MONITORAMENTO DE ACIDENTES COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO. Alcyone Artioli Machado 14º Congresso Brasileiro de Infectologia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MONITORAMENTO DE ACIDENTES COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO. Alcyone Artioli Machado 14º Congresso Brasileiro de Infectologia"

Transcrição

1 MONITORAMENTO DE ACIDENTES COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO Alcyone Artioli Machado 14º Congresso Brasileiro de Infectologia

2 Acidente Estresse Vírus Doença Letal TRANQUILIZAR O TRABALHADOR

3 Subnotificação Baixa adesão angustia/medo de se contaminar perda do emprego falta de informação adequada BOM MONITORAMENTO COMEÇA COM BOM ACOLHIMENTO/ESCLARECIMENTO Canini et al. Rev. Lat-amer. Enf. 10 (2): Rissi et al. Cad. Saúde Pub., fev., 21: , 2005

4 MONITORAMENTO Exames Dependente Paciente fonte Rotina Tipo de acidente (EPI, fluido) Retornos Profilaxias secundárias Gerberding N. Engl. J. Med. 348 (9) , 2003

5 Monitoramento de Acidentes com Material Biológico No momento do acidente Identificar o paciente-fonte Testes de realização rápida anti HIV conhecer estado sorológico da fonte Fonte desconhecida ou nega colher exames: avaliar tipo acidente Exame não disponível: avaliar, medicar, reavaliar no primeiro retorno

6 Paciente fonte Teste rápido Elisa HIV HBsAg Anti-HCV EXAMES No momento do acidente Trabalhador acidentado Elisa HIV Anti HBsAg, HBsAg, anti-hbcag Anti-HCV Hemograma Provas de função hepáticas e renais MMWR, 54: 2005

7 RETORNOS Após acidente (1 a 2 dias) 6 semanas 3 meses 6 meses 12 meses (HIV/HCV) MMWR, 54: 2005

8 Monitoramento de Acidentes com Material Biológico Aconselhamento pós-exposição- momento do acidente Efeitos adversos das drogas Sinais e sintomas de infecção aguda pelo HIV febre rash sintomas semelhantes aos da gripe Prevenir transmissão secundária abstinência sexual ou preservativos não doar sangue Mulheres amamentando devem ser aconselhadas sobre os riscos de transmissão e sobre as drogas utilizadas

9 Nos primeiros dias após acidente Notificar o acidente Proceder a Comunicação do Acidente de Trabalho (CAT)

10 Primeiro retorno-1 a 2 dias após acidente AVALIAR - exames laboratoriais (fonte, acidentado) - imunidade Hepatite B trabalhador - uso e efeitos colaterais dos ARV - profilaxias secundárias fonte negativa - caso encerrado fonte positiva - seguimento, solicitar exames de acordo com positividade do fonte

11 Segundo retorno seis semanas - Avaliação geral - Avaliação dos exames laboratoriais - ARV uso - Reforço das profilaxias secundárias - Solicitação exames (anti-hiv, anti-hcv, PCR RNA vírus C, TGP/ALT)

12 Terceiro retorno - 3 meses Avaliar exames e adesão a profilaxias Solicitar exames laboratoriais (anti-hiv, anti-hcv, PCR RNA vírus C, TGP) Quarto retorno 6 meses Avaliar exames e adesão a profilaxias Alta ou solicitar exames (anti-hcv, anti-hiv) Quinto retorno 12 meses (eventualmente) Avaliar exames Alta

13 Acompanhamento laboratorial do profissional de saúde após exposições ocupacionais a materiais biológicos Situação clínica Momento do acidente 2ª semana entre a 4ª e a 6ª semanas 3 meses 6 meses 12 meses Uso de QP básica Hemograma completo transaminase uréia e creatinina séricas hemograma completo transaminase uréia e creatinina séricas Uso de QP expandida Hemograma completo transaminase uréia e creatinina séricas glicemia hemograma completo transaminase uréia e creatinina séricas glicemia

14 Acompanhamento laboratorial do profissional de saúde após exposições ocupacionais a materiais biológicos Situação clínica Momento do acidente 2ª semana entre a 4ª e a 6ª semanas 3 meses 6 meses 12 meses Acomp HIV anti-hiv EIA/ELISA - anti-hiv ELISA anti-hiv EIA/ELISA anti-hiv EIA/ELISA anti-hiv EIA/ELISA eventual Acomp HBV vacinados: anti- HBs não vacinados: anti-hbs, anti- HBc total, HBsAg Vacinados susceptíveis: anti-hbs não vacinados: anti-hbs, anti-hbc total, HBsAg - Acomp HCV anti-hcv EIA/ELISA ALT/TGP - ALT/TGP anti-hcv anti-hcv EIA/ELISA anti-hcv EIA/ELISA eventual

15 Repercussões negativas do acidente Exames Retornos Medicações Profilaxias Implicações psicológicas Implicações sociais parceiro, familiares

16 MUITO OBRIGADA

Profilaxia Pós-Exposição ao HIV. Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006

Profilaxia Pós-Exposição ao HIV. Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006 Profilaxia Pós-Exposição ao HIV Alcyone Artioli Machado FMRP-USP - 2006 Fatores de risco para infecção ocupacional pelo HIV O risco de infecção ocupacional pelo HIV era aumentado quando: A exposição ocupacional

Leia mais

ACIDENTE DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO

ACIDENTE DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO ACIDENTE DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO CID-10: Z20.9 Elaboração: equipe técnica Camila Seixas - Médica - Vigilância em Saúde do Trabalhador Frederico Leão - Médico - Vigilância em Saúde

Leia mais

Acidentes Ocupacionais com Risco Biológico: O que fazer para evitar a contaminação por HIV?

Acidentes Ocupacionais com Risco Biológico: O que fazer para evitar a contaminação por HIV? Acidentes Ocupacionais com Risco Biológico: O que fazer para evitar a contaminação por HIV? O que fazer no momento do acidente? Aconselhar o profissional de saúde esclarecer as condições do acidente esclarecer

Leia mais

Hepatites virais e profissionais de saúde

Hepatites virais e profissionais de saúde Hepatites virais e profissionais de saúde Prof. Antonio Carlos de Castro Toledo Jr. Faculdade de Medicina da Unifenas-BH Pós-graduação em Medicina Tropical e Infectologia da Universidade Federal do Triângulo

Leia mais

HIV + sint. C.V. (> 1500 cópias/ml) PPE EXPANDIDO PPE PPE

HIV + sint. C.V. (> 1500 cópias/ml) PPE EXPANDIDO PPE PPE AVALIAÇÃO DO STATUS SOROLÓGICO Conhecida Solicitar consentimento para a realização dos seguintes exames: HBs Ag, Anti-HBc IgM+IgG, Anti-HCV e Anti-HIV (teste rápido para HIV*) Desconhecida Material de

Leia mais

SERVIÇO O DE ATENDIMENTO A ACIDENTES COM MATERIAL GICO: Experiência do Instituto de Infectologia Emílio Ribas

SERVIÇO O DE ATENDIMENTO A ACIDENTES COM MATERIAL GICO: Experiência do Instituto de Infectologia Emílio Ribas SERVIÇO O DE ATENDIMENTO A ACIDENTES COM MATERIAL BIOLÓGICO GICO: Experiência do Instituto de Infectologia Emílio Ribas Dr. Francisco Ivanildo de Oliveira Junior O Instituto de Infectologia Emílio Ribas

Leia mais

Coleta de sangue do caso índice e do profissional: Caso fonte. Profissional (fonte de contaminação) 2 tubos secos de 8 ml 2 tubos secos de 8 ml

Coleta de sangue do caso índice e do profissional: Caso fonte. Profissional (fonte de contaminação) 2 tubos secos de 8 ml 2 tubos secos de 8 ml Universidade Estadual de Campinas Hospital da Mulher Prof. Dr. José Aristodemo Pinotti - CAISM - Seção de Apoio e Desenvolvimento do Profissional / RH COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Rotina

Leia mais

COMISSÃO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE ACIDENTES COM MATERIAIS PERFUROCORTANTES PROTOCOLO DE PRONTO ATENDIMENTO

COMISSÃO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE ACIDENTES COM MATERIAIS PERFUROCORTANTES PROTOCOLO DE PRONTO ATENDIMENTO COMISSÃO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE ACIDENTES COM MATERIAIS PERFUROCORTANTES PROTOCOLO DE PRONTO ATENDIMENTO EM ACIDENTES COM EXPOSIÇÃO AO RISCO BIOLÓGICO ASSIS 2013 Página 1 de 7 COMISSÃO DE PREVENÇÃO

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: e-mail: ÁREA TEMÁTICA: 1- INTRODUÇÃO

TÍTULO: AUTORES: e-mail: ÁREA TEMÁTICA: 1- INTRODUÇÃO TÍTULO: ANÁLISE DOS ACIDENTES DE TRABALHO COM FLUIDOS BIOLÓGICOS OCORRIDOS COM ESTUDANTES DE NÍVEL MÉDIO E SUPERIOR NOS HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO (HSE), DE 1999 A 2001. AUTORES: Nogueira, Daniele

Leia mais

FLUXOGRAMA DO ACIDENTE BIOLÓGICO

FLUXOGRAMA DO ACIDENTE BIOLÓGICO 1 FLUXOGRAMA DO ACIDENTE BIOLÓGICO FLUXOGRAMA DAS MEDIDAS A SEREM ADOTADAS APÓS O ACIDENTE BIOLÓGICO E OS CUIDADOS COM O ACIDENTADO: 1) PACIENTE FONTE ASSINA TERMO DE CONSENTIMENTO (pág 2); 2) COLHER EXAMES

Leia mais

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde O que é a PEP sexual? O emprego de antirretrovirais vem sendo discutido em todo mundo como estratégia

Leia mais

ROTINA DE ATENDIMENTO E ACOMPANHAMENTO AOS ACIDENTADOS NO TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO NO GHC

ROTINA DE ATENDIMENTO E ACOMPANHAMENTO AOS ACIDENTADOS NO TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO NO GHC ROTINA DE ATENDIMENTO E ACOMPANHAMENTO AOS ACIDENTADOS NO TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO NO GHC Atualizado em outubro de 2014. ROTINA DE ATENDIMENTO E ACOMPANHAMENTO AOS ACIDENTADOS NO TRABALHO

Leia mais

Ministério do Trabalho e Emprego Portaria 485 de 11 de Novembro de 2005

Ministério do Trabalho e Emprego Portaria 485 de 11 de Novembro de 2005 Ministério do Trabalho e Emprego Portaria 485 de 11 de Novembro de 2005 Enfoque na prevenção de exposições a material biológico BIOSSEGURANÇA relato de caso Circulante de centro cirúrgico g ao manusear

Leia mais

BIOLÓGICOS DATA : 01/03/2010 APROV: CCIH

BIOLÓGICOS DATA : 01/03/2010 APROV: CCIH PAG: 1/5 1 - DEFINIÇÃO É um procedimento que informa passo a passo aos coordenadores, chefes de setor, lideres e outros interessados, o que fazer após um acidente de contado com materiais biológicos. -

Leia mais

Diagnóstico e Tratamento das Hepatites Agudas na Gestação

Diagnóstico e Tratamento das Hepatites Agudas na Gestação III WORKSHOP INTERNACIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM HEPATOLOGIA Diagnóstico e Tratamento das Hepatites Agudas na Gestação CLÁUDIO G. DE FIGUEIREDO MENDES SERVIÇO DE HEPATOLOGIA SANTA CASA DO RIO DE JANEIRO Hepatites

Leia mais

COMISSÃO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE ACIDENTES COM MATERIAIS PERFUROCORTANTES PROTOCOLO DE ANEXOS PRONTO ATENDIMENTO

COMISSÃO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE ACIDENTES COM MATERIAIS PERFUROCORTANTES PROTOCOLO DE ANEXOS PRONTO ATENDIMENTO COMISSÃO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE ACIDENTES COM MATERIAIS PERFUROCORTANTES PROTOCOLO DE ANEXOS do PRONTO ATENDIMENTO EM ACIDENTES COM EXPOSIÇÃO AO RISCO BIOLÓGICO ASSIS 2013 COMISSÃO DE PREVENÇÃO DE RISCOS

Leia mais

HEPATITES. Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO

HEPATITES. Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO HEPATITES Prof. Fernando Ananias HEPATITE = DISTÚRBIO INFLAMATÓRIO DO FÍGADO Hepatites virais: agentes etiológicos A B C D E Vírus hepatotrópicos G TT Herpes vírus EBV CMV Enterovírus Adenovírus Febre

Leia mais

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS

FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS Descrição Doença que representa um dos maiores problemas de saúde da atualidade, em função de seu

Leia mais

HEPATITE B - Anti HBs

HEPATITE B - Anti HBs HEPATITE B - Anti HBs Material: soro Sinônimo: Anti -HBsAg Volume: 1,0 ml Método: Eletroquimioluminescência - ECLIA Volume Lab.: 1,0 ml Rotina: Diária Temperatura: Refrigerado Coleta: Jejum recomendado,

Leia mais

Protocolo de Encaminhamentos de Referência e Contra-referência dos Ambulatórios de Gastrenterologia.

Protocolo de Encaminhamentos de Referência e Contra-referência dos Ambulatórios de Gastrenterologia. Rua Santa Marcelina, 177 CEP 08270-070 SÅo Paulo SP Fone(11) 6170-6237- Fax 6524-9260 www.santamarcelina.org E-mail: dir.med@santamarcelina.org Protocolo de Encaminhamentos de Referência e Contra-referência

Leia mais

Fluxograma de atendimento a acidente de trabalho

Fluxograma de atendimento a acidente de trabalho Fluxograma de atendimento a acidente de trabalho Assim que ocorrer o acidente Introdução Fluxo AT Com o objetivo de adotar medidas de cuidado e segurança à saúde de médicos, clientes e colaboradores, a

Leia mais

Cartilha de Biossegurança e Quimioprofilaxia da Exposição Ocupacional ao HIV.

Cartilha de Biossegurança e Quimioprofilaxia da Exposição Ocupacional ao HIV. Cartilha de Biossegurança e Quimioprofilaxia da Exposição Ocupacional ao HIV. APRESEN- TAÇÃO Nos últimos anos, a AIDS, como problema de Saúde Publica, vem levantando várias situações de risco relacionadas

Leia mais

Suspeita clínic a de doença celíaca. + IgA sérica POSITIVO 3? Anti-gliadina IgG POSITIVO?

Suspeita clínic a de doença celíaca. + IgA sérica POSITIVO 3? Anti-gliadina IgG POSITIVO? DOENÇA CELÍACA Suspeita clínic a de doença celíaca ttg 1 IgA ou Antiendomísio (AEM) IgA 2 + IgA sérica 3? Probabilidade de doença celíaca é baixa Probabilidade de doença celíaca é alta Deficiência de IgA?

Leia mais

NOTA TÉCNICA 04/08 ASSUNTO: UTILIZAÇÃO DOS TESTES RÁPIDOS ANTI- HIV EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA.

NOTA TÉCNICA 04/08 ASSUNTO: UTILIZAÇÃO DOS TESTES RÁPIDOS ANTI- HIV EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA. ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DAS DST/HIV/AIDS NOTA TÉCNICA 04/08 ASSUNTO:

Leia mais

Hepatites Virais. Carmen Regina Nery e Silva agosto 2011 Regina.nery@aids.gov.br

Hepatites Virais. Carmen Regina Nery e Silva agosto 2011 Regina.nery@aids.gov.br Hepatites Virais Carmen Regina Nery e Silva agosto 2011 Regina.nery@aids.gov.br Definição Hepatite viral: Doença causada exclusivamente por vírus hepatotrópico. Diagnóstico Diferencial: CMV, mononucleose

Leia mais

ANEXO II. 1 HEPATITE B VÍRUS DA HEPATITE B (Hepatitis B Vírus HBV)

ANEXO II. 1 HEPATITE B VÍRUS DA HEPATITE B (Hepatitis B Vírus HBV) ANEXO II ANEXO DA RESOLUÇÃO SESA Nº.../2009 MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ALTERAÇÃO DA CAUSA DE REJEIÇÃO DO CÓDIGO 57 (INCONCLUSIVO), PELOS SERVIÇOS DE HEMOTERAPIA NO SHTWEB. 1. Segundo a RDC nº 153 de 14

Leia mais

Hepatite C Casos Clínicos

Hepatite C Casos Clínicos DIA MUNDIAL DE ENFRENTAMENTO DAS HEPATITES VIRAIS Hepatite C Casos Clínicos Dr. Bernardo Machado de Almeida Hospital de Clínicas UFPR H. Municipal São José dos Pinhais Curitiba, 28 de julho de 2014 Para

Leia mais

A SEGURANÇA DO PROFISSIONAL DA SAÚDE

A SEGURANÇA DO PROFISSIONAL DA SAÚDE A SEGURANÇA DO PROFISSIONAL DA SAÚDE 1º CASO REPORTADO DE PROFISSIONAL DA SAÚDE INFECTADO POR HIV, ATRAVÉS DE PICADA DE AGULHA Estimasse que a cada ano, os profissionais da saúde, sofram aproximadamente

Leia mais

Secretaria de Saúde PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011

Secretaria de Saúde PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011 PROTOCOLO PARA A PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO DO HIV PARA ACIDENTES OCUPACIONAIS UBERABA, 2011 INDICE Introdução... 3 1) Definição da sorologia para HIV do paciente-fonte... 4 2) Locais de atendimento ao acidentado...

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR Considerações sobre o diagnóstico de doenças transmitidas pelo sangue Ms. Paulo Germano de Carvalho O sangue é uma porta de entrada para

Leia mais

Caderno de Informações Epidemiológicas das DST/HIV/Aids do Município de Uberaba-MG

Caderno de Informações Epidemiológicas das DST/HIV/Aids do Município de Uberaba-MG SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROGRAMA MUNICIPAL DE DST/AIDS DE UBERABA Caderno de Informações Epidemiológicas das DST/HIV/Aids do Município de Uberaba-MG Gerente: Maria Clara de Vasconcelos Afonso Elaboração:

Leia mais

ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO

ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO Sangue, fluidos orgânicos potencialmente infectantes (sêmen, secreção vaginal, liquor, líquido sinovial, líquido pleural, peritoneal, pericárdico,

Leia mais

Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que

Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que estava em tratamento para tuberculose. A mulher informa que

Leia mais

TESTES RÁPIDOS: CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA SEU USO COM ÊNFASE NA INDICAÇÃO DE TERAPIA ANTI-RETROVIRAL EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA

TESTES RÁPIDOS: CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA SEU USO COM ÊNFASE NA INDICAÇÃO DE TERAPIA ANTI-RETROVIRAL EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA TESTES RÁPIDOS: CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA SEU USO COM ÊNFASE NA INDICAÇÃO DE TERAPIA ANTI-RETROVIRAL EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA Unidade de Assistência, Unidade de Laboratório e Rede de Direitos Humanos

Leia mais

Layout de Importação de Resultado de Exames

Layout de Importação de Resultado de Exames Nefrodata-ACD Automação para Centros de Hemodiálise Layout de Importação de Resultado de Exames O processo de atualização dos resultados de exames laboratoriais é uma tarefa extensa e exaustiva. Para tal,

Leia mais

Dr Iris Ricardo Rossin Médico Assistente HC-FMRP/USP Tese doutorado

Dr Iris Ricardo Rossin Médico Assistente HC-FMRP/USP Tese doutorado Uso de dispositivos eletrônicos para melhorar a adesão dos trabalhadores da saúde ao tratamento e seguimento de acidentes ocupacionais com risco biológico Dr Iris Ricardo Rossin Médico Assistente HC-FMRP/USP

Leia mais

O CONHECIMENTO DO PROTOCOLO DE ACIDENTE OCUPACIONAL NA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO

O CONHECIMENTO DO PROTOCOLO DE ACIDENTE OCUPACIONAL NA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA UNICEUB FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACS CURSO: ENFERMAGEM O CONHECIMENTO DO PROTOCOLO DE ACIDENTE OCUPACIONAL NA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EDNA ROCHA

Leia mais

Índice dos Boletins Epidemiológicos de Porto Alegre de 2014 a 1996

Índice dos Boletins Epidemiológicos de Porto Alegre de 2014 a 1996 Índice dos Boletins Epidemiológicos de Porto Alegre de 2014 a 1996 XV 55 Novembro de 2014 Especial Vigilância Ambiental da Dengue em Porto Alegre XV 54 Fevereiro de 2014 Atual Cenário Epidemiológica da

Leia mais

Solicitação e análise de exames durante um período determinado, para verificar se o acidentado com

Solicitação e análise de exames durante um período determinado, para verificar se o acidentado com 1/7 1. OBJETIVO Registrar, orientar e conduzir todo acidente de trabalho ocorrido com o colaborador do grupo SH Brasil nas instalações pertencentes à mesma, nos serviços prestados em áreas externas ou

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO - 2001 DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR RISCO OCUPACIONAL: SANGUE

Leia mais

Prevenção da transmissão do HIV. Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids

Prevenção da transmissão do HIV. Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids Prevenção da transmissão do HIV Fórum científico de Infecção pelo HIV/Aids Transmissão sexual Fundamentos A avaliação de risco para Infecção pelo HIV deve ser um componente essencial das ações de atendimento

Leia mais

ACIDENTES DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO E/OU PERFUROCORTANTES ENTRE OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

ACIDENTES DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO E/OU PERFUROCORTANTES ENTRE OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE ACIDENTES DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO E/OU PERFUROCORTANTES ENTRE OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE Os acidentes de trabalho com material biológico e/ou perfurocortante apresentam alta incidência entre

Leia mais

PROCEDIMENTOS SEQUENCIADOS PARA O DIAGNÓSTICO, INCLUSÃO E MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DA HEPATITE C.

PROCEDIMENTOS SEQUENCIADOS PARA O DIAGNÓSTICO, INCLUSÃO E MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DA HEPATITE C. PROCEDIMENTOS SEQUENCIADOS PARA O DIAGNÓSTICO, INCLUSÃO E MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DA HEPATITE C. A) DIAGNÓSTICO ETAPA I - TRIAGEM SOROLÓGICA ( ANTI-HCV ) ETAPA II CONFIRMAÇAO

Leia mais

PORTARIA Nº 100 REITOR/2006

PORTARIA Nº 100 REITOR/2006 PORTARIA Nº 100 REITOR/2006 CONSTITUI COMISSÃO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE OCUPACIONAL CASO, DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CLEMENTE DE FARIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Reitor da Universidade Estadual de Montes

Leia mais

AIDS Síndrome da Imunodeficiência Humana

AIDS Síndrome da Imunodeficiência Humana AIDS Síndrome da Imunodeficiência Humana Vírus da imunodeficiência humana (HIV) gp120 gp41 p17 Dupla camada de lipídeos p24 Material genético e enzimas Estrutura do genoma do HIV-1 vpr rev rev gag vif

Leia mais

Acidentes com materiais perfurocortantes

Acidentes com materiais perfurocortantes Acidentes com materiais perfurocortantes Forma de transmissão: Oral-fecal Riscos biológicos Via respiratória (gotículas ou aérea) Contato Via sanguínea Alto risco Risco Intermediário Sem risco Sangue e

Leia mais

Clique para editar o título mestre

Clique para editar o título mestre Fórum HIV e Hepatites Virais NOVAS ABORDAGENS PARA PREVENÇÃO DA INFECÇÃO PELO HIV ESTE É O MELHOR CAMINHO? Profilaxia Pós Exposição Denize Lotufo Estevam Infectologista Coordenação de DST/Aids de SP 1

Leia mais

Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais

Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Conferência Latino Americana de Saúde no Trabalho São Paulo, 10 a 12 de Outubro

Leia mais

Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS

Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN Lucia Mardini DVAS Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS CEVS Rua Domingos Crescêncio Nº 132 sala 310 hepatites@saude.rs.gov.br

Leia mais

Manual de Biossegurança

Manual de Biossegurança Manual de Biossegurança Araras/SP Comissão de Biossegurança Introdução O manual de Biossegurança do Centro Universitário Hermínio Ometto - UNIARARAS, foi elaborado com o objetivo de padronizar, orientar

Leia mais

PROTOCOLO DE CONDUTA DE EXPOSIÇÃO À MATERIAL BIOLÓGICO: HIV E HEPATITE B E C

PROTOCOLO DE CONDUTA DE EXPOSIÇÃO À MATERIAL BIOLÓGICO: HIV E HEPATITE B E C 1 de 19 PROTOCOLO DE CONDUTA DE EXPOSIÇÃO À MATERIAL BIOLÓGICO: SUMÁRIO 2 de 19 Introdução 3 Profissionais de Saúde e Tipos de Exposição 4 Risco de Transmissão 4 Prevenção da Exposição a Materiais Biológicos

Leia mais

TÉCNICA EM LABORATÓRIO/HEMOTERAPIA

TÉCNICA EM LABORATÓRIO/HEMOTERAPIA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO TÉCNICA EM LABORATÓRIO/HEMOTERAPIA Parte I: Múltipla Escolha 01 Quanto à classificação do grupo

Leia mais

DANIEL PEREIRA PARREIRAS DE BRAGANÇA

DANIEL PEREIRA PARREIRAS DE BRAGANÇA !" Monografia para finalização de curso de especialização em Odontologia Legal Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) DANIEL PEREIRA PARREIRAS DE BRAGANÇA

Leia mais

Serviço de Epidemiologia Hospitalar: Hospital de Clínicas/UFPR

Serviço de Epidemiologia Hospitalar: Hospital de Clínicas/UFPR Serviço de Epidemiologia Hospitalar: Hospital de Clínicas/UFPR Comunicações: 1. Vigilância da Coqueluche; 2. Vigilância das Síndromes Respiratórias Agudas Graves; 3. Liberação de tratamento para tuberculose

Leia mais

Mortalidade por Aids no Brasil

Mortalidade por Aids no Brasil Mortalidade por Aids no Brasil 2º Seminário de Estudos e Pesquisas em DST/HIV/Aids Dezembro, 2009 Denize Lotufo Estevam Programa Estadual de DST/Aids SP Mudanças nas causas de óbito em HIV entre 2000 e

Leia mais

Oficina 2 Os trabalhos foram iniciados com a discussão do relato de caso apresentado. O grupo conversou sobre quais as medidas a serem adotadas pela

Oficina 2 Os trabalhos foram iniciados com a discussão do relato de caso apresentado. O grupo conversou sobre quais as medidas a serem adotadas pela Oficina 2 Os trabalhos foram iniciados com a discussão do relato de caso apresentado. O grupo conversou sobre quais as medidas a serem adotadas pela Unidade de Saúde Para se quebrar a cadeia de sequência

Leia mais

Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis. 18 de junho de 2012

Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis. 18 de junho de 2012 Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis 18 de junho de 2012 LINHA DE CUIDADO TV DO HIV Unidade Básica de Saúde (diagnóstico e encaminhamento) Serviço de Atenção Especializada (Pré-natal,

Leia mais

GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL. Profª.Marília da Glória Martins Recomendações do Ministério da Saúde

GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL. Profª.Marília da Glória Martins Recomendações do Ministério da Saúde GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL Profª.Marília da Glória Martins Recomendações do Ministério da Saúde Abordagem inicial a Os serviços que hoje são considerados porta de entrada para o diagnóstico

Leia mais

Testes sorológicos de triagem para componentes hemoterápicos.

Testes sorológicos de triagem para componentes hemoterápicos. Parecer do Grupo Técnico de Auditoria em Saúde 08/06 Tema: Testes sorológicos de triagem para doenças infecciosas em doadores de sangue I Data: 13/03/2006 II Grupo de Estudo: Dra. Célia Maria da Silva

Leia mais

Co-infecção HIV/HBV. Quando e como tratar?

Co-infecção HIV/HBV. Quando e como tratar? Co-infecção HIV/HBV. Quando e como tratar? XVI WORKSHOP INTERNACIONAL DE HEPATITES VIRAIS DE PERNAMBUCO, 2012 Marcos Caseiro Médico Infectologista IIER-II Santos SP Centro de Referência em AIDS de Santos

Leia mais

Informe Técnico SARAMPO nº 5 Sarampo no Estado de São Paulo

Informe Técnico SARAMPO nº 5 Sarampo no Estado de São Paulo GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC DIVISÃO DE DOENÇAS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA

Leia mais

Acidente Geral; Acidente com material biológico.

Acidente Geral; Acidente com material biológico. RHU-025 DE 01/12/2011 VERSÃO 02 III NORMAS GERAIS Existem dois tipos de acidente de trabalho: o Típico : o Trajeto. Acidente Geral; Acidente com material biológico. A caracterização do Acidente de Trabalho

Leia mais

Influenza A (H1N1) Aspectos Clínicos Dra. Dionne Rolim. Ceará, 2009

Influenza A (H1N1) Aspectos Clínicos Dra. Dionne Rolim. Ceará, 2009 Influenza A (H1N1) Aspectos Clínicos Dra. Dionne Rolim Ceará, 2009 Influenza Vírus - RNA Vírus A, B e C Família Orthomyxoviridae Fonte: Los Alamos National Laboratory Fonte: CDC Vírus Influenza Antígenos

Leia mais

Exposição a Materiais Biológicos

Exposição a Materiais Biológicos Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Exposição a Materiais Biológicos Saúde do Trabalhador Protocolos de Complexidade

Leia mais

TEXTOS COMPLEMENTARES PARA LAUDOS CRF-RS

TEXTOS COMPLEMENTARES PARA LAUDOS CRF-RS TEXTOS COMPLEMENTARES PARA LAUDOS CRF-RS APRESENTAÇÃO A presente Cartilha Analítica foi elaborada pela Comissão Assessora de Análises Clínicas do CRF-RS, gestão 2006/2007, composta por farmacêuticos atuantes

Leia mais

preenchido. Presc. Máxima mensal 372 comprimidos 60 comprimidos,

preenchido. Presc. Máxima mensal 372 comprimidos 60 comprimidos, ESPONDILITE ANCILOSANTE Portaria SAS/MS n 640 24/07/2014 Medicamento SULFASSALAZINA METOTREXATO NAPROXENO CID 10 M45, M46.8 M45, M46.8 Apresentação 500mg (comprimido) 2,5mg (comprimido)e 500mg (comprimido)

Leia mais

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013 Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar

Leia mais

HEPATITES O QUE VOCÊ PRECISA SABER

HEPATITES O QUE VOCÊ PRECISA SABER HEPATITES O QUE VOCÊ PRECISA SABER O QUE É HEPATITE? QUAIS OS TIPOS? Hepatopatias Hepatites Virais Doença hepática alcoólica Hepatopatias criptogênicas Hepatites tóxicas Hepatopatias auto-imunes Hepatopatias

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR III ENCONTRO DE ENFERMAGEM EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA DO HEMOCE HEMOVIGILÂNCIA RETROVIGILÂNCIA : IDENTIFICANDO UMA SOROCONVERSÃO Enfª

Leia mais

HEMOTERAPIA. Segurança do Sangue. Escolha da população de doadores Triagem clínica Triagem sorológica Uso adequado dos componentes

HEMOTERAPIA. Segurança do Sangue. Escolha da população de doadores Triagem clínica Triagem sorológica Uso adequado dos componentes Segurança do Sangue Escolha da população de doadores Triagem clínica Triagem sorológica Uso adequado dos componentes Escolha dos Doadores Voluntários Baixa prevalência de doenças Doadores de repetição

Leia mais

Acidente com Perfuro- Cortantes. Guia Rápido

Acidente com Perfuro- Cortantes. Guia Rápido Acidente com Perfuro- Cortantes Guia Rápido Cuidado do Ferimento Lavar com água e sabão o ferimento ou pele exposta ao sangue ou fluidos orgânicos. Lavar as mucosas com água em abundância. Não é recomendada

Leia mais

ALTERAÇÕES A INCLUIR NAS SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DOS MEDICAMENTOS QUE CONTENHAM NIMESULIDA (FORMULAÇÕES SISTÉMICAS)

ALTERAÇÕES A INCLUIR NAS SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DOS MEDICAMENTOS QUE CONTENHAM NIMESULIDA (FORMULAÇÕES SISTÉMICAS) ANEXO III 58 ALTERAÇÕES A INCLUIR NAS SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DOS MEDICAMENTOS QUE CONTENHAM NIMESULIDA (FORMULAÇÕES SISTÉMICAS) Adições aparecem em itálico e sublinhado; rasuras

Leia mais

Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS

Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS Lucia Mardini DVAS Hepatites Virais Hepatite: inflamação do fígado. As hepatites podem

Leia mais

Saúde no Trabalho. Problemas ocupacionais em áreas críticas. Dr. Marcos José C. Baptista Médico do trabalho coordenador

Saúde no Trabalho. Problemas ocupacionais em áreas críticas. Dr. Marcos José C. Baptista Médico do trabalho coordenador Saúde no Trabalho Problemas ocupacionais em áreas críticas Dr. Marcos José C. Baptista Médico do trabalho coordenador Riscos ocupacionais Risco: probabilidade de ocorrência de um dano à saúde ou à integridade

Leia mais

Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia

Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia Módulo 04 Coqueluche 21 e 22 de maio de 2014 Salvador, Ba Maria do Carmo Campos Lima GT DTP/DIVEP/SESAB COQUELUCHE ASPECTOS LEGAIS Arts. 7º e 8º, da Lei nº

Leia mais

TRATAMENTO DE HEPATITE C CRÔNICA

TRATAMENTO DE HEPATITE C CRÔNICA TRATAMENTO DE HEPATITE C CRÔNICA Departamento de Clínica Médica Disciplina de Gastroenterologia PROTOCOLO DE TRATAMENTO DE HEPATITE C CRÔNICA COM INTERFERON E RIBAVIRINA. INTRODUÇÃO A hepatite C vem sendo

Leia mais

FLUXO DE ATENDIMENTO E CONDUTA PÓS ACIDENTE COM EXPOSIÇÃO A FLUIDOS BIOLÓGICOS

FLUXO DE ATENDIMENTO E CONDUTA PÓS ACIDENTE COM EXPOSIÇÃO A FLUIDOS BIOLÓGICOS FLUXO DE ATENDIMENTO E CONDUTA PÓS ACIDENTE COM EXPOSIÇÃO A FLUIDOS BIOLÓGICOS CONDUTA APÓS ACIDENTE 1- Conduta do Profissional Acidentado Após Exposição Na eventualidade de exposição acidental a material

Leia mais

INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO

INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO MATERNIDADEESCOLAASSISCHATEAUBRIAND Diretrizesassistenciais INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Gilberto Gomes Ribeiro Francisco Edson de Lucena Feitosa IMPORTÂNCIA A infecção do trato

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº. 12/DIVE/SUV/SES/2014

NOTA TÉCNICA Nº. 12/DIVE/SUV/SES/2014 GOVENO DE SANTA CATAINA Secretaria de Estado da Saúde Sistema Único de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Diretoria de Vigilância Epidemiológica NOTA TÉCNICA Nº. 12/DIVE/SUV/SES/2014 Assunto:

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DA FICHA DE NOTIFICAÇÃO DO ACIDENTE DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO À MATERIAL BIOLÓGICO

ORIENTAÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DA FICHA DE NOTIFICAÇÃO DO ACIDENTE DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO À MATERIAL BIOLÓGICO Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria Municipal de Saúde/SMS Coordenadoria Geral de Vigilância da Saúde/CGVS Equipe de Vigilância em Saúde Ambiental e do Trabalhador ORIENTAÇÕES PARA O PREENCHIMENTO

Leia mais

INTERPRETAÇÃO DOS MARCADORES SOROLÓGICOS DAS HEPATITES VIRAIS

INTERPRETAÇÃO DOS MARCADORES SOROLÓGICOS DAS HEPATITES VIRAIS INTERPRETAÇÃO DOS MARCADORES SOROLÓGICOS DAS HEPATITES VIRAIS Francisco José Dutra Souto Hospital Universitário Júlio Müller Universidade Federal de Mato Grosso 31 de agosto de 2016 UFMT HEPATITES VIRAIS

Leia mais

PERFIL HEPATITE. Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico.

PERFIL HEPATITE. Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico. PERFIL HEPATITE Segurança para o diagnóstico e acompanhamento clínico. TLA - Total Lab Automation Agilidade e Confiança TAT (Turn Around Time) de produção de 2 horas. Quatro linhas de produção totalmente

Leia mais

Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais

Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Gerusa Maria Figueiredo gerusa.figueiredo@saude.gov.br I CONGRESSO BRASILEIRO

Leia mais

Vanderléia Bárbaro Valente Hemobrás 2.012

Vanderléia Bárbaro Valente Hemobrás 2.012 ELABORAÇÃO E MONITORAMENTO DOS INDICADORES DE QUALIDADE APLICADOS AO LABORATÓRIO DE SOROLOGIA - ESTRATÉGIAS PARA CUMPRÍ-LOS - TRATAMENTO DE NÃO CONFORMIDADES - FLUXOS MAIS APROPRIADOS Vanderléia Bárbaro

Leia mais

Corro o risco de contrair Hepatite B?

Corro o risco de contrair Hepatite B? Corro o risco de contrair Hepatite B? O que é? A hepatite B é um vírus que infecta o fígado e pode provocar doenças graves do fígado. O fígado é um órgão importante e é responsável por destruir os alimentos

Leia mais

DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL SETOR DE CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO Outubro de 2013 a Dezembro de 2014 DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL SETOR DE CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO Outubro de 2013 a Dezembro de 2014 DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Projeto de Desenvolvimento Organizacional DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL SETOR DE CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO Outubro de 2013 a Dezembro de 2014 DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL ATIVIDADE PERÍODO

Leia mais

PROJETO RISCOBIOLOGICO.ORG SISTEMA DE VIGILÂNCIA PSBIO

PROJETO RISCOBIOLOGICO.ORG SISTEMA DE VIGILÂNCIA PSBIO PROJETO RISCOBIOLOGICOORG SISTEMA DE VIGILÂNCIA PSBIO PROJETO RISCOBIOLOGICOORG SISTEMA DE VIGILÂNCIA PSBIO RELATÓRIO ANO III N 2 (Dados sujeitos à revisão) A PROFISSIONAL ACIDENTADA ESTÁ GRÁVIDA? INFORMAÇÕES

Leia mais

AIDS PERINATAL. Licia Moreira UFBA

AIDS PERINATAL. Licia Moreira UFBA Licia Moreira UFBA Definição de AIDS na CRIANÇA Toda criança com menos de 13 anos com evidência laboratorial de infecção Uma amostra de soro repetidamente positiva em teste como ELISA, IFI (pesquisa de

Leia mais

[175] a. CONSIDERAÇÕES GERAIS DE AVALIAÇÃO. Parte III P R O T O C O L O S D E D O E N Ç A S I N F E C C I O S A S

[175] a. CONSIDERAÇÕES GERAIS DE AVALIAÇÃO. Parte III P R O T O C O L O S D E D O E N Ç A S I N F E C C I O S A S [175] Geralmente ocorre leucocitose com neutrofilia. A urina contém bile, proteína hemácias e cilindros. Ocorre elevação de CK que não é comum em pacientes com hepatite. Oligúria é comum e pode ocorrer

Leia mais

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROGRAMA ESTADUAL DE DST/AIDS DE SÃO PAULO MAIO 2014 SITUAÇÃO E METAS GLOBAIS - UNAIDS ELIMINAR INFECÇÕES PELO HIV EM CRIANÇAS E REDUZIR MORTE MATERNA

Leia mais

Carlos Alberto Dias Pinto. Vitória, 2014

Carlos Alberto Dias Pinto. Vitória, 2014 Carlos Alberto Dias Pinto Enfermeiro Sanitarista Mestre em Saúde Pública ENSP/FIOCRUZ Especialista em Vigilância Sanitária de Serviços de Saúde ENSP/FIOCRUZ STO/DVFS/SUVISA/SVS/SESDEC-RJ cadias.pinto2572@gmail.com

Leia mais

Calendário de Vacinação Ocupacional

Calendário de Vacinação Ocupacional Calendário de Vacinação Ocupacional Central de Atendimento: (61) 3329-8000 Calendário de Vacinaçã Profissionais indicados de acordo Vacinas Esquemas Saúde Alimentos e bebidas Militares policiais e bombeiros

Leia mais

Atendimento Inicial às Vítimas de Exposição a Material Biológico em Contagem MG

Atendimento Inicial às Vítimas de Exposição a Material Biológico em Contagem MG Atendimento Inicial às Vítimas de Exposição a Material Biológico em Contagem MG Um guia de consulta rápida para o atendimento de urgência às vítimas de acidentes com material biológico Programa Municipal

Leia mais