CURSO JUÍZ REGIONAL DANÇA PATINAGEM ARTÍSTICA

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1 CURSO JUÍZ REGIONAL DANÇA PATINAGEM ARTÍSTICA MANUAL

2 ÍNDICE 1 NTRODUÇÃO 2 PATINAGEM ARTÍSTICA UMA FORMA DE ARTE 3 O JUIZ COMO AVALIADOR / FORMADOR 4 ÉTICA 5 PROCESSO DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO NORMATIVA AVALIAÇÃO CRITERIAL 6 SISTEMA DE ATRIBUIÇÃO DE NOTAS 7 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 8 DURANTE UMA COMPETIÇÃO / DEVERES DE UM JUÍZ 9 BASE DE DANÇA / SOLO-DANCE 10 DANÇA D.O. D.ORIGINAL D. LIVRE 11 SOLO DANCE D.O. D.CRIATIVA D.LIVRE 2

3 1 INTRODUÇÃO ARBITRAGEM: Acto ou forma de actuar como árbitro numa competição, fazendo com que seus participantes respeitem as leis e regras estabelecidas para a prática dessa competição. (Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa) AVALIAR determinar a valia ou o valor de; apreciar o merecimento de; aquilatar, reconhecer a força de, a grandeza de; estimar, prezar; orçar; computar; (Wikipédia) No actual sistema de avaliação, a diferença de 0,1 faz um campeão 3

4 2 PATINAGEM ARTÍSTICA UMA FORMA DE ARTE Neste capítulo explora-se a questão quase filosófica: Pertencerá a Patinagem Artística ao campo das Artes? Criar uma dança, um programa, pertence ao campo das Artes criativas. A performance dessa mesma dança pertence por seu lado ao campo das Artes de representação. No entanto a Patinagem Artística (PA) é considerada Desporto. Tudo isto levanta a questão: poderá algum Desporto ser considerado Arte também? Se assim for, então a PA deverá ser analisada dentro dos parâmetros do que é Arte. É frequente encontrar críticos de Arte e filósofos com diferente opiniões sobre o que é e o que não é Arte e o que pertence ao campo das Artes ( consultar Bullock & Stallybrass, 1983, sobre definição de Arte ). Sendo uma forma de Arte, não poderemos esperar um alto grau de consenso entre os juízes de PA quando avaliam os aspectos artísticos de um programa. O termo em inglês para a nota B - artistic impression ( impressão artística ) define bem o grau de subjectividade, e está definido pela ISU (1988): O termo impressão define a real dificuldade em avaliar os aspectos artísticos de um programa. Até um certo ponto essa avaliação está dependente da sensibilidade artística do juiz e nunca será a mesma de juiz para juiz. No entanto existem critérios bem definidos que deverão ser utilizados para tornar o ajuizamento mais consistente e justo. O juiz deverá perguntar-se se os programas reflectem esses critérios em vez de basearem as suas notas em gostos pessoais. PATINAGEM ARTÍSTICA É UM DESPORTO. Ao contrário de atletas doutras modalidades, os patinadores artísticos têm de ser excelentes em vários campos. Primeiro que tudo a PA é um Desporto que requer dos atletas excelentes qualidades físicas como força muscular; a capacidade de conseguir rápidas contracções musculares para a obtenção de saltos duplos e triplos, mas acima de tudo uma excelente resistência física com vista à execução dos programas que exigem do atleta o máximo do seu potencial desde o primeiro até ao último segundo, inclusive. 4

5 PATINAGEM ARTÍSTICA É ARTE. Mas para além de ser um Desporto, a PA é também uma forma de Arte, pelo menos quando praticada como deve ser. O patinador deverá interpretar o carácter de uma música assim como qualquer cantor, bailarino ou qualquer outro artista dentro do domínio musical. Existe uma outra característica que é comum às Artes: o processo criativo. Para montar um programa é necessário construir, criar a música, o fato, a coreografia. No que diz respeito à coreografia, para Dewey (1953) o processo da construção coreográfica de um programa não é de todo diferente do processo criativo das Artes. Esse processo começa por uma ideia que será desenvolvida até a um produto final. Outro exemplo do processo criativo é-nos dado por Wallas (1926): 1- preparação, 2- incubação, 3- iluminação, 4- verificação. Mas para que possa acontecer Arte na PA será necessário uma competência técnica ao mais alto nível por parte do patinador. No ballet acontece exactamente o mesmo: sem técnica e domínio total, a capacidade de comunicar e de se expressar tornar-se-á desastrada, senão impossível. Na PA a primeira nota é a Técnica. Com isto a FIRS reflecte a importância do domínio técnico na PA. PODERÁ DESPORTO SER CONSIDERADO ARTE? São muitos os que não consideram a PA uma forma de Arte (p.e. Cordner, 1988), sobretudo por ser um Desporto. Qualquer forma de Arte, no seu verdadeiro sentido, deverá no mínimo poder expressar aspectos da vida quotidiana como a moral contemporânea, problemas sociais e políticos. Esta possibilidade de os poder representar é intrínseca à concepção de Arte, deste modo poderei afirmar que sem isso uma qualquer actividade não poderá contar como uma forma de Arte Best, Para Cordner o Desporto não é Arte pois não envolve a criação de algo com vista a uma contemplação: 5

6 O foco de atenção por parte de um artista na criação é que ele procura produzir algo não só com uma certa aparência, mas com uma aparência que tenha algo a ver com o seu eu. Isto quer dizer que procura criar algo com o objectivo da contemplação. Pelo contrário, o patinador procura que a aparência do que produz seja relacionada e avaliada relativamente a algo antecipadamente objectivado: o que é suposto pertencer a uma boa execução. Lendo Cordner podemos concluir que a razão para não considerar Desporto uma forma de Arte é que ele não concebe a possibilidade da Arte se desenvolver num ambiente competitivo. Com tudo isto poder-se-á concluir que, embora Desporto não é Arte - ainda se aplique à maior parte dos Desportos, o mesmo não acontece para a PA moderna. Na verdade a PA moderna deverá ser tratada e encarada como uma forma de Arte embora sujeita a uma avaliação criterial e normativa (da qual falaremos mais tarde). Como já vimos, a nota B (artistic impression) detém menos consenso entre os juízes do que a nota A, embora existindo critérios bem definidos para a mesma. A PA como forma de expressão artística deverá ser apoiada e desenvolvida. Ao juiz cabe um papel bastante importante neste processo. Para que possa com a sua avaliação reflectir esta directriz, o juiz ( para além de ser conhecedor de todas as regras técnicas) deverá procurar formar-se e informar-se sobre as várias actividades do campo das Artes. Deverá tentar assistir a bailados, concertos, ópera, teatro e estar informado sobre a história e o mundo contemporâneo. 6

7 3 O JUIZ COMO AVALIADOR / FORMADOR Um juiz não é só um avaliador, mas também um formador. Ao avaliar o juiz informa o atleta acerca das suas qualidades técnicas e artísticas (embora o valor artístico esteja condicionado pelo valor técnico), tendo como referências os critérios de avaliação, os coeficientes de dificuldade - referências criteriais. A perfeita consciência do grau de evolução actual da patinagem artística mundial, que se encontra normalmente espelhado nos coeficientes de dificuldade para cada elemento técnico (o coeficiente de um elemento decresce à medida que vão aparecendo outros graus de dificuldade de execução), também deverá ser algo presente na sua apreciação. Mas um juiz também forma quando nas suas notas está reflectido o que pretende da e para a patinagem. Mas a subjectividade existe neste campo. A subjectividade é algo que deverá ser minimizada, no entanto cada juiz possui referências sociais, culturais diferentes de todos os outros, logo a forma como vê as coisas e deseja são diferentes também. Um juiz, num programa sem penalizações, ao descer na nota B está a indicar que a atleta necessita melhorar a sua apresentação; a sua expressividade. As sensibilidades na apreciação de comportamentos são diversas. Por exemplo: perante um comportamento pouco dignificante por parte de um atleta decerto que haverá por parte dos juízes reacções diversas também. Uns irão reflectir o seu desagrado de forma mais severa que outros. As notas exibidas deverão ser sempre dados importantes para os atletas e técnicos equacionarem com vista a uma evolução. O juiz deverá assumir a responsabilidade não só de avaliar criterial e normativamente, mas também de formar. O juiz deverá estar consciente da importância do seu papel no processo da competição desportiva, tentando manter-se informado e actualizado para cada prova ou competição. 7

8 4 ÉTICA DESPORTIVA ETICA E ESPÍRITO DESPORTIVO Muitas das doenças do desporto moderno, seja qual for o seu nível de prática, são atribuídas à importância excessiva que é dada às vitórias por aqueles que nele estão envolvidos. O doping, a violência, as injúrias aos juízes são, essencialmente, devidos ao reforço do conceito de que a vitória é tudo o que interessa. Todos estes factores, são elementos negativos que deformam o desporto, o aniquilam e descaracterizam. Como é óbvio, o respeito pelo regulamento das modalidades é o primeiro factor que condiciona as tentativas dos participantes a procurarem a vitória a todo o custo, mas também a noção de ética e de espírito desportivo têm um papel fundamental neste âmbito. A Ética, o Fair Play, o Espírito Desportivo, significam muito mais do que cumprir o regulamento. É um modo de pensar, não só um comportamento. As provas e as competições são oportunidades com o objectivo de atingir a vitória, mas é preciso respeitar as regras. É necessário respeitar todos os intervenientes da competição, respeitar os juizes, respeitar e aceitar as decisões do monitor/treinador, dar a todos a igualdade e oportunidade de participar, ter modéstia no momento de vitória, manter o auto-controlo em todas as circunstâncias e não ingerir quaisquer substâncias dopantes. A satisfação pessoal e o amor ao desporto, só são gratificantes quando se joga limpo e aqueles que usam a desonestidade não são verdadeiros vencedores. A realidade quotidiana mostra que o desporto, sob acção de diversos factores, se afasta, muitas vezes, da confirmação das suas potencialidades e do desempenho do seu papel formativo e educativo. Na verdade, tem-se verificado um acréscimo significativo de situações conflituosas e a competição é disputada à margem das regras e dos regulamentos. Mas é, ainda mais importante, crucial, que todos os agentes envolvidos no processo desportivo, os praticantes, os treinadores, os dirigentes desportivos e o público, em situação de discordância com a decisão do juiz, a respeitem e que esta seja considerada por todos como eticamente irrepreensível. 8

9 O regulamento geral e específico de uma modalidade é o pilar para uma conduta ética desportiva. Nele estão todas as normas para que uma prova ou competição se possa desenrolar dentro de um espírito desportivo que se deseja saudável. Ética desportiva não passa só pelo cumprir das regras; Passa também pela forma como estas são cumpridas e pelo comportamento de todos os intervenientes numa competição. Cumprir regras é fundamental. Mas para as podermos cumprir deveremos estar informados e actualizados. Como é óbvio, a problemática da ética encontra-se sempre subjacente à actuação do juiz-árbitro ou do juiz de cotação, uma vez que é ele o responsável pelo cumprimento do regulamento. Errar é humano. Os juízes erram. Mas esse erro tem de ser minimizado. Errar por falta de informação não é erro. É incompetência! Mais uma vez lembramos que é de extrema importância que os juízes estejam bem preparados, não só para aplicarem regras como também poderem argumentar as suas decisões no caso de necessidade. A patinagem artística é um desporto onde a subjectividade está bastante presente e em demasia, pensamos nós. Minimizar essa subjectividade, através não só do cumprimento das regras, mas sobretudo da existência de regras cada vez mais explícitas, é imperativo. Só assim poderemos proporcionar a todos os atletas um ambiente saudável de competição, onde a confiança na avaliação seja algo inquestionável. Respeitar a modalidade para podermos ser respeitados no seu meio. 9

10 5 PROCESSO DE AVALIAÇÃO Quanto ao processo de classificação dos atletas encontramos dois tipos de avaliação: AVALIÇÃO NORMATIVA (ou de posicionamento); AVALIAÇÃO CRITERIAL (ou de domínio). AVALIAÇÃO NORMATIVA (padrões relativos) É uma avaliação que situa o desempenho do patinador numa distribuição estatística tendo como referência o desempenho de outros trata-se de uma classificação relativa e que depende do valor dos outros indivíduos em competição. Deste modo, baseia-se na comparação de resultados de um patinador em relação ao grupo, colocando-o numa escala, atribuindo-lhe o 1º, 2º, 3º, etc., lugares. AVALIAÇÃO CRITERIAL (padrões absolutos) Este tipo de avaliação está sujeita a uma tabela de critérios de êxito; de comportamento esperado. Assim sendo o juiz poderá avaliar o patinador utilizando uma escala numérica onde se encontram expressos os critérios de domínio (tabela de classificação). 10

11 6 SISTEMA DE ATRIBUIÇÃO DE NOTAS Numa prova de patinagem artística o juiz será provido de um sistema que permita tornar visível a pontuação que atribui a cada patinador. Este sistema poderá ser eléctrico, digital ou manual. O mais usual é o sistema manual que consiste num painel de notas contendo dois conjuntos de números de 0 a 10, através do qual o juiz pontuará os diversos atletas. O conjunto de cor preta refere-se aos valores inteiros. O conjunto de cor vermelha refere-se aos valores decimais. 7 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Os critérios de avaliação aplicados para a patinagem artística sobre rodas são os expressos na seguinte tabela: 0.0 Não patinado 5.0 a 5.9 Médio 0.1 a 0.9 Extremamente mau 6.0 a 6.9 Satisfatório 1.0 a 1.9 Muito pobre 7.0 a 7.9 Bom 2.0 a 2.9 Pobre 8.0 a 8.9 Muito bom 3.0 a 3.9 Deficiente 9.0 a 9.9 Excelente 4.0 a 4.9 Médio menos 10 Perfeito Os valores inteiros indicam a qualificação geral do atleta ou par. As décimas de 0.1 a 0.9 serão adicionadas para melhor distinguir os concorrentes. 11

12 8 DURANTE UMA COMPETIÇÃO A) Os juízes deverão comparecer na sala de reuniões 30m antes da prova; B) O Juiz deverá estar nas suas plenas formas físicas e mentais; C) O Juiz deverá estar vestido dentro das normas explícitas no RGPA; D) O Juiz deverá levar um calçado cómodo com vista a poder aguentar algumas horas de pé (será preferível uma sola de borracha dado não incomodar tanto o patinador enquanto se caminha); E) O Juiz deverá dar uma imagem de seriedade enquanto ajuíza; F) Os juízes deverão observar os patinadores durante as sessões de treino, sem contudo fazerem um pré-ajuizamento da competição nem tecerem qualquer comentário com os outros juízes. G) A cada juiz será proporcionado um sistema de avaliação. Em caso de necessidade o juiz será informado sobre o seu funcionamento antes do início da competição. H) A cada juiz será entregue uma lista de concorrentes por ordem de saída, onde deverá estar constado os grupos de aquecimento e a ordem de saída para cada figura obrigatória, dança obrigatória, OD e OSP. I) Cada juiz terá a seu dispor pequenos papeis, onde deverá indicar o seu nº de juiz e escrever a sua pontuação e que serão posteriormente entregues ao Juiz-arbitro. J) Para cada figura obrigatória, dança obrigatória, OD, OSP, o juiz receberá lista de patinadores com a ordem de saída. Essa lista será recolhida após a execução de cada figura/dança pelo Juiz-Adjunto e uma nova lista ser-lhe-á atribuída com a ordem de saída correcta para a figura/dança seguinte. K) Após o atleta ter actuado, o juiz deverá registar a sua avaliação de imediato. L) O juiz deverá escrever a nota A e a nota B (quando existente) nos pequenos papéis que lhe foram atribuídos. Esses papéis serão analisados pelo Juiz-arbitro ao fim de cada actuação e antes da atribuição pública das notas A e B. M) O juiz deverá seguir as instruções do Juiz-Árbitro quando o regulamento assim o exige. N) Após o juiz-arbitro dar ordem para que a pontuação seja publicamente exibida, o juiz deverá faze-lo, sendo essa pontuação comparada com a que se encontra escrita. O) Em caso de discrepância entre a pontuação atribuída publicamente e a escrita o juiz deverá ajustar a pontuação para que corresponda à que se encontra em poder do juizarbitro, dado ser essa a pontuação oficial. 12

13 P) Após a primeira prova, o Juiz-arbitro efectuará a média (retirando previamente as notas mais alta e mais baixa) das diversas classificações (nota-padrão), sendo o juiz informado sobre a mesma. Q) Se necessário o juiz deverá ajustar a sua pontuação de modo a que o desvio não seja superior a 0.2 da nota-padrão. R) O Juiz não poderá falar com os seus colegas Juízes enquanto ajuíza. Só poderá dirigir-se ao Juíz-Árbitro em caso extremo de necessidade; S) Em caso algum um Juiz deverá copiar a avaliação de um colega. No caso de isso acontecer o Juíz-àrbitro deverá actuar avisando o Juiz uma vez. No caso de tal acto se repetir, o Juíz-Árbitro deverá convidar o Juiz a retirar-se da prova e substituí-lo de imediato; T) No caso de um Juiz cometer um erro na sua avaliação, não deverá ficar nervoso pois isso afectará a sua concentração. Deverá assumir o erro, tentar esquecê-lo e continuar a pontuar normalmente. A classificação final obtém-se por vitórias dos Juízes e esse erro será corrigido por os seus colegas; U) Em caso de necessidade o Juíz-Árbitro reunirá com os Juízes com vista a decidirem sobre os elementos a serem repetidos, no caso das provas: Preliminares, Promoção I, II e III. V) Em caso de necessidade, o Juíz-Árbitro poderá pedir uma reunião durante uma prova. W) Após o juiz-arbitro dar ordem para que a avaliação seja publicamente exibida, o juiz deverá faze-lo; X) Um Juiz deverá manter-se em permanente contacto com a modalidade. Deverá estar plenamente informado sobre as regras da competição. Em caso de dúvida, e durante qualquer momento da competição, deverá dirigir-se ao Juíz-Árbitro para que este o possa esclarecer. Y) O Juiz deverá ser isento; imparcial na sua avaliação. Não deverá influenciar-se por nomes sonantes; classificações anteriores; treinos; comentários externos. Z) Qualquer tipo de pressão externa que um Juiz sinta com vista a condicionar a sua avaliação, deverá ser de imediato relatada ao director de prova. 13

14 9 BASE DE DANÇA / SOLO-DANCE NOÇÕES BÁSICAS EIXO LONGITUDINAL O eixo longitudinal é uma linha imaginária paralela ao lado mais longo do ringue, dividindo-o em duas partes iguais. EIXO TRANSVERSAL O eixo transversal é uma linha imaginária paralela ao lado mais curto do ringue, dividindo-o em duas partes iguais e que intercepta perpendicularmente o eixo longitudinal no centro do ringue. EIXO CONTÍNUO O eixo contínuo é uma linha imaginária que se estende ao longo do perímetro interno do ringue e sobre o qual são desenhados os diagramas. Tem uma forma oval, sendo composto por duas partes paralelas que acompanham os lados mais longos do ringue, e duas partes semicirculares que acompanham o lado mais curto do ringue. 14

15 EIXO DA DANÇA O eixo da dança é o ângulo que um lóbulo da dança forma com o eixo contínuo. O eixo da dança deverá necessariamente variar consoante as dimensões do ringue com vista a que o diagrama possa ser cumprido. LÓBULO Lóbulo é um passo, ou sequência de passos sobre um dos lados do eixo contínuo, descrevendo um semicírculo. DIAGRAMA O diagrama é um desenho imaginário de uma dança sobre a superfície do ringue. No diagrama de uma dança estão especificadas as sequências dos passos; a relação dos passos com a música e o seu envolvimento com o eixo contínuo, transversal e longitudinal. 15

16 COMO LER UM DIAGRAMA Para que o diagrama seja de fácil leitura os passos encontram-se numerados, sendo a dança iniciada ao passo nº1. Junto ao diagrama encontra-se uma tabela com os nºs dos passos e respectiva nomenclatura que passamos a descrever: D (R) Direito (right) CH Chassê E (L) Esquerdo (left) X-CH Chassê cruzado F (F) Frente (forward) XT (XB) Cruzado atrás T (B) Trás (backward) E (O) Exterior (outside) I (I) Interior (Inside) Deverá fazer-se a leitura da seguinte forma: PORTUGUES 1º rodado do passo 2º sentido do passo 3º pé sobre o qual o passo é executado. Por exemplo: EFE exterior frente esquerdo IFD interior frente direito 16

17 INGLÊS 1º pé sobre o qual o passo é executado 2º sentido do passo 3º rodado do passo. Por exemplo: LFO left forward - outside RBO right backward - outside Quando existe / o mesmo significa que existe a alteração de rodado sobre o mesmo pé. Por exemplo: E/IFE exterior/interior frente esquerdo O tempo de cada passo esta indicado ao longo do desenho de cada passo através de pequenos números. Quando os patinadores patinam sobre um só traçado, o mesmo está representado através de uma só linha também. 17

18 SEQUÊNCIA O Diagrama de algumas danças, como a Valsa Vienense, utiliza por inteiro um ringue. Neste caso 1 sequência corresponde a 1 volta ao ringue. Outros diagramas, como o do Quickstep, utilizam somente metade de um circuito de ringue. Neste caso 1 sequência corresponde a ½ volta ao ringue. 18

19 Existem ainda danças que, consoante o ringue tem 20x40 ou menos de 20x40, poderão utilizar o mesmo diagrama em ½ circuito de ringue ou 1 num circuito completo de ringue. Temos por exemplo o caso do Keats Foxtrot. AND-POSITION A and-position é a relação de paralelismo que existe entre o patim livre e o patim portador no momento de passagem do patim livre a patim portador e vice-versa, com vista à execução do passo seguinte. Nesse momento o patim livre deverá encontrar-se paralelo ao solo e o mais próximo possível do patim portador, adoptando o ângulo mais apropriado com o patim portador de forma a iniciar o próximo passo. INCLINAÇÃO Inclinação é o deslocamento angular que o corpo do atleta efectua para o interior de um lóbulo, partindo da linha ideal que passa pelo seu baricentro. MUDANÇA DE INCLINAÇÃO Mudança de inclinação é a deslocação do peso do corpo de um patim para o outro com vista à execução de um mesmo rodado com pés diferentes ou na troca de lóbulos. 19

20 POSTURA È a atitude que o corpo assume enquanto se patina. ESTILO INTERNACIONAL O estilo internacional define, de uma forma geral, como o par se deverá apresentar em provas de dança. O par deverá patinar próximo um do outro. A postura do par deverá ser correcta mas não rígida; o corpo não deve estar inclinado para a frente. Qualquer elevação ou flexão de pernas deverão ser efectuadas flectindo/estendendo o joelho da perna portadora, mantendo contudo uma linha de corpo correcta. A cabeça deverá estar levantada e os olhos deverão evitar o solo. A perna portadora deverá assumir uma atitude elástica quando o joelho flecte/estende. De uma forma geral, o joelho e a ponta do pé da perna portadora deverão estar ligeiramente virados para fora. Movimentos rígidos e violentos deverão ser evitados. A dança deverá dar a impressão de estar a ser executada sem dificuldade. Todos os passos e movimentos deverão estar perfeitamente coordenados entre os elementos do par. A velocidade tem mérito, no entanto não deve nunca sobrepor-se ao estilo. 20

21 DEFINIÇÃO DE PASSOS E ROTAÇÕES FUNDAMENTAIS UTILIZADOS NA DANÇA SOBRE PATINS TODOS OS PASSOS AQUI DESCRITOS PODERÃO SER EXECUTADOS EM QUALQUER DIRECÇÃO E SENTIDO PASSOS FUNDAMENTAIS STROKE Exteriores/Interiores(passo de velocidade) É um passo exterior ou interior que se inicia com o patim do pé livre junto do pé portador, sem que exista cruzamento à frente ou atrás. STROKE CRUZADO (cross stroke) É um passo onde o pé livre se apoia no solo ao longo da linha exterior que o patim portador executa, cruzando-a. A velocidade obtém-se através da pressão sobre as rodas exteriores do patim que irá passar a livre. O rodado que o novo patim portador executa é interior. CRUZADO À FRENTE É um passo onde o pé livre se apoia no solo ao lado da parte externa do patim portador, fazendo com que os gémeos da perna livre se cruzem e entrem em contacto com a tíbia da perna portadora. O rodado que o novo patim portador executa tanto poderá ser interior como exterior. CRUZADO ATRÁS É um passo onde o pé livre se apoia no solo ao lado da parte externa do patim portador, fazendo com que a tíbia da perna livre se cruze com os gémeos da perna portadora. O rodado que o novo patim portador executa tanto poderá ser interior como exterior. 21

22 CORRIDO ( PROGRESSIVE ou RUN ) O corrido é um passo bastante comum. Encontra-se em quase todas as danças obrigatórias assim como nas DO e danças livres. O corrido para a frente executa-se apoiando o patim do pé livre junto ao pé portador ultrapassando-o, mas não o cruzando. A diferença entre o corrido é o stroke cruzado está na forma de apoiar o patim que será portador. De facto, no corrido o pé livre deverá apoiar-se junto da parte interna do pé portador. A perna que ficará livre, depois do corrido, poderá cruzar ligeiramente o traçado da perna portadora. Para a execução de um corrido para trás a técnica é exactamente a mesma, mas aqui o antigo pé portador adquire velocidade alongando-se à frente do novo pé portador. O erro mais grave neste passo é o cruzamento do pé livre à frente (ou atrás, caso se patine para trás) do pé portador. FLAT É a execução de um passo sem qualquer rodado. No Paso Doble, por exemplo, um dos passos característicos é a execução do resvalar repetido dos dois patins com as oito rodas no chão sem qualquer rodado (portanto FLAT). (passos 8 e 9) 22

23 CHASSÊ ( raised ) É um passo em que o patim da perna livre deverá apoiar-se junto e paralelamente ao patim da perna portadora, sem o ultrapassar. O novo patim livre deverá elevar-se, permanecendo junto do patim portador, com as rodas paralelas e a uma distância ideal do solo (1/2 roda). Os erros mais graves são quando, inicialmente, o pé livre não se apoia paralelamente junto do pé portador e quando o novo patim livre se eleva com as rodas não paralelas ao solo e a uma altura exagerada. CHASSÊ CRUZADO É um chassê onde é executado um cruzado atrás ou um cruzado à frente conforme se patine para a frente ou para trás. Após o cruzamento a nova perna livre eleva-se e desloca-se à volta do patim da perna portadora de forma a colocar-se ao seu lado paralelamente e a uma altura mínima do solo. CUT-STEP É um chassê em que a perna livre em vez de se colocar ao lado da perna portadora (and-position), se alonga à frente ou atrás. ROLL É um simples rodado exterior seguido de um outro rodado exterior. O que caracteriza este passo é a oscilação da inclinação do par na sua execução. 23

24 CROSS-ROLL É um ROLL onde o pé livre cruza o pé portador antes de ser apoiar no solo. O rodado do novo pé portador deverá ser exterior. SWING (balanceio) É uma oscilação da perna livre trás-frente ou frente-trás, sobre o plano sagital, enquanto o patim portador executa um rodado. O tempo de execução de um swing demora algumas batidas musicais. Após a execução do swing a perna livre deverá assumir a and-position para se poder iniciar o próximo passo. ESPIRAL É uma curva que aumenta ou diminui de diâmetro de forma constante e, desta forma, se afasta ou aproxima de um centro imaginário. O patim livre poderá estar ou não apoiado (travão ou rodas). ARABESCO É uma posição em que a perna livre se estende à frente ou atrás sobre o plano sagital, formando uma linha perfeita com o tronco (que deverá estar inclinado para a frente ou arqueado, consoante a perna se estende atrás ou à frente). A perna poderá também estar mais elevada do que a linha do tronco. PIVOT É a rotação de um patim sobre o seu travão, enquanto o outro patim descreve um círculo à volta dele. 24

25 BOUCLE Consiste em percorrer 5 arcos de círculo de 3 raios diferentes ligados entre si de modo a obter um traçado único, efectuando assim uma alteração de pressão sobre o patim em 4 pontos distintos, mantendo sempre o mesmo rodado. ROTAÇÕES / VIRAGENS FUNDAMENTAIS TRÊS É uma inversão do sentido de marcha executada sobre um patim com mudança de rodado. O sentido de rotação é igual ao do lóbulo que se executa. CONTRA-TRÊS É uma inversão do sentido de marcha executada sobre um patim com mudança de rodado. O sentido de rotação é contrário ao do lóbulo que se executa. TRÊS DIVERGENTE É uma inversão do sentido de marcha executada sobre um patim com mudança lóbulo e sem mudança de rodado. O sentido de rotação é igual ao do lóbulo que precede a rotação. 25

26 CONTRA-TRÊS DIVERGENTE É uma inversão do sentido de marcha executada sobre um patim com mudança lóbulo e sem mudança de rodado. O sentido de rotação é contrário ao do lóbulo que precede a rotação. TWIZZLE É uma rotação extremamente rápida de 1 volta,com a perna livre junto à portadora em que se executa um contra-três divergente exterior seguido de um três (Tango Argentino - passo 23 da senhora). Inicia-se com um passo EF com uma torção do tronco contrária ao sentido do lóbulo que se patina enquanto a perna livre se encontra alongada à frente. De imediato o patim livre deverá entrar em contacto com o calcanhar da perna portadora com vista a estar pronto para executar o passo EF que conclui a rotação. MOHAWK É uma inversão do sentido de marcha executada através da mudança de pé, sem mudança de rodado. MOHAWK ABERTO É um mohawk em que o patim livre se apoia no solo junto ao lado interior do patim portador (aproximadamente a meio do mesmo). O novo patim livre coloca-se atrás do calcanhar do patim portador; ao lado do patim portador, ou alongado atrás. MOHAWK FECHADO É um mohawk em que o patim livre se apoia no solo entrando em contacto com o calcanhar (do seu lado exterior) do patim portador. O novo patim livre elevase à frente da nova perna portadora. 26

27 CHOCTAW É uma inversão do sentido de marcha executada através da mudança de pé e com mudança de rodado. CHOCTAW ABERTO É um choctaw em que o patim livre se apoia no solo junto ao lado interior do patim portador (aproximadamente a meio do mesmo). O novo patim livre coloca-se atrás do calcanhar do patim portador; ao lado do patim portador, ou alongado atrás. CHOCTAW FECHADO É um choctaw em que o patim livre se apoia no solo entrando em contacto com o calcanhar (do seu lado exterior) do patim portador. O novo patim livre elevase à frente da nova perna portadora. 27

28 POSIÇÕES DE DANÇA MÃO-NA-MÃO Os patinadores patinam na mesma direcção, lado-a-lado com os braços confortavelmente estendidos. A mão direita do patinador segura a mão esquerda da patinadora, ou vice versa mediante a patinadora esteja do lado direito ou esquerdo do patinador. mão-na-mão POSIÇÃO DE VALSA Os patinadores encontram-se virados um para o outro. Um patina para a frente e outro para trás. Os corpos dos patinadores devem assumir um completo paralelismo entre si (ombros, ancas, pernas). O braço esquerdo do patinador e o braço direito da patinadora devem estar estendidos, de mãos unidas à altura dos ombros. A mão direita do patinador deve estar sobre a omoplata esquerda da senhora e a mão esquerda da patinadora sobre o ombro direito do patinador e os seus cotovelos deverão estar apoiados um no outro. Em algumas danças esta posição evolui para SEMI-VAlSA onde os patinadores mantêm o paralelismo de ombros embora patinem ligeiramente lado-a-lado. valsa 28

29 POSIÇÃO DE FOXTROT É uma transformação da posição de valsa. Mãos e braços mantêm-se iguais, no entanto os patinadores deslocam-se no mesmo sentido de ancas perpendiculares ao sentido da marcha. A mão direita da patinadora e a esquerda do patinador encontram-se unidas à frente. A patinadora encontra-se do lado direito do patinador. Em algumas danças esta posição evolui para a posição de FOXTROT INVERTIDO, em que a patinadora se encontra do lado esquerdo do patinador. POSIÇÃO DE PROMENADE É muito similar à posição de valsa. Ambos os patinadores deslocam-se no mesmo sentido, contudo são os cotovelos, que se encontram apoiados uns sobre o outro, que lideram o sentido da marcha. promenade POSIÇÃO DE TANGO Posição de braços e mãos igual à posição de valsa, com os patinadores a deslocarem-se em sentidos opostos. No entanto as ancas de ambos dos patinadores devem posicionar-se em linha com a patinadora do lado direito do patinador. Existe também a posição de TANGO INVERTIDO onde a patinadora se posiciona do lado esquerdo do patinador. tango 29

30 POSIÇÃO DE TANDEM Os patinadores encontram-se um à frente do outro deslocando-se no mesmo sentido fazendo assim com que o traçado executado pelos patinadores se sobreponha. As mãos e braços poderão assumir duas posições: - As mãos dos patinadores poderão apoiar-se sobre as ancas da patinadora; - As mãos direitas dos patinadores apoiam-se na anca direita da patinadora enquanto que os braços esquerdos se encontram estendidos externamente com as mãos unidas. tandem POSIÇÂO DE KILIAN Os patinadores deslocam-se no mesmo sentido com a patinadora do lado direito do patinador e o ombro direito do patinador atrás do ombro esquerdo da patinadora. O braço esquerdo da patinadora estende-se pela frente do corpo do patinador encontrando a mão esquerda do patinador. O braço direito do patinador estende-se pelas costas da patinadora unindo a mão direita da patinadora e apoiando-as sobre o lado direito da anca da patinadora. kilian 30

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