Reitoria. No plano orçamental para 2009 foi definida uma provisão no valor de euros para o Programa - Qualidade.

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1 Reitoria Circular RT-05/2009 Programa Qualidade 2009 Apesar dos constrangimentos financeiros impostos pelo orçamento atribuído para 2009, é importante garantir que são apoiadas as experiências e os projectos que têm permitido inovar no processo de ensino-aprendizagem (tendo especialmente em conta a implementação do processo de Bolonha), e que são viabilizadas iniciativas que, com reduzido investimento, promovem melhores níveis de desempenho. No plano orçamental para 2009 foi definida uma provisão no valor de euros para o Programa - Qualidade. A exiguidade do orçamento disponível requer um maior grau de exigência sobre os projectos que serão financiados. Assim: a) Apresentação de propostas e procedimentos As candidaturas ao financiamento pelo Programa Qualidade devem ser formalmente submetidas, de acordo com o formulário de identificação em Anexo, e devidamente informadas, até ao próximo dia 20 de Abril, em papel e em formato digital para o Gabinete do Reitor A atribuição de financiamento, após avaliação, será comunicada por ofício até 4 de Maio. A coordenação geral do Programa para a Qualidade é da responsabilidade da Pró-Reitora Irene Montenegro. b) Critérios de apreciação dos projectos Originalidade da proposta; Sustentabilidade dos objectivos após a conclusão do projecto; Experiência e formação dos proponentes na área proposta; Pertinência do projecto para a melhoria da qualidade nos vectores estratégicos definidos; Impacto do projecto na convergência para o Processo de Bolonha; Abrangência do projecto: - Amplitude do público-alvo que poderá beneficiar do projecto; - Aplicabilidade dos resultados a outras unidades curriculares ou cursos; - Grau de interdisciplinaridade/transversalidade. Adequação dos recursos solicitados em relação ao plano de actividades, metodologias e objectivos; Consistência do projecto, em particular a adequação dos objectivos às metodologias propostas, e ao calendário fixado; Financiamento complementar para a concretização do projecto; Resultados obtidos em projectos anteriormente financiados por Programas Qualidade.

2 c) Restrições Não são alvo de financiamento, conferências, formação de docentes que não se enquadrem no ponto 4.3 desta circular, contratações, e encargos com pessoal que não traduzam situações transitórias justificadas com base na posterior auto-sustentabilidade dos projectos. d) Prazos A execução financeira dos projectos aprovados deverá ser concluída até Dezembro de Em casos excepcionais, nomeadamente aquisições de serviço que se prolonguem por 2010, a transição de verbas para 2010 deverá ser atempadamente solicitada para apreciação. e) Vectores Na classificação de Qualidade mantêm-se as vertentes de Qualidade da Investigação, Economia de Recursos, Acção Cultural, e Qualidade de Ensino/Formação. 1- Qualidade da Investigação 1.1- Curso/Escola de Arquitectura Com o objectivo de garantir a criação de condições para a instalação de uma cultura de investigação, com repercussão no ensino, é atribuída uma dotação de euros para A situação de instalação da Escola de Arquitectura mantém-se, com um significativo esforço de formação, uma dotação diminuta, e uma ainda insuficiente capacidade de geração de receitas próprias. A candidatura deverá ser elaborada pelo Presidente da Escola de Arquitectura para avaliação Curso/Escola de Enfermagem À semelhança do critério adoptado para a Escola de Arquitectura, é afectada uma dotação de euros para 2009, que contribua para a criação de condições para a instalação de uma cultura de investigação com repercussão no ensino. A proposta deverá ser elaborada pela Presidente da Escola Superior de Enfermagem para avaliação Política de Auto-Arquivo A política de auto-arquivo da Universidade do Minho deve evoluir no sentido da adopção e antecipação das orientações e directivas da UEA e do ERC. No sentido de apoiar esta evolução é atribuída uma dotação de euros para A gestão deste financiamento é feita pela Reitoria com o apoio dos Serviços de Documentação Apoio à publicação científica em língua estrangeira O aumento da visibilidade da produção científica dos investigadores da Universidade constitui objectivo definido. No sentido de providenciar o apoio à tradução para língua estrangeira de artigos científicos, com vista à sua publicação em revistas de reconhecido impacto, é atribuída uma provisão no valor de euros. A gestão deste financiamento é feita pelo Vice-Reitor Manuel Mota. 2- Economia Energética e Energias Alternativas No sentido de fomentar a economia de utilização de recursos e a redução dos encargos correspondentes foi constituída uma Assessoria para a Energia (Despacho RT-29/2005). É atribuída a este vector uma dotação de euros para A gestão deste financiamento é da responsabilidade do Pró-Reitor João Monteiro, que deverá reunir o respectivo plano de aplicação. 3- Acção Cultural 3.1- Acção Cultural É fixada uma dotação de euros para 2009, para apoio a acções na área cultural. A gestão deste financiamento é da responsabilidade do Vice-Reitor Acílio Rocha. 2

3 3.2- Região Europeia da Cultura Para a Universidade, é objectivo importante apoiar a preparação do projecto da Capital Europeia da Cultura A Universidade, com o apoio do seu Conselho Cultural e das suas Unidades Culturais manifestou a sua disponibilidade para se envolver e colocar toda a expressão institucional por detrás deste projecto. Para apoio ao trabalho a desenvolver pelo Conselho Cultural neste sentido, é fixada uma dotação de euros para 2009, devendo o plano de aplicação ser submetido pelo Conselho Cultural. A coordenação do projecto é da responsabilidade do Vice-Reitor Acílio Rocha. 4- Qualidade de Ensino 4.1- Programa de Aquisição de Competências para a Aprendizagem Na sequência de acções em anos anteriores, é reservada para 2009 uma dotação global de euros, para o desenvolvimento de programas envolvendo módulos extra-curriculares, dirigidos prioritariamente aos estudantes inscritos no 1º ano do 1º ciclo de formação, a funcionar nos Campi de Gualtar e de Azurém e cujo objectivo é o apoio ao desenvolvimento de competências de auto-estudo. A coordenação geral do Programa de Aquisição de Competências para a Aprendizagem é da responsabilidade da Pró-Reitora Irene Montenegro Metodologia de Ensino/Aprendizagem Bolonha No prosseguimento da convergência para o Processo de Bolonha, é atribuído um financiamento de euros, com uma dotação de referência associada a cada Conselho de Cursos/Conselho Pedagógico de acordo com a Tabela - I da presente Circular. A distribuição pelos Conselhos de Cursos tem em consideração o facto de, durante o ano de 2009, se verificar a sua reformulação, face à implementação em curso dos novos Estatutos. Pretende-se que as propostas sejam orientadas aos projectos de ensino, e validadas pelas Escolas envolvidas. É expectável que as Escolas sejam particularmente activas no envolvimento do corpo docente em projectos orientados à qualidade do ensino/aprendizagem. A coordenação geral deste vector é da responsabilidade da Pró-Reitora Irene Montenegro. Tabela - I Dotações - Metodologia de Ensino/Aprendizagem Bolonha Conselho de Cursos de Ciências ,0 Conselho de Cursos de Ciências Económicas Empresariais e Políticas ,0 Conselho de Cursos de Ciências Sociais 7.031,0 Conselho de Cursos de Educação de Infância e Básica Inicial 2.759,0 Conselho de Cursos de Engenharia ,0 Conselho de Cursos de Letras e Ciências Humanas 6.586,0 Conselho de Cursos de Educação e Psicologia 3.471,0 Conselho de Cursos de Ciências da Saúde (Medicina) 2.492,0 Conselho de Cursos de Ciências da Saúde (Enfermagem) 2.492, Formação Pedagógica de Docentes Para 2009 é atribuído um financiamento no valor de euros, para comparticipação nos encargos com formadores. À semelhança dos anos anteriores, já foi divulgado o Plano de Formação Pedagógica de Docentes para 2009, incluindo a realização de acções de formação, para as quais foram mobilizados recursos de formação da Universidade e a intervenção de formadores externos. A responsabilidade por este programa é cometida à Pró-Reitora Irene Montenegro Labels A manutenção dos Labels associados quer ao ECTS, quer ao Suplemento ao Diploma são objectivos permanentes da Universidade do Minho, sendo necessário aperfeiçoar os procedimentos, actualizar e validar a informação disponibilizada numa lógica de melhoria e 3

4 evolução constantes, bem como proceder às alterações impostas pela legislação entretanto publicada e à regulamentação nacional e internacional estabelecida. É atribuída a este vector uma dotação de euros para Universidade Inclusiva É fixada uma dotação para 2009 no valor de euros, destinada a melhorar as condições de apoio aos Estudantes Portadores de Deficiência, nomeadamente no que diz respeito à eliminação de barreiras à mobilidade nos Campi. A atribuição desta dotação será feita mediante proposta da Comissão de Acompanhamento designada pelo Despacho RT-23/2007, em articulação com o GAED. A responsabilidade por este programa é cometida à Pró-Reitora Irene Montenegro Estudos Orientais Línguas e Culturas Orientais A afirmação da Universidade do Minho no ensino das Línguas e Cultura Orientais constitui projecto inovador no conjunto das Universidades Portuguesas. Corresponde a área de afirmação em que a Universidade recolhe já reconhecimento e colaboração internacional. A Universidade deve comparticipar nos encargos de docentes de língua chinesa e de japonês, que são partilhados com a Fundação Oriente, ao abrigo de um protocolo. Assim, é fixada uma dotação de euros para O plano deve ser submetido para aprovação pelo Presidente do Instituto de Letras e Ciências Humanas e pelo Director do Curso de Estudos Orientais. A gestão do Centro de Custos é da responsabilidade do Presidente do Instituto de Letras e Ciências Humanas Instituto Confúcio A afirmação da Universidade do Minho no ensino das Línguas e Culturas Orientais constituiu factor importante para a instalação do Instituto Confúcio na Universidade do Minho. O Despacho RT-03/2006 definiu a constituição da Comissão de Instalação do Instituto Confúcio, e as suas atribuições. Para apoio ao desenvolvimento das atribuições da Comissão de Instalação para 2009 é fixada uma dotação de euros. A gestão deste vector é da responsabilidade do Vice-Reitor Acílio Rocha Licenciatura em Música A afirmação da Universidade do Minho no ensino da Música constitui um projecto numa área estratégica dedicada às Artes e que necessita de consolidação e de um apoio especial. Para 2009 é fixada uma dotação de euros para cobrir honorários de professores e despesas de funcionamento. A Directora de Curso deverá propor o plano de aplicação ao Presidente do ILCH a quem compete a gestão deste financiamento AlumniUM No seguimento da dinamização do portal AlumniUM, foi fixada para 2009 uma dotação de euros, destinada a uma aquisição de serviços e a acções de divulgação Incentivos à docência O objectivo da atribuição de incentivos à docência consiste em: 1) Promover boas-práticas em todas as actividades de docência; 2) Aumentar a motivação e produtividade do pessoal docente; 3) Melhorar o desenvolvimento profissional; 4) Encorajar o empenhamento nas actividades académicas; 4) Produzir uma plataforma de exemplos de boas-práticas. Serão instituídos prémios a atribuir aos docentes que se distingam nas suas actividades de ensino, pela introdução de novas metodologias de aprendizagem, pela avaliação do seu desempenho feita pelos estudantes, pelo sucesso escolar alcançado nas unidades curriculares que leccionam, pela participação em acções de formação pedagógica, pelo envolvimento em actividades de divulgação de cursos e outros factores considerados relevantes. À semelhança da experiência em 2008, as Escolas deverão apresentar os critérios de avaliação e a metodologia da selecção de um docente a distinguir, no ano de Aos docentes distinguidos será atribuído um valor a transferir para um seu centro de custos para ser utilizado no seu desenvolvimento profissional. Foi fixada uma dotação total de euros, euros por cada Escola que se candidate. A gestão deste financiamento é da responsabilidade da Pró-Reitora Irene Montenegro. 4

5 4.10- Avaliação de Cursos A Agência de Avaliação e Acreditação, recentemente criada, deverá implementar ainda este ano as práticas de avaliação dos cursos, sendo, portanto, necessário acautelar despesas relativas a este processo. Assim, para 2009 é fixada uma dotação de euros Follow-up Na sequência da avaliação pela EUA realizada em 2007, a Universidade entendeu submeter-se a uma avaliação de Follow-up a decorrer em Com esse objectivo foi apresentada uma candidatura à DGES, no âmbito do programa de apoio a Instituições do Ensino Superior que financia parcialmente as instituições seleccionadas. Tendo a Universidade do Minho sido contemplada no concurso, e sendo necessário complementar os custos respectivos, para 2009, é fixada uma dotação de euros para despesas referentes à visita dos avaliadores, tradução, produção de materiais, etc Sistema de Garantia de Qualidade Para apoio à criação do Sistema de Garantia Interna de Qualidade da Universidade do Minho, para 2009 é fixada uma dotação de euros. Universidade do Minho, 23 de Março de 2009 O Reitor A. Guimarães Rodrigues 5

6 ANEXO IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO PROPONENTE RESPONSÁVEL TÉCNICO DO PROJECTO IDENTIFICAÇÃO DO VECTOR DESIGNAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO PÚBLICO-ALVO ABRANGIDO PELO PROJECTO A APOIAR E RESPECTIVOS OBJECTIVOS DESCRIÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO DO PROJECTO A APOIAR CALENDARIZAÇÃO RECURSOS HUMANOS, FÍSICOS E PEDAGÓGICOS ENVOLVIDOS METODOLOGIAS, INDICADORES DE AVALIAÇÃO E RESULTADOS A ALCANÇAR COM O PROJECTO APOIO FINANCEIRO SOLICITADO (valor em ) JUSTIFICAÇÃO DO APOIO FINANCEIRO SOLICITADO 6

7 OUTRAS FONTES DE FINANCIAMENTO QUE COMPLEMENTAM O APOIO SOLICITADO INFORMAÇÃO SOBRE FINANCIAMENTO QUALIDADE EM 2008 (SE APLICÁVEL): Grau de cumprimento dos objectivos: Resultados obtidos: Análise das mudanças mais significativas: Breve relatório financeiro: 7

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