Ferramentas antivibratórias. no torneamento interno: garantindo mais qualidade. Produtos eletrônicos e a logística reversa

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1 96 Publicação da Sandvik Coromant do Brasil ISS nº RGBN Ferramentas antivibratórias no torneamento interno: garantindo mais qualidade Produtos eletrônicos e a logística reversa Engenharia FEI, uma referência nacional

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3 edição 96 Índice 12/2013 AB Sandvik Coromant AB Sandvik Coromant 4 Soluções de Usinagem CoroCut QD AB Sandvik Coromant 12 Produtividade 18 Educação e Tecnologia I 24 Negócios da Indústria 4 Soluções de Usinagem Ferramentas Antivibratórias: soluções para o acabamento superficial de qualidade na operação de torneamento interno 12 Produtividade Revisão do conceito: Lean Seis Sigma (LSS) ou Lean Sigma (LS) 18 Educação e Tecnologia I Pluralidade e excelência tornam a FEI referência na formação de engenheiros 24 Negócios da Indústria Logística reversa: estamos preparados para o PNRS? Acompanhe a Revista O Mundo da Usinagem digital em: Contato da Revista OMU Você pode enviar suas sugestões de reportagens, críticas, reclamações ou dúvidas para o da revista O Mundo da Usinagem: ou ligue para: Conhecendo um Pouco Mais Bibliotecas Virtuais: vantagens da atualidade 32 Educação e Tecnologia II Graduação e especialização on-line: uma nova realidade 36 Nossa Parcela de Responsabilidade Praticando a Liderança EXPEDIENTE: O MUNDO DA USINAGEM é uma publicação da Sandvik Coromant do Brasil, com circulação de seis edições ao ano e distribuição gratuita para leitores qualificados. Av. das Nações Unidas, Sto. Amaro - CEP São Paulo - SP. As fotos sem menção de créditos foram captadas na Internet sob licença do GNU Free Documentation Licence e/ou Creative Commons Attribution-Share Alike Generic License. Editor-chefe: Fernando Oliveira; Co-editora: Vera Natale; Coordenação editorial, redação e revisão: Teorema Imagem e Texto (Fernando Sacco, João M. S. B. Meneses, Thais Kuperman); Jornalista responsável: Fernando Sacco - MTB 49007/SP; Projeto gráfico e Editoração Eletrônica: Débora Nascimento; Impressão: Promograf As afirmações e dados contidos em matérias assinadas são de responsabilidade integral de seus autores.

4 soluções de de usinagem Ferramentas antivibratórias: soluções para o acabamento superficial de qualidade na operação de torneamento interno Muitos são os fatores que influenciam as operações de usinagem podendo comprometer a qualidade da peça e no torneamento isso não é diferente Ferramenta Silent Tools em torneamento interno AB Sandvik Coromant Para se obter um acabamento de qualidade é necessário analisar e considerar os fatores que podem influenciar positiva ou negativamente cada processo e assim escolher ferramentas e estratégias mais adequadas. No torneamento externo, por exemplo, o balanço da ferramenta não deve ser afetado pelo comprimento da peça e o tamanho do porta- -ferramenta deve ser escolhido para suportar as forças e as tensões que normalmente surgem durante a ope- ração. Já no torneamento interno, a escolha da ferramenta é mais restrita devido ao diâmetro e ao comprimento do furo da peça, uma vez que a profundidade determina o balanço. Por conta dessa restrição, podem surgir combinações entre comprimento e diâmetro em que o corpo da ferramenta pode ficar frágil, gerando assim instabilidade na usinagem. Para evitar essa instabilidade existem opções de ferramentas com o corpo de aço, metal duro e antivibratórias. Os resultados apresentados nesse artigo são fruto da operação de acabamento superficial em um corpo de prova de aço pelo processo de torneamento interno, com três tipos de barras - antivibratórias, metal duro e aço - e diversas combinações entre avanços e comprimentos de ferramentas. Nosso principal objetivo foi comparar o comportamento das barras, conforme avanços determinados previamente para saber em quais comprimentos as vibrações ocorrem. 4 o mundo da usinagem dezembro.2013/96

5 Alguns conceitos sobre vibrações na usinagem O conjunto máquina-ferramenta-peça apresenta características de rigidez, amortecimento e vibrações que são essenciais para a qualidade da operação de usinagem. Vibrações podem causar desgaste prematuro da ferramenta de corte, interferência na qualidade superficial, perda de precisão dimensional, danos em componentes da máquina operatriz, além de ruídos indesejáveis e prejudiciais ao ambiente de produção. Esse fenômeno complexo vem sendo estudado há mais de cem anos em suas três formas básicas: a vibração livre, a vibração forçada e a vibração autoexcitada. A vibração livre é causada por choque, a forçada é geralmente causada por forças periódicas presentes na máquina, como forças provenientes de engrenagens ou da instabilidade de componentes da máquina além de desalinhamentos de motores ou de bombas. Além disso, as vibrações forçadas podem ser da peça enquanto que a força tangencial o faz para baixo e, o que também reduz, por consequência, o ângulo de folga da ferramenta. Com isso, o ângulo de folga da pastilha tem que ser suficiente a fim de evitar o contato entre a ferramencausadas pelo contato periódico da ferramenta de corte com a superfície da peça. Já a vibração autoexcitada, também conhecida por chatter, normalmente traduzido por trepidação, é causada pelas interações do processo de remoção de cavaco com a estrutura da máquina. Sabemos que o chatter ocorre quando o deslocamento relativo ferramenta- -peça é tal que o corte é repentinamente interrompido (Siddhpura e Paurobally, 2012). Fatores que influenciam a vibração Ferramenta As forças de corte na operação de torneamento interno podem ser decompostas em força de corte tangencial (Ft), força de corte radial (Fr) e força de corte axial (Fa). A reação para a força radial é a deflexão da ferramenta para o centro ta e a parede do furo, indicados na figura 1. Conforme observação de Dimla (2004), a existência das deflexões radial e axial na ferramenta implica em uma profundidade de corte reduzida, o que pode induzir vibrações. AB Sandvik Coromant a a Figura 1: Decomposição de forças para torneamento interno dezembro.2013/96 o mundo da usinagem 5

6 soluções de usinagem Figura 2: Algumas características de ferramenta que minimizam ou aumentam a tendência ao surgimento de vibrações e quanto mais à direita do diagrama, mais deve ser evitada aquela característica Tendência à vibração Ângulo de posição/ ataque e ângulo de saída Raio de ponta e ângulo de ponta, mm (polegadas) Macrogeometria Microgeometria AB Sandvik Coromant Profundidade de corte em função do raio de ponta Devido a inúmeros perfis de peças, modelos, acabamentos, raios e materiais a serem usinados, existe uma gama variada de pastilhas e suportes para escolha. O ângulo de posição da ferramenta afeta a direção e a magnitude das forças axial e radial e das deflexões resultantes. Quanto maior o ângulo de posição maior será a força de corte axial, que não causa grande efeito sobre a operação, já que a força é direcionada ao longo da barra de tornear. Com isso, deve-se aplicar um ângulo de posição o maior possível. Menores raios de ponta da ferramenta representam pouco esforço de corte, pois quanto maior o raio, maior será o contato, aumentando as forças de corte radial e tangencial. O arredondamento da aresta (ER) da pastilha também pode afetar as forças de corte. Geralmente, pastilhas sem cobertura possuem menor arredondamento de aresta do que as com cobertura (GC) e isso deve ser levado em consideração, especialmente com grandes balanços de ferramentas e furos pequenos. O desgaste de flanco excessivo (VB) na pastilha modifica a folga entre a ferramenta e a parede do furo e isso também pode afetar a ação de corte do processo. 6 o mundo da usinagem dezembro.2013/96

7 Figura 3: O tipo da pastilha influencia a vibração, pois quanto maior a área de contato maiores serão os esforços de corte Round R 90º S 80º C 80º W 60º T 55º D 35º V AB Sandvik Coromant Tendência da alta vibração Tendência de baixa vibração Outro fator não menos importante é o desgaste da pastilha, que pretendemos abordar oportunamente, nos limitando agora ao estudo das diferenças entre os modelos das barras de torneamento interno. Por fim vale frisar que a fixação da barra de maneira correta é uma das questões mais importantes na usinagem com longos balanços. A deflexão da barra de mandrilar depende do material da barra, de seu diâmetro, do balanço, do grau das forças de corte radial e tangencial e do suporte da barra na máquina. O menor movimento na extremidade fixada da barra de mandrilar provocará deflexão da ferramenta. dezembro.2013/96 o mundo da usinagem 7

8 soluções de usinagem Acabamento da superfície usinada O acabamento não está especificamente ligado à textura ou padrão característico da superfície técnica, nem a valores específicos de rugosidade. Contudo, um bom acabamento implica em baixos valores de rugosidade e vice-versa. Assim, a habilidade de uma operação de usinagem em produzir um acabamento específico depende de muitos fatores: ferramenta, peça, processo, parâmetros de corte e meio lubri-refrigerante. A ABNT recomenda o parâmetro Ra como uma das avaliações da rugosidade em microns (μm). Ra - Rugosidade Média - é a média aritmética dos valores absolutos das ordenadas dos afastamentos dos pontos do perfil de AB Sandvik Coromant A Ra pode ser calculada pela equação: y (µm) y1 + - y2 y3 m y1 + y2 +...yn Ra = = n rugosidade, em relação à linha média, dentro do percurso de medição lm. (µm) yn n Ra x Metodologia e materiais Com o objetivo de comparar o acabamento realizado pelos três tipos de modelos de barras de torneamento interno (antivibratória, metal duro e aço), adotamos, na escolha das pastilhas, condições que menos influenciam na vibração de acordo com a figura 2: menor raio da pastilha, maior ângulo de folga e ângulo de ataque. A usinagem foi realizada no torno CNC Okuma, Captain-L370 com potência instalada de 20CV. De modo a não considerar a influência do desgaste da pastilha nos ensaios, foi usada uma aresta nova para cada uma das combinações. Para o avanço escolhemos: o mínimo e o máximo indicado pelo fabricante e determinamos um avanço superior à máxima: fn=0,05 mm/min (mínima), fn=0,20 mm/min (máxima) e fn=0,30 mm/min (superior à máxima). A velocidade de corte e o sobremetal serão os mesmos para todos os testes. Adotou-se a faixa intermediária indicada pelo fabricante: Vc=250m/min e sobremetal de 0,3mm (Sandvik Coromant, 2011). Para o experimento foram realizados, para cada barra, balanços de 3xd, 4xd, 5xd, 6xd e 10xd, ou até haver a vibração. O material utilizado foi um aço comercial SAE 1045 de média dureza, com escoamento: 310 Mpa, tensão máxima: 565 Mpa e alongamento: 16%. As barras utilizadas nestes testes foram: a) Barra em aço: A12M-STFPR 09-R (Fabricante Sandvik Coromant). b) Barra em metal duro com refrigeração interna: E12Q-STFPR 09-R (Fabricante Sandvik Coromant). c) Barra com sitema antivibratório: Silent Tools F12Q-STFPR 09-R (Fabricante Sandvik Coromant). Para os três casos foi utilizada a pastilha de metal duro: TPMT PF 4225 (Fabricante Sandvik Coromant) cujas características, conforme classificação da norma ISO são: área P25 e cobertura de CVD (Chemical Vapour Deposition) com camadas de TiCN (carbonitreto de titânio), Al2O3 (óxido de alumínio) e TiN (nitreto de titânio) totalizando 5,5 μm de espessura. 8 o mundo da usinagem dezembro.2013/96

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10 soluções de usinagem Procedimento Experimental A preparação do corpo de prova foi feito com uma broca de diâmetro de 19,70 mm na mesma fixação já usada antes da entrada da barra, para que não ocorresse variação no sobremetal. Determinamos para a usinagem um diâmetro de 20 mm e um comprimento de 25 mm de profundidade. Para cada ensaio foram realizadas cinco amostras e calculada uma média dos resultados para análise. Resultados Obtidos menta usados nos ensaios. Nota-se que a barra antivibratória teve uma estabilidade em todos os avanços, porém para o avanço de 0,05 mm/min não houve quebra do cavaco para balanço de 10xd e a rugosidade foi superior aos demais balanços. O comportamento da barra de metal duro só foi superior à barra de aço na posição de 4xd para todos os avanços. Foi realizado um experimento adicional ao planejado para comparar a estabilidade da barra de aço com um pequeno comprimento ao limite indicado de 4xd, que se refere a 4xd-2mm, onde a estabilidade retornou. Tabela 1: Resultados dos testes Tabela com resultados do Ra x Balanço fn=0,05 mm/volta fn=0,20 mm/volta fn=0,30 mm/volta Balanço Aço MD Antivibratória Aço MD Antivibratória Aço MD Antivibratória 3xd 0,291 0,2053 0,3065 3,0935 3,2923 3,2395 7,342 6,8274 7,1355 4xd -2mm 0,4392 0,2053 0,3377 2,9845 3,3385 3,3576 7,3071 7,6811 7,3614 4xd 10,0806 0,3718 0,3372 3,4755 3,4013 3,344 7,6621 7,8274 7,3986 5xd 7,9856 0,3572 6,6392 3,3487 8,5581 7,4355 6xd 8,359 0,5084 6,279 3,4355 7,6811 7, xd 2,1486 3,104 7,4986 Conclusões Com base nos resultados dos experimentos em usinagem com barras de mandrilar internas com corpo de aço, metal duro e antivibratória utilizando corpo de prova de Observa-se, na tabela 1, para cada balanço e avanço, a média dos resultados da rugosidade (Ra) e em vermelho os que vibraram. O gráfico da rugosidade (Ra) vs o comprimento do balanço para cada tipo de ferramenta também se fez necessário para comparação entre os modelos de ferraaço SAE 1045 e para os dados de corte indicados no item 3, concluimos que: A estabilidade da barra de aço é comprometida com o balanço de 4xd, porém com dois milímetros menor de balanço sua estabilidade retorna e a rugosidade fica muito próxima dos demais balanços. Para a barra de metal duro não 10 o mundo da usinagem dezembro.2013/96

11 Gráfico 1: Comparação dos resultados Ra xd 4xd-2mm 4xd 5xd 6xd 10xd AB Sandvik Coromant Aço (fn=0,05mm/volta) Aço (fn=0,20mm/volta) Aço (fn=0,30mm/volta) MD (fn=0,05mm/volta) MD (fn=0,2mm/volta) MD (fn=0,30mm/volta) Antivibratória (fn=0,05mm/volta) Antivibratória (fn=0,2mm/volta) Antivibratória (fn=0,30mm/volta) houve estabilidade acima de 4xd, sendo que sua indicação é até 6xd. Neste caso acima de 4xd existe a necessidade de utilização do sistema antivibratório. A barra antivibratória obteve estabilidade melhor para todos os balanços e avanços, em especial para altos avanços. Para avanços baixos não houve sucesso da quebra de cavaco. Podemos assim afirmar que as barras antivibratórias são a melhor solução para uma estabilidade no acabamento superficial no processo de torneamento interno para comprimentos com balanços acima de 4xd. Os resultados obtidos ainda nos encaminham para um subsequente momento da pesquisa, quando analisaremos a influência do desgaste da pastilha na estabilidade das barras. Engº. Fernando Morelo Vendedor Técnico da Sandvik Coromant do Brasil Prof.Dr.Paulo André de Camargo Beltrão FEM - Universidade Tecnológica Federal do Paraná Referências Bibliográficas Dimla, D. E., 2004, The Impact of Cutting Conditions on Cutting Forces and Vibration Signals in Turning with Plane Face Geometry Inserts, Journal of Materials Processing Technology, V , pp SANDVIK COROMANT, Manual Técnico de Usinagem, AB Sandvik Coromant, Sandviken, Sweeden Siddhpura,M., Paurobally, R., 2012, A review of chatter vibration research in turning, International Journal of Machine Tools & Manufacture, V. 61, pp dezembro.2013/96 o mundo da usinagem 11

12 produtividade Revisão do conceito: Lean Seis Sigma (LSS) ou Lean Sigma (LS) Com a concorrência cada vez mais acirrada no mercado nacional e internacional, as indústrias estão procurando alternativas de produção enxuta que eliminem seus desperdícios e produzam com qualidade, atendendo às necessidades do cliente no tempo certo, quantidade certa e evitando: estoque, transporte, processo, excesso de produção e movimentação, além de espera e defeitos. O preço, antes fator determinante, passa a compor com confiabilidade, prazos e inovação como um dos fatores críticos de sucesso. Pode-se afirmar que as medidas de desempenho entram para o cotidiano das empresas e, frequentemente, é difícil equacionar os objetivos estratégicos, os projetos de melhoria e a estrutura dos sistemas de medição de desempenho. O Seis Sigma, ou SS, é um método que foi criado na década de 1980 pela Motorola e, ao longo da década de 1990, empresas como a Allied Signal e a General Electric (GE) contribuíram para tornar o SS o método de melhoria de qualidade mais popular da história da moderna administração empresarial. O conceito Lean considera a redução do tempo entre o pedido do cliente até a produção e entrega. Trata-se de um processo complexo, dirigido por um conjunto sistêmico de princípios e melhores práticas voltadas para a melhoria contínua. O conceito envolve a empresa como um todo, desde a produção até os mais altos níveis de executivos, incluindo fornecedor e clientes, além de requisitar a eliminação do que não agrega valor. 12 o mundo da usinagem dezembro.2013/96

13 Seis Sigma A abordagem do Seis Sigma nos dias de hoje atrai a atenção de muitas organizações, por conta de sua sistemática em alcançar a redução da variabilidade e dos desperdícios nos processos, por meio de métodos estatísticos e dos conceitos da qualidade. É notória a inserção do Seis Sigma em assuntos ligados à gestão estratégica dos negócios. Segundo os especialistas, Seis Sigma é um processo de negócio que permite às organizações potencializar seus lucros por meio do aprimoramento das operações, melhoria da qualidade e eliminação de defeitos, falhas e erros. Os estudos da última década consolidaram a definição do termo Seis Sigma como a maneira de se mensurar o número de defeitos no processo estudado, ou seja, forma de se medir a capacidade do processo de trabalhar sem falhas. Ainda segundo os especialistas, o processo Seis Sigma representa uma redução na variação no resultado de entrega aos clientes numa taxa de 3,4 defeitos por milhão, ou %. A metodologia Seis Sigma tem ênfase, portanto, no controle estatístico da qualidade que envolve a definição de padrões de excelência nos processos, que não devem ultrapassar 3,4 defeitos em um milhão de oportunidades. A metodologia em questão tem por finalidade o caráter preventivo e abordagem para a melhoria contínua, firmando níveis de referência competitivos mundialmente. A figura 1 apresenta o nível Sigma mundial para os diversos tipos de processos. Figura 1: Nível Sigma Mundial. Indicação do número de defeitos por milhão de peças (dpm) na faixa inferior, indica a correspondência na classificação correspondente do Seis Sigma dezembro.2013/96 o mundo da usinagem 13

14 produtividade Surgimento do Seis Sigma A metodologia Seis Sigma do programa de qualidade da Motorola em 1987 visava fabricar seus produtos com zero defeito. Mikel Harry, engenheiro estatístico da Motorola, estudou o conceito de Deming a respeito da variação dos processos (desvio padrão da média representado pela letra grega σ). Em seguida, estimulado pelo presidente da Motorola, Bob Galvin, superou o desafio em obter um processo Seis Sigma, alcançando no máximo de 3,4 defeitos a cada milhão de oportunidades. Em 1996, o presidente da General Electric, Jack Welch, adotou a metodologia Seis Sigma com o objetivo de atingir o nível de Seis Sigma nos seus processos, obtendo resultados expressivos para os negócios. Tal experiência foi de grande importância não só para a GE como também para o futuro do Seis Sigma no âmbito empresarial, por ter sido, entre os iniciais, o caso mais bem sucedido e famoso dessa metodologia, considerado até hoje o padrão a ser seguido por muitas empresas. Integrantes da Equipe Seis Sigma e suas responsabilidades Os aplicadores do método enfatizam que o primeiro passo do Seis Sigma refere-se à definição do estatuto da equipe, das necessidades e exigências dos clientes e a geração de um mapa do processo a ser aperfeiçoado. Green Belt centra-se no DMAIC, é um membro do time em tempo parcial; Black Belt deve desenvolver a atividade de tempo integral, gerenciando 3 a 6 DMAICs e os Sistemas de Controle do Processo; Master Black Belt - mentor dos Black Belts e facilitador de todo o processo. Pode dar suporte a 6-8 Black Belts e DMAICs. Sponsor é o responsável pelo processo (Process Owner). Dá suporte aos Black Belts em sua área, remove as barreiras aos times de DMAIC. Champion é o responsável por múltiplos processos, é líder de um grupo de Sponsors e provê a ligação com o negócio, a nível executivo. Metodologia Seis Sigma melhorar analisar Com base em recentes estudos, constatou-se que, a metodologia Seis Sigmas possui duas vertentes, a DMAIC (Define, Measure, Analyse, Improve e Control), voltada para a qualidade de processos e a DFSS (Design for Six Sigma), voltada para a qualidade de projetos de produtos/serviços. A metodologia DMAIC fundamenta-se na ISO 9000 e no TQM (Total Quality Management), baseando-se no uso de ferramental estatístico, integrando diversas ferramentas tradicionais de controle da qualidade. controlar definir medir 14 o mundo da usinagem dezembro.2013/96

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16 produtividade CONCEITO DE LEAN SIX SIGMA (LSS) OU LEAN SIGMA (LS) Na última década, os gestores de produtividade buscam associar o Seis Sigma ao Lean Manufacturing, aproveitamento ocidental do toyotismo surgido no Japão nas décadas de A abordagem desses dois métodos gerenciais filosofia Lean e Seis Sigma sugere uma estratégia empresarial de mudança para obtenção de resultados rápidos. O Lean e o Seis Sigma não apresentam conflitos diretos, mas buscam ferramentas e formas diferentes para promover a melhoria contínua. A forma mais adequada para a integração do LM e SS é empregar os pontos mais fortes de cada uma das metodologias. As sinergias entre as duas metodologias são apresentadas na figura 2: Lean Gestão do local de trabalho Manutenção produtiva total Redução do tempo do Set-up Porquês DMAIC Redução da variabilidade Controle estatístico do processo Seis Sigma A prova de erros (Poka-Yoke) 5S Gestão visual Mapeamento do processo Análise de valor de tempo e ciclo Just-in-time Fluxo de produção balanceada Diagrama de causa e efeito Diagrama de Pareto Ferramentas de gestão de mudanças Histogramas Gráficos de controle Análise de correlação Análise de capacidade do processo Análises do sitema de mensuração Desenho de experimentos (DOE) Desenho robusto QFC (casa de qualidade) FMEA - Análise de falhas e efeitos Gestão de projetos Regressão Kaizen Análise de média e variância Manufatura celular Teste de hipóteses Figura 2: Sinergia entre filosofias Lean e Seis Sigma Para saber mais: ECKES, G. A Revolução Seis Sigma: o método que levou a GE e outras empresas a transformar processos em lucro. São Paulo: Campus, LIKER, J. K., MEIER, D. O Modelo Toyota: Manual de Aplicação. Porto Alegre, SC: Bookman, o mundo da usinagem dezembro.2013/96

17 Lean e Seis Sigma: Métodos que se complementam Pode-se afirmar que a consolidação de métodos de melhoria Seis Sigma e Lean Manufacturing são fundamentais, visto que: O LM não consegue obter um processo sob controle estatístico; O SS por si só não é capaz aperfeiçoar a velocidade do processo. As metodologias se complementam, pois o Seis Sigma: Analisa as oportunidades e concentra-se na eliminação dos defeitos; Dedica-se à redução da variação; Utiliza-se de forma eficaz uma estrutura na resolução de problemas. Enquanto o Lean Manufacturing: Tem por objetivo o aperfeiçoamento da velocidade do processo; Utiliza-se de ferramentas específicas para analisar fluxos e tempos nos processos; Aplica conceitos de atividades que agregam valor ou não; As organizações que empregarem as metodologias Lean Manufacturing e Seis Sigma de forma integrada possibilitam atingir grandes melhorias. Unificar as duas estratégias, possibilita uma abordagem híbrida poderosa e efetiva. O que é melhor para uma empresa? Nota-se que a integração do Lean e do Seis Sigma apresenta grandes vantagens para empresas que a adotarem, pois une as vantagens e os pontos fortes das duas. Existe uma vantagem na união das duas ferramentas em que uma complementa a outra. O papel dos gestores de produtividade é, justamente, o de escolher o que mais se adapta às necessidades de cada empresa. Além disso, é vital ter total conhecimento da cultura da empresa, pois a maioria das dificuldades enfrentadas na implantação dos conceitos é cultural. A mudança depende do envolvimento de toda a instituição, principalmente da alta administração. É preciso saber exatamente onde se quer chegar e conhecer profundamente seu negócio para aplicar uma ferramenta que atue na estrutura e nos processos. Sendo assim, é importante que cada empresa conheça sua própria situação para que direcione a implementação de projetos de melhoria que se adequem à sua situação, para que então eles tragam resultados positivos e esperados, principalmente na aplicação de uma ferramenta como o Lean Seis Sigma, que trabalha profundamente os problemas, a fim de identificá-los e melhorá-los usando as vantagens da integração de duas ferramentas completas e complementares, mas com um objetivo único que é atendimento ao cliente com alto índice de qualidade, agilidade e flexibilidade. Ricardo Nunes, Andréa L.P. Navarro, Evaldo F. Pereira, Felipe G. Ferreira da Silva, Hugo T. Gadroli Pós Graduação em Gestão de Qualidade e Produtividade Universidade Paulista, UNIP. SHINGO, Shigeo. Sistema de troca rápida de ferramenta: uma revolução nos sistemas produtivos. Porto Alegre: Bookman, WOMACK, J. P.; JONES, D. T. Soluções enxutas: como empresas e clientes conseguem juntos criar valor e riqueza. Rio de Janeiro: Campus, dezembro.2013/96 o mundo da usinagem 17

18 educação e tecnologia I Pluralidade e excelência tornam a FEI referência na formação de engenheiros Figurando entre as melhores escolas de engenharia do País, a Fundação Educacional Inaciana (FEI) contribui significativamente para o desenvolvimento da alta qualificação de nossos engenheiros A FEI Faculdade de Engenharia Industrial, fundada em 1941 pela grande visão do jesuíta Pe. Roberto Saboia de Medeiros ( ), fez jus ao empreendedorismo de seu fundador. Ao longo das últimas sete décadas, a FEI acompanhou as necessidades da formação de profissionais para a sociedade, tornando-se Centro Universitário FEI desde 2002, hoje com cerca de alunos, embora continue sendo chamado, simplesmente, FEI. Com um campus em São Paulo e outro em São Bernardo do Campo-SP, a FEI oferece cursos de graduação em Administração, Ciências da Computação e Engenharias Civil, de Produção, de Automação e Controle, Elétrica, Mecânica, de Materiais, Química e Têxtil. Mas se em sete décadas de existência a FEI formou mais de 50 mil engenheiros, não é o volume de alunos que conta. O investimento pedagógico em seus diversos cursos somado à pluralidade de recursos extracurriculares e a orientação dada aos alunos sedimentam uma base conceitual e prática que é seu grande fator de distinção. Entre o campus de São Bernardo, com uma área de 233 mil m², e o de São Paulo, com m², estão à disposição dos alunos 82 laboratórios didáticos de engenharia, 27 centros de informática (com mais de 700 computadores) e salas de aula com recursos multimídia. A qualificação dos professores é um dos patamares da qualidade da FEI. Os professores são contratados preferencialmente já com o título de doutor e para contrato no regi- 18 o mundo da usinagem dezembro.2013/96

19 me de dedicação integral (40 horas semanais) exige-se fluência em inglês, produção científica e tecnológica relevante. Professores aulistas ou com regime de dedicação parcial devem ser mestres e estar cursando o doutorado. A qualificação nos programas da própria FEI pode ser obtida com bolsa integral, uma das maneiras de a instituição fomentar a capacitação do corpo docente. Para tal fim, a semestral Semana da Qualidade no Ensino, Pesquisa e Extensão desenvolve temas relevantes para a comunidade acadêmica sobre atualização tecnológica, políticas públicas de desenvolvimento técnico-científico, ou temas voltados à educação. Além disso, os professores envolvidos com pesquisa são incentivados a participarem de congressos em suas áreas de atuação. O ponto de partida básico da FEI, não abandonado desde seu início, é a maneira de alinhar a formação teórica e prática de seus futuros engenheiros à visão ética, social e humana, alicerces de um profissional crítico, criativo e empreendedor, como explicou o engenheiro Alexandre Laboratório de Engenharia Mecânica Arquivo FEI dezembro.2013/96 o mundo da usinagem 19

20 educação e tecnologia I Augusto Massote, coordenador do curso de Engenharia de Produção. A capacidade para estudar, pesquisar, projetar e intervir em processos produtivos e de gestão deve ter no professor um facilitador desses processos, um intermediário entre a aprendizagem teórica, os laboratórios de alta tecnologia e seu uso no desenvolvimento de atividades curriculares e extracurriculares, expõe o professor Massote. A FEI busca formar engenheiros para o mercado e, ao mesmo tempo, oferecer-lhes a necessária visão caso queiram continuar no universo da pesquisa. Os laboratórios estão subdivididos em Centro de Laboratórios Elétricos (CLE), Centro de Laboratórios Mecânicos (CLM) e Centro de Laboratórios Químicos (CLQ). Os três centros ocupam uma área total de aproximadamente 20 mil m 2. O CLE possui 38 laboratórios e capacidade para atender até 769 alunos ao mesmo tempo; o CLM administra 26 laboratórios e pode atender 942 alunos simultaneamente, e o CLQ tem 18 laboratórios e capacidade de atender 432 alunos ao mesmo tempo. Com um acervo de mais de 57 mil títulos de todas as áreas e 400 periódicos impressos, a biblioteca da FEI visa dar suporte ao ensino e à pesquisa. A base de dados on-line permite acesso irrestrito a portais científicos, fundamentais para o aprendizado e a pesquisa. A biblioteca disponibiliza também materiais técnicos em VHS, CDs e DVDs e um local específico para que os alunos tenham acesso a esses veículos digitais. O Setor de Estágios e Empregos da FEI mantém parceria com mais de oito mil empresas, no chamado SESEM (Setor de Estágios e Empregos), que intermedia anualmente mais de dois mil contratos. Além disso, a Júnior FEI, constituída e administrada pelos próprios alunos, presta serviços de consultoria e realiza projetos nas áreas de Administração, Engenharia e Ciência da Computação. Combinando a vivência acadêmica com a vivência empresarial, a empresa Júnior contribui para o crescimento pessoal, acadêmico e profissional de cada estudante, além de oferecer projetos com preços menores que os de mercado. 20 o mundo da usinagem dezembro.2013/96

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