QUALIDADE EM REDES SOCIAIS ONLINE: UM ESTUDO DE CASO CONTRASTANDO PERSPECTIVAS DAS ÁREAS DE IHC E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

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1 QUALIDADE EM REDES SOCIAIS ONLINE: UM ESTUDO DE CASO CONTRASTANDO PERSPECTIVAS DAS ÁREAS DE IHC E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Maria Lúcia Bento Villela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri / Departamento de Computação Universidade Federal de Minas Gerais / Departamento de Ciência da Computação Raquel Oliveira Prates Universidade Federal de Minas Gerais / Departamento de Ciência da Computação Maria Aparecida Moura Universidade Federal de Minas Gerais / Escola de Ciência da Informação RESUMO As qualidades da interação e da informação são igualmente relevantes, sendo muitas vezes indissociáveis, para o usuário de redes sociais online (RSO), apesar de atualmente existirem apenas abordagens que avaliam tais qualidades de forma isolada. Assim, com o intuito de obter um avanço no sentindo de se garantir essas qualidades de forma integrada em RSO, analisamos perspectivas distintas que permitem avaliá-las, através da aplicação do Método de Inspeção Semiótica e de uma abordagem de análise da qualidade da informação em redes virtuais de cooperação científica (RVCC). Dessa forma, através da identificação dos diferentes aspectos considerados por cada uma dessas perspectivas e do contraste entre os resultados proporcionados pela aplicação das mesmas em RVCC, pôde-se perceber a importância de que ambas sejam consideradas, uma vez que seus resultados são complementares. PALAVRAS-CHAVES Redes sociais; avaliação; qualidade da informação; interação, semiótica 1. INTRODUÇÃO As novas tecnologias de informação e comunicação (TICs), em sua versão colaborativa, através da Web 2.0, surgem como uma maneira de modificar a forma de produzir conhecimento (Mantovani e Moura, 2009). Dentre a gama de redes de colaboração que têm surgido, destacamos as redes sociais online (RSO) e, mais especificamente, as redes virtuais de cooperação científica (RVCC), que têm por objetivo permitir a colaboração em ciência, tecnologia e inovação (Galdo, 2010). Sob o ponto de vista informacional, as RSOs possibilitaram a redução de intermediários no acesso à informação em ambientes digitais (Moura, 2009), com o usuário assumindo um triplo papel, uma vez que deve selecionar a informação recuperada nesses ambientes, além de tornar-se uma potencial fonte de informações e de assumir a mediação de conteúdos produzidos por outros usuários (Ziller e Moura, 2010). Dessa forma, torna-se necessário fazer com que esses sistemas motivem e viabilizem a participação dos sujeitos informacionais no processo de produção de informação e decisão sobre seu uso, garantindo a qualidade dessa informação que é produzida, transmitida e acessada nessas redes. Neste sentido, umas das ações necessárias é o investimento na qualidade da interação dos usuários com esses sistemas, bem como na qualidade da informação tratada pelos mesmos, de forma que esta possa ser transformada em conhecimento.

2 Sabe-se que as qualidades da interação e da informação são igualmente relevantes para o usuário em sua experiência no uso do sistema. Assim, com o intuito de proporcionar a garantia da qualidade da interação e da informação em RVCC, torna-se interessante analisar, a princípio, perspectivas distintas que permitem avaliar tais qualidades nesses sistemas, a fim de identificar os diferentes aspectos considerados pelas mesmas. Neste artigo, apresentamos um estudo de caso de avaliação de uma plataforma de RVCC, realizado através da aplicação de um método de avaliação da qualidade da interação, o Método de Inspeção Semiótica (MIS) (de Souza et al., 2006 e 2010), bem como de uma abordagem para avaliação da qualidade da informação (AQI), ambos baseados em Semiótica. Dessa forma, o objetivo deste trabalho consiste em descrever os resultados provenientes da aplicação do MIS e da AQI nesse sistema e efetuar uma análise comparativa entre tais resultados, verificando as especificidades das perspectivas apresentadas na obtenção dos mesmos. Neste ponto, salientamos que a utilização de métodos que se baseiam em uma abordagem Semiótica é importante, pois permite que o contraste evidencie aspectos de qualidade analisados pelo foco de cada um deles. A contribuição do presente trabalho consiste em identificar a diferença entre as perspectivas de análise da qualidade da interação e da informação, mostrando-se a importância de que ambas sejam consideradas. Além disso, este trabalho é o primeiro passo na direção de uma investigação sobre a pertinência da proposta de um método que vise abordar as duas perspectivas de forma integrada, tendo em vista que ambas são relevantes para a experiência do usuário. Na próxima seção, descrevemos brevemente alguns conceitos de Semiótica necessários para o entendimento dos métodos, assim como o MIS e a AQI. A seção 3 apresenta o estudo de caso com a aplicação do MIS e da AQI em uma RVCC. Na seção 4 é apresentado um contraste entre os resultados obtidos a partir da aplicação de cada método e, na seção 5, são apresentadas as considerações finais. 2. MÉTODOS DE BASE SEMIÓTICA Semiótica é a ciência geral dos signos e dos processos significativos que ocorrem em todas as esferas da vida. (Moura, 2002). Signo (Peirce, 1992 e 1998), por sua vez, é tudo aquilo que significa algo para alguém, possuindo uma estrutura triádica: a representação, que tem um significado para a pessoa e é denominada representamen; o referente, que consiste no objeto a que a representação se refere; O interpretante relacionase à cognição produzida na mente do sujeito interpretador nos processos de compreensão sígnica (Moura, 2002).Um signo pode gerar diferentes interpretantes em virtude da experiência colateral do sujeito. Além disso, cada interpretante pode gerar novos interpretantes, através de um processo de associação de ideias chamado semiose ilimitada, ou cadeia semiósica. Por focar todo e qualquer processo de significação e comunicação, a Semiótica tem sido adotada como base para diversas pesquisas e propostas, tanto da área de computação, quanto de ciência da informação (Stockinger, 1999; Moura, 2002; Ziller e Moura, 2010;). Neste trabalho utilizamos dois métodos baseados na Semiótica, mas com focos distintos a saber, na interação humano-computador e na ciência da informação, na análise de uma RVCC. A seguir apresentamos brevemente cada um destes métodos. 2.1 Método de Inspeção Semiótica O Método de Inspeção Semiótica ou MIS é fundamentado na Engenharia Semiótica (de Souza, 2005) uma teoria explicativa da área de Interação Humano-Computador (IHC). Essa teoria se baseia na Semiótica para explicar fenômenos envolvidos no projeto, uso e avaliação de sistemas computacionais interativos. A Engenharia Semiótica (de Souza, 2005) entende a interface de um sistema interativo como sendo uma comunicação do projetista do sistema para os seus usuários. Esta mensagem (i.e. a interface) transmite aos usuários a quem o sistema se destina, que problemas ele é capaz de resolver e como interagir com ele para resolvê-los. À medida que o usuário interage com o sistema ele entende as questões sendo transmitidas pelo projetista. Assim, a interface de um sistema é tida como um artefato de metacomunicação, uma vez que a comunicação projetista-usuário se dá através da interação usuário-sistema. A comunicação proporcionada através dessa mensagem é realizada por meio dos signos dispostos na interface do sistema. A Engenharia Semiótica classifica os signos de uma interface em estáticos, dinâmicos e metalinguísticos (de Souza et al., 2006 e 2010; de Souza e Leitão, 2009). Signos estáticos são aqueles que expressam o estado do sistema, e podem ser percebidos ao se olhar para uma tela do sistema (ex. o texto de um botão). Já os signos dinâmicos

3 expressam o comportamento do sistema e surgem da interação do usuário com ele (ex. ação disparada ao se clicar em um botão). Por fim, signos metalinguísticos explicam outros signos da interface de forma direta (ex. sistema de ajuda). Para avaliar a qualidade dessa comunicação entre projetista e usuário, a Engenharia Semiótica define a propriedade de comunicabilidade, que consiste na capacidade de um sistema transmitir de forma eficiente e efetiva aos usuários as intenções comunicativas do primeiro e princípios de interação, que guiaram o seu projeto (Prates et al. 2000; de Souza, 2005). Quando o usuário não é capaz de entender a comunicação pretendida pelo projetista, pode-se dizer que ocorrem rupturas de comunicação que podem dificultar ou até mesmo impossibilitar a metacomunicação ou o uso do sistema. Um dos métodos disponíveis para se avaliar a comunicabilidade de um sistema é o MIS. Nesse método (de Souza et al., 2006 e 2010), o avaliador, especialista na aplicação do método, examina a interface de um sistema interativo, com o objetivo de identificar se existem rupturas de comunicação e então gerar a reconstrução da metamensagem enviada pelo projetista ao usuário através da mesma. O MIS é um método interpretativo e, como o usuário não participa da avaliação, é fundamental que o avaliador conheça a visão que o mesmo possua do sistema, para que possa falar em nome dele (de Souza et al., 2010). A aplicação do MIS é feita com base em um cenário que descreve o perfil do usuário, as partes do sistema sendo avaliadas e o contexto de uso sendo considerado. A aplicação do MIS ocorre em cinco passos: (1) inspeção dos signos metalinguísticos; (2) inspeção dos signos estáticos; (3) inspeção dos signos dinâmicos; (4) consolidação e contraste e (5) apreciação da qualidade da metacomunicação. Nos 3 primeiros passos o avaliador inspeciona os signos em questão e reconstrói a metamensagem transmitida pelo projetista ao usuário através apenas da classe de signos em questão. No passo 4, o avaliador contrasta e compara as metamensagens reconstruídas nos passos 1 a 3, procurando intencionalmente por significados contraditórios, inconsistentes ou ambíguos para os signos que as compõem, ou mesmo identificar situações em que a metamensagem ficou incompleta devido a ausência de signos que esclarecessem a intenção do projetista.no último passo, o avaliador apresenta a metamensagem completa do sistema, relatando sua apreciação final resultante da inspeção, através da apresentação e explicação dos problemas encontrados que possam dificultar ou impedir o usuário de entender a mensagem do projetista e, consequentemente, de interagir de forma eficiente e eficaz com o sistema. Em sistemas colaborativos, particularmente, a mensagem sendo enviada pelo projetista não é para um único usuário, mas para todo o grupo que utilizará o sistema para interagir entre si. Neste caso, a metamensagem sendo enviada contém também as decisões do projetista em relação aos papéis que cada membro do grupo pode assumir, às atividades e tarefas através das quais podem ou devem interagir, e aos protocolos e linguagens que devem ser usados pelos usuários para se comunicarem. Embora a metamensagem inclua novos elementos a serem comunicados aos usuários do sistema, como o MIS é um método que foca nos signos da comunicação, ele pode ser aplicado, sem adaptações, ao contexto colaborativo (Mattos et al., 2009). 2.2 Avaliação da Qualidade da Informação em RVCC A abordagem de qualidade da informação aqui utilizada enfoca o usuário da informação, compreendido na complexidade verificada em seu papel múltiplo no contexto digital. Atualmente, o usuário da informação, também conhecido como produser, utiliza, intervém, produz e realiza curadorias informacionais baseadas em seu percurso informacional. Nesse sentido, a qualidade da informação em ambientes colaborativos requer pensar o modo como os softwares podem incorporar as dimensões múltiplas assumidas pelo produser, de forma que as informações dispostas nesses dispositivos possam ser percebidas em sua dimensão qualitativa. Nesse sentido, a abordagem em questão envolve os conceitos de concepção semiósica (Moura, 2002), cenário semiótico (Stockinger, 1999) e tradução intersemiótica (Plaza, 2003), que permitem a compreensão dos agenciamentos que levam à construção de um produto informacional. A concepção semiósica diz respeito à instância gerativa de dispositivos informacionais e consiste no modo como um primeiro sujeito tenta intervir na semiose de outrem por intermédio da interação do intérprete com uma dada estrutura semiósica construída pelo primeiro. Neste aspecto, o interpretante resultante desse processo é influenciado pela implementação da concepção semiósica orientadora (Moura, 2002).

4 Assim, ao conceber semiosicamente um dispositivo informacional, o indivíduo que elabora essa informação deve aproximar-se do usuário e quanto maior for a semelhança entre o usuário concreto e o usuário-modelo, determinado por quem concebe a informação, maiores as possibilidades de se atingir efetivamente o usuário com uma informação de qualidade. A tradução intersemiótica refere-se ao movimento tradutório no qual a operação de passagem da linguagem de um meio para outro implica em consciência tradutora capaz de perscrutar não apenas os meandros da natureza do novo suporte, seu potencial e limites, mas, a partir disso, dar o salto qualitativo, isto é, passar de mera reprodução para a produção (Plaza, 2003). Tal conceito diz respeito à tradução da instância gerativa rumo à consolidação do dispositivo informacional e revela a passagem de uma intensionalidade criativa para a formalização dos sistemas e interfaces a serem manipulados posteriormente pelos produsers. Os cenários semióticos são representações de uma estrutura genérica ou modelo controlado para a especificação e modelagem de um produto de informação que forma versões ou realizações concretas. Eles visam garantir o reconhecimento e a legitimação de documentos no espaço e no tempo e contam com uma composição estrutural que revela as representações e o projeto semiósico e funcional no qual se explicita o pacto de leitura proposto (Stockinger, 1999). Embora por vezes se atribua qualidade a dimensões ditas intrínsecas como: validade, confiabilidade, precisão, novidade, atualidade, significado no tempo, abrangência (Nehmy e Paim, 1996) e autoridade cognitiva (Wilson, 1983), verificáveis na informação disposta no cenário semiótico, é necessário compreendê-las em situações concretas de atribuição do conceito. Há sempre um deslizamento na percepção do usuário sobre qualidade na medida em que sua intimidade com o cenário semiótico amplia-se. Assim, o que era percebido como de alta qualidade quando visto num primeiro momento, pode sofrer alterações após a movimentação e uso mais efetivo da informação no cenário. Outro elemento necessário à compreensão da qualidade no caso específico dos ambientes colaborativos refere-se à ideia de interatividade, que se relaciona com o grau de intervenção da experiência do sujeito na efetivação de vivências singulares realizada em dispositivos informacionais digitais. Em função disso, ocorre, no âmbito da oferta de um produto ou serviço informacional, a preocupação em apropriar-se de alguns elementos dessa experiência que tornem possível a veiculação de signos de tal modo consoante com o sujeito receptor, que provoque na mente deste uma convergência positiva (Moura, 2002). Nesses ambientes, os atributos de qualidade da informação podem ser organizados em função do vínculo explicitado com uma das seguintes categorias: apoio ao avanço do conhecimento, inovação, compartilhamento semântico e vinculados à potencialidade de colaboração. No caso específico das redes de colaboração científica online, percebe-se que o atributo de autoridade cognitiva, vinculado duplamente ao avanço do conhecimento e à possibilidade de colaboração, é aquele que mais se evidencia nos dispositivos informacionais estruturados com tais propósitos. A autoridade cognitiva refere-se ao reconhecimento da influência de determinados sujeitos no processo de aprendizado e produção de conhecimento de outros e envolve a credibilidade, compreendida nos termos da competência e da idoneidade atribuída aos sujeitos investidos de tal autoridade. As dimensões conceituais são: autoridade pessoal (autoria intelectual), autoridade institucional; autoridade documental (natureza do documento) e plausibilidade intrínseca (conteúdo do documento). 3. ESTUDO DE CASO Para realização das análises da qualidade da interação e da qualidade da informação foi selecionado o sistema de RVCC denominado ResearchGate 1. A escolha de tal sistema foi motivada pelo fato do mesmo reunir um grande número de cientistas em todo o mundo, das mais diversas áreas de conhecimento, permitindo a cooperação e comunicação assíncrona entre os mesmos. A plataforma ResearchGate permite a comunicação entre usuários por meio de troca de mensagens e postagens em fóruns de discussão dentro dos grupos, como mostrado na Figura 1, e a cooperação através da disponibilização de informações pessoais de pesquisadores, artigos, eventos, e empregos. Após a seleção do sistema, foram aplicados o MIS e a AQI, nesta ordem. 1

5 Figura 1. Tela de grupo do ResearchGate 3.1 Aplicação do MIS Tendo em vista que o objetivo da RVCC ResearchGate consiste em estimular a interação entre pesquisadores, decidiu-se enfocar, no cenário de inspeção, na cooperação e comunicação entre usuários. No sistema em questão, o conceito de cooperação pode ser visto como a possibilidade do usuário seguir o trabalho de outros pesquisadores, se unir a grupos de interesse específicos e acessar informações específicas de grupos e de pesquisadores. O conceito de comunicação refere-se à possibilidade de usuários participarem de discussões em grupos de interesse e enviarem mensagem para outros pesquisadores. Dessa forma, o escopo da avaliação focou nas interfaces para ingresso do pesquisador em um grupo de interesse específico e para criação de um tópico de discussão dentro do mesmo, bem como para a pesquisa de informações de perfil e de publicações de pesquisadores que pertencem a tal grupo. Com base nas análises dos signos metalinguísticos, estáticos e dinâmicos, realizada pelo avaliador, pôdese perceber que o projetista projetou o sistema para o usuário com o perfil de pesquisador, com experiência na utilização de plataformas de redes sociais online. Esse usuário deve utilizar o sistema com o propósito de participar de grupos de interesse em sua área de pesquisa ou áreas afins e colaborar com outros pesquisadores, participando de discussões dentro desses grupos, consultando informações de pesquisadores, seguindo as atualizações destes e editando em co-autoria com colegas. A comunicação entre pesquisadores ocorre de forma direta através de discussões e comentários postados nos grupos e, de forma indireta através da visualização na página inicial do usuário das atualizações referentes a pesquisadores seguidos e/ou grupos dos quais o mesmo participa. Um dos pontos apresentados nos signos metalinguísticos é a possibilidade de usuários editarem documentos em co-autoria com colegas. No entanto, signos estáticos ou dinâmicos que demonstrem a possibilidade dessa forma de colaboração não são claramente perceptíveis ao usuário, estando localizados dentro da página de Grupo e dentro deste através do link Files. Ao analisar os signos estáticos, percebe-se que, para alguns deles, a não existência de signos metalinguísticos, comunicando ao usuário o porquê de estarem apresentados de determinada forma, prejudica a interação do usuário com a ferramenta. Um exemplo disso é quando é exibida uma lista de publicações de um pesquisador, algumas possuem seu título destacado na forma de link, permitindo o acesso a informações e possibilidades adicionais sobre elas, como adicionar comentários sobre as mesmas, compartilhá-las ou sugeri-las a outros pesquisadores, mesmo que não estejam disponíveis para visualização ou download. Já para outras publicações esse recurso não é disponibilizado, causando dúvidas para o usuário, uma vez que o sistema não dispõe de signos metalinguísticos que expliquem o motivo de tal diferenciação. Outro exemplo seria em relação a contatos, pois, apesar do sistema permitir que o usuário adicione pesquisadores como contatos, não há signos metalinguísticos que indiquem ao usuário qual é o propósito de utilizá-los na ferramenta.

6 Em relação à possibilidade de comunicação e interação entre usuários através do sistema, na análise dos signos estáticos e dinâmicos, pôde-se perceber que, quando o usuário se comporta como emissor de uma mensagem, na maioria das vezes não existem signos que evidenciem quem é o receptor da mensagem. Um exemplo é quando o usuário deseja convidar pesquisadores para participar de um grupo. Neste caso, não é evidenciado na interface que pesquisadores o usuário pode convidar, pois o rótulo do botão Invite Researchers não deixa claro se ele pode convidar qualquer pesquisador usuário da ferramenta, ou apenas aqueles que o seguem ou estão em sua lista de contatos. Assim, quando o usuário clica sobre o botão Invite Researchers, aparece uma lista de pesquisadores sob o texto Select from your contacts, levando o usuário a acreditar que essa lista exibe todos os seus contatos, porém são exibidos na lista apenas os pesquisadores que seguem e são seguidos pelo usuário, não estando necessariamente em sua lista de contatos. Além disso, quando um usuário envia uma mensagem a outro usuário, o sistema também não apresenta nenhum signo que permita ao usuário certificar-se de que o receptor está recebendo sua mensagem e o que acontece caso este não receba. Pôde-se perceber, a partir da aplicação do MIS, que a ferramenta atende seu objetivo de permitir o compartilhamento de informações entre pesquisadores, pois quando um pesquisador se registra no sistema ele passa a ter acesso a informações sobre os demais pesquisadores e seus trabalhos, bem como tem suas informações compartilhadas. No entanto, o sistema mostra-se ineficiente ao tentar promover a interação entre pesquisadores. Embora o sistema disponibilize meios de comunicação através de Contatos, ele não explicita para o usuário quem são ou poderão vir a se tornar seus contatos, e que tipo de trocas e comunicações são permitidas com estes. Além disso, o sistema mostra-se também problemático na caracterização do receptor da mensagem em várias situações, o que mostra sua relativa incapacidade de tratar o conceito de comunicação e interação entre usuários de forma eficiente e eficaz. 3.2 Aplicação da AQI Para análise da qualidade da informação no ResearchGate, foi realizada a leitura dos atributos tradicionais de qualidade à luz dos conceitos de cenário digital, concepção semiótica, tradução intersemiótica e interatividade, buscando compreender em que medida a qualidade de informação percebida pelo usuário incide nos padrões de colaboração científica nos serviços propostos pelo sistema. Pôde-se observar que o cenário semiótico contemplado pelo ResearchGate toma como referência a área de atuação dos seus usuários na pesquisa, através dos grupos, e a identificação de parceiros de pesquisa potenciais em nível mundial. A concepção semiótica do sistema é orientada pela promoção da colaboração entre cientistas, e visa o compartilhamento de metodologias e questões de pesquisa e a implementação da concepção de comunidade virtual de prática. Nesse sentido, considerando-se a concepção que ancora o dispositivo e tendo em vista que o sistema foi projetado e desenvolvido para ser utilizado por pesquisadores, o cenário semiótico proposto remete ao universo acadêmico e suas rotinas. Tal fato pode ser verificado no sistema, visto que o mesmo remete a situações possíveis de ocorrerem no cotidiano de um pesquisador. No que concerne à tradução intersemiótica, percebeu-se que o sistema, ao utilizar a metáfora um milhão de cérebros reunidos, permite que a informação nele disposta agregue novas possibilidades e valores para usuário. Nesse sentido, a autoridade cognitiva do sujeito informacional fica em evidência na plataforma. A plataforma ResearchGate permite uma adequação da forma como a informação é disponibilizada, proporcionando uma percepção de sua qualidade em contexto. Isto é percebido por meio de diversos aspectos observados na plataforma: (a) reunião de pesquisadores de todo o mundo e de distintas áreas de conhecimento em um mesmo espaço (sem a restrição de limites geográficos); (b) compartilhamento, pelos pesquisadores, de informações sobre suas pesquisas, grupos de interesse, publicações e biblioteca de artigos favoritos; (c) compartilhamento, pelos membros de um grupo de interesse, de discussões, apontamentos de compromissos e de arquivos que podem ser editados em co-autoria com os parceiros; (d) comunicação direta entre pesquisadores, através de questionamentos e discussões feitas de forma isolada ou dentro de um grupo de interesse, convites a outros pesquisadores para participarem de um grupo, sugestão de uma publicação a um pesquisador, dentre outros. Em relação à interatividade, percebeu-se que o sistema permite interações via redes sociais como o Facebook, o Twitter e Linkedin, proporcionando a visibilidade do pesquisador e de seu trabalho.

7 Dessa forma, tendo em vista a maneira como os conceitos de concepção semiósica, tradução intersemiótica, cenário semiótico e interatividade são implementados pelo ResearchGate, observa-se que esse ambiente pode ser percebido pelo usuário por meio das seguintes dimensões qualitativas, agrupadas de acordo seus vínculos estabelecidos com as categorias apontadas na seção 2.2: Avanço do conhecimento: relevância, validade, confiabilidade, autoridade cognitiva, reputação; Inovação: novidade, abrangência, redundância (informação fundamental); Compartilhamento semântico: precisão semântica, representatividade, consistência conceitual; Potencialidade de colaboração: autoridade cognitiva, reputação pessoal, reputação institucional. 4. CONTRASTE DOS MÉTODOS Na análise da qualidade da interação realizada para a plataforma ResearchGate, feita através da aplicação do MIS, a interface desse ambiente foi inspecionada e foram detectados problemas que prejudicam a interação do usuário com o sistema, para fins de comunicação e cooperação com outros usuários. Já em relação à análise da qualidade de informação, em contexto potencializada pela ferramenta, verificase que a efetivação do cenário semiótico, em consonância com um princípio estabelecido na instância gerativa da plataforma, facilita que a informação disponibilizada possa ser compreendida da perspectiva da contribuição da informação difundida, tomando como referência o avanço do conhecimento, a inovação, o compartilhamento semântico e a potencialidade da colaboração entre os usuários. No que concerne especificamente ao conceito de tradução intersemiótica, que se refere à conversão de uma concepção em interfaces de usuário dos sistemas, acredita-se que a aplicação do MIS para avaliar a qualidade da interação pode permitir uma análise mais minuciosa da adequação dessas interfaces, que diz respeito à capacidade dessas exporem a informação ao usuário, por meio de um conteúdo adequado às potencialidades do sistema. No que diz respeito à concepção semiótica, que se refere à concepção contextual das trocas informacionais, pôde-se perceber que a mesma mostra-se análoga ao proposto pela teoria da Engenharia Semiótica, indicando que o processo de semiose do projetista, no momento que este projetou a interface, deve orientar o processo de semiose do usuário, no momento que este está interagindo com o sistema, de forma que o modelo pretendido do sistema pelo seu projetista possa ser compreendido pelo usuário, que então constrói o seu modelo percebido, de forma consistente com o modelo projetado. Nesse contexto, acredita-se que o MIS pode ser aplicado para se analisar a concepção orientadora do processo informativo subjacente à plataforma, com o objetivo de identificar justamente essa proximidade entre o modelo do projetista e o modelo percebido pelo usuário, buscando identificar falhas no processo de tradução intersemiótica, ou seja, rupturas de comunicação que ocorrem quando o projetista transmite sua mensagem de metacomunicação ao usuário, impedindo a este compreendê-la da forma desejada e prejudicando assim a criação do seu modelo de uso do sistema. Em relação à interatividade, acredita-se que a aplicação do MIS para sistemas colaborativos, ao verificar como os usuários podem ou devem utilizar tais sistemas, e como podem interagir e comunicar através dos mesmos, por meio de seus signos metalingüísticos, estáticos e dinâmicos, permite verificar de forma indireta a interatividade dos mesmos, no que concerne ao grau de intervenção da experiência do sujeito na efetivação de vivências singulares realizadas em dispositivos informacionais digitais. Assim, observa-se que a aplicação do MIS pode contribuir para que a análise da qualidade da informação seja realizada de forma criteriosa, considerando os elementos da interface que contribuem na percepção da qualidade da informação disponibilizada e manipulada em ambientes digitais. Por outro lado, o MIS não apresenta elementos que possam contribuir na percepção do valor da informação disponibilizada no sistema analisado, ou seja, não é capaz de analisar se o suporte à cooperação científica apresentado pelo sistema cobre todos os aspectos relevantes desta cooperação. Tais aspectos podem ser identificados através das dimensões qualitativas operadoras que direcionam a percepção da qualidade da informação pelos usuários. Assim, acredita-se que a AQI pode ser complementar ao MIS, dado que vai além da interface do sistema e aborda a percepção qualitativa da informação compartilhada no mesmo. Desse ponto de vista, o MIS avalia a instância gerativa e a formalização/tradução em interface, enquanto que a AQI avalia a potencialidade da interface em apoiar a ágil identificação da informação, que corresponde a uma perspectiva de qualidade na instância de uso efetivo da mesma. Assim, a compreensão integral do processo pode contribuir no

8 aprimoramento que articula concepção, tradução, avaliação e uso da informação em ambientes digitais. 5. COMENTÁRIOS FINAIS As redes sociais e os serviços voltados à colaboração científica online se credenciam como importantes ambientes nos quais os padrões de qualidade de informação são pactuados e negociados. A observação de tais ambientes pode trazer elementos fundamentais ao desenvolvimento dos modelos de interação humanocomputador, assim como a expansão das dimensões de qualidade que tomam como referência os sujeitos em interação em contextos específicos. Neste sentido, o presente trabalho contribui, em termos teóricos, no sentido de permitir um melhor entendimento das questões analisadas, com base na semiótica, sob os focos da qualidade da interação e da qualidade da informação em sistemas colaborativos. Em termos práticos, a análise apresentada pelo presente trabalho pode ser um passo na direção de se desenvolver um método que incorpore, de forma integrada e complementar, tanto a interação quanto qualidade da informação percebida nos contextos de compartilhamento e colaboração científica. AGRADECIMENTO As autoras agradecem à FAPEMIG, ao CNPq e ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Web (MCT/CNPq proc /2008-6) pelo apoio à sua pesquisa. REFERÊNCIAS de Souza, C. S, Leitão, C. F., Prates, R. O., Bim, S. A., da Silva, E. J., Can inspection methods generate valid new knowledge in HCI? The case of semiotic inspection. International Jounal of Human-Computer Studies, v.68, p de Souza, C. S The semiotic engineering of human computer interaction. MIT Press, Cambridge MA. de Souza, C. S., Leitão, C. F., Prates, R. O., da Silva, E. J., The Semiotic Inspection Method. Anais do VII: IHC - Simpósio de Fatores Humanos em Sistemas Computacionais. Natal RN, p Galdo, A. M. R., Web 2.0 e Colaboração Científica: análise do uso científico-acadêmico por docentes de pósgraduação stricto sensu em Ciência da Informação no Brasil. 156 p. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação). Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação, CCE, UFSC, Florianópolis, Mantovani, C., Moura, M. A., Pesquisa científica em rede: novas mediações, práticas discursivas e atores sociais. In: Actas del Foro Iberoamericano de Comunicación y divulgacíon científica. Campinas SP.. Disponível em: Acesso em 30/04/2011. Mattos, B. A. M., Santos, R. L., Prates, R. O., Investigating the Applicability of the Semiotic Inspection Method to Collaborative Systems. Anais do Simpósio Brasileiro de Sistemas Colaborativos. Fortaleza CE, p Moura, M. A., Semiótica e mediações digitais: o processo de criação e recepção de hipermídias (Doutorado em Comunicação e Semiótica) PUC-SP, São Paulo. Moura, M. A., Folksonomias, redes sociais e a formação para o tagging literacy: desafios para a organização da informação em ambientes colaborativos virtuais. In Informação & informação (UEL. Online), v. 14, p Nehmy, R. M. Q., Paim, I., Problematização do conceito de qualidade da informação. In Perspectivas em Ciência da Informação, v.1, n. 1, p Peirce, C. S., 1992, The essential Peirce (Vols. I and II). Editado por Nathan Houser e Christian Kloesel. IN: Indiana University Press, Bloomington. Plaza, J, Tradução intersemiótica. Perspectiva, São Paulo-SP. Prates, R. O., de Souza, C. S., Barbosa, S. D. J., A method for evaluating the communicability of user interfaces. In Interactions, v. 7, n. 1, p Stockinger, P Les nouveaux produits d information: conception et sémiotique du document. Hermes, Paris. Wilson, P Second-hand Knowledge: An Inquiry into Cognitive Authority. Greenwood Press, Westport. Ziller, J., Moura, M. A., Semiose e fluxos informacionais: os agenciamentos coletivos e a condição de usuário em ambientes digitais. In Liinc em revista, v.6, n.2, p

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