Seminário Engenh ri & Desenvolvimento. Vi duto do Chá (1892)

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1 Vi duto do Chá (1892)

2 UHE P rn íb (1900)

3 Est ção d Luz (1900)

4 1.2 Atr ção do C pit l Estr ngeiro Em 1911 Emile Quoni m de S hompré publi ou, em fr n ês, pel C s G rreux o livro L Bourse de São P ulo, om o objetivo de tr ir investimentos estr ngeiros o Br sil, pois pou o se s bi sobre Améri do Sul e deriv v o pre on eito de que seri perigoso pli r dinheiro nestes p íses novos, porque legisl ção não est v tot lmente est bele id ou porque s leis er m r r mente pli d s e não se f zi Justiç. 1.3 Igná io R ngel (1959) É ne essário volt r on eder serviços públi os, p r l v n r fin n i mentos om g r nti s d s própri s re eit s.

5 2 AS PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS PPP s 2.1 Con eito P r eri públi o priv d vis ndo impl nt r, m nter e oper r, determin do serviço de interesse públi o, medi nte remuner ção p g pelo usuário, pelo Est do ou por mbos, sempre vin ul d o desempenho. 2.2 Ex lusões Ter eiriz ção de serviços. Nov form de ontr t r obr s públi s. Form de permitir o Est do g st r à m rgem d lei de respons bilid de fisl.

6 2.3 Remuner ção pelo Desempenho Os p g mentos só se ini i m qu ndo é tingido o nível ini i l de prest ção de serviços. Os indi dores de desempenho devem ser mensuráveis em termos qu lit tivos e qu ntit tivos. O nível d remuner ção dependerá d qu lid de e d qu ntid de dos serviços prest dos. O sistem de remuner ção deve induzir omport mentos: edu ção do usuário respons bilid de so i l do empreendedor. respons bilid de mbient l. respons bilid de fin n eir (p g mentos de impostos, t x s, ontribuições, ompromissos om forne edores e instituições fin n eir s).

7 2.4 Estudo Té ni o E onômi o e EC Tod propost de PPP deve ser pre edid de um estudo té ni o e e onômi o que est beleç : Projeto on eitu l de engenh ri do empreendimento. Rel tório de imp to mbient l e medid s mitig dor s. Orç mento do oper ion is. empreendimento, dividido em et p s e ustos P râmetros de desempenho exigidos e vin ul ção om remuner ção. T rif s máxim s (se for o so) serem obr d s do usuário, e subsídios explí itos do Est do. Este estudo deve d r liberd de o investidor n seleção de ltern tiv s m is e onômi s de investimento, desde que não interfir m no desempenho oper ion l e mbient l do empreendimento. Deve existir oportunid de de que este estudo sej present do por um gente interess do, e que seu usto sej reembols do pelo ven edor d li it ção d PPP.

8 2.5 Oportunid des no Br sil ) H bit ção So i l Governo ofert ontr to de lo ção de X unid des por N nos em lo l definido. Empres s se qu lifi m, onstroem e entreg m. Governo loj os interess dos n s unid des e ustei diferenç de luguel. Apli ável oper ções de desf vel mento e re uper ção de ortiços. b) Edifi ções Públi s Governo define su s ne essid des em termos de áre, r terísti s té ni s, lo liz ção, et., ofere endo um projeto bási o. Investidores se qu lifi m p r O&M em tro de um remuner ção mens l que sej vin ul d o desempenho oper ion l. Investidores onstroem e oper m unid de e são remuner dos pelo Governo. Apli ável es ol s, hospit is, presídios, et.

9 ) S ne mento e Resíduos Sólidos Governo define ne essid des em termos de popul ção tendid, qu lid de dos serviços, tipo de tr t mento, et., ofere endo um projeto bási o, in lusive mbient l. Investidores se qu lifi m e ven e o que ofere er o menor ônus p r os ofres públi os om b se em um t rif máxim eitável. Investidores onstroem e oper m o sistem, obr ndo t rif s d li it ção e om remuner ção omplement r vin ul d o desempenho. Apli-se sistems de bsteimento de águ, trtmento olet de esgotos, dren gem urb n e ontrole de hei s, olet norm l e seletiv, re i l gem e destino fin l do lixo.

10 d) Tr nsportes Urb nos Con essão p r ônibus, trens metropolit nos, metrôs, et., om remuner ção de t rif omplement d por subsídios de est do, in lusive p r idosos, estud ntes, defi ientes, et. e) Portos, Aeroportos e Termin is Con essão om ontrole de t rif s. f) Rodovi s Possibilid de de on essão rodoviári, de pontes de túneis, et., tr vés de pedágio sombr o usuário não p g, e o est do remuner pelo uso efetivo do bem públi o. g) Energi Usin s, linh s de tr nsmissão, sistem s de distribuição, et. Óleo e gás

11 2.6 P rti ip ção d Engenh ri Consultiv ) N el bor ção do Estudo de Vi bilid de e Con eitu l. b) N el bor ção dos projetos de Engenh ri e Meio Ambiente. ) Como investidores, no ris o do negó io.

12 3 EPC s 3.1 Con eito Engenh ri Pro urement ( ompr s) Construção 3.2 A EC p rti ip ndo de EPC s 3.3 A Engenh ri Consultiv lider ndo o EPC 3.4 A Engenh ri Consultiv n Formul ção de Propost ) Ris o x Remuner ção x P rti ip ção b) Remuner ção d Propost ) P rti ip ção no Ris o 3.5 A Engenh ri Consultiv n Exe ução dos Tr b lhos ) Otimiz ção x Remuner ção b) Met s de Desempenho

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