A PRÁTICA DE COMPONENTE CURRICULAR NAS LICENCIATURAS

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1 1 A PRÁTICA DE COMPONENTE CURRICULAR NAS LICENCIATURAS RIBEIRO, Zenilda Lopes UFMT- Campus Universitário do Araguaia INTRODUÇÃO A licenciatura é uma permissão dada por uma autoridade pública competente para o exercício de uma atividade profissional, em conformidade com a legislação. O diploma de licenciado pelo ensino superior é o documento oficial obtido em curso superior que atesta a concessão e faculta ao seu portador o exercício do magistério na educação básica dos sistemas de ensino, respeitadas as formas de ingresso, o regime jurídico do serviço público ou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). CNE/CP 28/2001. A duração dos cursos de Licenciatura é regulada pela Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002 que dispõe sobre a carga horária na formação de professores da Educação Básica em nível superior. Nessa resolução a Prática de Componente Curricular - PCC é um componente curricular obrigatório, com carga horária de 400h que deve ser vivenciada ao longo do curso. Para compreender a implantação da prática de componente curricular nos cursos de licenciaturas, elaborou-se um projeto de pesquisa. Dessa forma, esse estudo faz parte do projeto de pesquisa A caracterização das práticas de componentes curriculares nos cursos de Licenciatura do Araguaia registrado na PROPEQ/UFMT. A motivação para pesquisar o tema partiu da participação no Fórum de Licenciaturas I e II realizado pela Universidade Federal de Mato Grosso em 2011 e 2013, respectivamente. A instituição atualmente tem 35 cursos de licenciaturas sendo 18 cursos no campus de Cuiabá, sete em Rondonópolis, três em Sinop e sete no campus do Araguaia. Os fóruns de licenciaturas são espaços de diálogos e debates entre professores representantes de cursos da Universidade. No primeiro Fórum observou-se que a PCC tem sido tratada

2 2 sob diferentes aspectos nos Cursos de Licenciatura: PCC como uma disciplina, com nomes diversos, por exemplo, oficinas, seminários; PCC no interior das disciplinas; PCC num conjunto de disciplinas e em outros projetos pedagógicos a PCC se manifesta como princípio curricular inerente a todas as disciplinas. No segundo fórum das licenciaturas a discussão da prática de componente curricular apresentou na forma de grupos de trabalho (GT). Os debates revelaram que falta uma compreensão do que se entende da Prática como Componente Curricular. Neste sentido, este texto objetiva fazer uma reflexão sobre a concepção da prática de componente curricular que aparece como norma jurídico-legal a ser aplicada nos cursos de licenciaturas. 2 A PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR OU A PCC Ao longo de evolução educacional brasileira, a prática vem sendo interpretada de diversas formas e permeada de dúvidas quanto à forma adequada de realizá-la. A prática não é um modismo nem tampouco é recente. Desde a década de 1930, quando foram propostas as Escolas de Educação e elas foram regulamentadas no Decreto 3.810, de 19 de março de 1932, que a prática de ensino teria a função de preparar os professores para o exercício do magistério em vários níveis do ensino (TEIXEIRA, 1998). A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN 9.394/96), ao instituir, no Art. 65, um parâmetro de, no mínimo, trezentas horas para a Prática de Ensino, legitima essa pratica. Ressalta-se que os cursos de licenciatura até o ano de 1996 tinham o estagio como componente curricular e era definido como Prática de Ensino sob a forma de Estágio Supervisionado. A prática distinta do estágio supervisionado aparece primeiramente no documento Referenciais para Formação de Professores do Ministério da Educação. O conhecimento e a análise de situações pedagógicas, tão necessárias ao desenvolvimento de competências não precisam ficar restritos apenas aos estágios, como é mais usual. Como já foi apontado, esse

3 contato com a prática real de sala de aula não depende apenas da observação direta: a prática contextualizada pode vir até a escola de formação por meio das tecnologias de informação computador e vídeo, de narrativas orais e escritas de professores, de produções dos alunos, de situações simuladas e estudos de casos. Os recortes da tematização podem ser definidos segundo os objetivos de cada situação de formação pode-se optar por tematizar aspectos específicos da prática ou a prática contextualizada em sua totalidade (MEC, 1999, p. 109). 3 No Parecer CNE/CP 009/2001, ao discutir a concepção restrita de prática no contexto da formação dos professores para a Educação Básica, trouxe para o debate outra forma de conceber a prática, ou seja, a prática enquanto componente curricular Uma concepção de prática mais como componente curricular implica vê-la como uma dimensão do conhecimento que tanto está presente nos cursos de formação, nos momentos em que se trabalha na reflexão sobre a atividade profissional, como durante o estágio, nos momentos em que se exercita a atividade profissional. (p.18) Este parecer deu origem as Diretrizes Curriculares Nacionais Resolução CNE/CP 1 de 2001 que aponta no Art.12 uma explicitação como deve proceder as práticas. Contudo é a partir da Resolução CNE/CP 2 de 2002 que estágio supervisionado e práticas de componentes curriculares aparece de forma distintas e são contempladas com cargas horárias separadas, conforme dispõe o seu Art. 1º A carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, será efetivada mediante a integralização de, no mínimo, 2800 (duas mil e oitocentas) horas, nas quais a articulação teoria-prática garanta, nos termos dos seus projetos pedagógicos, as seguintes dimensões dos componentes comuns: I (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, vivenciadas ao longo do curso; II (quatrocentas) horas de estágio curricular

4 supervisionado a partir do início da segunda metade do curso; III (mil e oitocentas) horas de aulas para os conteúdos curriculares de natureza científicocultural; IV (duzentas) horas para outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais. Parágrafo único. Os alunos que exerçam atividade docente regular na educação básica poderão ter redução da carga horária do estágio curricular supervisionado até o máximo de 200 (duzentas) horas. A partir desta Resolução gestores e professores das instituições superiores passaram a ter dúvidas na interpretação do que seria a prática de componente curricular, prática de ensino e estágio supervisionado. Para esclarecer essas indagações o Conselho Nacional de Educação divulga os Pareceres 21 e 28/2001. O Parecer CNE/CP nº 28/2001, p.9 que deu nova redação ao Parecer nº 21/2001 ao justificar o aumento da carga horária da prática esclarece a distinção entre prática Assim, há que se distinguir, de um lado, a prática como componente curricular e, de outro, a prática de ensino e o estágio obrigatório definidos em lei. A primeira é mais abrangente: contempla os dispositivos legais e vai além deles. 4 Ainda o Parecer CNE/CP nº 28/2001 p. 9, aponta uma definição para a PCC A prática como componente curricular é, pois, uma prática que produz algo no âmbito do ensino. Sendo a prática um trabalho consciente [...] ela terá que ser uma atividade tão flexível quantos outros pontos de apoio do processo formativo, a fim de dar conta dos múltiplos modos de ser da atividade acadêmico-científica. Assim, ela deve ser planejada quando da elaboração do projeto pedagógico e seu acontecer deve se dar desde o início da duração do processo formativo e se estender ao longo de todo o seu processo. Em articulação intrínseca com o estágio supervisionado e com as atividades de trabalho acadêmico, ela concorre conjuntamente para a formação da identidade do professor como educador. [...] Nesse sentido, compreende-se que tanto as PCC como o ECS devem ter a sua carga horária contadas integralmente. O parecer esclareceu a prática de componente

5 curricular, mas faltou a distinção entre o estágio supervisionado, que levou a indagações que foram respondidas no Parecer CNE/CES Nº 15, de 2 de maio de 2005, p.3 que fez essa distinção: Por sua vez, o documento estabelece que [...] a prática como componente curricular é o conjunto de atividades formativas que proporcionam experiências de aplicação de conhecimentos ou de desenvolvimento de procedimentos próprios ao exercício da docência. Por meio dessas atividades, são colocadas em uso, no âmbito do ensino, os conhecimentos, as competências e as habilidades adquiridas nas diversas atividades formativas que compõem o currículo do curso. As atividades caracterizadas como prática como componente curricular podem ser desenvolvidas como núcleo ou como parte de disciplinas ou de outras atividades formativas. Isto inclui as disciplinas de caráter prático relacionadas à formação pedagógica, mas não aquelas relacionadas aos fundamentos técnico-científicos correspondentes a uma determinada área do conhecimento. o estágio supervisionado é um conjunto de atividades de formação, realizadas sob a supervisão de docentes da instituição formadora, e acompanhado por profissionais, em que o estudante experimenta situações de efetivo exercício profissional. O estágio supervisionado tem o objetivo de consolidar e articular as competências desenvolvidas ao longo do curso por meio das demais atividades formativas, de caráter teórico ou prático. Diante do exposto, fica claro que a Pratica de Componente Curricular não pode ser compreendida como prática de ensino e como Estágio Supervisionado, mas deve estar articulada com o estágio supervisionado, presente desde o início, permeando toda a formação. Dessa forma, a PCC não deve ficar restrita apenas às disciplinas pedagógicas, mas pensada numa perspectiva interdisciplinar como explicitada a seguir: A prática, como componente curricular, que terá necessariamente a marca dos projetos pedagógicos das instituições formadoras, ao transcender a sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação escolar, pode envolver uma articulação com os órgãos normativos e com os órgãos executivos dos sistemas. Com isto se pode ver nas 5

6 políticas educacionais e na normatização das leis uma concepção de governo ou de Estado em ação. Pode-se assinalar também uma presença junto a agências educacionais não escolares tal como está definida no Art. 1º da LDB. Professores são ligados a entidades de representação profissional cuja existência e legislação eles devem conhecer previamente. Importante também é o conhecimento de famílias de estudantes sob vários pontos de vista, pois eles propiciam um melhor conhecimento do ethos dos alunos. Parecer CNE/CP nº 28/2001 p. 9 6 Esta interpretação aponta que os projetos pedagógicos dos cursos devam trazer as formas de implementar a prática como componente curricular que poderá ser um espaço enriquecedor de aprendizagem, esclarece ainda que o estudante de licenciatura deva conhecer os diversos espaços que promovam a educação seja formal ou informal, e que também devam conhecer previamente a legislação que representa a classe profissional dos professores. E aponta que é preciso ter um conhecimento do social do aluno da escola. Esse conhecer o aluno, lugar onde vivem suas características e responder indagações que não constam nos livros só é possível por meio da pesquisa. A prática de componente curricular é um momento importante para inserir o estudante de licenciatura na pesquisa sobre o fazer educacional. A importância de realizar a atividade de PCC através da pesquisa mostra que o professor da Educação Básica, pode e deve ser um pesquisador e que também deve incentivar seus alunos a pesquisar, para que não fiquem apenas no conteúdo do livro didático o ensino se faz pela pesquisa como aponta Paulo Freire (1996 p.32) Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. 3 A PRÁTICA DE COMPONENTE CURRICULAR COMO PESQUISA Se os livros trazem a teoria, as atividades trazem a prática. As ações do professor devem ser pautadas em teoria e prática a prática não é uma cópia da teoria e

7 7 nem esta é um reflexo daquela. A Prática é o próprio modo como as coisas vão sendo feitas cujo conteúdo é atravessado por uma teoria. Parecer CNE/CP 028/2001 p. 9 O parecer CNE/CP 9/ 2001 ao tratar o item inadequação da pesquisa faz uma critica a visão acadêmica da pesquisa que tende a ignorá-la como componente constitutivo tanto da teoria como da prática. Mostra que as teorias são construídas sobre pesquisas, dessa forma os cursos de formação de professores têm relegados a valorização da prática investigativa. Dessa forma propõe que a pesquisa seja o elemento essencial na formação do profissional professor e que os cursos de formação de professores devam ser espaços de construção coletiva de conhecimento sobre o ensino e a aprendizagem. Ao pesquisar, o futuro professor aprende como os conhecimentos são produzidos, aprende sobre os métodos de investigação e assim não se tornem apenas repassadores de informações. Além dos cursos de formação salienta que não se deve esquecer o papel do professor da educação básica de desenvolver junto a seus futuros alunos postura investigativa CNE/CP 9/ 2001 (p.29). As indicações do parecer serão corroboradas nas Diretrizes Curriculares Nacionais em que aponta no Art. 2º referente a organização curricular no item quatro que a formação docente deve possibilitar o aprimoramento para as práticas investigativas, sendo reforçado no Art. 3º entre os princípios norteadores no inciso terceiro diz a pesquisa, como foco no processo de ensino aprendizagem, uma vez que ensinar requer, tanto de conhecimentos e mobilizá-los para a ação, como compreender o processo de construção do conhecimento (Resolução CNE/CP 1, 2002 p.2). Desenvolver nos alunos uma postura investigativa são ideias preconizadas no Ensino Vocacional que vigorou no Brasil na década de Esse ensino buscava na relação teoria-prática a construção de uma proposta educacional que possibilitasse uma sólida formação intelectual dos jovens, com o objetivo de formação integral do educando, incorporava a visão da relação escola-comunidade e, para isso, utilizava o estudo do meio como pólo gerador do currículo adotado, trazendo a vida concreta para o contexto escolar. A ação visava conhecer a realidade local como uma das

8 8 formas para estimular os jovens a assumirem o papel de transformadores por sua própria ação Dessa forma a atividade de PCC, realizada com a pesquisa, favorece o engajamento no estudo. O estudo do meio e o trabalho em equipe, de acordo com Tamberlini (2001), são eficientes para formar o aluno crítico, atuante, participativo e engajado. Esse engajamento faz parte da visão de mundo de Furter, educador católico que via a educação como fator de mudança. Com uma postura de investigação a aprendizagem passa a ser significativa, porque estabelece a relação teoria-prática. Francisco Gutiérrez (1999) aponta que essa capacidade de atribuir sentido ao nosso entorno se fundamenta no sentido que consigamos dar a nossa própria experiência, assim como a capacidade de criticar os sentidos e os sem sentido. O educador Paulo Freire defensor da pesquisa na educação disse Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo educo e me educo (FREIRE, 1999 p.32). Essa afirmação do autor mostra que a pesquisa possibilita as duas coisas: aprimorar a parte didática e a aprendizagem. Assim os cursos de licenciatura ao possibilitar nos seus projetos pedagógicos atividades que visem a formação de um professor pesquisador, essa estratégia poderá desenvolver o interesse pelo aprender e posteriormente irá fomentar que esse licenciado tenha uma postura que estimule a pesquise de seus futuros alunos. CONSIDERAÇÕES Pela analise dos documentos, nota-se que a Prática de Componente Curricular é uma atividade e não uma disciplina específica. Que deva promover a integração dos conhecimentos teóricos e práticos, por meio de processo permanente de ação/reflexão/ação numa perspectiva interdisciplinar.

9 9 A pesquisa apresentada como uma forma de atividade essencial na prática de componente curricular visa mostrar a pesquisa como eixo norteador na produção do conhecimento e o discente no papel de pesquisador, pois, conforme diz Paulo Freire faz parte da prática docente a indagação, a busca, a pesquisa. Desse modo, ao proporcionar situações de vivência, o estudante passa a refletir sobre sua ação e a aprender práticas pedagógicas que venham a contribuir com sua formação de professor. Assim se a política atual prioriza a formação de professores, a Prática de Componente Curricular compõe parte desse processo sendo um lastro pedagógico essencial na formação de professores e um meio para que o discente se perceba e se assuma como professor-pesquisador.. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm>. Acesso 13 jun Ministério da Educação. Referenciais para formação de professores. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Fundamental (MEC/SEF), Ministério da Educação. Parecer CNE/CP 21 de 6 de agosto de Duração e carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/021.pdf>. Acesso em 28 maio Ministério da Educação. Parecer CNE/CP 28 de 2 de outubro de Dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e a carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Disponível em: <http://www.uems.br/proe/sec/parecer%20cne-cp% pdf>. Acesso em 28 maio 2014.

10 10. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro de Institui diretrizes curriculares nacionais para a formação de professores da educação básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Brasília: CNE, Disponível em: Acesso em: 13 jun Ministério da Educação. Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior Disponível em: <http://www.portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/cp pdf>. Acesso em 13 jun Ministério da Educação. Parecer CNE/CES 15, de 2 de fevereiro de Solicitação de esclarecimento sobre as Resoluções CNE/CP nºs 1/2002, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, e 2/2002, que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior Disponível em <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pces0015_05.pdf>. Acesso em 28 jun FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. 17. ed. São Paulo: Paz e Terra, (Coleção Leitura). MACHADO, A. Poesias Completas. 14. ed. Madri, Esparsa - Calpe, 1973, p.158. (Provérbios y cantares). MELLO I. C.; PAULA, L. (Orgs). Fórum das Licenciaturas na UFMT. Cuiabá: EdUFMT, Documento Síntese. PRADO, F. G. C. Ecopedagogia e Cidadania Planetária. Tradução Sandra Trabucco Velenzuela. 2. ed. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2000 (Guia de Escola Cidadã; v. 3). ROVAI E.; KAWASHITA, B. Avaliação emancipatória nos ginásios vocacionais. In: ROVAI E. (Org.) Ensino Vocacional: uma pedagogia atual. São Paulo: Cortez, 2005, p

11 11 TAMBERLINI, A.R.M.B. Os Ginásios Vocacionais, a história e a possibilidade de futuro. In: ROVAI E. (Org.) Ensino Vocacional: uma pedagogia atual. São Paulo: Cortez, 2005, p TEIXEIRA, A. Educação e Universidade. Rio de Janeiro: UFRJ, 1998.

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