APLICAÇÃO DO MODELO FLEURIET DE ANÁLISE DINÂMICA DO CAPITAL DE GIRO NA EMPRESA MAKRO ATACADISTA S.A.

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1 APLICAÇÃO DO MODELO FLEURIET DE ANÁLISE DINÂMICA DO CAPITAL DE GIRO NA EMPRESA MAKRO ATACADISTA S.A. APPLICATION OF FLEURIET DYNAMIC ANALYSIS OF WORKING CAPITAL IN THE COMPANY MAKRO S.A. WHOLESALER S.A. Lídia da Silva MOREIRA¹ Rosália Gonçalves Costa SANTOS ² Resumo 1 Acadêmica do curso de Ciências Contábeis Faculdade de Minas, Faminas-BH ²Docente do curso de Ciências Contábeis da Faculdade de Minas, Faminas-BH, orientadora O artigo tem como objetivo analisar o desempenho financeiro e a evolução dos índices dos anos 2009, 2010 e 2011, a partir do modelo dinâmico Fleuriet do capital de Giro, de uma das maiores empresas atacadistas do Brasil. O Makro Atacadista S.A. está presente no Brasil há 40 anos, possui atualmente 76 lojas em todo país e é controlado pela holding holandesa. A metodologia utilizada foi a pesquisa qualitativa de cunho descritivo, com instrumentos de coleta de dados por meio de pesquisa bibliográfica, estudo de caso e análise documental. Os dados coletados do balanço societário foram reclassificados e calculados os índices de acordo com o modelo proposto por Fleuriet, Necessidade de Capital de Giro (NCG), Capital de Giro (CDG), Tesouraria (T). Os resultados da pesquisa mostraram que, a situação financeira da empresa em 2009 foi considerada Muito Ruim, devido a empresa optar por trabalhar com recursos de curto prazo, e nos anos de 2010 e 2011 passa a ser Excelente, porque houve mudança da política financeira, buscando fontes de financiamentos a longo prazo, para diminuir o risco de insolvência e melhorar a posição financeira. Palavras-chave: Modelo Fleuriet. Capital de Giro. Necessidade de Capital de Giro. Tesouraria. Indices. Abstract The article aims to analyze the financial performance and trends in indices of the years 2009, 2010 and 2011, from the dynamic model Fleuriet capital Giro, one of the largest wholesale companies in Brazil. The Wholesaler Makro SA is present in Brazil for 40 years, currently has 76 stores across the country and is controlled by the Dutch holding company. The methodology used was a descriptive qualitative research with instruments to collect data through literature research, case study and document analysis. The data collected from the corporate balance sheet have been reclassified and the indices calculated according to the model proposed by Fleuriet, Need for Working Capital (NCG) Working Capital (CDG), Treasury (T). The survey results showed that the company's financial situation in 2009 was considered "Very Poor" because the company you choose to work with short-term funds, and in the years 2010 and 2011 becomes "Excellent" because there was a change financial policy, seeking sources of long-term debt to reduce the risk of insolvency and improve the financial position. Keywords: Fleuriet. Working Capital. Need for Working Capital. Treasury. Indices. 1 Introdução O cenário das empresas nos dias atuais, cada vez mais é vivenciado por um ambiente competitivo, esse reflete a preocupação dos gestores, administradores em atender

2 2 as expectativas e manter o crescimento que o mercado exige. Como consequência as empresas buscam diferenciais para superar as dificuldades mercadológicas e consequentemente a garantia da continuidade da empresa. Justamente pela alta competitividade nas empresas e a complexidade de gestão, se faz necessário a utilização de ferramentas mais eficazes que apoiam a tomada de decisão. Com o intuito de acompanhar o crescimento da empresa no que tange às questões financeiras os gestores necessitam de ferramentas específicas para acompanhar o capital, uma dessas ferramentas é a análise dinâmica do Modelo Fleuriet. Esse modelo possibilita verificar, de uma forma mais clara, à situação financeira da empresa, e tem por função auxiliar o gestor na avaliação da liquidez da organização, característica que muitas vezes não é atendida pelo modelo convencional. A realização deste estudo consiste na importância do Modelo Fleuriet para suprir os gestores com informações substanciais para as tomadas de decisões. Assim serão utilizados os indicadores, Necessidade de Capital de Giro (NCG), Capital de Giro (CDG) e saldo em Tesouraria (T). (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). A análise foi realizada em uma empresa do segmento de comércio atacadista que possui uma filial em Belo Horizonte, Makro Atacadista S.A., buscando contribuir com informações econômico-financeiras da empresa para os processos decisórios. Para este estudo definiu-se como objetivo geral analisar o desempenho financeiro da empresa Makro Atacadista S.A. a partir da análise tradicional dos índices financeiros e do Modelo Fleuriet. O Makro Atacadista S.A. está presente no Brasil há 40 anos, possui atualmente 76 lojas em todo país e é controlado pela holding holandesa SHV fundada em Destacase que a empresa oferece mais de 12 mil itens e firma-se como a melhor opção de abastecimento para clientes profissionais de todo país. Além disso, boa parte das lojas já conta com serviços de entrega para clientes transformadores de alimentos. 1 Quanto aos aspectos metodológicos utilizados para a realização deste estudo a pesquisa classifica-se quanto à abordagem do objetivo como qualitativa, descritiva. No que se refere aos procedimentos metodológicos foram utilizados as pesquisa bibliográfica, estudo de caso e análise documental. Os dados foram coletados nos relatórios contábeis do período 2009 a 2011 e reclassificados conforme o modelo proposto por Fleuriet. Para 1

3 3 atender o objetivo deste artigo em apresentar uma situação financeira da empresa pesquisada foram calculados os indicadores NGC, CDG e T. A pesquisa justifica-se por permitir aos gestores da empresa estudo, uma interpretação financeira permitindo maior segurança nos processos decisórios. No que tange a academia, o estudo justifica-se por proporcionar maior envolvimento da pesquisadora com o tema proposto além de compartilhar estudos com a comunidade acadêmica interessada pelo assunto. 2 Referencial Teórico 2.1 Contabilidade A Contabilidade tem como alvo registrar transações de uma determinada companhia e informar as consequências na situação econômica e financeira da mesma, para que assim o usuário tenha o conhecimento do presente e futuro da empresa. (GOUVEIA, 2011). Para Marion (2004) a contabilidade é um instrumento que fornece o máximo de informações úteis aos usuários para a tomada de decisões dentro e fora da empresa, muito antiga e sempre existiu auxiliando as pessoas a tomarem decisões. Diante desse contexto percebe-se a importância da contabilidade em todos os tempos, com intuito de fornecer informações eficazes e principalmente auxiliar nas tomadas de decisões e contribuindo para a continuidade das empresas. De acordo com Marion (2004) são usuários da contabilidade as pessoas que se interessam pela situação da empresa, podem ser exemplificados os administradores, sócios, empregados, instituições financeiras, governo, fornecedores, clientes, funcionários, etc. Vale destacar que a finalidade da utilização da contabilidade tem características próprias, ou seja, de acordo com a demanda e necessidade de cada um. Percebe-se que a contabilidade é utilizada em vários ramos, e é de suma importância, atendendo de forma necessária a todos aqueles que a utilizam e contribui para o crescimento das empresas. 2.2 Demonstrações Contábeis

4 4 As demonstrações contábeis são extraídas dos registros e documentos que compõem o sistema contábil de qualquer tipo de entidade (NBC-T-3. 1). A lei n 6.404/1976 denomina que ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício: Balanço Patrimonial, Demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados (DLPA), Demonstração do Resultado do exercício (DRE) Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) Demonstração do Valor Adicionado (DVA). (RIBEIRO, 2009, p.352). A seguir serão apresentadas as demonstrações contábeis utilizadas como base da pesquisa. Balanço Patrimonial (BP), Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) Balanço Patrimonial O Balanço Patrimonial destina-se evidenciar a situação financeira da empresa de forma qualitativa e quantitativamente em determinado período, indicando a situação patrimonial da mesma. (RIBEIRO, 2009). De acordo com Assaf Neto (2010), o Balanço Patrimonial apresenta a posição patrimonial e financeira de uma empresa. Por se tratar de uma informação estática sua estrutura se apresentará relativamente diferente algum tempo após seu encerramento. Através das informações extraídas de seus diversos grupos de contas, o balanço servirá como elemento de partida indispensável para o conhecimento da situação econômica e financeira de uma empresa. Ainda de acordo com o autor o Balanço Patrimonial compõe-se de três partes essenciais: ativo, passivo e patrimônio líquido. As contas classificadas em grupos, onde são dispostos em ordem decrescente de grau de liquidez para o ativo e em ordem decrescente de exigibilidade para o passivo. Onde o conceito origina-se a partir do equilíbrio destas partes acima, situando-se o passivo e o Patrimônio Líquido no lado direito, e o ativo do lado esquerdo Demonstração do Resultado do Exercício

5 5 A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um relatório contábil destinado a evidenciar a composição do resultado formado em determinado período de operações da entidade, podendo verificar o resultado que a empresa obteve no desenvolvimento de suas atividades durante determinado período, sendo composta por contas de resultado e por contas patrimoniais. As contas de resultado são aquelas que representam as despesas, os custos e as receitas, já as patrimoniais são aquelas representativas das deduções e das participações no resultado. (RIBEIRO, 2007). De acordo com Assaf Neto (2010) a DRE visa fornecer de forma esquematizada, os resultados (lucro ou prejuízo) obtidos pela empresa em determinado exercício social, onde são transferidos para as contas do Patrimônio Líquido. O lucro ou prejuízo é o resultado de receitas, custos e despesas incorridos pela empresa, independentemente de quem tenha sido esses valores pagos ou recebidos. Para Matarazzo (2003) a DRE não retrata o fluxo monetário apenas fluxo econômico. Não importa se uma receita ou despesa tem reflexo em dinheiro, para a demonstração de resultado basta apenas que reflete o Patrimônio Líquido. 2.3 Análise de Balanço Tradicional De acordo com Matarazzo (2003, p. 15) a análise de Balanços objetiva extrair informações das Demonstrações Financeiras para a tomada de decisões. Ele acrescenta que as demonstrações financeiras fornecem dados de acordo com regras contábeis, à análise de balanço transforma esses dados em informações. Dessa forma a análise das demonstrações contábeis pode atender a diferentes objetivos e que a análise de balanços permite que se extraia, dos demonstrativos contábeis divulgados por uma empresa, informações eficazes sobre o desempenho econômico financeiro. (ASSAF NETO, 2010). O autor ressalta que a experiência e a intuição do analista juntamente com o conhecimento técnico indicarão qual a melhor maneira de se utilizar os indicadores de análise, pois é algo particular de cada indivíduo.

6 6 2.4 Modelo Fleuriet O modelo Fleuriet, surgiu a partir da necessidade de se criar um estilo gerencial e métodos voltados para as características da estrutura empresarial do país. Foi o resultado do encontro do especialista francês, Michael Fleuriet do centro de ensino gerencial da Europa, e da instituição Fundação Dom Cabral que introduziu técnicas de análises para a realidade empresarial brasileira. O trabalho foi desenvolvido nos anos de 1975 a 1978 tornando marco na gestão financeira brasileira. Suas técnicas e análises não perdeu sua aplicabilidade até os dias atuais. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). De acordo com os autores o ciclo econômico pode ser identificado pelo prazo decorrido entre as entradas de matéria prima (compras) e as saídas de produtos acabados (venda), Já o financeiro conceitua-se pelo prazo decorrido entre as saídas de caixa (pagamentos) e as entradas de caixa (recebimentos). (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). Para aplicar o modelo Fleuriet, primeiramente devem-se reclassificar as contas do Balanço Patrimonial. As contas do Ativo e do passivo devem ser consideradas em relação à realidade dinâmica da empresa, sendo as contas classificadas de acordo com seu ciclo, tendo assim uma melhor compreensão. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). Ainda conceituando as contas Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003 p. 7) destaca que certas contas apresentam uma movimentação lenta quando analisadas isoladamente em relação ao conjunto de outras contas. Em uma análise de curto prazo, podem ser consideradas como permanentes ou não cíclicas, contas como, por exemplo, (investimentos, realizável a longo prazo etc.). Outras contas estão relacionadas com o ciclo operacional e apresentam um movimento contínuo e cíclico (estoques, fornecedores, etc.) Existem também contas que não estão relacionadas diretamente com a operação, onde apresenta um movimento descontinuo e errático (disponível, duplicatas descontadas). (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). De acordo com Assaf Neto (2002) o ativo circulante financeiro, de natureza errática, é formado sem apresentar necessariamente um vínculo direto com o ciclo operacional da

7 7 empresam, e o ativo circulante operacional é composto de valores que mantêm estreita relação com a atividade operacional da empresa, e que os elementos são diretamente influenciados pelo volume de negócios (produção e venda). Percebe-se então que as contas do Ativo Errático estão ligadas diretamente ao ciclo financeiro, e as contas cíclicas estão ligadas ao operacional da empresa Necessidade de Capital de Giro (NCG) A Necessidade de Capital de Giro (NCG) pode ser definida quando as saídas de caixa ocorrem antes das entradas de caixa, a operação da empresa cria uma necessidade de aplicação permanente de fundos. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). De acordo com o autor a diferença entre o valor das contas cíclicas do ativo e das contas cíclicas do passivo, define-se pela expressão: NCG = ATIVO CÍCLICO PASSIVO CÍCLICO Para Assaf Neto (2002, p. 61) A Necessidade de capital de Giro é o método que permite com razoável precisão técnica um melhor conhecimento e avaliação da estrutura financeira da empresa. O autor conceitua a Necessidade de Capital de Giro como NIG, ou seja, Necessidade de Investimento em Giro e não difere de Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003), quando a atividade operacional da empresa cria um fluxo de saídas de caixa mais rápido que o da entrada cria-se uma necessidade permanente de investimento em seu giro, que é apurada pela diferença entre os ativos e passivos cíclicos. (ASSAF NETO, 2002). Matarazo (2003) define a NCG como diferença entre os investimentos que decorrem automaticamente das atividades de compra, produção estocagem e venda e do financiamento que também decorrem das mesmas atividades de investimentos, essa diferença é o quanto a empresa necessita para financiar o giro, ou seja, a NCG. A NCG é muito sensível às modificações que ocorrem no ambiente econômico. Se há uma redução de crédito de fornecedores ou aumento dos estoques, a NCG é alterada em curto prazo. A NCG depende da natureza e do nível de negócios da empresa. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). Quando positiva reflete uma aplicação permanente de fundos

8 8 que, deve ser financiada normalmente, com fundos permanentes da empresa. E quando negativa, significa que no ciclo financeiro, as saídas de caixa ocorrem depois das entradas de caixa, ou seja, o passivo cíclico torna-se maior do que o Ativo cíclico, constituindo-se em fonte de fundos para a empresa Capital de Giro (CDG) O Capital de Giro (CDG) é um conceito econômico-financeiro constituído uma fonte de fundos permanente utilizada para financiar a NCG da empresa. O CDG apresentase razoavelmente estável ao longo do tempo e diminui quando a empresa realiza novos investimentos em bens do ativo permanente. Esses investimentos são realizados por meio de autofinanciamento, empréstimos a longo prazo e aumento de capital, consequentemente aumenta o CDG compensando aproximadamente a diminuição provocada pelos novos investimentos. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). Quando o ativo permanente é maior do que o passivo permanente significa que o CDG está negativo, ou seja, a empresa estará financiando parte do seu ativo permanente com fundos de curto prazo. O que poderá resultar problemas de insolvência. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). Para Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003) define-se como Capital de Giro a diferença entre o passivo permanente e ativo permanente. Segue a fórmula do CDG conforme os autores: CDG = PASSIVO PERMANENTE ATIVO PERMANENTE Para Assaf Neto (2002 p.13) O capital de giro tem participação relevante no desempenho operacional das empresas, cobrindo geralmente mais da metade de seus ativos totais investidos. Uma administração inadequada resulta normalmente em problemas financeiros, podendo resultar em uma situação de insolvência. O montante do capital de giro é o resultado sobre o sucesso dos negócios, exercendo influências sobre a liquidez e rentabilidade das empresas. (ASSAF NETO, 2002). Sobre a importância e o volume do CDG Assaf Neto comenta que:

9 9 São determinados principalmente pelo volume de vendas, o qual é lastreado, pelos estoques, valores a receber e caixa; sazonalidades dos negócios, que determina variações nas necessidades de recursos ao longo do tempo; fatores cíclicos da economia, com recessão, comportamento do mercado etc. tecnologia, principalmente aplicada aos custos e tempos de produção; e políticas de negócios, centradas em alterações nas condições de venda, de crédito, produção etc. (ASSAF NETO, 2002, P.13). Para Augustini (1999) A característica predominante dos itens que compõem o capital de giro é a transformação, ou seja, cada componente é convertido em outras formas de ativo ou receita Tesouraria (T) O saldo de tesouraria (T) define-se como a diferença entre o ativo e o passivo erráticos. A conta disponível, caixa é considerada como ativo errático e as contas empréstimos de curto prazo e pagamento de Imposto de Renda como passivo errático. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). Conforme os autores, a diferença conceituada acima não está diretamente ligada à operação da empresa, e os valores se alteram de forma aleatória. De acordo com Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003) o saldo de Tesouraria define-se como a diferença entre o ativo e o passivo errático. T= ATIVO ERRÁTICO PASSIVO ERRÁTICO De acordo com os autores, o saldo Tesouraria pode também ser identificado como a diferença entre o Capital de Giro e a Necessidade de Capital de Giro, conforme fórmula: T= CDG NCG Se o capital de giro não for suficiente para financiar a Necessidade de Capital de Giro, o saldo de Tesouraria será negativo. Portanto o passivo errático será maior do que o ativo errático. Podemos evidenciar que a empresa financia parte da NCG ou ativo

10 10 permanente com fundos de curto prazo, aumentando seu risco de insolvência. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). De acordo com os autores se o saldo de tesouraria for positivo, a empresa disporá de fundos de curto prazo que poderão ser aplicados em títulos de liquidez imediata, aumentando sua margem de segurança financeira. Sendo positivo ou elevado não significa necessariamente uma situação desejável, a empresa talvez não esteja aproveitando as oportunidades de investimentos propiciadas por sua estrutura financeira, quando o saldo tesouraria engorda pode ser identificado pela falta de uma estratégia dinâmica de investimentos Situação Financeira A situação financeira de uma empresa pode ser identificada a partir de seis tipos de situações financeiras (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003), conforme tabela abaixo: Quadro 1 Situação Financeira prevista no Modelo Fleuriet TIPO CDG NCG T SITUAÇÃO 1 (+) (-) (+) Excelente 2 (+) (+) (+) Sólida 3 (+) (+) (-) Insatisfatória 4 (-) (+) (-) Péssima 5 (-) (-) (-) Muito ruim 6 (-) (-) (+) Alto Risco Fonte: Braga e Marques (1995) Os autores classificam o tipo 1 como situação financeira excelente, onde o CDG e o saldo de tesouraria são positivos e a NCG negativa com saldo negativo, significando que as saídas de caixa ocorrem depois das entradas, e as contas cíclicas possuem um giro elevado. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). No tipo 2 segundo Braga (1989), é uma situação considerada como sólida, pois possuem saldos positivos nos três indicadores, com saldo de tesouraria e a NCG inferior ao CDG.

11 11 No tipo 3 de acordo com Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003), representa uma situação financeira insatisfatória, onde a NCG é maior que o CDG o saldo de tesouraria negativo, onde a diferença é financiada por empréstimos de curto prazo, O tipo 4 de acordo com Braga (1989), demonstra uma situação financeira péssima, o CDG negativo identifica que a empresa financia investimentos de longo prazo com fontes de curto prazo. No tipo 5 representa uma situação financeira muito ruim a NCG e o CDG apresentam-se negativos, evidenciando que os ativos de curto prazo financiam os ativos de longo prazo, tendo em vista a NCG negativa as entradas de caixa ocorrem antes das saídas de caixa. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). Por fim, o tipo 6 identifica uma situação financeira de alto risco, o CDG e a NCG constam negativos, o a T positiva, demonstra que a NCG é suficiente para financiar o CDG. O saldo de tesouraria sendo positivo a empresa pode aplicar recursos no curto prazo. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). 3 Análise dos Resultados Para que fosse possível a análise dos Resultados, os dados originais do Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício, do período 2009 a 2011, foram retratados em planilhas eletrônicas do Excel conforme propõe o modelo dinâmico de Fleuriet. A seguir as Tabelas 1 e 2 apresentam o Balanço Patrimonial Societário e a Demonstração do Resultado do Exercício do período analisado estruturado sinteticamente com o objetivo de proporcionar uma visão geral da empresa. Tabela 1 BP Societário Valores em milhares de reais Ativo circulante Ativo não circulante Total do Ativo Passivo Passivo circulante Passivo não circulante

12 12 Patrimônio Líquido Total do Passivo Fonte: Dados da pesquisa (2012) Tabela 2 - Demonstração do Resultado do Exercício Valores em milhares de reais DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO Receita Líquida de Vendas Lucro Bruto Resultado Operacional Receitas Financeiras Despesas Financeiras Result. Exercício Antes da CSLL / IR Lucro Líquido do Exercício Fonte: Dados da pesquisa (2012) Na sequência a Tabela 3 demonstra sinteticamente o Balanço Patrimonial Societário reorganizado conforme o modelo proposto por Fleuriet. Tabela 3 - BP conforme Modelo FLEURIET Valores em milhares de reais ATIVO Ativo Errático (financeiro) Ativo Cíclico (operacional) Ativo permanente (não cíclico) Total do Ativo PASSIVO Passivo Errático (financeiro) Passivo Cíclico (operacional) Passivo permanente (não cíclico) Total do Passivo Fonte: Dados da pesquisa (2012) A partir do quadro apresentado acima, foram calculados os índices do Modelo Fleuriet da empresa pesquisada, Makro Atacadista S.A., conforme Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003), que poderá ser visualizado na Tabela 4. Tabela 4 Índices do Modelo Fleuriet do Makro atacadista S/A

13 13 Indicadores Receita Líquida Necessidade de Capital de Giro Capital de Giro Tesouraria Situação Financeira Excelente Excelente Muito Ruim Fonte: Dados da pesquisa (2012) Observa-se que no ano de 2009 a empresa Makro Atacadista S.A. apresentou uma Receita Líquida de R$ 4,6 milhões. Já a NCG do período foi negativa no valor de R$ , de acordo com Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003) a NCG quando negativa indica que as saídas de caixa ocorreram depois das entradas de caixa, ou seja, o passivo cíclico é maior do que o ativo cíclico, constituindo-se em fonte de fundos para a empresa. No mesmo período o CDG indicou um saldo negativo de R$ , onde se conclui que ativo permanente (não cíclico) é maior que o passivo permanente (não cíclico), esse resultado indica que parte do ativo permanente da empresa é financiada com recursos de curto prazo. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). Os autores destacam que quando o CDG encontra-se negativo, a empresa poderá se desenvolver, desde que a NCG, também seja negativa, contudo para a empresa em estudo o resultado negativo da NCG amenizou a situação financeira no período. Já o saldo em Tesouraria em 2009 foi negativo em R$ , demonstrando uma situação não favorável para a empresa. Para Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003) quando o saldo em Tesouraria é negativo evidencia que o passivo errático é maior do que o ativo errático, sinalizando que a empresa em 2009 estava financiando parte de seu ativo permanente com fundos de curto prazo, método não aconselhável, deixando a empresa em uma situação delicada. Contudo, analisando a situação no ano de 2009, pela análise conjunta da NCG, do CDG e do saldo de Tesouraria, proposta por Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003), percebe-se que a empresa apresentava uma situação considerada muito ruim. Essa classificação é justificada pelo saldo negativo do CDG e saldo de tesouraria negativo, o que aumenta o risco de insolvência. Vale destacar que o valor expressivo de Debêntures com vencimento no curto prazo, o qual contribuiu para a geração de saldo negativo de Tesouraria. Para uma

14 14 situação favorável a empresa pode buscar o equilíbrio entre os prazos das aplicações e das fontes de recursos, podendo também buscar financiamentos de longo prazo. Apesar de a NCG ser negativa no valor de R$75.035, não foi suficiente para evitar o saldo de tesouraria negativo. Observou-se ainda que a empresa tem saldo representativo na conta de fornecedores, entretanto o saldo da NCG negativo sinaliza que as saídas de caixa ocorrem depois das entradas de caixa. No ano de 2010 a empresa Makro Atacadista S.A. obteve uma receita líquida de R$ 5,2 milhões um aumento de 13,5% em relação ao ano anterior. Observou que a NCG manteve-se negativa no valor de R$ Ou seja, novamente as saídas de caixa ocorrem depois das entradas. Já o saldo do CDG em 2010 apresentou um crescimento bastante expressivo, em relação ao ano anterior de R$ negativos para R$ positivos. Esse resultado indica que a empresa optou por capitação de recursos de terceiros. O saldo de tesouraria em 2010 apresentou uma melhora significativa em relação ao ano anterior. Em 2009 o saldo era R$ negativos e em 2010 passou a R$ positivos. De acordo com Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003) quando o saldo de tesouraria apresentar positivo, a empresa disporá de fundos de curto prazo que poderão ser aplicados em títulos de liquidez imediata, aumentando sua margem de segurança financeira. O autor ressalta ainda que o saldo positivo não significa necessariamente uma condição desejável, a empresa pode não estar aproveitando as oportunidades de investimentos, propiciada por sua estrutura financeira. Por fim, ao avaliar a conjuntura dos índices NCG, CDG e saldo de Tesouraria em 2010, percebe-se que houve uma melhora relevante em relação ao ano anterior, passando de muito ruim para excelente. Situação típica de empresas com perfil da empresa pesquisada, pois se trata de empresas que normalmente vendem mercadorias à vista e compram a prazo. Essa situação decorre devido ao alto nível de liquidez, ou seja, as contas cíclicas possuem um giro elevado. (FLEURIET; KEHDY; BLANC, 2003). Diante disto percebe-se que, as contas de clientes houve um aumento expressivo de 76% e de estoque obteve um aumento de 16% em relação ao ano anterior. O Capital de Giro positivo foi

15 15 fundamental para a empresa, a mesma buscou recursos de terceiros optando por financiamentos e debêntures em longo prazo ao contrário da política adotada em Vale destacar que o saldo de tesouraria positivo traz certa tranquilidade para a empresa, pois possibilita o aumento do grau de liquidez. Em 2011 a empresa permaneceu estável em relação ao valor da Receita, representando R$ 5,4 milhões em A NCG apresentou um saldo negativo de R$ indicando um crescimento se comparado com o ano anterior. Desde 2009 o Makro Atacadista vem apresentando um ativo cíclico inferior ao passivo cíclico, ou seja, a empresa não necessitava de aplicações de recursos no seu ciclo operacional, constituindo-se em fontes de fundos para a empresa Fleuriet, Kehdy e Blanc (2003), situação não muito comum em empresas. Já o CDG permaneceu positivo, porém houve um aumento considerável passando de R $ em 2010, para R$ em O fato decorre novamente da captação de recursos de terceiros de longo prazo no valor de R$ para financiar suas dívidas. O saldo de tesouraria apresentou um aumento considerável passando de R$ em 2010 para R$ em 2011, isto demonstra que a empresa possui liquidez suficiente para financiar seu Capital de Giro. Analisando os três índices em 2011, NCG, CDG e o saldo de Tesouraria, constatouse que a empresa permaneceu constante em relação ao ano anterior, situação excelente, ressaltando que o CDG e saldo de tesouraria apresentaram valores bem consideráveis. A empresa permaneceu na política de utilizar recursos em longo prazo, para financiar suas dívidas o que possibilita um melhor resultado financeiro da empresa. O saldo de tesouraria elevado pode ser deduzido pelo fato da empresa trabalhar com os estoques, onde o prazo de recebimento é menor que o prazo de pagamento, uma gestão de política da empresa que muitas vezes contribui para resultados positivos em relação à situação financeiro econômico da empresa, podendo também dispor de outros recursos para aumentar sua liquidez. 4 Conclusão

16 16 O presente artigo buscou identificar o desempenho financeiro da empresa Makro Atacadista S.A. a partir da análise tradicional dos índices financeiros e do modelo Fleuriet no período de 2009, 2010 e 2011, através dos indicadores Necessidade de Capital de Giro (NCG), Capital de Giro (CDG) e saldo de Tesouraria (T). Para analisar o desempenho financeiro foram extraídos os balanços referentes aos anos citados, e posteriormente foram reclassificados conforme o modelo Fleuriet. O modelo descrito possibilita verificar de uma forma mais clara à situação financeira da empresa, e tem por função auxiliar o gestor da empresa na avaliação da liquidez da organização. Característica que muitas vezes não é atendida pelo modelo convencional, por demonstrar certas limitações. Em resposta ao objetivo da pesquisa, conclui-se que em 2009 a empresa Makro Atacadista S.A. apresentou situação financeira considerada pelo modelo Fleuriet como muito ruim com a NCG negativa, CDG negativo e saldo de Tesouraria também negativo, situação que não é comum em empresas deste ramo de atividade como é o caso da empresa pesquisada, pois são empresas que tem como característica vender mercadorias a vista e comprar a prazo. Percebe-se então que a situação se deu pelo fato da empresa optar por trabalhar com recursos de curto prazo, contribuindo para o saldo negativo de Tesouraria e o CDG negativo. Verifica-se que a empresa financia parte do seu ativo permanente com fundos de curto prazo, podendo aumentar o risco de insolvência da empresa, porém com o saldo negativo da NCG amenizou a situação financeira do período. Em 2010 o Makro Atacadista S.A., apresentou um crescimento da receita, e uma melhora significativa na sua classificação, saindo de muito ruim em 2009 para excelente no ano de 2010, onde a NCG permaneceu negativa, tendo em vista que as saídas de caixa ocorreram depois das entradas, o CDG positivo e o saldo de Tesouraria positivo, possibilitando o aumento do grau de liquidez. Percebeu-se que a empresa mudou a política da gestão financeira, buscando trabalhar com recursos de longo prazo. Em 2011 a situação permaneceu constante, apresentando uma situação excelente, tendo em vista que a empresa permaneceu com a política do ano anterior, buscando trabalhar com recursos de longo prazo. Vale ressaltar que o saldo em tesouraria foi bastante elevado, podendo ser deduzido pelo fato da empresa operar com vendas à vista, uma gestão de política da empresa que muitas vezes contribui para resultado positivo em relação à

17 17 situação financeiro econômico da empresa, dispondo também de outros recursos para aumentar sua liquidez. Desta forma é possível concluir que a situação financeira apresentada pelo Makro Atacadista S.A. nos anos de 2009 a 2011 é considerada adequada, e que a empresa a partir dos anos analisados indicou uma evolução satisfatória. Apesar do ano de 2009 a empresa demonstrar uma situação muito ruim, constatou-se que a mesma empenhou em mudar a situação financeira em 2010 e 2011, considerada excelente, mostrando assim uma gestão qualificada e eficiente. O resultado obtido proporcionou um conhecimento abrangente referente à situação financeira da organização através dos índices propostos pelo modelo Fleuriet. 5 Referências bibliográficas ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços Um enfoque Econômico- Financeiro. 9.ed. São Paulo: Atlas, ASSAF NETO, Alexandre; SILVA César Augusto Tibúrcio. Administração do Capital de Giro. 2. Ed. São Paulo: Atlas, AUGUSTINI, Carlos Alberto Di. Capital de Giro Análise das Alternativas Fontes de Financiamento. 2. Ed. São Paulo: Atlas, BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, FLEURIET, Michel; KEHDY, Ricardo; BLANC, Georges. O Modelo Fleuriet a dinâmica financeira das empresas. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, GOUVEIA, Nelson. Contabilidade Básica. 2. ed. São Paulo: Harbra: MARION, José Carlos. Contabilidade Básica.7. ed. São Paulo: Atlas, MATARAZZO, Dante Carmine. Análise Financeira de Balanços abordagem básica e gerencial. 6. ed. São Paulo: Atlas, RIBEIRO, Osni Ribeiro. Contabilidade Intermediária. 2. ed. São Paulo: Saraiva, MAKRO. Disponível em: Acesso em: 26 abr

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