRAS, a escolha do estádio de Leiria para a fotografia representativa das obras e o facto de a mesma obra se encontrar especificamente indicada na listagem das obras não é inocente. A escolha pode, com efeito, ter sido realizada consciente ou inconscientemente, mas, de acordo com o apresentado pela empresa, uma das razões terá sido, sem dúvida, a importância da obra para a empresa. Relativamente à análise da representação visual, a representação é conceptual analítica exaustiva dado que a fotografia mostra o estádio em toda a sua dimensão. A última página da empresa tem como palavra CONTACTOS: 17

18 Figura 7. Última página da empresa CONTACTOS Rua do Casal da Lebre, 451 Zona de Expanção da zona Industrial Apart Marinha Grande PORTUGAL electrofer.pt (Transcrição do texto) Esta página aparece como a última informação, seguindo o princípio de que visitante acede a todas as hiperligações da esquerda para a direita. Por mais simples que pareça a informação necessária para contactar a empresa, é um elemento de extrema importância. Por este facto, seria de evitar o erro ortográfico na morada da empresa e poder-se-ia completar a identificação do sítio Web. Visualmente, a representação é, uma vez mais, conceptual, sendo integrada: Na fotografia, com a fachada do edifício do grupo, a representação é analítica inclusiva. O mapa de localização 18

19 é um processo analítico topográfico que contempla relações físicas espaciais, ou seja, que representa a localização do Atributo. 6. Resultados gerais Os dados decorrentes da análise realizada permitem responder às duas questões fundamentais que nortearam este trabalho. Primeiramente, as escolhas semióticas realizadas sobre a empresa revelam que a empresa não se expõe nem ao nível do escrito nem ao nível do visual, a saber: (i) o seu status (tamanho/ experiência) é representado pela dimensão das obras que realizou (visíveis nas imagens), pela fachada de um edifício (visível nas imagens) e pela referência à qualidade dos materiais e dos processos utilizados (apresentados nos textos); (ii) a sua missão, os seus objectivos e projectos actuais/futuros não são expressos; (iii) não há referências de: a) por quem é constituída a empresa; b) quem são os colaboradores; c) quais as funções os colaboradores. Conclui-se que a empresa se esconde no sítio, raramente é participante directo, apesar de mostrar obra feita. Aliás, as construções metálicas já realizadas são efectivamente o seu cartão de visita para os clientes. De realçar igualmente a presença dos logótipos relativos ao PRIME e à Certificação de Qualidade que funcionam como factor de credibilidade e de seriedade. Em segundo lugar, os sistemas semióticos verbal e visual constroem diferentes dimensões do significado. Não há uma duplicação da realidade o que, no entanto, não impede que se registe uma tendência comum de construção do significado. A clara maioria da existência de processos materiais, seguida de processos relacionais e, por fim, de um processo mental não pode ser redutoramente entendida em oposição à representação do visual maioritariamente conceptual. Aliás, o simples facto de a empresa aparecer apenas uma vez directamente como Actor e de se repetir o recurso às nominalizações obriga a que se considere criticamente a materialidade presente a partir dos participantes. No visual, a representação é conceptual, sendo a maioria dos processos analíticos. Estes processos caracterizam-se pela ausência (de vectores ou de simetria composicional, por exemplo) e são considerados como a opção mais elementar do sistema de representação visual (Kress e van Leeuwen, 2006, p. 91). Na estrutura de Parte-Todo, os Atributos da empresa representados no sítio Web da empresa são as obras realizadas e a fachada do edifício. 19

20 7. Conclusão As empresas, tal como o ser humano, vivem de representações que produzem e reproduzem consciente ou inconscientemente. Quando decidem avançar para a concepção de um sítio Web, as empresas adquirem um meio lhes dá o poder de gerir a forma como pretendem ser representadas externamente. Cada empresa deveria, antes de mais, colocar-se três questões: (i) qual o objectivo de conceber um sítio? (ii) em que medida o sítio é relevante para a missão da empresa? (iii) o que se pretende da audiência após a consulta do sítio? Estas três questões de base são um excelente ponto de partida para que a empresa se questione sobre a representação externa mais adequada sobre si, no fundo, o que pretende que os (potenciais) clientes saibam sobre si e sobre os seus serviços/bens. Aliás, como Castells defende, nesta nova economia informacional e global a competitividade das empresas depende da sua capacidade de gerar, processar e aplicar de forma eficiente a informação baseada no conhecimento (2007, p. 95). No caso do sítio Web, a forma como a informação é partilhada tem evoluído muito rapidamente. Muitas empresas já apostam no sítio Web numa vertente de comunicação bilateral no sentido em que o sítio não é apenas uma montra, mas contém uma função interactiva. O corpus aqui em estudo encontra-se na primeira fase dos sítios Web, isto é, na fase de uma comunicação geral, indirecta e unilateral. É um sítio que, de acordo com Gurău e Mc Laren (2006, p. 11), está orientado para a própria empresa dado que se espera que o visitante seleccione a informação de que necessita a qual é apresentada em várias secções do sítio. As práticas semiótico-discursivas do corpus analisado revelam uma empresa, por um lado, retraída, reservada, que não fala de si, mas, por outro lado, representam uma empresa que tem valor pelo que já realizou no mundo das construções metálicas e pelo reconhecimento de terceiros. São valores que são veiculados harmoniosamente em ambos os sistemas semióticos estudados e que fazem parte da identidade da empresa. O enquadramento teórico utilizado permite ver que de forma o visual também molda atitudes, crenças e valores (Connelly, 2008, p. 163). Não obstante o facto de haver lugar à realização de representações diferentes (no geral, uma maioria de processos materiais e uma representação visual conceptual), existe uma complementaridade na criação do significado. Esta vai para além dos pontos de contacto entre as estruturas linguísticas e as estruturas visuais que Kress e van Leeuwen (2006) apontam. Poder-se- 20

A multimodalidade ao serviço da representação: análise de uma brochura empresarial

A multimodalidade ao serviço da representação: análise de uma brochura empresarial A r t e s e H u m a n i d a d e s Gorete Marques A multimodalidade ao serviço da representação: análise de uma brochura empresarial A multimodalidade ao serviço da representação: análise de uma brochura

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL Intervenção de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa na Comissão Económica para a América Latina e Caraíbas - CEPAL Santiago do Chile, 7 de Novembro de 2007 Senhor Secretário Executivo da

Leia mais

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática 3ºAno Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/2010 GereComSaber Sistema de

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial.

Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial. CoP de Gestão do Conhecimento Notas da sessão presencial de 24 de Março de 2014 Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial.

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância

Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância 1 Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância Mariana Atanásio, Nº 2036909. Universidade da Madeira, Centro de Competência das Ciências Sociais, Departamento

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO EM COACHING EXECUTIVO

PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO EM COACHING EXECUTIVO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO EM COACHING EXECUTIVO de acção mediante a aquisição de novas formas de pensamento que lhes permitam levar a cabo diferentes acções. O percurso formativo do coach está dividido

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projectos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projectos em que estão envolvidos, interagindo na optimização

Leia mais

CANDIDATURAS ABERTAS:

CANDIDATURAS ABERTAS: Resumo das candidaturas aos Sistemas de Incentivos QREN CANDIDATURAS ABERTAS: Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico Tipologia de Projectos Abertura Encerramento Individuais

Leia mais

O aumento da força de vendas da empresa

O aumento da força de vendas da empresa PHC dcrm O aumento da força de vendas da empresa O enfoque total na actividade do cliente, através do acesso remoto à informação comercial, aumentando assim a capacidade de resposta aos potenciais negócios

Leia mais

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas Conceito As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas PÁG 02 Actualmente, face à crescente necessidade de integração dos processos de negócio, as empresas enfrentam o desafio de inovar e expandir

Leia mais

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1 Copyright 2012 Efacec Todos os direitos reservados. Não é permitida qualquer cópia, reprodução, transmissão ou utilização deste documento sem a prévia autorização escrita da Efacec Sistemas de Gestão S.A.

Leia mais

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA POR UMA ESCOLA INCLUSIVA Sílvia Ferreira * Resumo: A promoção de uma escola democrática, onde incluir se torne um sinónimo real de envolver, é um desafio com o qual os profissionais de Educação se deparam

Leia mais

Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano. Ficha T. Prática n.º 1

Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano. Ficha T. Prática n.º 1 Análise Inteligente de Dados Objectivo: Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano Ficha T. Prática n.º 1 Estudo do paradigma multidimensional com introdução de uma extensão ao diagrama E/R

Leia mais

Renata Aparecida de Freitas

Renata Aparecida de Freitas as escolhas linguísticas revelando decisões: uma breve aplicação de conceitos da gramática sistêmico-funcional como instrumento de análise Renata Aparecida de Freitas Renata Aparecida de Freitas Doutoranda

Leia mais

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de Ficha de Leitura Tipo de documento: Artigo Título: Colaboração em Ambientes Online na Resolução de Tarefas de Aprendizagem Autor: Miranda Luísa, Morais Carlos, Dias Paulo Assunto/Sinopse/Resenha: Neste

Leia mais

As parcerias e suas dinâmicas: considerações a ter em conta para a promoção da mudança

As parcerias e suas dinâmicas: considerações a ter em conta para a promoção da mudança Centro de Recuperação de Menores D. Manuel Trindade Salgueiro Assumar 26 e 27 de Abril de 2013 As parcerias e suas dinâmicas: considerações a ter em conta para a promoção da mudança João Emílio Alves ESE-IPP

Leia mais

Grupo de trabalho sobre a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais. Recomendação 1/99

Grupo de trabalho sobre a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais. Recomendação 1/99 5093/98/PT/final WP 17 Grupo de trabalho sobre a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais Recomendação 1/99 sobre o tratamento invisível e automatizado de dados

Leia mais

Plano Nacional de Saúde e as. Estratégias Locais de Saúde

Plano Nacional de Saúde e as. Estratégias Locais de Saúde Plano Nacional de Saúde e as Estratégias Locais de Saúde (versão resumida) Autores Constantino Sakellarides Celeste Gonçalves Ana Isabel Santos Escola Nacional de Saúde Pública/ UNL Lisboa, Agosto de 2010

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

LICENCIATURA EM GESTÃO CONTROLO DA QUALIDADE

LICENCIATURA EM GESTÃO CONTROLO DA QUALIDADE LICENCIATURA EM GESTÃO 1º Ano 2º semestre CONTROLO DA QUALIDADE Elaborado por: João Gilberto Ramos Abreu 2089506 Nádia Andrade Abreu 2038907 Sónia Vieira da Silva - 2043407 Funchal Abril de 2008 "Criatividade

Leia mais

PHC dintranet. A gestão eficiente dos colaboradores da empresa

PHC dintranet. A gestão eficiente dos colaboradores da empresa PHC dintranet A gestão eficiente dos colaboradores da empresa A solução ideal para a empresa do futuro, que necessita de comunicar de modo eficaz com os seus colaboradores, por forma a aumentar a sua produtividade.

Leia mais

8. A Qualidade na Produção Vídeo/Áudio

8. A Qualidade na Produção Vídeo/Áudio Fghfg fghgfhfg fghfgh fghfghfg fghfgh fghfghfgh fgh ffghfgh fghfghf fghfgh fghfghfgh fghfghfgh fghfghfghf fghf ghfghgffggfhhgfhgghhg fgfgh 8. A Qualidade na Produção Vídeo/Áudio 8 128 8 - A Qualidade na

Leia mais

ÁREA A DESENVOLVER. Formação Comercial Gratuita para Desempregados

ÁREA A DESENVOLVER. Formação Comercial Gratuita para Desempregados ÁREA A DESENVOLVER Formação Comercial Gratuita para Desempregados Índice 8. Sobre nós 7. Como pode apoiar-nos 6. Datas de realização e inscrição 5. Conteúdos Programáticos 4. Objectivos 3. O Workshop de

Leia mais

Entrevista com Tetrafarma. Nelson Henriques. Director Gerente. Luísa Teixeira. Directora. Com quality media press para Expresso & El Economista

Entrevista com Tetrafarma. Nelson Henriques. Director Gerente. Luísa Teixeira. Directora. Com quality media press para Expresso & El Economista Entrevista com Tetrafarma Nelson Henriques Director Gerente Luísa Teixeira Directora Com quality media press para Expresso & El Economista Esta transcrição reproduz fiel e integralmente a entrevista. As

Leia mais

Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio

Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio 1. V Semana Internacional A Semana Internacional é o evento mais carismático e que tem maior visibilidade externa organizado pela AIESEC Porto FEP, sendo

Leia mais

ESTRATÉGIA e PROSPECTIVA 2009/2010

ESTRATÉGIA e PROSPECTIVA 2009/2010 ESTRATÉGIA e PROSPECTIVA 2009/2010 J. M Brandão de Brito Prof. Catedrático TRABALHO DE ESTRATÉGIA E PROSPECTIVA 1ª Parte (sobre Estratégia) 1. Explicação prévia Cada par de estudantes (grupo) escolhe,

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado Manual Avançado Menus v2011 - Certificado 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Iniciar o ZSRest... 3 4. Menus... 4 b) Novo Produto:... 5 i. Separador Geral.... 5 ii. Separador Preços e Impostos... 7 iii.

Leia mais

ESTUDO DE IMPACTO DOS INCENTIVOS DIRECTOS CONCEDIDOS PELO ESTADO AOS ORGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGIONAL E LOCAL

ESTUDO DE IMPACTO DOS INCENTIVOS DIRECTOS CONCEDIDOS PELO ESTADO AOS ORGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGIONAL E LOCAL ESTUDO DE IMPACTO DOS INCENTIVOS DIRECTOS CONCEDIDOS PELO ESTADO AOS ORGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGIONAL E LOCAL Paulo Faustino, PhD Arons de Carvalho, PhD Estratégia Metodológica Global Forças políticas,

Leia mais

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial.

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. POWERING BUSINESS QUEM SOMOS A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. Desde 1987 que desenvolvemos um trabalho

Leia mais

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Departamento de Letras Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Aluna: Esther Ruth Oliveira da Silva Orientadora: Profª. Bárbara Jane Wilcox Hemais Introdução O presente projeto se insere

Leia mais

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9.

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9. Índice: Introdução 3 Princípios Orientadores 3 Definição do projecto 4 Objectivos a alcançar 5 Implementação do projecto 5 Recursos necessários 6 Avaliação do projecto 7 Divulgação Final do Projecto 7

Leia mais

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO 1 Sumário: Conceito e Objectivos Estrutura do PN o Apresentação da Empresa o Análise do Produto / Serviço o Análise de Mercado o Estratégia de Marketing o

Leia mais

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Ficha Técnica Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Edição: Região Autónoma dos Açores Secretaria Regional da Educação e Ciência Direcção Regional da Educação Design e Ilustração: Gonçalo Cabaça Impressão:

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Licenciatura em: Design HISTÓRIA DA ARTE E DA TÉCNICA. EVOLUÇÃO DO DESIGN AUTOMÓVEL (BMW Séries 5)

Licenciatura em: Design HISTÓRIA DA ARTE E DA TÉCNICA. EVOLUÇÃO DO DESIGN AUTOMÓVEL (BMW Séries 5) Licenciatura em: Design HISTÓRIA DA ARTE E DA TÉCNICA Assim: 9; com ref. às fontes: 12-13 EVOLUÇÃO DO DESIGN AUTOMÓVEL (BMW Séries 5) Autores: André Sequeira 1º - A1 20110039 João Almeida 1º - A1 20110309

Leia mais

Perfil de Competências Transversais e de Formação do Empreendedor

Perfil de Competências Transversais e de Formação do Empreendedor CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO Perfil de Competências Transversais e de Formação do Empreendedor Produção apoiada pelo Programa Operacional de Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), co-financiado

Leia mais

Regulamento. Preâmbulo

Regulamento. Preâmbulo Regulamento Preâmbulo As Empresas e os Empreendedores são a espinha dorsal de qualquer economia, em termos de inovação, de criação de emprego, de distribuição de riqueza e de coesão económica e social

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves Sistema Integrado de Gestão Evento IDC PME 24.set.2008 Carlos Neves Agradecimentos Carlos Neves - 24.Set.08 2 Sumário 1. Oportunidades e desafios para as PME 2. Os projectos SI/TI e a Mudança 3. Perspectivas

Leia mais

memmolde Norte: uma contribuição para a salvaguarda da memória colectiva da indústria de moldes do Norte de Portugal

memmolde Norte: uma contribuição para a salvaguarda da memória colectiva da indústria de moldes do Norte de Portugal memmolde Norte: uma contribuição para a salvaguarda da memória colectiva da indústria de moldes do Norte de Portugal Nuno Gomes Cefamol Associação Nacional da Indústria de Moldes MEMMOLDE NORTE As rápidas

Leia mais

Capítulo 1. Introdução

Capítulo 1. Introdução Capítulo 1 Introdução 1.1. Enquadramento geral O termo job shop é utilizado para designar o tipo de processo onde é produzido um elevado número de artigos diferentes, normalmente em pequenas quantidades

Leia mais

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento O QUE É IMPRESCINDÍVEL NUMA SOLUÇÃO DE ORÇAMENTAÇÃO E PREVISÃO? Flexibilidade para acomodar mudanças rápidas; Usabilidade; Capacidade de integração com as aplicações a montante e a jusante; Garantir acesso

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

CONCLUSÕES. Conclusões 413

CONCLUSÕES. Conclusões 413 CONCLUSÕES Conclusões 413 Conclusões 414 Conclusões 415 CONCLUSÕES I - Objectivos do trabalho e resultados obtidos O trabalho realizado teve como objecto de estudo a marca corporativa e a investigação

Leia mais

Vantagem Garantida PHC

Vantagem Garantida PHC Vantagem Garantida PHC O Vantagem Garantida PHC é um aliado para tirar maior partido das aplicações PHC A solução que permite à empresa rentabilizar o seu investimento, obtendo software actualizado, formação

Leia mais

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar eficiência os objectivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. com eficácia e 1

Leia mais

XLM Innovation & Technology

XLM Innovation & Technology 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A XLM, sedeada em Aveiro, iniciou a sua atividade em 1995. Nesta data, a sua área de atuação cingia-se à venda, instalação e assistência técnica

Leia mais

T&E Tendências & Estratégia

T&E Tendências & Estratégia FUTURE TRENDS T&E Tendências & Estratégia Newsletter número 1 Março 2003 TEMA deste número: Desenvolvimento e Gestão de Competências EDITORIAL A newsletter Tendências & Estratégia pretende ser um veículo

Leia mais

PONTNews Solução Comercial de e-marketing

PONTNews Solução Comercial de e-marketing PONTNews Solução Comercial de e-marketing Dossier de Produto DP010.03 02/01/2009 A Pontual A Pontual é uma empresa de capitais 100% nacionais, cuja principal actividade é implementação de Sistemas de Informação

Leia mais

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa Como implementar Social Media na empresa 1 As razões: Empresas ainda desconhecem benefícios do uso de redes sociais Das 2,1 mil empresas ouvidas em estudo do SAS Institute e da Harvard Business Review,

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

IMPLICAÇÕES DO ESTUDO DAS INTERACÇÕES VERBAIS PARA O ESTUDO DA LINGUAGEM E DA COMUNICAÇÃO. Adriano Duarte Rodrigues

IMPLICAÇÕES DO ESTUDO DAS INTERACÇÕES VERBAIS PARA O ESTUDO DA LINGUAGEM E DA COMUNICAÇÃO. Adriano Duarte Rodrigues IMPLICAÇÕES DO ESTUDO DAS INTERACÇÕES VERBAIS PARA O ESTUDO DA LINGUAGEM E DA COMUNICAÇÃO Adriano Duarte Rodrigues Nesta última sessão do nosso curso, vou tentar esboçar algumas das mais importantes implicações

Leia mais

Visão de Futuro 2010. F3M Information Systems, S.A.

Visão de Futuro 2010. F3M Information Systems, S.A. 1 Reunir várias entidades do sector óptico nacional e discutir o futuro do sector bem como os temas cruciais para os empresários e intervenientes da área foram os objectivos do evento Visão de Futuro 2010,

Leia mais

bit Tecnologia ao Serviço do Mundo Rural www.ruralbit.pt

bit Tecnologia ao Serviço do Mundo Rural www.ruralbit.pt bit Tecnologia ao Serviço do Mundo Rural www.ruralbit.pt :: Ruralbit :: http://www.ruralbit.pt :: Índice :: Ruralbit :: http://www.ruralbit.pt :: Pág. 1 Introdução O Pocket Genbeef Base é uma aplicação

Leia mais

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente Grupo Pestana suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O trabalho de consolidação de informação permitiu desde logo abrir novas possibilidades de segmentação, com base num melhor conhecimento

Leia mais

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News 28 PME Líder CRITÉRIOS Bloomberg News CRITÉ RIOS COMO CHEGAR A PME LÍDER Atingir o Estatuto PME Líder é a ambição de muitas empresas. É este o primeiro passo para chegar a PME Excelência. Saiba o que precisa

Leia mais

Sistema de Certificação de Competências TIC

Sistema de Certificação de Competências TIC Sistema de Certificação de Competências TIC Portal das Escolas Manual de Utilizador INDICE 1 Introdução... 5 1.1 Sistema de formação e certificação de competências TIC...6 1.1.1 Processo de certificação

Leia mais

PROJECTO GEPETO BALANÇO DE ETAPA

PROJECTO GEPETO BALANÇO DE ETAPA PROJECTO GEPETO BALANÇO DE ETAPA Coordenação Técnica. Outubro de 2013 BALANÇO DE ETAPA EM METADE DO PROJECTO GEPETO Outubro de 2013 1. RECAPITULAÇÃO DOS OBJECTIVOS 2. ROTEIRO 3. PRINCIPAIS ACTIVIDADES

Leia mais

PHC Recursos Humanos CS

PHC Recursos Humanos CS PHC Recursos Humanos CS A gestão total dos Recursos Humanos A solução que permite a optimização da selecção e recrutamento, a correcta descrição de funções, a execução das avaliações de desempenho e a

Leia mais

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO DOMINE A 110% ACCESS 2010 A VISTA BACKSTAGE Assim que é activado o Access, é visualizado o ecrã principal de acesso na nova vista Backstage. Após aceder ao Access 2010, no canto superior esquerdo do Friso,

Leia mais

O princípio da afirmação da sociedade civil.

O princípio da afirmação da sociedade civil. Dois dos Valores do PSD O Princípio do Estado de Direito, respeitante da eminente dignidade da pessoa humana - fundamento de toda a ordem jurídica baseado na nossa convicção de que o Estado deve estar

Leia mais

LEARNING MENTOR. Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219. Perfil do Learning Mentor. Módulos da acção de formação

LEARNING MENTOR. Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219. Perfil do Learning Mentor. Módulos da acção de formação LEARNING MENTOR Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219 Perfil do Learning Mentor Módulos da acção de formação 0. Pré-requisitos para um Learning Mentor 1. O papel e a função que um Learning Mentor

Leia mais

KIT CICLO PEDAGÓGICO ESTUDO DO MEIO. Propostas para planeamento, exploração e avaliação de visitas a museus e centros de ciência.

KIT CICLO PEDAGÓGICO ESTUDO DO MEIO. Propostas para planeamento, exploração e avaliação de visitas a museus e centros de ciência. KIT_PEDA_EST_MEIO_5:FERIAS_5_6 09/12/28 15:07 Page 1 1. o CICLO KIT PEDAGÓGICO Pedro Reis ESTUDO DO MEIO 5 Propostas para planeamento, exploração e avaliação de visitas a museus e centros de ciência ISBN

Leia mais

PHC dcontroldoc. O acesso a diversos tipos de ficheiros

PHC dcontroldoc. O acesso a diversos tipos de ficheiros PHC dcontroldoc O acesso a diversos tipos de ficheiros A possibilidade de consultar e introduzir documentos, imagens e outro tipo de ficheiros, a partir de um local com acesso à Internet. BUSINESS AT SPEED

Leia mais

UNIrevista - Vol. 1, n 3 : (julho 2006) ISSN 1809-4651

UNIrevista - Vol. 1, n 3 : (julho 2006) ISSN 1809-4651 ISSN 1809-4651 Imagens na publicidade: significações e persuasão Mestre em Estudos Lingüísticos jupetermann@yahoo.com.br UFSM, RS Resumo A publicidade, como uma prática social persuasiva, coloca em uma

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA ABERTURA A People & Skills foi criada para responder às necessidades de um mercado cada vez mais apostado em desenvolver e consolidar competências que

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

Coaching I Formação I Certificação

Coaching I Formação I Certificação Coaching I Formação I Certificação 2011 Business Consultants, Inc. Publicado por EHP, Elemento Humano Portugal. www.thehumanelement.com.pt 1 Uma solução integrada à problemática humana nas organizações

Leia mais

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA PLANO CURRICULAR A análise referente ao Programa de Ensino e, em particular ao conteúdo do actual Plano de Estudos (ponto 3.3. do Relatório), merece-nos os seguintes comentários:

Leia mais

UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes

UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes UML (Unified Modelling Language) Diagrama de Classes I Classes... 2 II Relações... 3 II. Associações... 3 II.2 Generalização... 9 III Exemplos de Modelos... III. Tabelas de IRS... III.2 Exames...3 III.3

Leia mais

SIGRIA. sistema de informação geográfica dos municípios da ria. guião de exploração dos. serviços SIG na web AM RIA. Associação de Municípios da Ria

SIGRIA. sistema de informação geográfica dos municípios da ria. guião de exploração dos. serviços SIG na web AM RIA. Associação de Municípios da Ria SIGRIA. sistema de informação geográfica dos municípios da ria guião de exploração dos serviços SIG na web Associação de Municípios da Ria 02 GUIA WEB ÍNDICE Introdução O que é um SIG? 03 O que é SIGRia?

Leia mais

AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS E DE PROJECTOS PEDAGÓGICOS

AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS E DE PROJECTOS PEDAGÓGICOS AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS E DE PROJECTOS PEDAGÓGICOS Prof. Domingos Fernandes/Portugal* A avaliação é uma prática social cuja presença é cada vez mais indispensável para caracterizar, compreender, divulgar

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno PHC dteamcontrol Interno A gestão remota de projectos em aberto A solução via Internet que permite acompanhar os projectos em aberto em que o utilizador se encontra envolvido, gerir eficazmente o seu tempo

Leia mais

PHC Clínica CS. A gestão operacional total da clínica ou consultório

PHC Clínica CS. A gestão operacional total da clínica ou consultório PHC Clínica CS A gestão operacional total da clínica ou consultório A informação confidencial sobre cada paciente, o seu historial e, se integrado com o módulo PHC Gestão CS, a gestão financeira e a facturação

Leia mais

Objectivos Gerais da Aplicação 5 Requisitos Mínimos e Recomendados 5 Processo de Instalação 6

Objectivos Gerais da Aplicação 5 Requisitos Mínimos e Recomendados 5 Processo de Instalação 6 MANUAL DO UTILIZADOR A informação contida neste manual, pode ser alterada sem qualquer aviso prévio. A Estratega Software, apesar dos esforços constantes de actualização deste manual e do produto de software,

Leia mais

RevelarLx O Espaço e O Tempo

RevelarLx O Espaço e O Tempo RevelarLx O Espaço e O Tempo Mónica Queiroz E-mail: monica.marques.cm-lisboa.pt Marta Marques E-mail: marta.marques.cm-lisboa.pt Departamento de Bibliotecas e Arquivos Câmara Municipal de Lisboa Palácio

Leia mais

Strenghts: Vantagens internas da empresa ou produto(s) em relação aos seus principais concorrentes;

Strenghts: Vantagens internas da empresa ou produto(s) em relação aos seus principais concorrentes; Gerir - Guias práticos de suporte à gestão A análise SWOT A Análise SWOT é uma ferramenta de gestão muito utilizada pelas empresas para o diagnóstico estratégico. O termo SWOT é composto pelas iniciais

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO 07-05-2013 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO Aula I Docente: Eng. Hercílio Duarte 07-05-2013 2 Objectivo Sistemas Modelos Dados Vs. Informação Introdução aos sistemas de Informação 07-05-2013 3 Introdução

Leia mais

XI Mestrado em Gestão do Desporto

XI Mestrado em Gestão do Desporto 2 7 Recursos Humanos XI Mestrado em Gestão do Desporto Gestão das Organizações Desportivas Módulo de Gestão de Recursos Rui Claudino FEVEREIRO, 28 2 8 INDÍCE DOCUMENTO ORIENTADOR Âmbito Objectivos Organização

Leia mais

Gestão de Equipas de Vendas

Gestão de Equipas de Vendas Gestão de Equipas de Vendas Análise Comercial Business Intelligence Gestão de Desempenho Atinjo os meus objectivos comerciais? Quais os vendedores com melhor desempenho? A função comercial é o motor de

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG Bases de Dados O que é uma Base de Dados? Dados Pode-se começar por tentar dar uma definição do que são Dados. Os dados são factos em bruto, que não são necessáriamente relevantes para qualquer coisa que

Leia mais

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA NOTA EXPLICATIVA DA AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS NO ÂMBITO DO 1º CICLO DE ESTUDOS DO CURSO DE LICENCIATURA/MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA, CONDUCENTE AO GRAU DE LICENCIADO EM CIÊNCIAS DA ARQUITECTURA.

Leia mais

3 ao Quadrado - Agenda Web

3 ao Quadrado - Agenda Web 3 ao Quadrado - Agenda Web Relatório de Gestão de Projectos de Software - Grupo A - LEIC 2001/2002 http://gnomo.fe.up.pt/gps01a João Montenegro - ei97023@fe.up.pt André Teixeira - ei97024@fe.up.pt Carlos

Leia mais

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web PROVA DE AVALIAÇÃO DE CAPACIDADE REFERENCIAL DE CONHECIMENTOS E APTIDÕES Áreas relevantes para o curso de acordo com o n.º 4 do art.º 11.º do

Leia mais

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,

Leia mais

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 20 de Abril de 2006 A inovação

Leia mais

DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004)

DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004) DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004) por Mónica Montenegro, Coordenadora da área de Recursos Humanos do MBA em Hotelaria e

Leia mais

43. Inovar a supervisão em Enfermagem: um projecto de investigação-intervenção

43. Inovar a supervisão em Enfermagem: um projecto de investigação-intervenção 43. Inovar a supervisão em Enfermagem: um projecto de investigação-intervenção Ana Macedo 1*, Rafaela Rosário 1, Flávia Vieira 2, Maria Silva 1, Fátima Braga 1, Cláudia Augusto 1, Cristins Araújo Martins

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

TENDÊNCIAS DE PROJECTOS DE IT EM PORTUGAL

TENDÊNCIAS DE PROJECTOS DE IT EM PORTUGAL TENDÊNCIAS DE PROJECTOS DE IT EM PORTUGAL Estudo Infosistema 4º trimestre de 2014 OBJECTIVO DO ESTUDO Objectivo: Analisar as tendências de projectos de IT em Portugal Período em análise: 4º Trimestre de

Leia mais

Metodologia Projectual?

Metodologia Projectual? Metodologia Projectual? > Metodologia é a parte da lógica que estuda os métodos das diversas ciências, segundo as leis do raciocínio > estudar e enumerar as tarefas de forma a que o projecto seja feito

Leia mais