PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2014

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1 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL - SENAI DEPARTAMENTO REGIONAL DO RIO GRANDE DO SUL PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2014 Porto Alegre, Março de 2015

2 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL - SENAI DEPARTAMENTO REGIONAL DO RIO GRANDE DO SUL PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2014 Relatório de Gestão do exercício de 2014 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como Prestação de Contas Anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da IN TCU nº 63/2010, IN TCU nº 72/2013, DN TCU nº 134/2013, DN TCU nº 139/2014, DN TCU nº 140/2014, Portaria TCU nº 90/2014 e da Portaria CGU nº 650/2014. Porto Alegre, Março de 2015

3 SUMÁRIO SUMÁRIO... 2 LISTA DE QUADROS, RELAÇÕES, GRÁFICOS, DECLARAÇÕES, ETC IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UNIDADE Identificação da Entidade Introdução Identificação da Norma de Criação e das demais Normas, Regulamentos e Manuais Relacionados à Gestão e à Estrutura da Entidade Finalidade e Competências Institucionais da Entidade Identificação e Descrição Sucinta dos Setores da Economia Local ou Nacional Abrangidos pela Atuação da Entidade no Exercício Organograma Funcional Diretor Regional DR Diretoria de Operações DIOPE Assessoria de Gestão Estratégica AGE Gerência de Apoio Operacional GEAP Gerência de Desenvolvimento Educacional GDE Gerência de Relações com o Mercado GEREM Gerência de Articulação e Cooperação GEAC Gerência de Educação Profissional e Tecnológica GEPTEC Gerência de Tecnologia e Inovação GEITEC PLANEJAMENTO E RESULTADOS ALCANÇADOS Planejamento Estratégico da Entidade Estratégias de Atuação Frente aos Objetivos Estratégicos Execução Física e Financeira Plano da Entidade Execução Física das Ações Realizadas pela Entidade Apresentados por Focos Estratégicos Foco Estratégico - Educação Foco Estratégico - Tecnologia e Inovação Foco Estratégico - Desempenho do Sistema Execução Física das Ações Realizadas pela Entidade Focos Estratégicos Execução Física e Financeira das ações da LOA Indicadores ESTRUTURAS DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO Estrutura de Governança Atuação da Unidade de Auditoria Interna

4 3.3 Sistema de Correição Avaliação do Funcionamento dos Controles Internos Relação dos Principais Dirigentes e Membros do Conselho Remuneração Paga aos Administradores PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Demonstração da Receita Informações Sobre a Execução Orçamentária e Financeira da Despesa Programação das Despesas Despesas Totais da Entidade Informações sobre contratos Informações Sobre os Dez Maiores Contratos Firmados Informações Sobre os Dez Maiores Favorecidos no Exercício Informações Sobre Empresas Transferências de Recursos Transferências de Recursos a Terceiros Transferências de Recursos do Departamento Nacional aos Regionais GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS Estrutura de Pessoal da Unidade Composição do Quadro de Pessoal Demonstração da Força de Trabalho à Disposição do SENAI-RS Situações que Reduzem a Força de Trabalho Efetiva do SENAI-RS Qualificação da Força de Trabalho Qualificação do Quadro de Pessoal do SENAI-RS Segundo a Idade Qualificação do Quadro de Pessoal do SENAI-RS Segundo a Escolaridade Demonstração dos Custos de Pessoal do SENAI-RS Composição do Quadro de Empregados Inativos e Pensionistas Indicadores Gerenciais Sobre Recursos Humanos Terceirização de Mão de Obra Empregada e Contratação de Estagiários Informações sobre a Contratação de Serviços de Limpeza, Higiene e Vigilância Ostensiva do SENAI-RS Informações sobre Locação de Mão de Obra para Atividades não Abrangidas pelo Plano de Cargos do SENAI-RS Composição do Quadro de Estagiários Desoneração da folha de pagamento propiciada pelo art. 7º da lei /2011 e pelo art. 2º do decreto 7.828/ GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO Gestão da Frota de Veículos Próprios e Locados de Terceiros

5 6.2 Gestão do Patrimônio Imobiliário Distribuição dos Bens Imóveis Próprios Distribuição dos Bens Imóveis Locados de Terceiros GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Gestão da Tecnologia da Informação (TI) GESTÃO AMBIENTAL DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis ATENDIMENTO DE DEMANDA DE ÓRGÃOS DE CONTROLE Tratamento de Deliberações Exaradas em Acórdão do TCU Tratamento de Recomendações do Órgão de Controle Interno (OCI) Demonstração de Adoção de Medidas Administrativas para Apurar Responsabilidade por Ocorrência de Dano ao Erário INFORMAÇÕES CONTÁBEIS Informações Sobre a Adoção de Critérios e Procedimentos Estabelecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público NBC T 16.9 e NBC T Depreciação, Amortização, Exaustão e Mensuração de Ativos e Passivos Demonstrações Contábeis e Notas Explicativas previstas na Lei nº 4.320/1964 e pela NBC T 16.6 Aprovada pela Resolução CFC nº 1.133/ Relatório da Auditoria Independente RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE Medidas Adotadas pelos Órgãos ou Entidades com Vistas ao Cumprimento das Normas Relativas à Acessibilidade OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO Metas de Educação e Gratuidade Anexos III. RELATÓRIOS E PARECERES DE INSTÂNCIAS QUE DEVAM SE PRONUNCIAR SOBRE AS CONTAS OU SOBRE A GESTÃO, DE ACORDO COM PREVISÃO LEGAL, REGIMENTAL OU ESTATUTÁRIA

6 LISTA DE QUADROS, RELAÇÕES, GRÁFICOS, DECLARAÇÕES, ETC Quadro 1 Identificação da Entidade Quadro 2 Organograma Funcional Quadro 3 Mapa Estratégico do SENAI-RS Quadro 4 Objetivos e Indicadores do Mapa Estratégico Quadro 5 Foco Estratégico Educação Quadro 6 Execução Orçamentária do Foco Estratégico Educação Quadro 7 Identificação do Foco Estratégico em Tecnologia e Inovação Quadro 8 Execução Orçamentária do Foco Estratégico Tecnologia e Inovação Quadro 9 Identificação do Foco Estratégico Desempenho do Sistema Quadro 10 Execução Orçamentária do Foco Estratégico Desempenho do Sistema Quadro 11 Execução Física e Orçamentária das Ações Realizadas pela Entidade Quadro 12 Execução Orçamentária das Ações Realizadas pela UJ Quadro 13 Indicadores Institucionais Quadro 14 Indicadores Institucionais por Foco Estratégico Quadro 15 Mecanismos de Controle dos Processos de Gestão e Operação Quadro 16 Organograma da Auditoria Interna do Sistema FIERGS Quadro 17 Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ Quadro 18 Dirigentes e Membros do Conselho Regional Quadro 19 Demonstração da Receita Prevista e Arrecadada Quadro 20 Demonstração das Despesas Correntes Quadro 21 Demonstração das Despesas de Capital Quadro 22 Demonstração das Reservas de Contingência Quadro 23 Execução das Despesas da Entidade Exercício Quadro 24 Execução das Despesas da Entidade Exercício Quadro 25 Ranking dos Contratos Firmados Exercício Quadro 26 Ranking dos Maiores Favorecidos Exercício Quadro 27 Empresas Contratadas para Execução de Obras de Engenharia Quadro 28 Transferências de Recursos a Terceiros Quadro 29 Força de Trabalho da UJ Situação Apurada em 31/12/ Quadro 30 Situações que Reduzem a Força de Trabalho da UJ Situação em 31/12/ Quadro 31 Quantidade de Empregados da UJ por Faixa Etária Situação Apurada em 31/12/ Quadro 32 Quantidade de Empregados da UJ por Nível de Escolaridade Situação Apurada em 31/12/ Quadro 33 Quadro de Custos de Pessoal no Exercício de Referência e nos Dois Anteriores 55 5

7 Quadro 34 Contratos Firmados para Prestação de Serviços de Limpeza e Higiene e Vigilância Ostensiva Quadro 35 Contratos de Prestação de Serviços com Locação de Mão de Obra Quadro 36 Composição do Quadro de Estagiários Quadro 37 Informações da Frota de Veículos de Propriedade da UJ Quadro 38 Informações da Frota de Veículos Contratada de Terceiros Total Fleet Quadro 39 Informações da Frota de Veículos Contratada de Terceiros Ouro Verde Quadro 40 Informações da Frota de Veículos Contratação Eventual Quadro 41 Distribuição Espacial dos Bens Imóveis Próprios Quadro 42 Distribuição dos Bens Imóveis Locados de Terceiros Quadro 43 Relação dos Sistemas Computacionais Quadro 44 Relação dos Sistemas Computacionais Identificados como Necessidades do SENAI-RS Quadro 45 Gestão da Tecnologia da Informação da UJ Quadro 46 Tratamento de Deliberações Exaradas em Acórdão do TCU Quadro 47 Tratamento das Recomendações Feitas pelo Órgão de Controle Interno OCI 73 Quadro 48 Aplicação dos Dispositivos da NBC T 16.9 e NBC T Quadro 49 Depreciação e Amortização Acumulada no Exercício Quadro 50 Metodologia Adotada para Estimar a Vida Útil Econômica do Ativo Quadro 51 Quadro Resumo das Unidades do SENAI/RS Quadro 52 Acessibilidade das Unidades do SENAI/RS Quadro 53 Metas de Educação e Gratuidade

8 LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS Sigla AEP AGE ANATEL API APROSOL ART. AUDIN CEP CFC CGU CIERGS CLT CNAE CNPJ CPC CR CT CTS DAF DIOPE DIRET DN DOT DR EBEP EEP EP EPP ERP ETD FATEC FIERGS FLS GDAF GDE GEAC GEAP GECON GEITEC GEMARK GENGE Identificação Agência de Educação Profissional Assessoria de Gestão Estratégica Agência Nacional de Telecomunicações Acompanhamento dos Procedimentos Internos Associação Pro Desenvolvimento do Município de Soledade Artigo Auditoria Interna Centro de Educação Profissional Conselho Federal de Contabilidade Controladoria Geral da União Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul Consolidação das Leis do Trabalho Classificação Nacional da Atividade Econômica Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica Comitê de Pronunciamentos Contábeis Conselho Regional Centro Tecnológico Comitês Técnicos Setoriais Diretoria Administrativo-Financeira Diretoria de Operações Diretoria de Educação e Tecnologia do Sistema FIERGS/CIERGS Decisão Normativa Dotação Departamento Regional; Diretor Regional; Diretoria Regional Educação Básica e Profissional Escola de Educação Profissional Educação Profissional Empresa de Pequeno Porte Enterprise Resource Planning Ensino, Treinamento e Desenvolvimento Faculdade de Tecnologia Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul Folhas Gerência da Divisão Administrativo-Financeiro Gerencia de Desenvolvimento Educacional Gerencia de Articulação e Cooperação Gerência de Apoio Operacional Gestão de Controladoria Gerência de Tecnologia e Inovação Gestão de Marketing de Negócios Gestão de Engenharia 7

9 Sigla GENSC GEPES GEPTEC GEREM GESAD GESUP GINFO IBM IEL IN ISIS ISO ISTS KM LDO LOA MEG MTE NA / N/A NBC NBC T 10 NBC T NBC T 16.6 NBC T 16.9 ND / N/D Identificação Gerência Geral dos Núcleos de Serviços Compartilhados Gestão de Pessoas Gerência de Educação Profissional e Tecnológica Gerência de Relações com o Mercado Gestão de Serviços Administrativos Gestão de Suprimentos Gestão de Informática International Business Machines Instituto Euvaldo Lodi Instrução Normativa Institutos Senai de Inovação Inovação Institutos Senai de Tecnologia Quilometro Lei de Diretrizes Orçamentárias Lei Orçamentária Anual Modelo de Excelência da Gestão Ministério do Trabalho e Emprego Não Aplicável Normas Brasileiras de Contabilidade Normas Brasileiras de Contabilidade Dos Aspectos Contábeis Específicos Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Demonstrações Contábeis Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Depreciação, Amortização e Exaustão Não Disponível Nº Número NSCS NSCs OCI Oms PC PCDs PGQP PMP PPP PRONATEC RH RLC RQ RS SA SAEP Núcleo de Serviços Compartilhados Núcleos de Serviços Compartilhados Órgão de Controle Interno Oportunidades de Melhorias Peça Contábil Pessoas com Deficiências Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade Plano de Metas Plurianual Plano Permanente de providências Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Recursos Humanos Regulamento de Licitações e Contratos Representante da Qualidade Rio Grande do Sul Sociedade Anônima Sistema de Avaliação da Educação Profissional 8

10 Sigla SAG SAGRI SAPES SATT SC SCOP SDV SENAI SENAI DN SENAI DR/RS SESI SGE SGI SGQ SIAFI SIAP SIORG SIS SOGI STT TCU TI UG UJ UNIJUR UNIREI UO's Identificação Sistema de Avaliação da Gestão do PGQP Sistema de Avaliação da Gestão e Resultados da Inovação Sistema de Acompanhamento Permanente de Egressos SENAI Sistema de Apropriação de Serviços Técnicos e Tecnológicos do SENAI Solicitação de Compras Sistema de Controle de Produção do SENAI Solicitação de Viagem Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Nacional Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional do Rio Grande do Sul Serviço Social da Indústria Sistema de Gestão Estratégica Sistemas de Gestão Integrados Sistema de Gestão da Qualidade Sistema Integrado da Administração Financeira do Governo Federal Sistema de Avaliação da Educação Profissional Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal Sistema Integrado Senai Sistema Operacional Gerencial Integrado Serviços Técnicos e Tecnológicos Tribunal de Contas da União Tecnologia de Informação Unidade Gestora Unidade Jurisdicionada Unidade Jurídica Unidade de Relacionamento com a Indústria Unidades Operacionais 9

11 ANEXO II DA DECISÃO NORMATIVA TCU Nº 134, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2013 CONTEÚDO DO RELATÓRIO DE GESTÃO PARTE C UNIDADES JURISDICIONADAS COM RELATÓRIOS DE GESTÃO CUSTOMIZADOS (SERVIÇOS SOCIAIS AUTÔNOMOS) 1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UNIDADE 1.1 Identificação da Entidade Quadro 1 Identificação da Entidade Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: MTE Ministério do Trabalho e Emprego Código SIAFI: Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação Completa: SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional do Rio Grande do Sul Denominação Abreviada: SENAI DR/RS Natureza Jurídica: Serviço Social Autônomo CNPJ: / Principal Atividade: Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente Código CNAE: Telefones/Fax de contato: (051) (051) (051) Endereço Eletrônico: Página na Internet: Endereço Postal: Av. Assis Brasil nº 8787 CEP Porto Alegre, Rio Grande do Sul Normas Relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Normativo de criação: Decreto Lei nº 4048, de 22 de janeiro de 1942; Regimento aprovado pelo Decreto nº. 494, de 10 de janeiro de 1962, publicado no Diário Oficial, Seção I Parte I, de 11/01/1962, fls. 351 a 354. Atualizado pelo Decreto nº 6.635, de 5 de novembro de Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Plano de Contas do Sistema Indústria 2009; Plano do Centro de Responsabilidades do Sistema Indústria 2013; Regulamento de Licitações e Contratos do SENAI. Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Plano de Ação e Orçamento do SENAI RS Fonte: Unidade Jurídica UNIJUR Introdução O presente documento consiste no Relatório de Gestão do SENAI-RS exercício de 2014, apresentado aos órgãos de controle interno e externo, aos que esta unidade está obrigada nos termos do Artigo 70 da Constituição Federal. Seu conteúdo é norteado pelo Manual de Orientação para preparação do Processo de Prestação de Contas Ordinária Anual do exercício de 2014, expedido pelo Departamento Nacional do SENAI, em consonância com os dispositivos legais e institucionais, aos quais está subordinado: Instrução Normativa TCU nº 63 de 1º de setembro de 2010, Instrução Normativa TCU nº 72 de 15 de maio de 2013; 10

12 Decisão Normativa TCU nº 134 de 04 de dezembro de 2013, Decisão Normativa TCU nº 139 de 24 de setembro de 2014, Decisão Normativa TCU 140 de 15 de outubro de 2014; Portaria TCU nº 90, de 02 de maio de 2014; e Portaria CGU nº 650, de 28 de março de O relatório está estruturado em doze partes, destacadas de forma resumida na sequência do documento. A primeira, mais introdutória, apresenta informações quanto à identificação e estrutura do funcionamento da entidade. A segunda apresenta o Planejamento Estratégico e analisa o desempenho do mesmo e do Plano de Ação referente ao exercício de Na terceira parte, são descritas a estrutura de governança e o autocontrole da gestão do SENAI-RS. Na quarta parte é analisada a execução orçamentária do exercício de A quinta, refere-se às informações sobre a gestão da força de trabalho, incluindo a análise de indicadores de gestão de pessoas. A sexta parte apresenta um conjunto de informações relativas à Gestão do Patrimônio da entidade. A sétima parte refere-se à Gestão da Tecnologia da Informação TI. A oitava parte, referente à Gestão Ambiental dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental, a qual, não é aplicável a natureza jurídica da Unidade Jurisdicionada, uma vez que esta possui regulamentação própria para tais ações. A nona parte relata o tratamento dado às demandas dos órgãos de controle, no decorrer do exercício de A décima parte é dedicada à prestação das informações contábeis, trazendo ainda o parecer da auditoria independente sobre a regularidade das contas da unidade no exercício. A décima primeira parte compreende informações relativas ao relacionamento com a sociedade, principalmente, nos aspectos do cumprimento das normas relativas à acessibilidade. Na décima segunda parte, destacam-se outras informações sobre a gestão, das quais se ressaltam os aspectos relativos às metas da gratuidade, seguidas pelos anexos relativos aos demonstrativos das receitas e despesas da entidade no exercício. Dos itens destacados no Anexo II da Decisão Normativa TCU nº 134, de 04 de dezembro de 2013 não se aplicam à realidade da unidade, o subitem 2.4, pelo fato do SENAI atender à Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO, o subitem pelo motivo que os empregados da entidade são contrados sob regime da Consolidação das Leis Trabalhistas CLT, o subitem 5.3, pois a entidade não está contemplada no escopo da referida lei, o item 8 e seu subitem, pelo fato da entidade possuir regulamentação própria para tais ações e o subitem 9.3, pelo fato de a entidade não possuir obrigação legal para tal. Destaca-se, também, o subitem 3.3, aplicável a UJ, porém não está apresentado conteúdo pelo fato de a entidade não manter em sua estrutura um sistema de correição. Por meio do presente Relatório de Gestão estão expressos os esforços do SENAI-RS para dar cumprimento aos seus objetivos institucionais, bem como os principais resultados alcançados em termos finalísticos e de gestão no exercício. 1.2 Identificação da Norma de Criação e das demais Normas, Regulamentos e Manuais Relacionados à Gestão e à Estrutura da Entidade O SENAI-RS pauta-se pelas seguintes normas de criação e regulamentação: Normativo de criação, o Decreto Lei nº 4048, de 22 de janeiro de 1942 e o Regimento aprovado pelo Decreto nº. 494, de 10 de janeiro de 1962, publicado no Diário Oficial, Seção I Parte I, de 11/01/1962, fls. 351 a 354. Atualizado pelo Decreto nº 6.635, de 5 de novembro de Plano de Contas do Sistema Indústria 2009; Plano do Centro de Responsabilidades do Sistema Indústria 2013; Regulamento de Licitações e Contratos do SENAI. 11

13 1.3 Finalidade e Competências Institucionais da Entidade Através da missão, do negócio e das opções estratégicas, o SENAI-RS apresenta um resumo das finalidades essenciais da entidade, em consonância ao previsto em seu Regimento, onde são alocados os recursos da contribuição compulsória: CAPITULO I Dos Objetivos Art. 1º O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI, organizado e administrado pela Confederação Nacional da Indústria, nos termos do Decreto Lei nº , de 22 de janeiro de 1942, tem por objetivo: a) Realizar, em escolas instaladas e mantidas pela Instituição, ou sob forma de cooperação, a aprendizagem industrial a que estão obrigadas as empresas de categorias econômicas sob sua jurisdição, nos termos de dispositivo constitucional e da legislação ordinária; b) Assistir aos empregadores na elaboração e execução de programas gerais de treinamento do pessoal dos diversos níveis de qualificação e na aprendizagem metódica ministrada no próprio emprego; c) Proporcionar, aos trabalhadores maiores de 18 anos, a oportunidade de completar, em cursos de curta duração, a formação profissional parcialmente adquirida no local de trabalho; d) Conceder bolsas de estudo e de aperfeiçoamento a pessoal de direção e a empregados de excepcional valor das empresas contribuintes, bem como a professores, instrutores, administradores e servidores do próprio SENAI; e) Cooperar no desenvolvimento de pesquisas tecnológicas de interesse para a Indústria e atividades assemelhadas. CAPITULO II Das características civis Art. 3º O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial é uma entidade de direito privado, nos termos da lei civil, com sede e foro jurídico na Capital da República, cabendo a sua organização e direção à Confederação Nacional da Indústria Identificação e Descrição Sucinta dos Setores da Economia Local ou Nacional Abrangidos pela Atuação da Entidade no Exercício Em 2014, o SENAI-RS atendeu à indústria, tal como preconiza o Regimento. As ações da Unidade mantiveram-se voltadas especialmente ao segmento industrial gaúcho, através da Educação Profissional e Tecnológica, dos Serviços Técnicos e Tecnológicos e da Inovação; promovendo a educação, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da indústria do Estado do Rio Grande do Sul. Todo o atendimento está direcionado à demanda e se adapta à indústria local. 1 Regimento aprovado pelo Decreto nº. 494, de 10 de janeiro de 1962, publicado no Diário Oficial, Seção I Parte I, de , fls. 351 a

14 1.5 Organograma Funcional Abaixo, segue organograma funcional e a descrição de competências das áreas da Unidade Jurisdicionada, além da identificação de titulares. Quadro 2 Organograma Funcional Fonte: Gestão de Pessoas GEPES Finalidade: Diretor Regional DR Planejar, organizar, coordenar e controlar o desenvolvimento de ações e atividades em todo o Estado, liderando a formulação e execução de políticas, estratégias e ações voltadas ao cumprimento da Missão do SENAI, garantindo a observância do regimento e fazendo cumprir as resoluções emanadas pelo Conselho Regional. Competências: Fazer cumprir, sob sua responsabilidade funcional, todas as resoluções emanadas do Conselho Regional e encaminhadas pelo seu presidente; Organizar, superintender e fiscalizar, direta ou indiretamente, todos os serviços do Departamento Regional, expedindo ordens, instruções de serviço e portarias e praticando todos os atos necessários ao pleno exercício de suas funções; Apresentar ao Conselho Regional as propostas orçamentárias e as prestações de contas anuais do Departamento Regional, encaminhando-as, posteriormente, ao órgão competente; Apresentar, anualmente, ao Conselho Regional, o relatório das atividades do Departamento Regional; 13

15 Organizar e submeter, ao Conselho Regional, o quadro de pessoal do Departamento Regional, dentro dos limites orçamentários; Admitir, promover e demitir os serventuários do Departamento Regional, mediante aprovação do presidente do Conselho Regional; Conceder férias, licenças e aplicar penas disciplinares aos serventuários do Departamento Regional, assim como resolver sobre a movimentação do pessoal, dentro dos quadros funcionais, inclusive no que respeita ao provimento dos cargos e funções de confiança; Fixar as ajudas de custo e diárias de seus servidores mediante aprovação do Presidente do Conselho Regional; e Abrir contas e movimentar os fundos do Departamento Regional, assinando os cheques com o presidente do Conselho Regional ou pessoa por este designada, respeitadas as normas previstas no art. 54. Titular: José Zortea Cargo: Diretor Regional Data de nomeação: 27/10/1996 Finalidade: Diretoria de Operações DIOPE Planejar, organizar, coordenar e controlar o desenvolvimento de ações e atividades da Unidade Estratégica de Relações com o Mercado, da Unidade Estratégica de Apoio Técnico e das Unidades Operacionais, voltadas às operações do SENAI-RS, em todo o Estado. Competências: Subsidiar e assessorar o Diretor Regional do SENAI-RS nos assuntos relativos a sua área, atuando em regime de permanente articulação com a Diretoria de Educação e Tecnologia, com as Áreas Temáticas do SENAI, bem como com as demais Entidades do Sistema FIERGS/CIERGS; Cumprir e fazer cumprir as políticas fixadas para o Sistema, estabelecendo as diretrizes relativas à implementação e à realização das ações e metas fixadas para a área de atuação; Atuar estrategicamente, norteando, conduzindo e assessorando a gestão das Unidades de sua área de atuação; Manter-se atualizado em relação à legislação e às normas técnicas vigentes, bem como às normas da Entidade, objetivando prestar todas as orientações e informações necessárias ao bom funcionamento das Unidades de sua área de atuação; Estabelecer mecanismos de controle que permitam avaliar, periodicamente, as medidas planejadas e os procedimentos técnicos pertinentes; Orientar e direcionar o planejamento das atividades da sua área, otimizando recursos e observando as prioridades, as metas e os objetivos delineados pela Diretoria Regional; Participar da realização de estudos e projetos no seu campo da Educação, Tecnologia e Comercialização dos produtos/serviços da Entidade, em conjunto com as áreas técnicas competentes do SENAI-RS e/ou integrados; Admitir e demitir empregados e estagiários, observando o que estabelecer o Quadro de Planejamento de Pessoas, de acordo com as diretrizes e políticas vigentes; Participar de eventos visando projetar a imagem da entidade, nacional e internacionalmente; e Executar outras atribuições, compatíveis com a função, que lhe forem delegadas pelo Diretor Regional e/ou Conselho Regional. 14

16 Titular: Carlos Artur Trein Cargo: Diretor de Operações Data de nomeação: 01/12/2011 Finalidade: Assessoria de Gestão Estratégica AGE Coordenar o Planejamento Estratégico do DR-RS e as suas inter-relações, acompanhar o desempenho das Unidades, promovendo o alinhamento com a missão e a visão de futuro. Realizar também pesquisas de mercado regionais e setoriais, monitorar o grau de satisfação dos clientes e subsidiar as Unidades com dados de informações socioeconômicas, além de registrar a produção das Unidades Operacionais e emitir relatórios, realizar a gestão dos resultados dos processos dos negócios e o Sistema de Gestão MEG e Sistema da Qualidade. Assessorar o Diretor Regional e os demais diretores nas definições estratégicas da organização, visando seu melhor resultado. Competências: Assessorar o Diretor Regional e demais áreas nos assuntos que envolvam gestão, planejamento, acompanhamento, estatística, avaliação, pesquisa e prospecção em todos os níveis da organização; Subsidiar o Diretor Regional do SENAI-RS nos assuntos concernentes ao planejamento, direção e controle das matérias que envolvam a elaboração dos planos de ação sejam eles orçamentários, financeiros, econômicos e administrativos da instituição, atuando em regime de permanente articulação com os demais órgãos do Sistema FIERGS/CIERGS; Coordenar as diretrizes para elaboração do Plano Estratégico do SENAI-RS, do Plano Tático e elaboração do Plano de Ação das Unidades; Coordenar as diretrizes para elaboração e acompanhamento do orçamento gerencial do SENAI-RS; Analisar o comportamento econômico-financeiro da organização e elaborar projeções e diagnósticos ao Diretor Regional no sentido de avaliar condições e tendências e sugerir diretrizes, metas e reajustamento de rumos; Direcionar as atividades da sua Unidade de forma a atender ao fixado no Orçamento, observando as prioridades, metas e objetivos, a partir do Planejamento Estratégico da instituição e de seus Planos de Ação; Proceder análise de relatórios de desempenho das Unidades Operacionais e dos técnicos da sua área; Coordenar a elaboração realização de pesquisas, estudos, relatórios e análises estatísticas sobre as atividades desenvolvidas nas Unidades; Realizar pesquisas de mercado setoriais e regionais, análise de dados socioeconômicos, de acordo com a demanda da diretoria regional; Realizar pesquisas de mercado no campo da Educação e Tecnologia, apresentando os resultados à Diretoria do SENAI-RS para a tomada de decisão; Participar do comitê da Qualidade e comitê ISO, conforme designação da Direção Regional; Coordenar a elaboração dos relatórios de desempenho do SENAI, especialmente o relatório de gestão para o TCU, CGU e Departamento Nacional; Consolidar o plano de investimentos do SENAI, controlar o uso dos recursos e efetuar as liberações, de acordo com os recursos disponibilizados e as necessidades das Unidades em 15

17 consonância com as áreas administrativa e técnica e de acordo com as diretrizes do Diretor Regional; Registrar a produção das Unidades Operacionais e emitir relatórios; Coordenar administrativamente os projetos estratégicos, que têm a participação do estado, vinculados ao Planejamento Estratégico; Participar das ações desenvolvidas pelo Departamento Nacional no que concerne a Planejamento e Pesquisa, Prospecção e Gestão; Subsidiar e assessorar a Diretoria Regional do SENAI-RS nos assuntos relativos à sua área, atuando em regime de permanente articulação com as demais Unidades do SENAI e órgãos do Sistema FIERGS/CIERGS; Cumprir e fazer cumprir, naquilo que lhe couber, as políticas relativas à implementação; e Executar outras tarefas que lhe forem delegadas pelo Diretor Regional do SENAI-RS. Titular: Liane Ritzel Cargo: Gerente Técnica Data de nomeação: 01/07/2013 Finalidade: Gerência de Apoio Operacional GEAP Atuar de forma integrada com as Unidades Operacionais, de Negócios e Estratégicas no gerenciamento dos processos de manutenção da infraestrutura física e tecnológica das Unidades Operacionais, coordenação de Escolas Móveis, controle do processo de formalização dos Instrumentos de Parceria, apoio para execução de obras e reformas, e apoio para realização de eventos que envolvam a Direção Regional. Competências: Subsidiar e assessorar a Diretoria de Operações do SENAI-RS nos assuntos relativos a sua área, atuando em regime de permanente articulação com as demais Unidades do SENAI e órgãos do Sistema FIERGS/CIERGS; Proceder à análise de relatórios de desempenho das Unidades Operacionais e dos técnicos da sua área; Estabelecer mecanismos de controle que permitam avaliar os procedimentos técnicos vigentes; Direcionar as atividades da sua Unidade de forma a atender ao fixado no Orçamento, observando as prioridades, metas e objetivos, a partir do Planejamento Estratégico da instituição e de seus Planos de Ação; Propor e participar com as Gerências de Educação e Tecnologia para a implementação de novos produtos e serviços tecnológicos e/ou readequação dos atuais; Coordenar e supervisionar o cumprimento da jornada de trabalho dos empregados seus subordinados; Aplicar aos empregados, seus subordinados, as penas disciplinares de advertência verbal ou escrita e suspensão, por faltas de maior gravidade ou negligência continuada, de acordo com procedimentos; Avaliar e emitir pareceres técnicos para aquisição, baixa e manutenção de máquinas e equipamentos; e/ou providenciar reparos, e/ou substituição de máquinas e equipamentos, assessorando o Diretor de Operações; 16

18 Implantar e gerenciar o Plano de Manutenção preventiva e corretiva de todos os equipamentos e máquinas da rede de Escolas do SENAI-RS, acompanhando a implementação de produção de máquinas e equipamentos e prospectando fornecedores de serviços para a realização das manutenções; Coordenar as ações das Escolas Móveis, como estratégia para atender demandas em todas as comunidades do Rio Grande do Sul, adequando e mantendo atualizadas as Escolas Móveis às demandas do mercado. Articular projetos de criação de novas Escolas Móveis, reduzindo a demanda expansionista por Escolas fixas; Apoiar a implementação de projetos para implantação, adequação ou expansão de Unidades Operacionais do SENAI-RS ou setores destas, voltados à prestação de serviços educacionais e tecnológicos. Apoiar a execução de obras, reformas e implantação de Unidades Operacionais ou de setores destas; Negociar, elaborar, tramitar e manter arquivados os diversos tipos de instrumentos/documentos relativos a parcerias e atividades de cooperação do SENAI-RS vinculados à área de atuação da DIOPE; Apoiar as Unidades Operacionais na Realização de Eventos que envolvam a Diretoria Regional; Executar outras tarefas que lhe forem delegadas pelo Diretor de Operações do SENAI-RS; e Gerenciar e emitir parecer quanto à aplicação de softwares e equipamentos, utilizados pela rede SENAI e tramitar a documentação pertinente à formalização do processo de parceria ou aquisição. Titular: Alexsandra Teixeira Cargo: Gerente Técnico Data de nomeação: 10/04/2008 Finalidade: Gerência de Desenvolvimento Educacional GDE Planejar, desenvolver, implantar, implementar e garantir a qualidade de novas técnicas, tecnologias e metodologias para as ações de Educação Profissional e Tecnológica desenvolvidas pelo SENAI-RS, por meio do desenvolvimento de projetos e da criação de produtos educacionais inovadores, para utilização em atividades presencias e não presenciais. Competências: Subsidiar e assessorar a Diretoria de Educação e Tecnologia nos assuntos relativos à sua área, atuando em regime de permanente articulação com as demais Unidades do SENAI e órgãos do Sistema FIERGS/CIERGS; Proceder a análise de relatórios de desempenho das Unidades Operacionais e dos técnicos da sua área; Estabelecer mecanismos de controle que permitam avaliar os procedimentos técnicos vigentes; Direcionar as atividades da sua Unidade de forma a atender ao fixado no Orçamento, observando as prioridades, metas e objetivos, a partir do Planejamento Estratégico da Instituição e de seus Planos de Ação; Promover estudos referentes à área de Educação Profissional apresentando os resultados ao Diretor para a tomada de decisões; 17

19 Fomentar e gerenciar projetos de desenvolvimento educacional, visando ao incremento e à melhoria contínua das ações de Educação Profissional e Tecnológica desenvolvidas pelo SENAI-RS; Fomentar a utilização das Tecnologias Educacionais nos cursos de Educação Profissional e Tecnológica; Conceber e desenvolver programas de capacitação técnico-pedagógica para Docentes, Orientadores Pedagógicos, Orientadores Educacionais, Coordenadores de Educação Profissional e Supervisores de Educação e Tecnologia; Orientar o planejamento da ação docente; Fomentar, conceber e coordenar as ações referentes a recursos didáticos para a Educação Profissional e Tecnológica; Coordenar as atividades relativas à Olimpíada do Conhecimento e ao Torneio Internacional de Formação Profissional; Realizar a Supervisão Educacional nas Unidades Operacionais do SENAI-RS; Conceber, implantar e implementar softwares educacionais; Fomentar, conceber, coordenar e implantar a oferta formativa de programas de Educação a Distância; Propor, participar, implantar e desenvolver ações oriundas de Projetos Estratégicos relacionados à Educação Profissional e Tecnológica, por meio de editais do Departamento Nacional; Apoiar o SENAI-RS em eventos voltados à promoção de Educação Profissional e Tecnológica desenvolvida pela instituição; e Executar outras tarefas que lhe forem delegadas pelo Diretor. Titular: Claiton Oliveira da Costa Cargo: Gerente Técnico Data de nomeação: 17/09/2004 Finalidade: Gerência de Relações com o Mercado GEREM Atuar de forma integrada com as Unidades Operacionais e Gerências coordenando os processos de cunho comercial, de atendimento a clientes e de estabelecimento de parcerias estratégicas comerciais do SENAI-RS, intensificando a oferta e comercialização dos serviços e produtos, a melhoria do grau de relacionamento com clientes, e a sustentabilidade da Organização. Competências: Proceder à análise de relatórios de desempenho das Unidades Operacionais e dos técnicos da sua área; Estabelecer mecanismos de controle que permitam avaliar os procedimentos técnicos vigentes; Direcionar as atividades da sua Unidade de forma a atender ao fixado no Orçamento, observando as prioridades, metas e objetivos, a partir do Planejamento Estratégico da instituição e de seus Planos de Ação; e Planejar ações referentes à melhoria do processo de atendimento a clientes e das possibilidades de ampliação de negócios para o SENAI-RS, apresentando projetos e estudos ao Diretor para as devidas aprovações e validações. 18

20 Titular: Wanderlei Zamberlam Cargo: Gerente Técnico Data de nomeação: 17/05/2010 Finalidade: Gerência de Articulação e Cooperação GEAC Acompanhar e apoiar a Diretoria de Educação e Tecnologia no SENAI-RS e as Unidades Operacionais quanto aos assuntos relacionados a ações de Cooperação Internacional, elaboração de materiais, relatórios e apresentações institucionais, bem como traduções técnicas. Competências: Manter-se atualizado em relação à legislação e normas técnicas vigentes, bem como quanto a Normas da Organização, objetivando prestar todas as orientações e informações necessárias ao bom funcionamento da Unidade; Proceder análise de relatórios de desempenho das Unidades Operacionais e dos técnicos da sua área; Estabelecer mecanismos de controle que permitam avaliar os procedimentos técnicos vigentes; Direcionar as atividades da sua Unidade de forma a atender ao fixado no Orçamento, observando as prioridades, metas e objetivos, a partir do Planejamento Estratégico da Instituição e de seus Planos de Ação; Conduzir a negociação, planejamento e o acompanhamento de ações e projetos de cooperação internacional; Apoiar as Unidades Operacionais e Gerências do SENAI-RS na revisão linguística e tradução e versão de documentos e textos de interesse do SENAI-RS; Elaborar matérias, textos técnicos e materiais para apresentação institucional; e Executar outras tarefas que lhe forem delegadas pelo Diretor. Titular: Clovis Leopoldo Reichard Cargo: Gerente Técnico Data de nomeação: 11/06/2012 Data de exoneração: 31/08/2014 Titular: Rovanir Baungartner Cargo: Gerente Técnico Data de nomeação: 01/09/2014 Finalidade: Gerência de Educação Profissional e Tecnológica GEPTEC Atuar de forma integrada com as Unidades Operacionais e Gerências, nas funções de pesquisa, planejamento, implantação, adequação, desenvolvimento, acompanhamento dos cursos e programas de Educação Profissional e Tecnológica, e Certificação de Pessoas, com objetivo de fortalecer a atuação das Unidades Operacionais junto ao mercado, assim como viabilizar a autosustentação da organização. 19

21 Competências: Cumprir e fazer cumprir as políticas fixadas para a Gerência de Educação Profissional e Tecnológica, estabelecendo os procedimentos relativos à implementação e realização das ações e metas fixadas; Supervisionar e controlar a execução das atividades desenvolvidas na Unidade; Subsidiar e assessorar a Diretoria de Educação e Tecnologia do SENAI-RS nos assuntos relativos a sua área, atuando em regime de permanente articulação com as demais Unidades do SENAI e órgãos do Sistema FIERGS/CIERGS; Proceder análise de relatórios de desempenho das Unidades Operacionais e dos técnicos da sua área; Orientar e assessorar as escolas na elaboração do Calendário Escolar; Estabelecer mecanismos de controle que permitam avaliar os procedimentos técnicos vigentes; Direcionar as atividades da sua Unidade de forma a atender ao fixado no Orçamento, observando as prioridades, metas e objetivos, a partir do Planejamento Estratégico da instituição e de seus Planos de Ação; Promover ou encaminhar estudos e pesquisas de mercado referentes no campo da Educação Profissional e Tecnológica, e certificação de Pessoas, apresentando os resultados ao Diretor de Educação e Tecnologia do SENAI-RS para a tomada de decisão; Coordenar o processo de implantação da Certificação Profissional de Pessoas; Promover, planejar, estudar, propor, orientar e assessorar na implementação de novos cursos ou adequação dos atuais, de forma integrada com Unidades Operacionais e internas; Participar, quando necessário, no processo de compras de equipamentos técnicos para a Educação Profissional e Tecnológica, e Cerificação de Pessoas; e Coordenar e supervisionar o cumprimento da jornada de trabalho dos empregados seus subordinados. Titular: Eliseu André Ferrigo Cargo: Gerente Técnico Data de nomeação: 01/04/2013 Finalidade: Gerência de Tecnologia e Inovação GEITEC Pesquisar, desenvolver, implantar, apoiar a inserção no mercado e acompanhar os produtos e serviços tecnológicos do SENAI-RS, de forma integrada às Unidades Operacionais e Gerências, visando obter a autosustentação da Instituição e ao cumprimento da missão e visão de futuro. Prospectar possibilidades de obtenção de recursos por meio de apresentação de propostas de projetos de cunho tecnológico e de inovação. Apoiar as Unidades Operacionais na elaboração de projetos tecnológicos e de inovação, bem como no gerenciamento dos mesmos. Competências: Cumprir e fazer cumprir as políticas fixadas para a Gerência de Tecnologia e Inovação, estabelecendo as diretrizes relativas à implementação e realização das ações e metas fixadas; Supervisionar e controlar a execução das atividades desenvolvidas na Unidade; 20

22 Subsidiar e assessorar a Diretoria de Educação e Tecnologia do SENAI-RS nos assuntos relativos a sua área, atuando em regime de permanente articulação com as demais Unidades do SENAI e órgãos do Sistema FIERGS/CIERGS; Proceder análise de relatórios de desempenho das Unidades Operacionais e dos técnicos da sua área; Estabelecer mecanismos de controle que permitam avaliar os procedimentos técnicos vigentes; Direcionar as atividades da sua Unidade de forma a atender ao fixado no Orçamento, observando as prioridades, metas e objetivos, a partir do Planejamento Estratégico da instituição e de seus Planos de Ação; Apoiar a realização de estudos e pesquisas de mercado referentes à área de Serviços Tecnológicos, apresentando os resultados ao Diretor de Educação e Tecnologia do SENAI- RS para a tomada de decisão; Planejar, estudar e propor implementação de novos produtos e serviços tecnológicos e/ou readequação dos atuais; Coordenar a prestação de serviços técnicos, tecnológicos e de inovação, propondo procedimentos, estratégias e diretrizes; Apoiar as Unidades Operacionais e internas do SENAI-RS na elaboração de termos de referência de projetos tecnológicos e de inovação, bem como no gerenciamento dos mesmos; Apoiar a implementação de projetos para implantação, adequação ou expansão de Unidades Operacionais do SENAI-RS ou setores destas; Monitorar tendências e propor sua aplicação em produtos que objetivem a melhoria da competitividade da indústria; Envolver Sindicatos e outros parceiros tecnológicos para sua atuação de forma a obter a autosustentação da Instituição; e Participar, quando necessário, no processo de compras de equipamentos técnicos para a área de tecnologia. Titular: Fabrício Liberali Campana Cargo: Gerente Técnico Data de nomeação: 13/02/

23 2. PLANEJAMENTO E RESULTADOS ALCANÇADOS 2.1 Planejamento Estratégico da Entidade Para 2014 o SENAI-RS adotou como balizador as diretrizes estratégicas adotadas pelo SENAI-DN, acrescida dos referenciais repassados pelo Sistema FIERGS que tem norteado a estratégia e o modelo de governança. O referido modelo de governança está representado no mapa estratégico, a seguir apresentado: Quadro 3 Mapa Estratégico do SENAI-RS Fonte: Assessoria de Gestão Estratégica AGE. Para estratificar o mapa estratégico foram utilizados direcionadores técnicos e de gestão que tiveram como foco principal a Educação e a Tecnologia e Inovação. Como forma de sustentar os focos estratégicos de atuação e garantir os resultados esperados, foram estabelecidas diretrizes transversais para a formulação da estratégia. São elas: Seletividade: priorizar as ações de maior impacto sobre a competitividade da indústria, o que implica em abandonar as ações menos impactantes e reduzir o portfólio para se concentrar no que é essencial; Intensidade: atuar fortemente nas ações selecionadas para gerar resultados relevantes e perceptíveis pelos clientes, governo e sociedade; Escala: atuar em grande escala, visando atingir direta ou indiretamente parcela significativa do público alvo das ações; 22

24 Complementariedade: integrar redes que ampliem a capacidade de atuação e de geração de resultados, inclusive e especialmente entre SESI, SENAI e IEL para que atuem de forma sistêmica e sinérgica; e Articulação: ganhar maior protagonismo e poder de influência na formulação e alinhamento das políticas públicas às necessidades da indústria, para que a sinergia entre o governo e o empresariado possa estimular o avanço que a indústria precisa empreender para acompanhar o mundo em seu processo de transformação. O SENAI segue promovendo ajustes necessários com vigor e celeridade requeridos para, desta forma, se consolidar como um dos principais indutores da competitividade da indústria, tendo como resultado a competitividade e inserção global da indústria brasileira e a perenidade das instituições do Sistema Indústria. Focos Estratégicos: De forma a ampliar o alcance dos resultados foram destacados os focos estratégicos de atuação Educação, Tecnologia e Inovação e Desempenho do Sistema. Educação: o objetivo estratégico é consolidar SESI, SENAI e IEL como referências em educação para o mundo do trabalho e para a indústria, com atuação em grande escala; Tecnologia e Inovação: o grande objetivo estratégico é contribuir fortemente para ampliar a capacidade de inovação e acelerar a modernização tecnológica da indústria; Desempenho do Sistema: busca-se, sobretudo, atuar com qualidade, velocidade, eficiência e poder de impacto, compatíveis com os desafios da indústria. Direcionadores Estratégicos: Educação: 1. Ampliar substancialmente o atendimento à demanda da indústria por mão de obra qualificada; 2. Preparar o jovem para o mundo do trabalho e reforçar sua formação básica; 3. Desenvolver as habilidades básicas dos trabalhadores da indústria; 4. Desenvolver competências em gestão de empresas e lideranças empresariais; Tecnologia e Inovação: 5. Ampliar a capacidade de inovação das indústrias; Desempenho do sistema: 6. Organizar e intensificar relacionamentos diretos e continuados do SESI, SENAI e IEL com seus públicos de interesse; e 7. Aprimorar o modelo de gestão para garantir foco na atuação, ampliar a eficiência, a celeridade dos processos de decisão e controle e a interação com as lideranças empresariais. Os direcionadores apontam a direção, mas precisam ser dimensionados para balizar e garantir a convergência dos esforços. Esse dimensionamento é dado pela meta numérica e limite temporal, que possibilitam o monitoramento e avaliação desses esforços. Desta forma, apresentamos os objetivos e indicadores do Mapa Estratégico: 23

25 Quadro 4 Objetivos e Indicadores do Mapa Estratégico Objetivo Descrição do Objetivo Nome do Indicador Ampliar a sustentabilidade institucional e das linhas de atuação Econômica, social e ambiental. Ser percebido como referência em educação profissional e indutor de tecnologia e inovação pela Indústria. Assegurar a satisfação dos clientes. Capacidade de inovação e modernização da Indústria. Profissionais aptos para atuar conforme as demandas atuais e futuras da Indústria. Ampliar o nível de interação com o mercado, fortalecendo a imagem institucional e a divulgação dos produtos. Explorar e disseminar novas metodologias e tecnologias na educação, tecnologia e inovação. Ampliar o atendimento à demanda da Indústria, por meio de ações em educação, tecnologia e inovação. Desenvolver as competências profissionais que agreguem valor para a Indústria. Ampliação dos resultados relativos à atuação institucional com sustentabilidade econômica, social e ambiental, visando à competitividade da indústria e o seu desenvolvimento. Assegurar a manutenção e gestão dos recursos compulsórios, reforçando e/ou desenvolvendo ações político-institucionais junto às fontes de fomento, parcerias nacionais e internacionais, que objetivem manter e ampliar os níveis de arrecadação e fontes alternativas de receitas. Consolidar-se como referência em Educação Profissional e Tecnológica para o mundo do trabalho, bem como, contribuir para ampliar a capacidade de inovação e modernização tecnológica da Indústria, resultando no aumento da competitividade e reconhecimento das partes interessadas, conforme os atributos de valor estabelecidos no posicionamento. Manter as certificações de qualidade existentes aplicáveis aos serviços oferecidos por meio da melhoria continua das ações de Educação (Profissional e Tecnológica), Tecnologia (Serviços Técnicos e Tecnológicos) e Inovação, considerando os atributos estabelecidos. Contribuir para ampliação da capacidade de inovação e da modernização tecnológica da Indústria, aumentando a competitividade. Atender a demanda da indústria por profissionais qualificados e aptos para atuar no mundo do trabalho. Oferecer soluções integradas que atendam à necessidade dos clientes, através de uma atuação prospectiva que gere relacionamentos contínuos e fortes com o segmento industrial, antecipando tendências, permitindo a avaliação sistemática dos nossos serviços e assegurando que a comunicação evidencie a contribuição da entidade na competitividade da indústria gaúcha. Identificar, disseminar e incorporar novas metodologias e tecnologias em ações de Educação (Profissional e Tecnológica), Tecnologia (Serviços Técnicos e Tecnológicos) e Inovação. Expandir o atendimento à demanda da indústria por meio de ações em Educação (Profissional e Tecnológica), Tecnologia (Serviços Técnicos e Tecnológicos) e Inovação. Formar profissionais com as competências requeridas pela a indústria ofertando cursos que atendam às demandas atuais e futuras. Taxa de Gratuidade Regimental. Índice de Sustentabilidade Financeira. Sustentabilidade Operacional em EP. Sustentabilidade Operacional em Tecnologia e Inovação. Índice de Reconhecimento. % de preferência das empresas pelos egressos do SENAI Habilitação Técnica. Índice de Satisfação em Educação. Índice de Satisfação em Tecnologia. Índice de Incorporação de Projetos de Inovação pelas Empresas. Sondagem da Inovação. Taxa de Egressos no Mercado. Índice de Satisfação com Egressos SENAI. Cobertura do Setor Industrial no RS. Empresas TOP 100 RS atendidas em EP. Empresas TOP 100 RS atendidas em STT. Novos Produtos. Produção técnica e científica voltada para inovação em produtos. Matrículas em Educação Profissional. Variação de Matrícula Total. Horas técnicas prestadas em Tecnologia e Inovação. Nº de Concluintes. % de cursos com Perfil Profissional elaborado por CTS Regional dentro do prazo de validade. 24

26 Objetivo Descrição do Objetivo Nome do Indicador Induzir a capacidade de inovação das Indústrias. Atender de forma articulada e complementar com as Entidades do Sistema FIERGS e outras instituições. Assegurar a efetividade dos processos do negócio e de apoio. Atrair e reter pessoas e desenvolver competências. Garantir a produção, compartilhamento e retenção do conhecimento. Oferecer ambiente de trabalho motivador, desafiador e de valorização das pessoas. Promover a cultura da inovação. Aprimorar as práticas e padrões de excelência em gestão atuando com princípios de sustentabilidade. Implementar ações de Educação e Tecnologia no SENAI que induzam a capacidade de inovação das indústrias. Atender com a rede atual de unidades do SENAI e, de maneira mais intensa, por meio dos Institutos SENAI de Inovação e Institutos SENAI de Tecnologia. Atender de forma complementar e articulada gerando ganhos qualitativos e de escala na oferta de soluções integradas para indústria aumentando a força da marca das Entidades do Sistema FIERGS e promovendo uma maior integração de seus profissionais, parceiros e públicos de interesse. Eficiência e eficácia no desenvolvimento dos processos de negócio e de apoio, por meio da otimização dos processos e do aprendizado contínuo, alcançando resultados consistentes e assegurando a perenidade da organização. Desenvolver nos colaboradores e terceiros, por meio de capacitações e as competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) consideradas essenciais para o alcance dos objetivos estratégicos. Ter políticas e programas capazes de atrair e reter pessoas alinhadas aos valores e ao perfil organizacional e com competências adequadas às áreas de conhecimento estratégico. Ter um processo estruturado de gestão do conhecimento que identifique, proteja, armazene e disponibilize as informações relevantes à Organização. Fomentar a produção de conhecimento técnico e científico necessários ao desenvolvimento e geração de resultados, assegurando a propriedade intelectual também à Organização. Ter políticas de gestão de pessoas aplicadas que viabilizem um ambiente de trabalho saudável, positivo, criativo e inovador, embasado no espírito de equipe, no bom relacionamento interpessoal, no senso de comprometimento, no reconhecimento e valorização das pessoas. Criação de um ambiente favorável às mudanças e oportunidades, geração de novas ideias, à criatividade, à experimentação, ao estabelecimento de relações e redes colaborativas internas e externas entre pessoas, organizações e ecossistema, de forma a produzir inovações que possam gerar um diferencial competitivo para organização. Atuar com base na geração e aplicação das melhores tecnologias, operacionais e de gestão, garantindo foco na atuação, ampliando a eficiência, a celeridade e o controle dos processos, fortalecendo na organização fundamentos e critérios de excelência. Taxa de Implantação dos ISIs e ISTs. Taxa de Projetos Aprovados junto às Agências de Fomento. Taxa de Atendimento Integrado. Atendimento a pessoas realizado por ações integradas. Pessoas atendidas por programas articulados SENAI-SESI-IEL. Cumprimento dos Acordos de Níveis de Serviço DAF-SENAI. Atingimento dos Resultados dos Planos de Ação das UO s e Gerências. Conformidade na Supervisão Educacional Central. % Evasão Escolar. Índice de Turnover. Tempo Médio de Capacitação por Colaborador. % de Colaboradores Capacitados. Produção Técnica e Científica. Satisfação com o Clima Organizacional. Estágio da Gestão da Inovação pela Escala SAGRI. Pontuação MEG. % de OM s preventivas. 25

27 Objetivo Descrição do Objetivo Nome do Indicador Assegurar a infraestrutura adequada às demandas de atuação e às de vanguarda tecnológica. Fonte: Assessoria de Gestão estratégica - AGE Reuniões de Análises Estratégicas RAE: Assegurar infraestrutura adequada às estratégias da organização e à tomada de decisão, por meio do mapeamento das necessidades, à manutenção e atualização das instalações, dos equipamentos e dos sistemas informatizados que facilitem o fluxo de dados e informações com agilidade e integridade. Realização do Plano Orçamentário de Investimentos. As reuniões tem o objetivo de fazer com que a estratégia da organização seja acompanhada, analisada e realinhada, com foco na tomada de decisão. A base das análises estratégicas são os relatórios gerados nas avaliações de desempenho estratégico, realizadas pelos comitês temáticos que são divididos em: 1. Gestão; 2. Educação; 3. Tecnologia e Inovação; 4. Infraestrutura; 5. Mercado; e 6. Gestão de pessoas. No âmbito dos comitês são analisadas as ações realizadas, os resultados obtidos e conclusões acerca do desempenho do objetivo, bem como, os principais riscos e seus impactos, a análise de tendência e as ações propostas. 2.2 Estratégias de Atuação Frente aos Objetivos Estratégicos Em função do estabelecimento de metas desafiadoras, o SENAI-RS propôs um rol de desafios a serem alcançados por meio da ação sinérgica e articulada entre as Unidades Operacionais e o Departamento Regional para fortalecer a complementariedade de suas ações para ampliar o atendimento à demanda da indústria, com ganho em escala, foco e alto desempenho. 2.3 Execução Física e Financeira Plano da Entidade No que diz respeito à gestão de recursos financeiros, o SENAI-RS destinou a vagas gratuitas 78,78% de sua receita líquida de contribuição geral, que corresponde a R$ ,18. A fim de manter sua capacidade operacional, a qualidade de seus serviços e sua posição de vanguarda na formação profissional, em 2014, o SENAI-RS investiu R$ ,61 na ampliação e modernização de sua infraestrutura física e tecnológica e R$ ,47 no desenvolvimento de seus colaboradores. Do total das despesas realizadas no exercício, foram destinados 84,27% à áreafim (negócio e suporte ao negócio). No que concerne a Educação Profissional, o SENAI-RS contabilizou matrículas diretas e matrículas indiretas, perfazendo um total de matrículas e com uma produção aluno-hora de Também realizamos atendimentos em Serviços Tecnológicos e Inovação, atendendo a clientes, em horas de serviço. 26

28 O acompanhamento do Mapa Estratégico do SENAI-RS foi realizado trimestralmente, de forma a verificar se os resultados estavam correspondendo ao esperado e possibilitar, se necessário, eventuais ajustes e replanejamentos. Da mesma forma os resultados físicos e financeiros foram acompanhados mensalmente pela Diretoria do SENAI-RS, bem como, pelo Conselho Regional Execução Física das Ações Realizadas pela Entidade Apresentados por Focos Estratégicos Os focos estratégicos do SENAI-RS, em 2014, foram Educação, Tecnologia e Inovação e Desempenho do Sistema, os quais estão apresentados na sequência, do relatório Foco Estratégico - Educação Quadro 5 Foco Estratégico Educação Denominação Educação Educação Tipo Educação Consolidar as três Entidades como referências em educação para o mundo do trabalho e para Objetivo Geral a indústria, com uma atuação em grande escala e/ou impacto. Ampliar a sustentabilidade institucional e das linhas de atuação; Assegurar a efetividade dos processos do negócio e de apoio; Ser percebido como referência em educação profissional e indutor de tecnologia e inovação pela Indústria; Profissionais aptos para atuar conforme as demandas da Indústria; Objetivos Específicos Explorar e disseminar novas metodologias e tecnologias na educação, tecnologia e inovação; Ampliar o atendimento à demanda da indústria, por meio de ações em educação, tecnologia e inovação; e Desenvolver competências profissionais que agreguem valor para a indústria. Público Alvo Indústria e alunos Fonte: Assessoria de Gestão estratégica - AGE Análise Crítica do Foco Estratégico: Os objetivos, indicadores e metas estabelecidas para este foco estratégico foram alcançados, na grande maioria, no decorrer do ano. Cumprimento das metas físicas: As matrículas em Educação Profissional atingiram o patamar de alcançando quase que a totalidade da meta prevista de , desta forma, foi atingido o percentual de 99,61%, demonstrando o bom desempenho do SENAI-RS em Educação Profissional. Ações que apresentaram problemas de execução: No foco estratégico de educação não houve ações com problemas de execução. Ações que superaram de forma significativas as metas estabelecidas: 27

29 A sustentabilidade Operacional em Educação profissional superou a meta estabelecida em 61,87%. Havíamos previsto uma sustentabilidade Operacional em 62,40%, no entanto alcançamos 101%, fruto do esforço da equipe técnica do SENAI-RS. Outra ação que superou a meta foi o percentual de cursos com perfil profissional elaborado por Comitês Técnicos Setoriais CTS dentro do prazo de validade. Realizamos 50% a mais do que havíamos previsto. Trata-se de um indicador novo e ainda não tínhamos experiência em avaliá-lo. Com o esforço da equipe foi possível atingir o número inicialmente previsto e superar a meta nos meses subsequentes. Cumprimento do Orçamento: O orçamento foi cumprido na íntegra, sendo necessárias algumas adequações durante o ano. Quadro 6 Execução Orçamentária do Foco Estratégico Educação Despesas Correntes Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada R$ ,42 R$ ,38 R$ ,38 R$ ,18 R$ ,02 Despesas de Capital Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada R$ ,12 R$ ,23 R$ ,40 R$ ,26 R$ ,40 Total Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada R$ ,54 R$ ,61 R$ ,78 R$ ,44 R$ ,42 Fonte: Gestão de Controladoria GECON Foco Estratégico - Tecnologia e Inovação Quadro 7 Identificação do Foco Estratégico em Tecnologia e Inovação Identificação do Foco Estratégico Denominação Tecnologia e Inovação Tipo Tecnologia e Inovação Contribuir para ampliar a capacidade de inovação e acelerar a modernização tecnológica da Objetivo Geral indústria Ampliar a sustentabilidade institucional e das linhas de atuação; Capacidade de inovação e modernização da indústria; Objetivos Específicos Ampliar o atendimento à demanda da indústria, por meio de ações de educação, tecnologia e inovação; e Induzir a capacidade de inovação das Indústrias. Público Alvo Indústrias Fonte: Assessoria de Gestão estratégica - AGE Análise Crítica do Foco Estratégico: A grande maioria dos objetivos, indicadores e metas estabelecidas, para este foco estratégico, foram alcançados no decorrer do ano. Cumprimento das metas físicas: Atingimos 97,37% da meta prevista em horas técnicas, demonstrando o bom desempenho do SENAI-RS. Ações que apresentaram problemas de execução: 28

30 A sustentabilidade Operacional em Tecnologia e Inovação não atingiu a meta proposta no ano. O desempenho abaixo da meta foi acompanhado ao longo do ano e as ações para melhoria do desempenho deste indicador tem sido foco de estudos das áreas relacionadas ao mesmo, a fim de melhorar os resultados no próximo ano. Ações que superaram de forma significativas as metas estabelecidas: As ações que superaram foram a taxa de implantação dos institutos SENAI de Inovação e os Institutos SENAI de Tecnologia, onde estava previsto a implantação de 30% e foi realizada 49,93%. Outra ação que superou a meta prevista foi a taxa de projetos aprovados junto às agências de fomento, onde prevíamos aprovar 51% dos projetos apresentados e aprovamos 63% dos projetos, índice que demonstra o excelente desempenho do SENAI-RS. Cumprimento do Orçamento: O orçamento foi cumprido na integra, sendo necessário o ajuste nas despesas de capital. Quadro 8 Execução Orçamentária do Foco Estratégico Tecnologia e Inovação Despesas Correntes Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada R$ ,40 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,73 R$ ,42 Despesas de Capital Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada R$ ,53 R$ ,29 R$ ,08 R$ ,23 R$ ,05 Total Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada R$ ,93 R$ ,29 R$ ,08 R$ ,96 R$ ,47 Fonte: Gestão de Controladoria GECON Foco Estratégico - Desempenho do Sistema Quadro 9 Identificação do Foco Estratégico Desempenho do Sistema Identificação do Foco Estratégico Denominação Desempenho do Sistema Tipo Apoio à Gestão Busca-se, sobretudo, atuar com qualidade, velocidade e eficiência compatíveis com os Objetivo Geral desafios da indústria. Ampliar a sustentabilidade institucional e das linhas de ação; Ser percebido como referencia em educação profissional e indutor de tecnologia e inovação pela indústria; Assegurar a satisfação dos clientes; Profissionais aptos para atuar conforme as demandas atuais e futuras da Indústria; Ampliar o nível de interação com o mercado, fortalecendo a imagem institucional e a divulgação dos produtos; Atender de forma articulada e complementar com as Entidades do Sistema FIERGS e Objetivos Específicos outras instituições; Explorar e disseminar novas metodologias e tecnologias na educação, tecnologia e inovação; Assegurar a efetividade dos processos de negócio e de apoio; Atrair e reter pessoas e desenvolver competências; Garantir a produção, compartilhamento e retenção do conhecimento; Promover a cultura da inovação; Oferecer ambiente de trabalho motivador, desafiador e de valorização das pessoas; 29

31 Aprimorar as pratica e padrões de excelência em gestão, atuando com princípios de sustentabilidade; Assegurar a infraestrutura adequada às demandas de atuação e as de vanguarda tecnológica. Público Alvo Publico interno, alunos e indústria. Fonte: Assessoria de Gestão estratégica - AGE Análise Crítica do Foco Estratégico: A grande maioria dos objetivos, indicadores e metas estabelecidas, para este foco estratégico, foram alcançadas no decorrer do ano. Cumprimento das metas físicas: Não temos metas físicas neste foco estratégico Ações que apresentaram problemas de execução: No decorrer do ano tivemos três ações com problemas de execução: cumprimento dos acordos de níveis de serviço DAF-SENAI, índice de turnover e percentual de Oportunidades de Melhoria preventivas - OMs. Com relação ao Acordo do Nível de Serviços - ANS entendemos que será necessário uma reavaliação dos itens que compõem o ANS, pois não estão retratando a realidade dos serviços prestados. Atingimos 57% da meta prevista. O indicador de turnover, no período, foi de 20,85%, ultrapassando a meta que era de 14,00%. Isto se deu devido ao elevado número de movimentações ocorridas (substituições, aumentos de quadro e também pedidos de desligamento). Destacaram-se nestas movimentações os cargos de Assistente Técnico I, Instrutores de Educação Profissional Básica e Instrutor de Educação Profissional Técnica e Auxiliar de serviços. Salienta-se que da movimentação total realizada no período, 47,74% referem-se a situações de substituição e 52,26% de aumento de quadro. Em relação aos pedidos de desligamento, no período foram registradas 127 solicitações. Destacaram-se como principais motivos: outro emprego/proposta melhor, insatisfação salarial, mudança de localidade. Em relação ao cargo de Assistente Técnico I e Auxiliar de Serviços, por serem cargos de entrada na Entidade, está previsto um maior grau de rotatividade, sendo este movimento, relativamente normal. Para os demais cargos, o SENAI realizou um estudo de remuneração, a fim de melhorar o grau de valorização destes cargos. Também existem outros projetos sendo desenvolvidos, os quais contribuirão para melhorar os resultados globais e a retenção de pessoas, como: Acolhida, Desenvolvimento Gerencial e estudos para Avaliação de Desempenho, constituindo uma perspectiva futura positiva. Ações que superaram de forma significativa as metas estabelecidas: Três ações superaram as metas estabelecidas: número de novos produtos oferecidos ao mercado, número de pessoas atendidas por programas articulados de SENAI, SESI e IEL e a pontuação Modelo de Excelência em Gestão MEG. Os novos produtos oferecidos ao mercado superam em 50% a meta inicialmente prevista. O indicador pessoas atendidas por programas integrados superou 88,25% da meta e finalizando a pontuação do MEG superou 26,73% da meta estabelecida. Cumprimento do Orçamento: Não disponível. 30

32 Quadro 10 Execução Orçamentária do Foco Estratégico Desempenho do Sistema Despesas Correntes Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada ND ND ND ND ND Despesas de Capital Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada ND ND ND ND ND Total Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada ND ND ND ND ND Fonte: Gestão de Controladoria GECON 31

33 Execução Física das Ações Realizadas pela Entidade Focos Estratégicos Para os Focos Estratégicos descritos, são apresentadas abaixo as principais ações que materializam seus objetivos, tendo como base o respectivo centro de responsabilidade no 5º nível, resultados físicos e orçamentários. Quadro 11 Execução Física e Orçamentária das Ações Realizadas pela Entidade Tipo da Unidade de Meta Meta Orçamento Orçamento Centro de Responsabilidade (Ação) Prioridade Ação Medida prevista realizada Previsto Realizado Gestão Consultiva Deliberativa Processo Ação Prioritária R$ ,31 R$ , Gestão Executiva Processo Ação Prioritária R$ ,48 R$ , Jurídico Processo Ação Prioritária R$ ,46 R$ , Auditoria Processo Ação Prioritária R$ ,82 R$ , Comunicacão Processo Ação Prioritária R$ ,43 R$ , Planejamento e Orçamento Processo Ação Prioritária R$ ,36 R$ , Assessoria Técnica Processo Ação Prioritária R$ ,72 R$ , ETD da Gestão Processo Ação Prioritária R$ ,33 R$ , Transferências Regimentais e Regulamentares Processo Ação Prioritária R$ ,04 R$ , Administração Processo Ação Prioritária R$ ,51 R$ , Serviços de Inspeção Processo Ação Prioritária Nº R$ 279,94 R$ 279, Serviços Operacionais Processo Ação Prioritária Nº R$ ,30 R$ , Assessoria e Consultoria em Gestão Empresarial Processo Ação Prioritária Nº R$ ,47 R$ , Assessoria e Consultoria em Processo Produtivo Processo Ação Prioritária Nº R$ ,80 R$ , Consultoria em Segurança no Trabalho Processo Ação Prioritária Nº R$ ,37 R$ , Elaboração e Disseminação de Informacões Processo Ação Prioritária Nº R$ ,62 R$ , Eventos Técnicos Processo Ação Prioritária Nº R$ ,57 R$ , Certificação de Processos Processo Ação Prioritária Nº R$ 7.894,63 R$ 7.894, Certificação de Produtos Processo Ação Prioritária Nº R$ ,54 R$ , Ensaios Processo Ação Prioritária Nº R$ ,86 R$ , Calibração Processo Ação Prioritária Nº R$ ,55 R$ , Ensaios de Proficiência Processo Ação Prioritária Nº R$ ,13 R$ , Material de Referência Processo Ação Prioritária Nº R$ ,97 R$ , Inovação de Produto Processo Ação Prioritária Nº R$ ,64 R$ ,90 32

34 Tipo da Unidade de Meta Meta Orçamento Orçamento Centro de Responsabilidade (Ação) Prioridade Ação Medida prevista realizada Previsto Realizado Inovação de Processo Processo Ação Prioritária Nº R$ ,68 R$ , Gestão da Tecnologia e Inovação Processo Ação Prioritária R$ ,48 R$ , ETD da Tecnologia e Inovação Processo Ação Prioritária R$ ,89 R$ , Iniciação Profissional Processo Ação Prioritária Nº R$ ,45 R$ , Aprendizagem Industrial Básica Processo Ação Prioritária Nº R$ ,11 R$ , Qualificação Profissional Básica Processo Ação Prioritária Nº R$ ,78 R$ , Aperfeiçoamento Profissional Processo Ação Prioritária Nº R$ ,64 R$ , Especialização Profissional Processo Ação Prioritária Nº R$ ,90 R$ , Aprendizagem Técnica Processo Ação Prioritária Nº R$ ,96 R$ , Habilitação Técnica Processo Ação Prioritária Nº R$ ,66 R$ , Graduação Tecnológica Processo Ação Prioritária Nº R$ ,95 R$ , Pós-Graduação Lato Sensu Espec Processo Ação Prioritária Nº R$ ,52 R$ , Cursos de Extensão Processo Ação Prioritária Nº R$ ,04 R$ , Certificação de Pessoas Processo Ação Prioritária R$ ,70 R$ , Assessoria e Consultoria em Educação Processo Ação Prioritária R$ ,33 R$ , Olimpíadas e Concursos de Educação Profissional Processo Ação Prioritária R$ ,52 R$ , Gestão da Educação Processo Ação Prioritária R$ ,98 R$ , ETD da Educação Processo Ação Prioritária R$ ,42 R$ , Cooperação Técnica com Entidades Processo Ação Prioritária R$ ,70 R$ , Atendimento de Clientes Processo Ação Prioritária R$ ,90 R$ , Gestão Processo Ação Prioritária R$ ,93 R$ , Gestão Administrativa Processo Ação Prioritária R$ ,88 R$ , Gestão Financeira Processo Ação Prioritária R$ ,51 R$ , Gestão da Arrecadação Processo Ação Prioritária R$ ,87 R$ , Gestão de Pessoas Processo Ação Prioritária R$ ,78 R$ , Desenvolvimento Organizacional Processo Ação Prioritária R$ ,28 R$ , Gestão de Tecnologia da Informação Processo Ação Prioritária R$ ,70 R$ , ETD Processo Ação Prioritária R$ ,72 R$ ,72 Fonte: Assessoria de Gestão Estratégica AGE / Gestão de Controladoria GECON 33

35 Na sequência, quadro com apresentação da execução orçamentária das ações realizadas no exercício de 2014 pelo SENAI-RS para os produtos, até aqui apresentados e destacados. Quadro 12 Execução Orçamentária das Ações Realizadas pela UJ Despesas Correntes Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada R$ ,92 R$ ,49 R$ ,49 R$ R$ ,37 Despesas de Capital Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada R$ ,65 R$ ,68 R$ ,64 R$ ,65 R$ ,61 Total Dot. Inicial Dot. Retificada Dot. Suplementada Dot. Transposta Realizada R$ ,57 R$ ,17 R$ ,13 R$ ,13 R$ ,98 Fonte: Gestão de Controladoria GECON 2.4 Execução Física e Financeira das ações da LOA Não aplicável à natureza jurídica da Unidade Jurisdicionada (UJ). 2.5 Indicadores Neste subitem, o SENAI-RS apresenta o conjunto de indicadores de desempenho, os quais permitem identificar o nível de cumprimento das metas estabelecidas, monitorando o alcance das mesmas e seus objetivos. Segue apresentado o conjunto de indicadores. Quadro 13 Indicadores Institucionais Nº Nome do Indicador Fórmula de Cálculo Taxa de Gratuidade Regimental Índice de Sustentabilidade Financeira [(Gasto Aluno-Hora Total) / (Receita Bruta de Contribuição Geral Deduções)] *100 [(Total de Receita de Serviços + Receita de Convênios) / (Inversões financeiras + Despesas Correntes)] *100 Unidade de Medida Fonte do indicador Tipo de Indicador % PMP Eficiência % Protheus Eficácia 2.1 Índice de Reconhecimento Em concepção ND ND ND 2.2 % de preferência das empresas pelos egressos Resultado da Pesquisa Sapes no item do SENAI Habilitação de preferência das empresas % SAPES Eficácia Técnica Índice de Satisfação em Educação Índice de Satisfação em Tecnologia Índice de Incorporação de Projetos de Inovação pelas Empresas Resultado da pesquisa conforme metodologia definida Resultado da pesquisa conforme metodologia definida (Total de projetos incorporados nos últimos 5 anos / Total de projetos concluídos nos últimos 5 anos) *100 Índice Índice Pesquisa de Satisfação do Cliente Pesquisa de Satisfação do Cliente Efetividade Efetividade % GEITEC Efetividade 4.2 Sondagem da Inovação Em concepção ND ND ND 5.1 Taxa de Egressos no Mercado (Egressos no Mercado de Trabalho / Total de Egressos) *100 % Pesquisa SAPES Efetividade 34

36 Nº Nome do Indicador Fórmula de Cálculo Índice de Satisfação com Egressos SENAI Empresas TOP 100 RS atendidas em EP Empresas TOP 100 RS atendidas em STT 7.1 Novos Produtos Produção técnica e científica voltada para inovação em produtos Matrículas em Educação Profissional Variação de Matrícula Total Horas técnicas prestadas em Tecnologia e Inovação (Somatório das respostas "muito satisfeito" e "satisfeito" / Total de respostas) (nº empresas atendidas TOP 100 RS em EP / lista das empresas TOP 100 RS )*100 (nº empresas atendidas TOP 100 RS em STT e Inovação / lista das empresas TOP 100 RS)*100 (Total de novos produtos introduzidos) (Total de produção técnica e científica no período voltada para a pesquisa, desenvolvimento e introdução de novos produtos ao portfólio SENAI) Matrícula Nova + Matrícula Remanescente de Janeiro) (Matrícula Realizada / Meta Matrícula Pactuada) Nº de Horas técnicas prestadas em Tecnologia e Inovação Unidade de Medida Nota Fonte do indicador Pesquisa SAPES Tipo de Indicador Efetividade % SCOP Eficiência % SATT Eficiência Nº Absoluto GDE Eficiência Nº Planilha Excel Eficácia Nº SCOP Eficiência % SCOP Eficácia Nº SATT Eficácia 8.4 Nº de Concluintes (Total de aprovados nos cursos) Nº SCOP Eficiência % de cursos com Perfil Profissional elaborado por CTS Regional dentro do prazo de validade Taxa de Implantação dos ISIs e ISTs Taxa de Projetos Aprovados junto às Agências de Fomento Taxa de Atendimento Integrado Atendimento a pessoas realizado por ações integradas Pessoas atendidas por programas articulados SENAI-SESI-IEL Total de cursos com Perfil Profissional elaborado por CTS Regional dentro do prazo de validade / Total de cursos com Perfil Profissional elaborado por CTS Regional x 100 (Atividades do projeto concluídas / Total de atividades prevista pelo projeto) *100 (Quantidade de Projetos aprovados por agências de fomento / Total de projetos submetidos em agências de fomento) *100 % GDE Eficiência % GEITEC Eficácia % GEITEC Eficácia Em concepção ND ND ND Em concepção ND ND ND (Nº de pessoas atendidas por programas articulados SENAI-SESI- IEL) Programas que compõe o indicador: Novos Horizontes, EBEP, Vira Vida, Curso de Inglês em todo o estado e Bolsas Construindo a Nação. % GDAF Eficácia Cumprimento dos Acordos de Níveis de Serviço DAF- SENAI Atingimento dos Resultados dos Planos de Ação das UO s e Gerências (Total de atendimentos concluídos dentro do nível de serviço acordado / Total de atendimentos concluídos no período) *100 Média do atingimento dos objetivos do plano de ação das Unidades Operacionais e Gerências % GDAF Efetividade % AGE Efetividade 35

37 Nº Nome do Indicador Fórmula de Cálculo 12.3 Conformidade na Supervisão Educacional Central 12.4 % Evasão Escolar 13.1 Índice de Turnover Tempo Médio de Capacitação por Colaborador % de Colaboradores Capacitados Produção Técnica e Científica Satisfação com o Clima Organizacional Estágio da Gestão da Inovação pela Escala SAGRI 17.1 Pontuação MEG 17.2 % de OM s preventivas 18.1 Realização do Plano Orçamentário de investimentos Fonte: Assessoria de Gestão Estratégica AGE (Somatório do resultado da supervisão educacional central / Total de supervisões realizadas no período) *100 (Nº de Matrículas Evadidas/Total de matrículas)*100 [(Admitidos + Desligados / 2) / efetivo médio do quadro] *100 [Total de horas destinadas à capacitação / (Total de colaboradores do período + Acumulado dos demitidos do período)] (Nº total de colaboradores capacitados / total de colaboradores do período + acumulados dos demitidos do período) x 100 Unidade de Medida Fonte do indicador Tipo de Indicador % GDE Efetividade % SCOP Eficácia % GEPES Efetividade Horas GEPES Efetividade % GEPES Eficiência Em concepção ND ND ND Resultado geral da pesquisa de clima organizacional Média da Pontuação do Desempenho Total da Autoavaliação da Gestão da Inovação das UO s participantes (Total da pontuação alcançada na avaliação/total de pontuação potencial) *100 (nº oportunidades de melhoria preventivas abertas no período / nº de oportunidades de melhoria abertas no período) * 100 (Total de despesas realizadas em infraestrutura tecnológica) / (Total de despesas corrente + Total de despesas de capital transferências regimentais) % Pontuação Relatório Final da Pesquisa de Clima Organizacional Planilha SAGRI Efetividade Efetividade % Planilha SAG Efetividade % AGE Eficácia % SOGI Efetividade Os resultados obtidos e mensurados pelo conjunto de indicadores, no exercício de 2014, estão apresentados no quadro 14, a seguir, nos aspectos das metas, resultados e o desempenho de cada indicador. Quadro 14 Indicadores Institucionais por Foco Estratégico Foco Estratégico Nome do Indicador Meta Resultado Desempenho Sustentabilidade Operacional em EP 62,40% 101,00% 161,87% Educação Taxa de Egressos no Mercado 83,00% 81,30% 97,95% Empresas TOP 100 RS atendidas em EP 95,00% 91,00% 95,79% Matrículas em Educação Profissional ,61% Variação de Matrícula Total 100,00% 99,61% 99,61% Nº de Concluintes ,02% % Evasão Escolar 9,90% 10,78% 91,81% 36

38 Foco Estratégico Tecnologia e Inovação Desempenho do Sistema Nome do Indicador Meta Resultado Desempenho % de cursos com Perfil Profissional elaborado por CTS Regional dentro do prazo de validade 0,5% 0,75% 150,00% Sustentabilidade Operacional em Tecn. e Inovação 97,98% 56,46% 57,62% Empresas TOP 100 RS atendidas em STT 70,00% 63,00% 90,00% Índice de Incorporação de Projetos de Inovação pelas Empresas 43,00% 38,00% 88,37% Sondagem da Inovação NA NA NA Horas técnicas prestadas em Tecnologia e Inovação ,37% Taxa de Implantação dos ISIs e ISTs 30,00% 49,93% 166,43% Taxa de Projetos Aprovados junto à Agências de Fomento 51,00% 63,00% 123,53% Índice de Sustentabilidade Financeira 48,77% 48,37% 99,19% Taxa de Gratuidade Regimental 67,12% 78,78% 117,37% Índice de Reconhecimento NA NA NA Índice de Satisfação em Educação 8,00 9,27 115,88% Índice de Satisfação em Tecnologia 8,00 9,41 117,63% Índice de Satisfação com Egressos SENAI 8,50 8,50 100,00% % de preferência das empresas pelos egressos do SENAI Habilitação Técnica 90,00% 85,70% 95,22% Produção técnica e científica voltada para inovação em produtos ,60% Novos Produtos ,00% Cobertura do Setor Industrial no RS NA NA NA Taxa de Atendimento Integrado NA NA NA Atendimento a pessoas realizado por ações integradas NA NA NA Pessoas atendidas por programas articulados SENAI-SESI-IEL ,25% Cumprimento dos Acordos de Níveis de Serviço DAF-SENAI 100,00% 57,00% 57,00% Atingimento dos Resultados dos Planos de Ação das UOs e Gerências 86,00% 85,52% 99,44% Conformidade na Supervisão Educacional Central 80,00% 76,33% 95,41% Índice de Turnover 14,00% 20,85% 67,15% Tempo Médio de Capacitação por Colaborador 71:00 77:06 108,54% % de Colaboradores Capacitados 80,00% 82,26% 102,83% Produção Técnica e Científica NA NA NA Satisfação com o Clima Organizacional NA NA NA Estágio da Gestão da Inovação pela Escala SAGRI 80,00% 92,92% 116,15% Pontuação MEG 55,00% 69,70% 126,73% % de OM s preventivas 20,00% 16,49% 82,45% Realização do Plano Orçamentário de investimentos 23,80% 24,72% 103,88% Fonte: Assessoria de Gestão Estratégica AGE 37

39 3. ESTRUTURAS DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO O Departamento Regional do SENAI no Estado do Rio Grande do Sul, embora vinculado a um sistema federativo de caráter nacional, é autônomo no que se refere à administração de seus serviços, gestão dos seus recursos, regime de trabalho e relações empregatícias. 3.1 Estrutura de Governança Dentre seus órgãos regulamentares, seu órgão regional máximo é o Conselho Regional do SENAI-RS, que é composto pelos seguintes membros: Presidente da federação de indústrias, que será o seu presidente nato, ou seu representante; Quatro delegados das atividades industriais, escolhidos pelo Conselho de Representantes da entidade federativa; Um delegado das categorias econômicas dos transportes, das comunicações e da pesca, escolhido pela associação sindical de maior hierarquia e antiguidade existente na base territorial respectiva; Diretor do Departamento Regional; Um representante do Ministério do Trabalho e Previdência Social, designado pelo titular da pasta; Um representante do Ministério da Educação e Cultura, designado pelo seu titular; e Um representante, e respectivo suplente, dos trabalhadores da indústria, indicado pela organização dos trabalhadores mais representativa da região. Os conselheiros regionais, nas suas faltas e impedimentos, são substituídos pelos suplentes designados. Compete ao Conselho Regional dentre outras atribuições: Votar, em verbas globais, o orçamento do Departamento Regional, e submetê-lo ao poder competente; Autorizar as transferências e as suplementações de dotações solicitadas pelo diretor do Departamento Regional, encaminhando o assunto à aprovação da autoridade competente quando as alterações excederem de 25% (vinte e cinco por cento) de cada verba; Apreciar periodicamente a execução orçamentária na região; Examinar anualmente o inventário de bens a cargo da administração regional; Deliberar sobre a prestação de contas anual do Departamento Regional, a qual deverá ser previamente submetida ao exame de uma Comissão de Contas; Resolver sobre os contratos de construção de escolas na região; Autorizar a compra, ou o recebimento por doação, de bens imóveis; Dar parecer sobre a alienação ou gravame de bens imóveis e encaminhá-la à decisão do Conselho Nacional; Autorizar a alienação de bens móveis patrimoniais que estejam sob a responsabilidade da administração regional; Deliberar sobre o relatório anual do Departamento Regional, remetendo uma via dele ao Departamento Nacional, em tempo útil, para o preparo do relatório anual deste órgão; Desempenhar as incumbências que lhe forem delegadas pelo Conselho Nacional; Mediante proposta do Diretor do Departamento Regional, deliberar sobre os quadros do pessoal, fixar os padrões de vencimentos, determinar o critério e a época das promoções, bem como examinar quaisquer reajustamentos de salários; Fixar a remuneração do diretor do Departamento Regional dentro dos níveis estabelecidos pelo presidente do Conselho Nacional; 38

40 Autorizar o Departamento Regional a aplicar as penas previstas na legislação vigente aos empregadores que não cumprirem os dispositivos legais, regulamentares e regimentais relativos ao SENAI; Estabelecer as normas internas do seu funcionamento; Estabelecer a cédula de presença dos conselheiros, não podendo esta exceder, mensalmente, o valor do salário mínimo mensal da região; e Autorizar a concessão de contribuições à federação de industriais de sua base territorial até o limite de um por cento da receita regional. Os Conselhos Regionais reunir-se-ão, ordinariamente, uma vez por mês e, extraordinariamente, quando convocados pelo presidente ou por dois terços de seus membros. As deliberações ocorrem com a presença de dois terços dos seus membros, sendo, porém, necessário o comparecimento da maioria absoluta para as deliberações. As decisões serão tomadas por maioria de sufrágios, cabendo ao presidente o voto de qualidade nos empates verificados. São competências do presidente do Conselho Regional dirigir o plenário do Conselho Regional e fazer cumprir, sob suas responsabilidades administrativas, todas as resoluções emanadas do Conselho Regional. O Departamento Regional do SENAI-RS é dirigido por seu Diretor e compete ao Diretor Regional do SENAI-RS, dentre outras atribuições: Fazer cumprir, sob sua responsabilidade funcional, todas as resoluções emanadas do Conselho Regional e encaminhadas pelo seu presidente; Organizar, superintender e fiscalizar, direta ou indiretamente, todos os serviços do Departamento Regional, expedindo ordens, instruções de serviço e portarias e praticando todos os atos necessários ao pleno exercício de suas funções; Apresentar ao Conselho Regional as propostas orçamentárias e as prestações de contas anuais do Departamento Regional, encaminhando-as, posteriormente, ao órgão competente; Apresentar, anualmente, ao Conselho Regional, o relatório das atividades do Departamento Regional; Organizar e submeter, ao Conselho Regional, o quadro de pessoal do Departamento Regional, dentro dos limites orçamentários; Admitir, promover e demitir os serventuários do Departamento Regional, mediante aprovação do presidente do Conselho Regional; Conceder férias, licenças e aplicar penas disciplinares aos serventuários do Departamento Regional, assim como resolver sobre a movimentação do pessoal, dentro dos quadros funcionais, inclusive no que respeita ao provimento dos cargos e funções de confiança; Fixar as ajudas de custo e diárias de seus servidores mediante aprovação do Presidente do Conselho Regional; e Abrir contas e movimentar os fundos do Departamento Regional, assinando os cheques com o Presidente do Conselho Regional ou pessoa por este designada. Além dos Conselhos e da Diretoria Regional, há outras instâncias da estrutura de governança, capazes de analisar e verificar as práticas adotadas, bem como avaliar os padrões de trabalho dos processos de gestão e operação, a saber: Quadro 15 Mecanismos de Controle dos Processos de Gestão e Operação Mecanismo / Responsável Auditoria dos Órgãos de Controle CGU / TCU Auditoria Independente Descrição/Frequência/Início As auditorias realizadas pela CGU e TCU, há mais de dez anos, a fim de garantir o cumprimento dos padrões de trabalho que impactam na gestão orçamentária, nos objetivos e nas metas físicas e financeiras. A auditoria independente tem por objetivo verificar a adequada aplicação das Normas Brasileiras de Contabilidade e a legislação específica no que for pertinente. 39

41 Mecanismo / Responsável Avaliação Educacional Controle Gerencial Auditoria Interna AUDIN Acompanhamento de Procedimentos Internos (API) Workflow Descrição/Frequência/Início Prática de acompanhamento/monitoramento do desempenho técnico que visa assegurar o padrão de execução e entrega dos serviços conforme os parâmetros estabelecidos no processo, sendo utilizado como ferramenta de acompanhamento/monitoramento o Sistema de Avaliação da Educação Profissional SAEP (Avaliação de Projetos, Avaliação do Desenvolvimento de Cursos, Avaliação do Desempenho de Estudantes, Avaliação de Egressos), a Olimpíada do Conhecimento, o Torneio Internacional de Formação Profissional e a Supervisão Educacional. De forma complementar, os padrões de trabalho são controlados diariamente por meio da supervisão técnica realizada pelos gestores e técnicos das áreas. Auditorias realizadas pela AUDIN objetivando verificar a aderência dos controles aos processos e a observação das normas internas e dos dispositivos legais referentes aos processos administrativos, financeiros e fiscais. Verificação quanto à adequação da aplicação dos procedimentos de controles internos administrativos e financeiros, transversais aos processos das unidades do SENAI-RS. Este é aplicado mensalmente, desde 2010, pelo Analista Corporativo vinculado ao Núcleo de Serviços Compartilhados NSC. O API é orientado por check-list padrão, estruturado por macroprocessos e identificação dos riscos dos processos, aplicado nas visitas de verificação às Unidades, conforme critérios e periodicidade mensal, trimestral, semestral ou anual. Decorrente desta verificação é elaborado um relatório, o qual é encaminhando ao Gerente do NSC e de Operações, que são responsáveis pela implantação de melhorias, ações preventivas ou corretivas. Utilizada, há mais de cinco anos, a ferramenta workflow, que tem o pressuposto de garantir que a etapa subsequente da atividade somente se confirme após a conclusão das anteriores. Como exemplos: workflow de viagem, de treinamentos e requisição de pessoal. Fonte: Assessoria de Gestão Estratégica AGE e Auditoria Interna AUDIN 3.2 Atuação da Unidade de Auditoria Interna A Auditoria Interna do Sistema FIERGS/CIERGS AUDIN atua como órgão fiscalizador das atividades do SENAI-RS. A AUDIN está vinculada à Presidência do Sistema FIERGS/CIERGS e visa avaliar de forma independente as operações contábeis, financeiras e administrativas executadas pelo SENAI-RS, utilizando-se de critérios técnicos, legais e operacionais, propondo ações preventivas ou corretivas, sempre que pertinente. O posicionamento da auditoria na estrutura orgânica da entidade está representado no quadro a seguir: 40

42 Quadro 16 Organograma da Auditoria Interna do Sistema FIERGS Fonte: Gestão de Pessoas GEPES O cargo de Gerente da Auditoria Interna está previsto no Plano de Carreiras como sendo uma função de confiança. Contudo, no processo de escolha do dirigente, também, leva-se em consideração o perfil do cargo, as atividades da função, a formação, bem como as competências organizacionais, de acordo com a Política Plano de Gestão da Remuneração e Carreiras do Sistema FIERGS/CIERGS. O Plano Anual de Atividades da Auditoria Interna do Sistema FIERGS, contempla o planejamento das ações da auditoria no SENAI-RS, no exercício vigente, de forma a garantir a legalidade e a legitimidade das operações, o alcance dos resultados previstos, a observância dos controles e procedimentos internos, visando a economicidade, a eficiência e a eficácia da gestão. Neste sentido, a AUDIN, sendo a instância da administração responsável pela análise e manutenção dos procedimentos internos, tem por finalidade maior a promoção e o fortalecimento dos Controles Internos das Instituições do Sistema FIERGS, a fim de contribuir para o alcance dos resultados, alinhado ao mapa estratégico da entidade, com vistas à Gestão Estratégica de Riscos Corporativos, fomentando excelência, agregando valor aos processos de gestão e garantindo, portanto, segurança aos gestores, para adequada tomada de decisão. No decorrer de 2014, com base no seu Planejamento Anual, a AUDIN focou esforços em trabalhos de Avaliação dos Controles Internos, Auditoria Baseada em Riscos, Auditoria Contínua, Atividades de Compliance, Assessorias e Consultorias. Com intuito de assegurar ao corpo diretivo a gestão eficaz dos riscos, a AUDIN permeou pelos principais processos relacionados a impactos financeiros, os quais carecem de acompanhamento contínuo dos pontos de controle, pela possibilidade da ocorrência de falhas em sistemas informatizados ou nos fluxos operacionais, mitigando e recomendando a adequada resposta aos riscos. A AUDIN atendeu plenamente o Plano Anual de Atividades para o exercício 2014, sobre os quais destacamos as verificações de Auditoria Baseada em Riscos nas seguintes áreas: gestão de suprimentos, gestão de controladoria, gestão de recursos humanos, gestão de tecnologia da informação, gestão de engenharia e áreas finalísticas do SENAI-RS. 41

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