PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO COMO UM MEIO DE MOTIVAÇÃO. Celina Pinto Leão Universidade do Minho

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO COMO UM MEIO DE MOTIVAÇÃO. Celina Pinto Leão Universidade do Minho cpl@dps.uminho.pt"

Transcrição

1 PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO COMO UM MEIO DE MOTIVAÇÃO Celina Pinto Leão Universidade do Minho O evidente decréscimo de conhecimento básico de matemática por parte dos alunos nos cursos de engenharia, foi a principal motivação no desenvolvimento de um estudo por parte de um grupo de docentes universitários. Os cursos de engenharia da Universidade do Minho escolhidos para este estudo foram os cursos de Engenharia Têxtil, do Vestuário e de Polímeros, num total de 20 alunos envolvidos. Métodos Numéricos, disciplina do 3º ano que exige forte conhecimento de conceitos na área de matemática e uso de computadores, foi o contexto escolhido para a aplicação e transformação pedagógica. Não alterando o programa da disciplina, mas identificando bem o seu objectivo principal e os objectivos de cada módulo, pretendeu-se que a avaliação não fosse apenas um meio de verificação de conhecimentos dos alunos, mas também um meio de aprendizagem. O aluno passa a ter um papel mais activo no seu processo de avaliação ao longo do semestre que, de uma forma indirecta, o torna mais envolvido, mais responsável e motivado para a disciplina. Os alunos mostraram-se bastante abertos a esta iniciativa, revelando um comportamento positivo na implementação da transformação pedagógica. No entanto o índice de aprovação final, comparado com o índice obtido em anos anteriores, não sofreu qualquer alteração. 1. Motivação A indagação da pedagogia pelos professores (investigação no ensino) pode contribuir significativamente para a melhoria das condições de aprendizagem, o desenvolvimento profissional dos professores, e o reconhecimento e legitimação do processo de ensino/ aprendizagem como campo de investigação (Vieira et al., 2005). Utilizando estas palavras e na tentativa de motivar e melhorar o desempenho dos alunos na resolução de problemas específicos, de modo a combater o insucesso e desmotivação na disciplina de Métodos Numéricos aos cursos da licenciatura em Engenharia, se baseia esta experíência. Métodos Numéricos é uma disciplina cujo conhecimentos nas áreas de matemática e de informática são importantes senão dizer fundamentais para uma boa interpretação, compreensão e resolução dos problemas. Convém também, investigar se a envolvência dos alunos no seu processo de avaliação os torna mais responsáveis, transformando-os mais motivados para estas áreas. 2. Identificação da disciplina de Métodos Numéricos 2.1 Plano Curricular A disciplina de Métodos Numéricos é uma disciplina que faz parte do plano de estudos do 3º ano, 1º semestre das Licenciaturas em Engenharia Têxtil, do Vestuário e de Polímeros. Tem um programa vasto cujo objectivo principal é descrever e identificar métodos numéricos e aplicá-los na resolução de problemas de engenharia. As actividades lectivas da disciplina dividem-se em aulas teóricas (2h/semana) e aulas teórico-práticas (2h/semana). Esta divisão é feita de acordo com a relação do binómio alunos/professor, isto é, nas aulas de carácter teórico 3173

2 o professor expõe oralmente os conhecimentos teóricos necessários e identificados no programa da disciplina, permitindo e incentivando a participação dos alunos em determinadas ocasiões. O material utilizado durante a exposição é posteriormente disponibilizado na página web da disciplina ( juntamente com a bibliografia recomendada como base de estudo-aprendizagem. As aulas de carácter teórico-prático, com o aluno a ter um papel muito mais activo, destinam-se a complementar as matérias leccionadas nas aulas teóricas. Nestas aulas o aluno aplica directamente os conhecimentos adquiridos anteriormente através da resolução de problemas, preparando-se para a realização dos trabalhos práticos e para a avaliação final da disciplina. O professor tem um papel de mediador e explicador. 2.2 Avaliação A avaliação sumativa é constituída por duas partes: 4 fichas de trabalho com um peso de 5 valores (1.25 valores cada) e o exame final, com um peso de 15 valores. De notar que a frequência às aulas teórico-práticas é obrigatória condicionando a admissão dos alunos às épocas de exame, de acordo com RIAPA artº 1º, com excepção os alunos abrangidos por regimes especiais de frequência (RIAPA artº 19º). O exame final é realizado numa das épocas de exame no final do semestre, sendo permitida a consulta à parte teórica. As quatro fichas de trabalho são realizadas ao longo do semestre de forma a englobar toda a matéria da disciplina. A primeira, a segunda e a quarta ficha de trabalho são resolvidas individualmente, na aula teórica, de acordo com um calendário predefinido, com duração máxima de 1 hora. Estas fichas são avaliadas pelos alunos, cada um avalia a resolução de um colega. Para ajudar a avaliação das fichas, é distribuído uma lista com os resultados finais e as respectivas cotações. Todo este procedimento segue uma determinada ordem de modo a que cada aluno não avalie uma ficha de trabalho igual à que resolveu de tal forma que o aluno, de uma forma indirecta, consegue, para a mesma matéria, diferentes aplicações. A terceira ficha de trabalho é resolvida em grupo constituídos no máximo, por três elementos. A avaliação final é feita quer pelo aluno (classificação em peer assessment) quer pelo professor. As avaliações feitas dentro do grupo permite identificar as diferenças individuais ou responsabilidades do grupo no total. A classificação final dá igual peso à classificação dada pelos alunos e à classificação dada pelo professor. 3174

3 3. Resultados finais Num total de 50 alunos inscritos a esta disciplina, só cerca de metade dos alunos assistiram às aulas e foram avaliados. Os resultados e conclusões foram baseadas nos resultados destes últimos alunos. A avaliação foi dividida em duas partes: avaliação feita pelos alunos dando a sua opinião acerca da forma como decorreu o semestre e, a avaliação feita pelo docente avaliando o comportamento e a atitude dos alunos. 3.1 Avaliação feita pelos alunos No final do semestre foi distribuído pelos alunos um questionário de avaliação da disciplina, ver Anexo 1. Com este questionário, o professor pretendeu ter a percepção dos alunos à abordagem e estratégias adoptadas na leccionação e avaliação da disciplina. Estava previsto o preenchimento deste questionário em simultâneo com o preenchimento dos questionários de percepção dos ensino pelos alunos elaborados pela Universidade do Minho. No entanto tal não foi possível tendo estes sido disponibilizados só depois do termino das aulas, tendo sido recebidas um número reduzido de respostas: 6 em 20. Os resultados obtidos foram compilados e disponibilizados na Tabela 1. Podemos ver que de uma forma geral os alunos concordaram com as estratégias adoptadas na leccionação da disciplina e que a resolução das fichas de avaliação os motivaram para a disciplina. De salientar o facto que estes alunos, no final do semestre, tiveram aproveitamento e com nota final aceitável (em média 14 valores). Os resultados menos favoráveis tiveram a ver com a utilização da página web da disciplina. Embora a página da disciplina contenha as informações necessárias sobre a disciplina, informações sobre o(s) docente(s) (contactos), elementos de estudos (enunciados de problemas, links para outros endereços de interesse), os alunos não a consideraram útil não a tendo utilizado regularmente. Será este um indicativo que estes alunos não estavam sensibilizados para a utilização da Internet como um meio de divulgação e acesso de informação? 3175

4 Tabela 1. Resultados ao Questionário de Avaliação da Disciplina Aspectos gerais 1. Senti-me motivado(a) para a disciplina A abordagem e estratégias adoptadas para leccionar a disciplina são interessantes e motivadoras 3. O uso do como meio de contacto com a docente foi útil para mim 4. A resolução das fichas de avaliação ao longo do semestre: 4.1 ajudou-me a estudar regularmente ao longo do semestre aumentou as minhas possibilidades de progresso aumentou as minhas possibilidades de obter uma nota satisfatória 4.4 motivou-me para a disciplina elevou a minha ansiedade relativamente à avaliação Página da disciplina 5. Globalmente, a página da disciplina é útil Os conteúdos da página são suficientes Utilizei a página regularmente A página aumentou o meu interesse pela disciplina Média 4,2 4,0 3,7 4,3 3,9 4,7 Desvio Padrão 0,7 0,0 0,8 0,5 0,9 0,5 3.2 Avaliação feita pelo professor Esta avaliação baseia-se na avaliação descrita no ponto 2.2. No final do semestre, foram compilados os resultados obtidos no presente ano, 2005, Tabela 2. Tabela 2. Resultados finais Eng. Têxtil Eng. Polímeros Eng. Vestuário Total alunos inscritos Alunos com frequência Alunos não avaliados Alunos avaliados Avaliados/inscritos (%) 85,7 65,4 68,4 89,6 32,0 41,7 44,4 70,6 28,6 Exame normal Exame recurso Total de aprovados Aprovados/inscritos (%) 71,4 53,9 31,9 66,7 32,0 25,0 11,1 58,8 14,3 Aprovados/avaliados (%) 83,3 82,4 46,2 74,4 0 60,0 25,0 83,3 50,0 Média notas aprovados 13,0 12,7 11,2 12,0 12,4 13,5 16,0 12,7 12,0 Desvio padrão 2,8 2,5 1,2 2,3 3,2 2, ,1 --- Nota máxima Nota mínina (7) (3) (2) (15) (4) (1) --- (3) --- Na Tabela 2. estão apresentadas as estatísticas normalmente utilizadas, não só para o ano de 2005 com também as estatísticas obtidas nos dois últimos anos, 2003 e Nestes dois anos a 3176

5 avaliação foi baseada totalmente num único exame, 20 valores, feito no final do semestre na época de exames. De salientar que estes três cursos o número de alunos inscritos tem vindo a diminuir, de 48 em 2003 para 24 em 2005 para o caso de Engenharia de Polímeros. Para além das estatísticas a informação referente ao valor das notas para os alunos com aprovação foi acrescentada. Com a análise a esta tabela pretende-se avaliar a aplicação da transformação pedagógica aplicada, isto é, se o comportamento positivo dos alunos durante o processo de implementação da transformação pedagógica se reflecte na avaliação final. Em termos médios, o valor das notas finais à disciplina de Métodos Numéricos para os três cursos de licenciatura em Engenharia não sofreram alteração significativa (aproximadamente 13 valores), Figura nº alunos nº alunos Total alunos Alunos avaliados Total de aprovados Nota Média Aprovados 0 Total alunos Alunos avaliados Total de aprovados Nota Média Aprovados (a) (b) nº alunos Total alunos Alunos avaliados Total de aprovados Nota Média Aprovados (c) Figura 1. Resultados finais obtidos nos anos últimos três anos para os cursos de licenciatura em (a) Engenharia Têxtil, (b) Engenharia de Polímeros e (c) Engenharia do Vestuário, nos anos de 2003, 2004 e

6 4. Conclusões finais Dado o deficiente conhecimento básico de Matemática dos alunos que entram nos cursos de engenharia e dada a sua importância no desenvolvimento e aprendizagem de disciplinas nesta área, neste caso particular a disciplina de Métodos Numéricos, uma experiência de inovação pedagógica foi realizada. Os cursos de engenharia da Universidade do Minho escolhidos para este estudo foram os cursos de Engenharia Têxtil, do Vestuário e de Polímeros. Estes cursos têm um número reduzido de alunos inscritos facilitando a sua implementação. Alterando o método de avaliação, o aluno passa a ter um papel mais activo não só no seu processo de aprendizagem como no seu processo de avaliação, ao longo do semestre. De uma forma indirecta, o torna mais envolvido, mais responsável e motivado para a disciplina. De uma forma geral, os alunos mostraram-se bastante abertos a esta iniciativa, revelando um comportamento positivo na implementação da transformação pedagógica. A utilização dos questionários ajudou na percepção do docente na avaliação da reacção dos alunos. Com os questionários, foi possível identificar que é necessário uma maior divulgação e insistência para uma maior utilização da página da disciplina como um meio, não só de divulgação de informação como de estudo. O índice de aprovação final, comparado com o índice obtido em anos anteriores, não sofreu alteração.significativa. Estes resultados embora não pareçam motivadores na continuação da metodologia de avaliação, a experência foi positiva: os alunos tiveram uma participação activa durante o semestre, foram estímulados não só ao trabalho individual como também colaborativo entre os colegas, foi aumentada a comunicação entre professor/aluno, os alunos tomaram um papel importante do seu processo de avaliação e foram incentivados a utilizar a Internet. 3178

7 Anexo 1. Questionário de Avaliação da Disciplina Avalia os seguintes aspectos da disciplina na seguinte escala: 1- Discordo totalmente 2- Discordo 3- Não concordo nem discordo/ Não tenho uma opinião definida 4- Concordo 5- Concordo totalmente Sugestão: para as suas opções utilize o símbolo (copiar o símbolo e afixá-lo na quadrícula da sua resposta). Aspectos gerais ESCALA 1. Senti-me motivado(a) para a disciplina 2. A abordagem e estratégias adoptadas para leccionar a disciplina são interessantes e motivadoras 3. O uso do como meio de contacto com a docente foi útil para mim 4. A resolução das fichas de avaliação ao longo do semestre 4.1 ajudou-me a estudar regularmente ao longo do semestre 4.2 aumentou as minhas possibilidade de progresso 4.3 aumentou as minhas possibilidades de obter uma nota satisfatória 4.4 motivou-me para a disciplina 4.5 elevou a minha ansiedade relativamente à avaliação Página da disciplina 5. Globalmente, a página da disciplina é útil 6. Os conteúdos da página são suficientes 7. Utilizei a página regularmente 8. A página aumentou o meu interesse pela disciplina Caso pretenda, pode acrescentar comentários ou sugestões relativamente aos aspectos avaliados ou outros que entender relevantes:. 3179

8 Referências bibliográficas VIEIRA, F., P. Alves, van Hattum, N., Albuquerque, P., Silva, E., Barbosa, I., Paiva, M., Fernandes, I., Melo, M.C., Moreira, M.A., Oliveira, L.R, Transformar a pedagogia na universidade: condições de (im)possibilidade. In Actas do VIII Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação. Castelo Branco, Abril R.I.A.P.A., Regulamento sobre Inscrições, Avaliação e Passagem de Ano, mid=57, (2004). 3180

INDAGAR E REFLECTIR PARA MELHORAR. Elisabete Paula Coelho Cardoso Escola de Engenharia - Universidade do Minho elisabete@dsi.uminho.

INDAGAR E REFLECTIR PARA MELHORAR. Elisabete Paula Coelho Cardoso Escola de Engenharia - Universidade do Minho elisabete@dsi.uminho. INDAGAR E REFLECTIR PARA MELHORAR Elisabete Paula Coelho Cardoso Escola de Engenharia - Universidade do Minho elisabete@dsi.uminho.pt Este trabalho tem como objectivo descrever uma experiência pedagógica

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA)

REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA) REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA) CAPÍTULO I REGIME DE FUNCIONAMENTO Artigo 1º - Âmbito O disposto no presente Regulamento aplica-se apenas aos cursos de graduação da Universidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE EDUCAÇÃO BÁSICA

AVALIAÇÃO DO CURSO DE EDUCAÇÃO BÁSICA AVALIAÇÃO DO CURSO DE EDUCAÇÃO BÁSICA Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Educação Básica sobre a ESEC 4 3.2. Opinião

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS Cód. 161007 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MEALHADA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO Ano lectivo 2010-2011 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS A avaliação das crianças e dos alunos (de diagnóstico,

Leia mais

Regulamento da Unidade Curricular de Projecto da. Licenciatura em Biologia Aplicada

Regulamento da Unidade Curricular de Projecto da. Licenciatura em Biologia Aplicada Regulamento da Unidade Curricular de Projecto da Licenciatura em Biologia Aplicada Janeiro de 2008 O presente Regulamento integra um conjunto de princípios básicos e fundamentais de organização da Unidade

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DA GUARDA. Regulamento Geral de Avaliação

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DA GUARDA. Regulamento Geral de Avaliação ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DA GUARDA Artigo 1º (Princípios Gerais) 1- Nos cursos ministrados pela Escola Superior de Educação da Guarda o regime de avaliação orienta-se pelos seguintes princípios gerais:

Leia mais

RELATÓRIO MateMática - 3º ciclo

RELATÓRIO MateMática - 3º ciclo RELATÓRIO MateMática - 3º ciclo 1 1. IDENTIFICAÇÃO DA ACTIVIDADE Este documento é o relatório final da Actividade designada (+) Conhecimento, que se insere na Acção nº 4, designada Competência (+), do

Leia mais

Exercícios Práticos para as Dificuldades de Aprendizagem

Exercícios Práticos para as Dificuldades de Aprendizagem Exercícios Práticos para as Dificuldades de Aprendizagem (Fundamentação Teórica) Trabalho realizado por: Isabel Saraiva Barbosa n.º21666 Universidade Portucalense Porto, Portugal 13 de Junho 2008 Dificuldades

Leia mais

Disciplina: Projecto I Subgrupo: Arquitectura e Sistemas Computacionais / Electrónica e Automação / Redes e Sistemas de Telecomunicações

Disciplina: Projecto I Subgrupo: Arquitectura e Sistemas Computacionais / Electrónica e Automação / Redes e Sistemas de Telecomunicações Curso de Engenharia Electrónica e Redes de Computadores Licenciatura Bi-etápica Disciplina: Projecto I Subgrupo: Arquitectura e Sistemas Computacionais / Electrónica e Automação / Redes e Sistemas de Telecomunicações

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,

Leia mais

Regulamento dos cursos de segundo ciclo integrado na FCTUC

Regulamento dos cursos de segundo ciclo integrado na FCTUC Regulamento dos cursos de segundo ciclo integrado na FCTUC Autorizado na reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico de 2006-10-09, na reunião do Conselho Directivo de 2006-10-13 e na reunião

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM ACTIVIDADE FÍSICA NA GRAVIDEZ E PÓS-PARTO

PÓS-GRADUAÇÃO EM ACTIVIDADE FÍSICA NA GRAVIDEZ E PÓS-PARTO Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Desporto de Rio Maior PÓS-GRADUAÇÃO EM ACTIVIDADE FÍSICA NA GRAVIDEZ E PÓS-PARTO REGULAMENTO Artigo 1.º Designação A Escola Superior de Desporto de

Leia mais

Regulamento do Prémio de Mérito 2011/2012. Enquadramento

Regulamento do Prémio de Mérito 2011/2012. Enquadramento Enquadramento Lei nº 39/2010, de 2 de Setembro «CAPÍTULO VI Mérito escolar Artigo 51.º -A Prémios de mérito 1 Para efeitos do disposto na alínea h) do artigo 13.º, o regulamento interno pode prever prémios

Leia mais

Comunicação e Educação na Formação de Professores (um estudo de caso)

Comunicação e Educação na Formação de Professores (um estudo de caso) Comunicação e Educação na Formação de Professores (um estudo de caso) Lucília Maria P. T. Santos Universidade de Aveiro Resumo O uso e a aplicação de tecnologias da comunicação e informação, TIC, integram

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO MUSICAL NO ENSINO BÁSICO

AVALIAÇÃO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO MUSICAL NO ENSINO BÁSICO AVALIAÇÃO DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO MUSICAL NO ENSINO BÁSICO Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos do Mestrado em Educação Musical

Leia mais

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória:

Leia mais

Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa PREÂMBULO O actual Regulamento Geral de Avaliação (RGA) foi formulado, no essencial, em 2009 e reformulado em 2010. Teve

Leia mais

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores

Serviços de Acção Social do IPVC. Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores Aprovadas pelo Conselho de Acção Social do IPVC em 1 de Fevereiro de 2011 Serviços de Acção Social do IPVC Normas de funcionamento da Bolsa de Colaboradores O Conselho de Acção Social do Instituto Politécnico

Leia mais

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Évora A.1.a. Outra(s)

Leia mais

Regulamento de Avaliação de Desempenho dos Docentes da Universidade Europeia

Regulamento de Avaliação de Desempenho dos Docentes da Universidade Europeia Regulamento de Avaliação de Desempenho dos Docentes da Universidade Europeia CAPITULO I Disposições gerais Artigo 1º Objecto 1. O presente regulamento tem como objectivo definir o processo de avaliação

Leia mais

CAPÍTULO I. Objectivos e Definição. Artigo 1º. Objectivos

CAPÍTULO I. Objectivos e Definição. Artigo 1º. Objectivos REGULAMENTO DA DISCIPLINA DE ESTÁGIO INTEGRADO EM CONTABILIDADE LICENCIATURA EM GESTÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR CAPÍTULO I Objectivos e Definição Artigo 1º

Leia mais

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ANEXO III REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente regulamento de avaliação de desempenho aplica-se a todos os docentes que se encontrem integrados na carreira. 2 - A avaliação

Leia mais

Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar. e no Ensino Básico Relatório-Síntese. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora

Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar. e no Ensino Básico Relatório-Síntese. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no Ensino Básico Relatório-Síntese Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N.º 1 DE ÉVORA CÓDIGO 135537 CONCELHO DE ÉVORA DELEGAÇÃO REGIONAL

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE CONSERVATÓRIO REGIONAL DE GAIA Ano Letivo 2013 2014 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE Regulamento Artigo 1.º Âmbito 1. O presente Regulamento de Avaliação de Desempenho aplica-se a todos os docentes com

Leia mais

FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE PARTE A (a preencher pelo coordenador do departamento curricular ou pelo conselho executivo se o avaliado for coordenador de um departamento curricular)

Leia mais

INSTITUTO INÁCIO DE LOYOLA CERNACHE COIMBRA. nep.010.1 Página 1 de 9

INSTITUTO INÁCIO DE LOYOLA CERNACHE COIMBRA. nep.010.1 Página 1 de 9 COLÉGIO DA IMACULADA CONCEIÇÃO REGULAMENTO Serviços de Psicologia e de Orientação INSTITUTO INÁCIO DE LOYOLA CERNACHE COIMBRA nep.010.1 Página 1 de 9 Índice Índice... 2 1. Definição dos Serviços... 3 2.Objectivos....3

Leia mais

PROJETO LÍNGUA DE FORA

PROJETO LÍNGUA DE FORA DESCRIÇÃO PROJETO LÍNGUA DE FORA O, de responsabilidade dos professores da disciplina de estágio supervisionado das línguas espanhola, francesa e inglesa, corresponde a 50 horas de estágio, das 200 horas

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO

AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO AVALIAÇÃO DO CURSO DE TURISMO Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Turismo sobre a ESEC 4 3.2. Opinião dos alunos sobre

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PROJECTO APLICADO Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PROJECTO APLICADO Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular PROJECTO APLICADO Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Contabilidade 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Departamento da Educação Pré Escolar CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática

Leia mais

Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica

Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica Relatórios dos Docentes Desempenho do Curso Ano Lectivo 2012/2013 Curso de Licenciatura em Engenharia Mecânica Relatório de Desempenho do Curso Ano Lectivo

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ZOOTÉCNICA / PRODUÇÃO ANIMAL

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ZOOTÉCNICA / PRODUÇÃO ANIMAL REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM ENGENHARIA ZOOTÉCNICA / PRODUÇÃO ANIMAL Ao abrigo do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, e do disposto na Deliberação nº 1487/2006 de 26 de Outubro, da

Leia mais

R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 )

R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 ) R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 ) Tendo iniciado no presente ano lectivo 2005/2006 o funcionamento da plataforma Moodle na Universidade Aberta, considerou-se

Leia mais

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES MODELO DE RELATÓRIO DE ACTIVIDADES AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE Nome: Escola: MODELO NORMALIZADO DE RELATÓRIO DE ACTIVIDADES NOME: ESCOLA: UTC: Categoria:

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE Apresentação geral do Decreto Regulamentar (a publicar em breve) - diferenciação; Princípios orientadores - distinção pelo mérito (diferenciação pela positiva);

Leia mais

Relatório de Monitorização Pedagógica

Relatório de Monitorização Pedagógica Relatório de Monitorização Pedagógica Inquérito aos Alunos do 1º Ciclo 2011/2012 1º Semestre Janeiro 2012 Ficha Técnica ISCTE Instituto Universitário de Lisboa Edição Gabinete de Estudos, Avaliação, Planeamento

Leia mais

AULA. Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE. npmeneses@gmail.com. Doutora Sónia Rolland Sobral

AULA. Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE. npmeneses@gmail.com. Doutora Sónia Rolland Sobral MOTIVAÇÃO DE ALUNOS COM E SEM UTILIZAÇÃO DAS TIC EM SALA DE AULA Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE npmeneses@gmail.com Doutora Sónia Rolland Sobral UNIVERSIDADE PORTUCALENSE

Leia mais

Regulamento do curso de Mestrado em Engenharia Industrial

Regulamento do curso de Mestrado em Engenharia Industrial Regulamento do curso de Mestrado em Engenharia Industrial REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA INDUSTRIAL Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação) 1. O presente Regulamento dá cumprimento ao

Leia mais

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA

CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA CURSO DE GESTÃO BANCÁRIA PLANO CURRICULAR A análise referente ao Programa de Ensino e, em particular ao conteúdo do actual Plano de Estudos (ponto 3.3. do Relatório), merece-nos os seguintes comentários:

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento Engenharia Civil Secção Planeamento e Urbanismo Teóricas Curso Engenharia Civil ECTS 4,0 Teóricopráticas Distribuição das horas de contacto Trabalho Práticas e de Seminário Estágio Laboratoriais

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO (2º CICLO) EM MATEMÁTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ao abrigo do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de Março, e do disposto na Deliberação nº 1487/2006 da Reitoria da Universidade

Leia mais

Mestrado em Sistemas de Informação. Regulamento

Mestrado em Sistemas de Informação. Regulamento Mestrado em Sistemas de Informação Regulamento Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º Introdução 1 - O presente Regulamento fixa as condições de funcionamento do ciclo de estudos conducente ao grau de

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA 11ª, 12ª e 13ª classes Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Metodologia do Ensino de Educação

Leia mais

PROJETO DE ACOMPANHAMENTO DE DESPORTO ESCOLAR

PROJETO DE ACOMPANHAMENTO DE DESPORTO ESCOLAR UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA ESCOLA SECUNDÁRIA FERNANDO NAMORA Ano Letivo 2012/2013 PROJETO DE ACOMPANHAMENTO DE DESPORTO ESCOLAR - Badminton - Orientadores: Professor

Leia mais

REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM ANIMAÇÃO DIGITAL

REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM ANIMAÇÃO DIGITAL REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM ANIMAÇÃO DIGITAL CAPÍTULO I GRAU DE MESTRE Artigo 1.º Criação A ESAP Guimarães confere o grau de Mestre em Animação Digital. O ciclo de estudos

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO EXPERIMENTAL EM BIOLOGIA MARINHA DO MESTRADO EM BIOLOGIA MARINHA

REGULAMENTO DE TRABALHO EXPERIMENTAL EM BIOLOGIA MARINHA DO MESTRADO EM BIOLOGIA MARINHA REGULAMENTO DE TRABALHO EXPERIMENTAL EM BIOLOGIA MARINHA DO MESTRADO EM BIOLOGIA MARINHA INTRODUÇÃO A unidade curricular Trabalho Experimental em Biologia Marinha, adiante designada TEBM, é uma unidade

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA 2007/2008 DEPARTAMENTO Secção Autónoma de Ciências da Saúde 1. INTRODUÇÃO Em 2003 foi criado o Mestrado em Geriatria e Gerontologia, que se iniciou no

Leia mais

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Florin Zamfir 1, Fernando Delgado 2 e Óscar Mealha 1 1 Universidade de Aveiro Departamento de Comunicação e

Leia mais

E S C O L A S U P E R I O R A G R Á R I A

E S C O L A S U P E R I O R A G R Á R I A Licenciatura em Engenharia Alimentar Ref.ª : 1322004 Ano lectivo: 2009-10 DESCRITOR DA UNIDADE CURRICULAR ECONOMIA AGRO-ALIMENTAR FOOD ECONOMICS 1. Unidade Curricular: 1.1 Área científica: 31 4 Economia

Leia mais

Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra

Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra Artigo 1.º Âmbito O presente Regulamento fixa as normas gerais relativas a matrículas e inscrições nos cursos do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra. Artigo 2.º Definições De

Leia mais

formativa e das atividades de ensino e de aprendizagem nela desenvolvidas;

formativa e das atividades de ensino e de aprendizagem nela desenvolvidas; Índice 1- ENQUADRAMENTO... 2 2- METODOLOGIA... 3 3- INSTRUMENTOS... 4 3.1. Ficha da unidade curricular... 4 3.2. Inquéritos de apreciação ensino/aprendizagem... 4 3.3. Formulários... 4 3.4. Dossiers...

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA

AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO E DESIGN MULTIMÉDIA Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Comunicação e Design Multimédia

Leia mais

REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM DESENHO

REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM DESENHO REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM DESENHO CAPÍTULO I GRAU DE MESTRE Artigo 1.º Criação A ESAP - Guimarães confere o grau de Mestre em Desenho com Especialização em Prática

Leia mais

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO

INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA AFERIÇÃO EFECTIVIDADE DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS PROJECTO ESSE Orientações para as visitas às escolas 1 Introdução As visitas às escolas realizadas segundo o modelo

Leia mais

Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores

Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores O Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, recentemente aprovado,

Leia mais

Ministério da Defesa Nacional Marinha. Escola Naval REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS DISCENTES DOS CICLOS DE ESTUDOS DA ESCOLA NAVAL

Ministério da Defesa Nacional Marinha. Escola Naval REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS DISCENTES DOS CICLOS DE ESTUDOS DA ESCOLA NAVAL Ministério da Defesa Nacional Marinha Escola Naval REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS DISCENTES DOS CICLOS DE ESTUDOS DA ESCOLA NAVAL Dezembro 2015 Índice por artigos CAP I Princípios gerais 1 Corpo discente

Leia mais

RELATÓRIO-SÍNTESE DE AVALIAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES CURRICULARES

RELATÓRIO-SÍNTESE DE AVALIAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES CURRICULARES RELATÓRIO-SÍNTESE DE AVALIAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES CURRICULARES ANO LECTIVO 2011/2012 ÍNDICE 1. Introdução... 3 2. Avaliação do Funcionamento das Unidades Curriculares... 4 1º Semestre - Resultados

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM 2010 MESTRADO EM ACTIVIDADE FÍSICA EM POPULAÇÕES ESPECIAIS

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM 2010 MESTRADO EM ACTIVIDADE FÍSICA EM POPULAÇÕES ESPECIAIS Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Desporto de Rio Maior MESTRADO EM REGULAMENTO Artigo 1.º Designação A Escola Superior de Desporto de Rio Maior (ESDRM) do Instituto Politécnico de Santarém

Leia mais

CONCLUSÕES. 2. Funcionamento do Núcleo de Educação Especial

CONCLUSÕES. 2. Funcionamento do Núcleo de Educação Especial CONCLUSÕES Analisados os documentos considerados necessários, ouvidos docentes, encarregado de educação e órgão de administração e gestão, e após a observação directa dos apoios prestados, concluiu-se

Leia mais

GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA. José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO

GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA. José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO Resumo A Reorganização Curricular formalmente estabelecida pelo Decreto-lei

Leia mais

REGULAMENTO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

REGULAMENTO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA REGULAMENTO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOS CURSOS DE MESTRADO QUE CONFEREM HABILITAÇÃO PROFISSIONAL PARA A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E NO ENSINO BÁSICO O presente regulamento estabelece o enquadramento

Leia mais

CONCURSO. A nossa escola pela não violência

CONCURSO. A nossa escola pela não violência CONCURSO A nossa escola pela não violência O concurso A nossa escola pela não violência pretende premiar produtos e acções de sensibilização produzidos por alunos e alunas do 3º Ciclo do Ensino Básico

Leia mais

Projecto de Lei n.º 54/X

Projecto de Lei n.º 54/X Projecto de Lei n.º 54/X Regula a organização de atribuição de graus académicos no Ensino Superior, em conformidade com o Processo de Bolonha, incluindo o Sistema Europeu de Créditos. Exposição de motivos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA / PÓS- GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL DOMINIO COGNITIVO E MOTOR

AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA / PÓS- GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL DOMINIO COGNITIVO E MOTOR AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA / PÓS- GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL DOMINIO COGNITIVO E MOTOR Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião

Leia mais

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma*

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Glória Macedo, PQND do 4º Grupo do 2º Ciclo do EB e Formadora do CFAE Calvet de Magalhães, Lisboa A Reorganização Curricular do Ensino Básico

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO FÍSICA

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 7ª, 8ª e 9ª classes 1º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Educação Física - 7ª, 8ª e 9ª classes EDITORA: INIDE IMPRESSÃO: GestGráfica, S.A. TIRAGEM:

Leia mais

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA Artigo 1.º (disposições gerais) 1. O presente Regulamento obedece aos princípios consignados nos diversos normativos que a tutela legislou

Leia mais

Agrupamento de Escolas Professor Noronha Feio

Agrupamento de Escolas Professor Noronha Feio Avaliação efectuada pelo Coordenador e Departamento de ducação special Grelha de Avaliação da Observação da Aula Avaliado: Avaliador: Disciplina/Área Data / / A Preparação e organização das actividades

Leia mais

AVALIAÇÃO INTERNA DO AGRUPAMENTO. Agrupamento de Escolas nº2 de Beja - Mário Beirão

AVALIAÇÃO INTERNA DO AGRUPAMENTO. Agrupamento de Escolas nº2 de Beja - Mário Beirão AVALIAÇÃO INTERNA DO AGRUPAMENTO Agrupamento de Escolas nº2 de Beja - Mário Beirão Índice Introdução Objectivos Metodologia de Trabalho Áreas de Trabalho/ Conclusões Estruturas Formais Estruturas FísicasF

Leia mais

Turma 10º ano C/D. Período: 2º Nº de alunos: 27 Local: A1 Data: 01/02/2010 Hora: 11:40 Duração: 90. 14 Bolas de rítmica

Turma 10º ano C/D. Período: 2º Nº de alunos: 27 Local: A1 Data: 01/02/2010 Hora: 11:40 Duração: 90. 14 Bolas de rítmica Escola Secundária Frei Heitor Pinto da Covilhã PLANO DE AULA Turma 10º ano C/D Aula nº: 34 Unidade Didáctica Atletismo lançamento do peso Período: 2º Nº de alunos: 27 Local: A1 Data: 01/02/2010 Hora: 11:40

Leia mais

DIMENSÃO DE CONSTRUÍDO

DIMENSÃO DE CONSTRUÍDO Ano letivo 2013-2014 Programa de Apoio à Avaliação do Sucesso Académico DIMENSÃO DE CONSTRUÍDO (Avaliação Formativa) REFERENCIAL IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ESCOLAR Agrupamento de Escolas D. Sancho I

Leia mais

Sistemas de Informação para a Sociedade da Informação e do Conhecimento. Luís Manuel Borges Gouveia lmbg@ufp.pt

Sistemas de Informação para a Sociedade da Informação e do Conhecimento. Luís Manuel Borges Gouveia lmbg@ufp.pt Sistemas de Informação para a Sociedade da Informação e do Conhecimento Luís Manuel Borges Gouveia lmbg@ufp.pt Versão 4.6-2º semestre 2003/04 1996-2004 LMBG, Universidade Fernando Pessoa baseado nos acetatos

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Propriedade Industrial

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Propriedade Industrial INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico / / Aprovação do Conselho Técnico-Científico / / Ficha de Unidade Curricular

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular CONTABILIDADE FINANCEIRA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular CONTABILIDADE FINANCEIRA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular CONTABILIDADE FINANCEIRA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Economia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

PROGRAMA DE FUTEBOL 10ª Classe

PROGRAMA DE FUTEBOL 10ª Classe PROGRAMA DE FUTEBOL 10ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Disciplina de Educação Física Ficha Técnica Título Programa de Futebol - 10ª Classe Formação de Professores do 1º

Leia mais

C406. Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico

C406. Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico Plano de Formação para a Certificação de Competências TIC Nível 2-2010 C406. Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico - TURMA C - Formadores: Eunice Macedo

Leia mais

Instituto Superior de Saúde do Alto Ave RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO LICENCIATURA EM FISIOTERAPIA

Instituto Superior de Saúde do Alto Ave RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO LICENCIATURA EM FISIOTERAPIA RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO LICENCIATURA EM FISIOTERAPIA Período de Referência: Ano letivo 2012/2013 Novembro de 2013 Índice Geral INTRODUÇÃO...1 Capítulo I. Elaboração do Relatório de Autoavaliação...2

Leia mais

O ENSINO DE MECANIZAÇÃO AGROFLORESTAL APÓS O PROCESSO DE CONVERGÊNCIA NO ESPAÇO EUROPEU DE ENSIO SUPERIOR

O ENSINO DE MECANIZAÇÃO AGROFLORESTAL APÓS O PROCESSO DE CONVERGÊNCIA NO ESPAÇO EUROPEU DE ENSIO SUPERIOR O ENSINO DE MECANIZAÇÃO AGROFLORESTAL APÓS O PROCESSO DE CONVERGÊNCIA NO ESPAÇO EUROPEU DE ENSIO SUPERIOR (Processo de Bologna) SEIS ANOS DE EXPERIÊNCIA Almeida, Arlindo Departamento de Produção e Tecnologia

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA 2007/2008 DEPARTAMENTO Engenharia Mecânica/Electrónica, Telecomunicações e Informática (9163) 1. INTRODUÇÃO Transição curricular dos alunos dos cursos

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA

REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA CAPÍTULO I Objecto e conceitos Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento estabelece as normas aplicáveis

Leia mais

Processo de Bolonha. Regime de transição na FCTUC

Processo de Bolonha. Regime de transição na FCTUC Processo de Bolonha Regime de transição na FCTUC Aprovado na Comissão Coordenadora do Conselho Pedagógico a 20 de Setembro de 2006, na Comissão Coordenadora do Conselho Científico a 22 de Setembro de 2006,

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 2º E 3º CICLOS DE GIL VICENTE. CURSOS PROFISSIONAIS Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho (Proposta de trabalho)

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 2º E 3º CICLOS DE GIL VICENTE. CURSOS PROFISSIONAIS Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho (Proposta de trabalho) ESCOLA SECUNDÁRIA COM 2º E 3º CICLOS DE GIL VICENTE CURSOS PROFISSIONAIS Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho (Proposta de trabalho) Âmbito e Definição Artigo 1º 1. O presente documento regula

Leia mais

Proposta de MM-FEUP. de Recursos Educativos. Multimédia. Arte e Comunicação Multimédia. Página 1

Proposta de MM-FEUP. de Recursos Educativos. Multimédia. Arte e Comunicação Multimédia. Página 1 Proposta de Projecto Integração de Recursos Educativos Multimédia Arte e Comunicação Multimédia.: Proposta de Projecto :. Integração de Conteúdos Educativos Multimédia Título Proposta de Projecto Integração

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM DESPORTO DA ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM DESPORTO DA ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM DESPORTO DA ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Artigo 1.º Natureza e âmbito de aplicação 1. O curso pretende atingir os objectivos

Leia mais

RESUMO DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

RESUMO DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ano lectivo de 2014 / 2015 RESUMO DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2º e 3º Ciclo e Ensino Secundário Os docentes: Rui Francisco Óscar Pinto Teresa Manso Fiúza Julho / 2014 CRITÉRIOS

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA 2007/2008 DEPARTAMENTO Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial CURSO Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2.º Ciclo) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas

Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas Observação das aulas Algumas indicações para observar as aulas OBJECTVOS: Avaliar a capacidade do/a professor(a) de integrar esta abordagem nas actividades quotidianas. sso implicará igualmente uma descrição

Leia mais

Regulamento de Avaliação e Frequência 2014

Regulamento de Avaliação e Frequência 2014 Regulamento de Avaliação e Frequência 2014 Suzano, 2014 CURSOS DE GRADUAÇÃO ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS CONTÁBEIS EDUCAÇÃO FÍSICA ENGENHARIA AMBIENTAL FARMÁCIA FISIOTERAPIA NUTRIÇÃO Índice Assunto Página ARTIGO

Leia mais

Escola Secundária c/ 3º ciclo do Fundão. Palavras-chave: transição, instrução, empenhamento motor, exemplificação, comunicação.

Escola Secundária c/ 3º ciclo do Fundão. Palavras-chave: transição, instrução, empenhamento motor, exemplificação, comunicação. Escola Secundária c/ 3º ciclo do Fundão Quinta-feira 05 De Novembro de 2009 Turma: 12ºCSEAV --» Aula do professor estagiário Nuno Rodrigues. Palavras-chave: transição, instrução, empenhamento motor, exemplificação,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO E INTERVENÇÃO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E Ano Lectivo 2012/2013 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado

Leia mais

Aprender com o scratch. E.B. 2,3 José Afonso, Alhos Vedros Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática

Aprender com o scratch. E.B. 2,3 José Afonso, Alhos Vedros Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática Aprender com o scratch Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática 2012 Aprender com o scratch Filomena Benavente e Ricardo Costa 2012 Designação: Aprender com o scratch Enquadramento curricular

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA Acção de formação Módulo, curso, curso livre, curso multidisciplinar ou seminário realizado no âmbito da Educação Contínua ou da Aprendizagem

Leia mais

CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTE. Regulamento de Estágio

CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTE. Regulamento de Estágio CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTE Regulamento de Estágio 1. Objectivo Na unidade curricular Estágio, que consta do 6º semestre do plano de estudos da Licenciatura em Engenharia Ambiente, pretende-se que o estudante

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA Plano Estratégico de Melhoria 2011-2012 Uma escola de valores, que educa para os valores Sustentabilidade, uma educação de, e para o Futuro 1. Plano Estratégico

Leia mais

Indicamos inicialmente os números de cada item do questionário e, em seguida, apresentamos os dados com os comentários dos alunos.

Indicamos inicialmente os números de cada item do questionário e, em seguida, apresentamos os dados com os comentários dos alunos. Os dados e resultados abaixo se referem ao preenchimento do questionário Das Práticas de Ensino na percepção de estudantes de Licenciaturas da UFSJ por dez estudantes do curso de Licenciatura Plena em

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo. Ano letivo 2012/2013

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo. Ano letivo 2012/2013 RELATÓRIO FINAL DE EXECUÇÃO DO PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES RELATIVO A 2012/2013 1 - Enquadramento O presente relatório tem enquadramento legal no artigo 13.º alínea f, do Decreto -Lei nº 75/2008, de 22

Leia mais

Manual do facilitador

Manual do facilitador Manual do facilitador Introdução Este manual faz parte do esforço para institucionalizar o sistema de informação de uma maneira coordenada a fim de que as informações possam ser de acesso de todos que

Leia mais

2010/2011. Instituto de S. Tiago, Cooperativa de Ensino C.R.L.

2010/2011. Instituto de S. Tiago, Cooperativa de Ensino C.R.L. Plano de 2010/2011 Instituto de S. Tiago, Cooperativa de Ensino C.R.L. Plano de de Pessoal Docente e Não Docente 2010/11 INTRODUÇÃO O Plano de do Instituto de S. Tiago surge da cooperação entre todas as

Leia mais