MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ VERSÃO: referentes aos diferentes ativos e taxas.

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3 2.1 Controle de Liquidez de Ativos Relatório de Operações do Dia O relatório de Operações do Dia mostra, diariamente, um panorama das operações realizadas por cada instituição do Conglomerado, comparando o total do volume financeiro negociado com o volume financeiro total negociado na BM&F ou na Bovespa para cada ativo Relatório de Ativos BM&F O relatório de Ativos BM&F mostra, diariamente, todas as posições em aberto na BM&F para cada Instituição. O total dos contratos de cada ativo é comparado com o total negociado no dia anterior e com o número total de contratos em aberto na BM&F. Uma observação no relatório é feita se as comparações resultarem em proporções superiores a 30% e 15% respectivamente. Um de alerta é disparado aos gestores se a proporção do total com as posições em aberto exceder a 20%. planejamento estratégico destas a realização de operações com derivativos Relatório de Posição Total de Opções de Renda Variável O relatório de Posição Total de Opções de Renda Variável fornece, diariamente, as quantidades de opções abertas na Bovespa para cada instituição. planejamento estratégico destas a realização de operações com derivativos.

4 2.1.4 Relatório de Liquidez de Renda Variável O relatório de Liquidez de Renda Variável analisa, diariamente, o tempo previsto para liquidação de suas carteiras de ação ou opção, considerando que o volume negociado de cada ativo será equivalente a 20% da média do volume negociado nos últimos 20 dias de negociação. Este relatório é elaborado para todas as instituições do Conglomerado que possuem ações. A mesma análise é realizada, considerando o mesmo fator de liquidez, para todas as posições de forma consolidada. 2.2 Controle de Lastro Relatório de Controle de Lastro O relatório de Controle de Lastro mostra, para cada instituição, a composição da carteira com relação a títulos públicos, fundos referenciados DI, fundos de curto prazo, contas correntes e overnight. No relatório são controladas as exposições em cada ativo e o prazo médio das instituições em função às exposições e aos prazos dos papéis. Esse relatório é gerado diariamente. 2.3 Controle de Margens Depositadas Relatório de Garantias Consumidas O relatório de Garantias Consumidas fornece diariamente o saldo da conta de margem requerida pela BM&F de cada instituição, que é obtido a partir da diferença entre a margem necessária estabelecida pela BM&F para manter as posições em derivativos e em empréstimos de ações do fundo e o valor total das garantias depositadas pelo mesmo. Controla-se no relatório, também, o consumo total das garantias ilíquidas depositadas e o caixa disponível no dia excluindo as LFTs depositadas na conta de margem. As garantias ilíquidas consumidas são definidas como os ativos presentes na conta de margem, excluindo-se os títulos públicos federais, que não podem ser retirados sem que o saldo de margem se torne negativo. O caixa disponível no dia é a soma do valor financeiro de todas as LFTs, dos fundos de curto prazo, dos fundos referenciados DI, dos overnights e dos saldos em contas-correntes presentes no fundo, subtraído das obrigações previstas até o final do dia. 2.4 Controle de Fluxo de Caixa Relatório de Fluxo de Exercício de Opções e Termos As opções e termos têm suas datas de exercício monitoradas diariamente para cada instituição. Um relatório para as opções de ação, um relatório para as opções de futuros e um relatório para termos de ação são construídos separadamente e fornecem um panorama do valor total do financeiro previsto a ser exercido em cada data de vencimento dos diferentes ativos. O financeiro previsto considerado no vencimento de cada ativo é igual ao financeiro do ativo presente na carteira na última data disponível, para o caso das opções de futuros, e igual à quantidade do ativo presente na carteira multiplicado pelo strike, no caso das opções ou termos de ação. planejamento estratégico destas a realização de operações com derivativos.

5 2.4.2 Fluxo de Vencimento de Aluguéis Na data do vencimento do aluguel, para encerrar o contrato das posições tomadoras, o ativo base deve ser entregue, de forma que, três dias antes do vencimento do aluguel, uma compra se torna necessária caso não exista nenhuma posição em aberto do ativo. As posições de aluguel, portanto, são controladas diariamente considerando que o número de contratos alugados menos a quantidade de qualquer posição comprada do mesmo ativo base deverá gerar uma operação de compra com o preço de fechamento do dia anterior, liquidando na data de vencimento do aluguel. planejamento estratégico destas a realização de aluguel das ações que estão em carteira Fluxo de Caixa Consolidado Com base nas informações disponíveis nas carteiras e nos relatórios anteriormente descritos, a previsão de fluxo de caixa é construída levando em consideração um horizonte detalhado de seis dias para cada instituição do Conglomerado. O relatório fornece uma previsão do caixa disponível em cada instituição ao final de cada dia. Para tanto, considera-se o caixa disponível do dia útil anterior (contas correntes, lastros, disponíveis e títulos públicos pós-fixados) e subtraem-se os títulos públicos depositados em contas de margens e todas as obrigações previstas para cada uma das datas no horizonte previamente descrito. Os valores do caixa previsto ao final de cada dia são atentamente monitorados. Limitam-se as posições de futuros e swaps em função do valor disponível previsto pelo fluxo de caixa de forma conservadora para garantir a solvência das instituições no caso de ajustes, chamadas de margens ou encerramentos de posições inesperados. A estratégia do Conglomerado é elaborada com foco em ativos de alta liquidez e visando retornos de médio a longo prazo. As aplicações em renda variável são feitas em ações de companhias de primeira linha, também denominadas blue-chips, sendo o restante do Capital da Instituição aplicado em cotas do fundo Opportunity TOP DI FIC FI Referenciado, que busca acompanhar a variação do CDI, mediante a aplicação de, no mínimo, 95% de recursos em cotas do BNY Mellon Leblon Fundo de Investimento Referenciado DI Longo Prazo, cuja carteira aplica em títulos de emissão do Tesouro Nacional ou do Banco Central do Brasil, com prazo médio superior a 365 dias. Adicionalmente, não faz parte da estratégia do Conglomerado a captação de recursos através de depósitos a prazo, o que praticamente elimina o risco de liquidez do Conglomerado, uma vez que os recursos próprios não possuem datas de vencimento que exijam a liquidação de posições para honrar os compromissos com os acionistas. Diante de tal cenário, o plano de contingência está formulado com base na estratégia e na estrutura de alavancagem das instituições do Conglomerado. Tal plano consiste: i) no resgate de cotas do fundo DI; ii) ou na realização de operações à termo lastreadas em ações. O referido plano será acionado quando a instituição não possuir caixa para honrar com os seus compromissos, fato que geralmente ocorrerá devido ao default de alguma contraparte.

6 Tendo em vista que as obrigações, tanto de curto como de longo prazo, não são significantes se comparadas ao ativo líquido do Conglomerado, não é feito monitoramento específico por índices de liquidez, uma vez que qualquer índice utilizado apresentará valores já conhecidos pela Diretoria. O referido acompanhamento somente será efetuado em caso de alteração da estratégia que aumente o risco de liquidez do Conglomerado. Este Manual será atualizado quando da publicação de novas legislações externas e/ou alteração de procedimentos internos que impactem no gerenciamento do risco de liquidez das instituições do Conglomerado. As atualizações deste Manual deverão ser aprovadas pelo Comitê de Auditoria e disponibilizadas imediatamente na intranet.

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