CIÊNCIAS SOCIAIS 10/9/2012. I ECONOMIA COLONIAL SÉCULOS XVI a XIX OBJETIVOS: Formação Econômica e Social Brasileira (I)

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1 CIÊNCIAS SOCIAIS M.I DESENVOLVIMENTO DESIGUAL E COMBINADO DA SOCIEDADE MODERNA Formação Econômica e Social Brasileira (I) Profa. Claudete Pagotto Período OBJETIVOS: Abordar as características fundamentais da evolução da economia brasileira do período mercantil até 1930 destacando: d I) A economia colonial e os ciclos econômicos e, II) A expansão cafeeira e as origens da industria I ECONOMIA COLONIAL SÉCULOS XVI a XIX 1. A empresa mercantil, colonial e escravocrata 2. Os ciclos econômicos 1

2 1. A empresa mercantil, colonial e escravocrata Escravos negros vindos da África Rugendas Caráter da colonização brasileira O papel de pioneiro nesta nova etapa caberá aos portugueses, os melhores situados, geograficamente. Caio Prado Jr. Século XVI, Península Ibérica dinamismo do Capitalismo Comercial Brasil Domínio português Inserido na empresa mercantil,colonial e escravocrata Para desvendar essa história, várias fontes. 2

3 MARCA DA FORMAÇÃO ECONOMICA BRASILEIRA Acumulação primitiva nas colônias Brasil: exportador riquezas ACUMULAÇÃO GERAL DO CAPITALISMO VIAS DE CONSTITUIÇÃO DO CAPITALISMO VIA CLÁSSICA Países lideres do capitalismo Industrialização a partir dos ganhos da era colonial Séculos XVIII e seguintes revoluções democráticoburguesas VIA PRUSSIANA Países com industrialização tardia, no século XIX Ausência de processos democráticos de emancipação Passagem do feudalismo para o capitalismo VIA COLONIAL Atraso democrático e econômico Grandes propriedades p de terra latifúndio Se insere num sistema já dominado pelo capitalismo comercial Burguesia sem autonomia política, incapaz de superar a dependência colonial A LÓGICA DO CAPITAL E SUA EXPANSÃO COLONIAS DE POVOAMENTO Europeus no Novo Mundo em busca de um novo lar COLONIAS DE EXPLORAÇÃO Produção de gêneros de interesse do mercado internacional O sentido das ações dos donos de terras era o comércio Extrativismo (pau brasil) para a Agricultura Tráfico negreiro 3

4 Burguesia nascente, Estado Absolutista, Mercantilismo UNIÃO DOS TERRITÓRIOS, VISANDO A HOMOGENEIZAÇÃO LEGAL, LINGUÍSTICA, MONETÁRIA E DOS COSTUMES EM GERAL COMPANHIAS DE COMÉRCIO MONOPÓLIOS LIGADOS AO ESTADO PACTO COLONIAL Política econômica mercantilista Exclusivismo comercial da metrópole com suas colônias, subordinando as A MARCA DA COLONIZAÇÃO DE EXPLORAÇÃO SISTEMATIZAR O PACTO COLONIAL: SOLUÇÕES: extrativismo e a plantation Plantation Grandes propriedades agrícolas Monocultura Trabalho escravo Produção destinada à exportação ESCRAVIDÃO MODERNA Caçador de escravos J B.Debret Inutilmente, a partir de meados de 1500, quando o regime de escambo com os silvícolas, inaugurado com êit êxito pelos traficantes t de madeira, já não satisfazia às exigências da empresa colonial, o padre da Cia. de Jesus procura impedir a arbitrária escravização do gentio (HOLANDA, 1993) 4

5 ESCRAVIDÃO MODERNA Colheita da cana Portinari (1938) São portugueses, realmente, os primeiros traficantes que levavam negros às possessões espanholas. ( ) e às costas da América, onde tudo passava a depender, da mão de obra africana (HOLANDA, 1993) Intervalo para a reflexão e 5 2.Os ciclos econômicos Engenho Rugendas 5

6 Imensas dificuldades. Recompensa pelo sacrifício grandes propriedades de terras Capitanias hereditárias produção agrícola em forma de plantation Ciclos econômicos Movimentos de crescimento e declínio das atividades extrativas (ciclo do paubrasil), da produção agrícola (borracha, cana de açúcar, cacau, café) e mineradora (ouro) Pau Brasil Até quase meados do séc. XVI, encontraremos portugueses e franceses traficando na costa brasileira com o pau brasil. Era uma exploração rudimentar que não deixou traços apreciáveis, a não ser na destruição impiedosa e em larga escala nas florestas nativas donde se extraía a preciosa madeira. (PRADO Jr, 1961) A PRODUÇÃO AÇUCAREIRA (séculos XVI XVIII) 6

7 Grande propriedade monocultura: Moenda portátil J B.Debret Engenho ou propriedade canavieira é um complexo produtivo Moenda, caldeira e a casa de purgar o açúcar e aguardente Além da casa grande do senhorio e da senzala par aos escravos Oficinas, estrebarias E um santuário O CICLO DO OURO (séc.xvii e XVIII) BANDEIRAS PAULISTAS Objetivo: captura de índios Descoberta do metal Movimento migratório Indústria mineradora LAVRAS: Grande produção em jazidas; Intenso uso de escravos africanos. FAISCADORES: Pequena extração; Homens livres e nômades. 7

8 Sociedade mineradora CONTINGENTE DE PESSOAS NO INTERIOR DO PAÍS; GERAÇÃO DE UMA SOCIEDADE URBANA; INTENSA ATIVIDADE DE CONSUMO; O POLO ECONÔMICO E ADMINISTRATIVO DESLOCA SE PARA O SUDESTE E A ECONOMIA DA REGIÃO SE DINAMIZA. Ouro e Diamantes Final do século XVIII decadência da mineração brasileira baixo nível tecnológico não investimento no processo produtivo Sabará Mariana Congonhas Diamantina Vila Rica Ouro preto O RENASCIMENTO AGRÍCOLA (séc.xviii) ALGODÃO CACAU CAFÉ SUPERAÇÃO DA ERA DA MINERAÇÃO AGRICULTURA COMO BASE DA ECONOMIA LOCAL PAPEL DE COLÔNIA DE EXPLORAÇÃO SURTO QUE NÃO TEVE VIDA LONGA.. 8

9 ENTRAVES AO DESENVOLVIMENTO SOCIAL CAPITALISTA Economia colonial orientada para o mercado externo De ciclo a ciclo economia subordinada aos centros hegemônicos do capital População escravizada subsistência Economia mineira cenário mais promissor e de mobilidade social A produção manufatureira não vingou Passagem de colônia para Estado Nação permanência do atraso estrutural Séc.XIX vinda da Família Real dominação inglesa Problemática da emancipação ao menos três correntes de pensamento: 1) abertura ao capital externo em nome da integração com o mercado mundial e da aceitação da livre concorrência. Eugênio Gudin. 2) o desenvolvimento econômico poderia ser alcançado com políticas econômicas protecionistas de industrialização. Celso Furtado. 3) a superação da dependência, romper com a subordinação e com o subdesenvolvimento, seria romper com o modo de produção capitalista. Caio Prado Jr. II Expansão cafeeira 1.A economia cafeeira 2.Origens da indústria 9

10 1. A economia cafeeira Café Cândido Portinari Século XIX Trabalho escravo nas lavouras de café Comercialização do produto Comerciantes de café em Santos e Rio de Janeiro Financiador das lavouras de café Dependência do fazendeiro diante do comerciante (banqueiro) CAFÉ PRADO JR, Caio. História econômica do Brasil, 2006, p

11 CAFÉ A produção do café trará uma transformação significativa na sociedade brasileira: 1. Deslocamento da atividade econômica para o Sudeste; 2. Substituição do trabalho escravo pelo livre; 3. Figura como produto quase isolado na balança comercial. PRADO JR, Caio. História econômica do Brasil, 2006, p Intervalo para a reflexão e 5 2.Origens da indústria Indústrias Matarazzo 11

12 A formação da indústria Primeiros focos de produção industrial 1885 Trabalho assalariado originado pelo imigração Após a Primeira Guerra Mundial, intensificou se o investimento estrangeiro Primeira filial da Ford 1923 British American Tobacco 1924 Primeira filial da Philips Na década de 30 as indústrias Matarazzo eram financeira e economicamente mais poderosas que o rendimento de todo o Estado de São Paulo. Outros impérios: Grupo Votorantin, Alpargatas, Cia elétrica, Light e Power. CONSIDERAÇÕES FINAIS Para Caio Prado Jr., Todo povo tem na sua evolução, vista à distância, um certo sentido. Este se percebe não nos pormenores da sua história, mas no conjunto dos fatos e acontecimentos essenciais que a constituem num longo período de tempo 12

13 Qual o significado de sentido? O que é reconstruído racionalmente, ou seja, a partir do conhecimento da sociedade atual como resultado de um desenrolar histórico. A permanência do sentido da colonização nos seus efeitos sobre o presente. Este presente se refere ao Brasil já independente politicamente nas primeiras décadas do século XX, mas que continuava dependente economicamente do mercado europeu. Ou seja, para o autor... A produção para o mercado interno tem sua dinâmica determinada pela dinâmica do mercado externo. O capital comercial é então elemento central para a compreensão da sociedade colonial e da sua dinâmica. CELSO FURTADO: busca explicitar os ciclos econômicos como reflexos da economia colonial ao mercado europeu. há uma subordinação da colônia ao comércio externo, em sua obra Formação econômica do Brasil, é inspirado pelas ideias keynesianas e as desenvolve no interior da Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL). 13

14 CELSO FURTADO: um sistema econômico dependente, sem autonomia: (...)sendo uma plantação de produtos tropicais, a Colônia estava integrada nas economias européias, das quais dependia. Não constituía, portanto, um sistema autônomo, sendo simples prolongamento de outros maiores. (Furtado, 1959, p. 95). Referência das Imagens Imagem 1 Disponível em: Imagem 1 Imagem 2 Disponível em: Imagem 3 Disponível em: Imagem 3: Imagem 4 Disponível em: Imagem 4: Imagem 5 Disponível em: < pau brasil 3.php>. Imagem 6 Disponível em: <http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/conjuracao baiana/conjuracao baiana 3.php>. Imagem 7 Disponível em: <http://www.brasilescola.com/historiab/plantation.htm>. Imagem 8 Disponível em: <http://www.techs.com.br/meimei/historias/historia92.htm>. Imagem 9 Disponível em: <http://www.hjobrasil.com/ordem.asp?secao=44>. hj / Imagem 10 Disponível em: Imagem 11: Lavoura_de_caf%C3%A9.jpg Referencias bibliográficas CARDOSO, F.H. e FALETTO, E. Dependência de Desenvolvimento na América Latina. Rio de Janeiro, Zahar, FERNANDES. F. Capitalismo dependente e sociedade de classes na América Latina. Rio de Janeiro: Zahar, IANNI, O. Estado e Planejamento Econômico no Brasil, PRADO Jr. C. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo, Brasiliense, ROIO, Marcos Del. A teoria da revolução brasileira. In: História do Marxismo no Brasil, volume IV, São Paulo, Editora da UNICAMP, SODRÉ, N.W. Capitalismo e revolução. Belo Horizonte, Oficina de Livros,

15 BOA SEMANA!! 15

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