PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

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1 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

2 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

3 QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres 1

4 O Conselho Europeu da Primavera de 2005 decidiu relançar a Estratégia de Lisboa, focalizando a nos objectivos do Crescimento e do Emprego. Um dos principais desafios do XVII Governo lança o no horizonte do desenvolvimento económico, um desenvolvimento sustentável, capaz de alcançar um equilíbrio onde sejam conciliáveis a competitividade e as preocupações de coesão social e numa base que privilegie a qualificação e a inovação, sem esquecer, também, os compromissos em matéria de consolidação das contas públicas e as questões de cidadania e de igualdade. Ao Pacto Europeu para a Igualdade de Género (2006) e ao Roteiro Europeu para a Igualdade entre Mulheres e Homens ( ) está bem subjacente a linha de orientação que aponta a imprescindibilidade da articulação entre os estereótipos de género e a empregabilidade das mulheres, por um lado, e o empreendedorismo feminino, por outro. Em linha com as orientações europeias, estão os Planos Nacionais para a Igualdade Cidadania e Género; contra a Violência Doméstica e contra o Tráfico de Seres Humanos. É também a esses estimulantes desafios que o Quadro de Referência Nacional (QREN) veio fornecer um fôlego renovado e oferecer um terreno de oportunidades para o período PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 2

5 MENSAGEM Os instrumentos financeiros em que o QREN se traduz, nos domínios da qualificação, do empreendedorismo feminino, da promoção da igualdade de género devem ser encarados como potenciais alavancas de desenvolvimento da economia mas também como mecanismos de combate à discriminação entre homens e mulheres. O QREN é, ainda, um importante instrumento, capaz de facilitar o caminho a percorrer, em vista de uma sociedade mais justa. Um Eixo específico para a promoção da igualdade de género, no Programa Operacional Potencial Humano; A valorização do mainstreaming de género nos demais eixos do Programa Operacional Potencial Humano; O fomento de iniciativas de empreendedorismo feminino, no Sistema de incentivos àinovação, no âmbito do Programa Operacional Factores da Competitividade e dos Programas Operacionais Regionais; A elegibilidade de projectos de implementação de planos de igualdade com contributos efectivos para a conciliação da vida profissional com a vida familiar e pessoal Eis alguns dos horizontes que ficaram traçados no respectivo enquadramento jurídico e que ficam a aguardar a iniciativa dos agentes económicos, da sociedade civil e dos cidadãos. Jorge Lacão Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres 3

6 4 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

7 ÍNDICE Introdução Programa Operacional Potencial Humano Programa Operacional Factores de Competitividade QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres 5

8 INTRODUÇÃO As intervenções dirigidas àpromoção de níveis elevados e sustentados de desenvolvimento social garantido, nomeadamente, a coesão social e o crescimento sustentado, correspondem a prioridades estratégicas inequívocas para o próximo período de programação. Prioridades que se traduzem em desafios dirigidos a todos, homens e mulheres. O QREN materializa objectivos estratégicos organizados em três grandes Agendas Temáticas: Potencial Humano, Factores de Competitividade e Valorização do Território. Em termos de estruturação do QREN, a cada uma destas Agendas corresponde um Programa Operacional Temático e as duas últimas vinculam igualmente os Programas Operacionais Regionais do Continente. A política de promoção da igualdade de género éprosseguida no QREN, de forma transversal, nas várias Agendas Temáticas, encontrando se particularmente presente na Agenda para o Potencial Humano e na Agenda para os Factores de Competitividade. A Agenda para o Potencial Humano coloca as pessoas no centro dos seus objectivos, visando as suas qualificações, a promoção do emprego e da inclusão social, bem como as condições para a valorização de uma cidadania plena. Transversal a estes objectivos, a temática da Igualdade de Género consubstancia se através de um conjunto de intervenções específicas (Eixo 7 do POPH), mas também através de uma estratégia de mainstreaming de género nos outros eixos do Programa. PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 6

9 INTRODUÇÃO A Agenda para os Factores de Competitividade abrange as intervenções que visam estimular a qualificação do tecido produtivo, por via da inovação, do desenvolvimento tecnológico e do estímulo ao empreendedorismo, nomeadamente do empreendedorismo feminino, bem como da melhoria das diversas componentes da envolvente da actividade empresarial. Pelo reconhecimento do contributo positivo que poderá aportar para um conceito mais moderno e abrangente da competitividade das empresas, a Igualdade de Género surge como uma questão estratégica na política da competitividade. Dito de outra forma, a promoção de uma presença mais significativa das mulheres no emprego e no empresariado mais qualificado éa consequência do reconhecimento dos efeitos na produtividade ena competitividade das empresas. Os instrumentos para uma efectiva promoção da Igualdade de Género estão lançados. Cumpre, agora, a todas e todos contribuir para a sua efectiva implementação. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres 7

10 Programa Operacional Potencial Humano O POPH éo programa que concretiza a Agenda Temática para o Potencial Humano inscrita no Quadro de Referencia Estratégico Nacional (QREN), no quadro das seguintes prioridades: Superar o défice de qualificação da população portuguesa; Promover o Conhecimento Científico, a Inovação e a Modernização das Empresas e do Estado; Estimular a Criação e a Qualidade do Emprego; Promover a Igualdade de Oportunidades e em particular a Igualdade de Género. A actividade do POPH estrutura se em torno de dez eixos: Eixo I. Qualificação Inicial Eixo II. Adaptabilidade e Aprendizagem ao Longo da Vida Eixo III. Gestão e Aperfeiçoamento Profissional Eixo IV. Formação Avançada Eixo V. Apoio ao Empreendedorismo e àtransição para a Vida Activa Eixo VI. Cidadania, Inclusão e Desenvolvimento Social Eixo VII. Igualdade de Género Eixo VIII. Algarve Eixo IX. Lisboa Eixo X. Assistência Técnica PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 8

11 POPH DE QUE FORMA O POPH ÉUM DESAFIO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO? Este objectivo concretiza se na consagração de um eixo prioritário à temática, o Eixo VII, mas também pela presença de acções específicas para a promoção dos factores de igualdade entre homens e mulheres nos eixos VIII e IX, respectivamente, Algarve e Lisboa. A estas acções específicas acrescenta se uma estratégia de maisntreaming de género. Esta transversalização da temática da Igualdade de Género concretiza se nos critérios de selecção das tipologias de intervenção dos restantes eixos prioritários do POPH, bem como na consolidação de um núcleo de competências que permita fortalecer a incorporação da perspectiva de género no conjunto de instrumentos apoiados no âmbito do novo ciclo de programação. EIXO VII IGUALDADE DE GÉNERO A resposta aos principais problemas identificados no diagnóstico situa como principais domínios de objectivos específicos ao nível da Igualdade de Género: Promover a Igualdade de Género no mercado de trabalho, na conciliação entre a vida familiar, pessoal e profissional e na tomada de decisão; Aprofundar o conhecimento sobre Igualdade de Género; Reforçar o papel da sociedade civil como agente estruturante para a Igualdade de Género; Difundir os valores da igualdade de género através da Educação e da Informação; Prevenir a violência de Género incluindo a violência doméstica e o tráfico de seres humanos. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres 9

12 ESTES OBJECTIVOS CONCRETIZAM SE EM SETE INTERVENÇÕES ESPECÍFICAS: Apoio ao Empreendedorismo, Associativismo e Criação de Redes Empresariais de Actividades geridas por mulheres, através de acções de formação, tutoria, consultoria e assistência técnica com vista à criação de empresas geridas por mulheres, bem como acções de suporte à criação de redes inter empresas que facilitem a divulgação e o acesso a informação relevante para a sustentabilidade destas empresas. Entidades beneficiárias: Associações de Mulheres Empresárias, bem como outras Associações Empresariais, Comerciais e/ou Industriais Agências e Sociedades de Desenvolvimento Regional sem fins lucrativos, Cooperativas e outras entidades de economia social, desde que desenvolvam projectos relacionados com as respectivas áreas de actividade. Planos para a Igualdade que incluem projectos de carácter multidimensional que integrem processos de consultoria para o desenvolvimento de diagnósticos, formação, implementação e avaliação de Planos para a Igualdade na Administração Pública Central e Local, bem como no sector empresarial público e privado, privilegiando se as soluções inovadoras e o seu efeito multiplicador para a eliminação das disparidades salariais e a conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar. Entidades beneficiárias: Organismos da Administração Pública Central e Local, empresas do sector público, cooperativo ou privado, bem como Associações Comerciais, Industriais e Empresariais, Agências e Sociedades de Desenvolvimento Regional sem fins lucrativos, para os respectivos associados Apoio Técnico e financeiro às Organizações Não Governamentais visando se a consolidação do papel das ONG s e de outras entidades da sociedade civil sem fins lucrativos que actuem na prossecução dos objectivos da Igualdade de Género e da prevenção e combate à Violência de Género, de acordo com os respectivos Planos Nacionais. Privilegia se o contributo do projecto para a coesão económica e social, bem como para o desenvolvimento de competências de intervenção, nomeadamente das mulheres na vida pública e dos homens na vida privada. Entidades beneficiárias: Organizações não Governamentais e outras entidades da Sociedade Civil sem fins lucrativos, em cujos objectivos estatuários esteja prevista a promoção da Igualdade entre Homens e Mulheres e que apresentem um plano de acção concreto a desenvolver neste domínio. PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 10

13 POPH Apoio a projectos de formação para públicos estratégicos na área da Igualdade de Género e prevenção da Violência de Género através do apoio a acções de formação para públicos estratégicos, acções de formação de formadores, de agentes qualificados que actuem no domínio da Violência de Género e acções para prevenção da vitimização ou revitimização, visando se a alteração da perspectiva existente sobre os papeis de mulheres e homens. Entidades beneficiárias: Entidades formadoras, empregadoras e outros operadores Sensibilização e divulgação da Igualdade de Género e prevenção da Violência de Género, através da promoção de estratégias que contribuam para a sensibilização, informação e divulgação da temática da Igualdade de Género e a prevenção da Violência de Género, estimulando se a implementação de boas práticas nestas áreas. Entidades beneficiárias: Organismos da Administração Pública Central com responsabilidades no âmbito da promoção e defesa da Igualdade de Género Sistema estratégico de informação e conhecimento através do apoio àconcepção, desenvolvimento e avaliação de bases de dados, diagnósticos, códigos de boas práticas, argumentários e outros instrumentos de investigação que contribuam para o aprofundamento do conhecimento e da investigação nas áreas da Igualdade de Género e da Violência de Género, designadamente a Violência Doméstica e o Tráfico de seres Humanos Entidade beneficiária: A entidade beneficiária dos apoios éa Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) Projectos de intervenção no combate à Violência Doméstica e Tráfico de Seres Humanos que tenham em consideração, tanto a complexidade destas realidades, como a necessidade de replicar em toda a dinâmica social modelos inovadores nestes domínios. Entidades beneficiárias: A entidade beneficiária dos apoios éa Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e outras entidades públicas implicadas na implementação dos Planos Nacionais Contra a Violência Doméstica e Contra o Tráfico de Seres Humanos. DOTAÇÃO FINANCEIRA: O financiamento público total previsto para este eixo perfaz o montante de Euros, dos quais Euros correspondem à comparticipação do FSE. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres 11

14 EIXO VIII. ALGARVE A região do Algarve integra as regiões elegíveis para financiamento pelos Fundos Estruturais a título do Objectivo da Convergência, ao abrigo do regime de apoio transitório e específico, facto determinado pela posição que esta região ocupa em termos da sua situação de desenvolvimento económico no contexto da União Europeia, e que determinou a fixação de um pacote financeiro consonante com a sua posição em termos dos critérios da elegibilidade regional. O eixo espelha as prioridades consideradas estratégicas para colmatar as deficiências que ainda persistem, estruturando se ao nível dos seguintes domínios: Intervenções específicas para a promoção da Igualdade de Género Qualificação Inicial Adaptabilidade e Aprendizagem ao Longo da Vida Gestão e Aperfeiçoamento Profissional Cidadania, Inclusão e Desenvolvimento Social Intervenções no âmbito da Assistência Técnica ao Programa Operacional DOTAÇÃO FINANCEIRA: O financiamento público total previsto neste eixo para as intervenções específicas para a promoção da Igualdade de Género perfaz a verba de Euros, dos quais Euros correspondem à comparticipação do FSE. PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 12

15 POPH EIXO IX. LISBOA A região de Lisboa integra as regiões elegíveis para financiamento pelos Fundos Estruturais a título do Objectivo da Competitividade Regional e do Emprego, uma vez que esta região, pelo seu padrão de desenvolvimento sócio económico no contexto da União Europeia, deixou de cumprir os critérios de elegibilidade regional do Objectivo de Convergência, determinando, por conseguinte, que no próximo período de programação, Lisboa irá apenas beneficiar de uma ajuda transitória, a qual foi fixada por Decisão da Comissão. O eixo espelha as prioridades consideradas estratégicas para colmatar as deficiências que ainda persistem, estruturando se ao nível dos seguintes domínios: Intervenções específicas para a promoção da Igualdade de Género Qualificação Inicial Adaptabilidade e Aprendizagem ao Longo da Vida Gestão e Aperfeiçoamento Profissional Cidadania, Inclusão e Desenvolvimento Social Intervenções no âmbito da Assistência Técnica ao Programa Operacional DOTAÇÃO FINANCEIRA: O financiamento público total previsto neste eixo para as intervenções específicas para a promoção da Igualdade de Género perfaz a verba de Euros, dos quais Euros correspondem à comparticipação do FSE. DOTAÇÃO FINANCEIRA PARA AS MEDIDAS ESPECÍFICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE DE GÉNERO: O financiamento público total previsto neste Programa para as intervenções específicas para a promoção da Igualdade de Género perfaz a verba de Euros, dos quais cerca de Euros correspondem à comparticipação do FSE. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres 13

16 A Agenda da Competitividade do QREN será executada, através: Objectivos: Programa Operacional Factores de Competitividade Programa Operacional Factores de Competitividade, e Programas Operacionais Regionais do Continente (Norte, Centro, Alentejo, Lisboa e Algarve). Desenvolvimento de uma economia baseada no conhecimento e na inovação; Incremento da produção transaccionável e de uma maior orientação para os mercados internacionais do conjunto da economia portuguesa; Alteração do perfil de especialização produtiva; Renovação e qualificação do modelo empresarial, em particular, nas PME; Melhoria da regulação e funcionamento dos mercados, reduzindo custos de contexto. Eixos Prioritários: Eixo I. Conhecimento e Desenvolvimento Tecnológico Eixo II. Inovação nas Empresas e Renovação do Modelo Empresaria e do Padrão de Especialização Eixo III. Financiamento e Partilha de Risco da Inovação Eixo IV. Uma Administração Pública Eficiente e de Qualidade Eixo V. Redes e Acções Colectivas de Desenvolvimento Empresarial PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 14

17 POFC DE QUE FORMA O PO FC ÉUM DESAFIO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO? Através do apoio àcriação de empresas resultantes de empreendedorismo feminino, àimplantação de Planos de Igualdade, à promoção da conciliação da vida profissional com a vida familiar e pessoal, a acções colectivas de promoção do empreendedorismo feminino, bem como a instrumentos derivados da inovação financeira, designadamente capital de risco, garantias mútuas ou outros mecanismos de facilitação, os quais devem ter em conta as especificidades do empreendedorismo feminino. Os Sistemas de Incentivos da Agenda Temática da Competitividade são operacionalizados, no respeito pelos princípios e orientações constantes do Decreto Lei n.º 287/ 2007, de 17 de Agosto (que aprova o enquadramento nacional de sistemas de incentivos ao investimento nas empresas) e que compreende, entre outros: O respeito pelo princípio da igualdade de género e da igualdade de oportunidades; Uma entidade credenciada para o fomento do empreendedorismo feminino, entidade essa devidamente reconhecida pela CIG; Uma eventual modulação das taxas de incentivo nos projectos de fomento do empreendedorismo feminino ou que promovam a conciliação entre a actividade profissional e a vida familiar e pessoal; Criação de condições para a implementação de planos de igualdade; Apoio às associações empresariais que desenvolvam acções colectivas de promoção do empreendedorismo feminino; Sistemas de incentivos derivados da inovação financeira, designadamente capital de risco, garantias mútuas ou outros mecanismos de facilitação de acesso ao crédito, os quais, no seu conjunto, devem ter em conta as especificidades do empreendedorismo feminino. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres 15

18 Neste sentido, foram publicados os seguintes regulamentos específicos: Sistema de Incentivos àinovação (Portaria n.º1464/2007, de 15 de Novembro); Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (Portaria n.º 1463/2007, de 15 de Novembro); Sistema de Incentivos àinvestigação e Desenvolvimento Tecnológico (Portaria n.º 1462/2007, de 15 de Novembro). PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 16

19 POFC SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO: I. Projectos de Empreendedorismo Qualificado Objectivos: Projectos que promovam a inovação do tecido empresarial através do estímulo ao empreendedorismo qualificado, incluindo o empreendedorismo feminino Prioridades: Criação de novas empresas, bem como empresas com menos de 3 anos de actividade classificadas como PME. Tipologia dos projectos a apoiar: PME s dotadas de recursos humanos qualificados ou que desenvolvam actividades em sectores com fortes dinâmicas de crescimento. Nota: No caso de empresas de micro e pequena dimensão, de empreendedorismo feminino, existe a faculdade de ser derrogada a condição geral de acesso que exige a este tipo de empresas, que se encontrem classificadas em ramos de actividade económica transaccionáveis ou serviços internacionalizáveis (conforme lista Anexa ao aviso de abertura de concurso). Considera se para efeito de enquadramento orçamental e atribuição de majoração Empreendedorismo Feminino, os projectos liderados por mulheres que reúnam as seguintes condições: A empreendedora detém, directa ou indirectamente, uma participação igualou superior a 50% no capital social, durante dois anos; A empreendedora desempenha funções executivas na empresa e mantém nas, pelo menos, dois anos após a conclusão do projecto. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres 17

20 A majoração aos projectos de empreendedorismo feminino éde 10 p.p. Âmbito Territorial: Todas as regiões NUTS II do Continente. II. Projectos de produção de novos bens e serviços, de adopção de novos processos e de expansão de capacidades em actividades com dinâmicas de crescimento Objectivos: Projectos candidatos que promovam a inovação no tecido empresarial, pela via da produção de novos bens, serviços e processos que suportem a sua progressão na cadeia de valor e o reforço da sua orientação para os mercados internacionais. Condição mínima a observar para se considerar inovação équeo produto, serviço, processo, método organizacional ou de marketing seja novo (ou significativamente melhorado) para a empresa no caso de PME, sendo desejável que seja novo para o Mercado/Sector/Região; no caso de Grandes Empresas, que seja novo para o Mercado/Sector/Região, sendo desejável que seja novo para o País. Destinatários: Grandes empresas e PME s. Tipologia dos projectos a apoiar: Projectos classificados em ramos de actividade económica transaccionáveis ou serviços internacionalizáveis (conforme lista Anexa ao aviso de abertura de concurso). PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 18

21 POFC Nota: No caso de projectos de empreendedorismo feminino, existe a faculdade de ser derrogada esta condição de acesso. Considera se para efeito de atribuição de majoração Empreendedorismo Feminino, os projectos liderados por mulheres que reúnam as seguintes condições: A empreendedora detém, directa ou indirectamente, uma participação igualou superior a 50% no capital social, durante dois anos; A empreendedora desempenha funções executivas na empresa e mantém nas, pelo menos, dois anos após a conclusão do projecto. A majoração aos projectos de empreendedorismo feminino éde 10 p.p. Âmbito Territorial: Todas as regiões NUTS II do Continente. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres 19

22 SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME Projectos Individuais e de Cooperação Objectivos: Projectos que promovam a competitividade das PME através do aumento da produtividade, da flexibilidade e da capacidade de resposta e presença activa no mercado global, mediante a utilização de factores dinâmicos de competitividade. Tipologia dos projectos a apoiar: Projecto Individual i é, apresentado a título individual por uma PME; Projecto de Cooperação apresentado por uma PME, que se proponha desenvolver um projecto de cooperação interempresarial. Um dos factores dinâmicos de competitividade éa Igualdade de Oportunidades, que compreende a definição e implementação de planos de igualdade com contributos efectivos para a conciliação da vida profissional com a vida familiar, bem como a facilitação do mercado de trabalho inclusivo. Âmbito Territorial: Todas as regiões NUTS II do Continente, com excepção da região NUTS II de Lisboa. MECANISMOS EM PREPARAÇÃO NA AGENDA DA COMPETITIVIDADE: utilização específica de mecanismos de engenharia financeira ao nível do capital de risco e da garantia mútua utilização de mecanismos de Acções Colectivas para desenvolvimento de programas públicos ou em parceria com privados de promoção da política da igualdade e do empreendedorismo feminino. PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 20

23 Advertência: As presentes notas não dispensam a leitura dos avisos de abertura de candidatura, bem como da legislação e dos formulários disponíveis no sítio Internet ( Publicação: PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS 21

24 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Gabinete do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros Rua Professor Gomes Teixeira LISBOA PORTUGAL

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