5.4 Balanço Patrimonial

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "5.4 Balanço Patrimonial"

Transcrição

1 IV - Quociente Financeiro de Execução Os números demonstram, nos três períodos, superávit orçamentário e financeiro, considerando-se também para as despesas em regime de caixa. V - Saldos Financeiros Os números indicam que, no exercício de 2004, os pagamentos foram superiores aos recebimentos, ocasionando déficit, enquanto que nos exercícios de 2003 e 2005, os recebimentos foram superiores aos pagamentos, resultando em superávit. VI - Execução Extra-Orçamentária Os números tendem para o equilíbrio entre os ingressos e dispêndios extra-orçamentários, demonstrando que a dívida flutuante, proveniente do exercício anterior, está sendo devidamente paga, sendo que a sua inscrição, nos três últimos exercícios, vem apresentando equilíbrio. 5.4 Balanço Patrimonial No Balanço Patrimonial Consolidado do Governo do Estado, encerrado em , encontram-se demonstradas de forma estática a situação dos bens, direitos e obrigações representadas pelos grupos do ativo financeiro, ativo não financeiro, ativo compensado, passivo financeiro, passivo não financeiro e passivo compensado, evidenciando ao final, o saldo patrimonial do exercício, conforme determina a Lei 4.320/64 em seu artigo 105. Demonstramos abaixo as análises: vertical, horizontal e a apuração dos indicadores de evolução patrimonial, referentes ao Balanço Patrimonial Consolidado, correspondente aos exercícios de 2003, 2004 e 2005, abrangendo os órgãos da administração direta e indireta. Verifica-se que o ativo financeiro cresceu em relação ao ativo total nos três exercícios, ocorrendo um aumento considerável no disponível em relação a 2003 e 2004, permanecendo, no entanto, o decréscimo observado em créditos em circulação no exercício de 2003, voltando a crescer em 2004 e decrescendo em 2005, a conta valores diferidos demonstra o montante de repasses a receber do tesouro estadual, encontrando-se em ascendência em especial no exercício de 2005, no qual foi implantado, o mecanismo de controle da disponibilidade financeira por fonte de recurso. O ativo não financeiro apresentou nos três exercícios variações para mais e para menos em relação ao ativo total, verifica-se um sensível acréscimo na dívida ativa em 2005 seguidos do circulante, outros valores e permanente, que tiveram um decréscimo em relação ao exercício de No passivo financeiro, visualiza-se o aumento em relação à conta de restos a pagar processados que apresentou em 2005 um acréscimo em relação a 2003 e 2004, por sua vez a conta depósitos cresceu em 2005, em relação a 2003 e 2004, vale ressaltar que a conta valores diferidos, não interfere no resultado do superávit financeiro, pois sua contrapartida contábil encontra-se também registrado no ativo financeiro, demonstrando os valores, que a unidade gestora financeira têm a repassar aos órgãos referentes às fontes de recursos do tesouro. No passivo não financeiro, nota-se no exercício de 2005 uma performance positiva em relação ao passivo total, principalmente quanto à dívida fundada interna e externa, ambas em decréscimo. O patrimônio líquido apresentou acréscimo no exercício de 2005 em relação aos exercícios de 2003 e 2004, devido principalmente, à performance positiva da dívida fundada interna e externa, combinada com o aumento da dívida ativa. 78

2 Análise Vertical do Balanço Patrimonial - Em R$ mil Grupos 2003 % 2004 % 2005 % Ativo Financeiro , , ,85 Disponível , , ,24 Créditos em Circulação , , ,09 Valores Diferidos , , ,67 Investimentos do RPPS , ,86 Permanente , , ,57 Circulante , , ,21 Realizável a Longo Prazo , , ,29 Dívida Ativa , , ,27 Outros Valores , , ,02 Permanente , , ,07 Ativo Real , , ,41 Compensado , , ,59 Total , , ,00 Passivo Financeiro , , ,88 Depósitos , , ,98 Restos a Pagar Processados , , ,23 Valores Diferidos , , ,67 Passivo não Financeiro , , ,72 Dívida Fundada Interna , , ,81 Dívida Fundada Externa , , ,31 Obrigações Legais e Tributárias , , ,80 Outros Valores , , ,50 Prov.Matem.previdenciárias Resultado de Exercícios Futuros 63 0, ,00 0,00 Passivo Real , , ,59 Patrimônio Líquido , , ,82 Compensado , , ,59 Total , , ,00 79

3 Observando o quadro a seguir, constata-se que o ativo financeiro, apresentou acréscimo em relação ao ano base 2003, sendo 7% acrescido em 2004 e 152% em 2005, devido principalmente ao aumento do disponível em 2004, na ordem de 20%, compartilhado com o incremento dos créditos em circulação, e os investimentos do regime próprio de previdência social. O ativo não financeiro, apresentou crescimento tanto em 2003 como em 2004, em praticamente todos os seus componentes, destacando-se a dívida ativa e os bens de natureza permanente. O passivo financeiro, vem crescendo em relação ao ano base, principalmente no que diz respeito à inscrição de restos a pagar processados. O passivo não financeiro, apresentou um crescimento em 2004 de13% e em 2005 de 20% em relação a 2003, evidenciado pelo decréscimo da dívida fundada interna e externa e acréscimo nas obrigações legais e tributarias e outras obrigações. Tendo como base o exercício de 2003, verifica-se que o patrimônio líquido vem apresentando performance positiva nos exercícios subseqüentes. Os principais fatores que contribuíram para este aumento foram os acréscimos ocorridos no ativo financeiro, precisamente no disponível, conjugado com o incremento da inscrição em divida ativa e com os decréscimos ocorridos na dívida fundada interna e externa. Análise Horizontal do Balanço Patrimonial - ano base 2003 Em R$ mil Grupos % 2004 % 2005 % Ativo Financeiro Disponível Créditos em Circulação Valores Diferidos Investimentos do RPPS Ativo não Financeiro Circulante Realizável a Longo Prazo Dívida Ativa Outros Valores Permanente Ativo Real Compensado Total

4 Grupos % 2004 % 2005 % Financeiro Depósitos Restos a Pagar Processados Valores Diferidos Passivo não Financeiro Dívida Fundada Interna Dívida Fundada Externa Obrigações Legais e Tributárias Outras Obrigações Provisões Matem. Prevideniárias Receitas de Exercícios Futuros Passivo Real Patrimônio Líquido Compensado Total Análise Horizontal do Patrimônio Líquido - ano base 2003 Em R$ mil Títulos Patrimônio Líquido Evolução em % ,21 50,50 81

5 Balanço Patrimonial - Indicadores Em R$ mil Indicadores I - Liquidez Corrente Ativo financeiro , , ,94 Passivo Financeiro II - Liquidez Geral Ativo financeiro + Circ.Não Financeiro + R.L.P , , ,78 Passivo Financeiro + Passivo Não Financeiro III - Situação Não Financeira Ativo Não Financeiro , , ,33 Passivo Não Financeiro IV - Dívidas a Curto Prazo/ Passivo Total Dívida Flutuante , , ,10 Passivo Financeiro + Passivo Não Financeiro V - Restos a Pagar/Disponibilidades Restos a Pagar , , ,52 Disponibilidades I Liquidez Corrente Os números demonstram que o Estado apresenta boa capacidade de pagamento em curto prazo, ou seja, os valores do ativo financeiro (disponível e créditos em circulação) são superiores aos do passivo financeiro (depósitos e restos a pagar processados). No exercício de 2003, para cada R$ 1,00 de dívida flutuante, existem R$ 1,64 de recursos financeiros disponíveis para sua cobertura. Em 2004, independentemente da divida flutuante ter sofrido acréscimo à capacidade de pagamento, aumentou em 0,03%, devido ao crescimento do ativo financeiro, repetindo-se o mesmo comportamento no exercício de Nos três últimos exercícios, o Estado apresentou superávit financeiro, ou seja, situação financeira positiva, resultante da diferença entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, sendo esta, uma das principais fontes para a abertura de créditos adicionais. II Liquidez Geral O resultado deste indicador demonstra a capacidade de pagamento do Estado em longo prazo, considerando todos os valores que serão convertidos em moeda (ativo financeiro, circulante não financeiro e realizável em longo prazo), em confronto com a dívida flutuante e dívida fundada (passivo financeiro e passivo não financeiro). Analisando os quocientes apurados nos três exercícios a princípio, demonstra que o Estado, não teria capacidade de honrar seus compromissos em longo prazo, visto que os indicadores apresentam-se abaixo de (1,00), ou seja, para cada R$ 1,00 de dívida flutuante e fundada, dispõe-se de R$ 0,59, R$ 0,63 e R$ 0,78, porém, é fundamental esclarecer que a dívida fundada interna e externa encontram-se devidamente registradas pelos seus valores atualizados ao término de cada exercício, sendo, que o compromisso de amortização do valor principal, assim como os pagamentos dos juros, possuem dotação orçamentária anual específica, estando de acordo com o que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal, ou seja, dentro do limite definido por resolução do Senado Federal, que fixa o endividamento dos Estados em até 2 (duas) vezes a receita corrente líquida. 82

6 III Situação Não Financeira O resultado indica que o Estado possui situação positiva, no que se refere ao confronto do ativo não financeiro com o passivo não financeiro, representados por bens, créditos e valores. Tendo como base o exercício de 2003, observa-se que houve um acréscimo nos indicadores, tanto em 2004 como em 2005, devido ao equilíbrio da variação cambial que reflete diretamente, na composição do passivo não financeiro, e por outro lado, houve acréscimo no ativo não financeiro, em virtude do incremento da inscrição em divida ativa. IV Participação das Dívidas a Curto Prazo / Passivo Total O resultado indica que da dívida total apurada em 2003, 2004 e 2005, o valor a ser pago a curto prazo corresponde respectivamente a: 8%, 8% e 10%, o que demonstra capacidade de pagamento a curto prazo. V Restos a Pagar / Disponibilidades O resultado indica que do total das disponibilidades apuradas em 2003, 2004 e 2005, em relação aos restos a pagar, correspondem respectivamente a: 49%, 60% e 52%, demonstrando que o Estado possui recursos financeiros suficientes para saldar seus compromissos inscritos em restos a pagar processados. 5.5 Demonstração das Variações Patrimoniais O Demonstrativo das Variações Patrimoniais demonstra todas as modificações positivas ou negativas, ocorridas no decorrer do exercício no patrimônio do Estado, decorrente ou não da execução orçamentária, e ao final indica o resultado econômico da entidade. Demonstramos abaixo as análises: vertical e horizontal referente a Demonstração das Variações Patrimoniais Consolidadas, correspondente aos exercícios de 2003, 2004 e 2005, abrangendo os órgãos da administração direta e indireta. Examinando o quadro na página seguinte, que demonstra as variações ativas e passivas ocorridas no Patrimônio do Estado durante os exercícios supracitados, observa-se, que as variações ativas, resultantes da execução orçamentária, representaram os valores mais expressivos, contribuindo em média com 90,27%, em relação ao valor total, sendo que as receitas orçamentárias, representaram em média 76,78%, destacando-se as receitas correntes com uma participação média de 75,63%, a seguir, aparecem as mutações ativas, representadas pelas aquisições de bens e direitos e amortização da dívida, que tiveram em média uma participação de 13,49%, devendo ser observado que em relação a 2003, houve um acréscimo na amortização da dívida fundada no exercício de 2004 na ordem de 0,22%, e um decréscimo em 2005 de 0,17%. As variações ativas independentes da execução orçamentária, representada pelas incorporações de bens e direitos e desincorporações de obrigações, apresentaram um crescimento de participação em relação a 2003 de 1,98%, decrescendo em 2005, em relação a 2004 em 2,84%. As variações passivas resultantes da execução orçamentária apresentaram um decréscimo de 4,82% de 2004 em relação a 2003, enquanto que no exercício de 2005, em comparação a 2004, houve um acréscimo de 1,29%, sendo que, mantiveram quase que a mesma participação nos três exercícios, representando em media 77,63%, comparadas ao valor total, destacando-se as despesas correntes com participação média de 65,08%, vindo em seguida as de capital com 10,99%, e as mutações passivas que representaram 1,53% do total geral. As variações independentes da execução orçamentária apresentaram, nos exercícios de 2004 e 2005, um acréscimo decorrente das desincorporações de bens e direitos e incorporações de obrigações. 83

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC.

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC. 1 ANEXO III - PT/MPS Nº 95, DE 06 DE MARÇO DE 2007 DOU DE 07.03.07 MODELOS E INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS SÃO AS EXTRAÍDAS DOS LIVROS, REGISTROS E

Leia mais

Palavras-chave: Demonstrações Contábeis. Setor público. Lei de Responsabilidade Fiscal.

Palavras-chave: Demonstrações Contábeis. Setor público. Lei de Responsabilidade Fiscal. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NO SETOR PÚBLICO Adriana Oliveira Nogueira Universidade de Fortaleza (UNIFOR-CE) adriana@secon.ce.gov.br Manuel Salgueiro Rodrigues Júnior Universidade

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis Contabilidade Pública Aula 4 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Plano de Contas Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão Consiste em um rol ordenado de forma sistematizada de contas

Leia mais

ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL

ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ PÁGINA: 1 BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO - 2005 ANEXO 14 ATIVO ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL 450.323.096,72 CAIXA 47.294,31 BANCOS CONTA MOVIMENTO 210.194.091,20

Leia mais

Análise de Balanços. Flávia Moura

Análise de Balanços. Flávia Moura Análise de Balanços Flávia Moura 1 Tópicos para Reflexão O que é análise de balanços? A análise de balanços consiste em proceder a investigações dos fatos com base nos dados Para que serve a análise de

Leia mais

Anexo 12 - Balanço Orçamentário

Anexo 12 - Balanço Orçamentário Anexo 12 - Balanço Orçamentário BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EXERCÍCIO: PERÍODO (MÊS) : DATA DE EMISSÃO: PÁGINA: PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS SALDO RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS INICIAL ATUALIZADA REALIZADAS (a) (b) c

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SETOR PÚBLICO Englobam todos os fatos contábeis e atos que interessam

Leia mais

MUNICÍPIO DE SERRA DO NAVIO PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE SERRA DO NAVIO

MUNICÍPIO DE SERRA DO NAVIO PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE SERRA DO NAVIO Em cumprimento ao disposto na Legislação vigente, (Art.101 da Lei nº 4.320/64), os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário, Financeiro, Balanço Patrimonial, Demonstração

Leia mais

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 Balanço Financeiro Período: 01/01/2012 a 31/12/2012 INGRESSOS DISPÊNDIOS ESPECIFICAÇÃO Exercício Anterior

Leia mais

XI Semana de d Adminis minis ação Orç Or amen amen ária , Financeira r e d e e d Contr Con a tr t a ações Públi Púb cas

XI Semana de d Adminis minis ação Orç Or amen amen ária , Financeira r e d e e d Contr Con a tr t a ações Públi Púb cas XI Semana de Administração Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas Oficina nº 63 Consultas às Demonstrações Contábeis no SIAFI ABOP Slide 1 XI Semana de Administração Orçamentária, Financeira

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 6. Apresentação. Demonstração do Balanço Patrimonial. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Necessidade e Função

Contabilidade Pública. Aula 6. Apresentação. Demonstração do Balanço Patrimonial. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Necessidade e Função Contabilidade Pública Aula 6 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Demonstração do Balanço Patrimonial Necessidade e Função Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstração do Resultado Econômico Contextualização

Leia mais

37.899.634,30 PASSIVO CIRCULANTE CRÉDITOS DE TRANSFERÊNCIAS A RECEBER EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTO CONCEDIDOS

37.899.634,30 PASSIVO CIRCULANTE CRÉDITOS DE TRANSFERÊNCIAS A RECEBER EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTO CONCEDIDOS MUNICÍPIO DE CALDAS NOVAS ESTADO DE GOIAS Balanço Financeiro Anexo 1 (Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público MCASP)Portaria STN nº 37/2012 5a edição BALANÇO GERAL DO EXERCICIO DE 201 PERÍODO(MÊS)

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS DIVISÃO DE RECURSOS FINANCEIROS EXERCICIO 2012

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS DIVISÃO DE RECURSOS FINANCEIROS EXERCICIO 2012 BALANCO-FINANCEIRO RECEITA RECEITA 12.255.327,67 INGRESSOS ORCAMENTARIOS 9.425.690,28 INTERFERENCIAS ATIVAS 9.425.690,28 TRANSFERENCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS 9.425.690,28 REPASSE RECEBIDO 9.425.690,28

Leia mais

BALANÇO ORÇAMENTÁRIO DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL Créditos Orçamentários e Suplementares

<ESFERA DE GOVERNO> BALANÇO ORÇAMENTÁRIO DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL <PERÍODO DE REFERÊNCIA> Créditos Orçamentários e Suplementares $1(;2,,,6(*81'2$370361ž$78$/,=$'$3(/$370361žH370361ž 02'(/26(,16758d (6'(35((1&+,0(172'$6'(021675$d (6&217È%(,6 Os Regimes Próprios de Previdência Social deverão elaborar, anualmente, as seguintes Demonstrações

Leia mais

5 Análise do Balanço Patrimonial

5 Análise do Balanço Patrimonial 5 Análise do Balanço Patrimonial Essa análise tem por finalidade confrontar os dados e valores que constituem o Balanço Patrimonial correspondente ao exercício de 2002, com os do mesmo período de 2001,

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - DEPARTAMENTO NACIONAL BALANÇO PATRIMONIAL ESPECIFICAÇÃO 2014 2013 ESPECIFICAÇÃO 2014 2013

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - DEPARTAMENTO NACIONAL BALANÇO PATRIMONIAL ESPECIFICAÇÃO 2014 2013 ESPECIFICAÇÃO 2014 2013 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO PASSIVO Ativo Circulante 1.149.479.180,77 989.839.743,43 Passivo Circulante 317.274.300,38 283.051.918,44 Caixa e Equiv. Caixa Moeda Nacional 800.954.874,69 676.326.925,34 Obrig.

Leia mais

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral 1 RELATÓRIO DE DESEMPENHO DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO FRENTE À LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO EXERCÍCIO DE 2012 Este relatório tem por objetivo abordar, de forma resumida, alguns aspectos

Leia mais

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL Aspectos Contabilidade Pública Contabilidade Geral Legislação Lei nº 4.320/64 Lei nº 6.404/76 Princípios PFC e Princípios PFC

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Fonte: Apresentação da Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT do Tesouro Nacional Última Atualização: 14/09/2009 1 Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL REGIONAL JARAGUAENSE - FERJ BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE Valores expressos em Reais. ATIVO Notas 2010 2009

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL REGIONAL JARAGUAENSE - FERJ BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE Valores expressos em Reais. ATIVO Notas 2010 2009 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE ATIVO Notas 2010 2009 CIRCULANTE Caixa e bancos 422.947 20.723 Contas a receber 4 698.224 903.098 Outras contas a receber 5 3.304.465 121.908 Estoques 14.070

Leia mais

Previsão da receita e fixação da despesa referente à aprovação do orçamento com base na Lei Orçamentária Anual, no valor de R$ 50.000.

Previsão da receita e fixação da despesa referente à aprovação do orçamento com base na Lei Orçamentária Anual, no valor de R$ 50.000. Olá, pessoal! Comento neste toque as questões de Contabilidade Pública que caíram no concurso para conselheiro substituto do TCE-CE. A banca foi a Fundação Carlos Chagas. Aproveito a oportunidade para

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS DIVISÃO DE RECURSOS FINANCEIROS EXERCICIO 2013

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS DIVISÃO DE RECURSOS FINANCEIROS EXERCICIO 2013 BALANCO-FINANCEIRO RECEITA RECEITA 171.497.549,97 INGRESSOS ORCAMENTARIOS 129.298.464,81 INTERFERENCIAS ATIVAS 129.298.464,81 TRANSFERENCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS 129.298.464,81 REPASSE RECEBIDO 129.298.464,81

Leia mais

FUNDO DE PREVIDÊNCIA MUN. DE UMUARAMA - FPMU Estado do Paraná

FUNDO DE PREVIDÊNCIA MUN. DE UMUARAMA - FPMU Estado do Paraná FUNDO DE PREVIDÊNCIA MUN. DE UMUARAMA - FPMU Estado do Paraná CNPJ:09.122.645/0001-71 Exercício: 2014 Balanço Financeiro do Regime Próprio de Previdência Social Art. 103 da Lei 4.320/1964 no Período de

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2002 ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2002 ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE ITG 2002 ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS Índice Item CONTETO 1 6 ALCANCE 7 8 RECONHECIMENTO 9 10 REGISTROS CONTÁBEIS 11 22 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 23 25 CONTAS DE

Leia mais

Demonstrativo das Variações Patrimoniais

Demonstrativo das Variações Patrimoniais RESULTANTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 28.393.390.678,55 RESULTANTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 28.527.468.836,27 RECEITAS 13.532.898.028,40 ORÇAMENTÁRIA 13.532.898.028,40 DESPESA ORÇAMENTARIA 10.266.008.652,65

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA Demonstrações Contábeis José Rafael Corrêa Quanto mais eu sei, mais eu descubro que nada eu sei Sócrates 1 Conceitos CONTABILIDADE INFORMAÇÃO Informação

Leia mais

Da confrontação entre a Receita Arrecadada e a Despesa Realizada, no exercício de 2001, verifica-se um Déficit Orçamentário de R$ 323.706.193,60.

Da confrontação entre a Receita Arrecadada e a Despesa Realizada, no exercício de 2001, verifica-se um Déficit Orçamentário de R$ 323.706.193,60. CAPITULO IV 4. DOS BALANÇOS GERAIS 4.1. Balanços da Administração Direta 4.1.1. Balanço Orçamentário O Balanço Orçamentário consiste em comparar as receitas previstas com as realizadas, bem como as despesas

Leia mais

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL RELATÓRIO CONTÁBIL Anexo I RELATÓRIO CONTÁBIL Análise das contas orçamentárias, financeiras, patrimoniais e das incorporações referentes aos balanços das unidades que compõe a no exercício de 2007. I APRESENTAÇÃO

Leia mais

Balanço Patrimonial. Art. 105. O Balanço Patrimonial demonstrará: I o Ativo Financeiro

Balanço Patrimonial. Art. 105. O Balanço Patrimonial demonstrará: I o Ativo Financeiro Segundo o MCASP, o é a demonstração contábil que evidencia, qualitativa e quantitativamente, a situação patrimonial da entidade pública, por meio de contas representativas do patrimônio público, além das

Leia mais

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO 2 -DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS. OBJETIVO E CONTEÚDO Os objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis podem ser variados. Cada grupo de usuários pode ter objetivos específicos para analisar as Demonstrações

Leia mais

VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64

VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64 VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64 Apresentação Este volume compõe o Balanço Geral do Estado do exercício financeiro 2010. Nele são apresentados os anexos exigidos na LEI 4.320/64. LUIZ MARCOS DE LIMA SUPERINTENDENTE

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO CIRCULANTE 19.549.765,82 17.697.855,44

BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO CIRCULANTE 19.549.765,82 17.697.855,44 BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO ATIVO R$ CIRCULANTE 19.549.765,82 17.697.855,44 Disponibilidades 1.222.288,96 946.849,34 Mensalidades a receber 4.704.565,74 4.433.742,86 Endosso para terceiros 1.094.384,84

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

TCE-TCE Auditoria Governamental

TCE-TCE Auditoria Governamental TCE-TCE Auditoria Governamental Pessoal, vou comentar as questões da prova. 61. Considere as informações extraídas do Balanço Orçamentário, referentes ao exercício financeiro de 2014, de uma entidade pública:

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO 11º Congresso Catarinense de Secretários de Finanças, Contadores Públicos e Controladores Internos Municipais ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO 1 Professor João Eudes Bezerra

Leia mais

Relatório dos principais pontos relevantes a respeito das Demonstrações Contábeis do Exercício Social de 2007.

Relatório dos principais pontos relevantes a respeito das Demonstrações Contábeis do Exercício Social de 2007. Relatório dos principais pontos relevantes a respeito das Demonstrações Contábeis do Exercício Social de 2007. Srs. Diretores, Membros do Conselho Fiscal e Deliberativo da CAC, Submetemos à apreciação

Leia mais

Demonstrativo das Variações Patrimoniais

Demonstrativo das Variações Patrimoniais RESULTANTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 3.953.236.822,66 RESULTANTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 3.320.180.698,63 RECEITAS 1.684.972.053,82 ORÇAMENTÁRIA 1.684.972.053,82 DESPESA ORÇAMENTARIA 3.044.151.183,85

Leia mais

CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO

CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO Existe conceito de Contabilidade como um todo. Contabilidade é a ciência que estuda e pratica as funções de orientação e controle relativas aos atos e

Leia mais

perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público Demonstrações Contábeis sob a perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público

perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público Demonstrações Contábeis sob a perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público Demonstrações Contábeis sob a perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público Demonstrações Contábeis sob a perspectiva da Nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público QUEM ATUALIZOU AS DEMONSTRAÇÕES?

Leia mais

DOAR DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS UMA REVISÃO DOS CONCEITOS MAIO / 2007. Autor - Manoel Moraes Jr

DOAR DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS UMA REVISÃO DOS CONCEITOS MAIO / 2007. Autor - Manoel Moraes Jr DOAR DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS UMA REVISÃO DOS CONCEITOS MAIO / 2007 Autor - Manoel Moraes Jr OBJETIVOS DA DOAR Apresentar de forma ordenada e sumariada as informações relativas

Leia mais

NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE

NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE CENÁRIO ANTERIOR Gestão Dívida Financeira Pública ORÇAMENTO PUBLICO Contabilidade Receita e Despesa Demonstrativos Contábeis:

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Tópicos do Estudo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). Uma primeira tentativa de estruturar

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO. 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO. 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO BALANÇO PATRIMONIAL 02 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO PERÍODO 03 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 04 DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

CRESS/MA - 2ª Região Conselho Regional de Serviço Social/MA CNPJ: 06.042.030/0001-47

CRESS/MA - 2ª Região Conselho Regional de Serviço Social/MA CNPJ: 06.042.030/0001-47 Conselho Regional de Serviço Social/MA CNPJ: 06.042.030/0001-47 Balanço Patrimonial ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA CRÉDITOS A CURTO PRAZO PASSIVO CIRCULANTE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS,

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

DECRETO 011 / 2012. ATENDER aos dispositivos da Portaria nº 828, de 14 de dezembro de 2011, da Secretaria do Tesouro Nacional, e;

DECRETO 011 / 2012. ATENDER aos dispositivos da Portaria nº 828, de 14 de dezembro de 2011, da Secretaria do Tesouro Nacional, e; DECRETO 011 / 2012 Institui o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público MCASP.

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Esta norma estabelece critérios e procedimentos específicos para estruturação das demonstrações

Leia mais

AULA 07: Balanço patrimonial, Demonstração das Variações Patrimoniais de acordo com a Lei nº 4.320/64.

AULA 07: Balanço patrimonial, Demonstração das Variações Patrimoniais de acordo com a Lei nº 4.320/64. AULA 07: Balanço patrimonial, Demonstração das Variações Patrimoniais de acordo com a Lei nº 4.320/64. SUMÁRIO PÁGINA 1. Apresentação 1 2. Balanço Patrimonial 1 2.1. Estrutura conceitual 1 2.2. Análise

Leia mais

Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014

Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014 Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014 Introdução Este relatório apresenta os principais resultados da gestão orçamentária

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.137/08 Aprova a NBC T 16.10 Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e

Leia mais

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil R I S C O S F I S C A I S (Artigo 4º, 3º da Lei Complementar nº 101/2000) A Lei Complementar n.º 101 de 2002 Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá o Anexo

Leia mais

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA www.editoraferreira.com.br CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Professor Humberto Fernandes de Lucena 6.1. Balanço Patrimonial Desde o início de nosso curso, vimos tratando sobre Balanço Patrimonial apenas

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS MARCONI FERREIRA PERILLO JUNIOR GOVERNADOR DO ESTADO ANA CARLA ABRÃO COSTA SECRETÁRIA DE ESTADO DA FAZENDA

ESTADO DE GOIÁS MARCONI FERREIRA PERILLO JUNIOR GOVERNADOR DO ESTADO ANA CARLA ABRÃO COSTA SECRETÁRIA DE ESTADO DA FAZENDA ESTADO DE GOIÁS MARCONI FERREIRA PERILLO JUNIOR GOVERNADOR DO ESTADO ANA CARLA ABRÃO COSTA SECRETÁRIA DE ESTADO DA FAZENDA ESTADO DE GOIAS SECRETARIA DA FAZENDA SUPERINTENDENTE DE CONTABILIDADE GERAL SUSEL

Leia mais

RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO

RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO Na qualidade de responsáveis pelo órgão de Controle Interno do Município de Ilópolis/RS, apresentamos Relatório e Parecer sobre as contas do Poder Executivo,

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 5 Balanço Patrimonial Passivo 9 Demonstração do Resultado 12 Demonstração do Resultado

Leia mais

6º Congresso Catarinense de. Controladores Internos Municipais. 17 e 18 de junho de 2010

6º Congresso Catarinense de. Controladores Internos Municipais. 17 e 18 de junho de 2010 6º Congresso Catarinense de Secretários de Finanças, Contadores Públicos e Controladores Internos Municipais 17 e 18 de junho de 2010 RECEITAS E DESPESAS PÚBLICAS: Enfoque Orçamentário X Enfoque Patrimonial

Leia mais

Demonstração da Receita e Despesa Segundo as Categorias Econômicas Adendo II a Portaria SOF nº 08, de 04/02/1985 Anexo I, da Lei nº 4.

Demonstração da Receita e Despesa Segundo as Categorias Econômicas Adendo II a Portaria SOF nº 08, de 04/02/1985 Anexo I, da Lei nº 4. PREVIDENCIA SOCIAL DO MUN. DE CAMPINA GRANDE DO SUL ESTADO DO PARANÁ Demonstração da Receita e Despesa Segundo as Categorias Econômicas Adendo II a Portaria SOF nº 08, de 04/02/1985 Anexo I, da Lei nº

Leia mais

Análise Contábil do Relatório de

Análise Contábil do Relatório de Análise Contábil do Relatório de Controle Interno Gerência de Contabilidade Centralizada Diretoria de Contabilidade Geral Flávio van GEORGE Rocha Sir. Flávio van GEORGE Rocha Composição do Relatório: 1.

Leia mais

BALANÇO FINANCEIRO ANO 2013

BALANÇO FINANCEIRO ANO 2013 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTANA DO LIVRAMENTO SECRETARIA DA FAZENDA BALANÇO FINANCEIRO ANO 2013 Receita Despesa ORÇAMENTÁRIA (1) ORÇAMENTÁRIA (5) Receitas Orçamentárias Despesas

Leia mais

Curso Extensivo de Contabilidade Geral

Curso Extensivo de Contabilidade Geral Curso Extensivo de Contabilidade Geral Adelino Correia 4ª Edição Enfoque claro, didático e objetivo Atualizado de acordo com a Lei 11638/07 Inúmeros exercícios de concursos anteriores com gabarito Inclui

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE

ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 CONTEÚDO Parecer dos auditores independentes Quadro

Leia mais

41210.29.13 - Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial. Origem dos dados/descrição LINHA DA DCA

41210.29.13 - Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial. Origem dos dados/descrição LINHA DA DCA ANEXO II VARIAÇÕES PATRIMONIAIS AUMENTATIVAS QDCC_Sistn A planilha abaixo ilustra a aplicação da metodologia simplificada descrita no item 10 da Nota Técnica nº 4/2015/CCONF/SUCON/STN/MFDF ao Plano de

Leia mais

Demonstrações Financeiras. Confederação Brasileira de Remo. em 31 de dezembro de 2012. Com relatório dos Auditores Independentes

Demonstrações Financeiras. Confederação Brasileira de Remo. em 31 de dezembro de 2012. Com relatório dos Auditores Independentes Demonstrações Financeiras Confederação Brasileira de Remo em 31 de dezembro de 2012. Com relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras ÍNDICE I. Relatório dos Auditores Independentes

Leia mais

20/07/2015. Receitas. Receitas. Receitas

20/07/2015. Receitas. Receitas. Receitas Em sentido amplo, os ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominam-se receitas públicas, registradas como receitas orçamentárias, quando representam disponibilidades de recursos financeiros

Leia mais

Demonstrações Contábeis da União 3º Trimestre de 2013

Demonstrações Contábeis da União 3º Trimestre de 2013 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 15 de Novembro de 1889 Demonstrações Contábeis da União 3º Trimestre de 2013 Balanço Patrimonial Demonstração das Variações Patrimoniais Balanço Orçamentário Balanço Financeiro

Leia mais

10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo

10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo 10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo Plano de Contas Aplicado ao Setor Público CH: 1:20 h Conteúdo: 1. Aspectos gerais do Plano

Leia mais

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG CONCURSO: APO/MPOG/2010 66. (ESAF APO/MPOG/2010) Assinale a opção verdadeira a respeito do objeto, regime e campo de aplicação da contabilidade

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA - DMU

TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA - DMU Alterações em relação ao arquivos publicados em 03/06/2014: Item alterado/incluído Motivo Regras de consolidação. b.8 Numeração errada. Regras de consistência, b Exclui-se as consignações do passivo financeiro

Leia mais

II - QUADROS ORÇAMENTÁRIOS CONSOLIDADOS

II - QUADROS ORÇAMENTÁRIOS CONSOLIDADOS II - QUADROS ORÇAMENTÁRIOS CONSOLIDADOS 1 - QUADROS CONSOLIDADOS DA RECEITA E DA DESPESA Receita e Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social segundo Categorias Econômicas Quadro 1A - Receita

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO CRC-DF DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Domingos Poubel de Castro Brasília/DF, 18 de Maio de 2012 NECESSIDADES PERMANENTES DO GESTOR INFORMAÇÕES CONTROLE Cenário Externo 0800 570 0800

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 3 Gestão de capital de giro Introdução Entre as aplicações de fundos por uma empresa, uma parcela ponderável destina-se ao que, alternativamente, podemos chamar de ativos correntes, ativos circulantes,

Leia mais

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1 Exercícios de Fixação (Questões de concurso) 1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1.1.1 Concurso para AFRF 2000 prova de contabilidade avançada - Questão 15 ENUNCIADO 15- Aplicações em Investimentos

Leia mais

O importante é não desistir porque existem bons certames em vista, a exemplo do próximo concurso da Polícia Federal.

O importante é não desistir porque existem bons certames em vista, a exemplo do próximo concurso da Polícia Federal. QUESTÕES DE CONCURSOS Colega estudante! Colegas Concursandos e candidatos ao TCU e STF! Desejo-lhes uma mente ILUMINADA na hora das provas e que a sorte lhe acompanhe em todas as fases desse concurso.

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC TE 11 para ITG 2001 e de outras normas citadas: de NBC T 19.27 para NBC TG 26; de NBC T 1 para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL.

Leia mais

2.3 Balanços Públicos: interpretação e análises

2.3 Balanços Públicos: interpretação e análises 77 2.3 Balanços Públicos: interpretação e análises Nesta seção são discutidos os Balanços Públicos, sua interpretação e análises, sendo também observados e comentados aspectos relacionados à construção

Leia mais

RECEITAS ORCAMENTARIAS PREVISAO INCIAL PREVISAO ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS SALDO (a) (b) c=(b-a)

RECEITAS ORCAMENTARIAS PREVISAO INCIAL PREVISAO ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS SALDO (a) (b) c=(b-a) FUNDACAO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUI BALANÇO ORÇAMENTÁRIO Exercício 2015 RECEITAS ORCAMENTARIAS PREVISAO INCIAL PREVISAO ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS SALDO (a) (b) c=(b-a) RECEITAS CORRENTES 4.639.895,29

Leia mais

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade Metas Fiscais e Riscos Fiscais Secretaria do Tesouro Nacional Conselho Federal de Contabilidade 2012 Curso Multiplicadores 2012 Programa do Módulo 2 Metas Fiscais e Riscos Fiscais CH: 04 h Conteúdo: 1.

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte DLPA DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS A DLPA expõe as variações ocorridas, durante o exercício, na conta Lucros ou Prejuízos Acumulados. Ela pode ser incluída na DMPL Demonstração das Mutações

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 CONTADOR PROVA OBJETIVA

PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 CONTADOR PROVA OBJETIVA 1 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1) Os poderes legislativo, executivo e judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno. A finalidade que NÃO integra atribuição constitucional do controle

Leia mais

Banrisul Armazéns Gerais S.A.

Banrisul Armazéns Gerais S.A. Balanços patrimoniais 1 de dezembro de 2012 e 2011 Nota Nota explicativa 1/12/12 1/12/11 explicativa 1/12/12 1/12/11 Ativo Passivo Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 17.891 18.884 Contas

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS OBJETIVO 1. Esta norma estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação, de registro dos componentes e variações

Leia mais

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES. Aos Sócios, Conselheiros e Diretores da INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO BLUMENAU-SOLIDARIEDADE ICC BLUSOL

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES. Aos Sócios, Conselheiros e Diretores da INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO BLUMENAU-SOLIDARIEDADE ICC BLUSOL Auditores Independentes S/S PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Sócios, Conselheiros e Diretores da INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO BLUMENAU-SOLIDARIEDADE ICC BLUSOL 1. Examinamos os balanços patrimoniais

Leia mais

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO Aplicado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. Válido de forma facultativa a partir de 2010 e obrigatoriamente em 2012 para a União,

Leia mais

ANEXO DE RISCOS FISCAIS TABELA 1 - DEMONSTRATIVO DE RISCOS FISCAIS E PROVIDÊNCIAS 2013 ARF (LRF, art. 4º, 3º) PASSIVOS CONTINGENTES PROVIDÊNCIAS Descrição Valor Descrição Valor Abertura de créditos adicionais

Leia mais

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO PARTE V DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Aplicado à União, Estados, Distrito Federal

Leia mais

COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE

COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE! Como calcular o fluxo de caixa! Qual a fórmula para determinar a capacidade de pagamento! Como analisar a liquidez Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br)

Leia mais

Anexo 14 - BALANÇO PATRIMONIAL

Anexo 14 - BALANÇO PATRIMONIAL Página 1 de 3 CIRCULANTE 17.957.906,23 13.781.064,25 CIRCULANTE 2.918.670,71 3.459.718,41 Caixa e Equivalentes de Caixa 11.326.508,18 CRÉDITOS A CURTO PRAZO Clientes Crédito Tributário a Receber Dívida

Leia mais

621.927,10 284.748,83 239.680,43 666.995,50 111115099000 F OUTRAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS DE LIQUIDEZ IMEDIATA

621.927,10 284.748,83 239.680,43 666.995,50 111115099000 F OUTRAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS DE LIQUIDEZ IMEDIATA Código BALANCETE ANALÍTICO CONTÁBIL SIMPLIFICADO BALANCETE - JANEIRO DE 2015 Saldo Inicial Débito Crédito Movimentação Débitos Créditos 111111901000 F BANCOS CONTA MOVIMENTO - DEMAIS CONTAS 621.927,10

Leia mais

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS 1.1 - CONCEITO A Demonstração das Origens e Aplicações de recursos (DOAR) deixou de ser obrigatória por força da lei

Leia mais

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma

Leia mais

OS DADOS SE REFEREM A UMA REPUBLICAÇÃO? (1 = SIM 2 = NÃO)

OS DADOS SE REFEREM A UMA REPUBLICAÇÃO? (1 = SIM 2 = NÃO) OS DADOS SE REFEREM A UMA REPUBLICAÇÃO? (1 = SIM = NÃO) UNIÃO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO/006

Leia mais

Lançamentos Típicos de entidades do setor público

Lançamentos Típicos de entidades do setor público Lançamentos Típicos de entidades do setor público Efetue os lançamentos típicos a partir das informações captadas em cada caso típico do município de Transparência de Pombal. etermine inicialmente a Natureza

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA E DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL. Professor: Flávio GEORGE Rocha

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA E DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL. Professor: Flávio GEORGE Rocha DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA E DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PL Professor: Flávio GEORGE Rocha Novembro/2015 Graduação em Ciências Contábeis (2000) Especialista em Auditoria e Perícia Contábil Professor

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Aula 7- Unidade II Análise tradicional das demonstrações contábeis. Prof.: Marcelo Valverde

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Aula 7- Unidade II Análise tradicional das demonstrações contábeis. Prof.: Marcelo Valverde ANÁLIE DA DEMONTRAÇÕE FINANCEIRA Aula 7- Unidade II Análise tradicional das demonstrações contábeis Prof.: Marcelo Valverde Unidade II. Análise tradicional das demonstrações contábeis; 2.1. Análise vertical

Leia mais

SIND.TRAB.EM.EMPR.PLAN.DES.URBANO-SINCOHAB C.N.P.J: 66.661.372/0001-77 BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31/12/2014

SIND.TRAB.EM.EMPR.PLAN.DES.URBANO-SINCOHAB C.N.P.J: 66.661.372/0001-77 BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31/12/2014 SIND.TRAB.EM.EMPR.PLAN.DES.URBANO-SINCOHAB C.N.P.J: 66.661.372/0001-77 BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31/12/2014 CONTAS DO ATIVO DE 2014 DE 2013 Fls.: 051 DE 2012 CIRCULANTE DISPONÍVEL 6.204,56 6.866,64

Leia mais

10.936.971,00 3.2.4.3.1.00.00 - Benefícios Eventuais por Situações de Vulnerabilidade Temporária - Consolidação

10.936.971,00 3.2.4.3.1.00.00 - Benefícios Eventuais por Situações de Vulnerabilidade Temporária - Consolidação PREFEITURA DO RECIFE SECRETARIA DE FINANÇAS GERÊNCIA GERAL DA CONTABILIDADE DO MUNICÍPIO DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS - CONSOLIDADO - 2013 Demonstrativo das Variações Patrimoniais e Resultado

Leia mais

ANÁLISE DE BALANÇO DAS SEGURADORAS. Contabilidade Atuarial 6º Período Curso de Ciências Contábeis

ANÁLISE DE BALANÇO DAS SEGURADORAS. Contabilidade Atuarial 6º Período Curso de Ciências Contábeis ANÁLISE DE BALANÇO DAS SEGURADORAS Contabilidade Atuarial 6º Período Curso de Ciências Contábeis Introdução As empresas de seguros são estruturas que apresentam características próprias. Podem se revestir

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Aula 01 MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Abordaremos os seguintes pontos: 01.03.03 reconhecimento da receita orçamentária. 01.03.03.01 relacionamento do regime orçamentário com o regime

Leia mais

Instituto Lina Galvani

Instituto Lina Galvani Balanços patrimoniais Em milhares de reais Ativo 31 de dezembro de 2011 31 de dezembro de 2010 Passivo e patrimônio social 31 de dezembro de 2011 31 de dezembro de 2010 Circulante Circulante Caixa e equivalentes

Leia mais