AVALIAÇÃO DO SOFTWARE HAGÁQUÊ, AUXILIANDO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AVALIAÇÃO DO SOFTWARE HAGÁQUÊ, AUXILIANDO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO AVALIAÇÃO DO SOFTWARE HAGÁQUÊ, AUXILIANDO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA EDICARLA VENTUROLLI ZANCANARO CUIABÁ MT 2011 UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL 1

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO AVALIAÇÃO DO SOFTWARE HAGÁQUÊ, AUXILIANDO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA EDICARLA VENTUROLLI ZANCANARO Orientador: Msc. Raul Teruel dos Santos. Monografia apresentada ao Curso de Especialização em Informática na Educação da Universidade Aberta do Brasil da Universidade Federal de Mato Grosso Modalidade à Distância, do Instituto de Computação, como requisito para obtenção do título de Especialista em Informática na Educação. CUIABÁ MT 2011 UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL 2

3 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO CERTIFICADO DE APROVAÇÃO TÍTULO: AVALIAÇÃO DO SOFTWARE HAGÁQUÊ, AUXILIANDO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA AUTOR: EDICARLA VENTUROLLI ZANCANARO Aprovada em / / Prof. Msc. Raul Teruel dos Santos. IC/UFMT (Orientador) Prof. Dr. João Paulo Inácio Ferreira Ribas IC/UFMT Prof. Msc. Roberto Benedito de Oliveira Pereira IC/UFMT 3

4 DEDICATÓRIA Eu dedico este trabalho a todos que me incentivaram e contribuíram para chegar onde cheguei. A Deus primeiramente, porque sem ele não seria nada, pois me iluminou e me fez seguir em frente mesmo com os obstáculos da vida. Ao meu marido, Flávio pela paciência, dedicação, apoio e principalmente pelo amor a que sempre me dedicou. Aos meus pais Vilma e Luiz Carlos e meus irmãos Eder e Evando, que sempre estiveram ao meu lado, nos momentos difíceis. Aos meus amigos de trabalho, pelo companheirismo, em especial para Carla, Xênia, Meirivania, Dulcimar por todo o carinho, amizade, dedicação, e amparo nas horas mais difíceis desta longa jornada, ao qual venceremos juntas. E finalmente ao meu orientador Raul Teruel dos Santos, que desde o inicio acreditou que eu conseguiria realizar este trabalho juntamente com seu apoio. 4

5 AGRADECIMENTOS Agradeço à Escola Estadual Santa Rosa, aos seus professores, direção e coordenação por me ajudar a tornar possível este trabalho. 5

6 RESUMO A presente monografia tem como objetivo avaliar a usabilidade no Software HagáQuê, auxiliando no processo de ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa, para isto será realizado uma investigação com a utilização questionários (com perguntas abertas e fechadas) com os professores da disciplina de Língua Portuguesa da Escola Estadual Santa Rosa, da cidade de São José dos Quatro Marcos MT, para desta forma analisarmos e avaliarmos o software HagáQuê, e como ele pode auxiliar no processo de ensino e aprendizagem da disciplina da Língua Portuguesa. Para isto nosso quadro teórico se baseará em diversos autores, esclarecendo sobre o softwares educacionais, conceitos de historias em quadrinhos, ferramentas, além de abordar sobre a utilização do software HagáQuê, e seu papel como forma de didática a ser explorada para na educação. 6

7 SUMÁRIO DEDICATÓRIA... 4 AGRADECIMENTOS... 5 RESUMO... 6 SUMÁRIO... 7 LISTA DE FIGURAS... 8 LISTA DE TABELAS... 9 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS CAPÍTULO I INTRODUÇÃO OBJETIVOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO CAPÍTULO II: SOFTWARES EDUCACIONAIS, E SUA UTILIZAÇÃO PARA O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM, INFANTIL SOFTWARES LIVRES SOFTWARES EDUCACIONAIS Avaliação de Softwares Educacionais Conceitos de Qualidades TIPOS DE MODALIDADES DE USO DE PROGRAMAS COMPUTACIONAIS NA EDUCAÇÃO Exercício e Prática Tutorial Simulações e Modelagem Jogos Programação Hipertexto e hipermídia Tutores Inteligentes Sistemas especialistas O PAPEL DO SOFTWARE EDUCACIONAL E O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA CAPÍTULO I I I: SOFTWARE EDUCACIONAL HAGÁQUÊ COMO FACILITADOR PARA O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA O SOFTWARE HAGÁQUÊ APRENDENDO COM HISTORIAS EM QUADRINHOS Características das historias em quadrinhos O USO DE HISTORIA EM QUADRINHOS NO AMBIENTE ESCOLAR Historias em quadrinhos e a Língua Portuguesa O desenvolvimento de historias em quadrinhos com o auxilio do HagáQuê CAPÍTULO IV:DEFINIÇÃO METODOLÓGICA PARTICIPANTES DA PESQUISA CRITÉRIOS UTILIZADOS PARA AVALIAR A INTERFACE DO SOFTWARE HAGÁQUÊ CAPÍTULO V: ANALISANDO OS DADOS DA PESQUISA QUEM É O PUBLICO ANALISADO DA ESCOLA ESTADUAL SANTA ROSA RELATO E ANALISE DOS DADOS CAPÍTULO VI:CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1- Interface HagáQuê Figura 2 Historia em Quadrinho Figura 3 Pontos Positivos do Projeto Figura 4 - Dificuldades Encontradas

9 LISTA DE TABELAS Tabela 1: Evolução dos Alunos Tabela 2 - Interface do Software HagáQuê

10 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS HQs - Historias em Quadrinhos GPL - Licença Geral Publica ISO Organização Internacional para Padronização TI Tecnologias de Informática PCN Parâmetros Curriculares Nacionais SEDUC Secretaria de Estado de Educação IDEB Índice de Desenvolvimento da Educação Básica CEFAPRO Centro de Formação e Atualização de Professores 10

11 CAPÍTULO I 1. Introdução Com a crescente demanda populacional, há necessidade de investimentos em setores educacionais que possibilitam a melhoria na qualidade e na capacitação do indivíduo quanto cidadão e sua condição de vida. As crianças, de um modo geral, têm grande interesse por histórias em quadrinhos (HQs), sendo a sua leitura um passatempo bastante comum, conhecendo o potencial de seu uso na educação em geral e também dos computadores, o software HagáQuê foi utilizado na realização deste trabalho. O software educacional HagáQuê é um editor de histórias em quadrinhos desenvolvido para crianças em processo de alfabetização, distribuído gratuitamente, que possibilita à criança criar sua própria historia, onde possui um banco de imagens com os diversos componentes para a construção de uma história (cenário, personagens, balões, etc) e vários recursos de edição destas imagens. O som (disponível no software e/ou gravado pela criança) é outro recurso oferecido para complementar a história criada no computador. Baseado nisso este trabalho busca relatar uma avaliação usabilidade do software educacional HagáQuê, auxiliando no processo de ensino aprendizagem da língua portuguesa. Em linhas gerais, pode-se buscar definir histórias em quadrinhos como seqüências de imagens dentro de quadros retratando pequenas histórias, acompanhadas por balões representando diálogos de personagens, de modo a favorecer a sua compreensão. 1.1 Objetivos A presente pesquisa tem por objetivo: Avaliar a Usabilidade do Software HagáQuê, auxiliando no processo de ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa, na 11

12 Escola Estadual Santa Rosa, no município de São José dos Quatro,com crianças de 10 a 12 anos de idade. 1.2 Objetivos Específicos A pesquisa tem como objetivos específicos: aplicar questionários para avaliar a usabilidade do software educacional HagáQuê, e sua importância para o desenvolvimento da habilidade de produção de textos, analisar os dados obtidos com os questionários aplicados, concluindo de que forma o software pode auxiliar no processo de ensino aprendizagem da língua portuguesa, e ainda trabalhar com professores da Língua Portuguesa para analisar as características que o software educacional HagáQuê apresenta. 1.3 Organização do Trabalho A presente pesquisa será divida em cinco capítulos, tendo como segundo capítulo: Softwares Educacionais, e sua utilização para o processo de Ensino- Aprendizagem, infantil. Logo será retratado sobre Softwares Livres: definição, origem, evolução. Logo após será apresentado os métodos de avaliação de softwares educacionais, conceitos de qualidade, modalidades de uso de programas computacionais na educação, subdividas em exercício e pratica, tutorial, simulações e modelagem, jogos, programação, hipertextos e hipermídia, tutores inteligentes sistemas especialistas. Após esta abordagem será abordado o papel do software educacional e o ensino da língua portuguesa. No terceiro capítulo: Software Educacional HagáQuê como facilitador para o ensino da Língua Portuguesa. Neste Capítulo será abordado sobre o software HagáQuê, aprendendo com historias em quadrinhos, ressaltando também as características das historias em quadrinhos e também será trabalhado o uso da historia em quadrinhos no ambiente escolar, comentando também sobre as historias em quadrinhos e a disciplina 12

13 de língua portuguesa, enfatizando ainda o desenvolvimento de historias em quadrinhos com o auxilio do HagaQuê. No quarto capítulo: Definição Metodológica e Analise dos Dados, são abordados a metodologia usada, os participantes da pesquisa, os procedimentos da coleta de dados e por fim o relato e analise dos dados da pesquisa, e por fim, as considerações finais, na qual destaca-se a necessidade de que os recursos tecnológicos sejam utilizados para melhorar o ensino do Brasil. 13

14 CAPÍTULO II: Softwares Educacionais, e sua utilização para o processo de Ensino-Aprendizagem, infantil. Neste Capítulo serão abordados os conceitos dos Softwares Livres. Serão apresentados também sobre softwares educacionais, métodos de avaliação de softwares educacionais, conceitos de qualidade, modalidades de uso de programas computacionais na educação, subdivididas em exercício e pratica, tutorial, simulações e modelagem, jogos, programação, hipertextos e hipermídia, tutores inteligentes sistemas especialistas. Em seguida será abordado o papel do software educacional e o ensino da língua portuguesa. 2.1 Softwares livres Já não é de hoje que o termo software livre já se encontra disseminado na sociedade de tal forma que já deixou de ser novidade e a cada dia mais se encontra com mais adeptos ao seu uso, principalmente com o sucesso de sistemas operacionais como o GNU/Linux ou o sistema Web Apache, ambos com qualidade indiscutível e atestada mundialmente. Com a finalidade de conceituar o termo Software Livre, a Fundação Software Livre (Free Software Foundation), define quatro liberdades que o caracterizam: Maior liberdade de se executar o programa para qualquer fim. Liberdade de entender como o programa funciona, modificando seu código fonte e adaptando de acordo com suas necessidades. Liberdade de redistribuir cópias gratuitas, modificadas ou não de forma a contribuir com a necessidade do próximo; Liberdade de melhorar o programa e distribuir os seus aperfeiçoamentos. Assim, podemos definir o Software livre como um programa que precisa ter características atreladas a aspectos de liberdade, possuindo, desta forma, código-fonte acessível a qualquer pessoa que esteja interessado em copiar, alterar e redistribuir, 14

15 oferecendo a possibilidade de pesquisar, estudar, mudar e aperfeiçoar os programas a fim de que eles sejam adaptados à realidade de cada usuário. Além desses fatores, para ser um Software Livre é necessário seres publicados sob uma licença, que define a forma que ele pode ser utilizado. Neste caso, a licença é chamada de GPL ou BSD (uma licença especial de programas), desenvolvida pela Free Software Foundation, com isso passa a significar que o programa tem desenvolvimento aberto e distribuição livre, no qual qualquer pessoa pode utiliza-lo, alterá-lo (se desejar), e redistribuir, devendo também dar este direito aos demais. No entanto, apesar oferecer uma certa ambiguidade, não se deve confundir software livre com gratuidade. As modificações e melhorias feitas nos códigos podem ser repassadas, copiadas livremente e até mesmo vendidas, é o que afirma Frescki (2008) O fato de se cobrar ou não pela distribuição ou pela licença de uso do software não implica diretamente em ser o software livre ou não, nada impede que um software livre obtido por alguém seja copiado e vendido. A palavra Free (do termo Free Software) significa liberdade porque leva em consideração a liberdade e não o preço (FERRAZ, 2002). Diante disso, pode-se identificar que o uso do software livre é mais seguro, pois a tecnologia não depende de terceiros, outro ponto importante é a agilidade em que os famosos bugs (falhas no código-fonte) são corrigidos e principalmente muito mais barata do que a implementação de sistemas proprietários, além disso os softwares livres têm sua arquitetura voltada, não apenas para facilitar a distribuição e evolução modular, mas para evitar as armadilhas de outros softwares que comprometam o seu funcionamento. O uso do Software Livre pode contribuir com a disseminação do uso da tecnologia na educação, devido as vantagens oferecidas no que diz respeito, principalmente, flexibilidade e ao custo para implementação e para utilização (FEITAS E TALES, 2002). 2.2 Softwares Educacionais Levando em consideração que as crianças e jovens aprendem com maior facilidade a partir de informação visual, percebe-se assim a importância do uso de 15

16 recursos tecnológicos como o computador, que disponibiliza elementos de imagem, animação, som, entre outros, através de softwares educacionais para facilitar o processo do ensino aprendizagem. Uma forma de usar o computador como instrumento didático, é utilizando softwares educacionais, o software é tão ou mais importante que o equipamento a ser utilizado na área de informática educacional. Segundo Rocha & Campos: A entrada de softwares educacionais no mercado mundial vem ocorrendo de forma acelerada desde a década de 70. Países como Inglaterra, França e EUA, criaram projetos para a utilização do computador na educação, sendo preciso, então, desenvolver produtos de software específicos para suas necessidades. No Brasil ocorreu o mesmo, ou seja, diversos projetos foram e estão sendo desenvolvidos, relacionados ao uso do microcomputador em sala de aula e também relacionados ao desenvolvimento de software para os mais diversos conteúdos programáticos. Alguns grupos de pesquisa vêm utilizando o termo software educacional ou software educativo, outros o termo courseware, outros, ainda, o termo Programas Educativos por Computador (PEC). Todos estes termos possuem o mesmo significado: material educacional para microcomputadores (ROCHA & CAMPOS, 1993, p.35). O que se convencionou considerar ou não um software educacional, a principal problema, é que ninguém parece ser capaz de defini-lo com precisão e clareza. Rocha & Campos (1993) se questionam: uma linguagem de programação pode ser um software educacional? Um jogo pode ser considerado um software educacional? E se for um jogo pedagógico? Mas quando é que um jogo deixa de ser só jogo e passa a ser pedagógico? E programas que permitem a construção e a manipulação de estatísticas educacionais para uso por supervisores e orientadores pedagógicos? E aqueles voltados para a administração do ensino e da escola? Muitas vezes esses questionamentos são feitos diante a realidade escolar, isso porque não ainda não se tem clareza a cerca do conceito certo do que se trata um Software Educacional, o que ele dele possuir, quais critérios deve ter para ser classificado como tal, e se os profissionais envolvidos no processo que não possuem esta informação, acabam utilizando de forma errônea alguns softwares que muitas vezes não possui nenhuma característica educacional. 16

17 Saber diferenciar um software educacional dos demais, é a principal dificuldade. Essa questão novamente ameaça se diluir nos meandros da filosofia da educação e da teoria pedagógica. Promover a recreação pela recreação, como fim em si e não como meio de atingir alguma finalidade supostamente mais nobre, seria um objetivo educacional perfeitamente defensável. A utilização do computador e dos softwares educacionais no ensino tem por objetivo atuar como agente de transformação da educação, mas não deve agir só, o professor tem um papel muito importante para tal mudança, é com a ajuda do professor, que se deve descobrir o lugar didático desta tecnologia; para tanto o professor precisa ser capacitado a assumir o papel de facilitador da construção do conhecimento pelo aluno e não mais somente um transmissor de informações. Para que isso ocorra o professor deve procurar se capacitar tanto no aspecto computacional, no que diz respeito ao domínio do computador e dos softwares educacionais, quanto no aspecto de fazer interações do computador com os conteúdos a serem trabalhados e nas atividades que envolvem a disciplina Avaliação de Softwares Educacionais Avaliação de softwares educativos, refere-se sobre como um software pode ter um uso aplicado à educação, como ele pode ajudar o aluno a construir seu conhecimento e a aperfeiçoar sua compreensão de mundo. Assim, uma avaliação bem criteriosa pode contribuir para apontar para que tipo de proposta pedagógica o software em questão poderá ser mais bem aproveitado. Para Carraher: São dois basicamente os contextos nos quais podem ser inseridos os aspectos observáveis na qualificação de um software educacional: o educacional ou pedagógico e o técnico computacional. A avaliação técnica e computacional é importante, mas deve estar subordinada à educacional e pedagógica.(carraher, 1990, p.33) 17

18 Quando falamos em avaliação de software educacional exige que de imediato se defina um padrão de qualidade para o mesmo, pois avaliar é uma atividade na qual comparamos a "realidade" com um modelo "ideal", designado pelo padrão. Especificamente ao tentar esclarecer o que é um bom software educativo, deve-se fazer também uma profunda reflexão, tentando vislumbrar qual o papel da tecnologia da informática na educação. Para Rocha & Campos (1993) pode-se considerar então um software adequado para o uso educacional aquele que apresenta os requisitos abaixo: Permite que o usuário complemente e interfira no produto e nas respostas, permitindo múltiplos caminhos de pesquisa e de soluções dos problemas. Tem coerência com o princípio de construção coletiva para uma melhor qualidade de vida. Facilita a dimensão ética, pedagógica e de universalidade do processo de aprendizagem. Possibilita o raciocínio e a reflexão sobre a ação, para a produção de novas e melhores ações. Professor e aluno possam registrar e refletir sobre o processo pelo qual construíram o seu conhecimento. É instigante, provocando no aluno a busca de novas informações, que lhe permitam levantar novas hipóteses. Permite o desafio e a reflexão possibilitando ao educando buscar, construir e valorizar sua produção. Possibilita a descrição dos procedimentos, de forma clara e objetiva para que o usuário possa construir seu conhecimento revendo sua ação. Tem o erro trabalhado e que a partir de um feedback o aluno possa aprender por meio dele. Desafia o aprendiz na busca da exploração do conhecimento de forma prazerosa. Dá condições para que o estudante prossiga, na construção do seu conhecimento de forma cooperativa. A utilização de softwares educacionais pode auxiliar o desenvolvimento do pensar crítico e do aprender a aprender nos alunos. Entende-se que independente da modalidade de software desenvolvido e utilizado num determinado contexto, é a concepção de aprender que o professor tenha, que direcionará o uso da ferramenta. 18

19 Desta forma, a utilização de softwares educacionais, pode contribuir para auxiliar no processo de ensino aprendizagem do aluno, que dificilmente seriam possíveis de serem criadas nas suas melhores formas sem a utilização do computador Conceitos de Qualidades. Qualidade não pode ser definida num sentido integral, estando sempre associada a alguma coisa. Considera-se software de qualidade àquele que atenda às necessidades do usuário, desta forma, qualidade deve ser definida para o item a ser discutido, como qualidade de especificação, qualidade de projeto, qualidade de programas, etc. No que se refere à formalidade, segundo Kosciansk (1999) et al., a avaliação da qualidade de software está assegurada pelas normas ISSO (qualidade de produto, ISO (qualidade de pacotes - software de prateleira, vendido como um produto embalado), ISO (guia para avaliação de produtos) e pela ISO (qualidade do processo de desenvolvimento). Assim, a norma ISO define características de qualidades que são: funcionalidade, confiabilidade, usabilidade (qualidade da interação de sistemas computacionais interativos com os seus usuários), eficiência, manutenibilidade e portabilidade, no qual estão relacionadas às subcaracterísticas que podem ser medidas por métricas internas e externas. Para Rocha (1987) a avaliação de qualidade de um software, deve ser baseada nos seguintes conceitos: Objetivos de qualidade (que determina as propriedades gerais que o produto deve possuir), Fatores de qualidade do produto (que determina a qualidade de acordo com a visão de diferentes usuários), Critérios (definem atributos primitivos possíveis de serem avaliados), Processos de avaliação (determinam os processos e os instrumentos a serem usados de forma a se medir o grau de presença, no produto, de um determinado critério), Medidas (indicam o grau de presença, no produto), Medidas agregadas (indicam o grau de presença de um determinado fator e são resultantes da agregação das medidas obtidas da avaliação segundo os critérios). 19

20 2.3 Tipos de Modalidades de uso de programas computacionais na educação. Taylor (1980) classifica em três as modalidades de softwares educacionais: Ferramenta, Tutor ou Tutelado. Como Ferramenta o computador seria utilizado para adquirir e manipular informações, já na modalidade de Tutor, o computador desempenharia o papel de professor, orientando o aluno para aquisição de um novo conhecimento e como Tutelado os alunos ensinariam o computador a realizar as atividades e fins, desenvolvendo assim o raciocínio lógico e aprendendo com seus próprios erros e acertos. No entanto, para Bertoldi e Ramos (1999), estas modalidades mais consagradas são: exercício e prática, tutorial, simulações e modelagem, jogos, hipertexto e hipermídia e tutores inteligentes. Além dos citados pelo autor há a modalidade de programação Exercício e Prática Os softwares de exercício e prática podem complementar o ensino em sala de aula, aumentar ou automatizar habilidades básicas. Os alunos trabalham com seleção aleatória de atividades, realizando repetições do exercício quantas vezes forem necessárias para que os objetivos determinados no programa sejam alcançados. As respostas erradas são rapidamente detectadas, o que reduz a possibilidade de reforço em procedimentos errôneos. Os softwares de exercício e prática enfatizam a apresentação das lições ou exercícios, a ação do aprendiz se restringe a virar a página de um livro eletrônico ou realizar exercícios, cujo resultado pode ser avaliado pelo próprio computador Conforme Bertoldi e Ramos (1999), as principais características da modalidade de exercício e prática, são a existência de recursos motivacionais, para despertar a atenção do aluno, acesso a ajudas, existência de mensagens de erro, uso de ilustrações, uso de animação, uso de cor, uso de recursos sonoros, controle da 20

21 seqüenciação do programa pelo usuário, fornecimento de feedback, tratamento de erro do usuário, geração randômica de atividades, capacidade de armazenamento das respostas (a fim de verificar-se o desempenho do aluno), adaptabilidade ao nível do usuário, adequação do programa ao currículo da escola, integração do programa com outros recursos ou materiais instrucionais, apresentação dos escores e resultados dos estudantes, resistência do programa a respostas inadequadas, facilidade de leitura da tela Tutorial Valente (1998) apresenta como tutorial o software no qual a informação é organizada conforme a seqüência pedagógica particular, são softwares que disponibilizam informações previamente definidas e limitadas pelo próprio programa, oferecendo ao aluno apenas a possibilidade de escolha ou definição da seqüência pedagógica na qual estas informações são apresentadas, ou seja, um programa ou texto, contendo ou não imagens, que ensinam passo a passo, didaticamente, como algo funciona. Programas tutoriais podem ser utilizados para diversos fins. Podem, por exemplo, introduzir conceitos novos, apresentar habilidades, pretender a aquisição de conceitos, princípios e ou generalizações através da transmissão de determinado conteúdo ou da proposição de atividades que verifiquem a aquisição deste conteúdo. Servem como apoio ou reforço para aulas, para preparação ou revisão de atividades (BERTOLDI & RAMOS, 1999, p. 5). Assim, segundo Bertoldi e Ramos (1999) define algumas das características de softwares tutoriais que são: a existência de recursos que motivam, fornecendo feedback que encaminha o usuário para respostas corretas, com mensagens de erro, com o uso de imagens estáticas ou animações, sons, definição do tempo de resposta permitido, tratamento de erro do usuário, possuindo capacidade de armazenamento das respostas para que no fim o usuário saiba como foi o seu desempenho geral. 21

22 Simulações e Modelagem Softwares de simulação e modelagem são programas que apresentam situações semelhantes à vida real, onde os alunos podem participar através da realização de testes e experiências. Onde é possível simular um fenômeno no computador, apenas implementando um modelo seu. A diferença entre software de simulação e de modelagem, conforme Valente (1998), está em quem escolhe o fenômeno e em quem desenvolve seu modelo. Na simulação o modelo já construído é fornecido ao usuário, enquanto na modelagem o aprendiz além de escolher o modelo, o desenvolve e implementa. Frescki (2008) diz-se que a simulação é aberta ou fechada, a diferença entre elas consiste no nível da descrição que o sistema permite. Bertoldi e Ramos (1999) afirmam que um software de simulação e modelagem deve fornecer feedback, com clareza nos comandos, possuindo uma certa sequência de execuções, além de mensagens de erros adequadas que indiquem qual o caminho certo a seguir e que não apenas o pune pelo erro, e ilustrações, animações, sons para que torne o mais real possível a simulação, e levando o aluno a entender o processo em questão e compreender como foi seu desempenho parcial e geral ao término do uso deste tipo de software Jogos São softwares de entretenimento que na maioria das vezes envolvem o aprendiz num espírito de competição. Raramente oferecem a possibilidade de criação ou alteração das regras existentes, limitando a interferência do aprendiz à descrição e complementação de situações previamente definidas. Os jogos correspondem a certo nível do desenvolvimento cognitivo. Os jogos são biológica e culturalmente determinados, e o autor supõe que há uma relação indissociável entre capacidade de solucionar problemas e tipos de problemas que o indivíduo enfrenta (BERTOLDI & RAMOS, 1999, p. 9). 22

23 Segundo Bertoldi (1999), jogos podem ter características de tutoriais ou de software de simulação aberta Programação Os softwares de programação permitem a utilização de conceitos, estratégias e ações pré-determinadas, visando que o usuário possa propor e solucionar problemas. Valente (1998) salienta que um software de programação permite que o aluno desenvolva atividades cujo programa não foi programado para realizar tal atividade, ou seja, a partir de um objetivo traçado pelo professor o aprendiz desenvolve suas proprias estratégias e fins para ao final do processo obter o resultado esperado, através de seus erros e acertos. Portanto, trata-se de é uma ferramenta que o aluno utiliza para desenvolver algo, e o aprendizado ocorre pelo fato de estar executando uma tarefa pelo computador, estimulado pelo desejo de atingir o resultado final proposto inicialmente Hipertexto e hipermídia Hipertexto é um ambiente de software para a organização de conhecimentos ou dados para a aquisição de informações e para a comunicação, ele é descrito como um conjunto de nós conectados por ligações. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos, seqüências sonoras ou documentos complexos. Os itens de informações não são ligados linearmente, mas sim através de ligações como estrelas de forma reticular. O produto de hipermídia, conforme Galvez (1998) consiste em sistemas que tornam possível a disponibilidade de uma grande quantidade de material de aprendizagem estruturado. Este material é acessível a partir de uma máquina e, navegável através de ligações explícitas. O material de aprendizagem armazenado no produto de hipermídia engloba comunicação de instruções em diferentes formas, que seriam textos, gráficos, áudio, vídeo, etc. 23

24 Tutores Inteligentes Sistemas especialistas Para Galvez (1992) o princípio fundamental de um programa tutor inteligente é adaptar a estratégia de ensino-aprendizagem ao conteúdo e forma do que se aprende, aos interesses, expectativas e características do aprendiz, dentro das possibilidades da área e nível de conhecimento e das múltiplas formas em que este se pode apresentar ou obter. Neste tipo de programa, a interface deve ser capaz de oferecer diferentes tipos de ambiente de aprendizagem, ser adaptável, e permitir chegar facilmente ao conhecimento desejado. Quando definidas estas características, o sistema deve ter um módulo tutor, capaz de gerar situações para resolução de problemas, aplicáveis ao estado de conhecimento do aprendiz, com respeito à base de conhecimento especializado que se deseja obter. 2.4 O papel do software educacional e o ensino da língua portuguesa Para a implantação do computador na sala de aula, são necessários basicamente quatro ingredientes: o computador, o software educativo, o professor capacitado para usar o computador como meio educacional e o aluno. Na educação o computador tem sido utilizado tanto para se ensinar sobre a própria computação, assim como, ensinar praticamente todos os conteúdos que fazem parte da grade curricular. Segundo Penteado (2000) professores devem ser parceiros na concepção e condução das atividades com TI (Tecnologias Informáticas) e não meros espectadores e executores de tarefas. O importante é que o professor se sinta como uma peça participativa do processo e que a aula continue sendo dele, apesar de ser preparada, na sua forma, por um instrumento estranho ou por outra pessoa. Nesse momento ele observa o computador como um novo instrumento, um giz diferente! E usa, com mais freqüência, os softwares educacionais existentes na praça. 24

SOFTWARE HAGÁQUÊ: FERRAMENTA PEDAGÓGICA DE AUXÍLIO AO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM COMO PRÁTICA INOVADORA

SOFTWARE HAGÁQUÊ: FERRAMENTA PEDAGÓGICA DE AUXÍLIO AO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM COMO PRÁTICA INOVADORA SOFTWARE HAGÁQUÊ: FERRAMENTA PEDAGÓGICA DE AUXÍLIO AO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM COMO PRÁTICA INOVADORA Marília Gerlane Guimarães da Silva graduanda UEPB mariliagerlany@hotmail.com Jocélia Germano

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

Atividades pedagógicas no Microsoft PowerPoint - Tirinhas. Colégio Pe. João Bagozzi Profa. Cristina Pereira Chagas Turma: NOR1MA 27/08/2012

Atividades pedagógicas no Microsoft PowerPoint - Tirinhas. Colégio Pe. João Bagozzi Profa. Cristina Pereira Chagas Turma: NOR1MA 27/08/2012 Atividades pedagógicas no Microsoft PowerPoint - Tirinhas Colégio Pe. João Bagozzi Profa. Cristina Pereira Chagas Turma: NOR1MA 27/08/2012 Atividades pedagógicas no Microsoft PowerPoint - Tirinhas Objetivos:

Leia mais

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático.

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático. A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA Fabricio Santos Almeida 1 Márcia Cristiane Eloi Silva Ataide 2 1 Licenciando em Química, Universidade Federal do Piauí - UFPI. 2 Professora

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa EDUCAÇÃO INFANTIL JUSTIFICATIVA O momento social, econômico, político e histórico em que vivemos está exigindo um novo perfil de profissional, de cidadão: informado, bem qualificado, crítico, ágil, criativo,

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Como encontrar maneiras de associar um importante conteúdo didático a um software que ensine e divirta ao mesmo tempo? Estão os professores

Como encontrar maneiras de associar um importante conteúdo didático a um software que ensine e divirta ao mesmo tempo? Estão os professores Profª Levany Rogge Os softwares são considerados programas educacionais a partir do momento em que são projetados através de uma metodologia que os contextualizem no processo ensino-aprendizagem; Tajra

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA Fernanda Mara Cruz (SEED/PR-PG-UFF) Introdução Os processos de ensinar e aprender estão a cada dia mais inovadores e com a presença de uma grande variedade

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE O USO DA INTERNET NO PROCESSO EDUCACIONAL: O DESAFIO PARA OS PROFESSORES

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Adriana Cristina Lázaro e-mail: adrianaclazaro@gmail.com Milena Aparecida Vendramini Sato e-mail:

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

O Uso de Softwares Educativos... Pacheco & Barros. O Uso de Softwares Educativos no Ensino de Matemática

O Uso de Softwares Educativos... Pacheco & Barros. O Uso de Softwares Educativos no Ensino de Matemática O Uso de Softwares Educativos no Ensino de Matemática José Adson D. Pacheco & Janaina V. Barros - UPE Resumo: O presente artigo avalia a utilização de softwares educativos de matemática na sala de aula

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007)

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007) 1 Introdução Em todo mundo, a Educação a Distância (EAD) passa por um processo evolutivo principalmente após a criação da internet. Os recursos tecnológicos oferecidos pela web permitem a EAD ferramentas

Leia mais

A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Jacqueline Liedja Araujo Silva Carvalho Universidade Federal de Campina Grande (UFCG CCTA Pombal) jliedja@hotmail.com

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

PROGRAMA ESCOLA DA INTELIGÊNCIA - Grupo III ao 5º Ano

PROGRAMA ESCOLA DA INTELIGÊNCIA - Grupo III ao 5º Ano ... CEFF - CENTRO EDUCACIONAL FAZENDINHA FELIZ Rua Professor Jones, 1513 - Centro - Linhares / ES - CEP. 29.900-131 - Telefone: (27) 3371-2265 www.escolafazendinhafeliz.com.br... Ao colocar seu filho na

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Fabiana Pacheco Lopes 1 1 Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) fabipl_21@yahoo.com.br Resumo.Este

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

ASSESSORIA PEDAGÓGICA PORTFÓLIO DE PALESTRAS E OFICINAS

ASSESSORIA PEDAGÓGICA PORTFÓLIO DE PALESTRAS E OFICINAS Dificuldades de Palestra EF e EM Todas Conscientizar sobre as dificuldades de aprendizagem aprendizagem que podem ser manifestadas pelos alunos numa sala de aula e sugerir ações de encaminhamento, conforme

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine ROCHA HUFFELL, Jefferson Lima BRAGA Maria Tereza Comunicação Oral RESUMO

FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine ROCHA HUFFELL, Jefferson Lima BRAGA Maria Tereza Comunicação Oral RESUMO AS TECNOLOGIAS FAZENDO A DIFERENÇA NO DESEMPENHO ESCOLAR DOS ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS NA ESCOLA INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ISABEL DE ESPANHA 28ª CRE FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS Lucas Gabriel Seibert Universidade Luterana do Brasil lucasseibert@hotmail.com Roberto Luis Tavares Bittencourt Universidade Luterana do Brasil rbittencourt@pop.com.br

Leia mais

Palavras-Chave: PIBID, Formação Inicial de Professores, Ensino de Informática.

Palavras-Chave: PIBID, Formação Inicial de Professores, Ensino de Informática. DESAFIOS DO ENSINO DA INFORMÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES RESUMO Jéssyca Edly Messias Ribeiro (IFRN) jeh_edly@hotmail.com Jefferson Hernane da Silva

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas DOMÍNIO E IMAGEM DE UMA FUNÇÃO: UMA ABORDAGEM POR MEIO DO JOGO BINGO DAS FUNÇÕES Educação Matemática nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio (EMAIEFEM) GT 10 ADELSON CARLOS MADRUGA Universidade

Leia mais

Histórias em Quadrinhos

Histórias em Quadrinhos Histórias em Quadrinhos Apresentação baseada no texto Profa. Denise Castilhos Profa. Marilene Garcia Histórias em quadrinhos: imaginação traduzida visualmente para encantar e apaixonar gerações As HQ começaram

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA Q U E S T Õ E S E R E F L E X Õ E S Suraya Cristina Dar ido Mestrado em Educação Física, na Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo, SP, 1987 1991 Doutorado em

Leia mais

Software Tutorial sobre Sistema Solar

Software Tutorial sobre Sistema Solar Software Tutorial sobre Sistema Solar Alan Correa, Antônio Rocir, Sandro Niederauer Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de maio, 141 95520-000 Osório RS Brasil {sandroniederauer, alan.sms}@hotmail.com,

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola Autora: CAMILA SOUZA VIEIRA Introdução A presente pesquisa tem como temática Educação física para Portadores

Leia mais

O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP

O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP INTRODUÇÃO O que seria a utilização do computador na educação de maneira inteligente? Seria fazer aquilo que o professor faz tradicionalmente

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

Falta preparo para inclusão de crianças com deficiência na escola regular

Falta preparo para inclusão de crianças com deficiência na escola regular Entrevistas PARTICIPAÇÃO, DIREITOS E CIDADANIA Falta preparo para inclusão de crianças com deficiência na escola regular 1 DE JUNHO DE 2015 A inclusão da pessoa com deficiência na escola regular está prevista

Leia mais

I SILE-Seminário Integrado de Letras Espanhol a Distância /UFSC

I SILE-Seminário Integrado de Letras Espanhol a Distância /UFSC A história da construção do conhecimento pessoal é a história da vida de cada um de nós, pois construímos esse conhecimento de uma maneira específica e individual. A teoria a respeito dos Mapas Conceituais

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Adelson Carlos Madruga Universidade Federal da Paraíba adelsoncarlos1992@hotmail.com Elizangela Mario da Silva Universidade Federal

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO 0 1 A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA

Leia mais

Bingo Químico em Braille.

Bingo Químico em Braille. Bingo Químico em Braille. Carine Fernanda Drescher * (IC), Julieta Saldanha Oliveira (PQ) e Liana da Silva Fernandes (PQ). E-mail: carinedrescher@gmail.com Rua Riachuelo, CEP- 97050011, 115, apto 305.

Leia mais

Carga Horária :144h (07/04 a 05/09/2014) 1. JUSTIFICATIVA: 2. OBJETIVO(S):

Carga Horária :144h (07/04 a 05/09/2014) 1. JUSTIFICATIVA: 2. OBJETIVO(S): Carga Horária :144h (07/04 a 05/09/2014) 1. JUSTIFICATIVA: Nos últimos anos, o cenário econômico mundial vem mudando significativamente em decorrência dos avanços tecnológicos, da globalização, das mega

Leia mais

CLUBE DE PROGRAMAÇÃO NAS ESCOLAS: NOVAS ERSPECTIVAS PARA O ENSINO DA COMPUTAÇÃO. IF Farroupilha Campus Santo Augusto; e-mail: joaowinck@hotmail.

CLUBE DE PROGRAMAÇÃO NAS ESCOLAS: NOVAS ERSPECTIVAS PARA O ENSINO DA COMPUTAÇÃO. IF Farroupilha Campus Santo Augusto; e-mail: joaowinck@hotmail. CLUBE DE PROGRAMAÇÃO NAS ESCOLAS: NOVAS ERSPECTIVAS PARA O ENSINO DA COMPUTAÇÃO WINCK, João Aloísio 1 RISKE, Marcelo Augusto 2 AVOZANI, Mariel 3 CAMBRAIA, Adão Caron 4 FINK, Marcia 5 1 IF Farroupilha Campus

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Palavras chave: Software Educativo; Construção do Conhecimento; Aprendizagem.

ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Palavras chave: Software Educativo; Construção do Conhecimento; Aprendizagem. ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Débora Janaína Ribeiro e Silva Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba debora_jr10@yahoo.com.br Resumo Este trabalho teve como

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCATIVO PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO SOFTWARE DEVELOPMENT FOR EDUCATIONAL PROCESS OF LITERACY

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCATIVO PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO SOFTWARE DEVELOPMENT FOR EDUCATIONAL PROCESS OF LITERACY DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCATIVO PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO SOFTWARE DEVELOPMENT FOR EDUCATIONAL PROCESS OF LITERACY Daiyane Akemi Morimoto- Graduanda em Pedagogia- Unisalesiano de Linsday_akemi@hotmail,com

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS Aline Ferraz da Silva 1 Carine Bueira Loureiro 2 Resumo: Este artigo trata do projeto de Trabalho

Leia mais

AS MÍDIAS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA RESUMO

AS MÍDIAS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA RESUMO 571 AS MÍDIAS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA 1 Evelize Krüger Peres RESUMO O referido artigo vai tratar do uso das mídias digitais, como metodologia pedagógica nas aulas das ciências exatas e em outras áreas

Leia mais

O PROJETO DE PESQUISA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

O PROJETO DE PESQUISA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O PROJETO DE PESQUISA Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Escolher um tema de pesquisa Por onde começar? Ler para aprender Estrutura do Projeto de Pesquisa A Definição

Leia mais

Técnicas, Legislação e Operação de Sistemas de Educação a Distância (EAD) Módulo/Disciplina Tecnologia Educacional em EAD

Técnicas, Legislação e Operação de Sistemas de Educação a Distância (EAD) Módulo/Disciplina Tecnologia Educacional em EAD 1 Curso Técnicas, Legislação e Operação de Sistemas de Educação a Distância (EAD) Módulo/Disciplina Tecnologia Educacional em EAD Unidade I Material Instrucional - Texto 1. Introdução Qualquer que seja

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D

TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D Luzivone Lopes GOMES UEPB luzivone@gmail.com Filomena Mª Gonçalves da Silva Cordeiro Moita - UEPB filomena_moita@hotmail.com

Leia mais

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO)

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) De acordo com o Edital de produção de conteúdo digitais multimídia, alguns aspectos

Leia mais

FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL. João Rodrigues de Souza

FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL. João Rodrigues de Souza FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL João Rodrigues de Souza A PSICOPEDAGOGIA E A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIABÁ- MT JULHO 2015 2 RESUMO

Leia mais

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita II. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A assessoria pedagógica não consiste em transmitir certezas, mas em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

UNG CIC Tópicos Especiais de TI. Aula 13

UNG CIC Tópicos Especiais de TI. Aula 13 Aula 13 1. Data Warehouse Armazém de Dados (Continuação) 1 Erros na implantação de um Data Warehouse Segundo o Data Warehousing Institute existem dez erros mais comuns na implantação de um Data Warehouse

Leia mais

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: tatitferrari@ig.com.br Ticiane Testa Ferrari e-mail: ticiferrari@ig.com.br Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS A língua é um sistema que se estrutura no uso e para o uso, escrito e falado, sempre contextualizado. (Autor desconhecido)

Leia mais

HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB

HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB Luzivone Lopes GOMES - PPGFP UEPB luzivone@gmail.com Kennedy Machado OLIVIERA prof.kennedy@hotmail.com RESUMO: Este artigo trata de um relato de experiência

Leia mais

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO Profa. Drª. Ana Maria Maranhão 1 Resumo: A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes

Leia mais

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL Introdução Com frequência as tecnologias digitais estão sendo empregadas pelos educadores em

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

O uso de blogs no ensino de Matemática 2

O uso de blogs no ensino de Matemática 2 Claudinei Flavia Batista Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil bs_flavia@hotmail.com Sirlândia Souza Santana sirlandiasantana@hotmail.com Resumo Este trabalho tem como principal objetivo

Leia mais

As Cartilhas e a Alfabetização

As Cartilhas e a Alfabetização As Cartilhas e a Alfabetização Métodos globais: aprender a ler a partir de histórias ou orações Conhecer e respeitar as necessidades e interesses da criança; partir da realidade do aluno e estabelecer

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA. INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA

ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA. INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA IVINHEMA MS MAIO DE 2010 ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO FORMAL

OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO FORMAL ELIANE ROSA DO ORIÊNTE FABIANA DA SILVA BEZERRA FANÇA JEISEBEL MARQUES COUTINHO JÉSSICA MEIRE DE ALMEIDA GOMES JÚLIA DA SILVA MELIS OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Departamento de Letras Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Aluna: Esther Ruth Oliveira da Silva Orientadora: Profª. Bárbara Jane Wilcox Hemais Introdução O presente projeto se insere

Leia mais

23/09/2011. Tecnologias da Educação. Tecnologias e mídias. Diferença entre tecnologia e mídia. Diferença entre tecnologia e mídia.

23/09/2011. Tecnologias da Educação. Tecnologias e mídias. Diferença entre tecnologia e mídia. Diferença entre tecnologia e mídia. Tecnologias da Educação Marco Antônio Tecnologias e mídias Comunicar não é de modo algum transmitir uma mensagem ou receber uma mensagem. Isso é a condição física da comunicação, mas não é comunicação.

Leia mais

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

CONSTRUINDO UM JOGO EDUCATIVO UTILIZANDO O SOFTWARE DE AUTORIA ADOBE FLASH

CONSTRUINDO UM JOGO EDUCATIVO UTILIZANDO O SOFTWARE DE AUTORIA ADOBE FLASH CONSTRUINDO UM JOGO EDUCATIVO UTILIZANDO O SOFTWARE DE AUTORIA ADOBE FLASH Francielly Falcão da Silva¹, Samuel Carlos Romeiro Azevedo Souto², Mariel José Pimentel de Andrade³ e Alberto Einstein Pereira

Leia mais

INTRODUÇÃO. Palavras-chave: Alfabetização, EJA, Inclusão, Facebook.

INTRODUÇÃO. Palavras-chave: Alfabetização, EJA, Inclusão, Facebook. A INCLUSÃO DIGITAL E O FACEBOOK NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EJA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NA ESCOLA MUNICIPAL FRANCISCO JOSÉ DE SANTANA POMBAL PB Autor (1) Amélia Maria

Leia mais

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES Tamiris Andrade Nascimento (Mestranda do Programa Educação Cientifica e Formação de Professores da Universidade

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA Dayane Ribeiro da Silva (PICV/PRPPG/ UNIOESTE), Greice da Silva Castela (Orientadora), e-mail: greicecastela@yahoo.com.br

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE:

PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE: PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE: Encontro com o Livro no Colégio Coração de Maria Me. Maria Aparecida da Costa Bezerra - Bibliotecária escolar e universitária Resumo: O Colégio Coração de Maria proporciona

Leia mais