Taxa de analfabetismo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Taxa de analfabetismo"

Transcrição

1 B Taxa de analfabetismo B Níveis de escolaridade B Produto Interno Bruto (PIB) per capita B Razão de renda B Proporção de pobres B Taxa de desemprego B Taxa de trabalho infantil B

2 Taxa de analfabetismo B.1 Taxa de analfabetismo 1. Conceituação Percentual de pessoas com 15 e mais anos de idade que não sabem ler e escrever pelo menos um bilhete simples, no idioma que conhecem, na população total residente da mesma faixa etária, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. 2. Interpretação Mede o grau de analfabetismo da população adulta. 3. Usos Analisar variações geográficas e temporais do analfabetismo, identificando situações que podem demandar necessidade de avaliação mais profunda. Dimensionar a situação de desenvolvimento socioeconômico de um grupo social em seu aspecto educacional. Propiciar comparações nacionais e internacionais 1. Contribuir para a análise das condições de vida e de saúde da população, utilizando esse indicador como proxy da condição econômico-social da população. A atenção à saúde das crianças é influenciada positivamente pela alfabetização da população adulta, sobretudo das mães. Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas de saúde e de educação. Pessoas não alfabetizadas requerem formas especiais de abordagem nas práticas de promoção, proteção e recuperação da saúde. 4. Limitações A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), uma das fontes usualmente utilizadas para construir esse indicador, não cobre a zona rural da região Norte (exceto o estado do Tocantins) até 2003 e não permite a desagregação dos dados por município. Uma vez que a amostra da PNAD não foi desenhada para ser representativa para todas as cores/raças, os indicadores para índios, amarelos e pretos devem ser vistos com muita cautela, pois estes grupos são muito pequenos em alguns estados e regiões. Quanto aos brancos e pardos, suas amostras são mais robustas, oferecendo maior garantia de uso. 5. Fonte IBGE: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). 6. Método de cálculo Número de pessoas residentes de 15 e mais anos de idade que não sabem ler e escrever um bilhete simples, no idioma que conhecem x 100 População total residente desta faixa etária 7. Categorias sugeridas para análise Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal e regiões metropolitanas. Municípios das capitais, em anos censitários. Faixa etária: 15 a 24 anos, 25 a 59 anos e 60 e mais anos de idade. Sexo: masculino e feminino. 1 Níveis de analfabetismo acima de 5% são considerados inaceitáveis internacionalmente (Unesco. Boletín Proyecto Principal de Educación, n.32, Dic. 1993). 92

3 Taxa de analfabetismo B.1 Situação do domicílio: urbana e rural. Cor/raça, conforme a classificação do IBGE: branca, preta, amarela, parda e indígena. 8. Dados estatísticos e comentários Regiões Taxa de analfabetismo, segundo sexo Brasil e grandes regiões, 1993, 1997, 2001 e 2005 Homens Mulheres Total Brasil * 16,1 14,6 12,5 11,3 16,8 14,8 12,3 10,8 16,4 14,7 12,4 11,1 Norte ** 14,9 13,7 11,5 12,8 14,7 13,3 11,0 10,4 14,8 13,5 11,2 11,6 Nordeste 34,2 31,7 26,3 24,0 29,6 27,3 22,4 20,0 31,8 29,4 24,3 21,9 Sudeste 8,3 7,5 6,7 5,8 11,4 9,6 8,3 7,2 9,9 8,6 7,5 6,6 Sul 8,7 7,1 6,4 5,2 10,9 9,4 7,7 6,5 9,8 8,3 7,1 5,9 Centro-Oeste 13,5 12,5 10,2 8,7 14,5 12,3 10,3 9,1 14,0 12,4 10,2 8,9 Fonte: IBGE: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. * Exclusive a população rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá em 1993, 1997 e ** População rural apenas para o estado do Tocantins em 1993, 1997 e Entre 1993 e 2005, houve redução da taxa de analfabetismo no país, em todas as regiões, com pequenas diferenças na distribuição por sexo. Observa-se, contudo, que uma parcela significativa da população adulta brasileira (11,1%) ainda era analfabeta em Na região Nordeste, a proporção de analfabetos correspondia a mais de um quinto da população com 15 e mais anos de idade (21,9%). As regiões Sudeste e Sul apresentam taxas bem menores (6,6 e 5,9%), porém acima de valores máximos aceitáveis internacionalmente. Dados analisados segundo a situação do domicílio (não constantes da tabela) indicam grandes disparidades. Nas áreas urbanas, a taxa de analfabetismo para 2005 variou de 16,4%, no Nordeste, a 5,1%, no Sul, enquanto no meio rural destas mesmas regiões oscilou entre 36,4% e 9,8%, respectivamente. 93

4 Níveis de escolaridade B.2 Níveis de escolaridade 1. Conceituação Distribuição percentual da população residente de 15 e mais anos de idade, por grupos de anos de estudo, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. 2. Interpretação Expressa níveis de instrução da população de 15 e mais anos de idade. O nível de instrução inferior a quatro anos de estudo tem sido utilizado como proxy do analfabetismo funcional, embora o significado deste conceito seja mais amplo Usos Analisar variações geográficas e temporais dos níveis de escolaridade, identificando situações que podem demandar necessidade de avaliação mais profunda. Dimensionar a situação de desenvolvimento educacional dos diferentes grupos populacionais. Propiciar comparações nacionais e internacionais dos níveis de escolaridade da população. Contribuir para a análise dos fatores condicionantes da situação de vida e de saúde, utilizando o indicador como proxy da condição socioeconômica da população. O nível de escolaridade dos responsáveis pela condução da família tem influência significativa sobre as condições de atenção à saúde das crianças. Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas de saúde e de educação. O grau de escolaridade é elemento essencial a ser considerado na abordagem da população quanto às práticas de promoção, proteção e recuperação da saúde. 4. Limitações A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), uma das fontes usualmente utilizadas para construir esse indicador, não cobre a zona rural da região Norte (exceto o estado do Tocantins) até 2003 e não permite a desagregação dos dados por município. Uma vez que a amostra da PNAD não foi desenhada para ser representativa para todas as cores/raças, os indicadores para índios, amarelos e pretos devem ser vistos com muita cautela, pois estes grupos são muito pequenos em alguns estados e regiões. Quanto aos brancos e pardos, suas amostras são mais robustas, oferecendo maior garantia de uso. 5. Fonte IBGE: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). 6. Método de cálculo Número de pessoas residentes de 15 e mais anos de idade, por grupo de anos de estudo x 100 População total residente desta faixa etária 1 Analfabeto funcional é o indivíduo que não pode participar em atividades nas quais a alfabetização é requerida para atuação eficaz em seu grupo ou comunidade, nem fazer uso contínuo da leitura, da escrita e da aritmética para desenvolvimento próprio e de sua comunidade (UNESCO. Alfabetismo funcional en siete países de América Latina. Santiago, 2000). 94

5 Níveis de escolaridade B.2 7. Categorias sugeridas para análise Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal e regiões metropolitanas. Sexo: masculino e feminino. Escolaridade: menos de um, um a três, quatro a sete, oito e mais anos de estudo. Situação do domicílio: urbana e rural. Cor/raça, conforme a classificação do IBGE: branca, preta, amarela, parda e indígena. 8. Dados estatísticos e comentários Regiões Proporção (%) da população de 15 anos e mais de idade com escolaridade inferior a quatro anos de estudo, segundo situação de domicílio Brasil e grandes regiões, 1993, 1997, 2001 e 2005 Urbana Rural Total Brasil * 29,2 26,0 22,8 19,3 62,4 57,8 54,1 45,8 35,8 32,0 27,5 23,5 Norte ** 34,1 31,0 26,6 21,9 70,6 61,0 57,7 43,8 36,0 32,5 27,7 27,1 Nordeste 41,2 38,0 33,9 28,5 76,4 72,3 67,3 56,7 53,8 49,7 43,2 36,3 Sudeste 24,8 21,7 18,3 15,8 55,6 48,7 45,1 38,4 28,1 24,5 20,5 17,5 Sul 24,4 21,7 18,7 15,6 37,7 33,4 33,4 29,5 27,5 24,3 21,4 18,0 Centro-Oeste 29,6 25,0 23,3 19,0 50,4 48,7 44,8 36,8 33,5 29,0 26,1 21,4 Fonte: IBGE: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. * Exclusive a população rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá em 1993, 1997 e ** População rural apenas para o estado do Tocantins em 1993, 1997 e A tabela mostra que a proporção de analfabetos funcionais vem decrescendo ao longo da década, mas ainda mantém-se em níveis elevados, mesmo na área urbana (19,3%, em 2005). No meio rural, quase a metade dos adultos (45,8%) tinha, em 2005, escolaridade inferior a quatro anos de estudo, proporção que variou de 56,7%, no Nordeste, a 29,5%, no Sul. 95

6 Produto Interno Bruto (PIB) per capita B.3 Produto Interno Bruto (PIB) per capita 1. Conceituação Valor médio agregado por indivíduo, em moeda corrente e a preços de mercado, dos bens e serviços finais produzidos em determinado espaço geográfico, no ano considerado. 2. Interpretação Mede a produção do conjunto dos setores da economia por habitante. Indica o nível de produção econômica em um território, em relação ao seu contingente populacional. Valores muito baixos assinalam, em geral, a existência de segmentos sociais com precárias condições de vida. 3. Usos Analisar os diferenciais geográficos e temporais da produção econômica, identificando desníveis na produção média da renda nacional. Contribuir para a análise da situação social, identificando espaços cujo desempenho econômico pode demandar mais atenção para investimentos na área social. Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas de interesse social. 4. Limitações A situação média representada pelo indicador pode estar condicionada por forte concentração de riqueza no estrato superior de renda, não deixando transparecer a existência de situações de pobreza extrema. Séries históricas defrontam-se com eventuais mudanças da moeda nacional e perdas do seu poder aquisitivo. As comparações intertemporais devem ser feitas com valores corrigidos. 5. Fonte IBGE: Sistema de Contas Nacionais. 6. Método de cálculo Valor do PIB em moeda corrente, a preços de mercado População total residente 7. Categorias sugeridas para análise Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados e Distrito Federal. 96

7 Produto Interno Bruto (PIB) per capita B.3 8. Dados estatísticos e comentários Produto Interno Bruto (PIB) per capita, variação e valor relativo Brasil e grandes regiões, 1996, 2000 e 2004 Regiões PIB per capita Percentual de crescimento no período Valor em relação ao valor Brasil Brasil ,8 50,0 96,2 1,00 1,00 1,00 Norte ,6 65,5 102,9 0,65 0,61 0,67 Nordeste ,7 63,2 115,0 0,46 0,47 0,51 Sudeste ,2 42,7 85,7 1,36 1,35 1,29 Sul ,0 56,7 102,2 1,20 1,19 1,24 Centro-Oeste ,8 58,0 130,3 0,91 1,01 1,07 Fonte: IBGE: Sistema de Contas Nacionais. Os valores do PIB per capita apresentados não estão corrigidos para eliminar o efeito da inflação, dificultando a observação do crescimento do seu valor efetivo ao longo do período. Analisando o crescimento dos valores nominais (colunas de percentual de crescimento), pode-se observar o maior crescimento ocorrido na região Centro-Oeste, principalmente no período 1996 a Já no período entre 2000 a 2004, o maior crescimento ocorreu nas regiões Norte e Nordeste. As últimas colunas (valor da região em relação ao valor Brasil) permitem observar um decréscimo muito pequeno na desigualdade entre as regiões. O valor do PIB per capita na região Nordeste aumenta de 47% do valor do PIB per capita nacional em 1996 para 51% do mesmo em 2004; o da região Sudeste diminui de 136% em 1996 para 129% em

8 Razão de renda B.4 Razão de renda 1. Conceituação Número de vezes que a renda do quinto superior da distribuição da renda (20% mais ricos) é maior do que a renda do quinto inferior (20% mais pobres) na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado. 2. Interpretação Expressa a concentração da renda pessoal, ao comparar os estratos extremos de renda. Quanto mais elevados os valores, maior o desnível de renda entre grupos populacionais dos estratos considerados. 3. Usos Analisar diferenciais na concentração da renda pessoal entre os estratos superior e inferior da população, identificando tendências e situações de desigualdade que podem demandar estudos especiais. Contribuir para a análise da situação socioeconômica da população, identificando segmentos que requerem maior atenção de políticas públicas de saúde, educação e proteção social, entre outras. Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas de distribuição de renda. 4. Limitações A informação está baseada na "semana anual de referência" em que foi realizada a pesquisa, refletindo apenas a renda informada naquele período. Os dados são fornecidos espontaneamente pelo informante, que pode ser seletivo nas suas declarações. A fonte usualmente utilizada para construir o indicador (PNAD) não cobre a zona rural da região Norte (exceto em Tocantins) até 2003 e não permite a desagregação dos dados por município. Uma vez que a amostra da PNAD não foi desenhada para ser representativa para todas as raças, os indicadores para índios, amarelos e pretos devem ser vistos com muita cautela, pois estes grupos são muito pequenos em alguns estados e regiões. Quanto aos brancos e pardos, suas amostras são mais robustas, oferecendo maior garantia de uso. 5. Fonte IBGE: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). 6. Método de cálculo Valor agregado do quinto superior de renda domiciliar per capita Valor agregado do quinto inferior de renda domiciliar per capita 7. Categorias sugeridas para análise Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal e regiões metropolitanas. Cor/raça, conforme a classificação do IBGE: branca, preta, amarela, parda e indígena. 98

9 Razão de renda B.4 8. Dados estatísticos e comentários Razão de renda Brasil e grandes regiões, 1993, 1997, 2001 e 2005 Regiões Brasil * 28,7 29,3 27,6 21,8 Norte ** 20,4 23,0 20,1 15,7 Nordeste 31,0 27,3 25,0 20,4 Sudeste 21,1 21,5 22,0 17,4 Sul 18,6 20,2 19,3 15,6 Centro-Oeste 23,3 23,6 23,6 20,0 Fonte: IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD. * Exclusive a população rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá em 1993, 1997 e ** População rural apenas para o estado do Tocantins em 1993, 1997 e A tabela mostra a extensão da disparidade de renda existente no Brasil. Em 2005, as pessoas situadas nos 20% superiores da distribuição da renda (os mais ricos) apresentavam, em média, rendimentos 22 vezes mais elevados do que aqueles situados nos 20% inferiores (os mais pobres) 1. Em termos regionais, as disparidades de renda são mais acentuadas nas regiões Nordeste e Centro-Oeste. Observa-se, no entanto, uma diminuição do valor deste indicador ao longo do período, em todas as regiões, mais acentuadamente na região Nordeste. 1 Essa situação pode ser exemplificada pela comparação de duas famílias hipotéticas, que representam a condição média dos dois extremos de renda (20% inferior e 20% superior). Na primeira, constituída de um casal e três filhos, só um adulto trabalha, recebendo salário mínimo (R$ 350,00), que corresponde à renda per capita de R$ 70,00. Na segunda família, com a mesma estrutura, a pessoa que trabalha tem uma renda de R$ 7.630,00, que corresponde à renda per capita de R$ 1.526,00. A razão de renda dessas duas famílias é o quociente de R$ 1.526,00 por R$ 70,00, ou seja, 21,8. 99

10 Proporção de pobres B.5 Proporção de pobres 1. Conceituação Percentual da população residente com renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. 2. Interpretação Expressa a proporção da população geral considerada em estado de pobreza, de acordo com a renda familiar mensal per capita. 3. Usos Dimensionar o contingente de pessoas em condições precárias de sobrevivência. Analisar variações geográficas e temporais da proporção de pobres, identificando situações que podem demandar avaliação mais aprofundada. Contribuir para a análise da situação socioeconômica da população, identificando estratos que requerem maior atenção de políticas públicas de saúde, educação e proteção social, entre outras. Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas de distribuição de renda. 4. Limitações A informação está baseada na "semana anual de referência" em que foi realizada a pesquisa, refletindo apenas a renda informada naquele período. A fonte usualmente utilizada para construir o indicador (PNAD) não cobre a zona rural da região Norte (exceto em Tocantins) até 2003 e não permite a desagregação dos dados por município. Uma vez que a amostra da PNAD não foi desenhada para ser representativa para todas as raças, os indicadores para índios, amarelos e pretos devem ser vistos com muita cautela, pois estes grupos são muito pequenos em alguns estados e regiões. Quanto aos brancos e pardos, suas amostras são mais robustas, oferecendo maior garantia de uso. Séries históricas defrontam-se com eventuais mudanças do poder aquisitivo do salário mínimo. As comparações intertemporais devem ser feitas com valores corrigidos, com relação a um salário mínimo específico. 5. Fonte IBGE: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). 6. Método de cálculo População residente com renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo x 100 População total residente 7. Categorias sugeridas para análise Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal e regiões metropolitanas. Cor/raça, conforme a classificação do IBGE: branca, preta, amarela, parda e indígena. 100

11 Proporção de pobres B.5 8. Dados estatísticos e comentários Percentual da população pobre Brasil e grandes regiões, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003 e 2005 Regiões Brasil * 41,5 40,8 41,9 40,4 41,8 37,2 Norte * 49,4 51,4 53,1 50,4 54,0 50,8 Nordeste 67,3 67,2 66,7 64,9 66,3 61,1 Sudeste 27,2 26,2 28,1 27,7 29,8 24,7 Sul 31,2 31,3 32,0 28,0 27,0 23,2 Centro-Oeste 39,7 36,3 38,5 36,8 37,6 31,6 Fonte: IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD. * Exclusive a população rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá entre 1995 a Entre 1995 e 2005, observa-se redução da proporção de pessoas que vivem com rendimento familiar de até meio salário mínimo per capita, em todas as regiões brasileiras, embora a pobreza ainda se mantenha em patamares expressivos. A maior proporção de pobres ocorre nas regiões Norte e Nordeste e a menor proporção nas regiões Sul e Sudeste. As maiores quedas na proporção ocorreram nas regiões Sul e Nordeste. Pode ser observado que esta queda não foi constante, tendo havido, em alguns períodos, aumento na proporção de pobres em algumas regiões. 101

12 Taxa de desemprego B.6 Taxa de desemprego 1. Conceituação Percentual da população residente economicamente ativa que se encontra sem trabalho na semana de referência, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Define-se como População Economicamente Ativa (PEA) o contingente de pessoas de 10 e mais anos de idade que está trabalhando ou procurando trabalho. 2. Interpretação Mede o grau de insucesso das pessoas que desejam trabalhar e não conseguem encontrar uma ocupação no mercado de trabalho (desemprego aberto). Taxas elevadas de desemprego resultam na perda do poder aquisitivo e na possível desvinculação do sistema de seguro social e de algum plano de saúde de empresa, o que pressupõe aumento da demanda ao Sistema Único de Saúde. 3. Usos Analisar variações geográficas e temporais na distribuição do desemprego, identificando tendências e situações de desigualdade que podem demandar a realização de estudos especiais. Subsidiar a análise da condição social, identificando oscilações do mercado de trabalho. Contribuir para a análise da situação socioeconômica da população, identificando estratos que requerem maior atenção de políticas públicas de emprego, saúde, educação e proteção social, entre outras. 4. Limitações A informação está baseada na "semana anual de referência" em que foi realizada a pesquisa, refletindo apenas a desocupação informada para aquele período. Não mede aspectos qualitativos do desemprego. A fonte usualmente utilizada para construir o indicador (PNAD) não cobre a zona rural da região Norte (exceto em Tocantins) até 2003 e não permite a desagregação dos dados por município. Uma vez que a amostra da PNAD não foi desenhada para ser representativa para todas as raças, os indicadores para índios e amarelos não devem ser utilizados e os dos pretos devem ser vistos com muita cautela, pois este grupo é muito pequeno em alguns estados. Quanto aos brancos e pardos, suas amostras são mais robustas, oferecendo maior garantia de uso. 5. Fonte IBGE: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). 6. Método de cálculo Número de residentes de 10 e mais anos de idade que se encontram desocupados e procurando trabalho, na semana de referência Número de residentes economicamente ativos (PEA) desta faixa etária x Categorias sugeridas para análise Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal e regiões metropolitanas. Cor/raça, conforme a classificação do IBGE: branca, preta, amarela, parda e indígena. 102

13 Taxa de desemprego B.6 8. Dados estatísticos e comentários Taxa de desemprego Brasil e grandes regiões, 1993, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003 e 2005 Regiões Brasil * 6,2 6,1 7,8 9,6 9,4 9,7 9,3 Norte ** 8,7 8,6 9,8 11,1 9,6 10,5 7,9 Nordeste 6,2 5,3 6,7 8,0 8,7 8,7 9,0 Sudeste 6,9 6,8 9,0 11,2 10,9 11,5 10,9 Sul 4,1 4,9 6,5 8,0 6,5 6,8 6,1 Centro-Oeste 5,7 6,5 7,3 9,6 8,9 9,0 9,6 Fonte: IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD. * Exclusive a população rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá em 1993, 1997 e ** População rural apenas para o estado do Tocantins em 1993, 1997 e A tabela mostra o aumento do desemprego em todas as regiões brasileiras no período de 1993 a Entre 2003 e 2005, houve uma pequena queda nas regiões Sudeste e Sul e pequeno aumento nas regiões Nordeste e Centro-Oeste. A maior queda, ocorrida na região Norte, pode ser devido ao fato de que, a partir de 2004, a população rural dessa região (normalmente com menor desemprego) passa a ser também pesquisada. 103

14 Taxa de trabalho infantil B.7 Taxa de trabalho infantil (Taxa de atividade infantil) 1. Conceituação Percentual da população residente de 10 a 15 anos de idade que se encontra trabalhando ou procurando trabalho na semana de referência, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. 2. Interpretação Expressa a magnitude da ocupação laboral de crianças de 10 a 15 anos de idade. 3. Usos Analisar variações geográficas e temporais na distribuição do trabalho infantil, identificando situações que podem demandar a realização de estudos especiais. Subsidiar a análise da condição social desse grupo populacional específico e a identificação de fatores contribuintes que requerem maior atenção de políticas públicas de saúde, educação, trabalho e proteção social, entre outras. 4. Limitações A informação está baseada na "semana anual de referência" em que foi realizada a pesquisa, refletindo apenas a situação informada para aquele período. A fonte usualmente utilizada para construir o indicador (PNAD) não cobre a zona rural da região Norte (exceto em Tocantins) até 2003 e não permite a desagregação dos dados por município. Uma vez que a amostra da PNAD não foi desenhada para ser representativa para todas as raças, os indicadores para índios, amarelos e pretos devem ser vistos com muita cautela, pois estes grupos são muito pequenos em alguns estados e regiões. Quanto aos brancos e pardos, suas amostras são mais robustas, oferecendo maior garantia de uso. 5. Fonte IBGE: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). 6. Método de cálculo Número de crianças residentes de 10 a 15 anos de idade que se encontram trabalhando ou procurando emprego na semana de referência População total residente desta mesma faixa etária x Categorias sugeridas para análise Unidade geográfica: Brasil, grandes regiões, estados, Distrito Federal e regiões metropolitanas. Cor/raça, conforme a classificação do IBGE: branca, preta, amarela, parda e indígena. 104

15 Taxa de trabalho infantil B.7 8. Dados estatísticos e comentários Taxa de trabalho infantil Brasil e grandes regiões 1993, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003 e 2005 Brasil e Regiões Brasil * 22,7 21,9 17,8 17,0 13,9 12,6 12,8 Norte ** 18,9 17,7 15,1 16,7 11,0 10,8 15,7 Nordeste 29,3 29,3 24,7 25,1 20,4 18,7 19,0 Sudeste 16,0 14,7 11,6 10,0 8,4 7,5 7,4 Sul 27,4 27,6 20,7 18,5 16,1 15,4 13,6 Centro-Oeste 23,8 20,8 16,6 15,9 12,3 9,3 9,4 Fonte: IBGE/Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD. * Exclusive a população rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá em 1993, 1997 e ** População rural apenas para o estado do Tocantins em 1993, 1997 e As taxas decresceram continuamente em todas as regiões do país no período de 1993 a 2003, com pequenas flutuações em 1999 para algumas regiões. As taxas mais elevadas sempre corresponderam à região Nordeste, onde, ainda em 1999, de cada quatro crianças de 10 a 15 anos, uma fazia parte da população economicamente ativa. Em 2005, este número cai para menos de 1 em cada cinco. A redução da participação de crianças no mercado de trabalho pode estar associada às dificuldades de absorção pelo mercado, à maior permanência na escola ou aos efeitos de políticas públicas específicas, relativas à erradicação do trabalho infantil. O crescimento ocorrido na região Norte entre 2003 e 2005 pode ser devido ao fato de que, a partir de 2004, a população rural (normalmente com maior participação do trabalho infantil) dessa região passa a ser também pesquisada. 105

16

Dimensão social. Educação

Dimensão social. Educação Dimensão social Educação 218 Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 36 Taxa de escolarização Representa a proporção da população infanto-juvenil que freqüenta a escola. Descrição As variáveis

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011 Rio de Janeiro, 21/09/2012 1 Abrangência nacional Temas investigados: Características Características gerais dos moradores Educação Migração Trabalho

Leia mais

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil Analfabetismo no Brasil Ricardo Paes de Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IETS) Samuel Franco (IETS) Parte 1: Magnitude e evolução do analfabetismo no Brasil Magnitude Segundo estimativas obtidas com base

Leia mais

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht Page 1 of 7 Comunicação Social 17 de setembro de 2010 Síntese de Indicadores Sociais 2010 SIS 2010: Mulheres mais escolarizadas são mães mais tarde e têm menos filhos Embora abaixo do nível de reposição

Leia mais

F.19 - Cobertura de coleta de lixo

F.19 - Cobertura de coleta de lixo Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.19 - Cobertura de coleta de lixo Limitações: Requer informações adicionais sobre as condições de funcionamento (freqüência, assiduidade, volume transportado

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME. Nota MDS Brasília, 02 de maio de 2011.

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME. Nota MDS Brasília, 02 de maio de 2011. Nota MDS Brasília, 02 de maio de 2011. Assunto: O perfil da Extrema Pobreza no Brasil com base nos dados preliminares do universo do Censo 2010. 1. INTRODUÇÃO O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Síntese

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Síntese 2014 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Síntese Dieese Subseção Força Sindical 19/09/2014 PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICILIOS - PNAD 2013 Síntese dos Indicadores POPULAÇÃO A Pesquisa

Leia mais

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros 1 of 5 11/26/2010 2:57 PM Comunicação Social 26 de novembro de 2010 PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009 Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros O número de domicílios

Leia mais

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer 2 Saúde reprodutiva: gravidez, assistência pré-natal, parto e baixo peso ao nascer SAÚDE BRASIL 2004 UMA ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE INTRODUÇÃO No Brasil, as questões relativas à saúde reprodutiva têm

Leia mais

Censo Demográfico 2010. Trabalho e Rendimento Educação e Deslocamento

Censo Demográfico 2010. Trabalho e Rendimento Educação e Deslocamento Censo Demográfico 2010 Trabalho e Rendimento Educação e Deslocamento Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 2012 As presentes publicações dão continuidade à divulgação dos resultados do Censo Demográfico 2010

Leia mais

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pela ONU, parte do pressuposto de que para aferir o avanço de uma população não se deve considerar

Leia mais

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sistema de pesquisas domiciliares existe no Brasil desde 1967, com a criação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD; Trata-se de um sistema de pesquisas

Leia mais

Características Em 2013, foram visitados 149 mil domicílios e entrevistadas 363 mil pessoas.

Características Em 2013, foram visitados 149 mil domicílios e entrevistadas 363 mil pessoas. Rio de Janeiro, 18/09/2014 1 Abrangência nacional Temas investigados: Características Características gerais dos moradores Educação Migração Trabalho e rendimento Trabalho infantil Fecundidade Características

Leia mais

Características Em 2013, foram visitados 149 mil domicílios e entrevistadas 363 mil pessoas.

Características Em 2013, foram visitados 149 mil domicílios e entrevistadas 363 mil pessoas. Rio de Janeiro, 18/09/2014 1 Abrangência nacional Temas investigados: Características Características gerais dos moradores Educação Migração Trabalho e rendimento Trabalho infantil Fecundidade Características

Leia mais

Censo Demográfico 2010. Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência

Censo Demográfico 2010. Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência Censo Demográfico 2010 Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência Rio de Janeiro, 29 de junho de 2012 A presente publicação dá continuidade à divulgação dos resultados do Censo

Leia mais

PNAD 2009 - Primeiras análises: Situação da educação brasileira - avanços e problemas

PNAD 2009 - Primeiras análises: Situação da educação brasileira - avanços e problemas Nº 66 PNAD 2009 - Primeiras análises: Situação da educação brasileira - avanços e problemas 18 de novembro de 2010 Governo Federal Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República Ministro

Leia mais

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR 8 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR Secretaria de Vigilância em Saúde/MS 435 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA/COR MORTALIDADE POR CAUSAS EXTERNAS Evolução da mortalidade por causas externas

Leia mais

PORTO ALEGRE E DEMAIS CAPITAIS BRASILEIRAS

PORTO ALEGRE E DEMAIS CAPITAIS BRASILEIRAS Equipe de Vigilância de Eventos Vitais, Doenças e Agravos não Transmissíveis Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde Secretaria Municipal da Saúde da Prefeitura Municipal de Porto Alegre PORTO ALEGRE

Leia mais

Meta 2 EDUCAÇÃO E POPULAÇÃO

Meta 2 EDUCAÇÃO E POPULAÇÃO Meta 2 EDUCAÇÃO E POPULAÇÃO Ação 2.2 Módulo Produtividade Educacional com Base nas Pesquisas Domiciliares e no Censo Demográfico 1.6 Sumário Executivo ANÁLISE DOS INDICADORES EDUCACIONAIS CALCULADOS DURANTE

Leia mais

Censo Demográfico 2010. Características Gerais dos Indígenas: Resultados do Universo

Censo Demográfico 2010. Características Gerais dos Indígenas: Resultados do Universo Censo Demográfico 2010 Características Gerais dos Indígenas: Resultados do Universo Rio de Janeiro, 10 de agosto de 2012 Identificação da população indígena nos Censos Demográficos do Brasil 1991 e 2000

Leia mais

Figura 2 Pirâmide etária em percentual - Goiás, 2013.

Figura 2 Pirâmide etária em percentual - Goiás, 2013. PNAD 2013: Uma análise para o Estado de A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, realizada anualmente pelo Instituto eiro de Geografia e Estatística (IBGE), é dividida em duas partes,

Leia mais

RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28

RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 RENDA, POBREZA E DESIGUALDADE NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 no Estado do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL JANEIRO DE 2014 Nº28 PANORAMA GERAL Na última década, o Brasil passou por profundas mudanças

Leia mais

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este

Leia mais

Síntese de Indicadores Sociais 2003

Síntese de Indicadores Sociais 2003 Comunicação Social 13 de abril de 2004 Síntese de Indicadores Sociais 2003 Em 2030, cerca de 40% da população brasileira deverá ter entre 30 e 60 anos O estudo tem capítulos específicos sobre Educação,

Leia mais

Apesquisa suplementar sobre acesso à Internet e posse de telefone

Apesquisa suplementar sobre acesso à Internet e posse de telefone Análise dos resultados Apesquisa suplementar sobre acesso à Internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal ampliou a investigação rotineira da PNAD, que restringe o levantamento sobre o assunto

Leia mais

Capítulo 3. Fichas de Qualificação de Indicadores

Capítulo 3. Fichas de Qualificação de Indicadores Capítulo 3 Fichas de Qualificação de Indicadores A Demográficos População total A.1................................... 58 Razão de sexos A.2................................... 60 Taxa de crescimento da

Leia mais

Nº 65 outubro 2013. Perfil do Analfabetismo no Ceará. Análise a partir dos dados da PNAD (2001, 2006 e 2012)

Nº 65 outubro 2013. Perfil do Analfabetismo no Ceará. Análise a partir dos dados da PNAD (2001, 2006 e 2012) Nº 65 outubro 2013 Perfil do Analfabetismo no Ceará Análise a partir dos dados da PNAD (2001, 2006 e 2012) w GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice

Leia mais

Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total 16.938 100 10.444.526 100 Urbano 4.808 28,39 8.912.692 85,33 Rural 12.130 71,61 1.531.

Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total 16.938 100 10.444.526 100 Urbano 4.808 28,39 8.912.692 85,33 Rural 12.130 71,61 1.531. População segundo a Distribuição de Domicílios 2010 Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total 16.938 100 10.444.526 100 Urbano 4.808 28,39 8.912.692 85,33 Rural 12.130 71,61 1.531.834 14,66 FONTE: IPARDES/IBGE

Leia mais

MAIS EDUCAÇÃO PARA OS JOVENS COM IGUALDADE DE GÊNERO E RAÇA

MAIS EDUCAÇÃO PARA OS JOVENS COM IGUALDADE DE GÊNERO E RAÇA MAIS EDUCAÇÃO PARA OS JOVENS COM IGUALDADE DE GÊNERO E RAÇA André Lázaro Ministério da Educação Oficina Técnica: Discussão sobre trabalho decente para a juventude Brasília, julho de 29 Acesso e progresso

Leia mais

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS 11 SOCIOECONÔMICOS 11.1. INFORMAÇÕES GERAIS O suprimento de energia elétrica tem-se tornado fator indispensável ao bem-estar social e ao crescimento econômico do Brasil. Contudo, é ainda muito

Leia mais

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos POPULAÇÃO BRASILEIRA Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos Desde a colonização do Brasil o povoamento se concentrou no litoral do país. No início do século XXI, a população brasileira ainda

Leia mais

Nº 23 Março 2012. Perfil da Raça da População Cearense

Nº 23 Março 2012. Perfil da Raça da População Cearense Nº 23 Março 2012 Perfil da Raça da População Cearense Análise a partir dos dados do Censo Demográfico 2010 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador

Leia mais

Pnad: Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional

Pnad: Um em cada cinco brasileiros é analfabeto funcional 08/09/2010-10h00 Pesquisa visitou mais de 150 mil domicílios em 2009 Do UOL Notícias A edição 2009 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia

Leia mais

OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015

OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS E m comemoração ao 20 de novembro, consagrado como o Dia da Consciência Negra, o DIEESE

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas

Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Organização Internacional

Leia mais

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Diretoria de Pesquisas Coordenação detrabalho e Rendimento Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Leia mais

SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS

SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS ESTUDOS & pesquisas INFORMAÇÃO DEMOGRÁFICA E SOCIoeconômica 5 SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS 2000 IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Presidente da República Fernando Henrique Cardoso

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM 1999 1. Palavras-chaves: desigualdade, pobreza, equações de rendimento, distribuição de renda.

DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM 1999 1. Palavras-chaves: desigualdade, pobreza, equações de rendimento, distribuição de renda. DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM 1999 1 Rodolfo Hoffmann 2 RESUMO Este trabalho analisa a distribuição da renda no Brasil e em seis regiões do país, utilizando os dados da PNAD de 1999. É examinada a

Leia mais

Os conflitos armados no âmbito global e a violência no Brasil

Os conflitos armados no âmbito global e a violência no Brasil Este material é parte do material de divulgação do relatório Situação Mundial da Infância 2005, lançado pelo UNICEF no dia 9 de dezembro de 2004. Aqui você vai encontrar dados sobre a situação da infância

Leia mais

2A educação é o principal catalisador para

2A educação é o principal catalisador para objetivo 2. atingir o ensino básico universal O Estado da Amazônia: Indicadores A Amazônia e os Objetivos do Milênio 2010 o desenvolvimento humano e para a construção de uma sociedade mais justa (Unesco,

Leia mais

As especificidades da desigualdade étnicoracial no cenário das desigualdades no Brasil

As especificidades da desigualdade étnicoracial no cenário das desigualdades no Brasil MÓDULO 4 - Relações Étnico-Raciais unidade 2 TEXTO 4 As especificidades da desigualdade étnicoracial no cenário das desigualdades no Brasil Você já pensou em como as desigualdades raciais muitas vezes

Leia mais

Estatísticas do Registro Civil 2013

Estatísticas do Registro Civil 2013 Diretoria de Pesquisas Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Estatísticas Vitais e Estimativas Populacionais Estatísticas do Registro Civil 2013 Dezembro de 2014 Estatísticas do Registro

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego PME. Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada

Pesquisa Mensal de Emprego PME. Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada Pesquisa Mensal de Emprego PME Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Algumas das principais

Leia mais

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Quadro Resumo- Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa - - 2012 Categoria

Leia mais

I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004

I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004 DESIGUALDADE RACIAL EM MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS (ROTEIRO DE DIVULGAÇÃO) Embora a segregação racial esteja presente em várias manifestações e estruturas da sociedade brasileira, o mercado de

Leia mais

MAIOR POPULAÇÃO NEGRA DO PAÍS

MAIOR POPULAÇÃO NEGRA DO PAÍS MAIOR POPULAÇÃO NEGRA DO PAÍS A população brasileira foi estimada em 184,4 milhões de habitantes, em 2005, segundo a PNAD, sendo que 91 milhões de pessoas se declararam de cor/raça parda ou preta, aproximando-se

Leia mais

Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007. Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos

Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007. Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007 Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho

Leia mais

Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina

Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina Secretaria da Saúde do Estado de Santa Catarina Diretoria de Planejamento e Coordenação Gerência de Estatística e Informática Setor de Mortalidadade Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina

Leia mais

EDIÇÃO ESPECIAL NOVEMBRO DE 2001

EDIÇÃO ESPECIAL NOVEMBRO DE 2001 BOLETIM DIEESE DIEESE EDIÇÃO ESPECIAL NOVEMBRO DE 2001 Há 306 anos morria Zumbi dos Palmares, o maior líder da resistência anti-escravista nas Américas. A sua luta contra a discriminação racial permanece

Leia mais

I N F O R M E S E T O R I A L

I N F O R M E S E T O R I A L ÁREA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL I N F O R M E S E T O R I A L Gerência Setorial REALIDADE SOCIAL BRASILEIRA Principais Indicadores nº 1 janeiro de 2002 No final do ano de 2001 foram divulgados os estudos

Leia mais

Educação e desenvolvimento. Professor: Jorge Abrahão de Castro Período: Julho de 2013.

Educação e desenvolvimento. Professor: Jorge Abrahão de Castro Período: Julho de 2013. Educação e desenvolvimento Professor: Jorge Abrahão de Castro Período: Julho de 2013. Circuito de influencia Fatores do desenvolvimento Ampliação da participação política e social Consumo (Novo padrão

Leia mais

A Contribuição da Educação para o Desenvolvimento Social

A Contribuição da Educação para o Desenvolvimento Social A Contribuição da Educação para o Desenvolvimento Social Setembro 2010 Wanda Engel Superintendente Executiva Desenvolvimento Humano Sujeito Sujeito Objeto Desenvolvimento Social Desenvolvimento Econômico

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL

A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL: uma análise a partir do rendimento domiciliar per capita no período 2001-2006 Juliana Carolina Frigo

Leia mais

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2013 A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS A sociedade brasileira comemora, no próximo dia 20 de novembro, o Dia da

Leia mais

Dimensão econômica. Quadro econômico

Dimensão econômica. Quadro econômico Dimensão econômica Quadro econômico Dimensão econômica 42 Produto interno bruto per capita O Produto Interno Bruto per capita indica a renda média da população em um país ou território e sua variação é

Leia mais

Sumário Executivo. Amanda Reis. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Sumário Executivo. Amanda Reis. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Comparativo entre o rendimento médio dos beneficiários de planos de saúde individuais e da população não coberta por planos de saúde regional e por faixa etária Amanda Reis Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

O QUE ESTÃO FAZENDO OS JOVENS QUE NÃO ESTUDAM, NÃO TRABALHAM E NÃO PROCURAM TRABALHO?

O QUE ESTÃO FAZENDO OS JOVENS QUE NÃO ESTUDAM, NÃO TRABALHAM E NÃO PROCURAM TRABALHO? O QUE ESTÃO FAZENDO OS JOVENS QUE NÃO ESTUDAM, NÃO TRABALHAM E NÃO PROCURAM TRABALHO? Ana Amélia Camarano* Solange Kanso** 1 INTRODUÇÃO As fases da vida são marcadas tanto por eventos biológicos, como

Leia mais

PALAVRA DO PRESIDENTE

PALAVRA DO PRESIDENTE PALAVRA DO PRESIDENTE A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria CNTI por meio da Secretaria para Assuntos do Trabalho da Mulher, do Idoso e da Juventude, dando seguimento ao nosso trabalho

Leia mais

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 *

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * Os resultados aqui apresentados foram extraídos do Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, elaborado pelo Instituto

Leia mais

Estatísticas de Gênero Uma análise dos resultados do Censo Demográfico 2010. Sistema Nacional de Informações de Gênero SNIG

Estatísticas de Gênero Uma análise dos resultados do Censo Demográfico 2010. Sistema Nacional de Informações de Gênero SNIG Diretoria de Pesquisas - Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais Estatísticas de Gênero Uma análise dos resultados do Censo Demográfico 2010 Sistema Nacional de Informações

Leia mais

Boletim PNAD Resultados da PNAD 2011 Educação Junho de 2013

Boletim PNAD Resultados da PNAD 2011 Educação Junho de 2013 Boletim PNAD Resultados da PNAD 2011 Educação Junho de 2013 RESULTADOS DA PNAD 2011 EDUCAÇÃO Apresentação 2 Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretaria do Planejamento (Seplan) José Sergio Gabrielli

Leia mais

Amazônia Legal e infância

Amazônia Legal e infância Amazônia Legal e infância Área de Abrangência 750 Municípios distribuídos em 09 Unidades Federativas: Amazonas (62), Amapá (16), Acre (22), Roraima (15), Rondônia (52), Pará (143), Tocantins (139), Maranhão

Leia mais

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE INDICADORES DEMOGRÁFICOS E SOCIAIS E ECONÔMICOS DO NORDESTE Verônica Maria Miranda Brasileiro Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento

Leia mais

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DE PORTO ALEGRE NOS ANOS 2000 Boletim Especial: Dia Internacional das Mulheres MARÇO/2010 Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho

Leia mais

Relatório brasileiro sobre desenvolvimento social

Relatório brasileiro sobre desenvolvimento social Relatório brasileiro sobre desenvolvimento social LUIZ FELIPE LAMPREIA OPRESENTE RELATÓRIO sobre desenvolvimento social foi elaborado pelo Governo Brasileiro no âmbito do processo preparatório da Cúpula

Leia mais

INDICADORES SOCIAIS (AULA 4)

INDICADORES SOCIAIS (AULA 4) 1 INDICADORES SOCIAIS (AULA 4) Ernesto Friedrich de Lima Amaral Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia ESTRUTURA DO CURSO 2 1. Conceitos básicos relacionados a indicadores

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios: uma Análise de Indicadores de Educação e Rendimento no Brasil

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios: uma Análise de Indicadores de Educação e Rendimento no Brasil Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios: uma Análise de Indicadores de Educação e Rendimento no Brasil Adriana Stankiewicz Juliana Ortigara INTRODUÇÃO A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Cobertura de Plano de Saúde Notas Técnicas

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Cobertura de Plano de Saúde Notas Técnicas Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Cobertura de Plano de Saúde Notas Técnicas Sumário Origem dos dados... 2 Descrição das variáveis disponíveis para tabulação... 3 Variáveis de conteúdo... 3 %Pessoas

Leia mais

Déficits de trabalho decente no Brasil

Déficits de trabalho decente no Brasil 4 41 2 Déficits de trabalho decente no Brasil 42 CEPAL PNUD OIT Capítulo 2 43 Déficits de trabalho decente no Brasil 1 Introdução Para mensurar desenvolvimento humano já há um conjunto consagrado e sintético

Leia mais

O Trabalho Infantil no Brasil

O Trabalho Infantil no Brasil Versão 2 Junho de 2004 O Trabalho Infantil no Brasil Simon Schwartzman Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade Felipe Farah Schwartzman Grupo de Conjuntura, Instituto de Economia, Universidade Federal

Leia mais

Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas 2013

Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas 2013 SEBRAE (Org.) Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas 2013 São Paulo, 2013 SEBRAE (Org.) S492a Anuário

Leia mais

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 24 de setembro de 2008 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia

Leia mais

Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente

Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente Salário Mínimo e Mercado de Trabalho no Brasil no Passado Recente João Saboia 1 1. Introdução A questão do salário mínimo está na ordem do dia. Há um reconhecimento generalizado de que seu valor é muito

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

Avanços da Educação no Brasil. Brasília, 29 de janeiro

Avanços da Educação no Brasil. Brasília, 29 de janeiro Avanços da Educação no Brasil Brasília, 29 de janeiro Objetivos Objetivo 1 - Cuidados na primeira infância e educação; Objetivo 2 - Educação primária universal (EPU); Objetivo 3 - Habilidades para jovens

Leia mais

ESCOLARIDADE AUMENTA NA ÚLTIMA DÉCADA, MAS A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO NEGROS AINDA É BASTANTE ALTA 1

ESCOLARIDADE AUMENTA NA ÚLTIMA DÉCADA, MAS A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO NEGROS AINDA É BASTANTE ALTA 1 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS ESCOLARIDADE AUMENTA NA ÚLTIMA DÉCADA, MAS A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO NEGROS AINDA É BASTANTE ALTA 1 Nos últimos anos, o Brasil experimentou expressiva

Leia mais

Estudo Estratégico n o 5. Desenvolvimento socioeconômico na metrópole e no interior do Rio de Janeiro Adriana Fontes Valéria Pero Camila Ferraz

Estudo Estratégico n o 5. Desenvolvimento socioeconômico na metrópole e no interior do Rio de Janeiro Adriana Fontes Valéria Pero Camila Ferraz Estudo Estratégico n o 5 Desenvolvimento socioeconômico na metrópole e no interior do Rio de Janeiro Adriana Fontes Valéria Pero Camila Ferraz PANORAMA GERAL ERJ é o estado mais urbano e metropolitano

Leia mais

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS 1 ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 28 de setembro de 2011 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL

O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL Abril /2007 O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL A busca de alternativas para o desemprego tem encaminhado o debate sobre a estrutura e dinâmica

Leia mais

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços?

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? Nº 19 Novembro de 2011 A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos

Leia mais

CENSO ESCOLAR EDUCACENSO O ITEM COR/RAÇA NO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA

CENSO ESCOLAR EDUCACENSO O ITEM COR/RAÇA NO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA CENSO ESCOLAR

Leia mais

Censo Demográfico 2010. Resultados gerais da amostra

Censo Demográfico 2010. Resultados gerais da amostra Censo Demográfico 2010 Resultados gerais da amostra Rio de Janeiro, 27 de abril de 2012 População e distribuição relativa População e distribuição relativa (%) para o Brasil e as Grandes Regiões 2000/2010

Leia mais

* Trabalho Apresentado no XV Encontro Nacional de Estudos populacionais, ABEP, realizado em Caxambu MG Brasil, de 18 a 22 de setembro de 2006.

* Trabalho Apresentado no XV Encontro Nacional de Estudos populacionais, ABEP, realizado em Caxambu MG Brasil, de 18 a 22 de setembro de 2006. DEMOGRAFIA E EDUCAÇÃO NO BRASIL: AS DESIGUALDADES REGIONAIS* FERNANDA R. BECKER UERJ Resumo: A População brasileira está se transformando, passando por mudanças significativas nas últimas décadas. Estas

Leia mais

Uma análise das condições de vida da população brasileira

Uma análise das condições de vida da população brasileira Diretoria de Pesquisas Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS 2013 Uma análise das condições de vida da população brasileira 29 de

Leia mais

É uma medida de desigualdade, mas comumente utilizada para calcular a desigualdade na distribuição de renda. É um número entre 0 e 1.

É uma medida de desigualdade, mas comumente utilizada para calcular a desigualdade na distribuição de renda. É um número entre 0 e 1. COEFICIENTE GINI É uma medida de desigualdade, mas comumente utilizada para calcular a desigualdade na distribuição de renda. É um número entre 0 e 1. 0 = completa igualdade 1= completa desigualdade. Desigualdade

Leia mais

AS CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO DOMÉSTICO REMUNERADO NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS

AS CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO DOMÉSTICO REMUNERADO NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS A MULHER NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS MARÇO 2008 Especial - Abril 2011 AS CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO DOMÉSTICO REMUNERADO NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS Em homenagem ao Dia Nacional

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Peruíbe, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 323,17 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 59773 hab. Densidade

Leia mais

Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí

Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí Eduardo Pereira Nunes Presidente do IBGE Teresina, 12 de Agosto de 2011 Brasil Todos os domicílios residenciais particulares foram recenseados A coleta

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Políticas Sociais no Brasil

Políticas Sociais no Brasil Políticas Sociais no Brasil José Aparecido Carlos Ribeiro Técnico da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do IPEA São Paulo, outubro/2010 Algumas características: Políticas sociais são formas mais

Leia mais

Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco

Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco Estudo Estratégico n o 4 Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco PANORAMA GERAL ERJ receberá investimentos recordes da ordem

Leia mais

ANUÁRIO DO TRABALHO. namicro e. Pequena 2010 / 2011. Empresa

ANUÁRIO DO TRABALHO. namicro e. Pequena 2010 / 2011. Empresa ANUÁRIO DO TRABALHO namicro e Pequena Empresa 2010 / 2011 SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Presidente do Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Diretor-Presidente

Leia mais

OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Novembro 2013 OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO O mercado de trabalho em 2012 Dia Nacional da Consciência Negra A rota de redução de desigualdades na RMSP O crescimento

Leia mais

Novo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil

Novo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil Entenda o cálculo do IDH Municipal (IDH-M) e saiba quais os indicadores usados O Índice de Desenvolvimento Humano foi criado originalmente para medir o nível de desenvolvimento humano dos países a partir

Leia mais

EVOLUÇÃO E DESIGUALDADE NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

EVOLUÇÃO E DESIGUALDADE NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA EVOLUÇÃO E DESIGUALDADE NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA JORGE ABRAHÃO DE CASTRO * RESUMO: Este estudo apresenta a evolução e as desigualdades ainda reinantes nas condições educacionais dos brasileiros. O foco na

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Rio Claro, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5074,56 km² IDHM 2010 0,682 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 17124 hab.

Leia mais