2. RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA ACÇÃO E SUA INSERÇÃO NO PLANO DE ACTIVIDADES DA ENTIDADE PROPONENTE

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1 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Educação Artística Contributos para a Educação para a Sustentabilidade, Ambiente e Reutilização Criativa 2. RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA ACÇÃO E SUA INSERÇÃO NO PLANO DE ACTIVIDADES DA ENTIDADE PROPONENTE A resposta à pergunta O que é importante ensinar, e porque razão o que se escolheu como objecto de ensino é verdadeiramente importante? poderia ser: Aprender a olhar e através do olhar, usando os olhos, os olhos da alma e os olhos do conhecimento. A aprendizagem é parte de um processo contínuo de investigação crítica e de geração de conhecimento e de não aquisição de conteúdos como um fim em si (PerkinsandBlythe, 1994; Perrone, 1994). Esta proposta de formação pode constituir uma base importante de trabalho pedagógico multidisciplinar e integrador, onde se pretende generalizar esta prática do olhar, e levar os educadores a adoptá-la como válida e a adaptá-la às suas experiências e competências anteriores, fomentando a aquisição de novas competências, para depois desenvolver o conhecimento e as acções de forma mais consciente e criativa. Para além dos aspectos psico-sociais abordagem de resolução de problemas, estímulo de interacções sociais positivas, desenvolvimento da criatividade, etc, - o trabalho de formação será desenvolvido a partir das obras plásticas de artistas consagrados e a partir das diversas formas de expressão na área da pintura, da escultura e de intervenções na paisagem. Pretende-se que seja um percurso inovador e interessante para o Estudo do Meio, as Expressões artística e dramática, e, certamente, a Linguagem e Comunicação, escrita e oral, ainda de acordo com a reorganização curricular. Fomentar a curiosidade cultural dos alunos, os valores estéticos, a compreensão da criação artística e a presença do belo no quotidiano. A outra dimensão do curso que ora se propõe é a dimensão da redução no consumo de recursos, que constitui em si uma potencialidade e uma forma de concretização das preocupações ambientais de um verdadeiro cidadão que a escola deve promover. Na realidade, os trabalhos que nos propomos concretizar com os formandos, resulta da reutilização de resíduosvários, desde o papel de jornal ao cartão, às embalagens de plástico, latas, para além dos resíduos naturais. Pensámos com este curso de formação que o aproveitamento dos resíduos, em particular do papel e seus derivados, e a exploração das formas e dos materiais naturais podem constituir um excelente recurso pedagógico, coerente com a postura da Educação Ambiental, ao mesmo tempo que se fomentam atitudes de poupança, de preocupação com o ambiente e a assumpção de estilos de vida individuais e colectivos mais responsáveis. 3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO No âmbito das Jornadas decorre o curso de formação "Educação Artística Contributos para a Educação para a Sustentabilidade, Ambiente e Reutilização Criativa", com o seguinte registo de acreditação - CCPFC/ACC /11, (0,6 crédito), na modalidade curso de formação (15 horas presenciais), para educadores de Educadores de Infância e Professores dos Ensino Básico e Secundário. 4. OBJECTIVOS A ATINGIR Tomar conhecimento e exercitar diferentes técnicas e recursos na área das expressões- recorrendo a materiais de baixo custo, naturais ou a partir de resíduos; Promover e exercitar estratégias e metodologias educativas baseadas na participação, na aprendizagem social e na experimentação; Reflectir sobre as relações entre ambiente cidadania - criatividade sustentabilidade;

2 Participar na formação de educadores em Educação Ambiental para a Sustentabilidade, numa abordagem transversal. 5. CONTEÚDOS DA ACÇÃO Criatividade, Pedagogias activas e Expressões integradas Jogos e de Arte e Ambiente Educação para a Sustentabilidade, segundo os Princípios e Valores da Carta da Terra Os artistas e a obra de arte como estratégia de trabalho estruturado sobre a tripla preocupação de - Ambiente Criatividade Reutilização para a Sustentabilidade Novos saberes e competências da educação do futuro Arte e Ciência Arte e Sustentabilidade 6. METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA ACÇÃO Esta acção de formação será orientada na modalidade de Curso, que terá 15hde formação presencial, sendo concretizada pela dinamização transversal dos vários conteúdos no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade. As temáticas a abordar têm enquadramento europeu e nacional, no âmbito do Ano Internacional da Biodiversidade (2010), Carta da Terra +10 (2010), Ano Internacional das Florestas (2011) e Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável ( ). Ao longo dos diferentes momentos de trabalho, serão expostos casos práticos com recurso a material audiovisual, apresentações e demonstrações por parte dos formadores ou de especialistas nacionais convidados, e com oficinas e saídas de campo, orientadas para a participação activa dos formandos. A acção terá duas vertentes: numa primeira fase os formandos/participantes participarão em sessões presenciais de carácter teórico/prático. Posteriormente, a avaliação irá ser acompanhada à distância pelos formadores, recorrendo aos meios técnicos necessários (nomeadamente pelo correio electrónico), podendo ser tiradas dúvidas, aprofundar conceitos, congregar esforços no sentido de uma mais estreita colaboração entre formandos, para a elaboração de um relatório crítico que deverá ser entreguenum prazo definido pela equipa de formadores. Pretende-se ainda que nessa reflexão crítica os formandos possam sugerir e apresentar em que medida os conhecimentos/estratégias adquiridos serviram no acompanhamento e apoio dos seus pares na escola em projectos e outras acções. As metodologias de trabalho ao longo da acção baseiam-se, fundamentalmente, em: - Discussão/reflexão nas sessões; - Actividades de cariz prático, nomeadamente nas oficinas e saídas de campo; - Desenvolvimento de propostas de abordagem das actividades em contextos diferentes; - Reflexão crítica sobre as actividades desenvolvidas e sobre a sua utilização pedagógica. 7. CONDIÇÕES DE FREQUÊNCIA DA ACÇÃO A frequência nas Jornadas é assegurada pela inscrição prévia no evento, sendo obrigatória a presença 2/3 das sessões componentes da acção, ao longo dos dias. A presença dos formandos nos diversos momentos de trabalho será controlada através de folhas de presença.

3 8. REGIME DE AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS Os formandos terão uma componente de avaliação contínua apoiada no registo da assiduidade nassessões e da sua participação nos timings de discussão e intervenção. Produzirão na fase final um relatório individual e auto crítico sobre a sua intervenção; o interesse para a sua prática docente e a aquisição de competências enquanto professores e indivíduos. Os formandos serão sujeitos, de acordo com a lei, à avaliação quantitativa na escala de 1 a 10 e a respectiva avaliação qualitativa, conforme Carta Circular n.º 3/2007 do CCPFCP e que assenta no n.º 2 do artigo 46 do Estatuto da Carreira Docente do Decreto lei 15/2007 de 19 de Janeiro e que prevê a aplicação em da escala apresentada: Ao Formando que participe com empenho na aplicação e apresentação das estratégias solicitadas serão atribuídos 0,6 créditos (correspondente a 15 horas). O relatório individual e auto crítico da acção de formação, deverá conter: Capa com título da Acção de Formação e identificação da/o formanda/o. Índice Enquadramento da Acção 1. Conhecimentos iniciais dos formandos 2. A conceptualização dos diversos temas escolhidos para a acção de formação; 3. O formato de funcionamento; 4. A aplicação na prática docente, tendo em conta as alterações produzidas, possíveis modificações das práticas, materiais produzidos., etc. 5. O desempenho dos formadores. 6. Meios disponibilizados Conclusão reflexão crítica sobre os conteúdos, relação com os formandos e os formadores, potencialidades da acção e perspectivas futuras. Contributos da acção para a inovação pedagógica; Observações e sugestões. Bibliografia e recursos elaboração de uma listagem de recursos, referências bibliográficas e electrónicas e materiais disponíveis para posterior utilização. O relatório poderá ser enviado por para Fátima Matos Almeida até 5 de Dezembro de2011. O excesso de faltas, a não entrega do relatório e da ficha de avaliação implica a não atribuição de classificação. Os formandos deverão assinar a lista de presenças nos dias 04 de Novembro (sexta-feira) e 05 de Novembro (sábado), conforme calendário e local que será divulgado na recepção aos participantes nas Jornadas. O relatório deverá ser elaborado em formato digital com 3 a 5 páginas. 9. MODELO DE AVALIAÇÃO DA ACÇÃO No final da acção de formação, os formandos responderão a uma ficha de avaliação que abordará os seguintes pontos: A1. Avaliação geral da acção A.2. Avaliação dos Formadores 2.1. Conhecimentos/Conteúdos 2.2. Exposição 2.3. Organização da acção B. Apreciação Global

4 Anfiteatro do Departamento de Geociências COMPLEXO PEDAGÓGICO COMPLEXO PEDAGÓGICO COMPLEXO PEDAGÓGICO CENTRO DE FORMAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE PROGRAMA DO CURSO DE FORMAÇÃO 6ª feira 4 Novembro Salas Sessão de Abertura Director da Fábrica Ciência Viva de Aveiro Presidente da ASPEA Francisco Soñora-Luna, Dirección Xeral de Art'Ambiente em Climántica Sostibilidade e Paisaxe, Xunta da Galicia Carlos Fragateiro, Departamento de Teatro e Ciência o desafio da inteligência Comunicação e Arte, Univ. Aveiro 17h00-18h30 Sessão de Abertura Comunicações 18h45-20h15 20h15 20h45 21h00 22h30 22h30 23h30 9h00 10h30 10h45 13h15 Teatro & Comunicações 13h15 14h30 (3h00) merenda (4h30) 1h00 (5h30) (7h00) 2h30 (9h30) Almoço Livre Uma experiência pedagógica de Arte e Ambiente Holografia - o encontro entre a arte e a Ciência Arte & Ciência no Arouca Geopark: A exposição A Biodiversidade no Paleozóico A arte dos rios Teatro do Corpo Volta ao Mundo em 10 Árvores (BioJogo) Ana Antunes, Escola EB 2,3 Professor Alberto Nery Capucho Pedro Pombo, Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro e Rosa Maria Oliveira, Dep. Comunicação e Arte, Univ. Aveiro Alexandra Paz, Geoparque de Arouca Raquel Lopes, ASPEA, Esc. Sec. de Castelo de Paiva Leandro Alves, Departamento de Comunicação e Arte,Univ. Aveiro Filipe Pedrosa, Ana Peso, Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, e Clarisse Ferreira, Escola Sec. Stuart Carvalhais, Univ. Aveiro Reutilizações criativas Fátima Matos Almeida, ASPEA Poética dos Elementos Marco Ferraz, AMBIEDUCA Origami e Biodiversidade David Silva e Adelina Pinto, ASPEA Sessão de Astronomia e Observação de José Matos, Associação de Física da astros Universidade de Aveiro Jú Contreiras, Júlio Piscarreta, Ana Pereira e Oficina de Tango Adriano Nobre Sábado 5 Novembro O Universo e a Pintura Jayr Peny, artista plástico Fotografar no Parque Herbário de chocolate Diópatra, Senhora dos Anéis (Teatro de Sombras e Marionetas) Espantalhos da dor: Educadores pela arte e sustentabilidade Nartural Educar pela Arte Os imaginheiros do século XXI As propostas educativas do Jardim Zoológico Lísia Lopes, Departamento de Biologia, Univ. Aveiro Clarisse Ferreira, Diana Santos e Rosa Pinho, Universidade de Aveiro Clarisse Ferreira, Escola Sec. Stuart Carvalhais, Univ. Aveiro, e Filipe Pedrosa, Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro Maria Teresa Torres de Eça, Associação Portuguesa de Profs. de Expressão e Comunicação Visual (APECV) Rosa Pinho, Departamento de Biologia, Univ. de Aveiro Formato Verde Luís Rabaça, Câmara Municipal de Ílhavo Sector de Ambiente e RSU Cátia Oliveira, Centro Pedagógico do Jardim Zoológico de Lisboa Anfiteatro 5 do Complexo pedagógico

5 COMPLEXO PEDAGÓGICO CENTRO DE FORMAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE 14h30 15h30 15h45 17h45 18h00 20h30 Avaliação (Professores do Curso Acreditado) 1h00 (10h30) 2h00 (12h30) 2h30 (15h00) Teatro Kestão d ar Dulce Ferreira, Joaquim Almeida, Virgínia Auditório Martins, Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, do DECA Univ. de Aveiro Ilustração Científica Davina Falcão, Universidade de Aveiro Reutilizações criativas Fátima Matos Almeida, ASPEA Auto-estima é parte do teu corpo Helena Costa, ESEI Maria Ulrich Ser Criativo no Processo Aprendizagem Mariana Roldão Cruz, BioRumo Sentir na sala de aula - aprender com criatividade João Paulo Silva, EB 1,2 S. João de Deus Estratégia e Criatividade na Educação Ambiental Mariana Roldão Cruz, BioRumo e Raquel Lopes, Esc. Sec. de Castelo de Paiva

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