DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM Palavras-chaves: desigualdade, pobreza, equações de rendimento, distribuição de renda.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM 1999 1. Palavras-chaves: desigualdade, pobreza, equações de rendimento, distribuição de renda."

Transcrição

1 DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM Rodolfo Hoffmann 2 RESUMO Este trabalho analisa a distribuição da renda no Brasil e em seis regiões do país, utilizando os dados da PNAD de É examinada a distribuição da renda familiar per capita para toda a população, para os residentes na área rural e para famílias cuja pessoa de referência tem atividade principal na agricultura. Também é analisada a distribuição do rendimento das pessoas economicamente ativas e o rendimento de todos os trabalhos das pessoas ocupadas. Finalmente, são estimadas equações de rendimento para pessoas ocupadas em cada setor da economia Palavras-chaves: desigualdade, pobreza, equações de rendimento, distribuição de renda. INTRODUÇÃO Neste trabalho são analisados, sob vários ângulos, os dados sobre distribuição da renda no Brasil obtidos na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de Na próxima seção é analisada a distribuição do rendimento familiar per capita, considerando toda a população e dividindo o país em 6 regiões: Norte, Nordeste, MG+ES+RJ, SP, Sul e Centro- Oeste. A mesma análise é repetida considerando apenas as famílias com domicílio rural e apenas as famílias cuja pessoa de referência tem atividade principal na agricultura. Em seguida é examinada a distribuição da renda entre pessoas economicamente ativas com rendimento positivo. Finalmente é analisada a distribuição do rendimento de todos os trabalhos das pessoas ocupadas, incluindo uma análise dos fatores que condicionam esse rendimento, por meio do ajuste de equações de regressão múltipla. A PNAD não abrange a área rural da antiga região Norte. Consequentemente, a expressão Região Norte, neste trabalho, refere-se à população de Tocantins e das áreas urbanas de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá. O mês de referência da pesquisa foi setembro de 1999, quando o salário mínimo era R$ 136,00. É importante ter em mente as limitações dos dados sobre renda nas PNADs. O questionário procura captar tanto os rendimentos em dinheiro como os pagamentos em espécie, mas não considera o valor da produção para autoconsumo, que pode ser um componente importante da renda real de pequenos agricultores. Também não se considera um outro rendimento implícito que é o valor de aluguel da casa própria usada pela família. Mas a principal causa de subestimação das rendas é a subdeclaração dos rendimentos, especialmente dos mais elevados. Ao examinar as várias medidas de posição da distribuição da renda no Brasil, apresentadas adiante, é necessário admitir que o valor verdadeiro possa ser 50% ou 100% maior. Dada a tendência de subdeclaração maior no caso dos rendimentos mais elevados, os dados das PNADs devem subestimar as diferenças regionais do país e as medidas de desigualdade da distribuição da renda. 1 Este trabalho, realizado com apoio do CNPq, atualiza, para 1999, as informações contidas em trabalho semelhante apresentado no XXXVIII Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural, Rio de Janeiro, agosto de Prof. do IE-UNICAMP,

2 A DISTRIBUIÇÃO DO RENDIMENTO FAMILIAR PER CAPITA Na amostra da PNAD de 1999 há pessoas. Para cada uma delas o IBGE fornece um fator de expansão, que é o correspondente número de pessoas na população. Podese verificar, então, que aquela amostra representa uma população de pessoas. Para analisar a distribuição do rendimento familiar per capita vamos nos restringir às famílias residentes em domicílios particulares e com declaração do rendimento familiar, formando uma população de famílias com pessoas. Como pessoas da família são incluídas a pessoa de referência, o cônjuge, filhos, outros parentes e agregados, mas não são incluídos outros moradores do domicílio como pensionistas, empregados domésticos ou parentes de empregado doméstico. O rendimento per capita é obtido dividindo o rendimento familiar mensal pelo número de componentes da família. A tabela 1 mostra as principais características da distribuição do rendimento familiar per capita no Brasil e nas 6 regiões consideradas. O rendimento per capita médio no país não chega a R$ 255, variando de 141,0 no Nordeste a 367,9 reais no Estado de São Paulo. Apenas o Norte e o Nordeste têm rendimentos médios e medianos menores do que o Brasil como um todo. Tabela 1. Principais características da distribuição do rendimento familiar per capita no Brasil e em 6 regiões, de acordo com dados da PNAD de Estatística Brasil Norte (1) Nordeste MG,ES e Centro- SP Sul RJ Oeste Famílias (1 000) Pessoas (1 000) Pessoas/família 3,44 3,87 3,71 3,29 3,35 3,27 3,35 Rdmto/pessoa (R$) 254,6 183,4 141,0 274,4 367,9 290,3 274,3 Percentil 10 30,0 25,6 18,0 38,9 63,2 44,0 40, ,0 42,9 30,0 65,2 100,0 68,0 63, ,0 50,0 34,6 75,0 116,7 83,0 71, ,0 60,0 40,0 88,7 132,7 98,0 83, ,2 75,0 52,5 116,7 165,3 125,0 106, ,0 97,5 68,0 144,3 208,0 157,7 136, ,5 125,0 87,6 185,0 266,0 200,0 170, ,0 161,2 115,3 245,3 350,0 265,3 225, ,7 190,5 136,0 283,3 400,0 307,5 268, ,0 233,3 157,3 340,0 498,0 370,0 328, ,0 400,0 280,0 598,0 790,0 624,0 599, ,0 622,0 482,3 933, , , , , , , , , , ,0 % da renda total dos 40% mais pobres 7,8 8,9 8,1 9,1 10,2 9,4 8,7 50% mais pobres 12,3 13,6 12,4 13,8 15,3 14,2 13,1 20% mais ricos 63,9 62,2 65,6 62,0 59,0 61,0 64,4 10% mais ricos 47,4 45,7 51,0 45,8 42,4 44,7 48,8 5% mais ricos 33,7 32,3 38,3 32,5 29,3 31,5 35,0 1% mais ricos 13,3 12,6 16,5 13,1 11,0 11,8 14,1 Relação médias 10 + /40 24,2 20,6 25,2 20,2 16,7 19,1 22,5 Índice de Gini 0,600 0,579 0,615 0,576 0,544 0,566 0,597 T de Theil 0,723 0,669 0,824 0,676 0,575 0,636 0,746 (1) Exclusive área rural de RO, AC, AM, RR, PA e AP. A tabela mostra os valores dos decis, dos quartis e do 95 o e 99 o percentis. Note-se que a mediana é aproximadamente igual à metade da média, e que o 3 o quartil é semelhante à média. De acordo com os dados, pessoas com rendimento familiar per capita maior ou igual a 2

3 R$ 900 fazem parte do vigésimo mais rico da população, que se apropria de 33,7% da renda total. Se a curva de quantis de uma distribuição x nunca fica abaixo e fica, pelo menos em algum intervalo, acima da curva de quantis da distribuição y, diz-se que a distribuição x domina, em primeira ordem, a distribuição y. Pode-se verificar, na tabela 1, que a distribuição do rendimento familiar per capita no Nordeste é dominada pelas distribuições nas outras 5 regiões. O Norte domina o Nordeste, mas é dominado pelas outras 4 regiões. São Paulo domina as demais regiões. A região Sul domina MG+ES+RJ. A curva de quantis do Centro-Oeste se cruza com as curvas para a região Sul e para MG+ES+RJ. Observa-se, na tabela 1, que o Nordeste é a região com maior desigualdade e que SP e o Sul são as regiões com menor desigualdade. No Nordeste o rendimento médio dos 10% mais ricos é 25,2 vezes maior do que o rendimento médio dos 40% mais pobres. No Estado de São Paulo essa relação é igual a 16,7 e no Sul é 19,1. RENDIMENTO FAMILIAR PER CAPITA PARA DOMICÍLIOS RURAIS Do total de pessoas consideradas na tabela 1, mil (79,7%) residem em áreas urbanas e mil (20,3%) residem em áreas rurais, conforme delimitação fixada por ocasião do Censo Demográfico de Uma vez que o rendimento médio das pessoas residentes em áreas rurais (R$ 109,3) é muito mais baixo do que o das residentes em áreas urbanas (R$ 291,6), as primeiras ficam com apenas 8,7% do rendimento total declarado. A tabela 2 apresenta as principais características da distribuição do rendimento familiar per capita para os residentes em áreas rurais, no Brasil e nas regiões analisadas. Verifica-se que as distribuições no Nordeste e no Norte são dominadas, em primeira ordem, pelas distribuições nas outras quatro regiões. Mas não se pode afirmar que São Paulo domina as outras regiões porque o 99 o percentil no Centro-Oeste é maior do que o de São Paulo. Excluindo o Centro-Oeste, São Paulo domina as outras 4 regiões. A região MG+ES+RJ é dominada por São Paulo, Sul e Centro-Oeste. As curvas de quantis do Sul e do Centro-Oeste se cruzam pelo menos duas vezes. A desigualdade na área rural (G = 0,555 e T = 0,675) é menor do que na área urbana (G = 0,582 e T = 0,673). A desigualdade no país como um todo é ainda maior (G = 0,600 e T = 0,723) pois inclui a desigualdade entre áreas urbanas e rurais que, no caso do T de Theil, corresponde a 6,9% do total. RENDIMENTO PER CAPITA NA AGRICULTURA Nesta seção vamos examinar a distribuição do rendimento per capita para pessoas de famílias cuja pessoa de referência tem atividade principal na agricultura. Por simplicidade, vamos denominá-las famílias agrícolas. Trata-se de uma parte da população considerada na tabela 1, mas não se trata de um subconjunto da população considerada na tabela 2. 3

4 Tabela 2. Principais características da distribuição do rendimento familiar per capita na área rural do Brasil e em 6 regiões, de acordo com dados da PNAD de Estatística Brasil TO (1) Nordeste MG,ES e Centro- SP Sul RJ Oeste Famílias (1 000) Pessoas (1 000) Pessoas/família 3,81 3,83 4,04 3,69 3,68 3,52 3,42 Rdmto/pessoa (R$) 109,3 89,2 74,7 106,3 214,0 149,2 167,9 Percentil 10 17,5 11,7 14,3 21,3 39,1 27,2 28, ,3 22,0 22,2 33,6 63,3 45,0 45, ,2 27,2 25,6 39,2 70,0 50,2 50, ,5 31,0 29,0 45,3 81,6 60,8 56, ,0 40,6 36,6 58,7 100,0 80,0 68, ,2 54,2 45,6 72,2 125,0 100,0 84, ,0 68,0 56,3 92,0 150,0 124,0 105, ,5 84,4 70,0 114,5 187,2 150,0 135, ,4 95,3 81,6 133,3 216,7 170,3 150, ,0 116,6 95,0 142,5 260,0 198,0 180, ,5 173,8 136,0 204,0 390,0 283,3 300, ,0 286,0 193,3 300,0 634,0 400,0 529, ,0 532,0 513,0 626, ,0 944, ,0 % da renda total dos 40% mais pobres 9,8 9,4 11,2 12,0 11,1 11,6 9,8 50% mais pobres 14,9 14,7 16,7 18,2 16,5 17,6 14,4 20% mais ricos 59,1 59,4 57,0 52,1 59,3 54,3 63,8 10% mais ricos 44,0 43,6 41,6 36,2 44,3 38,6 50,1 5% mais ricos 32,3 31,5 31,0 24,6 32,8 27,4 38,1 1% mais ricos 15,2 14,3 15,6 9,5 16,3 11,9 16,1 Relação médias 10 + /40 17,9 18,5 14,8 12,0 16,0 13,3 20,3 Índice de Gini 0,555 0,558 0,528 0,483 0,543 0,503 0,588 T de Theil 0,675 0,662 0,641 0,450 0,677 0,515 0,770 (1) Na Região Norte o IBGE só levanta dados da área rural em Tocantins. A tabela 3 mostra as principais características da distribuição do rendimento familiar per capita nas famílias agrícolas. Nota-se que o rendimento médio (R$ 108,6) é semelhante ao rendimento per capita médio das famílias rurais (R$ 109,3). O subconjunto das famílias agrícolas com domicílio rural inclui mil pessoas cujo rendimento per capita é substancialmente menor: R$ 89,2. Isso significa, obviamente, que o rendimento médio é maior tanto para pessoas de famílias agrícolas urbanas como para pessoas de famílias rurais não-agrícolas. Nota-se, na tabela 3, que o Nordeste é a única região com rendimento mediano inferior ao valor correspondente ao país todo. Verifica-se, também, que no Brasil e nas regiões Norte e Nordeste o rendimento mediano não chega a meio salário mínimo. O rendimento médio em São Paulo é mais de três vezes maior do que o valor correspondente no Nordeste. Considerando os percentis apresentados na tabela 3, verifica-se que a distribuição no Nordeste é dominada, em primeira ordem, pelas distribuições das demais regiões e que São Paulo domina as demais regiões. As curvas de quantis do Sul e do Centro-Oeste se cruzam pelo menos duas vezes. A região MG+ES+RJ é dominada por São Paulo, Sul e Centro-Oeste. O Nordeste (que na tabela 1 apresentava a maior desigualdade) mostra, na tabela 3, os menores índices de desigualdade. 4

5 Tabela 3. Principais características da distribuição do rendimento familiar per capita para famílias cuja pessoa de referência tem atividade principal na agricultura, no Brasil e em 6 regiões, de acordo com dados da PNAD de Estatística Brasil Norte (1) Nordeste MG,ES e Centro- SP Sul RJ Oeste Famílias (1 000) Pessoas (1 000) Pessoas/família 3,93 4,56 4,28 3,78 3,59 3,45 3,55 Rdmto/pessoa (R$) 110,6 108,6 64,0 126,2 209,0 165,1 166,4 Percentil 10 18,0 18,3 14,0 22,7 45,3 27,5 32, ,2 29,0 21,0 34,0 62,5 44,7 45, ,6 33,3 24,4 40,0 68,0 50,0 51, ,1 38,3 27,2 47,7 80,0 59,7 57, ,3 50,0 34,0 60,0 96,7 75,0 70, ,0 62,5 42,5 74,0 119,2 97,5 85, ,7 78,0 52,0 94,0 138,7 123,0 104, ,0 97,1 64,4 120,0 175,2 153,0 135, ,7 110,0 73,0 136,0 200,0 177,3 153, ,0 126,4 88,0 153,0 236,2 204,0 183, ,0 192,5 127,3 250,0 400,0 312,0 300, ,4 336,5 170,0 375,0 736,0 510,0 515, , ,0 355,0 923, , , ,0 % da renda total dos 40% mais pobres 9,7 10,1 12,6 10,8 11,7 10,3 10,5 50% mais pobres 14,6 15,3 18,6 16,2 16,9 15,5 15,2 20% mais ricos 60,6 60,0 53,4 57,9 59,7 58,8 62,7 10% mais ricos 45,6 45,9 37,2 42,7 45,3 43,6 48,6 5% mais ricos 33,9 34,1 25,8 31,0 32,7 31,7 36,5 1% mais ricos 15,4 15,3 11,5 13,0 12,4 13,5 17,4 Relação médias 10 + /40 18,7 18,2 11,8 15,8 15,4 16,9 18,6 Índice de Gini 0,566 0,558 0,486 0,536 0,537 0,546 0,574 T de Theil 0,695 0,676 0,488 0,604 0,603 0,619 0,754 (1) Exclusive área rural de RO, AC, AM, RR, PA e AP. O RENDIMENTO DAS PESSOAS ECONOMICAMENTE ATIVAS A tabela 4 mostra as principais características da distribuição do rendimento de todas as fontes de pessoas economicamente ativas, no Brasil e nas 6 regiões analisadas. São consideradas apenas as pessoas economicamente com valor positivo para aquele rendimento, totalizando pouco mais de 63 milhões de pessoas. O rendimento médio corresponde a 4 salários mínimos e o rendimento mediano é igual a 2,1 salários mínimos. Como o 75 o percentil é ligeiramente maior do que 4 salários mínimos, conclui-se que quase três quartos da PEA com rendimento recebe menos do que 4 salários mínimos. De acordo com os dados, quem ganha mais de R$ 2.000,00 pertence ao vigésimo mais rico. Fazendo uma correção para a subestimação dos rendimentos, pode-se afirmar que quem ganhava mais de R$ 3.500,00 em setembro de 1999 estava entre os 5% mais ricos, que se apropriavam de aproximadamente um terço da renda total. E quem ganhava mais de R$ 2.000,00 pertencia ao décimo mais rico, que ficava com quase metade da renda total. 5

6 Tabela 4. Principais características da distribuição do rendimento das pessoas economicamente ativas com rendimento, no Brasil e em 6 regiões, de acordo com dados da PNAD de Estatística Brasil Norte (1) Nordeste MG,ES e RJ SP Sul Centro- Oeste Pessoas (1 000) Rdmto. médio 552,7 457,9 334,2 550,4 777,0 595,3 577,3 Percentil ,0 95,0 60,0 125,0 160,0 136,0 120, ,0 136,0 90,0 136,0 250,0 150,0 136, ,0 136,0 100,0 160,0 272,0 185,0 150, ,0 150,0 125,0 190,0 300,0 200,0 182, ,0 200,0 136,0 240,0 350,0 260,0 231, ,0 250,0 160,0 286,0 440,0 300,0 280, ,0 300,0 200,0 360,0 550,0 400,0 350, ,0 400,0 260,0 483,0 700,0 500,0 452, ,0 480,0 300,0 560,0 800,0 600,0 527, ,0 580,0 360,0 680, ,0 736,0 660, ,0 1000,0 610, , , , , , , , , , , , , , , , , , ,0 % da renda total dos 40% mais pobres 9,6 10,6 10,5 10,6 11,8 10,7 9,9 50% mais pobres 14,3 15,3 14,8 15,3 16,9 15,5 14,4 20% mais ricos 62,4 60,6 63,9 61,1 58,0 60,6 63,9 10% mais ricos 46,4 44,5 49,9 45,1 41,9 44,7 48,6 5% mais ricos 32,9 31,4 37,6 31,9 28,9 31,7 35,1 1% mais ricos 12,9 12,1 16,2 12,7 10,5 12,2 14,2 Relação médias 10 + /40 19,2 16,8 19,0 17,1 14,2 16,7 19,6 Índice de Gini 0,572 0,551 0,583 0,555 0,522 0,551 0,581 T de Theil 0,666 0,613 0,763 0,633 0,534 0,614 0,724 L de Theil 0,595 0,541 0,615 0,546 0,477 0,542 0,602 (1) Exclusive área rural de RO, AC, AM, RR, PA e AP. Há grandes diferenças regionais, verificando-se que o rendimento médio no Estado de São Paulo é mais do que 2,3 vezes maior do que o rendimento médio no Nordeste. Mas a desigualdade dentro das regiões é muito maior, fazendo com que na decomposição do T de Theil a desigualdade entre as 6 regiões corresponda a apenas 6,3% da desigualdade total. A desigualdade é maior no Nordeste e no Centro-Oeste (índice de Gini maior do que 0,58) e é menor em São Paulo (com índice de Gini igual a 0,522). O RENDIMENTO DAS PESSOAS OCUPADAS Tendo em vista a estimação das equações de rendimento, passamos a considerar as pessoas ocupadas com informação de valor positivo para o rendimento de todos os trabalhos, excluindo as pessoas sem informação de idade, escolaridade, posição na ocupação, cor ou tempo semanal de trabalho. São excluídas, também, as pessoas cujo ramo de atividade foi classificado como outras atividades, atividades mal definidas ou não declaradas e aquelas cuja posição na ocupação é trabalhador na produção para o próprio consumo, trabalhador na construção para o próprio uso e não remunerado. Não foram excluídas pessoas cujo rendimento na ocupação principal é nulo, desde que o rendimento de todos os trabalhos seja positivo. Na amostra da PNAD de 1999 há pessoas satisfazendo essas restrições, correspondendo a uma população de pessoas. Verifica-se que para essas pessoas o rendimento do trabalho principal corresponde a 96,1% do rendimento de todos os trabalhos. Este, por sua vez, representa 92,7% do 6

7 rendimento de todas as fontes (para pessoas com declaração do rendimento de todas as fontes). A tabela 5 mostra as medidas de posição e desigualdade da distribuição do rendimento de todos os trabalhos daquelas pessoas ocupadas, no Brasil e nas seis regiões analisadas. O rendimento médio no país é da ordem de 3,8 salários mínimos, e o rendimento mediano é pouco maior do que dois salários mínimos. Menos de um quarto da população tem rendimento maior do que o médio, pois o terceiro quartil (ou 75 o percentil) é R$ 500, menor do que a média. Considerando os percentis apresentados na tabela 5, verifica-se que a distribuição do rendimento de todos os trabalhos no Nordeste é dominada, em primeira ordem, pela distribuição nas demais 5 regiões. São Paulo domina as demais regiões. O Sul domina MG+ES+RJ. A curva de quantis do Sul cruza com a do Centro-Oeste que, por sua vez, cruza com a curva de MG+ES+RJ. A região Norte domina a Nordeste e é dominada pelas demais quatro regiões. Tabela 5. Principais características da distribuição do rendimento de todos os trabalhos de pessoas ocupadas (somente pessoas com rendimento positivo, utilizadas na estimação das equações de rendimento), no Brasil e em 6 regiões, de acordo com dados da PNAD de Estatística Brasil Norte (1) Nordeste MG,ES e RJ SP Sul Centro- Oeste Pessoas (1 000) Rendimento Médio 514,7 438,0 309,2 510,6 717,3 562,5 533,4 Percentil 10 90,0 80,0 50,0 118,0 150,0 120,0 110, ,0 136,0 80,0 136,0 230,0 150,0 136, ,0 136,0 100,0 150,0 260,0 180,0 150, ,0 150,0 110,0 180,0 300,0 200,0 180, ,0 200,0 136,0 220,0 350,0 250,0 220, ,0 240,0 150,0 272,0 400,0 300,0 272, ,0 300,0 200,0 350,0 500,0 400,0 340, ,0 400,0 250,0 450,0 650,0 500,0 430, ,0 450,0 300,0 500,0 800,0 600,0 500, ,0 548,0 350,0 600,0 900,0 700,0 600, ,0 950,0 600, , , , , , , , , , , , , , , , , , ,0 % da renda total dos 40% mais pobres 9,9 10,8 10,3 10,9 12,3 11,1 10,4 50% mais pobres 14,7 15,6 14,8 15,8 17,6 16,1 15,1 20% mais ricos 61,4 60,0 63,4 60,2 57,2 59,6 62,5 10% mais ricos 45,5 44,0 49,0 44,4 41,2 43,9 47,1 5% mais ricos 32,4 31,0 36,7 31,5 28,6 31,1 33,6 1% mais ricos 12,6 11,9 15,8 12,7 10,3 11,8 13,0 Relação médias 10 + /40 18,4 16,3 19,0 16,3 13,4 15,8 18,1 Índice de Gini 0,563 0,546 0,581 0,546 0,512 0,541 0,566 T de Theil 0,644 0,599 0,747 0,621 0,515 0,588 0,670 L de Theil 0,578 0,529 0,612 0,528 0,454 0,520 0,568 (1) Exclusive área rural de RO, AC, AM, RR, PA e AP. 7

8 EQUAÇÕES DE RENDIMENTO A variável dependente (Y) nas equações de rendimento é o logaritmo neperiano do rendimento de todos os trabalhos das pessoas ocupadas. O ajustamento das equações é feito por mínimos quadrados ponderados, usando o peso ou fator de expansão associado a cada pessoa da amostra como fator de ponderação. São consideradas as seguintes variáveis explanatórias: a) Uma variável binária para sexo, que assume valor 1 para mulheres. b) A idade da pessoa medida em dezenas de anos, e também o quadrado dessa variável, tendo em vista que Y não varia linearmente com a idade. A idade é medida em dezenas de anos apenas para evitar que os coeficientes sejam muito pequenos. Se os parâmetros para idade e idade ao quadrado forem indicados por β 1 e β 2, respectivamente, deve-se ter β 1 > 0 e β 2 < 0 e então o valor esperado de Y (e do rendimento) será máximo quando a idade da pessoa for igual a β 1 /( 2β2 ). c) Escolaridade, variando de 1 (no caso de pessoa sem instrução ou com menos de um ano de estudo) a 16 (no caso de pessoa com 15 anos ou mais de estudo). d) O logaritmo neperiano do número de horas trabalhadas por semana em todos os trabalhos. O coeficiente dessa variável é a elasticidade do rendimento em relação ao tempo semanal de trabalho. e) Quatro variáveis binárias para distinguir cinco posições na ocupação: empregado que não seja funcionário público ou doméstico (tomado como base), trabalhador doméstico, funcionário público estatutário (incluindo militar), conta-própria e empregador. f) Quatro variáveis binárias para distinguir cor: branca (tomada como base), indígena, preta, amarela e parda. g) Uma variável binária que é igual a 1 quando a observação se refere a pessoa de referência da família e é igual a zero nos demais casos. h) Cinco variáveis binárias para distinguir seis regiões: Nordeste (tomado como base), Norte, MG + ES + RJ, Estado de São Paulo, Sul e Centro-Oeste. i) Uma variável binária que assume valor 1 quando o domicílio é rural e valor zero quando o domicílio é urbano. j) Duas variáveis binárias para distinguir os setores de atividade (agricultura, indústria e serviços). O setor agrícola é tomado como base. A partir do coeficiente estimado de uma variável explanatória binária podemos obter a diferença porcentual entre o rendimento esperado na categoria tomada como base e o rendimento da categoria para a qual aquela variável binária assume valor 1. Se, por exemplo, o coeficiente para a binária de Região Sul for b, então o rendimento esperado das pessoas desta região supera o rendimento esperado das pessoas do Nordeste em 100[exp( b ) 1] %, já descontados os efeitos das demais variáveis explanatórias incluídas na equação de regressão. A tabela 6 mostra as equações estimadas para todas as pessoas ocupadas da amostra da PNAD com as informações necessárias e também equações separadas para os três setores da economia. Graças ao grande número de observações nas amostras utilizadas, quase todos os coeficientes são estatisticamente diferentes de zero ao nível de significância de 1%. Embora os coeficientes de determinação não ultrapassem 60%, podem ser considerados bons em comparação com os resultados normalmente obtidos no ajustamento de equações de rendimento. É importante lembrar que o rendimento das pessoas é condicionado por características pessoais de mensuração muito difícil (como ambição, tino comercial, etc) e também tem um grande componente aleatório. 8

9 Tabela 6. Equações de rendimento para pessoas ocupadas no Brasil, considerando o seu rendimento de todos os trabalhos, conforme setor de ocupação, de acordo com a PNAD de Variável Coeficiente para total agricultura indústria serviços Constante 1,1739 1,8794 1,2574 1,2454 Sexo feminino 0,3174 0,2884 0,3375 0,3211 Idade/10 0,6839 0,2909 0,7374 0,7687 (Idade/10) 2 0,0678 0,0296 0,0746 0,0768 Escolaridade 0,1015 0,0664 0,0980 0,1058 ln (horas trab./sem.) 0,4919 0,5522 0,5243 0,4869 Posição na ocupação: trab. doméstico 0, ,1976 conta-própria 0,0325 0,0132 ns 0,0970 0,0013 ns militar e func. públ. 0,2631-0,1587 0,2528 empregador 0,7267 1,0712 0,5733 0,7199 Cor: indígena 0,0135 ns 0,3533 0,0919 ns 0,0065 ns preta 0,1444 0,1677 0,1634 0,1336 amarela 0,1214 0,2253 0,1738 0,0910 parda 0,1281 0,1477 0,1192 0,1265 Pessoa de refer. na fam. 0,1890 0,1846 0,2173 0,1818 Região: Norte 0,1792 0,2937 0,1918 0,1695 MG + ES + RJ 0,2653 0,2687 0,3002 0,2612 SP 0,5369 0,6248 0,5696 0,5252 Sul 0,2861 0,2798 0,3111 0,3030 Centro-Oeste 0,3025 0,4524 0,2483 0,2976 Domicílio rural 0,1124 0,0949 0,1101 0,1229 Setor: indústria 0, serviços 0, R 2 0,592 0,436 0,558 0,596 n Nota: A sigla ns assinala os coeficientes que não são estatisticamente diferentes de zero ao nível de significância de 5%. Observa-se, na tabela 6, que o coeficiente de determinação da equação ajustada para o setor agrícola é substancialmente menor do que para os outros setores. Caberia investigar a possibilidade de incluir outras variáveis explanatórias, particularmente as informações sobre área dos estabelecimentos no caso das pessoas ocupadas na agricultura que são conta-própria ou empregadores. A tabela 7 mostra a contribuição marginal de cada fator para a soma de quadrados de regressão. Devido à colinearidade entre os fatores, a soma das suas contribuições marginais é muito menor do que 100%. A escolaridade se destaca como o fator mais importante, exceto na agricultura, onde a maior contribuição corresponde à posição na ocupação e a escolaridade fica em quarto lugar, depois de tempo semanal de trabalho e região. 9

10 Tabela 7. Contribuição marginal de cada fator para a soma de quadrados de regressão das equações de rendimento ajustadas. Fator Setor total agricultura indústria serviços Sexo 2,3 1,9 3,1 2,6 Idade 7,0 1,9 9,8 8,6 Escolaridade 20,1 7,2 26,6 22,9 Horas trab./semana 6,1 8,6 5,0 7,2 Posição na ocupação 4,8 13,4 3,7 4,6 Cor 0,5 1,3 0,8 0,5 Pessoa de refer. na fam. 0,9 1,1 1,6 0,8 Região 4,8 8,3 7,5 4,6 Situação do domicílio 0,2 0,5 0,3 0,2 Setor 1, Vamos nos limitar a comentar apenas alguns dos coeficientes apresentados na tabela 6. O coeficiente para sexo feminino na equação geral da tabela 6 indica que, depois de considerados os efeitos das demais variáveis explanatórias, o rendimento esperado das mulheres é 27,2% mais baixo do que o dos homens. A diferença é da mesma ordem de grandeza quando não se desconta o efeito das demais variáveis: a média geométrica dos rendimentos das mulheres é 30,0% menor do que a média geométrica dos rendimentos dos homens ocupados. A introdução da escolaridade contribui para aumentar o efeito de sexo, pois as mulheres têm, em média, 1,5 anos a mais de escolaridade. Entre os homens ocupados, 8,5% tem escolaridade igual ou maior do que 12 anos, enquanto entre as mulheres ocupadas essa proporção atinge 14,7%. Por outro lado, a introdução da variável pessoa de referência da família contribui para reduzir o efeito de sexo, uma vez que 71,7% dos homens e apenas 24,8% das mulheres pertencem a essa categoria. Com base em qualquer uma das quatro equações, estima-se que o rendimento atinge um máximo em torno dos 50 anos de idade. O coeficiente de escolaridade na equação geral indica que cada ano adicional nesta variável produz um acréscimo de 10,7% no rendimento esperado da pessoa. A elasticidade do rendimento em relação ao tempo semanal de trabalho está próxima de 0,5. Funcionários públicos estatutários e militares ganham, em média, 30,1% mais do que a categoria de empregados tomada como base, depois de descontado o efeito das demais variáveis incluídas na regressão. Como seria de se esperar, o diferencial é maior para empregadores: 106,8%. As diferenças são bem maiores quando não se desconta o efeito das outras variáveis. A média geométrica do rendimento de funcionários públicos estatutários e militares é 95,2% maior do que na categoria-base. No caso dos empregadores a diferença é de 255,1%. Uma das razões para isso é, certamente, o nível médio de anos de estudo completos: 6,9 para empregados, 10,6 para funcionários públicos estatutários e militares e 8,8 para empregadores. 10

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Síntese

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Síntese 2014 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Síntese Dieese Subseção Força Sindical 19/09/2014 PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICILIOS - PNAD 2013 Síntese dos Indicadores POPULAÇÃO A Pesquisa

Leia mais

Características Em 2013, foram visitados 149 mil domicílios e entrevistadas 363 mil pessoas.

Características Em 2013, foram visitados 149 mil domicílios e entrevistadas 363 mil pessoas. Rio de Janeiro, 18/09/2014 1 Abrangência nacional Temas investigados: Características Características gerais dos moradores Educação Migração Trabalho e rendimento Trabalho infantil Fecundidade Características

Leia mais

Características Em 2013, foram visitados 149 mil domicílios e entrevistadas 363 mil pessoas.

Características Em 2013, foram visitados 149 mil domicílios e entrevistadas 363 mil pessoas. Rio de Janeiro, 18/09/2014 1 Abrangência nacional Temas investigados: Características Características gerais dos moradores Educação Migração Trabalho e rendimento Trabalho infantil Fecundidade Características

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME. Nota MDS Brasília, 02 de maio de 2011.

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME. Nota MDS Brasília, 02 de maio de 2011. Nota MDS Brasília, 02 de maio de 2011. Assunto: O perfil da Extrema Pobreza no Brasil com base nos dados preliminares do universo do Censo 2010. 1. INTRODUÇÃO O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Leia mais

Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente

Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente João Saboia 1 1. Introdução A questão do salário mínimo está na ordem do dia. Há um reconhecimento generalizado de que seu valor é muito

Leia mais

Transferências de renda e a redução da desigualdade no Brasil e cinco regiões entre 1997 e 2004

Transferências de renda e a redução da desigualdade no Brasil e cinco regiões entre 1997 e 2004 RODOLFO HOFFMANN 55 Transferências de renda e a redução da desigualdade no Brasil e cinco regiões entre 1997 e 2004 Rodolfo Hoffmann* Resumo Utilizando dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios

Leia mais

Nº 23 Março 2012. Perfil da Raça da População Cearense

Nº 23 Março 2012. Perfil da Raça da População Cearense Nº 23 Março 2012 Perfil da Raça da População Cearense Análise a partir dos dados do Censo Demográfico 2010 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador

Leia mais

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil Analfabetismo no Brasil Ricardo Paes de Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IETS) Samuel Franco (IETS) Parte 1: Magnitude e evolução do analfabetismo no Brasil Magnitude Segundo estimativas obtidas com base

Leia mais

População residente, por situação do domicílio Brasil, 2000 Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000 Resultados do Universo

População residente, por situação do domicílio Brasil, 2000 Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000 Resultados do Universo Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2012 Prova bimestral 3o Bimestre 5o ano Geografia Data: / / Nível: Escola: Nome: 1. Leia os dados e o gráfico do censo do

Leia mais

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011 Rio de Janeiro, 21/09/2012 1 Abrangência nacional Temas investigados: Características Características gerais dos moradores Educação Migração Trabalho

Leia mais

Mercado de Trabalho. O idoso brasileiro no. NOTA TÉCNICA Ana Amélia Camarano* 1- Introdução

Mercado de Trabalho. O idoso brasileiro no. NOTA TÉCNICA Ana Amélia Camarano* 1- Introdução NOTA TÉCNICA Ana Amélia Camarano* O idoso brasileiro no Mercado de Trabalho 30 1- Introdução A análise da participação do idoso nas atividades econômicas tem um caráter diferente das análises tradicionais

Leia mais

Taxa de analfabetismo

Taxa de analfabetismo B Taxa de analfabetismo B.1................................ 92 Níveis de escolaridade B.2................................ 94 Produto Interno Bruto (PIB) per capita B.3....................... 96 Razão de

Leia mais

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros 1 of 5 11/26/2010 2:57 PM Comunicação Social 26 de novembro de 2010 PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009 Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros O número de domicílios

Leia mais

DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL

DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL Seminário sobre Educação Superior e Envelhecimento Populacional no Brasil MEC - SESU/CAPES DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL Maria Isabel Parahyba Coordenação de População e Indicadores

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS BRASÍLIA, Julho de 2014 1 Proteção Social entre os Idosos (pessoas com 60 anos ou mais de idade) - Brasil 2 Cobertura Social entre os

Leia mais

PESQUISA NACIONAL POR Amostra de domicílios IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

PESQUISA NACIONAL POR Amostra de domicílios IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística PESQUISA NACIONAL POR Amostra de domicílios T RABALHO I NFANTIL 2 0 0 1 IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planejamento,

Leia mais

O Trabalho Infantil no Brasil

O Trabalho Infantil no Brasil Versão 2 Junho de 2004 O Trabalho Infantil no Brasil Simon Schwartzman Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade Felipe Farah Schwartzman Grupo de Conjuntura, Instituto de Economia, Universidade Federal

Leia mais

POBREZA, SEGURANÇA ALIMENTAR E SAÚDE NO BRASIL

POBREZA, SEGURANÇA ALIMENTAR E SAÚDE NO BRASIL POBREZA, SEGURANÇA ALIMENTAR E SAÚDE NO BRASIL Escrito por: Angela Kageyama Rodolfo Hoffmann Consultora: FECAMP Contrato: 206066 ÌNDICE Insegurança alimentar, educação e na PNAD de 2004... 3. Dados gerais

Leia mais

As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das

As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das Comentários dos resultados As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das despesas das famílias e da distribuição dessas despesas, segundo os diversos itens adquiridos ou pagos, possibilitam

Leia mais

Determinantes da queda recente no grau de desigualdade de renda no Brasil

Determinantes da queda recente no grau de desigualdade de renda no Brasil Determinantes da queda recente no grau de desigualdade de renda no Brasil Ricardo Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IPEA) Samuel Franco (IPEA) Brasília, Abril de 2006 1. A evolução da distribuição de renda

Leia mais

A recente queda da desigualdade de renda no Brasil: análise de dados da PNAD, do Censo Demográfico e das Contas Nacionais

A recente queda da desigualdade de renda no Brasil: análise de dados da PNAD, do Censo Demográfico e das Contas Nacionais Rodolfo Hoffmann e Marlon Gomes Ney A recente queda da desigualdade de renda no Brasil: análise de dados da PNAD, do Censo Demográfico e das Contas Nacionais Rodolfo Hoffmann * Marlon Gomes Ney ** Resumo

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Areado, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 282,6 km² IDHM 2010 0,727 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 13731 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Alto Boa Vista, MT 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2248,35 km² IDHM 2010 0,651 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 5247 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Botelhos, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 335,24 km² IDHM 2010 0,702 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 14920 hab. Densidade

Leia mais

A desigualdade de renda inter-regional paulista: 1990-2007

A desigualdade de renda inter-regional paulista: 1990-2007 A desigualdade de renda inter-regional paulista: 1990-2007 Rosycler Cristina Santos Simão 1 Sandro Eduardo Monsueto 2 Resumo Este artigo tem por objetivo fazer uma breve descrição da distribuição de renda

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Santos, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 281,35 km² IDHM 2010 0,840 Faixa do IDHM Muito Alto (IDHM entre 0,8 e 1) (Censo 2010) 419400 hab. Densidade

Leia mais

PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO

PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO 1 PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO O Brasil conta hoje, com 254.886 médicos em atividade profissional (CFM, 2003). O contingente de radiologistas é da ordem de 5388, o que

Leia mais

3 O Panorama Social Brasileiro

3 O Panorama Social Brasileiro 3 O Panorama Social Brasileiro 3.1 A Estrutura Social Brasileira O Brasil é um país caracterizado por uma distribuição desigual de renda. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios

Leia mais

O EMPREGO DOMÉSTICO. Boletim especial sobre o mercado de trabalho feminino na Região Metropolitana de São Paulo. Abril 2007

O EMPREGO DOMÉSTICO. Boletim especial sobre o mercado de trabalho feminino na Região Metropolitana de São Paulo. Abril 2007 O EMPREGO DOMÉSTICO Boletim especial sobre o mercado de trabalho feminino na Abril 2007 Perfil de um emprego que responde por 17,7% do total da ocupação feminina e tem 95,9% de seus postos de trabalho

Leia mais

Rodolfo Hoffmann 1. Palavras-chave: Distribuição da renda; Aposentadorias; Bolsa Família; Transferências de renda; Desigualdade.

Rodolfo Hoffmann 1. Palavras-chave: Distribuição da renda; Aposentadorias; Bolsa Família; Transferências de renda; Desigualdade. Desigualdade da renda e das despesas per capita no Brasil, em 2002-2003 e 2008-2009, e avaliação do grau de progressividade ou regressividade de parcelas da renda familiar Rodolfo Hoffmann 1 Resumo Utilizando

Leia mais

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sistema de pesquisas domiciliares existe no Brasil desde 1967, com a criação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD; Trata-se de um sistema de pesquisas

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Sorriso, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 9382,37 km² IDHM 2010 0,744 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 66521 hab. Densidade

Leia mais

É uma medida de desigualdade, mas comumente utilizada para calcular a desigualdade na distribuição de renda. É um número entre 0 e 1.

É uma medida de desigualdade, mas comumente utilizada para calcular a desigualdade na distribuição de renda. É um número entre 0 e 1. COEFICIENTE GINI É uma medida de desigualdade, mas comumente utilizada para calcular a desigualdade na distribuição de renda. É um número entre 0 e 1. 0 = completa igualdade 1= completa desigualdade. Desigualdade

Leia mais

As transferências não são a causa principal da redução na desigualdade

As transferências não são a causa principal da redução na desigualdade As transferências não são a causa principal da redução na desigualdade Rodolfo Hoffmann 1 De acordo com dados das últimas PNAD ( Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), diminuiu a desigualdade da

Leia mais

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR 8 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR Secretaria de Vigilância em Saúde/MS 435 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA/COR MORTALIDADE POR CAUSAS EXTERNAS Evolução da mortalidade por causas externas

Leia mais

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Brasília, Novembro/ 2013 Unidade de Políticas Públicas NOTA TÉCNICA IMPACTOS DAS DISTORÇOES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Este estudo

Leia mais

ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS IV ENECULT - Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura 28 a 30 de maio de 2008 Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS

Leia mais

Motivos da Evasão Escolar

Motivos da Evasão Escolar 1 Motivos da Evasão Escolar APÊNDICE 1. Ranking de Motivos da Evasão Escolar... 61 1.1 Faixa Etária: anos... 61 a. Unidades da Federação... 61 b. Macro-Regiões... 62 c. Regiões Metropolitanas... 62 1.2

Leia mais

Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina

Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina Secretaria da Saúde do Estado de Santa Catarina Diretoria de Planejamento e Coordenação Gerência de Estatística e Informática Setor de Mortalidadade Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina

Leia mais

Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007. Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos

Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007. Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007 Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho

Leia mais

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht Page 1 of 7 Comunicação Social 17 de setembro de 2010 Síntese de Indicadores Sociais 2010 SIS 2010: Mulheres mais escolarizadas são mães mais tarde e têm menos filhos Embora abaixo do nível de reposição

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ-UFPR ESTATÍSTICA COMPUTACIONAL CE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ-UFPR ESTATÍSTICA COMPUTACIONAL CE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ-UFPR ESTATÍSTICA COMPUTACIONAL CE 083 Conrado Mattei de Cabane Oliveira GRR 20124694 Daniel Tyszka Júnior GRR 20124667 Prof Walmes Zeviani Análise Exploratória dos dados

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAN) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE)

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAN) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAN) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) NOTA TÉCNICA Nº 17 UMA COMPARAÇÃO DA COBERTURA PREVIDENCIÁRIA

Leia mais

TEXTO 1 1. CONJUNTURA BRASILEIRA. 1.1. As Transformações Recentes

TEXTO 1 1. CONJUNTURA BRASILEIRA. 1.1. As Transformações Recentes TEXTO 1 1. CONJUNTURA BRASILEIRA 1.1. As Transformações Recentes O Brasil, do ponto de vista econômico e social, vem sofrendo uma constante mutação em seus principais indicadores básicos como: população;

Leia mais

Seminário. Combate à pobreza, crescimento inclusivo e a nova agenda social

Seminário. Combate à pobreza, crescimento inclusivo e a nova agenda social Seminário Combate à pobreza, crescimento inclusivo e a nova agenda social MDS 27 de novembro de 2015 Renda cresce para todas as faixas. Renda dos 10% mais pobres cresce quase 3x mais do que os 10% mais

Leia mais

PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA

PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA SETEMBRO /2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 1. Dimensão e características da ocupação no setor da construção civil no Brasil e na Bahia (2000 e 2010)...

Leia mais

Remuneração do funcionalismo público e a variação da desigualdade da distribuição da renda no Brasil de 1995 a 2009

Remuneração do funcionalismo público e a variação da desigualdade da distribuição da renda no Brasil de 1995 a 2009 1 Remuneração do funcionalismo público e a variação da desigualdade da distribuição da renda no Brasil de 1995 a 2009 Eduardo Freguglia Daré 1 Rodolfo Hoffmann 2 Resumo Este trabalho investiga a contribuição

Leia mais

Censo Demográfico 2010. Trabalho e Rendimento Educação e Deslocamento

Censo Demográfico 2010. Trabalho e Rendimento Educação e Deslocamento Censo Demográfico 2010 Trabalho e Rendimento Educação e Deslocamento Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 2012 As presentes publicações dão continuidade à divulgação dos resultados do Censo Demográfico 2010

Leia mais

Fonte: CPS/FGV a partir dos microdados da POF/IBGE

Fonte: CPS/FGV a partir dos microdados da POF/IBGE Agentes de Crédito e Grupos Solidários Segurado Segurador Agente de Seguro Segurado Segurado Definição de Microseguros Critério Renda Per Capita % Pop E 13.48 DE 34.96 83.83 1 SM 51.05 2 SM 74.82 3 SM

Leia mais

POBREZA, INSEGURANÇA ALIMENTAR E PLURIATIVIDADE NO BRASIL

POBREZA, INSEGURANÇA ALIMENTAR E PLURIATIVIDADE NO BRASIL POBREZA, INSEGURANÇA ALIMENTAR E PLURIATIVIDADE NO BRASIL Rodolfo Hoffmann Angela Kageyama * 1. Introdução O objetivo principal deste trabalho é analisar a situação de segurança alimentar da população

Leia mais

Notas sobre famílias e desigualdade social na Região Metropolitana do Rio de Janeiro 1991*

Notas sobre famílias e desigualdade social na Região Metropolitana do Rio de Janeiro 1991* Notas sobre famílias e desigualdade social na Região Metropolitana do Rio de Janeiro 1991* Rosa Ribeiro Um dos fenômenos mais destacados nas análises da situação social do país, na década de 8, foi o do

Leia mais

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério das Comunicações Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD Suplementar 2013 Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular

Leia mais

UNIDADE 3 MEDIDAS DE POSIÇÃO E DISPERSÃO OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM

UNIDADE 3 MEDIDAS DE POSIÇÃO E DISPERSÃO OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM Unidade 2 Distribuições de Frequências e Representação Gráfica UNIDADE 3 MEDIDAS DE POSIÇÃO E DISPERSÃO OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM Ao finalizar esta Unidade, você deverá ser capaz de: Calcular

Leia mais

Desigualdade e pobreza no Brasil no período 1979-90*

Desigualdade e pobreza no Brasil no período 1979-90* Desigualdade e pobreza no Brasil no período 1979-90* Rodolfo Hoffmann** Sumário: 1. Introdução; 2. As d6cadas de 60 e 70; 3. Desigualdade e pobreza entre famílias no período 1979-90; 4. Pobreza e desigualdade

Leia mais

Dimensão social. Educação

Dimensão social. Educação Dimensão social Educação 218 Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 36 Taxa de escolarização Representa a proporção da população infanto-juvenil que freqüenta a escola. Descrição As variáveis

Leia mais

SUFICIÊNCIA DE REDE: Ligia Bahia Ronir Raggio Luiz Maria Lucia Werneck Vianna. Edital 005/2014 ANS/OPAS

SUFICIÊNCIA DE REDE: Ligia Bahia Ronir Raggio Luiz Maria Lucia Werneck Vianna. Edital 005/2014 ANS/OPAS SUFICIÊNCIA DE REDE: UM ESTUDO ECOLÓGICO SOBRE BENEFICIÁRIOS E REDES DE CUIDADOS À SAÚDE A PARTIR DE ANÁLISES EXPLORATÓRIAS DAS PROPORÇÕES DE PARTOS CESARIANOS E TAXAS DE MORTALIDADE POR CÂNCER DE MAMA

Leia mais

O FIM DO ÊXODO RURAL? 1

O FIM DO ÊXODO RURAL? 1 O FIM DO ÊXODO RURAL? 1 Mauro Eduardo Del Grossi 2 Clayton Campanhola 3 José Graziano da Silva 4 RESUMO Os dados das PNADs mostram que na década de 90 houve uma diminuição do êxodo rural e até um pequeno

Leia mais

A DISTRIBUIÇÃO DA POSSE DA TERRA E A RECENTE QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL marlongomes@hotmail.com

A DISTRIBUIÇÃO DA POSSE DA TERRA E A RECENTE QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL marlongomes@hotmail.com A DISTRIBUIÇÃO DA POSSE DA TERRA E A RECENTE QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL marlongomes@hotmail.com Apresentação Oral-Desenvolvimento Rural, Territorial e regional MARLON GOMES NEY 1 ; RODOLFO

Leia mais

PED ABC Novembro 2015

PED ABC Novembro 2015 PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO DO ABC 1 Novembro 2015 OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO DO ABC Diferenciais de inserção de negros e não negros no mercado de trabalho em 2013-2014 Dia

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Estilo de Vida Atividade física e hábito de assistir televisão Notas Técnicas

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Estilo de Vida Atividade física e hábito de assistir televisão Notas Técnicas Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Estilo de Vida Atividade física e hábito de assistir televisão Notas Técnicas Sumário Origem dos dados... 3 Descrição das variáveis disponíveis para tabulação... 4

Leia mais

Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas 2013

Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas 2013 SEBRAE (Org.) Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas 2013 São Paulo, 2013 SEBRAE (Org.) S492a Anuário

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

Censo Demográfico 2010. Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência

Censo Demográfico 2010. Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência Censo Demográfico 2010 Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência Rio de Janeiro, 29 de junho de 2012 A presente publicação dá continuidade à divulgação dos resultados do Censo

Leia mais

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE INDICADORES DEMOGRÁFICOS E SOCIAIS E ECONÔMICOS DO NORDESTE Verônica Maria Miranda Brasileiro Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento

Leia mais

DIEESE e SEBRAE lançam Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa

DIEESE e SEBRAE lançam Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa São Paulo, 05 de dezembro de 2011 NOTA À IMPRENSA DIEESE e SEBRAE lançam Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa O aumento no número de estabelecimentos de micro e pequenas empresas no Brasil, bem

Leia mais

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Um total de 131 municípios da região Norte participou do Levantamento Nacional do Transporte Escolar. No Acre, 36% dos municípios responderam

Leia mais

São Paulo, 14 de julho de 2004. COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

São Paulo, 14 de julho de 2004. COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO São Paulo, 14 de julho de 2004. COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO E OS TRABALHADORES Pulverizado, com uma grande concentração de empresas de pequeno porte - mais de 60% dos trabalhadores estão

Leia mais

LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO

LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO Maria da Piedade Morais 1º Seminário Franco-Brasileiro sobre Saúde Ambiental Brasília, 28 de junho de 2011 Objetivos

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego PME. Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada

Pesquisa Mensal de Emprego PME. Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada Pesquisa Mensal de Emprego PME Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Algumas das principais

Leia mais

A NECESSIDADE DE AUDITORES-FISCAIS DO TRABALHO NO BRASIL: UMA ANÁLISE CONTEMPLANDO O GRAU DE DESCUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

A NECESSIDADE DE AUDITORES-FISCAIS DO TRABALHO NO BRASIL: UMA ANÁLISE CONTEMPLANDO O GRAU DE DESCUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA A NECESSIDADE DE AUDITORES-FISCAIS DO TRABALHO NO BRASIL: UMA ANÁLISE CONTEMPLANDO O GRAU DE DESCUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA RELATÓRIO FINAL ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA IPEA/SINAIT Nº 25/2010

Leia mais

Origem dos dados... 3. Descrição das variáveis disponíveis para tabulação... 4. Variáveis de conteúdo... 4

Origem dos dados... 3. Descrição das variáveis disponíveis para tabulação... 4. Variáveis de conteúdo... 4 Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Doenças Crônicas artrite/reumatismo, problema crônico de coluna, distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho (DORT), depressão e outros problemas mentais Notas

Leia mais

Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e

Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e ERRATA A página 19 foi substituída pela página abaixo: Quadro de servidores públicos municipais 1999-2002 Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e passando por uma redistribuição de poderes

Leia mais

erradicar a pobreza extrema e a fome

erradicar a pobreza extrema e a fome objetivo 1. erradicar a pobreza extrema e a fome Para a Declaração dos Direitos Humanos toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem-estar, inclusive

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28

RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 no Estado do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 PANORAMA GERAL Na última década, o Brasil passou por profundas mudanças

Leia mais

Desigualdades de remunerações no Brasil:

Desigualdades de remunerações no Brasil: 209 REVISTA CEPAL NÚMERO ESPECIAL EM PORTUGUÊS Desigualdades de remunerações no Brasil: regressões quantílicas e decomposições das brechas Sandro Eduardo Monsueto, Ana Flávia Machado e André Braz Golgher

Leia mais

B R A S I L EMERGENTE E X P E C T A T I V A D E V I D A E C O N S U M O E M 2 0 1 5

B R A S I L EMERGENTE E X P E C T A T I V A D E V I D A E C O N S U M O E M 2 0 1 5 B R A S I L EMERGENTE E X P E C T A T I V A D E V I D A E C O N S U M O E M 2 0 1 5 O I N V E S T I M E N T O P E L A L Ó G I C A D A D E M A N D A R E N A T O M E I R E L L E S r e n a t o @ d a t a p

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES

PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES PESQUISA DE SATISFAÇÃO PARTICIPANTES Brasília, janeiro/2011 Objetivos específicos da pesquisa 2 Avaliar a quantidade e a qualidade da rede credenciada. Avaliar os serviços oferecidos: o Plano CASSI Família

Leia mais

Nome da Empresa: Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE)

Nome da Empresa: Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) Nome da Empresa: Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) PROJETO: PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BRA/IICA/03/005 PARTICIPAÇÃO SOCIAL NÚMERO DO CONTRATO: 206009 TEMA:

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios IBGE Gustavo Leal Laboratório de Economia da UFJF Introdução O sistema de pesquisas domiciliares foi implantado progressivamente no Brasil, a partir de 1967,

Leia mais

A MULHER TRABALHADORA NO SETOR DA HOTELARIA E GASTRONOMIA EM SÃO PAULO E NO BRASIL

A MULHER TRABALHADORA NO SETOR DA HOTELARIA E GASTRONOMIA EM SÃO PAULO E NO BRASIL A MULHER TRABALHADORA NO SETOR DA HOTELARIA E GASTRONOMIA EM SÃO PAULO E NO BRASIL Um estudo de perfil sócio-econômico para subsidiar ações estratégicas na categoria MARÇO DE 2010 ALOISIO LEÃO DA COSTA

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015 DADOS GERAIS DO ESTADO DA RORAIMA Total Part % Brasil Part % Região Área Total - km² 224.118 2,64% 5,82% População - mil (1)

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guaranésia, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 294,28 km² IDHM 2010 0,701 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 18714 hab. Densidade

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Cobertura de Plano de Saúde Notas Técnicas

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Cobertura de Plano de Saúde Notas Técnicas Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Cobertura de Plano de Saúde Notas Técnicas Sumário Origem dos dados... 2 Descrição das variáveis disponíveis para tabulação... 3 Variáveis de conteúdo... 3 %Pessoas

Leia mais

Tabela 1.1 - Expectativa de vida dos indivíduos menores de 1 ano de idade segundo Brasil, Pará e Regiões de Integração 2006-2010

Tabela 1.1 - Expectativa de vida dos indivíduos menores de 1 ano de idade segundo Brasil, Pará e Regiões de Integração 2006-2010 Apresentação O Mapa de Exclusão Social do Pará elaborado pelo Instituto do Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará IDESP e pela Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 Retratos da Sociedade Brasileira: Problemas e Prioridades do Brasil para 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA

Leia mais

REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR SETEMBRO DE 2008 TAXA DE DESEMPREGO MANTÉM DECLÍNIO NA RMS

REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR SETEMBRO DE 2008 TAXA DE DESEMPREGO MANTÉM DECLÍNIO NA RMS REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR SETEMBRO DE 2008 E TAXA DE DESEMPREGO MANTÉM DECLÍNIO NA RMS m setembro, a Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada na Região Metropolitana de Salvador (RMS), apresentou

Leia mais

Perfil Municipal de Fortaleza. Tema X: A Dinâmica das Classes Sociais na Última Década. Edição Especial. Nº 45 Novembro 2012

Perfil Municipal de Fortaleza. Tema X: A Dinâmica das Classes Sociais na Última Década. Edição Especial. Nº 45 Novembro 2012 Nº 45 Novembro 2012 Edição Especial Perfil Municipal de Fortaleza Tema X: A Dinâmica das Classes Sociais na Última Década 4 1 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de

Leia mais

Artigo. nos últimos 15 anos Acesso ao ensino superior no Brasil: equidade e desigualdade social

Artigo. nos últimos 15 anos Acesso ao ensino superior no Brasil: equidade e desigualdade social Artigo nos últimos 15 anos Acesso ao ensino superior no Brasil: equidade e desigualdade social Por Cibele Yahn de Andrade Pesquisadora do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (NEPP) da Unicamp. Doutoranda

Leia mais

http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_impressao.ph...

http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_impressao.ph... Page 1 of 6 Comunicação Social 29 de novembro de 2010 Resultados do Censo 2010 Censo 2010: população do Brasil é de 190.732.694 pessoas Após cerca de quatro meses de trabalho de coleta e supervisão, durante

Leia mais

Métodos Quantitativos Prof. Ms. Osmar Pastore e Prof. Ms. Francisco Merlo. Funções Exponenciais e Logarítmicas Progressões Matemáticas

Métodos Quantitativos Prof. Ms. Osmar Pastore e Prof. Ms. Francisco Merlo. Funções Exponenciais e Logarítmicas Progressões Matemáticas Métodos Quantitativos Prof. Ms. Osmar Pastore e Prof. Ms. Francisco Merlo Funções Exponenciais e Logarítmicas Progressões Matemáticas Funções Exponenciais e Logarítmicas. Progressões Matemáticas Objetivos

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Doenças Crônicas doenças do pulmão, câncer, insuficiência renal crônica e outras doenças crônicas Notas Técnicas

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Doenças Crônicas doenças do pulmão, câncer, insuficiência renal crônica e outras doenças crônicas Notas Técnicas Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Doenças Crônicas doenças do pulmão, câncer, insuficiência renal crônica e outras doenças crônicas Notas Técnicas Sumário Origem dos dados... 3 Descrição das variáveis

Leia mais

Censo Demográfico 2010. Características Gerais dos Indígenas: Resultados do Universo

Censo Demográfico 2010. Características Gerais dos Indígenas: Resultados do Universo Censo Demográfico 2010 Características Gerais dos Indígenas: Resultados do Universo Rio de Janeiro, 10 de agosto de 2012 Identificação da população indígena nos Censos Demográficos do Brasil 1991 e 2000

Leia mais

Gênero e Pobreza no Brasil: contexto atual

Gênero e Pobreza no Brasil: contexto atual Gênero e Pobreza no Brasil: contexto atual Hildete Pereira de Melo Economia/UFF Projeto SPM/CEPAL Caracterização do tema Gênero: visão diferenciada dos papéis de mulheres e homens na vida econômica e social.

Leia mais

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina A 5ª edição do Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa é um dos produtos elaborados por meio

Leia mais

Anuário das MULHERES. Empreendedoras. e Trabalhadoras em Micro e. Pequenas Empresas

Anuário das MULHERES. Empreendedoras. e Trabalhadoras em Micro e. Pequenas Empresas Anuário das MULHERES Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas 2014 SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Presidente do Conselho Deliberativo Nacional Roberto

Leia mais

Distribuição de mulheres de 25 anos e mais segundo tempo de realização do último exame preventivo de colo de útero Descrição

Distribuição de mulheres de 25 anos e mais segundo tempo de realização do último exame preventivo de colo de útero Descrição Ind030201 Distribuição de mulheres de 25 e segundo tempo de realização do último exame preventivo de colo de útero, por ano, segundo região e escolaridade Indicador Distribuição de mulheres de 25 e segundo

Leia mais