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1 RELATÓRIO DE GESTÃO E CONTAS 2007 Banif - Banco Internacional do Funchal, SA Banif - Banco Internacional do Funchal, SA Sede Social: Rua de João Tavira, Funchal Capital Social: Euros Número único de matrícula e Pessoa Colectiva n.º

2 ÍNDICE I. ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1. Conjuntura Internacional 2. Conjuntura Nacional 3. Sistema Financeiro II. ACTIVIDADE DO BANIF, SA EM Actividade na Região Autónoma da Madeira 2. Actividade no Continente 2.1 Negócio no Segmento de Empresas e Médio/Alto de Particulares Negócio no Segmento de Empresas Negócio no Segmento de Particulares de Médio-Alto Rendimento 2.2 Negócio no Segmento de Retalho Contas Depósito à Ordem e Produtos de Poupança Crédito Imobiliário Crédito ao Consumo Crédito Especializado 2.3 Recuperação de Crédito Vencido e em Contencioso 2.4 Novos Canais de Distribuição e de Apoio às Áreas de Negócio 3. Actividade Financeira 4. Actividade Internacional 5. Comunicação e Imagem 6. Marketing Estratégico 7. Recursos Humanos 8. Sistemas e Tecnologias de Informação 9. Controlo dos Riscos de Actividade 10. Compliance 11. Auditoria 12. Provedoria do Cliente III. IV. ANÁLISE ÀS CONTAS APLICAÇÃO DE RESULTADOS V. NOTA FINAL VI. VII. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 1. Balanço 2. Demonstração de Resultados 3. Demonstração de Variações em Capitais Próprios 4. Demonstração de Fluxos de Caixa 5. Anexo às Demonstrações Financeiras INFORMAÇÕES ADICIONAIS 1. Informação nos termos do Artº 447º do Código das Sociedades Comerciais 2. Informação nos termos do Artº 448º do Código das Sociedades Comerciais 3. Acções Próprias e Participações Sociais Qualificadas 2

3 Índice de Abreviaturas Utilizadas Banco Banif Banif Go Banif Serv BBCA BCE DAJ DCA DCRAM DEP DF DGR DI DMC DME DMIF DRA DRE DRD FED GIA GPC GRII Grupo IFB RERAM Banif - Banco Internacional do Funchal, S.A. Banif - Banco Internacional do Funchal, S.A. Banif Go, Instituição Financeira de Crédito, S.A. BanifServ - Empresa de Serviços, Sistemas e Tecnologias de Informação, A.C.E. Banco Banif e Comercial dos Açores, S.A. Banco Central Europeu Direcção de Assessoria Jurídica (Banif) Direcção de Canais Agenciados (Banif) Direcção Comercial da Região Autónoma da Madeira (Banif) Direcção de Empresas e Banca Privada (Banif) Direcção Financeira (Banif) Direcção de Gestão Global de Risco (Banif) Direcção Internacional (Banif) Direcção de Marketing e Comunicação (Banif) Direcção de Marketing Estratégico (Banif) Directiva n.º 2004/39/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de Abril, relativa aos mercados de instrumentos financeiros Direcção da Rede de Agências (Banif) Direcção de Residentes no Exterior (Banif) Direcção de Rede Directa (Banif) Reserva Federal Norte-americana (Federal Reserve) Gabinete de Inspecção e Auditoria (BBCA) Gabinete de Provedoria do Cliente Gabinete de Relações com Investidores e Institucionais (Banif) Banif - Grupo Financeiro Instituto de Formação Bancária Rede de Agências da Região Autónoma da Madeira (Banif) 3

4 MENSAGEM DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DO PRESIDENTE DA COMISSÃO EXECUTIVA Durante o exercício de 2007, o Banif prosseguiu a tendência de crescimento firme e sustentado que tem vindo a evidenciar nos últimos anos, e que tem caracterizado o seu desempenho desde a data da sua constituição. Num contexto macro-económico particularmente difícil, marcado pela instabilidade dos mercados e das instituições financeiras, a actividade do Banco apresentou inequívocos sinais de dinamismo, atingindo um Cash-flow de 95,6 milhões de euros e um resultado do exercício em base IAS/IFRS de 47,6 milhões de euros, o qual representa um crescimento de 29,3% relativamente ao ano anterior. Em base das NCA s (Normas de Contabilidade Ajustadas) o resultado do exercício cifrou-se em 26,1 milhões de euros, o que representa um decréscimo de 24,8% relativamente ao ano anterior. A principal razão para esta divergência dos resultados do exercício em base IAS/IFRS e NCA s deveuse ao elevado volume de provisões para riscos gerais e específicos de crédito efectuadas nos termos do Aviso 3/95 do Banco de Portugal, que atingiram 48,6 milhões de euros em 2007 (26,2 milhões de euros em 2006, enquanto as provisões por imparidade de crédito em base IAS/IFRS se limitaram a 20,7 milhões de euros (23,7 milhões de euros em 2006). Em linha com os grandes objectivos estratégicos estabelecidos para o triénio , o Banco viu aumentar a sua dimensão, produtividade e rendibilidade, sempre com salvaguarda dos adequados níveis de solvabilidade, alicerçando o seu crescimento numa melhoria substancial da qualidade de serviço e na personalização do atendimento ao cliente, as quais, a par de uma maior eficácia operativa, permitiram o reforço da sua quota de mercado. O crescimento orgânico do Banco foi promovido através da abertura de 35 novas Agências (mais 5 do que o objectivo inicialmente traçado), que permitem à instituição dispor, actualmente, de um total de 228 agências bancárias em território nacional. Indicador de crescimento do Banco, foi também a ampliação da sua base de clientes activos, fruto não só de um significativo aumento do número de contas abertas, mas também de uma maior fidelização dos clientes, para o que contribuiu o Programa 330 x 2, desenvolvido e implementado durante o ano de Em relação aos clientes empresariais, através do Programa Empresas x 2, o Banif, que já fora revolucionário na criação dos Centros de Empresas e das Equipas de Serviço ao Cliente, reinventou a sua estratégia comercial, com novos e ambiciosos objectivos. O crescimento não prejudicou a qualidade de serviço nem a personalização no atendimento ao cliente, aspectos em que o Banif é um banco de referência. A vocação de banco de relação, que estruturalmente o caracteriza, posiciona hoje o Banif como um dos quatro bancos com maior índice de qualidade de serviço a operar em Portugal, claramente acima da média do mercado de prestação de serviços bancários, e onde a Qualidade de Atendimento na Agência continua a apresentar o maior índice de satisfação sectorial. Ainda no âmbito da qualidade e personalização do atendimento ao cliente, destaca-se a conclusão de diversos projectos de certificação de qualidade no Banco, designadamente, a Certificação de Qualidade do Call Center, a Certificação da Qualidade do Gabinete de Provedoria do Cliente, a Certificação de Qualidade no Crédito à Habitação e a Certificação de Qualidade da Banca Electrónica. Está previsto, para 2008, o alargamento do âmbito de certificação a outros produtos comercializados nas redes de agências. 4

5 A evolução sustentada e estruturada do Banco, durante o ano de 2007, foi reconhecida pelo mercado, conforme atesta a subida das notações de rating feitas pela agência Moody s, para A2 (longo prazo) e P-1 (curto prazo). A expansão internacional do Banif Grupo Financeiro, que hoje marca importante presença em países como Espanha, Inglaterra, Malta, África do Sul, Cabo Verde, Brasil, Venezuela, México, Estados Unidos, Canadá, entre outros, tem sido e continuará a ser capitalizada pelo Banco no desenvolvimento da sua actividade comercial, mantendo o acompanhamento às comunidades portuguesas no exterior, e apostando agora também no crédito imobiliário a não residentes e na criação de novas propostas de valor para os novos residentes em Portugal. Por outro lado, o Banif não tem sido alheio às responsabilidades sociais associadas ao seu crescimento institucional, e mantém-se alinhado com as principais tendências de desenvolvimento sustentado a nível mundial, integrando desde 2005 o BSCD Portugal Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável. Consciente de que os projectos são as pessoas o Banif tem, de forma organizada e sistemática, promovido e valorizado a evolução quantitativa e qualitativa dos seus recursos humanos. Entre 2000 e 2007, os colaboradores do Banco passaram de 1331 para 1991, consubstanciando um aumento de cerca de 50%. Este crescimento do número global de colaboradores tem sido qualitativamente sustentado pelo aumento relativo do seu nível de formação académica e pelo número de horas de formação ministradas através da própria instituição. No início de 2008, o nosso Banco celebra o seu 20.º aniversário, num momento em que se afirma, junto de clientes, fornecedores e demais stakeholders, como uma instituição sólida e prestigiada, titular, por mérito próprio, de uma posição de referência no mercado financeiro nacional e internacional. No dealbar deste novo ciclo da sua existência, o Banco adopta uma nova imagem corporativa, integrada por um novo logotipo, uma nova cor e uma nova assinatura, comuns a todo o Banif Grupo Financeiro. Se, por um lado, estes novos elementos distintivos sublinham a nova identidade do Grupo, na sua projecção para o exterior, por outro lado, internamente, reforçam a ligação entre as várias empresas que o constituem, evidenciando a importância da colaboração recíproca e do desenvolvimento de sinergias. A escolha do paradigma desta nova imagem, a figura mítica do centauro, entidade que reflecte o equilíbrio perfeito entre o poder físico e a destreza mental, é o testemunho de que a nova identidade não altera a essência da cultura e dos valores do Banco. É a ambição, a qualidade e a determinação das pessoas, das nossas pessoas, que constitui o mais importante património do Banif, e nos permite encarar com confiança os desafios do futuro. Joaquim Filipe Marques dos Santos Presidente da Comissão Executiva Horácio da Silva Roque Presidente do Conselho de Administração 5

6 I. ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1. Conjuntura Internacional O ano de 2007 ficou caracterizado pela manutenção do crescimento económico mundial a um nível robusto, embora novamente pautado por uma maior divergência entre os diferentes blocos económicos. Segundo estimativas do Fundo Monetário Internacional, a economia mundial terá crescido a um ritmo de 5,2% face a 5,4% em 2006, com a economia americana a registar uma desaceleração significativa da actividade económica para níveis abaixo do seu ritmo potencial, enquanto que a Europa e a Ásia atingiram um crescimento económico mais forte do que o esperado inicialmente. O ano de 2007 assinala também a interrupção da actuação agressiva do Banco Central Europeu (BCE), com o objectivo de neutralizar a sua política monetária e o início de um novo ciclo da política monetária americana, no seguimento da decisão da Reserva Federal (FED) de cortar a sua taxa de intervenção em 100 pontos base (pb) para 4,25%. No Japão, a economia mostrou sinais de maior dinamismo, o que motivou a subida da taxa de intervenção para 0,5%. No que diz respeito aos mercados financeiros, o Euro viu a sua cotação apreciar-se 10,5% face ao Dólar (encerrando o ano a 1,46 Dólar/Euro); os mercados financeiros a nível mundial registaram um aumento significativo de volatilidade, atingindo o máximo desde 2003, num contexto de reavaliação do prémio de risco; o preço do petróleo registou novamente uma subida expressiva, com uma valorização anual de cerca de 57,2%, para níveis próximos de 96 dólares por barril (WTI); e o preço do ouro subiu cerca de 30,9% para 834 dólares por onça, beneficiando do seu estatuto de activo de refúgio, numa conjuntura de forte procura pela generalidade das matérias-primas. Estima-se que a economia americana tenha registado um crescimento de 2,2% em 2007, significativamente inferior à taxa de 2,9% registada em Depois de um primeiro trimestre marcado por um crescimento económico claramente abaixo do seu potencial (0,6% em termos anualizados, constituindo a taxa de crescimento mais baixa dos últimos quatro anos), explicado, essencialmente, por factores específicos (deterioração da balança comercial, diminuição de inventários e queda acentuada do investimento residencial), no segundo trimestre a economia começou a evidenciar sinais de maior robustez económica (3,8%). O ritmo de crescimento acelerou posteriormente no início da segunda metade do ano, com o PIB a crescer 4,9% em termos anualizados no terceiro trimestre de Os contributos para este desempenho económico vieram novamente das exportações, beneficiando claramente de um câmbio mais favorável (o Dólar encontrava-se em desvalorização contínua face às principais divisas internacionais), da acumulação de inventários e do maior dinamismo do consumo privado. Importa referir que, em Agosto, os problemas com o crédito hipotecário de alto risco nos EUA (segmento subprime) contagiaram o restante sector financeiro, originando um movimento de aversão ao risco, só comparável com o verificado após os atentados terroristas de 11 de Setembro. Desta forma, assistiu-se a um redimensionamento do prémio de risco face a um ambiente de taxas de juro mais altas nos principais blocos económicos mundiais, com a yield da obrigação de referência do Tesouro americano na maturidade a dez anos a subir para 5,02%. Já no final do segundo semestre, a forte deterioração do risco de crédito associado às operações de financiamento do segmento subprime obrigaram à intervenção directa de vários Bancos Centrais. O BCE, numa operação sem precedentes, foi o primeiro a actuar, injectando um volume extraordinário de liquidez, enquanto que a FED optou pela redução da sua taxa de desconto em 50 pb para 4,75%, o primeiro corte desde Junho de 2003, defendendo a necessidade de garantir a estabilidade e a liquidez do mercado monetário americano. Em Outubro e Dezembro, aquela autoridade monetária voltou a actuar, embora numa menor magnitude (25 pb em cada reunião), colocando a taxa directora em 4,25%, 100 pb abaixo do nível registado no início do ano. 6

7 Embora o impacto da crise financeira sobre o ritmo de crescimento dos EUA não seja ainda contabilizável, as condições económicas deterioraram-se rapidamente no último trimestre de 2007, antecipando-se que a actividade económica tenha abrandado significativamente devido ao menor dinamismo do consumo. A taxa de desemprego, ainda que num nível historicamente baixo, subiu para um máximo dos últimos dois anos (5,0%), com os consumidores americanos a serem pressionados pelas condições mais restritivas no acesso ao crédito, pelo elevado preço do petróleo, pelas maiores pressões inflacionistas via alimentação (denominada de agriflação ) e pelo menor rendimento disponível decorrente da situação actual dos mercados de capitais e imobiliário. No que respeita ao comportamento dos preços, estima-se que a taxa de inflação corrente tenha diminuído para 2,7% em 2007 face a 3,2% em 2006, resultado do menor dinamismo da actividade económica e de uma política monetária restritiva. A taxa subjacente ( core ), que exclui o efeito do preço dos bens alimentares e energéticos, chegou a estar abaixo do nível considerado confortável pela FED (2,0%), o que já não acontecia desde Importa salientar que esta evolução mais benigna da taxa de inflação foi obtida numa conjuntura de forte subida de preços das matérias-primas, em particular do petróleo (o WTI valorizou-se 57%, terminando o ano perto de 97 dólares por barril). Na Europa, após um ano de 2006 de forte expansão económica, com as economias a crescerem ao ritmo mais elevado dos últimos seis anos (2,8%), perspectivava-se algum abrandamento económico no início do ano de 2007, decorrente principalmente do aumento da taxa de IVA na Alemanha (de 16,0% para 19,0%), em Janeiro. Contudo, o ano de 2007 iniciou-se num tom claramente optimista, com as economias alemã e espanhola a surpreenderem pela positiva, enquanto que, em França e em Itália, a actividade económica apresentou um desempenho mais moderado. Confrontado com um contexto de elevado dinamismo dos agregados monetários e perante a expansão do crédito concedido a particulares, o BCE continuou a restringir a sua política monetária até um nível dito neutral, aumentando a taxa directora em 50 pb para 4,0%. Após a primeira metade do ano, o optimismo em torno da Europa começou a ceder gradualmente, à medida que se temiam os efeitos de contágio da crise financeira às economias europeias e o Euro renovava máximos históricos face ao Dólar (cotando-se perto do patamar de 1,50 Dólar/Euro). Estima-se que o crescimento económico tenha desacelerado para 2,4% em 2007, com a Alemanha a reassumir o papel de motor de expansão do bloco europeu. Perante o dilema de balancear a persistência de pressões inflacionistas com os sinais de desaceleração da actividade económica, o BCE optou por manter a sua taxa de intervenção inalterada em 4,0% até ao final de

8 CRESCIMENTO DO PIB Taxa de variação real % 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0, E EU EUA Japão Estima-se que o Japão tenha apresentado um ritmo de crescimento de 2,0% em 2007, ligeiramente abaixo do registado em 2006 (2,2%), baseado no comportamento dinâmico do investimento empresarial e da procura externa, nomeadamente originária da China. A economia nipónica continuou a mostrar sinais de maior dinamismo ao nível do crescimento económico, ainda que os sinais de deflação permaneçam bem presentes após uma década. Em 2007, os preços no consumidor no Japão deverão ter registado uma variação nula, após terem subido 0,3% no ano anterior. Perante esta conjuntura, o Banco do Japão optou por manter a taxa de referência inalterada em 0,5% até ao final do ano, nível no qual se encontrava desde Fevereiro de Importa igualmente destacar a acentuada depreciação do Iene face às principais moedas internacionais, atingindo um mínimo histórico face ao Euro (168,6 Iene/Euro), dando origem a um aumento significativo das designadas operações de carry trade. As principais economias asiáticas terão registado um crescimento de 9,8% em 2007, idêntico ao verificado em 2006, suportado pelo forte dinamismo da China (11,5%) e da Índia (8,9%), cujas respectivas procuras internas têm fomentado o volume de trocas comerciais a nível global. Os fundamentais das economias asiáticas (elevada taxa de poupança, forte crescimento do investimento e dinamismo do consumo privado) constituíram um dos principais factores de suporte da economia mundial em 2007, mais do que compensando o abrandamento dos EUA e da Europa. Estima-se que a América Latina tenha registado um crescimento de 4,9% em 2007, o que compara com 5,4% em 2006, com a taxa de inflação a manter-se inalterada em 5,2%. A procura doméstica continuou a ser o grande motor de crescimento do bloco latino-americano, beneficiando do baixo nível de taxas de juro e do aumento do crédito ao consumo, enquanto que o crescimento da economia americana e o estímulo da procura externa da China, assim como o comportamento favorável dos preços das matérias-primas, beneficiaram o sector exportador. No Brasil, a economia cresceu a uma taxa anualizada de 4,4% em 2007, superando os 3,7% registados no ano anterior. A economia brasileira tem beneficiado da forte expansão da procura doméstica, cujo suporte assentou na política monetária acomodatícia, do aumento do consumo público e da melhoria das condições do mercado de trabalho. O dinamismo das componentes do investimento, resultado do baixo nível de taxas de juro, e o forte crescimento das exportações explicam igualmente a boa performance da economia do Brasil. 8

9 Em matéria de preços no consumidor, estima-se que a inflação tenha subido 3,6%, ficando abaixo dos 4,2% registados em Perante um cenário de crescimento económico acima do potencial, o Banco Central do Brasil decidiu interromper o ciclo de descida das taxas de juro, com a taxa SELIC a terminar o ano em 11,25%, 175 pb abaixo do nível registado no início do ano. A melhoria das contas públicas e da balança externa, aliada à maior estabilidade política, continuaram a suportar a apreciação do Real face ao Dólar (cerca de 16,7% no ano, para 1,78 Reais/Dólar). Já a maior instabilidade financeira verificada no segundo semestre foi responsável pelo alargamento do spread do principal referencial de risco Brasil (o índice EMBI+) para um nível idêntico ao registado em finais de 2005: 240 pb, face a 170 pb no início de Conjuntura Nacional O ano 2007 constituiu o segundo ano da recuperação da economia portuguesa. Segundo estimativas do Banco de Portugal, a economia terá registado uma aceleração no seu ritmo de crescimento, com o PIB a crescer a 1,9% face a 1,2% no ano transacto, assente essencialmente no dinamismo das exportações, impulsionadas por um forte crescimento dos mercados externos. CRESCIMENTO DO PIB Taxa de variação real % E Portugal EU Uma análise mais pormenorizada às componentes do PIB revela que o consumo privado terá crescido a uma taxa anual de 1,2% em 2007, similar à do ano anterior, continuando a ser afectado pela subida gradual das taxas de juro, num contexto de elevado endividamento das famílias e de agravamento da carga fiscal. O investimento merece igualmente destaque, pela positiva, apresentando uma taxa de crescimento anual de 2,6% (contra -1,8% em 2006), após sucessivas quedas nos últimos anos. Contudo, o comportamento positivo do investimento não foi extensível a todas as rubricas, com as melhorias a serem particularmente visíveis ao nível do investimento empresarial. Assim sendo, estima-se que o contributo da procura interna tenha atingido 1,3 p.p. em 2007, o que compara com 0,2 p.p. em As exportações de bens e serviços, responsáveis pela boa performance da economia portuguesa ao longo dos últimos anos, deverão ter crescido 7,0% em 2007, desacelerando face aos 9,1% observados em Este comportamento resultou, no entanto, de um menor dinamismo das exportações de 9

10 mercadorias (desaceleração para 5,0%), por oposição ao crescimento muito elevado (12,4%) das exportações de serviços. Relativamente às importações de bens e serviços, estima-se que tenham desacelerado para 4,1% em 2007, enquanto que o crescimento das importações de mercadorias deverá ter-se mantido relativamente estável. Neste contexto, estima-se que o contributo das exportações líquidas em 2007 tenha atingido apenas 0,6 p.p., face a 1,0 p.p. no ano anterior. Importa igualmente mencionar o esforço de consolidação orçamental do Governo Português, prevendo-se que o peso do défice público no PIB tenha diminuído para 3,0% no final de 2007, contra 3,9% em 2006, alcançando-se o objectivo previsto no Programa de Estabilidade e Crescimento um ano mais cedo do que o esperado. CONFIANÇA DOS CONSUMIDORES Índice E 0 Portugal EU No que diz respeito à inflação, o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) deverá ter subido 2,4% em 2007 face a 3,0% verificado no ano anterior. O comportamento benigno da inflação reflectiu largamente a forte desaceleração dos preços dos bens energéticos, assim como um crescimento mais moderado dos custos unitários de trabalho e dos preços dos bens não energéticos. 10

11 INFLAÇÃO Índice de Preços Harmonizado 4,5 % 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0, E Portugal EU No que diz respeito às necessidades de financiamento da economia portuguesa, medidas pelo saldo conjunto da Balança de Transacções Correntes e da Balança de Capital, estas deverão ter-se reduzido para -7,3% do PIB face a -8,2% em

12 3. Sistema Financeiro O ano de 2007 ficou assinalado pela instabilidade financeira a nível internacional, obrigando à actuação concertada dos principais bancos centrais mundiais, nomeadamente através: da injecção de avultados montantes de liquidez no sistema financeiro a nível global; do aumento das taxas de remuneração dos depósitos praticada pelas instituições financeiras, como tentativa de atenuar o efeito da crise de liquidez desencadeada pela crise no mercado imobiliário; da actuação do BCE, que, na tentativa de prosseguir com o processo de normalização monetária, elevou a sua taxa de referência em 50 pb para o patamar de 4,00%. O ano transacto ficou ainda marcado pela rejeição, numa primeira fase, de uma Oferta de Aquisição lançada pelo BCP sobre o BPI e, numa fase posterior, de uma proposta de fusão dos dois bancos por troca de acções, que viria também a não ser bem sucedida. A subida de taxas de juro por parte do BCE reflectiu-se nas taxas activas praticadas em Portugal pelas instituições bancárias nos novos empréstimos concedidos a sociedades não financeiras, que sofreram um agravamento de 90 pb, para 7,42%, enquanto que, no segmento dos particulares, o aumento médio rondou os 82 pb para 5,22%, no crédito à habitação, e de 84 pb para 8,13%, nos novos empréstimos para crédito pessoal. No que respeita às taxas passivas praticadas pelas instituições bancárias, o movimento foi desfavorável para a margem de intermediação, uma vez que as taxas médias de remuneração dos depósitos a prazo até 1 ano aumentaram 44 pb para 4,28%, no segmento empresarial, e 84 pb para 4,11%, no caso dos particulares. No que diz respeito aos volumes de crédito concedido, em termos consolidados e até Novembro, os dados do Banco de Portugal mostram um crescimento de 12,2% em termos homólogos. No crédito a particulares, o crescimento foi de 9,1%, com o segmento de crédito hipotecário a registar um crescimento de 8,8%, inferior aos 10,1% verificados no período homólogo anterior, enquanto que os empréstimos ao consumo atingiram um aumento de 10,6%, face a 9,6% registados em Relativamente aos mercados cambiais, o ano de 2007 ficou marcado pela significativa apreciação do Euro face às principais divisas internacionais. Num contexto de crescimento da economia europeia superior ao esperado e de crescente procura dos Bancos Centrais estrangeiros por activos denominados em euros, o Euro apreciou 10,5% face ao Dólar e 3,74% face ao Iene, terminando o ano em 1,46 Dólar/Euro e 163,05 Iene/Euro, respectivamente. Também a actuação dos três Bancos Centrais justificou parte deste comportamento cambial: enquanto que a FED se viu obrigada a cortar a sua taxa de referência em 100 pb para 4,25%, de forma a atenuar o contágio da crise do subprime, e o Banco Central do Japão, perante a persistência de sinais de deflação, manteve a sua taxa inalterada, o BCE, numa conjuntura claramente favorável à condução da sua política restritiva, subiu a taxa de referência em 50 pb para 4,0%. 12

13 TAXAS DE CÂMBIO 126 1, , , , , Jan 26-Mar 18-Jun 10-Set 3-Dez Dólar / Iene (EE) Dólar / Euro (ED) 1,25 No que diz respeito à evolução das taxas Euribor, o bom momento económico vivido no início do ano reforçou a expectativa de que o BCE prosseguiria o movimento de subida de taxas de juro. No segundo semestre, os receios de que a crise no crédito hipotecário subprime pudessem afectar a estabilidade e a liquidez do mercado monetário interbancário foram responsáveis pelo aumento significativo das taxas praticadas pelas instituições financeiras. O aumento das taxas de remuneração constituiu um padrão comum a todas as maturidades, com a taxa de juro dos 3 meses a terminar o ano em 4,68% (+ 96 pb), a dos 6 meses em 4,71% (+ 85 pb) e a dos 12 meses em 4,75% (+ 72 pb). TAXAS EURIBOR Curvas de rendimento 4.9 % M 6M 9M 12M 29/12/ /03/ /06/ /09/ /12/ Mercado de Obrigações A evolução do mercado de obrigações nos EUA, em 2007, voltou a não ser linear ao longo do ano. Enquanto o primeiro semestre ficou marcado pela translação ascendente da curva de rendimentos, em resposta à persistência das pressões inflacionistas conjugada com um abrandamento da actividade económica, os últimos seis meses do ano assinalaram o início do movimento de descida de taxas de juro pela FED, num contexto de maior aversão ao risco e procura por activos de qualidade. Perante os sinais de abrandamento dos mercados 13

14 imobiliário e de trabalho, o receio de que o consumo privado (70% do PIB) fosse fortemente penalizado e originasse uma recessão, levou ao aumento da inclinação negativa da curva de rendimentos americana. A rentabilidade das obrigações a 10 anos oscilou entre um mínimo de 3,84% (Novembro) e um máximo de 5,29% (Junho), terminando o ano de 2007 em 4,02%. OBRIGAÇÕES DO TESOURO ALEMÃO Curva de rendimento % 4,7 4,6 4,5 4,4 4,3 4,2 4,1 4,0 3,9 3,8 2 anos 5 anos 10 anos Na Europa, perante os sinais de crescimento económico superior ao esperado durante o primeiro semestre, o mercado descontou uma continuação da subida de taxas de juro por parte do BCE. No entanto, a segunda metade do ano ficou caracterizada pelo menor dinamismo da actividade económica europeia, acompanhada de sucessivas revisões em baixa a nível do crescimento e pelo reaparecimento das tensões inflacionistas. Neste contexto, assistiu-se a um aumento da inclinação da curva de rendimentos, com o diferencial entre as taxas de juro das maturidades de 2 e 10 anos a aumentar de 4,6 pb para 36,7 pb. Desta forma, o diferencial entre a rentabilidade das obrigações a 10 anos nos EUA e Alemanha passou de 75,4 pb para -30,8 pb. A curva de rendimentos portuguesa acompanhou os movimentos do bloco Euro, com a rentabilidade da Obrigação do Tesouro (OT) a 10 anos a terminar o ano em 4,55%, após ter oscilado entre um mínimo de 4,04% (Março) e um máximo de 4,86% (Julho). O diferencial entre a OT e o Bund (obrigação de referência alemã) no prazo a 10 anos alargou de 16 pb para 24 pb durante Mercado de Acções Em 2007, os principais mercados accionistas mundiais apresentaram valorizações positivas embora inferiores às do ano anterior, com os níveis de volatilidade a atingirem o máximo desde 2003, com o índice VIX a alcançar os 31,09 pontos. O Eurostoxx 50, o índice de referência europeu, encerrou o ano com um ganho de 6,79%, acima do Standard&Poors 500 (+3,53%) e do Dow Jones (+6,43%). Ainda assim, algumas praças europeias apresentaram valorizações superiores, nomeadamente o mercado português, com +16,27%. O ano de 2007 ficará igualmente caracterizado pelo falhanço das duas Ofertas de Aquisição lançadas sobre a Portugal Telecom e o BPI pela Sonaecom e BCP, respectivamente. A dimensão e implicações das duas transacções, ambas de carácter hostil, viriam a dominar a atenção da maioria dos investidores, nomeadamente estrangeiros. Por outro lado, importa destacar a proposta de fusão do BPI com o BCP por troca de acções, que acabou igualmente por não se concretizar, e a entrada em bolsa da Martifer (Junho) e REN (Julho), 14

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