ÐЏٸ Я [Я Carlos Martins

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1 ك Я] ك Я ٸÐЏ Carlos Martins

2 Estudo Macroeconómico Desenvolvimento de um Cluster de Indústrias Criativas da Região do Norte

3 QUESTÕES CHAVE Qual o perfil actual do sector criativo e cultural? Qual o seu contributo para o valor acrescentado da economia regional? Que factores diferenciam as indústrias criativas dos outros sectores? De que forma essas diferenças implicam modelos de suporte próprios? Que tipo de modelos organizativos e de financiamento se adequam? Como podemos maximizar o valor do sector criativo e cultural na economia regional?

4 OUTPUTS Abrir o debate público acerca dos drivers das Indústrias Criativas na região e compreender as oportunidades e desafios que o sector enfrenta Criar uma base de dados com elevado nível de análise - potenciar uma verdadeira reflexão Dar enfoque ao tema dos clusters, tipologias de apoio a desenvolver para os agentes do sector e mecanismos de maximização do valor acrescentado Reconhecimento da diversidade da região; capitalizar a comunalidade e a interdependência Dar ênfase às oportunidades chave para o crescimento das Indústrias Criativas e maximizar o valor acrescentado do sector Apresentar um conjunto de propostas de acção para utilização pelos parceiros

5 QUAL É A AGENDA?

6 A REINVENÇÃO DA REGIÃO NORTE DE PORTUGAL COMO UM FOCO VIBRANTE DE CRIATIVIDADE CONDUCENTE À MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS E DA COMPETITIVIDADE DAS ECONOMIA

7 CIDADES: ACELERADORES DE CRIATIVIDADE

8 DISRUPÇÃO CRIATIVA DE LUGARES

9 TURISMO CULTURAL

10 LIGAR O PATRIMÓNIO À CONTEMPORANEIDADE

11 LUGARES CRIATIVOS TERRITÓRIOS CRIATIVOS ECONOMIA COMPETITIVA

12 AGENDAS MÚLTIPLAS PESSOAS Qualificações Inclusão Talento Empreendedorismo ECONOMIA Indústrias Criativas Convergência Inovação LUGARES Regeneração Diferenciação Espaço Público

13 _ PESSOAS CRIATIVAS

14 CLASSES CRIATIVAS

15 APRENDIZAGEM INFORMAL

16 EMPREENDEDORES CRIATIVOS

17 _ ECONOMIA CRIATIVA

18 CONFUSÃO DE PRIORIDADES? Cultura? Economia?

19 INDÚSTRIAS CRIATIVAS as actividades que têm a sua origem na criatividade individual, habilidade e talento e com potencial de criação de emprego e riqueza, através da geração e exploração da propriedade intelectual

20 O JOGO DOS NÚMEROS No período , o comércio internacional de bens e serviços criativos cresceu a uma taxa sem precedentes: 8,7% ao ano. O valor das exportações mundiais de bens e serviços criativos em 2005 atingiu o valor de 424,4 mil milhões de dólares, representando 3,4% do comércio mundial. Em 1996, as exportações mundiais eram de 227,5 mil milhões de dólares. As Indústrias Criativas na Europa representam um volume de negócios de 654 mil milhões de euros, correspondem a 2,6 % do Produto Interno Bruto da União Europeia, estão a crescer 12,3% acima da média da economia e empregam 5,8 milhões de pessoas. Em Portugal este sector contribuiu com 1,4 % do PIB em 2003 correspondendo a milhões de euros. O sector criativo foi o terceiro principal contribuinte para o PIB português (dados de 2003), logo a seguir aos produtos alimentares e aos têxteis (1,9% cada) e à frente de importantes sectores como a indústria química (0,8%), o imobiliário (0,6%) ou os sistemas de informação (0,5%).

21 _ LUGARES CRIATIVOS

22 CIDADE CRIATIVA Um novo contrato social, método de planificação estratégica, examinando o modo como as pessoas podem pensar, planear e agir criativamente no território

23 NOVO ENFOQUE AO PAPEL DAS INFRA-ESTRUTURAS E DOS LUGARES

24 CLUSTERS CRIATIVOS convergir investimento

25 A PRODUÇÃO ENCONTRA O CONSUMO

26 NOVOS TIPOS DE INFRA-ESTRUTURA CULTURAL

27 We are most interested in collisions of experience and cultures, to create something new. A laboratory for experiment, risk and disruption. We are a router and amplifier cultural ideas, creativity and technology. (Dick Penny, Managing Director, Watershed).

28 AO ENCONTRO DAS FERRAMENTAS EM FALTA

29 ESTUDO MACROECONÓMICO DESENVOLVIMENTO DE UM CLUSTER DE INDÚSTRIAS CRIATIVAS NA REGIÃO NORTE

30 Auscultação dos actores regionais, mapeamento cultural e identificação de parceiros e parcerias Consensualização de conceitos, significados e opções Desenvolvimento de uma visão estratégica e programa de acção

31 QUADRO DE REFERÊNCIA

32 ECOLOGIA VS ECONOMIA ECONOMIA CRIATIVA PRÓSPERA E COMPETITIVA = Infra-estrutura Lugares Capital Criativo Financiamento ECOLOGIA CRIATIVA + PLANEAMENTO E DEFINIÇÃO DE POLÍTICAS Activos Actividades Visibilidade Liderança

33 CINCO DESAFIO E CINCO OPORTUNIDADES

34 DESAFIO 1 Parceria pouco desenvolvida entre instituições falta uma abordagem regional

35 Área Metropolitana do Porto

36 DESAFIO 2 Economia deprimida, paisagem física degradada, estagnação do mercado imobiliário

37 DESAFIO 3 O património e a oferta contemporânea não estão conectados Podiam ser um excelente factor de diferenciação da oferta

38 DESAFIO 4 Os negócios criativos estão isolados, escondidos, com reduzida expressão e falta de confiança e empreendedorismo

39 NEGÓCIOS CRIATIVOS

40 ESTRUTURA EMPRESARIAL

41 Nem tudo o que conta pode ser medido, nem tudo o que pode ser medido conta, Albert Einstein

42 EMPREENDEDORES CRIATIVOS Habilitações Pequenos negócios Relações em rede Jovens Produtores de conhecimento Pouco convencionais

43 Cidades Universitárias

44 Cidades Universitárias

45 DESAFIO 5 Oferta de suporte e apoio ao empreendedorismo desadequada aos negócios e organizações criativas; barreiras institucionais são um obstáculo à efectiva troca de conhecimento

46

47 CINCO OPORTUNIDADES

48 OPORTUNIDADE 1 Infra-estrutura física criativa e cultural de excelência

49 OPORTUNIDADE 2 Os negócios, organizações e processos criativos em processo de aglomeração nos lugares de elevado valor simbólico e patrimonial

50 Centro Histórico do Porto

51 Centro Histórico do Porto

52 OPORTUNIDADE 3 Espaço público de qualidade e renovado

53 OPORTUNIDADE 4 Regeneração física tem vindo a orientar-se para as funções culturais e criativas

54 OPORTUNIDADE 5 Mistura de produção e consumos criativos de classe mundial e património histórico de valor universal tudo localizado num ambiente fantástico.

55 ESTRATÉGIA E PLANO DE ACÇÃO

56 Norte: A Região Ř1дΤïv de Portugal

57 EIXOS ESTRATÉGICOS

58 Crescimento dos Negócios Criativos Capacidade e Empreendedorismo Criativos Atractividade dos Lugares Criativos Reforço da Massa Crítica do Capital Criativo Regional

59 CAPACIDADE E EMPREENDEDORISMO CRIATIVOS Alargar a base criativa da região Desenvolver o Empreendedorismo Criativo Regional Ensino Criativo Notoriedade dos Empreendedore s Criativos Troca de Talentos Universitários Rede Criativa Empreendedorismo e Gestão nas Universidades Rede de Incubadoras de Negócios Criativos Comissariado Criativo

60 CRESCIMENTO DOS NEGÓCIOS CRIATIVOS Criar uma plataforma de serviços de apoio a negócios criativos Criar um sistema de investimento especializado Benefícios Rede de Espaços para Negócios Criativos Internacionalizaçãoe Propriedade Intelectual Convergência Visibilidade Global Centro de Negócios Criativos Troca de Competências Empresariais Fundo de Investimento Especializado Fiscais ao Investimento nas Indústrias Captação de Negócios Criativos Agregadores Criativas

61 ATRACTIVIDADE DOS LUGARES CRIATIVOS Promover a Atractividade Cultural da Região Desenvolver competências no planeamento e gestão cultural regional Turismo Criativo Regeneração Criativa do Centro Histórico do Porto Guimarães 2012 Rede Regional de Festivais Cidades Criativas projectospiloto Diversidade Cultural Região Digital Banda Larga Planeamento Cultural Municipal Auditoria Criativa

62 MODELO DE GOVERNAÇÃO

63 ADDICT Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas Criada em 14 de Outubro de 2008

64 Prestar serviços de apoio ao empreendedorismo

65 Promover a incubação de negócios

66 Prestar serviços de apoio à internacionalização e à protecção da propriedade intelectual Maximizar os benefícios das novas tecnologias na economia criativa, introduzindo modelos de negócio e de organização inovadores

67 Desenvolver um papel de comissariado Desenvolver projectos em parceria nas áreas da reabilitação urbana

68 Assumir o papel de broker criativo chave (entre instituições de ensino/formação e instituições culturais, entre criadores e investidores, entre empresa e mercado, entre criadores)

69 Estabelecer parcerias e redes e promover a transversalidade entre os sectores criativos

70 Informar (e envolver) a comunidade em geral sobre a economia e ecologia criativa promover eventos, publicações, ) Desenvolver o mercado local e global (via mecanismos de distribuição)

71 Promover a clusterização

72 Tornar o sector visível na cidade, na região, no país e no mundo

73 Maximizar o papel da criatividade na economia global da região, contribuindo no aumento dos níveis gerais de inovação Produzir conhecimento sobre a economia e ecologia criativa

74

75

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