A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL"

Transcrição

1 A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais da Universidade Estadual do Maranhão, nos últimos três anos tem proporcionado ao estudante participar de atividades voltadas à pesquisa, a reflexão e a intervenção em situações problema na comunidade escolar. É defendida como instrumento de integração de conhecimento com a realidade social, política, econômica e educacional favorecendo o vínculo afetivo do estudante com a profissão. Os resultados dos projetos têm proporcionado satisfação, contentamento e expectativa por parte de toda equipe. Palavras-chave: prática investigativa; curso de pedagogia; pesquisa. A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A aprovação do Parecer CNE/CP nº 5/2005, pelo Conselho Pleno do Conselho Nacional de Educação, em 13 de dezembro de 2005, reexaminado pelo Parecer CNE/CP 3/2006, aprovado em 21 de fevereiro de 2006, e homologado pelo Ministro da Educação em 10 de abril de 2006, põe fim à discussão que já perdurava por mais de 25 anos, contudo, os pontos polêmicos que o texto traz, acredita-se que a discussão ainda vai demorar muito para ter fim. Prevaleceu no texto da Resolução CNE/CP nº 1/2006, de 15 de maio de 2006, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia a concepção de que o pedagogo é um docente formado em curso de Licenciatura para trabalhar na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. Acrescenta-se ainda a participação na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino, englobando planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias da educação; avaliação de projetos e experiências educativas não-escolares e produção e difusão do conhecimento científicotecnológico do campo educacional, em contextos escolares e não escolares. Fica muito clara, portanto, a destinação, o objetivo do curso. A Resolução do CNE/CP nº 1/2006, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, Licenciatura apresenta divergências com a Resolução CNE/CP nº 2/2002 que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura de graduação plena de

2 formação de professores da Educação Básica em nível superior, estabelecendo que a integralização seja de no mínimo horas, nas quais a articulação entre teoria e prática garanta, nos termos dos seus projetos pedagógicos, as seguintes dimensões dos componentes comuns: 400 horas de Prática vivenciada ao longo do curso, 400 horas de Estágio Curricular Supervisionado a partir do início da segunda metade do curso, 200 horas para outras Atividades Acadêmico-Científico-Culturais e horas para os conteúdos curriculares de natureza científico-cultural. No mínimo, uma dúvida paira quando da reestruturação dos cursos de Pedagogia quanto à Prática, ao Estágio e às Atividades Complementares que não ficam explícitas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, Licenciatura. A Pedagogia tem um desafio muito grande, o de ser vista como ela realmente é. Um pedagogo bem formado pode promover mudanças significativas no processo ensino-aprendizagem permitindo àqueles que sempre ficaram à margem do processo apreenderem e aprenderem se constituindo como sujeitos, podendo ter papel importante na sua comunidade e na sociedade. Se o pedagogo é o profissional que tem a função de desenvolver a formação humana dos indivíduos em diferentes lugares, como pode padecer historicamente de tantas dúvidas, incoerências, distanciamento das necessidades e demandas da realidade educacional? A melhoria da qualidade da educação no Brasil não depende só de uma boa formação do pedagogo, longe de querer passar essa idéia, mas é inegável o papel relevante que tem esse profissional no processo ensino-aprendizagem dos que estão nos sistemas de ensino. Os pedagogos especialistas poderão proporcionar às escolas ajuda no sentido do pensar sua função social, definir os objetivos, as capacidades, as competências, as habilidades, o currículo, as metodologias de ensino, a gestão de sala de aula, entre outros. Para Libâneo (2006), a Resolução CNE/CP nº 1/2006, representa um fechamento nas perspectivas de formação. Ela exclui a Pedagogia enquanto campo científico em relação às ciências sociais, não favorece a inserção dos processos e práticas de formação na realidade do mundo contemporâneo e empobrece o campo de referências da investigação pedagógica. Outro ponto polêmico para a formação do pedagogo diz respeito ao currículo muito amplo, pois além do estudo dos fundamentos, dos conteúdos e das práticas pedagógicas para as áreas distintas, tem-se de contemplar: educação infantil, séries iniciais do ensino fundamental, magistério e outros cursos técnicos de nível médio, todos com estágios. Como fazer uma

3 formação teórico-metodológica que qualifique também para a gestão e para a pesquisa? Como contemplá-los, nos diversos componentes curriculares? Como organizar as 100 horas de atividades complementares, gestão, educação de jovens e adultos, portadores de necessidades especiais, indígenas, remanescentes dos quilombos e outros grupos étnicos? Com tanta possibilidade de interpretações, corre-se o risco das Instituições que oferecem o curso de Pedagogia, mais uma vez, executarem manobras que possam atender as suas necessidades e conveniências de mercantilização da educação, trazendo como conseqüência o aligeiramento da formação profissional do pedagogo. Ao analisar o contexto histórico do curso de Pedagogia, percebe-se que o processo de formação do pedagogo sempre foi de forma fragmentada, voltada à reprodução do conhecimento. É preciso ultrapassar essas barreiras e perceber as novas exigências e os novos cenários e avançar dando ênfase a uma visão mais sistêmica que contemple a pesquisa no projeto atual de formação do futuro pedagogo. Além disso, seja trabalhado ainda, no seu processo de formação inicial, aspectos relacionados ao ambiente escolar, as relações de convivência entre todos os envolvidos na comunidade escolar. Exige-se que o pedagogo acompanhe as mudanças, os avanços das novas teorias científicas capazes de fundamentarem a ação pedagógica. Moraes (2003) afirma que uma nova epistemologia implica em uma nova concepção de trabalho científico, em uma nova concepção do conhecimento, como também uma compreensão mais adequada da realidade e do mundo em que vivemos. Morin (2000) destaca que como humanidade, não podemos esquecer que necessitamos de novas bases teóricas e de novas práticas pedagógicas que favoreçam não apenas o desenvolvimento da inteligência humana, mas sobretudo, que colaborem para uma reforma do pensamento humano. Logo, percebe-se com clareza a necessidade da formação do pedagogo ser voltada mais para uma visão do todo e não só das partes desse todo. O profissional da área de educação tem sobre si a exigência da produção, construção e socialização de conhecimentos, habilidades e competências que permitam sua inserção no cenário complexo do mundo contemporâneo com a função de participar, como docente, pesquisador e gestor do processo de formação de crianças, jovens e adultos na vivência de tais relações. Nesse sentido, a ação docente requer um profissional que alie habilidades do fazer pedagógico com outras referentes ao pensar permanente de sua própria prática, como aquele

4 que acrescente aos conhecimentos básicos para o desenvolvimento de função específica, conhecimentos e habilidades de gestão de seu próprio trabalho. Para articular devidamente os conteúdos curriculares, é necessário o princípio da integração, com vistas à superação da criticada fragmentação das disciplinas. Tal princípio se expressa numa metodologia interdisciplinar, que pressupõe ser o objeto pedagógico bastante complexo do ponto de vista epistemológico, exigindo a concorrência de campos diversos do conhecimento para sua elucidação. Essa abordagem multidisciplinar deve avançar para uma relação recíproca entre os diversos componentes disciplinares, isto é, a interdisciplinaridade a fim de assegurar a conexão entre os conteúdos estudados. A atualização constante dos conhecimentos é outra exigência do mundo contemporâneo, daí ser necessário o desenvolvimento de componentes curriculares que permitam variação temática, a ser atualizada continuamente, de acordo com as demandas presentes, além do aproveitamento de atividades extracurriculares. FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CECEN/UEMA O Curso de Pedagogia do Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais (CECEN) da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) passou por uma reestruturação curricular atendendo às exigências da legislação e também buscando contemplar no seu projeto as necessidades da sociedade atual quanto à formação dos futuros pedagogos. O Curso de Pedagogia, Licenciatura destina-se à formação de professores para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. São objetivos do curso de Pedagogia: Subsidiar a reflexão e a compreensão do contexto social - político - econômico e educacional da sociedade brasileira, tendo em vista uma atuação do profissional crítico e criativo; Propiciar fundamentos teórico-metodológicos da pesquisa em educação necessários à produção do conhecimento e reconstrução do fazer pedagógico; Aprofundar conhecimentos necessários à criação, à execução e à avaliação de ações pelos diferentes sujeitos da aprendizagem;

5 Proporcionar o uso de diferentes linguagens e tecnologias na promoção da aprendizagem, estabelecendo relações entre ciência, tecnologia e sociedade; Formar profissionais capazes de intervir, de forma competente, na realidade da educação brasileira; Atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa, equânime, igualitária; Trabalhar em espaços escolares e não-escolares, na promoção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e modalidades do processo educativo; Participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico. O que se exige do Licenciado em Pedagogia é que ele seja capaz de exercer a docência com competência, de sentir os desafios, de pensar as suas ações, de propor mudanças, de participar criticamente na construção de uma escola que atenda às exigências dos diversos grupos sociais. Tal demanda requer desse profissional as capacidades de saber conhecer, saber fazer, saber ser, saber conviver e saber empreender necessários ao dinamismo da realidade social. O Curso de Pedagogia, Licenciatura do CECEN/UEMA está estruturado para possibilitar ao futuro pedagogo: Atuar na docência da educação básica de maneira competente e com compromisso profissional; Desenvolver atividades profissionais em assessoria técnica-pedagógica nas escolas de educação básica; Atuar na seleção e qualificação de recursos humanos para entidades governamentais, não governamentais e empresas privadas; Desenvolver trabalhos de pesquisa nas diversas áreas da educação básica; Atuar em serviços de apoio escolar na Educação Básica; Compreender o entorno utilizando-se dos conhecimentos relativos aos aspectos sociais, econômicos e políticos; Compreender as diversas concepções de desenvolvimento humano e aprendizagem, com foco na abordagem sócio-cultural de educação e ensino.

6 Atuar, de forma interdisciplinar, nos processos de planejamento, execução de atividades didáticas e implementação das políticas educacionais; Utilizar a tecnologia da comunicação e informação para resolver problemas provenientes dos diferentes contextos; Articular às atividades de ensino, pesquisa e extensão no combate as desigualdades sociais, considerando os princípios éticos, estéticos e políticos; Participar ativamente da gestão, desenvolvimento e avaliação dos projetos educativos da escola; Optar por procedimentos metodológicos adequados às especificidades das diversas áreas do conhecimento e características dos alunos; Socializar as produções e reflexões da prática pedagógica. A dinâmica curricular do Curso de Pedagogia, Licenciatura se constitui da formação docente enriquecida por atividades integradoras, aprofundamento de estudos complementares, privilegiando, portanto, conteúdos que favorecem a compreensão do contexto histórico-sóciocultural necessários à reflexão crítica sobre a educação e a sociedade. O curso tem como um dos eixos básicos a vinculação teoria-prática na integração do saber e do fazer, em que a pesquisa e a prática pedagógica constituem elementos condutores e integradores de outros componentes curriculares. As disciplinas estão organizadas com vistas a propiciar fundamentação teórica para a compreensão e reconstrução dos principais temas e problemas sociais, políticos e culturais, bem como para a análise e reflexão crítica da realidade, como recomendam as Diretrizes Curriculares da Formação de Professores de Educação Básica em nível Superior Licenciatura e Graduação Resolução CNE/CP/2 de 02/10/2001, Parecer CNE/CP nº 5/2005 que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia e a Resolução CNE/CP nº 1/2006 que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura. As disciplinas voltadas para a docência contemplam conhecimentos pedagógicos específicos e fundamentais à formação do educador permitindo conhecer a realidade em que se insere para dela participar, interagindo com o meio e respondendo às exigências atuais do contexto social. O pedagogo como intelectual, deve possuir uma visão crítica e um domínio de conhecimentos

7 específicos com vistas a desenvolver competências e habilidades relativas à docência na educação infantil, nas séries iniciais do ensino fundamental e nas disciplinas pedagógicas de nível médio, como afirmam as Diretrizes Curriculares para o Curso de Pedagogia. Diante da preocupação com a formação do pedagogo capaz de pensar, decidir, planejar, coordenar e executar atividades educacionais em várias instâncias e níveis, e modalidades da educação, deve-se contemplar as metodologias que orientam a atuação em campos específicos: educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental, educação de jovens e adultos, e educação especial. Isso oportuniza ao pedagogo diversidade de ações comprometidas com sua realidade. PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA CECEN/UEMA A Prática Investigativa no curso de Pedagogia tem o tratamento de um componente curricular que permeia todo o curso e tem o propósito de colaborar para a formação da identidade do professor pesquisador, reflexivo e atuante na sociedade a partir da articulação com as demais disciplinas mediante ações educativas integradoras, que estreitem o vínculo universidadeescola-comunidade. A Prática como Componente Curricular ao transcender a sala de aula, o conjunto do ambiente da escola e a própria educação escolar, pode envolver-se com órgãos normativos e executivos dos sistemas de ensino, agências educacionais não escolares, entidades de representação profissional, famílias e comunidade. A Prática Investigativa se constitui na formação mediante a relação educação trabalho, estabelecendo o vínculo entre a teoria em cada disciplina e sua articulação com os conteúdos e métodos trabalhados nos períodos. Integrar os componentes curriculares: o acadêmico, o laboral e o investigativo, a partir do envolvimento do aluno na realidade educacional, desde o início de sua vida universitária. A carga horária da Prática é de 405 horas equivalentes a nove créditos, distribuídas a partir do segundo período e organizadas pelos professores de Prática. É, portanto, uma atividade por onde transitam, de forma coerente e organizada, os conhecimentos das diversas áreas de estudo e, sobretudo, assumem caráter integrador no curso. As ações em Prática enfatizam o trabalho independente tendo em vista a formação de profissionais com autonomia, responsabilidade e compromisso social. Entre as ações a serem desenvolvidas pelo aluno no âmbito da Prática destacam-se a participação em atividades voltadas à pesquisa, reflexão e intervenção em situações-problema na comunidade escolar ou

8 extra-escolar e a produção de trabalhos científicos diversos. As atividades são desenvolvidas no ambiente educativo, futuro campo de atuação do profissional, e serve como oportunidade para vincular teoria e prática, com vistas à investigação científica. Tais atividades respeitam os níveis de assimilação, o que depende das condições teórico-metodológicas do aluno. A Prática Investigativa está organizada em quatro dimensões que começam no segundo período, sendo: Dimensão Político-Social; Dimensão Educacional; Dimensão Escolar e Dimensão Docente. A partir do sexto período realiza-se o Estágio Curricular Supervisionado. As dimensões estão articuladas com as disciplinas trabalhadas pelos estudantes em cada período e com os demais componentes ao longo do curso. Na articulação estabelecida verticalmente, entre as dimensões da prática realizada em cada semestre, o curso, juntamente com os estudantes, tem percebido uma evolução apoiada na pesquisa e observação dos processos, procedimentos e práticas educativas e escolares. A Prática Investigativa é defendida como instrumento de integração e conhecimento do aluno com a realidade social, política, econômica e do trabalho de sua área/curso, como instrumento de iniciação à pesquisa e ao ensino e como instrumento de iniciação profissional. O trabalho realizado na Prática Investigativa está apoiado na análise da realidade, orientado pela leitura estruturada tanto no desenvolvimento do próprio componente como naquelas realizadas nos demais componentes. O professor de Prática com os seus alunos definem as temáticas que vão ser pesquisadas aprofundando os conteúdos, preferencialmente, os relacionados aos já trabalhados em sala de aula. A disciplina faz parte da estrutura curricular do Curso de Pedagogia, tem um professor para cada dimensão que é responsável pela orientação dos projetos dos alunos, pelo acompanhamento e avaliação dos relatórios gerados a partir dos resultados de cada pesquisa, finalizando com a apresentação dos resumos. Para o desenvolvimento das atividades da disciplina, inicialmente, várias reuniões com os professores são realizadas com o objetivo de definir os temas a serem investigados pelos estudantes, considerando as dimensões: político-social, educacional, escolar e docente. Sendo definidos os seguintes temas: Educação e Trabalho, Educação e Meio Ambiente, Educação e Saúde, Educação Patrimonial, Educação e Pluralidade Cultural, Financiamento da Educação, Educação Especial, Educação de Jovens e Adultos, Educação Indígena, Educação Profissional e outros temas que a equipe considerar importantes.

9 O trabalho está sendo realizado considerando as seguintes etapas: Preparação - momento de contato inicial com os estudantes, quando é discutida a proposta da Prática Investigativa para ser trabalhada em cada dimensão. Na oportunidade, os temas, definidos pelos professores, são apresentados aos estudantes apenas como sugestões, não invalidando novas sugestões de temas. Posteriormente são formados equipes de acordo com o tema escolhido. Cada equipe elabora um projeto que norteará todas as ações a serem desenvolvidas ao longo da disciplina. É importante ressaltar que um mesmo tema pode ser investigado nas diversas dimensões, ampliando o conhecimento sobre o mesmo, e proporcionando uma continuidade no processo investigativo, ponto principal da Prática Investigativa. Consideramos a etapa de preparação fundamental para o sucesso dos trabalhos, uma vez que é o momento de socialização, sensibilização e, dependendo da motivação dos alunos, pode-se obter resultados mais satisfatórios. Desenvolvimento - momento em que as equipes realizam as atividades previstas no projeto dentre as quais se destacam a pesquisa bibliográfica; elaboração de instrumentos de coleta de dados (entrevista, questionários, formulários, roteiro de observação); aplicação dos instrumentos de coleta de dados; tabulação e análise dos dados coletados e elaboração do relatório da investigação. Apresentação dos resultados - os resultados obtidos pelos alunos são apresentados durante o Seminário de Prática Investigativa, que o curso de Pedagogia promove todo semestre como forma de incentivar seus alunos a continuarem pesquisando. Os alunos se envolvem na organização e na realização do Seminário. Os relatórios das pesquisas são apresentados, utilizando formas, como: comunicação oral, pôster, etc. Avaliação - em relação aos estudantes, o processo avaliativo da Prática Investigativa se dá ao longo da realização das etapas da pesquisa desenvolvidas, considerando o envolvimento em cada etapa. São utilizados os critérios de responsabilidade, envolvimento grupal, pontualidade no cumprimento do cronograma estabelecido, cientificidade dos documentos elaborados (projeto, instrumentos de coleta de dados, relatório, roteiro da apresentação oral, etc.),

10 fundamentação teórica e oralidade na apresentação durante o seminário, além da auto e hetero-avaliação. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS O projeto da disciplina Prática Investigativa revelou-se como profícuo, possibilitando articular o que se aponta como sendo as três funções essenciais da universidade brasileira: as atividades de pesquisa, de ensino e de extensão, integradas nos trabalhos desenvolvidos pelos estudantes do curso de Pedagogia. Os resultados das pesquisas têm demonstrado satisfação, contentamento e expectativas por parte dos estudantes e dos professores de Prática. Do ponto de vista da pesquisa, está sendo possível constatar uma mudança em relação ao conhecimento: ao manter contato com novos conteúdos e vivenciá-los, estudantes e professores têm oportunidade de reconstruir e ampliar seus conhecimentos. O resultado da Prática Investigativa tem possibilitado maior envolvimento dos alunos com as atividades de pesquisa tanto na própria UEMA como em outras instituições. Nos últimos três anos os alunos do curso de Pedagogia têm apresentado os resultados de suas pesquisas em diversos eventos locais, regionais e nacionais. Antes os nossos alunos não se envolviam nem nos eventos da UEMA. É importante ressaltar que os Seminários de Prática Investigativa têm tido, também, uma participação de todos os alunos do curso não só os que estão fazendo a disciplina Prática Investigativa, mas também dos outros alunos. Outro ponto a ser destacado é que conseguimos inserir no Seminário de Iniciação Científica da Universidade, realizado anualmente com apresentação dos resultados das pesquisas do PIBIC/CNPQ/FAPEMA, a Mostra de Prática Investigativa. Os alunos do curso de Pedagogia não participavam, nem se envolviam em eventos dessa natureza, está sendo um passo importante dado na formação do pedagogo. REFERÊNCIAS BRASIL. Resolução CNE/CP n. 1, de 15 de maio de LIBÂNEO, José Carlos. Diretrizes Curriculares da Pedagogia: imprecisões teóricas e concepção estreita da formação profissional de educadores. Educação e Sociedade, Campinas, v. 27, n. 96, p , 2006 (número especial).

11 MORAES, Maria Cândida. Educar na biologia do amor e da solidariedade. Petrópolis: Vozes, MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários á educação do futuro. São Paulo/Brasília: Cortez/UNESCO, 2000.

Pedagogia Estácio FAMAP

Pedagogia Estácio FAMAP Pedagogia Estácio FAMAP # Objetivos Gerais: O Curso de Graduação em Pedagogia da Estácio FAMAP tem por objetivo geral a formação de profissionais preparados para responder às diferenciadas demandas educativas

Leia mais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Educação de Qualidade ao seu alcance EDUCAR PARA TRANSFORMAR O CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO: LICENCIATURA

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR Minuta de Projeto de Resolução para audiência pública de 11/12/2015 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Educação

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de

Leia mais

ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*)

ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

CATÁLOGO DO CURSO DE PEDAGOGIA Modalidade a Distância

CATÁLOGO DO CURSO DE PEDAGOGIA Modalidade a Distância CATÁLOGO DO CURSO DE PEDAGOGIA Modalidade a Distância ATOS LEGAIS DO CURSO: Nome do Curso: Pedagogia Tempo de Integralização: Mínimo: 8 semestres Máximo: 14 semestres Nome da Mantida: Centro Universitário

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO Considerando o objetivo de formação de docentes em que a atividade prática de prestação de serviços especializados é relevante à sociedade, torna-se necessário

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.375, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2013

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.375, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2013 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.375, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2013 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO

CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO RESOLUÇÃO CAS Nº 07 / 2007 De 05 de agosto de 2007 Reformula o Projeto Político Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia, a ser implantado a partir do 2º semestre do ano letivo de 2007. CONSIDERANDO

Leia mais

Pró-Reitora de Graduação da Universidade Federal de Goiás

Pró-Reitora de Graduação da Universidade Federal de Goiás Apresentação Prezados Professores e Acadêmicos Com o objetivo de consolidar a política de estágio da Universidade Federal de Goiás, a Pró-Reitoria de Graduação, por meio da Coordenação de Estágios, realizou

Leia mais

FACCAMP FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA COORDENADORIA DE EXTENSÃO E PESQUISA

FACCAMP FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA COORDENADORIA DE EXTENSÃO E PESQUISA FACCAMP FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA COORDENADORIA DE EXTENSÃO E PESQUISA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ARTE-EDUCAÇÃO 1. Nome do Curso e Área do Conhecimento Curso de Especialização Lato Sensu

Leia mais

A PRÁTICA DE COMPONENTE CURRICULAR NAS LICENCIATURAS

A PRÁTICA DE COMPONENTE CURRICULAR NAS LICENCIATURAS 1 A PRÁTICA DE COMPONENTE CURRICULAR NAS LICENCIATURAS RIBEIRO, Zenilda Lopes UFMT- Campus Universitário do Araguaia zenildalr@hotmail.com INTRODUÇÃO A licenciatura é uma permissão dada por uma autoridade

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais para

Leia mais

Pós graduação EAD Área de Educação

Pós graduação EAD Área de Educação Pós graduação EAD Área de Educação Investimento: a partir de R$ 109,00 mensais. Tempo de realização da pós graduação: 15 meses Investimento: R$109,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF). Ou

Leia mais

Ciência na Educação Básica

Ciência na Educação Básica Ciência na Educação Básica Maria Beatriz Ramos de Vasconcellos Coelho Coordenadora Geral de Tecnologias da Educação Secretaria de Educação Básica O que está na Constituição O Brasil é uma República Federativa

Leia mais

FACULDADE ASTORGA FAAST REGULAMENTO ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

FACULDADE ASTORGA FAAST REGULAMENTO ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE ASTORGA FAAST REGULAMENTO ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS LICENCIATURA EM PEDAGOGIA As atividades de Estágio Supervisionado constantes da Matriz Curricular do Curso de Pedagogia da FAAST deverão ser

Leia mais

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu.

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu. CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: INDICATIVOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE E DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO NUM CURSO DE PEDAGOGIA G1 Formação de Professores

Leia mais

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Abril/2012 Apresentação O Planejamento Estratégico (PLANES) da UNICAMP é um processo acadêmico/administrativo dinâmico cujo objetivo central é de ampliar

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA Luciana Pereira de Sousa 1 Carmem Lucia Artioli Rolim 2 Resumo O presente estudo propõe discutir o contexto da formação dos pedagogos para o ensino da

Leia mais

PERFIL INVESTIGADOR DO LICENCIANDO EM MATEMÁTICA DO ESTADO DO MARANHÃO. Celina Amélia da Silva celina_amelia@yahoo.com.br CESC/UEMA/MA, Brasil

PERFIL INVESTIGADOR DO LICENCIANDO EM MATEMÁTICA DO ESTADO DO MARANHÃO. Celina Amélia da Silva celina_amelia@yahoo.com.br CESC/UEMA/MA, Brasil PERFIL INVESTIGADOR DO LICENCIANDO EM MATEMÁTICA DO ESTADO DO MARANHÃO Celina Amélia da Silva celina_amelia@yahoo.com.br CESC/UEMA/MA, Brasil Carmen Teresa Kaiber kaiber@ulbra.br ULBRA/RS, Brasil Modalidade:

Leia mais

Centro Universitário Newton Paiva Curso de Psicologia. Manual de Estágios Currículo 2009.02

Centro Universitário Newton Paiva Curso de Psicologia. Manual de Estágios Currículo 2009.02 Centro Universitário Newton Paiva Curso de Psicologia Manual de Estágios Currículo 2009.02 Belo Horizonte Dezembro de 2009 1 FICHA TÉCNICA CORPO ADMINISTRATIVO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Presidente

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 30/01/2009

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 30/01/2009 PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 30/01/2009 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Conselho

Leia mais

Plano de Ação da Orientação Educacional. 01- Introdução

Plano de Ação da Orientação Educacional. 01- Introdução Plano de Ação da Orientação Educacional 01- Introdução O contexto desafiante da atual sociedade brasileira, demanda progressivamente uma educação de qualidade. Tarefa de tal magnitude, exige uma concentrada

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 AS PROPOSTAS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO APRESENTADAS NOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS DE FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE MORRONHOS FRANCO, C.

Leia mais

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, de conformidade

Leia mais

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1 FACULDADE PIO DÉCIMO LICENCIATURA EM QUÍMICA ENSINO DE QUÍMICA ÁREA 4 PROF a MARIA ANTÔNIA ARIMATÉIA FREITAS QUESTÃO 01 Com base na projeção da população brasileira para o período 2010-2040 apresentada

Leia mais

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS Elisabete Duarte de Oliveira e Regina Maria de Oliveira Brasileiro Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 2, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 2, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 2, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Biomedicina. O Presidente

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Artes Visuais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Artes Visuais ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Artes Visuais São as seguintes as disciplinas de Estágio Supervisionado do Curso de Artes Visuais (licenciatura): Estágio Supervisionado I (ART30049) 120 horas Propõe

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. IFSP Campus São Paulo AS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. IFSP Campus São Paulo AS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS LICENCIATURA EM MATEMÁTICA IFSP Campus São Paulo AS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS O componente curricular denominado Atividades Acadêmico-Científico- Culturais foi introduzido nos currículos

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL ALVES, Ana Paula PUCPR SAHEB, Daniele PUCPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura Física FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( x ) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE: (x) Presencial

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE PEDAGOGIA/2006: AVANÇOS OU RETROCESSOS NA ORGANIZAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DOS PROJETOS POLÍTICO PEDAGÓGICO

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE PEDAGOGIA/2006: AVANÇOS OU RETROCESSOS NA ORGANIZAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DOS PROJETOS POLÍTICO PEDAGÓGICO DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE PEDAGOGIA/2006: AVANÇOS OU RETROCESSOS NA ORGANIZAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DOS PROJETOS POLÍTICO PEDAGÓGICO Resumo: BALDINI, Márcia Aparecida - FAG marcia.baldini@hotmail.com

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. 2.3 Justificativa pela escolha da formação inicial e continuada / qualificação profissional:

PROJETO PEDAGÓGICO. 2.3 Justificativa pela escolha da formação inicial e continuada / qualificação profissional: PROJETO PEDAGÓGICO 1 Identificação: Curso de Extensão em Navegação Marítima Básica Contextualização da(s) localidade(s) onde ocorrerá o curso: O curso será oferecido no CRPNM ( Centro de Referência em

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS LETRAS E ARTES PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO CURSO DE HISTÓRIA - LICENCIATURA João Pessoa, maio de 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE

Leia mais

AS DISCIPLINAS DE DIDÁTICA NOS CURSOS DE LICENCIATURAS

AS DISCIPLINAS DE DIDÁTICA NOS CURSOS DE LICENCIATURAS AS DISCIPLINAS DE DIDÁTICA NOS CURSOS DE LICENCIATURAS VIEIRA, Débora Cristina de Oliveira PUCPR mmdvieira@hotmail.com MARTINS, Pura Lúcia Oliver - PUCPR Pura.oliver@pucpr.br Eixo Temático: Didática: Teorias,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA 1 RESOLUÇÃO/UEPB/CONSEPE/015/2011. UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA Aprova o Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Pedagogia/Primeira Licenciatura da Universidade Estadual da Paraíba. O

Leia mais

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 Resumo Indira Aparecida Santana Aragão 1 - FCT/UNESP Grupo de Trabalho Educação da Infância Agência Financiadora:

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO Resumo HOÇA, Liliamar Universidade Positivo liliamarh@up.com.br MORASTONI, Josemary- Universidade Positivo

Leia mais

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011.

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011. 1 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA Araras, maio de 2011. Fernando da Silva Pereira Centro Universitário Hermínio Ometto UNIARARAS SP fernandosilper@uniararas.br

Leia mais

A ARTICULAÇÃO ENTRE AS DISCIPLINAS ESPECÍFICAS E PEDAGÓGICAS EM UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA

A ARTICULAÇÃO ENTRE AS DISCIPLINAS ESPECÍFICAS E PEDAGÓGICAS EM UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA A ARTICULAÇÃO ENTRE AS DISCIPLINAS ESPECÍFICAS E PEDAGÓGICAS EM UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA Edson Mayer Mestrando em Educação em Ciências e Matemática PUCRS Helena Noronha Cury Doutora em Educação

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS INGLÊS.

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS INGLÊS. REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS INGLÊS. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL O presente regulamento fundamenta-se nos termos da LDB 9394, de 20 de dezembro

Leia mais

RESOLUÇÃO CEPE/CA N 0245/2009

RESOLUÇÃO CEPE/CA N 0245/2009 RESOLUÇÃO CEPE/CA N 0245/2009 Estabelece o Projeto Pedagógico do curso de Primeira Licenciatura em Pedagogia integrante do Programa Emergencial de Formação de Professores em exercício na Educação Básica

Leia mais

DIRETRIZES DE FORMAÇÃO DE PSICOPEDAGOGOS NO BRASIL

DIRETRIZES DE FORMAÇÃO DE PSICOPEDAGOGOS NO BRASIL DIRETRIZES DE FORMAÇÃO DE PSICOPEDAGOGOS NO BRASIL A Psicopedagogia é a área de conhecimento, atuação e pesquisa que lida com o processo de aprendizagem humana, visando o apoio aos indivíduos e aos grupos

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA Tema debatido na série Integração de tecnologias, linguagens e representações, apresentado no programa Salto para o Futuro/TV Escola, de 2 a 6 de maio de 2005 (Programa 1) INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO

Leia mais

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL 2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Ao conceber as instituições de Educação Infantil como espaços onde ocorre o processo educativo, processo este pelo qual os homens apropriam-se do desenvolvimento

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa RESUMO Jacyene Melo de Oliveira Araújo Profª Drª UFRN- CE-SEDIS Os Estágios

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO Nº 2, DE 1º DE JULHO DE 2015

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO Nº 2, DE 1º DE JULHO DE 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO Nº 2, DE 1º DE JULHO DE 2015 (*) (**) Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior

Leia mais

MUNICÍPIO DE BOM PRINCÍPIO Estado do Rio Grande do Sul

MUNICÍPIO DE BOM PRINCÍPIO Estado do Rio Grande do Sul ANEXO III DESCRIÇÃO DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS DO MAGISTÉRIO CARGO: COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL Coordenar as atividades específicas da área, participando do planejamento e

Leia mais

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE Avaliação institucional: potencialização do processo ensino e aprendizagem A avaliação institucional é uma prática recente

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

Maria Clarisse Vieira (UnB) Maria Emília Gonzaga de Souza (UnB) Denise Mota Pereira da Silva (UnB)

Maria Clarisse Vieira (UnB) Maria Emília Gonzaga de Souza (UnB) Denise Mota Pereira da Silva (UnB) Maria Clarisse Vieira (UnB) Maria Emília Gonzaga de Souza (UnB) Denise Mota Pereira da Silva (UnB) Reflexão acerca da formação do pedagogo, com base na experiência do currículo da Faculdade de Educação

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

Curso de Pedagogia Ementário da Matriz Curricular 2010.2

Curso de Pedagogia Ementário da Matriz Curricular 2010.2 1ª FASE 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL A Biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão neurológica nos processos básicos: os sentidos

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia. O Presidente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ANEXO II EDITAL Nº 80/2013/PIBID/UFG PROGRAMA INSTITUCIONAL BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID FORMULÁRIO TALHAMENTO DO SUBPROJETO POR ÁREA CONHECIMENTO 1. Nome da Instituição: 2. GO UNIVERSIDA FERAL GOIÁS

Leia mais

PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO. Prof. Msc Milene Silva

PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO. Prof. Msc Milene Silva PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO Prof. Msc Milene Silva Conteúdo: Concepções Pedagógicas Conceitos de Educação; Pedagogia; Abordagens Pedagógicas: psicomotora, construtivista, desenvolvimentista e críticas. Função

Leia mais

O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA MODALIDADE A DISTÂNCIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFRPE

O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA MODALIDADE A DISTÂNCIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFRPE 1 O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL NA MODALIDADE A DISTÂNCIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UFRPE Recife, maio/2010 Ana Paula Teixeira Bruno Silva Universidade Federal

Leia mais

DOCUMENTO NORTEADOR PARA COMISSÕES DE AUTORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO DE CURSO DE PEDAGOGIA

DOCUMENTO NORTEADOR PARA COMISSÕES DE AUTORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO DE CURSO DE PEDAGOGIA 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE ENSINO SUPERIOR COORDENAÇÃO DAS COMISSÕES DE ESPECIALISTAS DE ENSINO COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DO ENSINO DE PEDAGOGIA

Leia mais

Práxis, Pré-vestibular Popular: Constante luta pela Educação Popular

Práxis, Pré-vestibular Popular: Constante luta pela Educação Popular Práxis, Pré-vestibular Popular: Constante luta pela Educação Popular Graziele Pissollatto da Costa, UFSM Ana Carolina Machado, UFSM Roberto Lopes do Nascimento Filho, UFSM Toni Pissollatto da Costa, UFSM

Leia mais

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, LICENCIATURA REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente documento

Leia mais

MANUAL DO ALUNO (A) ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ESTUDOS INDEPENDENTES

MANUAL DO ALUNO (A) ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ESTUDOS INDEPENDENTES A formação complementar é fruto da participação do aluno, durante o período de realização do seu curso superior, em atividades que não estão inseridas na grade curricular, mas que reconhecidamente contribuem

Leia mais

Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade

Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade 1. Educação Especial: histórico, funcionamento e legislação Para suprir a demanda da Educação Especial e

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO

CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO Costa, Daiene de Cássia Souza da Email: daienecassia@hotmail.com Vasconcellos, Maura Maria Morita Email: mmorita@sercomtel.com.br

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC METODOLOGIA PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC METODOLOGIA PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ENSINO CENTRO DE REFENCIA EM FORMAÇÃO E APOIO

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO

MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO 1 SUMÁRIO Lista de Anexos... 3 1. APRESENTAÇÃO... 4 2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL... 5 3. DEFINIÇÕES... 5 4. OBJETIVOS... 6 5. PLANEJAMENTO E COMPETÊNCIAS...

Leia mais

Proposta de Projeto do Curso de Extensão: ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA CATARINENSE

Proposta de Projeto do Curso de Extensão: ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA CATARINENSE ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Educação Diretoria de Educação Superior - DIES Rua Antônio Luz, 111 Centro Fpolis/SC CEP 88010-410 Proposta de Projeto do Curso de Extensão: ORGANIZAÇÃO

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS OFERECIDAS NO CURSO DE PEDAGOGIA Catálogo 2012

EMENTAS DAS DISCIPLINAS OFERECIDAS NO CURSO DE PEDAGOGIA Catálogo 2012 EP107 Introdução à Pedagogia Organização do Trabalho Pedagógico Ementa: O objetivo das ciências da educação. O problema da unidade, especificidade e autonomia das ciências da educação. A educação como

Leia mais

O CURRÍCULO PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL: POSSSIBILIDADES E LIMITES PARA A DESFRAGMENTAÇÃO ENTRE GESTÃO ESCOLAR E DOCÊNCIA

O CURRÍCULO PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL: POSSSIBILIDADES E LIMITES PARA A DESFRAGMENTAÇÃO ENTRE GESTÃO ESCOLAR E DOCÊNCIA ISSN: 1981-3031 O CURRÍCULO PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL: POSSSIBILIDADES E LIMITES PARA A DESFRAGMENTAÇÃO ENTRE GESTÃO ESCOLAR E DOCÊNCIA AUTORES: MELLO, Marilice Pereira Ruiz do

Leia mais

I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015

I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015 I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015 A GESTÃO ESCOLAR E O POTENCIAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DO PROJETO "BRINCANDO COM A COMUNIDADE".

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DO PROJETO BRINCANDO COM A COMUNIDADE. 1 CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DO PROJETO "BRINCANDO COM A COMUNIDADE". AMANDA RIBEIRO MIRANDA NHADYA NASCIMENTO BRITO IESMA/UNISULMA amirandaimp@hotmail.com nhadyabrito@hotmail.com

Leia mais

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR?

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? Maria Rafaela de Oliveira FECLESC-UECE Renata Leite Moura FECLESC-UECE RESUMO Este trabalho apresenta algumas reflexões acerca da Educação Escolar e dos desafios

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E

Leia mais

EJA PARA OS PRIVADOS DE LIBERDADE Nível: Especialização Modalidade: Presencial / A distância. Parte 1

EJA PARA OS PRIVADOS DE LIBERDADE Nível: Especialização Modalidade: Presencial / A distância. Parte 1 EJA PARA OS PRIVADOS DE LIBERDADE Nível: Especialização Modalidade: Presencial / A distância Parte 1 Código / Área Temática 34/Educação de Jovens e Adultos Código / Nome do Curso Educação de Jovens e Adultos

Leia mais

Apresentação. Estrutura Curricular

Apresentação. Estrutura Curricular Apresentação O curso de Licenciatura em Letras na modalidade a distância, na habilitação Língua Portuguesa e suas Literaturas é resultado do desejo de trabalhar na qualificação/capacitação de professores

Leia mais

RESULTADOS ALCANÇADOS

RESULTADOS ALCANÇADOS Política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão 2.1. Coerência das políticas de ensino, pesquisa e extensão com os documentos oficiais. Objetivos Ações Realizadas RESULTADOS ALCANÇADOS

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO BUSCA DE UMA POSTURA METODOLÓGICA REFLEXIVA E INVESTIGADORA E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO FUTURO DOCENTE

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO BUSCA DE UMA POSTURA METODOLÓGICA REFLEXIVA E INVESTIGADORA E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO FUTURO DOCENTE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO BUSCA DE UMA POSTURA METODOLÓGICA REFLEXIVA E INVESTIGADORA E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO FUTURO DOCENTE FIGUEIREDO, Katherine Medeiros¹; OLIVEIRA, Claudimary

Leia mais

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL CAMARGO, Renata Gomes UFSM re_kmargo@hotmail.com Eixo Temático: Diversidade e Inclusão Agência Financiadora: não contou

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 11.730, DE 9 DE JANEIRO DE 2002. (publicada no DOE nº 007, de 10 de janeiro de 2002) Dispõe sobre a Educação

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL FEBAC Credenciamento MEC/Portaria: 472/07 Resolução 80/07

FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL FEBAC Credenciamento MEC/Portaria: 472/07 Resolução 80/07 BACABAL-MA 2012 PLANO DE APOIO PEDAGÓGICO AO DOCENTE APRESENTAÇÃO O estímulo à produção intelectual do corpo docente é uma ação constante da Faculdade de Educação de Bacabal e para tanto procura proporcionar

Leia mais

A Câmara Superior de Ensino da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições,

A Câmara Superior de Ensino da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições, 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO RESOLUÇÃO Nº 05/2009 Altera a estrutura curricular do Curso de Graduação em Pedagogia Licenciatura,

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1 A LDB, no Titulo VI, trata dos Profissionais da Educação, considerando sob essa categoria não só os professores, que são responsáveis pela gestão da sala de aula, mas

Leia mais

Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA

Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA Considerando que o Ensino Médio é para a maioria dos cidadãos a última oportunidade de uma educação formal em Biologia, a

Leia mais

A PESQUISA NA FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS: UM ESTUDO DE CASO

A PESQUISA NA FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS: UM ESTUDO DE CASO A PESQUISA NA FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS: UM ESTUDO DE CASO Msc. Maria Iolanda Fontana - PUCPR / UTP miolandafontana@hotmail.com RESUMO O presente trabalho sintetiza parcialmente o conteúdo da dissertação de

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 88-GR/UNICENTRO, DE 12 DE MAIO DE 2014. Especifica a estrutura curricular do Curso de Especialização em Educação e Formação Empreendedora, modalidade de educação a distância, aprovado pela

Leia mais

PEDAGOGO E A PROFISSÃO DO MOMENTO

PEDAGOGO E A PROFISSÃO DO MOMENTO PEDAGOGO E A PROFISSÃO DO MOMENTO Vivemos numa era em que o conhecimento assume novas configurações. Ele se modifica permanentemente, sendo atualizado dia-a-dia pelas descobertas das ciências e pelas inteligências

Leia mais

ANÁLISE DE MATRIZES CURRICULARES DE CURSOS DE PEDAGOGIA/LICENCIATURA: A PESQUISA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

ANÁLISE DE MATRIZES CURRICULARES DE CURSOS DE PEDAGOGIA/LICENCIATURA: A PESQUISA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES ANÁLISE DE MATRIZES CURRICULARES DE CURSOS DE PEDAGOGIA/LICENCIATURA: A PESQUISA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES RESUMO Solange Maria Santos Castro PPGE UECE Anne Heide Vieira Bôto UECE Ivo Batista

Leia mais

Nome da Ação 1.2: Descrição da Ação 1.2: Nome da Ação 1.3: Descrição da Ação 1.3: Nome da Ação 1.4: Descrição da Ação 1.4:

Nome da Ação 1.2: Descrição da Ação 1.2: Nome da Ação 1.3: Descrição da Ação 1.3: Nome da Ação 1.4: Descrição da Ação 1.4: PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Cassilândia 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Interdisciplinar Obs.: Para

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE ALMEIDA, Rozelaine Rubia Bueno D 1 Resumo Este artigo tem como objetivo apresentar uma reflexão sobre as mudanças na legislação do Ensino

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave

Leia mais

CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE

CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE INPE-8984-PUD/62 CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE Vânia Maria Nunes dos Santos INPE São José dos Campos 2002 C A P Í T U L O 12

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA IFSP/CJO

MANUAL DE ORIENTAÇÕES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA IFSP/CJO MANUAL DE ORIENTAÇÕES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA IFSP/CJO Campos do Jordão 2015 SUMÁRIO 1 - APRESENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO... 3 a) Definição... 3 b) Legislação...

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UM ESTUDO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA, NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS, NO CAMPUS DE GURUPI. Nome dos autores: Josilia Ferreira Dos Santos,

Leia mais