A DANÇA MACABRA COMO LINGUAGEM CORPORAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A DANÇA MACABRA COMO LINGUAGEM CORPORAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA"

Transcrição

1 1 A DANÇA MACABRA COMO LINGUAGEM CORPORAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA MACHADO, Simone Borges (SEED PDE) Introdução As mudanças ocorridas na disciplina Educação Física, dentro do espaço escolar, nos últimos anos, tanto no âmbito estadual, quanto no nacional vieram contribuir para a diversificação na aplicabilidade de seus conteúdos. Estas mudanças levaram o professor da disciplina a uma busca constante de novas possibilidades de ensino e assim, a estudos mais aprofundados dos conceitos científicos que envolvem a Cultura Corporal. Esses estudos voltam-se, desta forma, aos elementos presentes nas manifestações corporais de nossa cultura. O homem, seu corpo e a forma como interage com os demais, são elementos a serem estudados para uma melhor compreensão das relações humanas. Desta forma, a Dança, inserida como conteúdo estruturante da disciplina Educação Física no Estado do Paraná, conforme proposto pelas Diretrizes da Educação Física (PARANÁ, 2008) contribui para essa compreensão, pois abrange um grande leque de possibilidades no que se refere ao trabalho corporal. Por meio de sua efetiva prática pedagógica, o professor com ela comprometido, se sente estimulado a buscar informações em diferentes áreas do conhecimento humano. Entre as diversas áreas do conhecimento humano, encontra-se a Cultura Corporal, que abrange o conhecimento produzido e acumulado em relação ao corpo, considerando-o enquanto unidade (MAYER, 2005, p.01). O trabalho com o corpo, elemento de estudo da Educação Física, dentro desta perspectiva, envolve conhecimento, contextualização e principalmente linguagem, já que é um importante meio de comunicação entre os homens. Strazzacappa justifica a importância desta afirmativa no parágrafo abaixo: O indivíduo age no mundo através de seu corpo, mais especificamente através do movimento. É o movimento corporal que possibilita às pessoas se 1

2 2 comunicarem, trabalharem, aprenderem, sentirem o mundo e serem sentidos (STRAZZACAPPA, 2001, p.01). O professor de Educação Física, ao buscar conhecimentos relacionados ao corpo e ao movimento corporal pode encontrar elementos importantes da História e da Arte para a efetiva aplicabilidade deste conteúdo. Com isso, os educandos, cientes desses conceitos, podem fazer uso dos conhecimentos contidos nessas áreas, que são importantes para a formação do ser humano como integrante da sociedade. Ao relacionar a História com a Dança, como conteúdo da Educação Física, o professor leva seus alunos a apreender conhecimentos acerca de outras épocas, para com isso conhecerem outras culturas, outros valores e costumes. Ora, a obra de uma sociedade que remodela, segundo suas necessidades, o solo em que vive é, todos intuem isso, um fato eminentemente histórico. Assim como as vicissitudes de um poderoso núcleo de trocas. Através de um exemplo bem característico da topografia do saber, eis portanto, de um lado, um ponto de sobreposição onde a aliança de duas disciplinas revela-se indispensável a qualquer tentativa de explicação [...] (BLOCH, 2002, p.54). A pintura e o teatro também são elementos artísticos que contribuem com essa proposta educacional, quando expressam em suas obras, manifestações corporais. Portanto, fazer relações de acontecimentos sociais entre uma época distante e a nossa, por meio da História e da Dança, pode tornar-se um importante meio para a transmissão de conhecimentos, quando trabalhado com propriedade científica. O tema a ser abordado tem como objetivo evidenciar que a transmissão de mensagens corporais influenciava no comportamento de pessoas integrantes da sociedade de uma época remota. Essas pessoas tinham sentimentos que ainda estão presentes na população da sociedade atual. Nessa perspectiva, a Dança Macabra, manifestação corporal ocorrida no século XIV, pode favorecer o enriquecimento cultural e corporal do educando, envolvendo elementos educacionais relevantes, dentro do espaço escolar. Desta forma, possibilita mostrar à população discente a capacidade que a Dança tem de comunicar. 2

3 3 Educação Física e História: Diferentes ciências para um estudo sobre a Dança Por meio da história o homem consegue adquirir conhecimentos acerca de fatos e acontecimentos passados que podem ser relacionados com o presente. Independente da época em que ocorreu, um acontecimento passado pode exercer influência sobre a humanidade atual. Caracteriza-se como um movimento dialético em que o passado e o presente se relacionam. O historiador Le Goff, no livro O ofício do Historiador, explica esta relação: O presente bem referenciado e definido dá início ao processo fundamental do ofício do historiador: compreender o presente pelo passado e, correlativamente, compreender o passado pelo presente (LE GOFF in BLOCH, 2002, p. 25). Por meio de buscas históricas, a Dança na escola, como meio de expressividade e linguagem corporal pode estabelecer relações com o passado, como também se tornar um instrumento de transmissão do conhecimento. Dentro deste princípio, a história contribui para o desenvolvimento do homem, principalmente do educador. Mas, o processo de aprendizagem deve estar voltado para a realidade, contextualizado de forma que o educando consiga apreender o conhecimento histórico e relacioná-lo com acontecimentos do presente. Cardoso & Vainfas (1997) esclarecem esta capacidade de estabelecer relações, quando afirmam que a teoria marxista envolve uma relação epistemológica dialética entre presente e passado, ou seja, um olhar crítico quanto aos acontecimentos passados e presentes e como os mesmos se relacionam. É de grande importância esse processo dialético no meio educacional, já que a escola é, neste contexto, um ambiente adequado à transmissão dos conhecimentos que os homens construíram na história. Essa importância é reforçada por estes autores, quando afirmam: Vivemos com um pé num mundo ainda presente mas em vias de superação (o das primeiras revoluções industriais, com suas concentrações fabris e urbanas, com sua ênfase na palavra escrita, com suas lutas sociais específicas e conhecidas) e outro pé num mundo que ainda está nascendo ( no qual o computador, ao generalizar-se em conjunto com elementos tecnológicos de informação e a robótica, poderá perfeitamente tornar anacrônicas as concentrações fabris e urbanas; em que a primazia da palavra escrita vê-se contestada; em que as lutas sociais mudam de forma e de objetivos) ( CARDOSO & VAINFAS, 1997, p. 13). 3

4 4 Portanto, o mundo atual está sujeitoàs inúmeras transformações e necessita de suportes históricos bem pautados para que os sujeitos que nele estão inseridos, não se tornem anacrônicos. Considerando as afirmações de Cardoso e Vainfas, quanto ao uso do computador e o avanço da tecnologia de informação, esse fator contribui de forma importante com as buscas históricas, possibilitando pesquisas com informações precisas e maior rapidez. Porém, esses avanços não tornam anacrônicos certos valores indispensáveis na formação da sociedade. Cada sociedade tem sua característica peculiar formada por meio dos acontecimentos nela ocorridos. E com isso, resulta-se a heterogeneidade nas relações, derivadas de diferentes objetivos de vida. Da mesma forma, a escola se instaura como um ambiente em que alunos, oriundos de diferentes meios se encontram e interagem. E nela, necessitam expressar-se como forma de comunicação de seus sentimentos como emoções, prazeres e anseios. A Dança Macabra como manifestação da linguagem corporal Conforme Portinari (1989) o período chamado Idade Média, que se estendeu desde os anos de 476 até 1453, foi marcado por guerras, invasões e outros acontecimentos que prejudicaram as relações humanas. Coube aos humanistas do Renascimento descrever esses dez séculos como uma idade de trevas, contrastando com o florescimento intelectual e artístico que se seguiu. Na verdade, as trevas predominaram nos primeiros séculos, durante os quais a pax romana ruiu sob o impacto de invasões e guerras contínuas. As cidades se despovoaram, o medo e a ignorância reinaram, e o legado greco-romano tornou-se privilégio de uns poucos letrados que o reinterpretaram segundo o código cristão (PORTINARI, 1989, p. 51). É observada então, na Idade Média, principalmente nos primeiros séculos, uma grande instabilidade que causou mudanças significativas em toda a sociedade. Aconteceram grandes transformações, inclusive a mudança de poder, que então passou a ser da Igreja. Nesse clima de instabilidade, a autoridade civil foi substituída pela eclesiástica. Todos os setores da vida pública conheceram a interferência do cristianismo triunfante (PORTINARI, 1989, p. 51). Esse período foi marcado por muito sofrimento provocado pelas guerras, pela peste e pela fome. Havia segundo Huizinga (1978) um clima de tensão e violência. 4

5 5 O autor descreve claramente este período: Mau governo, extorsões, cobiça e violência dos grandes, guerras, assaltos, escassez, miséria e peste a isto se reduz, quase, a história da época aos olhos do povo. O sentimento geral de insegurança causado pelas guerras, pela ameaça das campanhas dos malfeitores, pela falta de confiança na justiça, era ainda por cima agravado pela obsessão da proximidade do fim do mundo, pelo medo do inferno, das bruxas e dos demônios. O pano de fundo de todos os modos de vida parecia negro. Por toda a parte as chamas do ódio se alteiam e a injustiça reina. Satã cobre com as suas asas sombrias a Terra triste. Em vão a Igreja militante combate e os pregadores fazem sermões; o mundo permanece inconvertido (HUIZINGA, 1978, p. 30). Por meio desta afirmativa, é possível perceber no povo medieval, o sentimento de medo, muito marcado principalmente no século XIV. Ele foi representado por meio da arte, sob forma de imagens e pelo teatro religioso, presente naquele período. Francastel (1982) define o poder que a arte exerce sobre o homem da seguinte forma: A arte é um instrumento de propaganda tanto nas mãos dos fracos como dos poderosos [...] O artista dá forma aos objetos e às idéias. Ele cria os mitos ou, mais exatamente, é ele que lhes dá uma figura de carne. Ora, não creio, de minha parte, na existência das idéias, independentemente de toda forma. A idéia não existe a não ser quando se exprime; escrita, palavra, imagem. A linguagem figurativa tem um papel incalculável na manifestação das mentalidades coletivas (FRANCASTEL, 1982, p.29). Na sociedade da Idade Média, a arte exercia sua função de forma bem definida, como afirma Huizinga (1978): Naqueles tempos, a arte revestia-se de vida. A sua função era a de encher de beleza as formas que a vida tomava. [...] A tarefa da arte era adornar todos estes conceitos de encanto e colorido; [...] para embelezar a vida. (p. 222). A arte também foi uma forma de expressão dos sentimentos, inclusive por meio da dança, que apesar das proibições impostas pelo clero, não deixou de existir. Em meio às crises de ordem econômica, militar, e eclesiástica, a Guerra dos Cem anos, para Boucier (1987), foi cenário dessas manifestações, a partir de 1337 até Em 1346 a epidemia da peste negra estoura e dizima um terço da população, aumentando com isso a violência das guerras. Surge então, uma forma diferente de expressar a arte. Neste contexto, não é surpreendente que os intelectuais e artistas atinjam os extremos: pesquisa de uma beleza puramente formal os grandes retóricos em literatura, o estilo gótico na arquitetura -; gosto pelo paroxismo de trágico os chorosos de Borgonha, as estátuas-cadáveres de Ligier Richier.A música 5

6 6 completa sua revolução técnica decisiva; torna-se uma arte inteiramente independente.a dança não é uma exceção nas grandes tendências da época: extremo refinamento da forma, sentido da morte em sua realidade mais brutal (BOURCIER, p. 56). A população se expressava por meio da Dança Macabra, que revelava seus temores em relação à morte. Ela era manifestada não pela sua beleza e plasticidade, mas pelo seu real significado. O sentimento negativo em relação à morte durante os últimos séculos da Idade Média é definido segundo Huizinga (1978) como Macabro, algo horrível e funesto que tem a sua origem na estratificação psicológica do medo e que foi induzida pela Igreja, ou seja, pelo pensamento religioso, como um caminho para a exortação moral. A população manifestava seu temor provocado pela representação que ainda para o mesmo autor, significava o ponto central de concepções associadas, onde a arte se apoderava desse sugestivo tema. Na literatura histórica, foram encontradas várias representações da Dança Macabra. Na representação encontrada na literatura francesa do século XIII em diante, três jovens vivos se deparam subitamente com três mortos que os avisam de seu fim próximo. Segundo Elmerich (1987), a Igreja passava a mensagem de que a morte era inevitável. Assim, as Danças Macabras, realizadas nos cemitérios obedeciam a um cortejo representado por: Adão e Eva, o anjo que os expulsou do paraíso, um esqueleto representado pela morte empunhando uma enorme foice, um cardeal, um rei ou um imperador, um burguês, um mendigo, um judeu e um pagão. Boucier (1987) ainda acrescenta que a Dança Macabra era a representação da Carola, dança de origem camponesa, que era executada para festejar colheitas. Tomada de um novo sentido, não significava mais uma manifestação de alegria. Representava então a morte, como um meio para se preservar os preceitos cristãos. Portinari (1989) afirma que a Dança Macabra foi representa pelo teatro religioso medieval, no intuito de submeter o homem aos desígnios divinos, por meio de mistérios, autos e milagres: Levadas em praças públicas ou em recintos pertencentes às igrejas, as peças misturavam passado e presente com objetivo de transmitir mensagem moralista. Assim a dança macabra teve o seu lugar nesse tipo de teatro. Simbolizava a insanidade causada pelo pecado, o flagelo da peste enviado por Deus para que os homens se arrependessem. Por vezes integrando o enredo e freqüentemente como um interlúdio, a dança era executada diante da boca do inferno que constituía o elemento mais engenhoso e realista do 6

7 7 cenário. Enquanto as labaredas crepitavam, um ator com máscara de caveira dançava de foice em punho, assustando a platéia (PORTINARI, 1989, p. 53). A descrição da Dança Macabra feita por Huizinga (1978), é de uma personagem dançante que volta quarenta vezes para conduzir os vivos, ou seja, um homem representando a morte. E que de acordo com as investigações do monsenhor Gédéon Huet, as pessoas mortas vindas do túmulo, tomavam o seu lugar na dança que assumia o formato de uma roda. Esse exemplo é representado no Totentanz retomado por Huet, onde o dançarino é o homem vivo em sua forma futura que caracteriza um duplo horrendo de sua pessoa. Por volta do fim do século XIV, a figura do dançarino passa a ser um esqueleto, na pintura de Holbein. Esta manifestação representou também uma forma de nivelar as várias profissões e categorias sociais. Nas figuras representadas pela Dança Macabra é bem evidente a diferença social dos elementos presentes nas pinturas ilustradas com figuras de ricos e pobres, reis, mendigos, mulheres, enfim, todos eram levados pela morte. Enquanto lembra aos espectadores a fragilidade e a vaidade das coisas terrenas, a dança da morte ao mesmo tempo prega a igualdade social tal como era compreendida na Idade Média, a morte nivelando as várias categorias sociais e profissões (HUIZINGA, 1978, p. 135). Mesmo a muitos séculos de distância, a arte da dança conseguiu transmitir uma mensagem de medo e, segundo Huizinga (1978), também de igualdade social para a população daquela época. A Dança assim atuou como linguagem, comunicando mensagens que foram traduzidas para a sociedade do século XIV. Hoje, a Dança, como elemento educativo na escola, estabelece sua função por meio da expressão corporal como linguagem. Favorece o educando na sua interação com a sociedade. Promove valores relevantes para a formação do homem ou para um repensar de suas ações em relação à convivência com o próximo. Assim, de uma forma bastante clara, a retomada histórica da Dança Macabra se apresenta no cenário educacional como elemento importante da linguagem corporal, que foi uma manifestação presente na realidade humana. Implementação A aplicação do conteúdo Dança Macabra foi ministrado no decorrer das aulas de Educação Física, voltadas ao público Jovem e Adulto, do Ensino Médio. As aulas foram 7

8 8 organizadas com a transmissão de conteúdos práticos e teóricos, já que a escola é responsável pela apropriação de saberes científicos. Relacionados com conteúdos da disciplina Educação Física, esses conteúdos mesclaram-se entre atividades que envolvem movimentações corporais, pesquisas acerca da Dança e abordagens históricas voltadas à Dança Macabra. Assim, as aulas aconteceram na escola e foram abertas a participações, inclusive de outros professores, pois ao possuírem conhecimentos oriundos de áreas diferentes puderam enriquecer o trabalho. Essa proposta teve como princípio construir outro olhar para a disciplina Educação Física, tecendo relações necessárias à transmissão do conhecimento universal. Na apresentação da proposta aos alunos, foi disponibilizado um Pôster com imagens e informações a respeito da Dança Macabra. Desta forma, eles puderam visualizar o tema e também serem estimulados para futuros estudos. Por se tratar de um tema diferente, os alunos se interessaram em conhecer a história expressa na Dança. No decorrer das aulas, foram levantadas questões reflexivas a respeito da capacidade de comunicação exercida pela Dança, tanto na Idade Média, como nos dias atuais, com o feito de conseguirem reportar o conteúdo histórico à realidade que os cercam. As indagações foram realizadas da seguinte forma: - A Dança transmite sentimentos a quem assiste? - Quando vocês assistem a uma Dança percebem a expressão de alegria ou de tristeza em quem a executa? - O que é expressão corporal? De que forma ela se apresenta na Dança? Ao serem questionados, os alunos sentiram a necessidade de responder e, conseqüentemente se interessaram por conhecer o assunto. Nas aulas ocorreram debates, conversas e exposições de experiências com a Dança, se já assistiram alguma apresentação e até mesmo se quando dançaram foram tomados de sentimentos e os transmitiram corporalmente. A partir desse recurso pedagógico foram apresentadas atividades de leitura e discussões de textos a respeito da Dança Macabra, com referenciais teóricos oriundos de historiadores e pesquisadores da Dança, como Maribel Portinari e Jaques Le Goff. Esse momento pedagógico foi importante para vincular a ação às interpretações históricas já postas e consagradas sobre os fatos. Em seguida, os alunos participaram de dinâmicas corporais. 8

9 9 Primeiramente num processo de desinibição, pois não é comum à realidade deles a exposição de movimentos corporais. Para o trabalho da prática corporal, inicialmente foi solicitado que os alunos prestassem atenção aos sons de diferentes ritmos musicais. Em seguida, eles deveriam dizer qual o sentimento transmitido pela música apresentada. Posteriormente, eles se submeteram a movimentações corporais, pelas quais a transmissão dos sentimentos remetidos pela música deveria estar expressa. A ação foi executada com sucesso, apesar da inibição inicial. Todos participaram e conseguiram sentir, ao expressarem-se corporalmente, as diferentes sensações transmitidas pela música. Logo após a dinâmica, foi necessário um comentário a respeito da atividade executada e sua relação com o tema da proposta pedagógica. Desta forma, foi esclarecido que por meio da expressão corporal a comunicação entre as pessoas é exercida e a Dança Macabra - manifestação corporal exercida no século XIV - marcou a história justamente por sua capacidade de comunicação e expressão corporal. As atividades voltadas ao desenvolvimento da expressão corporal são, a nosso ver, importantes para que os alunos conheçam e sintam como ela se processa corporalmente e qual a sua capacidade de comunicação. Portanto, diferentes formas de abordagens com relação a expressão corporal foram aplicadas ao grupo e sempre, ao final das atividades, acompanhadas de comparações com a Dança Macabra. Ao iniciar cada aula, foi feita uma retomada do conteúdo anterior, para que os alunos se inteirassem a respeito da continuidade da proposta. Então questionamentos como: Por que a Dança Macabra marcou fortemente a população do século XIV? foram relevantes no andamento do trabalho, pois é necessário ressaltar que a Dança, mesmo em um período remoto, teve a capacidade de comunicação e influenciou a população daquele tempo histórico. Foi realizada uma visita ao Laboratório de Informática da escola, como uma das estratégias utilizadas para a efetivação do trabalho. Assim, os mesmos foram encaminhados para navegações em sites relacionados ao tema. Por meio desse recurso tecnológico, eles puderam ler informações a respeito da manifestação em questão, visualizar imagens da Dança Macabra, bem como se apropriarem de comentários oferecidos on line por pesquisadores do tema e também se familiarizarem com uma ferramenta tecnológica oferecida pela escola. O deslocamento do ambiente comum às aulas, bem como a utilização de computadores são recursos interessantes para os alunos, pois além da obtenção de novas 9

10 10 fontes informativas a respeito do tema de trabalho, podem socializar, entre os colegas do grupo, os endereços de ambientes on line, que tratam do assunto. Com isso, a resposta dos alunos foi positiva com relação ao enriquecimento pedagógico e a variação na mediação do conteúdo. Essa iniciativa foi importante, pois os próprios alunos perceberam que ao manterem contato com essa nova ferramenta, o rol de conhecimentos acerca do tema proposto aumentou, bem como a curiosidade pela manifestação corporal estudada. Além disso, o grupo sentiu-se valorizado por ser capaz de pesquisar um conteúdo histórico e com grande relevância para seu aprimoramento educacional. Por meio da Televisão Multimídia, os alunos tiveram a oportunidade de assistir uma apresentação da música Dança Macabra Opus 40 que diferente da manifestação da Dança Macabra, ocorrida no século XIV, foi composta já no século XIX e é muito utilizada em trilhas sonoras para o cinema. Foi observado pelos alunos que a música transmite o mesmo sentimento proposto pela manifestação da Dança. Assim, após a apresentação executaram movimentações corporais ao som da música, com o intuito de expressarem o sentimento que a composição Dança Macabra opus 40 remeteu a eles. Ainda com a utilização do mesmo recurso, foi apresentada uma contextualização do período que se remete ao final do século XIV, sob forma de Power Point e ainda Imagens da Dança Macabra que, com o auxílio da professora da disciplina Arte, foi realizada a análise e leitura das imagens apresentadas. Essa abordagem é muito importante para a compreensão do significado da Dança Macabra, pois toda manifestação artística e corporal acontece como reflexo da sociedade em que a mesma está inserida. Desta forma, o conhecimento do período é relevante. Os alunos assistiram ao filme O Sétimo Selo, do diretor Ingmar Bergman. Por meio dele é possível uma visualização, mesmo que na visão do autor, do ambiente que permeava o século XIV e como as pessoas, daquele período, pensavam, principalmente, em relação ao medo da morte. Por meio de algumas passagens do filme, é possível observar um pintor trabalhando algumas imagens relacionadas à Dança Macabra, o modo de vida do homem medieval e ao final, nas últimas cenas, uma representação dela. Antes de iniciar a exibição, foi informado aos alunos que por se tratar de um filme clássico e antigo, não apresenta certos efeitos cinematográficos observados em filmes recentes. É justamente isso que transmite uma idéia mais realista do ambiente. O grupo achou 10

11 11 interessante poder visualizar o período e assim concretizar as informações a respeito do século XIV, mesmo não sendo um filme com ricos recursos tecnológicos. Ainda no decorrer das aulas, foi apresentado, por meio da Televisão Multimídia, um videoclipe do cantor e compositor Gabriel O Pensador, com a música Palavras Repetidas. Neste vídeo foi possível a visualização da expressividade do artista, que, de forma muito evidente, transmitiu corporalmente a mensagem contida na música. Alguns alunos do grupo, os mais desinibidos, após a apresentação, a dramatizaram, utilizando-se de toda expressividade corporal de que foram capazes naquele momento. Essa dinâmica foi muito importante para evidenciar o conhecimento das capacidades corporais, presente e peculiar em cada indivíduo. Ao final da dinâmica, foi observada a importância de nos expressarmos e de nos comunicarmos imbuídos de conhecimentos para, conseqüentemente, vivermos e nos relacionarmos melhor na sociedade. A avaliação da proposta foi realizada ao final do cronograma de implementação. Foi solicitado aos alunos que relatassem, por escrito e oralmente, o que acharam da proposta, como meio de enriquecimento educacional, pois para a efetivação do trabalho proposto é relevante que o aluno tenha consciência da abordagem da Dança na escola, da importância de ter acesso a acontecimentos históricos e da função exercida pela expressão corporal, presente nesse conteúdo. Desta forma, ao relatar seus apontamentos acerca da implementação, os alunos abordaram a importância de ter acesso a acontecimentos históricos. Muitos não conheciam a manifestação corporal Dança Macabra e a função que exercia na sociedade da época. Por meio da busca histórica foi possível aos alunos fazerem relações com manifestações artísticas e corporais presentes em nosso meio. Apontaram a diversidade de recursos pedagógicos apresentados no decorrer das aulas e com isso, uma maior aproximação na apreensão dos conhecimentos. Para eles, essa iniciativa os motiva a aprender, já que são propostas diferenciadas. Assim, as apresentações na Televisão Multimídia, a visita ao Laboratório de Informática, a exibição do filme e as dinâmicas em sala de aula tornaram as aulas atrativas. O grupo observou que a exibição do filme O Sétimo Selo propiciou a visão do ambiente em que acontecia a Dança Macabra e de como era o pensamento do homem da Idade Média. Muitos se intimidaram para executar as dinâmicas corporais, porém essa dificuldade foi superada, gradativamente, no decorrer do processo. Nos depoimentos e discussões, após as 11

12 12 execuções das dinâmicas, foi observado o envolvimento e a descoberta de novas possibilidades corporais, relacionadas às movimentações com ênfase na expressão corporal. Nas observações apresentadas pelos alunos, a forma de abordagem do conteúdo Dança Macabra na disciplina Educação Física foi inovadora. Para a maioria, a disciplina era vista apenas sob o aspecto da esportivização e de conteúdos sem contextualizações históricas. Assim, foi visível a valorização da disciplina, que também é construída por meio de conhecimentos científicos e sociais. Conclusão Diante dos estudos realizados, acreditamos que a dança como arte, como expressão corporal e constituindo-se como linguagem corporal na escola, pode contribuir na educação do indivíduo. Isso porque ao dançar, o homem carrega não somente movimentos mecânicos nesse ato, mas também sentimentos repletos de significados e mensagens que proporcionem o estímulo de debates. A dança, como outras formas de manifestações artísticas, possui significados sociais presentes nas relações humanas. Desta forma, a disciplina Educação Física, ao enfocar o conteúdo Dança pode pautar-se na história a fim de contextualizar acontecimentos marcantes da humanidade. Acreditamos que ao relacionar a Educação Física com a História, o aluno teve a oportunidade de apreender saberes culturais e compreender a linguagem corporal como meio de interação com a sociedade. Referências BLOCH, Marc. Apologia da história ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar Ed., p. BOUCIER, Paul. História da dança no ocidente. São Paulo: Martins Fontes, p. CARDOSO & VAINFAS, Ronaldo. Domínios da história ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Editora Campos, p. ELMERICH, Luis. História da dança. São Paulo: Editora Nacional, p. 12

13 13 FRANCASTEL, Pierre. A realidade figurativa: elementos estruturais de sociologia da arte. São Paulo: Ed. Perspectiva S.A, p. HUIZINGA, Johan. O declínio da idade média. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, p. MAYER, Alice Maru Monteiro. Dança em transição e ferramenta educacional. Revista Virtú ICH UFJF ISSN Rio de Janeiro. Segunda edição - Segundo Semestre de Disponível em:< >. Acesso em: 23 julho PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares da Educação Física para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio. Curitiba: PORTINARI, Maribel. História da dança. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, p. STRAZZACAPPA, M. A educação e a fábrica de corpos: a dança na escola. Cad. CEDES. Campinas, São Paulo, n. 53, V.21, abr Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php>. Acesso em 15 outubro

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento Jéssica Albino 1 ; Sônia Regina de Souza Fernandes 2 RESUMO O trabalho

Leia mais

Sua Escola, Nossa Escola

Sua Escola, Nossa Escola Sua Escola, Nossa Escola Episódio: Andréa Natália e o Ensino na Fronteira Ponta Porã Resumo Esse vídeo integra a série Sua Escola, Nossa Escola, composta por dezessete programas, os quais mostram experiências

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

PLANO DE AULA/ROTINA DIÁRIA

PLANO DE AULA/ROTINA DIÁRIA EJA - Ensino Fundamental 2º Segmento GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS PLANO DE AULA/ROTINA DIÁRIA Fase/Ano: 4ª Fase -6º e 7º Ano Ano Letivo: 2014 Componente Curricular: História Professores do Estúdio: Cláudio

Leia mais

AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES

AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES AS TICs NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE EDUCADORES Morilo Aquino Delevati 1 Vanessa Lopes da Silva 2 Leandro Marcon Frigo 3 Resumo: A elaboração de oficinas está incorporada à formação inicial e continuada

Leia mais

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE Série Número de aulas semanais 4ª 2 Apresentação da Disciplina Considerando a necessidade de repensar o ensino da arte, faz-se necessário refletir sobre este ensino em sua

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES Resumo Gabriela Jeanine Fressato 1 - Universidade Positivo Mariana Gomes de Sá Amaral

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA

O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA 1 O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA José Ozildo dos SANTOS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba Rosélia Maria de Sousa SANTOS Instituto Federal de Educação,

Leia mais

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências boletim Jovem de Futuro ed. 04-13 de dezembro de 2013 Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências O Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013 aconteceu de 26 a 28 de novembro.

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI.

A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI. A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI. BORTOLI, Bruno de (PIC/UEM) MARQUIOTO, Juliana Dias (PIC/UEM) OLIVEIRA, Terezinha (UEM) INTRODUÇÃO

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 PROJETO "DIREITO E CINEMA"

Mostra de Projetos 2011 PROJETO DIREITO E CINEMA Mostra de Projetos 2011 PROJETO "DIREITO E CINEMA" Mostra Local de: Cornélio Procópio. Categoria do projeto: Projetos finalizados. Nome da Instituição/Empresa: (Campo não preenchido). Cidade: Cornélio

Leia mais

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO CAMILA SONALY QUEIROZ TITO¹ MAÍSE RODRIGUES LÚCIO² O presente artigo tem por objetivo levar educadores da Educação Infantil a repensar sobre as concepções e metodologias

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

EJA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

EJA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PREFEITURA MUNICIPAL DE COLINA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E.M.E.F. CEL. JOSÉ VENÂNCIO DIAS EJA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Ninguém educa ninguém. Ninguém se educa sozinho. Os homens se educam em

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

COMO REALIZAR UM SEMINÁRIO. Gilberto Luiz de Azevedo Borges - Departamento de Educação -1B-Botucatu-UNESP

COMO REALIZAR UM SEMINÁRIO. Gilberto Luiz de Azevedo Borges - Departamento de Educação -1B-Botucatu-UNESP COMO REALIZAR UM SEMINÁRIO Gilberto Luiz de Azevedo Borges - Departamento de Educação -1B-Botucatu-UNESP A técnica do seminário tem sido usualmente entendida como sinônimo de exposição. O "seminário",

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Colégio Pedro II Departamento de Filosofia Programas Curriculares Ano Letivo: 2010 (Ensino Médio Regular, Ensino Médio Integrado, PROEJA)

Colégio Pedro II Departamento de Filosofia Programas Curriculares Ano Letivo: 2010 (Ensino Médio Regular, Ensino Médio Integrado, PROEJA) Colégio Pedro II Departamento de Filosofia Programas Curriculares Ano Letivo: 2010 (Ensino Médio Regular, Ensino Médio Integrado, PROEJA) Considerações sobre o Programa de Filosofia do Ensino Médio Regular

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores, software livre e TIC s.

Palavras-chave: Formação de professores, software livre e TIC s. INFORMÁTICA EDUCATIVA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES EM UMA ESCOLA PÚBLICA: PROCESSOS DE POTENCIALIZAÇÃO DOS SABERES E PRÁTICAS Jardel Silva 1 Alex Sandro C. Sant Ana 2 RESUMO Aliada às discussões

Leia mais

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO: CAPACITAÇÃO PARA EDUCADORES DA PRIMEIRA INFÂNCIA,

Leia mais

Entrevista com o antropólogo Luis Donisete Benzi Grupioni

Entrevista com o antropólogo Luis Donisete Benzi Grupioni 1 Guia Prático para Professores de Ensino Fundamental 1, publicação mensal da Editora Lua ( entrevista do mês da edição de abril de 2009. Ano 06, No. 62). ISBN 1679-9879. Entrevista com o antropólogo Luis

Leia mais

BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL)

BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL) BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL) Resumo A série apresenta a formação dos Estados europeus por meio da simbologia das cores de suas bandeiras. Uniões e cisões políticas ocorridas ao longo

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

O ENSINO DA PAISAGEM PARA ALUNOS COM SÍNDROME DE DOWN

O ENSINO DA PAISAGEM PARA ALUNOS COM SÍNDROME DE DOWN O ENSINO DA PAISAGEM PARA ALUNOS COM SÍNDROME DE DOWN Danielle Tatiane da Silva Cabral/UFRGS danielledasilvacabral@gmail.com Historicamente a ciência geográfica sofreu reformulações e reestruturou conceitos,

Leia mais

REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA

REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA Guilherme Garcez Cunha, UNIPAMPA Campus Dom Pedrito, guilhermecunha@unipampa.edu.br; Franciele B. de O. Coelho,

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO O Programa de Pesquisa da Rede Doctum de Ensino parte de três princípios básicos e extremamente importantes para o processo de Pesquisa: 1. O princípio de INDISSOCIABILIDADE

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS

CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS CTCH Centro de Teologia e Ciências Humanas CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS Cíntia dos Santos Gomes, 1 Rosália Maria Duarte. 2 Departamento de Educação PUC-RIO 2007 1 Aluno de Graduação

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO PARANÁ GOVERNO DO ESTADO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEED DIRETORIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS - DPPE PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PDE Anexo I Professor PDE FORMULÁRIO DE ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES

Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES Jovanka de Freitas S. Limeira Psicóloga Setor Socioeducacional Caruaru 2014 APRESENTAÇÃO O presente projeto sugere

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

A EDUCAÇÃO E A ESCOLA NUMA PERSPECTIVA GRAMSCIANA

A EDUCAÇÃO E A ESCOLA NUMA PERSPECTIVA GRAMSCIANA A EDUCAÇÃO E A ESCOLA NUMA PERSPECTIVA GRAMSCIANA CARDOSO NETO, Odorico Ferreira i ; CAMPOS, Cleanil Fátima Araújo Bastos ii ; FREITAS, Cleyson Santana de iii ; CABRAL, Cristiano Apolucena iv ; ADAMS,

Leia mais

O Programa de Desenvolvimento Educacional e suas Interfaces

O Programa de Desenvolvimento Educacional e suas Interfaces 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Um punhado de sementes mágicas. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO O episódio Um punhado de sementes mágicas

Leia mais

DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO

DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO Natália Aguiar de Menezes 1 RESUMO: Observa-se que com o passar dos anos o ensino superior

Leia mais

Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas

Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas Manoela Afonso UNESP - Campus Bauru-SP manoela_afonso@hotmail.com Comunicação Oral Pesquisa Concluída

Leia mais

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF 1 SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF Fortaleza CE Junho/2009 Karla Angélica Silva do Nascimento - Faculdade Integrada da Grande Fortaleza karla@fgf.edu.br

Leia mais

Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas

Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1 Nos últimos anos, a educação a distância via telemática ganhou uma nova dimensão,

Leia mais

O ENSINO DE FUNÇÕES AFINS E QUADRÁTICAS COM O AUXÍLIO DO COMPUTADOR E DO SOFTWARE GEOGEBRA

O ENSINO DE FUNÇÕES AFINS E QUADRÁTICAS COM O AUXÍLIO DO COMPUTADOR E DO SOFTWARE GEOGEBRA O ENSINO DE FUNÇÕES AFINS E QUADRÁTICAS COM O AUXÍLIO DO COMPUTADOR E DO SOFTWARE GEOGEBRA 1 Samara Araújo Melo; 2 Arthur Gilzeph Farias Almeida; 3 Maria Lúcia Serafim 1 E.E.E.F.M Professor Raul Córdula,

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA

VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA 1 VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA Curitiba PR Maio 2014 Alexandre Oliveira Universidade Positivo Online alexandre@alexandreoliveira.com Pâmella de Carvalho Stadler Universidade

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

SELEÇÃO DE SITES, SOFTWARES E JOGOS DE MATEMÁTICA A PARTIR DA TEORIA CONSTRUTIVISTA

SELEÇÃO DE SITES, SOFTWARES E JOGOS DE MATEMÁTICA A PARTIR DA TEORIA CONSTRUTIVISTA SELEÇÃO DE SITES, SOFTWARES E JOGOS DE MATEMÁTICA A PARTIR DA TEORIA CONSTRUTIVISTA Andrea Polena Universidade Federal do Paraná - UFPR andrea.ufpr@yahoo.com.br Tania T. Bruns Zimer Universidade Federal

Leia mais

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI Resumo Rosangela de Sousa Cardoso Stabenow1 - UEL Cassiana Magalhães2 - UEL Grupo de Trabalho - Didática:

Leia mais

UM PANORAMA DAS PRODUÇÕES CIENTÍFICAS DO XI EPREM

UM PANORAMA DAS PRODUÇÕES CIENTÍFICAS DO XI EPREM UM PANORAMA DAS PRODUÇÕES CIENTÍFICAS DO XI EPREM Jéssica de Paula Silva Universidade Tecnológica Federal do Paraná Jeh_kaka_@hotmail.com Rebeca Rúbia Honório Pinafo Universidade Tecnológica Federal do

Leia mais

UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ

UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ ISSN 2316-7785 UM OLHAR PARA AS REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS ATRAVÉS DO SOFTWARE GRAFEQ Marinela da Silveira Boemo Universidade Federal de Santa Maria marinelasboemo@hotmail.com Carmen Reisdoerfer Universidade

Leia mais

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO RESUMO Arlam Dielcio Pontes da Silva UFRPE/UAG Gerciane

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As histórias do Senhor Urso. 2. EPISÓDIO TRABALHADO "A peça". 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Em um dia de verão, os brinquedos aproveitam o sol

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ

PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ TEMA PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES Educação para a Paz Aplicadores:

Leia mais

UM ESTUDO DA DANÇA MACABRA POR MEIO DE IMAGENS DANCE EDUCATION IN LOWER-MIDDLE AGES: A STUDY OF THE DANCE MACABRE BY IMAGES

UM ESTUDO DA DANÇA MACABRA POR MEIO DE IMAGENS DANCE EDUCATION IN LOWER-MIDDLE AGES: A STUDY OF THE DANCE MACABRE BY IMAGES UM ESTUDO DA DANÇA MACABRA POR MEIO DE IMAGENS DANCE EDUCATION IN LOWER-MIDDLE AGES: A STUDY OF THE DANCE MACABRE BY IMAGES Pereira, Jacqueline da Silva Nunes jacqueline@cesumar.br 1 Terezinha Oliveira

Leia mais

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos.

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Elizabeth Sarates Carvalho Trindade 1 Resumo: A utilização e articulação das tecnologias e mídias pela educação no processo de aprendizagem

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO Priscila Reinaldo Venzke Luciano Leal Loureiro RESUMO Este trabalho é resultado da pesquisa realizada para a construção do referencial teórico

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

Palavras-Chave: Projeto Político-Pedagógico; Prática Pedagógica; Currículo Interdisciplinar; Proposta Pedagógica.

Palavras-Chave: Projeto Político-Pedagógico; Prática Pedagógica; Currículo Interdisciplinar; Proposta Pedagógica. A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO LICEU ESCOLA DE ARTES E OFÍCIOS MESTRE RAIMUNDO CARDOSO: UM ESTUDO AVALIATIVO JUNTO A PROFESSORES E ALUNOS *Alcemir Pantoja Rodrigues ** Arlete Marinho Gonçalves Universidade do

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1. Resumo:

Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1. Resumo: Resumo: Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1 Este artigo apresenta uma breve análise de como esta se desencadeando o processo de inclusão de crianças com necessidades especiais nas instituições

Leia mais

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DO GRANDE

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO)

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) De acordo com o Edital de produção de conteúdo digitais multimídia, alguns aspectos

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

Tema: Capacitación profesional. 7.- El acceso y la reinserción al mercado laboral mediante el e-learning. SCHLÜNZEN, Elisa Tomoe Moriya 1

Tema: Capacitación profesional. 7.- El acceso y la reinserción al mercado laboral mediante el e-learning. SCHLÜNZEN, Elisa Tomoe Moriya 1 TelEduc: Um Ambiente Virtual na Formação de Educadores à Distância para a Potencializar a Inclusão Social, Digital e Escolar de Pessoas com Necessidades Especiais PNE s. Tema: Capacitación profesional

Leia mais

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA

HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA HISTÓRIA ORAL NO ENSINO FUNDAMENTAL: O REGIME MILITAR NO EX- TERRITÓRIO DE RORAIMA LYSNE NÔZENIR DE LIMA LIRA, 1 HSTÉFFANY PEREIRA MUNIZ 2 1. Introdução Este trabalho foi criado a partir da experiência

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA E O ESTUDO ETNOGRÁFICO NA ESCOLA COMO INSTRUMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA DESIGUALDADE RACIAL

A PRÁTICA PEDAGÓGICA E O ESTUDO ETNOGRÁFICO NA ESCOLA COMO INSTRUMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA DESIGUALDADE RACIAL Universidade Federal de Santa Maria I Seminário Políticas Públicas e Ações Afirmativas Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 e 21 de outubro de 2015 A PRÁTICA PEDAGÓGICA

Leia mais

Educação escolar indígena

Educação escolar indígena Educação escolar indígena O principal objetivo desta apresentação é fazer uma reflexão sobre a cultura indígena kaingang, sobre as políticas educacionais integracionistas e sobre a política atual, que

Leia mais

INTELIGÊNCIA PRODUTIVA

INTELIGÊNCIA PRODUTIVA INTELIGÊNCIA PRODUTIVA SIDINEI MARCELO DOS SANTOS Uniesp - Faculdade Renascença SP RESUMO: Este artigo pretende discutir o homem como ser único, com características e habilidades únicas e por isso temos

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

DUAS EXPERIÊNCIAS COM A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS INFORMACIONAIS E COMUNICACIONAIS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

DUAS EXPERIÊNCIAS COM A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS INFORMACIONAIS E COMUNICACIONAIS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DUAS EXPERIÊNCIAS COM A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS INFORMACIONAIS E COMUNICACIONAIS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Davis Oliveira ALVES Universidade Federal de Ouro Preto Fausto Rogério ESTEVES Universidade Federal

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio ETEC Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: TEODORO SAMPAIO Área de conhecimento: Ciências Humanas Componente Curricular: Historia

Leia mais

4 EIXOS ORGANIZADORES DOS CONTEÚDOS HISTÓRIA GEOGRAFIA ENSINO RELIGIOSO. Informações, Comunicação e Interação

4 EIXOS ORGANIZADORES DOS CONTEÚDOS HISTÓRIA GEOGRAFIA ENSINO RELIGIOSO. Informações, Comunicação e Interação 1 TÍTULO DO PROJETO Bíblia Sagrada Livro de Provérbios. 2 SÉRIE/CICLO 3ª Série 1ª Etapa do 2º Ciclo 3 AUTORA Rosângela Cristina Novaes Balthazar Curso: Pedagogia 6º Período Noite E-mail: rocryss@yahoo.com.br

Leia mais

QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO

QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO 28380 Antropologia Teológica A 1 34 28380 Antropologia Teológica A 1 34 A partir de conceitos teológicos, estimula o aluno a problematizar e analisar, criticamente, Equivalente Estuda a cultura humana,

Leia mais