Redes para elevar a capacidade inovativa das empresas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Redes para elevar a capacidade inovativa das empresas"

Transcrição

1 Redes para elevar a capacidade inovativa das empresas Alexandre Duarte Resumo Este artigo tem por objetivo trazer uma visão convergente de vários assuntos relacionados com o tema, integrando modelos práticos a nível regional. Entendendo como um assunto de alta importância para os acadêmicos, a formação de redes de empresas é uma estratégia que pode determinar no cenário atual não apenas a sobrevivência da empresa, mas também o alcance do sucesso. Palavras-chave: Redes de empresas, estratégia, exemplos, oceano azul. Introdução Em um ambiente desafiador, as redes de empresas sempre existiram, adaptadas ao momento que a economia local vivia. Se entendermos o conceito de redes de empresas a fundo, veremos que no passado isso sempre existiu de alguma forma. No passado, as redes de empreendedores individuais fundaram vilas e destas vilas, surgiram as cidades que vemos hoje. As vilas ou vilarejos não se sustentariam (e muito menos as sociedades e o desenvolvimento humando) se não houvesse algum tipo de associação, correlação ou interdependência. Tínhamos na época padeiros, carpinteiros, fazendeiros e todo tipo de profissional que pudesse dar ao vilarejo as condições de sobrevivência. O trabalho era remunerado de forma diferenciada, já que a produção de riqueza consistia basicamente em alavancar o crescimento daquele local, e não em gerar lucros. Os vizinhos trabalhavam em conjunto, cada um atuando em uma atividade específica. As famílias eram numerosas, pois precisavam gerar mão de obra necessária a suportar aquele modo de vida. O número de pessoas cresceu e o número de necessidades não cresceu na mesma ordem. Então deste momento nasceu a competição e a necessidade de duas ou mais pessoas executarem o mesmo serviço. Para prosperar e a fim de comparar as atividades, a remuneração começou a tomar formas como conhecemos hoje: um produto ou serviço específico por um preço determinado. Todos nós sabemos que o objetivo de uma empresa é, no final de todo processo produtivo, gerar lucro. Se esta premissa não estiver atendida, todo esforço anterior se torna nulo.

2 Gerar lucro em um ambiente competitivo exige estratégias, da qual falaremos a respeito das Redes para elevar a capacidade inovativa das empresas. Inovação A inovação em uma empresa de serviços acontece todos os dias. Posso afirmar que no meu dia a dia como executivo comercial, a cada cliente visitado, surgem novas necessidades, e delas, novas ideias. As necessidades detectadas transformam o ambiente das empresas, e nem sempre estas estão capacitadas a desempenhá-las. Conforme citado por Malcom Gladwell, jornalista norte-americano radicado no Canadá, em sua palestra na Expo Management de 2006 promovida pela revista HSM Management em São Paulo, A invovação acontece muito mais rapidamente do que se imagina, pode ser de um dia para o outro, logo não use a desculpe de que não teve tempo e recursos para inovar. Ela deve ser imediata. Outra citação de Gladwell é de A inovação transformadora tem a ver com reenquadrar um problema. Nesse caso, ele refere-se a política do uso dos cintos de segurança nos carros. Nos EUA, apenas 15% dos motoristas usavam o cinto pois acreditavam que a obrigatoriedade no seu uso era uma invasão do governo na sua vida pessoal e no seu livre arbítrio. Quando a nova campanha foi lançada direcionada à segurança das crianças, a adesão saltou para 65%. Devido a isso, o resgate de antigas formas de associação com o intuito de geração inovação responde a inúmeros problemas atuais. Inovar segundo alguns especialistas é resolver um problema antigo, de forma diferenciada. Outros chamariam inovação de uma forma de resolver algum problema de uma forma que ninguém ainda o fez. Eu diria que inovação é o ato de se reinventar todos os dias, como forma de melhorar, avançar, construir. A capacidade de construção de parcerias é importante no processo de inovação, e é condição essencial no desenvolvimento das empresas. Crescimento da empresa O crescimento das empresas somente acontece quando estas criam valores aos seus clientes e não a seus acionistas ou proprietários. A atividade fim deve ser o cliente, mas nem sempre ele tem razão. Gladwell cita você não deve seguir seus clientes, eles devem ser liderados. Muitos clientes nem sabem que precisam de determinada solução. Eles desconhecem o problema e desconhecem seus riscos. Magnum Foletto, diretor executivo da Omega Tecnologia 2012, diz: precisamos livrar os clientes de problemas e riscos que eles nem imaginam, somente conscientizando-os podemos criar valor e satisfação sobre nossos serviços.

3 Em 2005, defendi como Trabalho de Conclusão de Curso (graduação ADM IESA), o tema Aspectos Organizacionais na Busca da Educação Continuada, visitei na região noroeste do RS cerca de 200 empresas e entrevistei seus proprietários e diretores, com a inquietante pergunta de um egresso acadêmico por saber, qual o motivo da altíssima mortandade das micro e pequenas empresas no primeiro ano de vida. Pelo questionário, diante das 20 perguntas feitas, os empresários me citaram três motivos de dificuldade: Carga tributária, problemas de mercado (que inclui variáveis de clima a margens estreitas e preços predatórios) e falta de mão de obra qualificada. Na minha conclusão, cheguei a outras três variáveis: Aspectos culturais regionais (da competição com os outros empresários), aspectos psicológicos (do ego em não se permitir ser ajudado ou reconhecer que precisa de ajuda) e da falta de conhecimento ou aplicabilidade correta do mesmo, pois a maioria dos empreendedores, desconhece os riscos que corre na atividade de empreender. Logo a formatação de uma rede de empresas precisa quebrar diversos e fortíssimos paradigmas. Empresas que apostaram nesse processo se tornaram bem sucedidas. As três formas mais conhecidas de Redes de Empresas no interior do RS 1. Empresas interdependentes (clientes e fornecedores); 2. Empresas concorrentes; 3. Empresas fornecedoras e clientes. A respeito das redes de empresas interdependentes, podemos citar fornecedores que atuam diretamente com seus clientes no desenvolvimento de seus produtos. É o caso de alguns fornecedores da Omega Tecnologia Ltda, que recebe kit s de equipamentos de seus fornecedores para testes e validações em campo. Dessa forma, os fornecedores são alimentados com feedback diretamente dos clientes de seus clientes. A vantagem desse processo é a redução de custos no desenvolvimento, redução de tempo na leitura do mercado e principalmente a sinergia com seus clientes. Sabendo o que o cliente de meu cliente precisa, posso antecipar o movimento e criar valor aos mesmos. Criando valor ao meu cliente e ao cliente de meu cliente, gero lucro. A respeito das redes de empresas concorrentes, a formação de associações traz benefícios não só na redução dos custos de compra de materiais em conjunto, mas também na formação de uma unidade institucional que faz com que pequenas instituições tenham força frente a um mercado povoado de gigantes. Para uma empresa cujo empreendedor não está bem estruturado em seu negócio, não conhece bem as variáveis do mercado e não tem tanta expertise comercial, levantar uma bandeira única onde o seu cliente pode reconhecê-la em diversas cidades é importante. A luz dessa prática é a tendência natural dos clientes acreditarem mais em empresas de grande porte do que em empresas de pequeno porte. A solução para pequenas empresas que querem levantar sua própria bandeira é abrir oceanos azuis no meio de um oceano extremamente vermelho. Veremos mais adiante.

4 E enfim, a respeito das redes de empresas fornecedores e clientes, existem empresas que abrem precedentes a seus clientes para que estes digam de que forma querem ser atendidos. Funciona como uma espécie de laboratório: a empresa fornecedora alia com um cliente teste uma forma nova de trabalho, coordenada por ele. Assim como uma visão antagônica da habitual pode-se criar novos produtos, serviços ou até mesmo reinventar e reenquadrar. Exemplos regionais bem sucedidos de Redes de Empresas Vitrola Comercial Fonográfica Ltda, com sede em Frederico Westphalen, RS. Começou como um distribuidor de CD s de música no interior do estado, e com o crescimento dos chamados MP3 player s e a conversão das músicas para o novo formato, via seu negócio ruir a cada dia. Uma das soluções arquitetadas pela empresa, foi a criação de um expositor giratório, com livros e CD s em supermercados conveniados. Dessa forma ela conseguiu ampliar seus postos de venda de 1 para uma infinidades de cidades que desconheciam a sua empresa. As pessoas fazem suas compras e, ao passar por esses expositores são tentados a escolher um livro ou CD a seu gosto. Esse é um exemplo de redes de empresas interdependentes, pois a Vitrola precisa da estrutura e dos clientes do supermercado para vender, e o supermercado precisa de atrativos e diferenciais para atrair seus clientes a seus outros produtos, como pão e leite. InternetSul, A Associação dos Provedores de Serviços e Informações da Internet - INTERNETSUL, é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, uma organização não-governamental, que visa à congregação de empresas prestadoras de serviços Internet na região sul do Brasil, sejam elas provedores de acesso, de informações, de backbone ou de serviços. Seu objetivo é dar apoio ao esforço brasileiro na implementação de empresas provedoras de acesso, serviços e informações, para a promoção e desenvolvimento da Rede Internet - Brasil. Várias provedores de Santo Ângelo e região são associados a InternetSul. Esse é um exemplo de redes de empresas formadas por concorrentes, que visam a criação de uma unidade maior de força, buscando uma representatividade institucional que possa favorecê-los nos negócios frente a concorrentes muito maiores do que eles. Omega Tecnologia Ltda, é especializada em infra-estrutura de TI e Gestão Digital para pequenas, médias e grandes empresas. Atua a nível nacional com projetos de TI para empresas de todos os setores e mercados de atuação, desde pequenos varejistas a usinas de geração de energia elétrica. Recebe de seus fornecedores equipamentos para serem testados em campo, antes de seu lançamento oficial ao mercado para que sejam feitas melhorias, correções de erros e antecipação das necessidades estruturais. Esse é um exemplo de redes de empresas fornecedoras e clientes, de forma a criar um espaço na empresa para que seus clientes possam determinar como novos processos, produtos e serviços podem ser criados.

5 Outra estratégia de atuação além da criação de Redes de Empresas Exemplo: A estratégia do Oceano Azul nas pequenas empresas Muitos de vocês já devem ter ouvido falar no Best Seller A Estratégia do Oceano Azul: Como Criar Novos Mercados e Tornar a Concorrência Irrelevante Editora Campus. O livro apresenta uma nova maneira de pensar sobre estratégia, resultando em uma criação de novos espaços (o oceano azul) e uma separação da concorrência (o oceano vermelho). Os autores estudaram 150 ganhadores e perdedores em 30 indústrias diferentes e viram que explicações tradicionais não explicavam o método dos ganhadores. O que eles acharam é que empresas que criam novos nichos, fazendo da concorrência um fator irrelevante, encontram um outro caminho para o crescimento. Esse é um dos métodos que podem ser utilizados pelas pequenas empresas para diferenciarse, agregar valor ao seu cliente e ampliar seus lucros. Demanda tempo, recursos financeiros, pessoas certas envolvidas e principalmente coragem empresarial. Combinação de estratégias Redes de empresas e a estratégia do oceano azul O campo da estratégia é um processo criativo. Tudo é permitido desde que seja respeitada a ética. Uma combinação de Redes de Empresas para criar um oceano azul no mercado parece uma boa aposta. Existem exemplos positivos e que deram muito certo. Que tal você bolar um? Referências Bibliográficas Revista HSM Management, anos 2006 e 2007, várias edições; TCC Aspectos da Cultura Organizacional na Busca da Educação Continuada, Alexandre Duarte, IESA 2005; W. Chan Kim, Renee Mauborgne, A Estratégia do Oceano Azul, ed. Campus, Currículo: Alexandre Duarte é bacharel em administração de empresas pelo Instituto Cenecista de Ensino Superior de Santo Ângelo, RS, especialista em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas POA. Com sólida atuação na área comercial do setor de serviços, mais especificamente no mercado de Telecomunicações e Tecnologia da Informação (TI), trabalha atualmente com Gerente de Relacionamento com o Mercado na empresa Omega Tecnologia Ltda, com sede em Santa Maria, RS, faturamento anual de aproximadamente R$ ,00 (seis milhões de reais) e emprega cerca de 200 funcionários. Casado, 31 anos, sem filhos.

CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes

CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes Mais que implantação, o desafio é mudar a cultura da empresa para documentar todas as interações com o cliente e transformar essas informações em

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014 #5 EMPREENDEDORISMO Outubro de 2014 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição 3. Empreendedorismo: necessidade ou oportunidade? 4. Características do comportamento empreendedor 5. Cenário brasileiro para o empreendedorismo

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS E CRIAÇÃO DE VALOR NA EMPRESA MODERNA

ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS E CRIAÇÃO DE VALOR NA EMPRESA MODERNA ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS E CRIAÇÃO DE VALOR NA EMPRESA MODERNA Natália Igreja da Silva Ferreira 1, Vilma da Silva Santos 2, Paulo Cesar Ribeiro Quintairos 3, Edson Aparecida de Araújo Querido Oliveira 4

Leia mais

Como criar um novo negócio

Como criar um novo negócio Processos Gerenciais Profª. Silvia Cristina da Silva Okabayashi Como Criar um Novo Negócio Plano de Negócios Laboratório de Administração Tema 1 Como criar um novo negócio Como criar um novo negócio Primeiramente

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

Como criar um novo negócio

Como criar um novo negócio Processos Gerenciais Profª. Silvia Cristina da Silva Okabayashi Como Criar um Novo Negócio Plano de Negócios Laboratório de Administração Tema 1 Como criar um novo negócio Como criar um novo negócio Primeiramente

Leia mais

NOVOS LÍDERES EVOLUEM. SEMPRE.

NOVOS LÍDERES EVOLUEM. SEMPRE. NOVOS LÍDERES EVOLUEM. SEMPRE. CONHEÇA TODOS OS CURSOS DE MBA E PÓS-GRADUAÇÃO DA ESPM. 540h MBA EXECUTIVO INTERNACIONAL O MBA Executivo Internacional forma líderes com visão estratégica e atitudes adequadas

Leia mais

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Com uma abordagem inovadora e lúdica, o professor Paulo Gerhardt tem conquistado plateias em todo o Brasil. Seu profundo

Leia mais

Aspectos Gerais sobre Proposta de valor; Estratégias genéricas e Estratégia do Oceano Azul:

Aspectos Gerais sobre Proposta de valor; Estratégias genéricas e Estratégia do Oceano Azul: Aspectos Gerais sobre Proposta de valor; Estratégias genéricas e Estratégia do Oceano Azul: Gustavo Buoro e David Kallás Proposta de Valor De forma muito simples, a definição de proposta de valor é o que

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS CASTELO BRANCO CONSULTORIA E ASSESSORIA CONTÁBIL LTDA

PLANO DE NEGÓCIOS CASTELO BRANCO CONSULTORIA E ASSESSORIA CONTÁBIL LTDA Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins PLANO DE NEGÓCIOS CASTELO BRANCO CONSULTORIA E ASSESSORIA CONTÁBIL LTDA Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins PLANO DE NEGÓCIOS

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012

Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas (FGV) deu início a

Leia mais

Consciências de Desempenho Empresarial

Consciências de Desempenho Empresarial Quando o Design Thinking surgiu como uma alternativa para Solucionar Problemas, apresentando um novo perfil de raciocínio, considerando as partes interessadas como eixo de referência, ousando em pensar

Leia mais

Objetivos Específicos Os objetivos específicos demostram que ao final do curso os alunos deverão estar aptos a:

Objetivos Específicos Os objetivos específicos demostram que ao final do curso os alunos deverão estar aptos a: CURSO: Graduação em Marketing ( graduação) Missão O Curso de Graduação em Marketing tem como missão formar profissionais com capacidade de criar, planejar, executar e controlar processos de marketing que

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são palestras

Leia mais

Aula 6. Estratégias Genéricas e Modelo das Forças Competitivas de Porter. Profa. Daniela Cartoni

Aula 6. Estratégias Genéricas e Modelo das Forças Competitivas de Porter. Profa. Daniela Cartoni Aula 6 Estratégias Genéricas e Modelo das Forças Competitivas de Porter Profa. Daniela Cartoni Planejamento estratégico É um processo gerencial que possibilita ao executivo estabelecer o rumo a ser seguido

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Usando o SI como vantagem competitiva Vimos

Leia mais

Tema: Responsabilidade Social Objetivos: Apresentar uma empresa modelo em Responsabilidade Social (Promon Engenharia) com analise dos 7P s da empresa

Tema: Responsabilidade Social Objetivos: Apresentar uma empresa modelo em Responsabilidade Social (Promon Engenharia) com analise dos 7P s da empresa Tema: Responsabilidade Social Objetivos: Apresentar uma empresa modelo em Responsabilidade Social (Promon Engenharia) com analise dos 7P s da empresa e proposta de melhoria de pelo menos 2P s. Tópicos:

Leia mais

Política de Gestão de Pessoas

Política de Gestão de Pessoas julho 2010 5 1. Política No Sistema Eletrobras, as pessoas são agentes e beneficiárias do fortalecimento organizacional, contribuindo para a competitividade, rentabilidade e sustentabilidade empresarial.

Leia mais

NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014

NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014 NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014 WORKSHOPS CH DATA HORÁRIO INVESTIMENTO CONTEÚDO 1. Evolução e conceito de geomarketing. 2. Técnicas de geoprocessamento. Geomarketing : Tomada de Decisão no Varejo

Leia mais

BENEFÍCIOS COM A SMALL

BENEFÍCIOS COM A SMALL BENEFÍCIOS COM A SMALL 2012. Small Consultoria Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 530 Casa Verde, São Paulo S.P. Tel. 11 2869.9699 / 11 2638.5372 Todos os direitos reservados. A IDEIA Dentre os exemplos

Leia mais

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores!

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Empreendedores Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Por meio de um método de aprendizagem único,

Leia mais

RETURN ASSESSORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA CONSULTORIA:

RETURN ASSESSORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA CONSULTORIA: RETURN ASSESSORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA CONSULTORIA: UMA TECNOLOGIA DE PONTA VOLTADA PARA O LUCRO E QUALIDADE INFORMAÇÕES CADASTRAIS RAZÃO SOCIAL: RETURN ASSESSORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA.

Leia mais

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros Quem somos Nossos Serviços Processo de Negociação Clientes e Parceiros O NOSSO NEGÓCIO É AJUDAR EMPRESAS A RESOLVEREM PROBLEMAS DE GESTÃO Consultoria empresarial a menor custo Aumento da qualidade e da

Leia mais

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 Narjara Bárbara Xavier Silva 2 Patrícia Morais da Silva 3 Resumo O presente trabalho é resultado do Projeto de Extensão da Universidade Federal da

Leia mais

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Abril/2014 Porto Velho/Rondônia Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Terceiro Setor É uma terminologia sociológica que

Leia mais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT 15.565 Integração de Sistemas de Informação: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais 15.578 Sistemas de Informação Global:

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

MÓDULO IX - CUSTOS. A gestão de custos como ferramenta de apoio a tomada de decisão

MÓDULO IX - CUSTOS. A gestão de custos como ferramenta de apoio a tomada de decisão MÓDULO IX - CUSTOS A gestão de custos como ferramenta de apoio a tomada de decisão 1 Conteúdo Objetivo do custeio Conceito de valor Gestão de Custos versus Gestão Estratégica Componentes básicos de custos

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011 Resumo Executivo Modelo de Planejamento O Resumo Executivo é comumente apontada como a principal seção do planejamento, pois através dele é que se perceberá o conteúdo a seguir o que interessa ou não e,

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. 02/01/2013 rev. 00

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. 02/01/2013 rev. 00 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL 02/01/2013 rev. 00 PAUTA INSTITUCIONAL Sobre a Harpia OUTRAS INFORMAÇÕES Clientes Parceiros SERVIÇOS Responsabilidade Social Consultoria & Gestão Empresarial Planejamento Estratégico

Leia mais

FEA. Desenvolvimento de Profissionais de Logística com Foco nos Resultados dos Negócios. Sergio Rodrigues Bio

FEA. Desenvolvimento de Profissionais de Logística com Foco nos Resultados dos Negócios. Sergio Rodrigues Bio FEA Desenvolvimento de Profissionais de Logística com Foco nos Resultados dos Negócios Sergio Rodrigues Bio Centro Breve Apresentação USP 6 campi, 5.000 profs. 60.000 alunos Cerca de 30% da produção científica

Leia mais

O CRM e a TI como diferencial competitivo

O CRM e a TI como diferencial competitivo O CRM e a TI como diferencial competitivo Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Profº Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br Profº Dr. Luciano Scandelari (UTFPR) luciano@cefetpr.br

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

Empreendedorismo Transformando idéias em negócios

Empreendedorismo Transformando idéias em negócios Empreendedorismo Transformando idéias em negócios A revolução do empreendedorismo O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século 21 mais do que a revolução industrial foi para o

Leia mais

Gestão estratégica em processos de mudanças

Gestão estratégica em processos de mudanças Gestão estratégica em processos de mudanças REVISÃO DOS MACRO PONTOS DO PROJETO 1a. ETAPA: BASE PARA IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO DE PERFORMANCE PROFISSIONAL, que compreenderá o processo de Análise

Leia mais

Empresa Júnior Meta Consultoria Um caso de sucesso baseado em Programas de Qualidade em Gestão

Empresa Júnior Meta Consultoria Um caso de sucesso baseado em Programas de Qualidade em Gestão Empresa Júnior Meta Consultoria Um caso de sucesso baseado em Programas de Qualidade em Gestão Bom Dia! Palestrantes Bernardo dos Santos Neto Bruno Orlando Stefano Agenda Empresa Júnior A Meta Consultoria

Leia mais

Empresas no Desenvolvimento do Mercado Nacional PROF. LÍVIO GIOSA

Empresas no Desenvolvimento do Mercado Nacional PROF. LÍVIO GIOSA O papel das Micro e Pequenas Empresas no Desenvolvimento do Mercado Nacional PROF. LÍVIO GIOSA PROF. LÍVIO GIOSA Especialista em modelos de Gestão Empresarial Presidente do CENAM: Centro Nacional de Modernização

Leia mais

Inovação nas pequenas, médias e grandes empresas: vantagens e desvantagens

Inovação nas pequenas, médias e grandes empresas: vantagens e desvantagens Inovação nas pequenas, médias e grandes empresas: vantagens e desvantagens Armando Paulo da Silva (CEFET-PR/CP) armando@cp.cefetpr.br Eurico Pedroso de Almeida Júnior (CEFET-PR/CP) eurico@cp.cefetpr.br

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação DCC133 Introdução à Sistemas de Informação TÓPICO 2 E-business global e colaboração Prof. Tarcísio de Souza Lima OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever

Leia mais

Liderança e Motivação para Construtoras, Incorporadoras, Escritórios de Arquitetura e Imobiliárias

Liderança e Motivação para Construtoras, Incorporadoras, Escritórios de Arquitetura e Imobiliárias Liderança e Motivação para Construtoras, Incorporadoras, Escritórios de Arquitetura e Imobiliárias Antes de tudo como sugestão aos donos de construtoras, incorporadoras, imobiliárias e escritórios de arquitetura

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS

GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS 1.- NOVOS CONCEITOS ESTRATÉGIA E VANTAGENS COMPETITIVAS Estratégia: a arte da guerra (Se você conhece o inimigo e a si mesmo não precisa temer o resultado de cem batalhas...)

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão I

Sistema Integrado de Gestão I Sistema Binário Faculdades Integradas Campos Salles Sistema Integrado de Gestão I Aulas 3 e 4 Administração da Empresa Digital Parte I Carlos Antonio José Oliviero São Paulo - 2012 Objetivos Qual é o papel

Leia mais

Objetivos. Missão. Simplicidade. Transparência. Segurança no Negócio. Qualidade. Produtividade. Respeito pelo Ser Humano.

Objetivos. Missão. Simplicidade. Transparência. Segurança no Negócio. Qualidade. Produtividade. Respeito pelo Ser Humano. Intelbras S.A. Objetivos Missão Ser uma empresa competitiva internacionalmente, atuando no mercado de telecomunicações, mantendo padrões de qualidade e rentabilidade que satisfaçam clientes, colaboradores

Leia mais

REGIONALIZAÇÃO GLOBALIZAÇÃO DAS CONTAS DE VIAGENS CORPORATIVAS

REGIONALIZAÇÃO GLOBALIZAÇÃO DAS CONTAS DE VIAGENS CORPORATIVAS REGIONALIZAÇÃO GLOBALIZAÇÃO DAS CONTAS DE VIAGENS CORPORATIVAS 3 A pesquisa sobre Regionalização e Globalização de viagens corporativas, encomendada pelo Instituto Alatur e HRG Brasil foi realizada em

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo

O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo O papel dos sistemas de informação no ambiente de negócios contemporâneo Mestrado em Gestão estratégicas de Organizações Disciplina: Sistemas de Informação e Novas Tecnologias Organizacionais Professor:

Leia mais

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I 1 TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I Administração é a maneira de governar organizações ou parte delas. É o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos

Leia mais

GESTÃO DE PESSOAS E PRODUTIVIDADE

GESTÃO DE PESSOAS E PRODUTIVIDADE GESTÃO DE PESSOAS E PRODUTIVIDADE 2 Download da Apresentação www.gptw.com.br publicações e eventos palestras Great Place to Work - Missão 3 Construindo um Excelente Ambiente de Trabalho 4 1 2 3 4 O que

Leia mais

REGIME: Sociedade por ações de capital fechado, economia mista e com personalidade jurídica de direito privado

REGIME: Sociedade por ações de capital fechado, economia mista e com personalidade jurídica de direito privado Autorização Legislativa - Lei nº 12.439 de 18 de outubro de 2007 Assembleia de Fundação em 14/12/2007 REGIME: Sociedade por ações de capital fechado, economia mista e com personalidade jurídica de direito

Leia mais

Gestão do conhecimento Wikipédia, a enciclopédia livre

Gestão do conhecimento Wikipédia, a enciclopédia livre Página 1 de 5 Gestão do conhecimento Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Gestão do Conhecimento, do inglês KM - Knowledge Management, é uma disciplina que tem suscitado cada vez mais atenção nas

Leia mais

REGISTRO PROFISSIONAL

REGISTRO PROFISSIONAL REGISTRO PROFISSIONAL 19/11/2009 Profissionais formados em Cursos Superiores de Tecnologia ligados à área de Administração podem obter seu registro profissional no CRA/RJ (fonte: CFA) Nos últimos anos

Leia mais

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT Conhecimento para a ação em organizações vivas CONHECIMENTO O ativo intangível que fundamenta a realização dos seus sonhos e aspirações empresariais. NOSSO NEGÓCIO EDUCAÇÃO

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM DISCIPLINA: Gestão de Pessoas EMENTA: O sistema clássico de estruturação da gestão de recursos humanos e suas limitações: recrutamento e seleção, treinamento

Leia mais

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Componentes de uma empresa Objetivos Organizacionais X Processos de negócios Gerenciamento integrado

Leia mais

GOVERNANÇA EM TI. Prof. Acrisio Tavares

GOVERNANÇA EM TI. Prof. Acrisio Tavares GESTÃO ESTRATÉGICA DO SUPRIMENTO E O IMPACTO NO DESEMPENHO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS SÉRIE ESPECIAL PCSS A GOVERNANÇA EM TI, SEU DIFERENCIAL E APOIO AO CRESCIMENTO Prof. Acrisio Tavares G GOVERNANÇA EM

Leia mais

Profissionais formados em Cursos Superiores de Tecnologia ligados à área de Administração podem obter seu registro profissional no CRA/RJ

Profissionais formados em Cursos Superiores de Tecnologia ligados à área de Administração podem obter seu registro profissional no CRA/RJ 19/11/2009 Profissionais formados em Cursos Superiores de Tecnologia ligados à área de Administração podem obter seu registro profissional no CRA/RJ (fonte: CFA) Nos últimos anos cresceu significativamente

Leia mais

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING CONSULTOR CARLOS MARTINS CRIA - AÇAO EM MARKETING SUA EMPRESA Copyright Consultor Carlos Martins - Todos os direitos reservados wwwcarlosmartinscombr - consultor@carlosmartinscombr Como conquistar Clientes

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Maio de 2010 Conteúdo Introdução...4 Principais conclusões...5 Dados adicionais da pesquisa...14 Nossas ofertas de serviços em mídias sociais...21

Leia mais

FILOSOFIA EMPRESARIAL

FILOSOFIA EMPRESARIAL FILOSOFIA EMPRESARIAL FILOSOFIA EMPRESARIAL Bebidas S/A Troféu Prata FILOSOFIA EMPRESARIAL MISSÃO SACIAR NATURALMENTE A SEDE DOS GAÚCHOS. Bebidas S/A Troféu Prata FILOSOFIA EMPRESARIAL VISÃO QUEREMOS SER

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 374, de 12 de novembro de 2009 (Alterada pela Resolução Normativa CFA nº 379 de 11/12/09)

RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 374, de 12 de novembro de 2009 (Alterada pela Resolução Normativa CFA nº 379 de 11/12/09) Publicada no D.O.U. nº 217, de 13/11/09 Seção 1 Página 183 e 184 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 374, de 12 de novembro de 2009 (Alterada pela Resolução Normativa CFA nº 379 de 11/12/09) Aprova o registro profissional

Leia mais

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Comentários de Peter Hansen sobre interação Universidade- Empresa no Brasil e Experiências Práticas. VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Apresentação Prof. Peter

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

CRM (CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT) E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI)

CRM (CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT) E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) CRM (CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT) E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Profº Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr,br Profº Dr. Luciano

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO MONTESSORI DE IBIÚNA ESTÁCIO FMI SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO MONTESSORI DE IBIÚNA ESTÁCIO FMI SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ADMINISTRAÇÃO - BACHARELADO MISSÃO DO CURSO Formar profissionais de elevado nível de consciência crítica, competência técnica empreendedora, engajamento

Leia mais

ESTRUTURA E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO

ESTRUTURA E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO ESTRUTURA E TENDÊNCIAS DO MERCADO DE TRABALHO Colombo, 06 de abril de 2010. Instrutora: Amanda G. Gagliastri Formação: Administradora de Empresas O momento em que vivemos Processo acelerado de mudanças

Leia mais

Conquistando vantagem competitiva com os sistemas de informação

Conquistando vantagem competitiva com os sistemas de informação Conquistando vantagem competitiva com os sistemas de informação slide 1 3.1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Como o modelo das cinco forças competitivas

Leia mais

Mais um passo. Indicadores de desempenho e seu uso no benchmarking. nº 16 janeiro / 2006. Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial - 1

Mais um passo. Indicadores de desempenho e seu uso no benchmarking. nº 16 janeiro / 2006. Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial - 1 nº 16 janeiro / 2006 Mais um passo Indicadores de desempenho e seu uso no benchmarking Estudos mostram que as organizações que se mantêm na liderança em seus setores durante períodos prolongados medem

Leia mais

Aula 07 Planejamento Estratégico de RH

Aula 07 Planejamento Estratégico de RH Aula 07 Planejamento Estratégico de RH Objetivos da aula: Nesta aula o objetivo será Apresentar uma visão diferenciada sobre como as ações integradas de planejamento estratégico de Recursos Humanos (RH)

Leia mais

SAÚDE DA EMPRESA. A concorrência vai acirrar ainda mais

SAÚDE DA EMPRESA. A concorrência vai acirrar ainda mais SAÚDE DA EMPRESA Produzido por: Ano 01 nº. 03 Maio de 2012 A concorrência vai acirrar ainda mais Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Educação Continuada (CPDEC)/Unicamp, aponta tendências para o Mercado

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 é uma competição interna da Laureate International

Leia mais

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1 BUSINESS GAME UGB Eduardo de Oliveira Ormond Especialista em Gestão Empresarial Flávio Pires Especialista em Gerencia Avançada de Projetos Luís Cláudio Duarte Especialista em Estratégias de Gestão Marcelo

Leia mais

PERFIL DO ADMINISTRADOR FORMADO NA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

PERFIL DO ADMINISTRADOR FORMADO NA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA PERFIL DO ADMINISTRADOR FORMADO NA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA Resumo ESTRELA, George Queiroga UNESP/FCLAR george.unir@gmail.com SILVA, Joyce Mary Adam de Paula e UNESP/FCLAR joyce@rc.unesp.br

Leia mais

Coordenação de Apoio a Projetos de Incentivo à Inovação PORTAL INOVAÇÃO. Workshop Nintec UFPI 2011

Coordenação de Apoio a Projetos de Incentivo à Inovação PORTAL INOVAÇÃO. Workshop Nintec UFPI 2011 Coordenação de Apoio a Projetos de Incentivo à Inovação PORTAL INOVAÇÃO Workshop Nintec UFPI 2011 Inovação pode ser muita coisa Mas possui um marco legal: introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente

Leia mais

COMO FORMAR UMA EQUIPE DE ALTA PERFORMANCE EM UM ANO DESAFIADOR O PAPEL DO LÍDER INSPIRADOR

COMO FORMAR UMA EQUIPE DE ALTA PERFORMANCE EM UM ANO DESAFIADOR O PAPEL DO LÍDER INSPIRADOR COMO FORMAR UMA EQUIPE DE ALTA PERFORMANCE EM UM ANO DESAFIADOR O PAPEL DO LÍDER INSPIRADOR DANIELA BERTOLDO Formada em Administração de Empresas com especialização em Instituições financeiras MBA em Gestão

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

ÁREA TÍTULO OBJETIVO SINOPSE RH - Liderança 1- OS 10 PAPÉIS DE UM LÍDER Trabalhar a liderança de acordo com a situação apresentada.

ÁREA TÍTULO OBJETIVO SINOPSE RH - Liderança 1- OS 10 PAPÉIS DE UM LÍDER Trabalhar a liderança de acordo com a situação apresentada. ÁREA TÍTULO OBJETIVO SINOPSE RH - Liderança 1- OS 10 PAPÉIS DE UM LÍDER Trabalhar a liderança de acordo com a situação apresentada. Best - Seller com milhares de cópias vendidas. Prático, dinâmico, com

Leia mais

1º de outubro de 2007 A métrica de CRM correta para a sua organização MÉTRICAS REQUEREM DISCIPLINA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE CRM BEM-SUCEDIDA

1º de outubro de 2007 A métrica de CRM correta para a sua organização MÉTRICAS REQUEREM DISCIPLINA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE CRM BEM-SUCEDIDA 1º de outubro de 2007 A métrica de CRM correta para a sua organização por William Band com Sharyn C. Leaver e Mary Ann Rogan SUMÁRIO EXECUTIVO A Forrester entrevistou 58 executivos sobre as melhores práticas

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

Empreendedorismo, transformando idéias em negócios. (Introdução)

Empreendedorismo, transformando idéias em negócios. (Introdução) Empreendedorismo, transformando idéias em negócios (Introdução) Prof. Jose Carlos Alves Roberto, Msc. Baseado no Livro do Dr. José Dornelas, sobre Empreendedorismo Origem do Termo O termo empreendedor

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

MBA EM GESTÃO COMERCIAL E INTELIGÊNCIA DE MERCADO

MBA EM GESTÃO COMERCIAL E INTELIGÊNCIA DE MERCADO MBA EM GESTÃO COMERCIAL E INTELIGÊNCIA DE MERCADO O programa irá desenvolver no aluno competências sobre planejamento e força de Vendas, bem como habilidades para liderar, trabalhar em equipe, negociar

Leia mais

Campus Cabo Frio. Projeto: Incubadora de Empresas criação de emprego e renda.

Campus Cabo Frio. Projeto: Incubadora de Empresas criação de emprego e renda. Campus Cabo Frio Trabalho de Microeconomia Prof.: Marco Antônio T 316 / ADM Grupo: Luiz Carlos Mattos de Azevedo - 032270070 Arildo Júnior - 032270186 Angélica Maurício - 032270410 Elias Sawan - 032270194

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

ALGAR Programas PGP e PGI 1

ALGAR Programas PGP e PGI 1 ALGAR Programas PGP e PGI 1 O Grupo Algar atua nos setores de Telecomunicações, Agronegócios, Serviços e ainda tem participação acionária no Rio Quente Resorts, no segmento de turismo. A sede do Grupo

Leia mais

Índice. 03 A Empresa. 04 Missão Visão Valores 05 Nossos Eventos 23 Corpbusiness - Patrocínio 24 Divulgação 25 Expediente

Índice. 03 A Empresa. 04 Missão Visão Valores 05 Nossos Eventos 23 Corpbusiness - Patrocínio 24 Divulgação 25 Expediente MÍDIA KIT 2014 Índice 03 A Empresa 04 Missão Visão Valores 05 Nossos Eventos 23 Corpbusiness - Patrocínio 24 Divulgação 25 Expediente A empresa Fundada em 2007, a empresa possui uma grade anual com diversos

Leia mais

ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA

ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA ESTUDO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO UTILIZADO PELA ÁREA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE BENTO GONÇALVES EM SEU PROCESSO, GERENCIAMENTO E LOGÍSTICA W.L.MOURA 1 ; L.FILIPETTO 2 ; C.SOAVE 3 RESUMO O assunto sobre inovação

Leia mais

6 de novembro de 2006 - Blumenau - SC

6 de novembro de 2006 - Blumenau - SC 6 6 de novembro de 2006 - Blumenau - SC Promoção Apoio Apresentação Com a criação do Dia Municipal do Empreendedor, e também encaminhado no âmbito estadual e nacional, a ACIB Jovem consolida um esforço

Leia mais

PARTE VI O Plano de Negócios

PARTE VI O Plano de Negócios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Empreendedorismo: Uma Introdução Prof. Fabio Costa Ferrer,

Leia mais

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO OBJETIVO Incrementar a economia digital do Estado de Alagoas e seus benefícios para a economia local, através de ações para qualificação, aumento de competitividade e integração das empresas e organizações

Leia mais

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br Prezado(a) Sr.(a.) Agradecemos seu interesse em nossos programa de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso de Pós-MBA

Leia mais

PERIFÉRICO OU ESTRATÉGICO, QUAL RH VOCÊ QUER SER? IESFAVI - 6/20012

PERIFÉRICO OU ESTRATÉGICO, QUAL RH VOCÊ QUER SER? IESFAVI - 6/20012 PERIFÉRICO OU ESTRATÉGICO, QUAL RH VOCÊ QUER SER? IESFAVI - 6/20012 NOSSA TRAJETÓRIA 1 ERA UMA VEZ...E O RH SURGIU! 2 - CENÁRIOS E ESTRATEGIA EMPRESARIAL 3 RH CUSTO / RH LUCRO 1- CENÁRIO E ESTRATEGIA EMPRESARIAL

Leia mais

Perfil do egresso dos cursos de computação da UFS no mercado de trabalho

Perfil do egresso dos cursos de computação da UFS no mercado de trabalho Perfil do egresso dos cursos de computação da UFS no mercado de trabalho SEMINFO/UFS/ITA 2012 Leonardo Nogueira Matos Outubro de 2012 Leonardo Nogueira Matos (DCOMP/UFS) Perfil do egresso dos cursos de

Leia mais