Sistema de Gerenciamento de Relatórios

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1 Sistema de Gerenciamento de Relatórios Eng. Mec. Paulo Fernando Resende Lima (Preditiva Sul) - Prof. Dr. Jorge Nei Brito (UFSJ) - Resumo. A missão da manutenção nos tempos atuais é garantir a disponibilidade da função dos equipamentos e instalações quando demandado pelo sistema de produção com confiabilidade, segurança e preservando o meio-ambiente ao menor custo. Seguindo o fluxo natural do planejamento estratégico, voltou-se a atenção para o interior da empresa, analisando suas forças e fraquezas, permitindo determinar as estratégias internas como um meio de estabelecimento do propósito empresarial em termos de objetivos de longo prazo, programas de ação e prioridades de alocação de recursos. Se a empresa concluir que a rapidez é o critério diferenciador, parece óbvio afirmar que a manutenção terá que agir de forma compatível com essa decisão estratégica. Necessitará, portanto, desenvolver um sistema que garanta a canalização das informações desde o setor produtivo ou equipamento até os responsáveis pela atuação corretiva. Um dos principais problemas encontrado em uma empresa de prestação de serviço é o grande volume de relatórios técnicos a ser gerado. Se não existir um sistema de controle e coordenação destes relatórios, pode-se perder-se um grande tempo na parte de gerenciamento. Trabalhando nesse sentido, foi desenvolvido um Sistema de Gerenciamento de Relatórios Técnicos para agilizar o trabalho dos responsáveis pela suas emissões, aumentando-se assim a produtividade dos mesmos. Palavras-chave: Sistema de Gerenciamento; Relatórios Técnicos; Manutenção. 1 - INTRODUÇÃO A missão da manutenção, nos tempos atuais, é garantir a disponibilidade da função dos equipamentos e instalações quando demandado pelo sistema de produção com confiabilidade, segurança e preservando o meio-ambiente ao menor custo, Kardec et al. (2002). Segundo Cavalcante (1998), o desenvolvimento da função manutenção deve aliar o aprimoramento de técnicas e métodos de gerenciamento que promovam a diminuição da probabilidade de falhas antecipando-se a sua ocorrência, com a importância relativa ao tratamento das falhas ocasionais remanescentes. Esta transformação abrange não só o desenvolvimento de novas tecnologias de monitoramento e reparo para os ativos industriais em geral, como novos modelos de aporte de capital no desempenho das atividades de manutenção. A contribuição da manutenção dentro de um sistema produtivo, pode ser resumida como a maior disponibilidade confiável da planta industrial ao menor custo. O que por sua vez, como esses próprios autores alertam, resume-se em quanto maior esta disponibilidade menor a demanda de serviços e, conseqüentemente, de custo, favorecendo o crescimento da produtividade da função manutenção, Kardec e Nascif (1998). Frente ao objetivo de um departamento de manutenção, a correlação da manutenção com a rentabilidade da empresa é evidenciada na capacidade de produção e no custo operacional dos equipamentos, que deve procurar atingir o equilíbrio entre estes dois efeitos, Kelly e Harris (1978). 1

2 Segundo Tavares (1999) e Kardec e Nascif (2001), do ponto de vista técnico, a evolução da manutenção pode ser caracterizada em três gerações distintas. A primeira geração abrange os primórdios da mecanização dos meios de produção até o período que antecede a Segunda Guerra Mundial. Neste período, a demanda não tornava significativos os períodos de indisponibilidade para recuperação das falhas. A manutenção era basicamente corretiva. Realizavam-se pequenas ações sistemáticas de conservação, tais como limpeza e lubrificações. Contudo, com o advento da segunda grande guerra iniciou-se uma nova fase na manutenção, influenciada pelo aumento da demanda, é a segunda geração da manutenção. Com a escassez de mão-de-obra industrial, a indústria passou a depender muito mais das máquinas da linha de produção. O tempo de paralisação passou a ser mais considerado, surgindo à necessidade de evitar-se a ocorrência da falha com a introdução da manutenção preventiva. A partir da década de setenta, surgiu a terceira geração da manutenção. Os efeitos das mudanças nos processos industriais foram mais intensos. Nele, registra-se a presença da mecanização crescente. Registra-se também o surgimento da automação advinda do desenvolvimento da microinformática. Conseqüentemente, as expectativas acerca do desempenho dos equipamentos envolvidos no processo produtivo e os efeitos das falhas na produção, também aumentaram. Os novos parâmetros de estoque reduzidos, com a programação de produção just-intime, elevaram a um novo patamar os desempenhos nas áreas de confiabilidade e disponibilidade. A ampliação da oferta, aliada à conjuntura econômico-social da atualidade, foi determinante para o desenvolvimento de novas expectativas quanto a qualidade dos produtos, segurança das pessoas, instalações e meio-ambiente. Segurança de pessoas, envolvendo não só os trabalhadores na linha direta de produção, mas também a sociedade circunvizinha como um todo. Devido ao avanço tecnológico, mudanças de paradigmas, novas idéias, novas exigências dos clientes, entre outros fatores, serem cada vez mais freqüente, exigiu-se um desenvolvimento do planejamento estratégico. Seguindo o fluxo natural do planejamento estratégico, voltou-se a atenção para o interior da empresa, analisando suas forças e fraquezas, permitindo determinar as estratégias internas como um meio de estabelecimento do propósito organizacional em termos de objetivos de longo prazo, programas de ação e prioridades de alocação de recursos. Se a empresa concluir que a rapidez é o critério principal para se ganhar um pedido, parece óbvio afirmar que a manutenção terá que agir de forma compatível com essa decisão estratégica. Necessitará, portanto, desenvolver um sistema que garanta a canalização das informações desde o setor produtivo ou equipamento até os responsáveis pela atuação corretiva. Dentro deste enfoque, nasceu a motivação para o desenvolvimento do Sistema de Gerenciamento de Relatórios, como atividade principal desenvolvida durante o Estágio Supervisionado, atendendo o interesse da empresa (Preditiva Sul), sendo um grande desafio entre a teoria e prática. 2 - O SISTEMA Um dos principais problemas encontrado em uma empresa de prestação de serviço é o grande volume de relatórios a ser gerado. Se não existir um sistema que controle e coordene esses relatórios pode-se perder um grande tempo na parte de gerenciamento. Tendo como foco o problema da geração de relatórios desenvolveu-se o Sistema de Gerenciamento de Relatórios (RPTSuite), Figura 1. 2

3 Figura 1 - Fluxograma do Sistema de Gerenciamento de Relatórios - RPTSuite. O RPTSuite é composto de dois módulos: Sistema Gerador de Relatórios (RPTSuite Administrador), que é o programa administrador e Sistema Visualisador de relatórios (RPTSuite Client). Ambos devem ser instalado nos terminais (computadores) dos clientes. A idéia do sistema é ter um criador de relatórios, administrado pela Preditiva Sul, e vários programas satélites, cada um para uma empresa cliente. O RPTSuite Administrador, Figura 2, é atualizado a cada vez que é gerado um relatório. Cada empresa possui um banco de relatórios relacionado com seu banco de dados. O sistema tem como objetivo diminuir o tempo de confecção de relatórios; diminuir e simplificar o tamanho dos arquivos que eram enviados para o cliente e ainda, ser uma ferramenta de marketing. Figura 2 - Tela Inicial do RPTSuite administrador. Para iniciar um relatório basta clicar em Relatórios, selecionar o banco de dados e clicar no botão Relatórios, como mostrado na Figura 3. Na Figura 4, tem-se as opções de relatório. Na Figura 5, tem-se a tela inicial de geração destes relatórios. 3

4 Figura 3 - Novo relatório. Figura 4 - Opções de relatório. Figura 5 - Tela inicial de geração de relatórios. Novo Relatório: Inicia-se um novo relatório, será pedido um nome para o relatório. Somente visualizar todas as medições: Visualiza as medições. Continuar trabalhando em um relatório existente: Com essa opção, pode-se continuar trabalhando em um relatório já iniciado. Excluir Relatório: Exclui um relatório existente. Para criar um novo diagnóstico de um determinado equipamento, basta selecioná-lo, clicar com o botão direito do mouse e selecionar a opção desejada, Figura 6. 4

5 Figura 6 - Selecionando Diagnóstico. Outro problema muito comum na confecção de relatórios e resolvido pela implantação do programa é a padronização de diagnósticos, Figura 7. Eram comuns diagnósticos subjetivos dificultando a interpretação por parte dos clientes. Figura 7 - Campos para inserção do Relatório. 5

6 Para o caso de diagnósticos que necessitem de uma maior ênfase, os casos de equipamentos com status em Alerta-2, por exemplo, podem-se anexar o espectro e a tendência, Figura 8. Figura 8 - Campos para inserção do Relatório. Com esse novo sistema, o cliente receberá, ao invés de um arquivo em Excel, um arquivo de atualização de relatórios (extensão *.CMB). Este banco de relatórios não serve apenas para o acúmulo de dados. O seu principal objetivo é proporcionar aos clientes a utilização de todo o potencial do novo sistema para a exploração e análise de importantes informações coletadas ao longo do tempo. Na Figura 9 tem-se a tela inicial do RPTSuite Client. Para efetuar a atualização, basta clicar no botão Atualizar. Será pedido o arquivo que foi enviado pelo programa servidor. Figura 9 - Tela Inicial do RPTSuite Client. 6

7 Podem-se visualizar os diagnósticos de duas formas: na tela do computador ou através de emissão de relatórios. Na primeira opção, Figura 10, de acordo com o status do equipamento da última medição o ícone fica com a cor indicativa do status. Isso facilita a identificação de equipamentos em estado crítico. A outra forma de se visualizar os relatórios é através de emissão de relatórios, Figura 11. Figura 10 - Sistema de cores alertando o status do equipamento. Figura 11 - Sistema de impressão de relatórios. 7

8 Pode-se selecionar uma série de relatórios, de acordo com a necessidade do cliente. Este também é outro ponto forte do programa. O gasto com impressão de relatórios era alto. Com a implantação do novo sistema, a impressão tornou-se desnecessária para 98% dos clientes. Na Figura 12, tem-se um exemplo de relatório histórico com ênfase na ultima medição. 3 - RESULTADOS Figura 12 - Exemplo de Relatório Histórico + Última Medição. Com a implantação deste sistema houve um ganho, em média, de 35% no tempo de confecção de relatórios. Na Tabela 1 tem-se o comparativo de custos antes e depois da implantação do sistema. Para esse levantamento, foi considerada somente a unidade de Curitiba. 8

9 Tabela 1 - Ganho com a implantação do sistema 1 Técnico Horas/ Custo/ Custo Custo Homem/ Custo/ Custo/ n de Relatório Semana Total/ Total/ Hora (R$) Mês (R$) Ano (R$) tecnicos (h) (R$) Mês (R$) Ano (R$) Antes Depois Ganho com a implantação Com a realização deste trabalho, pode-se destacar o quanto às atividades de melhoria são importantes para elevar o desempenho do sistema além da capacidade inicial. As atividades de melhoria, apesar de não fazerem parte do escopo da manutenção, quando se fazem necessárias podem, dependendo da complexidade, ser planejadas e executadas pela própria equipe de manutenção. Como efeito destas ações, destaca-se o aumento da disponibilidade e confiabilidade dos equipamentos/sistemas. 4 - REFERÊNCIA BIBLIOGRAFIA Campos, V. F. TQC: Controle da Qualidade Total (no estilo japonês). Rio de Janeiro, Bloch Ed., Cunha, D. G. Informática na manutenção de sistema RME. Anais do VI Congresso Brasileiro de Manutenção, Trabalhos Técnicos, Rio de Janeiro, ABRAMAN, 1991, pp Brito 1, J. N., Lima, P. F. e Portes, D. F., Implementação de uma shell para Flexibilização das Regras do Sistema Especialista no Sistema Híbrido HY_NES. Anais do VI Simpósio Mineiro de Mecânica Computacional - Itajubá, Brito 2, J. N., Lima, P. F. e Portes, D. F. Flexibilização e gerenciamento das regras do sistema especialista para detecção de problemas em motores elétricos. Anais do III Congresso Nacional de Engenharia Mecânica-Belém - PA, Brito 3, J. N., Pederiva R., Lima, P. F. e Portes, D. F. Hy_NES - Sistema Inteligente Hibrido para diagnóstico de falhas em motores de indução trifásicos. ISA- Sociedade de Instrumentação, Sistemas e Automação - São Paulo-SP,2004. Brito, J. N., Lima, P. F. SIGM - Sistema de Informação e Gestão da Manutenção - Anais do XII Seminário Brasileiro de Planejamento e Informatização da Manutenção São Paulo- SP, Lima, P. F.,Portes, D. F e Brito, J. N. SIGM - Sistema de Informação e Gestão da Manutençã - Anais do 20 Congresso Brasileiro de Manutenção, Belo Horizonte-MG, Kardec, A., Arcuri, R., Cabral,N..Gestão Estratégica e Avaliação do Desempenho. Rio de janeiro, Qualitymark, ABRAMAN:2002 Pinto, A. K.; Xavier, J. A. N.. Manutenção: Função Estratégica. Rio de Janeiro, Qualitymark Ed. :2001 Tavares, L. A. Administração Moderna da Manutenção. Rio de Janeiro, Gráfica Editora NAT Ltda, Xenos, H. G. P. Gerenciamento da Manutenção Produtiva. Belo Horizonte, Editora de Desenvolvimento Gerencial, p. Portal Preditiva Sul em 9

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