Orientadora, Docente do Curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS.

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1 ATUAÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA PACIENTES COM DIABETES NA ATENÇÃO BASICA UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 1 BOEIRA, Giana 2 ; CADÓ, Thaís 3 ; FRIGO, Letícia 4 ; MANFIO, Francieli 5 ; MATTOS, Karen 6 ; PIAIA, Eveline 7 ; Silva, Ruth 8. 1 Trabalho de revisão bibliográfica Hipertensão arterial, uma revisão bibliográfica 2 Acadêmica, Curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria,RS, Brasil. 3 Acadêmica, Curso de Fisioterapia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil. 4 Orientadora, Docente do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil membro do pró-saúde UNIFRA. 5 Acadêmica, Curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil 6 Acadêmica, Curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil 7 Acadêmica, Curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil 8 Orientadora, Docente do Curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS. RESUMO Atualmente Diabetes Mellitus (DM) configura-se como um dos principais problemas de Saúde Pública no Brasil, sendo um dos transtornos crônicos mais frequentes do mundo. Desta maneira, este trabalho objetivou conhecer estratégias voltadas à educação do portador de DM tipo 2 na atenção primária de maneira a contribuir para a promoção da saúde. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica sobre aplicação de estratégias científicas realizada entre março e maio de Para realização do estudo foram utilizados artigos publicados a partir de 1998 em bases indexadas como Scientific Eletronic Library Online (SciELO), Lilacs, entre outros e em livros referentes à temática abordada. O presente estudo mostrou avanços de conhecimentos em diabetes e a avaliação de estratégias educativas, visando conhecer seus efeitos no controle da doença e no gerenciamento do auto-cuidado. Além disso, permite discutir os possíveis limites e opções de aperfeiçoamento do processo de educação em saúde, associado aos cuidados interdisciplinares para diabetes. PALAVRAS-CHAVE: educação em saúde, estratégias, Diabetes mellitus INTRODUÇÃO Atualmente Diabetes Mellitus configura-se como um dos principais problemas de Saúde Pública no Brasil, sendo assim um dos transtornos crônicos mais frequentes do mundo (SANTOS, 2011). A DM é caracterizado como um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos que apresentam em comum à hiperglicemia, a qual é o resultado de defeitos na ação da insulina ou em ambos. A DM tipo 2 é a forma presente em 90% a 95% dos casos e

2 caracteriza-se por defeitos na ação e secreção da insulina (SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES, 2009). Os números relacionados ao DM crescem cada vez mais devido ao aumento da expectativa de vida e aos hábitos poucos saudáveis, como o sedentarismo, dieta inadequada e obesidade são os principais fatores a explicar o crescimento da prevalência de diabetes tipo 2, somente no ano de 2002 eram 173 milhões de adultos com a doença, com a projeção de chegar a 300 milhões em 2030 (SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE, 2005). Este aumento da prevalência do diabete aliado à complexidade de seu tratamento, tais como: restrição dietética, uso de medicamentos e complicações crônicas associadas (retinopatia, neuropatia, neuropatia, cardiopatia, pé neuropático, entre outras) reforçam a necessidade de programas educativos eficazes e viáveis aos serviços públicos de saúde. A mudança de comportamento, com a adoção de uma dieta balanceada e da prática de atividades físicas é essencial para que o controle e o tratamento do DM tenham êxito (TORRES, 2010). O controle e a prevenção de complicações do diabetes são possíveis por meio de programas educativos destacando-se que por ser uma enfermidade crônica que afeta milhões de pessoas no mundo há a necessidade da criação de enfoques e metodologias que capacitem às pessoas e seus familiares através do acesso a informação e oportunidades que os permitam fazer escolhas por uma vida mais saudável (Ministério da Saúde, 1998). Os profissionais de saúde da atenção primária devem ter competências para atuar na prática educativa em diabetes tipo 2, buscando os conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias para a concretização das ações educativas a serem realizadas junto aos usuários portadores dessa doença, visando a educação para o autocuidado da doença (SILVA, 2009). Diante disso, este trabalho objetivou conhecer estratégias voltadas à educação do portador de DM tipo 2 na atenção primária de maneira a contribuir para a promoção da saúde. METODOLOGIA O presente estudo define-se como uma pesquisa bibliográfica através da aplicação de estratégias científicas que têm por finalidade reunir e sintetizar publicações e realizar uma avaliação crítica das mesmas. A coleta de dados foi realizada entre março e maio de Foram utilizadas as seguintes bases de dados eletrônicos: CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, Brasil), Scientific Electronic Library Online - SCIELO, LILACS, Google Acadêmico e SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes). Utilizou-se

3 como descritores diabetes mellitus, atenção primária, SUS, estratégias em saúde. Adotaram-se diversas combinações destas palavras visando refinar o mecanismo de busca, sendo os títulos e resumos critérios de seleção para a busca integral de textos. A amostra desta pesquisa foi formada por 14 artigos, optou-se pela inclusão de artigos publicados a partir do ano de 1998, e de autores nacionais devido o objetivo de aproximar essa discussão do contexto nacional atual. Além disso, os mesmos deveriam abordar questões referentes às estratégias utilizadas pela rede primária para atender o paciente com DM prestados a indivíduos de todas as faixas etárias. Após a leitura de todos os resumos previamente selecionados, alguns artigos não foram incluídos devido à dificuldade de acesso, pelo fato de não estarem disponíveis na íntegra nas bases pesquisadas. RESULTADOS E DISCUSSÃO A educação em saúde possibilita capacitação e ações transformadoras que favorecem mudança de pensamentos e ações, se aplicando bem às doenças crônicas, dentre as quais, destaca-se o diabetes mellitus tipo 2 (DM2). Junto com uma prática social, baseada no diálogo e na troca de saberes favorecendo o entendimento do processo de promoção da saúde e a troca entre saber científico e popular, auxiliando as pessoas para manterem saudáveis a si e aos seus familiares através do acesso à informação e a oportunidades que permitam fazer escolha por uma vida mais sadia (SILVA, 2009). Atualmente existem dificuldades apresentadas pelos portadores de DM e por seus cuidadores. A obtenção de um bom controle metabólico está em geral intimamente relacionada à ingestão de dieta adequada, à realização regular de atividade física e ao seguimento da terapêutica medicamentosa prescrita (COSTA, 2011). A falta de conhecimento sobre a doença tanto dos cuidadores quantos dos próprios pacientes, associada à inadequada capacitação e integração entre os profissionais de saúde, relaciona- se diretamente ao problema da adesão. Essas constatações apontam para a ineficácia das estratégias tradicionais, sendo necessário que se incorporem nos serviços de saúde novas abordagens capazes de motivar os portadores de DM, fazendo com que o paciente portador de DM se sensibilize para a adoção de novos hábitos e estilo de vida, conscientizando os mesmo sobre os riscos que a doença pode trazer caso não controlado a glicemia (COSTA, 2011). Diante desse desafio, o trabalho em equipe, o envolvimento de profissionais de diferentes saberes, e a interdisciplinaridade ocupam lugar de destaque. Para os profissionais de saúde que atuam na realização das práticas educativas para usuários

4 com diabetes tipo 2, o conhecimento teórico sobre a fisiopatologia da doença, nutrição e a prática de atividades físicas foram primordiais para conseguirem realizar essa atividade (SANTOS, 2011). Já em um estudo realizado em Belo Horizonte- MG em 2008, com 85 profissionais de saúde da atenção primária de 4 unidades básicas, onde foi verificado o delineamento das oficinas educativas em DM e uma estratégia avaliativa voltada para à atualização dos profissionais de saúde da atenção primária. A avaliação, realizada com os profissionais de saúde das unidades básicas, revelou que a expectativa quanto às oficinas foi atingida em 93% dos participantes. O conteúdo abordado foi satisfatório com possibilidade de aplicá-lo na prática diária. A duração das oficinas foi considerada adequada, porém 30% sugeriram a ampliação da carga horária (TORRES, 2010). Em 2006 foi realizado um estudo na Universidade Federal de Minas Gerais, participaram das atividades educativas, técnicos e auxiliares de enfermagem, enfermeiros, médicos, psicólogos, dentistas, assistente social, docentes do Curso de Fisioterapia, Nutrição e Enfermagem e acadêmicos de Enfermagem. Observou- se a experiência de oficinas educativas em DM, na atualização da equipe de saúde da família para a atenção integral e humanizada aos usuários com diabetes tipo 2. Ficou evidente a repercussão positiva das oficinas entre os participantes, sendo considerada uma estratégia pedagógica, de fácil compreensão, interativa, lúdica e motivadora para desenvolver futuros programas de educação em saúde. A proposta de oficina como modalidade educativa favoreceu a discussão dos desafios e dificuldades para a estruturação da prática da educação em DM. (RODRIGUES ACS et al, 2010). Foi realizado um levantamento bibliográfico das estratégias voltadas à educação do portador de DM2 e observou-se que a maioria dos estudos usou o enfoque ampliado da saúde, com a prática efetiva da educação em saúde. Salientando que a realização de encontros educativos possibilita modificações mais significativas no estilo de vida, contribuindo assim para a promoção da saúde e bem-estar (SILVA, 2009). Muitas vezes a difícil adaptação do portador à doença ocorre pela falta de motivação, preso ao desconhecimento em relação às complicações. São estes dois fatores importantes para o seu próprio cuidado, pois as mudanças no estilo de vida são difíceis de serem implementadas. Essa situação pode ser modificada se houver uma estimulação constante ao longo do acompanhamento interdisciplinar (GRILLO, 2007). Estudos descrevem e discutem uma estratégia educativa como um instrumento de educação em saúde sob uma perspectiva de promoção, prevenção e controle da

5 doença, com objetivo de estimular o indivíduo a refletir sobre seu estilo de vida relacionado ao DM. Frente a isso, estabeleceu-se uma dinâmica de interação profissional para com indivíduos, que teve por base o uso de jogos educativos em grupos operativos. Essas técnicas adotadas possibilitaram a construção do conhecimento pelos participantes, a troca de vivências entre os mesmos, além do entendimento da experiência individual da doença pelo profissional de saúde. A dinâmica de grupo estimulou a relação interpessoal entre os portadores de DM e os profissionais de saúde, facilitando a discussão entre pessoas com os mesmos objetivos e possibilitou a troca de informações, permitiu aos integrantes expressar dúvidas, expectativas e o apoio mútuo (TORRES, 2003). Entretanto, essas ações não devem focalizar somente o sujeito, ou o desenvolvimento de suas habilidades pessoais. É necessária a intervenção sobre o ambiente no sentido de viabilizar modificação de estruturas que possam comprometer a adoção de hábitos saudáveis, aliando-se dessa forma a combinação de autonomia pessoal e responsabilidade social. Assim, a educação em saúde para portadores de diabetes se mostra eficaz para um melhor prognóstico e deve ser encorajada entre grupos (SILVA, 2009). CONCLUSÃO O presente estudo mostrou avanços de conhecimentos em diabetes e a avaliação de estratégias educativas, visando conhecer seus efeitos no controle da doença e no gerenciamento do auto cuidado. Além disso, permite discutir os possíveis limites e opções de aperfeiçoamento do processo de educação em saúde, associado aos cuidados interdisciplinares para diabetes. A prática educativa apresenta-se como a melhor maneira de conscientizar a pessoa com DM sobre a importância da melhora dos hábitos diários e do seu próprio cuidado. É um momento no qual indivíduo e profissionais de saúde discutem todas as informações acerca da doença e do tratamento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

6 BRASIL Ministério da Saúde. Promoção da Saúde: Cartas 1. de Ottawa, Adelaide, Sundsvall e Santa Fé de Bogotá. Brasília, p BRASIL Secretaria de Vigilância em Saúde. A Vigilância, o controle e a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis: DCNT no controle do Sistema Único de Saúde Brasileiro. Brasília, COSTA JA, et al. Promoção da saúde e diabetes: discutindo a adesão e a motivação de indivíduos diabéticos participantes de programas de saúde. Rev. Ciência e Saúde Coletiva, v.16, n.3, p , GRILLO MFF, GORINI MIPC. Caracterização de pessoas com Diabetes Mellitus Tipo 2. Rev Bras Enferm. v.60, n.1, p.49-54, RODRIGUES ACS, VIEIRA GL, TORRES HC. A proposta da educação permanente em saúde na atualização da equipe de saúde em Diabetes Mellitus. Rev Esc Enferm USP. 2010, 44(2). p SANTOS LM. Competências dos Profissionais de Saúde nas Práticas Educativas em Diabetes Tipo 2 na Atenção Primária à Saúde f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, SILVA ARV, et al. Educação em Saúde a portadores de Diabetes Mellitus tipo 2: Revisão Bibliográfica. Rev. Rene. v.10, n. 3, p , jul/set Sociedade Brasileira de Diabetes. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes. Itapevi,SP: A. Araújo Silva Farmacêutica, 3ed., TORRES HC, et al. Avaliação estratégica de educação em grupo e individual no programa educativo em diabetes. Rev Saúde Pública. v.2, n.43, p , TORRES HC, HORTALE VA, SCHALL V. A experiência de jogos em grupos operativos na educação em saúde para diabéticos. Cad Saúde Pública. v.19, n.4, p , 2003.

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