METODOLOGIA DE PRECIFICAÇÃO DE ESQUEMAS DE HEDGE PARA UMA CARTEIRA DE USINAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "METODOLOGIA DE PRECIFICAÇÃO DE ESQUEMAS DE HEDGE PARA UMA CARTEIRA DE USINAS"

Transcrição

1 SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GAE a 24 Outubro de 2003 Uberlândia - Minas Gerais GRUPO VI GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS EMPRESARIAIS - GAE METODOLOGIA DE PRECIFICAÇÃO DE ESQUEMAS DE HEDGE PARA UMA CARTEIRA DE USINAS Maria Luiza V. Lisboa* Fábio R.S. Batista Débora D.J. Penna Rodrigo C. Torres Roberto P. Caldas Albert C.G. Melo CEPEL RESUMO Este trabalho tem por objetivo apresentar uma metodologia para definição do nível de contratação de energia de back up e sua precificação, de acordo com o grau de aversão ao risco do investidor. A metodologia se aplica a carteiras de usinas hidraúlicas e térmicas, localizadas em subsistemas diferentes, e leva em conta as principais regras adotadas pelo mercado brasileiro, incluindo o Mecanismo de Realocação de Energia (MRE). São considerados os efeitos de paradas forçadas de unidades geradoras e volatilidade do preço spot. O montante de energia de back up é definido através do nível de proteção desejado pelo agente gerador, com base no conceito de VaR. São analisados dois critérios para precificação dos contratos: o critério da média e o do equivalente certo. Este último considera o grau de aversão ao risco do investidor através de uma função utilidade. PALAVRAS-CHAVE Contratos de Back Up, Saídas Forçadas, Risco Hidrológico, VaR, Equivalente Certo, Função Utilidade. 1 - INTRODUÇÃO A competição nos segmentos de produção e comercialização de energia introduzida com a reestruturação do Setor Elétrico Brasileiro, fez com que os agentes de geração passassem a estar expostos a novos riscos. Dentre os riscos identificados estão aqueles associados às falhas das unidades geradoras (saídas forçadas) e à exposição financeira para contratos em submercados distintos. As saídas forçadas impactam a remuneração do agente gerador de duas maneiras: perda de receita, por não vender a energia no mercado quando a usina tiver sido despachada, e/ou a necessidade de comprar energia no MAE, ao preço spot, para cobrir seus contratos bilaterais, o que, dependendo das condições hidrológicas, pode implicar em exposições financeiras bastante elevadas. O estabelecimento de contratos em diferentes submercados pode levar a exposições financeiras significativas quando ocorrerem diferenças entre seus custos marginais de operação (preços spot). Neste contexto, é clara a importância do estabelecimento de estratégias de hedge e de níveis de contratação adequados para a mitigação dos riscos mencionados. Este trabalho apresenta uma metodologia que permite definir o montante de energia de contratos de back up e o preço limite que o agente gerador estaria disposto a pagar, utilizando-se os conceitos de VaR, função utilidade e equivalente certo. A metodologia é aplicada a uma carteira de usinas fictícias, situadas em subsistemas distintos, operando no sistema brasileiro. 2 - METODOLOGIA A metodologia de avaliação e precificação de contratos de back up proposta baseia-se fundamentalmente em análises de risco relacionadas com ativos de geração (usinas) e seus contratos de venda de energia. Estas * Av. Hum, S/N, Cidade Universitária, CEP , Rio de Janeiro, RJ Tel:

2 2 análises são realizadas a partir de simulações da operação do sistema elétrico para diversos cenários hidrológicos, em conjunto com simulações do processo falha/reparo das unidades geradoras, para todo horizonte de análise. Para a simulação da operação são utilizados os modelos NEWAVE[1] e SUISHI-O[2], desenvolvidos pelo Cepel, os quais fornecem, para cada série hidrológica e para cada mês do horizonte analisado, os valores de despacho de cada usina e dos preços spot de cada subsistema. A simulação do processo falha / reparo é feita de forma seqüencial, através de um esquema de simulação de Monte Carlo Seqüencial, onde os tempos de operação e de reparo são sorteados a partir de distribuições exponenciais[3]. A metodologia proposta neste trabalho leva em consideração, de forma simplificada, as regras vigentes de operação e comercialização de energia no horizonte analisado[4], incluindo o MRE, e a redução de 25% ao ano dos Contratos Iniciais e da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis CCC, a partir de 2003 (Resolução ANEEL Nº 261/1998). Os fluxos de caixa, para cada série hidrológica e para cada mês do horizonte de estudo, são calculados com base nos valores finais de despacho de cada usina, isto é, após consideração do processo falha-reparo e aplicação do MRE, conforme ilustrado na Figura 1. Para cada série hidrológica e para cada mês do horizonte considerado, o programa NEWAVE calcula o despacho hidráulico dos subsistemas, seus respectivos preços spot, bem como o despacho individualizado das usinas térmicas. Com base nos resultados da simulação do NEWAVE, o programa SUISHI-O determina o despacho individualizado das usinas hidráulicas. Os despachos das usinas térmicas podem ser obtidos de forma alternativa, aplicando-se diretamente os procedimentos de operação seguidos pelo ONS: uma termelétrica flexível é despachada na sua potência máxima disponível quando o CMO é maior que o custo variável de operação, e na potência mínima, caso contrário. Em situações de restrições elétricas localizadas, uma usina pode ser despachada fora deste critério, entretanto, esta hipótese não é considerada neste trabalho Simulação do Processo Falha/Reparo Para cada série mensal de despacho é realizada uma simulação do processo falha/reparo das unidades geradoras. Os tempos para falha (ttf time to failure) e os tempos de reparo (ttr time to repair) são modelados por distribuições exponenciais: t λ ttf = 1 e (1) λ NEWAVE (CMOs) ttr rt = re (2) DESPACHO DAS TÉRMICAS (Regra do Custo) SUISHI - O FALHAS λ - taxa média de falha da unidade geradora r - tempo médio de reparo da unidade geradora MRE Mecanismo de Realocação de Energia SEM FALHA GERAÇÃO TOTAL (Térmica + Hidráulica ) FLUXO DE CAIXA COM FALHA TARIFA DE BACKUP COM FALHA E COM BACKUP FIGURA 1 FLUXOGRAMA DA METODOLOGIA DE PRECIFICAÇÃO DE CONTRATOS DE BACK UP A partir destas séries de fluxos de caixa são realizadas as análises de risco para definir o montante e preço de contratos de back up adequados ao perfil de aversão ao risco do investidor. O detalhamento dos cálculos de cada etapa da metodologia proposta é feito a seguir. 2.1 Algoritmo Básico para Cálculo de Fluxos de Caixa Cálculo do Despacho das Usinas e Preço Spot O MRE tem por objetivo compartilhar os riscos hidrológicos associados ao despacho centralizado. Com base em regras algébricas, este mecanismo determina o rateio de toda energia gerada pelas usinas participantes, de forma proporcional às suas respectivas energias asseguradas. O MRE inclui as usinas hidráulicas despachadas de forma centralizada, e as usinas térmicas que tenham contratos iniciais e que sejam participantes da CCC. Neste estudo, algumas simplificações foram consideradas para cálculo do MRE, resultando no seguinte algoritmo: Calcula-se o excedente/déficit de geração de cada submercado, com relação à sua energia assegurada; Submercados deficitários são supridos com a energia excedente total até o limite de sua energia assegurada. A contribuição dos submercados superavitários é proporcional aos seus respectivos excedentes de energia; A energia secundária é distribuída entre os submercados da seguinte forma: - Calcula-se primeiramente, o montante de energia secundária a que cada submercado tem direito. Isto é feito distribuindo-se a energia secundária

3 3 total entre todos os submercados proporcionalmente às suas energias asseguradas; - Submercados superavitários atendem prioritariamente seus direitos de energia secundária, e em seguida, atendem os submercados deficitários de forma proporcional aos seus excedentes de energia secundária. Conforme Resolução da ANEEL Nº 249/1998, a participação das usinas térmicas no MRE será reduzida ao longo de proporcionalmente à redução prevista da CCC. Adotou-se neste estudo que, neste horizonte, ocorrendo um despacho térmico acima da geração referente ao montante da CCC, o excedente de energia não contribuiria para o MRE, visto que esta geração não estaria sendo coberta pela CCC. Também foi adotado que, caso o crédito de MRE (CMRE) de uma usina esteja alocado em outro submercado, a exposição financeira é considerada trazendo-se este crédito de energia ao submercado onde a usina está instalada, ponderado pelos CMOs dos dois submercados. Esta ponderação resulta em um crédito equivalente de energia de MRE (CMRE_equivalente) conforme definido a seguir: CMRE _ equivalente = CMRE * CMO A / CMO B onde os subscritos A e B denotam os submercados onde está alocado o crédito de MRE e aquele onde a usina está instalada, respectivamente Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis A Resolução ANEEL Nº 261/1998, estabelece uma redução no reembolso do custo do consumo de combustíveis fósseis, previsto na sistemática da CCC, para as usinas termelétricas em operação em 6 de fevereiro de 1998, situadas nas regiões abrangidas pelos submercados interligados Sul, Sudeste/Centro- Oeste e Nordeste. Esta redução será de 25% ao ano, a partir de 2003, ficando portanto, a partir de 1º de janeiro de 2006, extinta a CCC no sistema interligado Fluxos de Caixa Os fluxos de caixa são determinados em base mensal, para as diversas séries hidrológicas, utilizando-se o valor final de despacho de cada usina no mês (Gm), isto é, o valor calculado considerando a simulação do processo falha / reparo para cada unidade geradora e aplicação do MRE. Não foram considerados, por simplificação, os itens como imposto de renda, dívidas e investimentos, resultando na seguinte equação de fluxo de caixa: FC NC NS C CS j Pspot i i P i GS j j )* 1 ( * ) + = = 1 ( j ± ( E _ MRE* TMO) Despesas_ Combustíveis Despesas_ Fixas (3) = (4) NC = Número total de contratos; C = Contratos iniciais e bilaterais; P = Preço de venda de energia de cada contrato; NS = Número de submercados; GS = Total de geração da carteira em cada submercado; Pspot = Preço spot de cada submercado; CS = Total de contratos por submercado; E_MRE = Energia recebida/retirada pelo MRE; TMO = Tarifa de Otimização. 2.2 Precificação de Contratos de Back Up A precificação dos contratos pode ser feita através de dois critérios: Critério da Média Critério do Equivalente Certo Enquanto o primeiro critério pode ser adequado para investidores neutros ao risco, o segundo permite considerar o grau de aversão ao risco do investidor, com a aplicação dos conceitos de função utilidade e equivalente certo Critério da Média Por este critério, o preço mensal que o segurado estaria disposto a pagar pela energia de back up é calculado da seguinte forma: 1. Para cada série mensal de valores finais de despacho (Gm) das usinas, e preços spot, calculase uma série correspondente de fluxo de caixa. Com base nestas séries de fluxos de caixa, obtémse uma distribuição de VPFC (valor presente de fluxo de caixa). Nesta etapa, não é considerada a existência de contrato de back up para a cobertura das falhas. 2. Em seguida, uma nova distribuição de VPFC é obtida de maneira semelhante, considerando o efeito da existência do contrato de back up, porém sem levar em conta o pagamento do preço da energia de back up associado. 3. Comparando-se as duas distribuições obtidas, é possível determinar o benefício financeiro do contrato de back up. Neste estudo, o benefício foi definido com sendo equivalente à diferença entre as médias das duas distribuições (critério da média): [ ] c / backup E[ VPFC] s backup Benefício E VPFC / = (5) 4. Finalmente, calcula-se o preço mensal da energia de back up (Pm) igualando-se o valor presente deste pagamento, ao longo do período de estudo, ao benefício do back up. Este valor foi considerado como o preço máximo que o segurado estaria disposto a pagar. P m Benefício = (6) EBK * a n i

4 4 n (1 + i) 1 a =, é o fator de valor presente para séries n i n (1 + i) * i periódicas uniformes; i = taxa de desconto mensal; n = número de períodos mensais considerados; e EBK = energia contratada de back up Critério do Equivalente Certo É possível que investidores avessos ao risco possam estar dispostos a pagar mais que o valor Pm definido pela equação (6). Este aspecto pode ser considerado através do uso de funções utilidades, as quais traduzem valores monetários em termos de unidades de utilidade para representar o perfil de aversão ao risco do investidor[5]. A Figura 2 ilustra as funções utilidades para um investidor amante, neutro, e avesso ao risco, respectivamente. Amante Neutro Avesso FIGURA 2 - FUNÇÕES UTILIDADES Aplicando uma função utilidade adequada ao perfil de aversão ao risco do investidor às distribuições de VPFC com e sem back up (calculadas conforme os passos 1 e 2 do critério da média), pode-se obter correspondentes distribuições de utilidades. Por definição [5]: U(VPFC*)=E[U(VPFC)] (7) VPFC* = equivalente certo O benefício pode então ser calculado pela diferença dos equivalentes certos com e sem back up: Benefício = VPFC c VPFC (8) * * / backup s / backup Aplicando este valor de benefício à equação (6), determina-se o preço Pm que o investidor estaria disposto a pagar por este contrato. Neste estudo, adotou-se a seguinte função utilidade para caracterizar um comportamento avesso ao risco: U ( VPL) = e a * VPFC + b * VPFC onde os parâmetros a e b determinam o grau de aversão ao risco de um determinado agente. A Figura 3 ilustra como uma dada distribuição de VPFC s é percebida por um investidor avesso ao risco utilizando a equação (9), com os coeficiente a e b iguais a 0,08 e 1,00, respectivamente. Pode-se notar que os valores positivos permanecem inalterados sob a (9) ótica deste investidor, porém, quanto mais negativos foram estes valores, mais o perfil avesso ao risco é evidenciado. VPL, UVPL VPL UVPL FIGURA 3 - FUNÇÃO UTILIDADE PARA INVESTIDOR AVESSO AO RISCO 2.3 Cálculo do Nível de Contratação Os critérios de precificação de contratos de back up descritos anteriormente pressupõem um valor prédefinido de montante contratado de energia de back up. Este montante deve ser definido em função da aversão ao risco do investidor, o que é possível recorrendo-se ao conceito de VaR. A necessidade total de back up ( bkp) é função das taxas de falha e reparo das unidades geradoras, da energia cedida ou recebida com a aplicação do MRE, e do montante de contratos bilaterais firmados. Assim, para um determinado mês i, da série hidrológica j, a necessidade de back up é dada pela seguinte equação: bkp NC = i, j k= 1 C NU i, k s= 1 Gm s, i, j (10) onde NU é o número de usinas pertencentes ao investidor e as variáveis C e Gm como definidas anteriormente (porém referenciadas a um dado subsistema, de forma análoga ao CMRE equivalente). Caso a diferença entre o total de contratos e o total de geração for negativa, bkp i,j =0. Com base nas séries mensais de bkp calculadas pela equação (10), pode-se obter uma curva de frequência de necessidade de back up, a partir da qual pode-se construir uma curva de frequência acumulada de necessidade de back up. Dependendo do grau de aversão ao risco do investidor, define-se, para o valor percentual de proteção desejado, o montante de energia de back up a ser contratado. 3 - SISTEMA TESTE O sistema teste é composto por 4 usinas hidráulicas e 3 usinas térmicas pertencentes ao sistema interligado brasileiro. Estas usinas foram escolhidas de forma aleatória e denominadas pelas letras A a D, e seus correspondentes dados estão descritos nas Tabelas 1 e 2. Todos os dados foram obtidos dos arquivos oficiais do programa NEWAVE referente ao PMO de Agosto de

5 5 2002, com exceção daqueles referentes à energia assegurada, extraídos das resoluções da Aneel No 232/1999 e 268/1998, e taxas de falha, extraídos do programa NH2 [6] O tempo médio de reparo pode ser obtido através da relação: λ TEIF = λ + µ (11) TABELA 1: DADOS DAS USINAS HIDRÁULICAS Usina Hidráulica A B C D Pot. Instalada (MW) Submercado SE/CO S S S Energia Asseg. (MWmédio) IP (%) TEIF (%) Taxa de Falha (fl/ano) Tempo Médio de Reparo (h) TABELA 2: DADOS DAS USINAS TÉRMICAS Usina Térmica A B C Pot. Instalada (MW) Submercado S SE/CO S Energia Asseg. (MWmédio) IP (%) Custo Operativo (R$/MWh) Custo Fixo (MMR$/ano) TEIF (%) Taxa de Falha (fl/ano) Tempo Médio de Reparo (h) A Tabela 3 descreve a evolução dos valores de energia assegurada do parque gerador de cada submercado no horizonte de estudo As séries de despachos e de preços spot são aquelas obtidas através de simulações com os programas NEWAVE e SUISHI-O, utilizando os dados do PMO de Agosto de 2002 e arquivo de série histórica de vazões. Foram analisados dois cenários contratuais: - redução dos contratos iniciais (CI) de 25% ao ano; - reposição total dos contratos iniciais liberados através de contratos bilaterais (CB). Os dados contratuais do parque hidráulico e térmico para o período estão descritos na Tabela 4. TABELA 3: ENERGIA ASSEGURADA DO PARQUE HIDRÁULICO Submercado / Ano Sudeste Sul Nordeste Norte TABELA 4: DADOS CONTRATUAIS Ano Sul Sudeste CI CB CI CB É importante ressaltar que o algoritmo considera que toda a energia contratada de back up está disponível para cobrir tanto os riscos de paradas não programadas (falhas) quanto os riscos hidrológicos. Com este sistema teste foram feitas várias simulações para analisar os seguintes aspectos que influenciam o montante e o preço de um contrato de back up: Reposição dos contratos iniciais Participação das usinas térmicas na CCC Aversão ao risco do investidor - Montante de energia de back up ao nível de proteção desejado - Função utilidade para definição de preço máximo de contrato de back up 4 - RESULTADOS 4.1 Cálculo do Preço de Back Up -Critério da Média Assumindo um contrato de back up de 100MW, foram feitas simulações considerando as usinas térmicas participando ou não da CCC, e duas condições de contratos de venda de energia: a) Valores de Contratos Iniciais reduzidos 25% ao ano a partir de 2003, e excedentes de geração comercializados ao preço MAE b) Reposição dos Contratos Iniciais por Contratos Bilaterais Pela análise dos resultados, descritos nas Tabela 5 e 6, pode-se verificar que há uma redução significativa do preço da energia de back up quando os contratos iniciais não são repostos por novos contratos bilaterais. Este resultado corresponde às expectativas de uma menor necessidade de energia de back up com a redução dos compromissos contratuais. TABELA 5:PREÇO DA ENERGIA DE BACK UP (CASO COM REPOSIÇÃO DOS CI'S) Preço da Energia de Back up (R$/MWh) Sem CCC Com CCC VPFC s/ falha c/ falha c/ backup s/ falha c/ falha c/ backup Médio Desvio Padrão Coef. Variação Máximo Mínimo TABELA 6:PREÇO DA ENERGIA DE BACK UP (CASO SEM REPOSIÇÃO DOS CI'S) Preço da Energia de Back up (R$/MWh) Sem CCC Com CCC s/ falha c/ falha c/ backup s/ falha c/ falha c/ backup VPFC Médio Desvio Padrão Coef. Variação Máximo Mínimo O MRE, como definido nas regras atuais, não discrimina gerações inferiores aos contratos devido às falhas daquelas devido ao despacho ótimo. Assim, uma usina térmica que não atende ao contrato devido a falha de uma ou mais unidades geradoras, pode ser beneficiada pelo MRE. Sem CCC, as usinas térmicas deixam de participar do MRE, e portanto, além de não usufruírem do subsídio proporcionado pela CCC, as usinas térmicas não se

6 6 beneficiam das atuais regras do MRE em caso de falha, conforme mencionado anteriormente. Consequentemente, sem CCC, os preços de energia de back up são mais elevados, pois estas usinas estarão mais expostas ao risco de não honrarem seus contratos em caso de falha em períodos hidrológicos desfavoráveis. 4.2 Cálculo do nível de contratação de back up Com base nas séries de despacho obtidas dos modelos NEWAVE/SUISHI-O e simulação do processo de falhas, foi possível construir o histograma e curva de frequência acumulada da necessidade de back up, conforme descrito na Seção 2.3. (%) 50% 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% Probabilidade FIGURA 4 HISTOGRAMA DA NECESSIDADE DE BACK UP De acordo com o nível de proteção desejado (valor de VaR) define-se o montante de energia de back up a ser contratado. Com base neste montante, determina-se então o preço deste contrato através de um dos dois critérios de precificação propostos. A Tabela 7 ilustra os valores de montante de energia de back up e seu correspondente preço (critério da média) para diversos níveis de proteção. Por exemplo, a partir destes resultados, observa-se que para estar 100% protegido contra 95% das possíveis ocorrências de falhas ou situações de hidrologia desfavorável, o parque gerador estudado deve contratar 362,41 MWmédios de back up à um preço de 7,88 R$/MWh. TABELA 7 - NÍVEL DE PROTEÇÃO ADOTADO ASSOCIADO AO VPFC E AO PREÇO DA ENERGIA DE BACK UP VaR Back Up VPFC c/ Back Preço da Energ. (MWmédio) Up Back Up (R$/MWh) 25% % % % % % % % OBS: E[VPFC] com falha = Cálculo do Preço de Back Up pelo critério do equivalente certo Para ilustrar o critério de precificação pelo equivalente certo, foi criado um novo caso fictício excluindo-se as Acumulada > % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% (%) usinas hidráulicas do caso original, e reduzindo-se os montantes contratuais de forma proporcional. A exclusão das usinas hidráulicas foi feita porque, ao considerar apenas usinas térmicas, existem mais casos de VPFC negativos, e portanto, aplicando a distribuição de VPFCs à função utilidade descrita pela equação (9), a aversão ao risco é mais evidenciada. Os resultados estão ilustrados nas Tabelas 8 e 9. TABELA 8 - VALORES MÉDIOS E EQUIVALENTES CERTOS DAS DISTRIBUIÇÕES DE VPFC'S Critério Sem CCC Com CCC s/ falha c/ falha c/ backup s/ falha c/ falha c/ backup Média Equivalente Certo TABELA 9 - PREÇO DA ENERGIA DE BACK UP PELO CRITÉRIO DA MÉDIA E DO EQUIVALENTE CERTO Critério Sem CCC Com CCC Média Equivalente Certo CONCLUSÕES Este artigo descreveu uma metodologia para definição de nível de contratação de energia de back up e sua precificação, levando em consideração o grau de aversão ao risco do investidor. A metodologia se aplica a carteiras de usinas hidraúlicas e térmicas, localizadas em subsistemas diferentes, e leva em conta as principais regras adotadas pelo mercado brasileiro, incluindo o Mecanismo de Realocação de Energia (MRE). A metodologia é baseada no emprego de técnicas de análise de risco a partir de dados simulados da operação do sistema (preço spot e despacho) e do processo falha/reparo das unidades geradoras. O montante de energia de back up é definido em função do nível de proteção desejado pelo agente gerador, com base no conceito de VaR. Foram analisados dois critérios de precificação: o da média e o do equivalente certo. Este último considera o grau de aversão ao risco do investidor através de uma função utilidade. Os resultados obtidos indicaram que, dependendo do grau de aversão ao risco e distribuição de VPFCs de sua carteira, o investidor pode estar disposto a pagar mais do que o preço calculado através do critério da média. Os resultados também indicaram que o preço depende do nível de contratação bilateral e, com as atuais regras do MRE, da participação ou não de uma usina térmica na CCC. 6 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] CEPEL, "Manual de Referência - Modelo Newave", Relatório Técnico 063/99, Rio de Janeiro, RJ, [2] CEPEL,"SUISHI-O - Manual do Usuário", Relatório Técnico 073/97, Rio de Janeiro, RJ, [3] A.C.G. Melo et al, Pricing Energy Back up Contracts of Thermal Plants in Hydrothermal Systems, PSCC, Sevilha, Espanha, [4] MAE, "Regras de Mercado", Versão 2.2b.

7 [5] D. G. Luenberger, Investment Science, Oxford University Press, 1998, p [6] CEPEL,"Programa NH2 - Manual do Usuário Versão 5.22a", Rio de Janeiro, RJ, Abril

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GEC 8 14 a 17 Outubro de 27 Rio de Janeiro - RJ GRUPO VI GRUPO DE ESTUDO DE COMERCIALIZAÇÃO, ECONOMIA E REGULAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

Leia mais

Mecanismo de Realocação de Energia. Versão 2013.1.0

Mecanismo de Realocação de Energia. Versão 2013.1.0 Mecanismo de Realocação de Energia ÍNDICE MECANISMO DE REALOCAÇÃO DE ENERGIA 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 6 1.2. Conceitos Básicos 7 2. Detalhamento das Etapas do Mecanismo de Realocação de Energia

Leia mais

EFEITO DAS CURVAS DE AVERSÃO SOBRE A OPERAÇÃO DO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO. Relatório Final(Versão 2)

EFEITO DAS CURVAS DE AVERSÃO SOBRE A OPERAÇÃO DO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO. Relatório Final(Versão 2) EFEITO DAS CURVAS DE AVERSÃO SOBRE A OPERAÇÃO DO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO Relatório Final(Versão 2) Preparado para DUKE ENERGY Preparado por MERCADOS DE ENERGIA/PSR Janeiro 24 ÍNDICE 1 OBJETIVO...

Leia mais

Em 29 de janeiro de 2001.

Em 29 de janeiro de 2001. Nota Técnica n.º /2000-SRG/ANEEL Em 29 de janeiro de 2001. Assunto: Regulamentação do uso do Mecanismo de Realocação de Energia MRE para centrais hidrelétricas não despachadas centralizadamente. I - INTRODUÇÃO

Leia mais

4 Análise de Risco no Mercado de Energia Elétrica 4.1. Introdução

4 Análise de Risco no Mercado de Energia Elétrica 4.1. Introdução 4 Análise de Risco no Mercado de Energia Elétrica 4.1. Introdução Nos capítulos anteriores, procurou-se descrever os mercados de eletricidade e a formação do preço spot de energia. No presente capítulo

Leia mais

Atualização do Valor do Patamar Único de Custo de Déficit - 2015

Atualização do Valor do Patamar Único de Custo de Déficit - 2015 Atualização do Valor do Patamar Único de Custo de Déficit - 2015 Ministério de Minas e Energia GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MME/SPE Ministério de Minas e Energia Ministro Eduardo Braga

Leia mais

SECURITIZAÇÃO CONTRA FALHAS EM USINAS TÉRMICAS A GÁS EM SISTEMAS HIDROTÉRMICOS

SECURITIZAÇÃO CONTRA FALHAS EM USINAS TÉRMICAS A GÁS EM SISTEMAS HIDROTÉRMICOS SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GAE-2 9 a 24 Outubro de 2003 Uberlândia - Minas Gerais GRUPO VI GRUPO DE ESTUDO DE ASPECTOS EMPRESARIAIS GAE SECURITIZAÇÃO CONTRA

Leia mais

&RQWUDWRVGH&RPSUDH9HQGDGH(QHUJLD

&RQWUDWRVGH&RPSUDH9HQGDGH(QHUJLD Contratos de Compra e Venda de Energia 36 &RQWUDWRVGH&RPSUDH9HQGDGH(QHUJLD Como visto no capítulo anterior a receita de um agente gerador no mercado de curto prazo é extremamente volátil. Essa incerteza

Leia mais

5 Avaliação da Conversão de uma Termelétrica para Bicombustível

5 Avaliação da Conversão de uma Termelétrica para Bicombustível 5 Avaliação da Conversão de uma Termelétrica para Bicombustível 5.1 Introdução A idéia principal deste capítulo é apresentar a avaliação econômica da conversão de uma usina termelétrica a Gás Natural,

Leia mais

Regime de Cotas de Garantia Física. Versão 2013.3.0

Regime de Cotas de Garantia Física. Versão 2013.3.0 Regime de Cotas de Garantia Física ÍNDICE REGIME DE COTAS DE GARANTIA FÍSICA 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 5 1.2. Conceitos Básicos 6 2. Detalhamento das Etapas da Determinação da Receita de Venda

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA APURAÇÃO DOS DADOS NECESSÁRIOS A CONTABILIZAÇÃO E FATURAMENTO DA ENERGIA EXPORTADA PARA A ARGENTINA E O URUGUAI.

PROCEDIMENTOS PARA APURAÇÃO DOS DADOS NECESSÁRIOS A CONTABILIZAÇÃO E FATURAMENTO DA ENERGIA EXPORTADA PARA A ARGENTINA E O URUGUAI. PROCEDIMENTOS PARA APURAÇÃO DOS DADOS NECESSÁRIOS A CONTABILIZAÇÃO E FATURAMENTO DA ENERGIA EXPORTADA PARA A ARGENTINA E O URUGUAI. 1 Sumário Conteúdo 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 4 3. PREMISSAS OPERACIONAIS...

Leia mais

2º Seminário Internacional CANA & ENERGIA GERAÇÃO COORDENADA GANHOS PARA OS PARTICIPANTES

2º Seminário Internacional CANA & ENERGIA GERAÇÃO COORDENADA GANHOS PARA OS PARTICIPANTES 2º Seminário Internacional CANA & ENERGIA GERAÇÃO COORDENADA GANHOS PARA OS PARTICIPANTES Fabio Ramos, Ph.D. Diretor da RHE Consultoria e Participações Ltda. 29/08/2002 Considerações Iniciais Potência

Leia mais

Regime de Cotas de Garantia Física. Versão 2013.1.2

Regime de Cotas de Garantia Física. Versão 2013.1.2 Regime de Cotas de Garantia Física ÍNDICE REGIME DE COTAS DE GARANTIA FÍSICA 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 5 1.2. Conceitos Básicos 6 2. Detalhamento das Etapas da Determinação da Receita de Venda

Leia mais

PROCEDIMENTO DE MERCADO PE.01 Estabelecer Preços do MAE

PROCEDIMENTO DE MERCADO PE.01 Estabelecer Preços do MAE PROCEDIMENTO DE MERCADO PE.01 Estabelecer Preços Responsável pelo PM: Gerência de Contabilização CONTROLE DE ALTERAÇÕES Versão Data Descrição da Alteração Elaborada por Aprovada por PM PE.01 - Estabelecer

Leia mais

XVIII SEPEF - Seminário de Planejamento Econômico-Financeiro do Setor Elétrico. Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XVIII SEPEF - Seminário de Planejamento Econômico-Financeiro do Setor Elétrico. Rio de Janeiro - RJ - Brasil XVIII SEPEF - Seminário de Planejamento Econômico-Financeiro do Setor Elétrico Rio de Janeiro - RJ - Brasil Comercialização de Energia, Aspectos Regulatórios, e/ou Viabilidade de Fontes Alternativas de

Leia mais

O Modelo Brasileiro de Mercado de Energia

O Modelo Brasileiro de Mercado de Energia O Modelo Brasileiro de Mercado de Energia Estrutura: Operador do Sistema (ONS): Responsável pela otimização centralizada da operação do sistema e pelo despacho, de acordo com regras aprovadas pelo ente

Leia mais

Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável

Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável Anexo III da Resolução n o 1 da CIMGC Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável I Introdução A atividade de projeto do Projeto de MDL Santa Carolina (denominado Projeto Santa

Leia mais

Nova Abordagem da Formação do Preço do Mercado de Curto Prazo de Energia Elétrica. XIV Simpósio Jurídico ABCE Élbia Melo 23/09/2008

Nova Abordagem da Formação do Preço do Mercado de Curto Prazo de Energia Elétrica. XIV Simpósio Jurídico ABCE Élbia Melo 23/09/2008 Nova Abordagem da Formação do Preço do Mercado de Curto Prazo de Energia Elétrica XIV Simpósio Jurídico ABCE Élbia Melo 23/09/2008 Agenda O Conceito de Preço em um Mercado Qualquer O Conceito de Preço

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Celular CRT

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Celular CRT Demonstrações Financeiras Relatório Anual 04 Visão Prev Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Celular CRT Período: 04 e 03 dezembro R$ Mil Descrição 04 03 Variação (%). Ativos.85.769

Leia mais

7 ESTUDO DE CASO: PROJETO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM CONSUMIDOR COMERCIAL

7 ESTUDO DE CASO: PROJETO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM CONSUMIDOR COMERCIAL 7 ESTUDO DE CASO: PROJETO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM CONSUMIDOR COMERCIAL 7.1 INTRODUÇÃO Este capítulo apresenta o estudo de caso, no qual é aplicada a metodologia proposta no capítulo 6 onde são apresentadas

Leia mais

Incorporando os efeitos da complementaridade Hidro-Eólica na formação do Portfólio de Empresas Geradoras de Energia Elétrica

Incorporando os efeitos da complementaridade Hidro-Eólica na formação do Portfólio de Empresas Geradoras de Energia Elétrica XII SEPOPE 20 a 23 de Maio 2012 May 20 th to 23 rd 2012 RIO DE JANEIRO (RJ) - BRASIL XII SIMPÓSIO DE ESPECIALISTAS EM PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO ELÉTRICA XII SYMPOSIUM OF SPECIALISTS IN ELECTRIC

Leia mais

LEILÕES DE ENERGIA NOVA A-5 e A-3/2007 DÚVIDAS FREQÜENTES

LEILÕES DE ENERGIA NOVA A-5 e A-3/2007 DÚVIDAS FREQÜENTES LEILÕES DE ENERGIA NOVA A-5 e A-3/2007 DÚVIDAS FREQÜENTES GERAÇÃO: 1) Uma usina à biomassa de bagaço de cana que já tenha vendido nos leilões de energia nova anteriores e que pretenda modificar seu projeto

Leia mais

Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) (Anexo)

Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) (Anexo) Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) Regras de Comercialização Formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) (Anexo) Versão 1.0 1 versão 1.0 Formação do Preço de Liquidação das Diferenças

Leia mais

Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida

Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida 1. Algumas reflexões sobre solvência e solidez financeira Para podermos compreender o que se entende por solvência,

Leia mais

Eólica Faísa V Geração e Comercialização de Energia Elétrica S.A.

Eólica Faísa V Geração e Comercialização de Energia Elétrica S.A. Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2012 2011 Passivo e patrimônio líquido 2012 2011 (Não auditado) (Não auditado) Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 4) 415 7 Fornecedores

Leia mais

Impactos e Adaptações do Mercado para. Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica

Impactos e Adaptações do Mercado para. Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica Impactos e Adaptações do Mercado para Implantação da Portaria MME 455/2012 Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica Agenda Objetivos gerais

Leia mais

2 Características do Sistema Interligado Nacional

2 Características do Sistema Interligado Nacional 2 Características do Sistema Interligado Nacional O Sistema Elétrico Brasileiro (SEB) evoluiu bastante ao longo do tempo em termos de complexidade e, consequentemente, necessitando de um melhor planejamento

Leia mais

CARTILHA. Previdência. Complementar NOVA TRIBUTAÇÃO. www.sulamericaonline.com.br

CARTILHA. Previdência. Complementar NOVA TRIBUTAÇÃO. www.sulamericaonline.com.br CARTILHA Previdência Complementar NOVA TRIBUTAÇÃO www.sulamericaonline.com.br Índice 1. Os Planos de Previdência Complementar e o Novo Regime Tributário 4 2. Tratamento Tributário Básico 5 3. Características

Leia mais

Revisão Tarifária Escelsa. Etapa I. Reposicionamento Tarifário. Metodologia e Critérios

Revisão Tarifária Escelsa. Etapa I. Reposicionamento Tarifário. Metodologia e Critérios Revisão Tarifária Escelsa Etapa I Reposicionamento Tarifário Metodologia e Critérios APRESENTAÇÃO A ESCELSA foi privatizada em 11 de julho de 1995, sendo as concessões outorgadas pelo Decreto de 13 de

Leia mais

MODELOS UTILIZADOS NO PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN

MODELOS UTILIZADOS NO PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN 5 MODELOS UTILIZADOS NO PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN 5.1 MODELOS HIDROLÓGICOS PREVISÃO DE VAZÕES E GERAÇÃO DE CENÁRIOS NO ONS A previsão de vazões semanais e a geração de cenários hidrológicos

Leia mais

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A. Módulo 6.8: Bandeiras Tarifárias. S u b m ó d u l o 6. 8

A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A. Módulo 6.8: Bandeiras Tarifárias. S u b m ó d u l o 6. 8 A G Ê N C I A N A C I O N A L D E E N E R G I A E L É T R I C A Módulo 6.8: Bandeiras Tarifárias S u b m ó d u l o 6. 8 B A N D E I R A S T A R I F Á R I A S Revisão Motivo da revisão Instrumento de aprovação

Leia mais

4 Os Contratos de Comercialização de Energia em Ambiente Regulado

4 Os Contratos de Comercialização de Energia em Ambiente Regulado 4 Os Contratos de Comercialização de Energia em Ambiente Regulado A escolha de um determinado tipo de proeto ou tecnologia termelétrica está intimamente relacionada com os contratos de comercialização

Leia mais

Valores Redutores da Necessidade de Cobertura das Provisões Técnicas por Ativos Garantidores Orientações da Susep ao Mercado

Valores Redutores da Necessidade de Cobertura das Provisões Técnicas por Ativos Garantidores Orientações da Susep ao Mercado Valores Redutores da Necessidade de Cobertura das Provisões Técnicas por Ativos Garantidores Orientações da Susep Julho/2015 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1. Área Responsável... 3 1.2. Base Legal... 3 1.3.

Leia mais

Perspectivas para o Mercado de Energia Elétrica

Perspectivas para o Mercado de Energia Elétrica Perspectivas para o Mercado de Energia Elétrica Tractebel Energia GDF SUEZ - todos os direitos reservados São Paulo, 04 de Abril de 2013 1 Tractebel Energia 2 Tractebel Energia: Portfólio Balanceado de

Leia mais

Regulamentação da Cobrança de RTE de Consumidores Livres

Regulamentação da Cobrança de RTE de Consumidores Livres Regulamentação da Cobrança de RTE de Consumidores Livres Abril de 2006 1 Das Origens da Cobrança! Lei 8.987/95 garantia de equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão de distribuição de

Leia mais

CONTRATOS DE ENERGIA: IMPACTOS DE CLÁUSULAS DE FLEXIBILIDADE

CONTRATOS DE ENERGIA: IMPACTOS DE CLÁUSULAS DE FLEXIBILIDADE Autores: Fabíola Sena Vieira Silveira (fabiola@gpse.ufsc.br) Marciano Morozowski Filho (marciano@wisesystems.com.br) Ivana Costa Nasser (ivana@wisesystems.com.br) Cesar Lucio Corrêa de Sá Jr. (cesarsj@gbl.com.br)

Leia mais

3 CONTRATOS A TERMO E CONTRATOS DE OPÇÃO

3 CONTRATOS A TERMO E CONTRATOS DE OPÇÃO CONTRATOS A TERMO E CONTRATOS DE OPÇÃO 3 CONTRATOS A TERMO E CONTRATOS DE OPÇÃO Este capítulo discute a importância dos contratos de energia como mecanismos que asseguram a estabilidade do fluxo de caixa

Leia mais

Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida

Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida Seguro-Saúde. Guia para Consulta Rápida O que é seguro? 6 O que é Seguro-Saúde? 6 Como são os contratos de Seguro-Saúde? 7 Como ficaram as apólices antigas depois da Lei nº 9656/98? 8 Qual a diferença

Leia mais

MODELO DE SIMULAÇÃO PARA A OTIMIZAÇÃO DO PRÉ- DESPACHO DE UMA USINA HIDRELÉTRICA DE GRANDE PORTE

MODELO DE SIMULAÇÃO PARA A OTIMIZAÇÃO DO PRÉ- DESPACHO DE UMA USINA HIDRELÉTRICA DE GRANDE PORTE UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS DE CURITIBA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA - ELETROTÉCNICA ERNANI SCHENFERT FILHO LUCIANO CARVALHO DE BITENCOURT MARIANA UENO OLIVEIRA MODELO

Leia mais

Estudo de viabilidade econômica para projetos eólicos com base no novo contexto do setor elétrico

Estudo de viabilidade econômica para projetos eólicos com base no novo contexto do setor elétrico Ricado Marques Dutra 1 * Maurício Tiomno Tolmasquim 1 Resumo Com base nas resoluções ANEEL n 233/199 e ANEEL 245/1999, este trabalho procura mostrar os resultados de uma análise econômica de projetos eólicos

Leia mais

Análise dos Riscos de uma Distribuidora Associados à Compra. e Venda de Energia no Novo Modelo do Setor Elétrico

Análise dos Riscos de uma Distribuidora Associados à Compra. e Venda de Energia no Novo Modelo do Setor Elétrico Marco Aurélio Lenzi Castro 1 Fernando Monteiro de Figueiredo 2 Ivan Marques de Toledo Camargo 3 Palavras chave: Análise de Risco, Novo Modelo e Simulação de Monte Carlo. Resumo Com a publicação das Leis

Leia mais

PLANO ANUAL DE COMBUSTÍVEIS SISTEMA INTERLIGADO NORTE/NORDESTE

PLANO ANUAL DE COMBUSTÍVEIS SISTEMA INTERLIGADO NORTE/NORDESTE Centrais Elétricas Brasileiras S/A DIRETORIA DE ENGENHARIA - DE PLANO ANUAL DE COMBUSTÍVEIS SISTEMA INTERLIGADO NORTE/NORDESTE 2005 DEZEMBRO/2004 PLANO ANUAL DE COMBUSTÍVEIS 2005 TÍTULO CONTA DE CONSUMO

Leia mais

2 Características do mercado brasileiro de energia elétrica

2 Características do mercado brasileiro de energia elétrica 2 Características do mercado brasileiro de energia elétrica Nesta seção, serão descritas as características do mercado brasileiro de energia elétrica, a fim de que se possa compreender a modelagem realizada

Leia mais

O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO 1.2 PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO 1.2 PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 1 O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO A indústria de energia elétrica tem as seguintes atividades clássicas: produção, transmissão, distribuição e comercialização, sendo que esta última engloba a medição

Leia mais

Diretoria de Planejamento Energético

Diretoria de Planejamento Energético Conceitos e Práticas São Paulo, 9 de Fevereiro de 2009. Objetivos 1 Apresentar alguns conceitos fundamentais referentes ao Mercado de Energia Elétrica Brasileiro. 2 Apresentar a atuação da Diretoria de

Leia mais

CONSEQÜÊNCIAS QUE A FALTA DE ENERGIA ELÉTRICA PROVENIENTE DA ARGENTINA PODE TRAZER AO BRASIL

CONSEQÜÊNCIAS QUE A FALTA DE ENERGIA ELÉTRICA PROVENIENTE DA ARGENTINA PODE TRAZER AO BRASIL SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GME - 9 16 a 21 Outubro de 25 Curitiba - Paraná GRUPO VI GRUPO DE ESTUDOS DE MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA GME CONSEQÜÊNCIAS QUE A

Leia mais

FUNDAÇÃO COMITÊ DE GESTÃO EMPRESARIAL. Outubro 2015

FUNDAÇÃO COMITÊ DE GESTÃO EMPRESARIAL. Outubro 2015 FUNDAÇÃO COMITÊ DE GESTÃO EMPRESARIAL Outubro 2015 CUSTOS DECORRENTES DA AQUISIÇÃO DA ENERGIA DA ITAIPU NO MERCADO BRASILEIRO DE ENERGIA ELÉTRICA ITAIPU BINACIONAL Luciana Piccione Colatusso Engenheira

Leia mais

Consulta Publica CP005/2003

Consulta Publica CP005/2003 Prezados Senhores, Segue contribuição da Guaraniana Comercio e Serviço - GCS ENERGIA para a Consulta Pública CP005/2003. tendo em vista contribuir para o aprimoramento e aprovação do Procedimento de Mercado

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO MECANISMO DE GESTÃO CONJUNTA DA INTERLIGAÇÃO PORTUGAL-ESPANHA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO MECANISMO DE GESTÃO CONJUNTA DA INTERLIGAÇÃO PORTUGAL-ESPANHA MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO MECANISMO DE GESTÃO CONJUNTA DA INTERLIGAÇÃO Junho de 2007 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 005/2010 SRE/ADASA

NOTA TÉCNICA Nº 005/2010 SRE/ADASA NOTA TÉCNICA Nº 005/2010 SRE/ADASA Resultados parciais da 1ª Revisão Periódica das tarifas dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário prestados pela CAESB ANEXO XII FATOR X

Leia mais

ANO 4 NÚMERO 25 MARÇO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 4 NÚMERO 25 MARÇO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 4 NÚMERO 25 MARÇO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS Em geral as estatísticas sobre a economia brasileira nesse início de ano não têm sido animadoras

Leia mais

3 Energia Hidrelétrica

3 Energia Hidrelétrica 3 Energia Hidrelétrica A energia hidrelétrica é a obtenção de energia elétrica através do aproveitamento do potencial hidráulico de um rio. O seu potencial está relacionado com a força da gravidade, que

Leia mais

GERAÇÃO A Copel opera 27 usinas próprias, sendo 18 hidrelétricas, uma termelétrica e 8 eólicas

GERAÇÃO A Copel opera 27 usinas próprias, sendo 18 hidrelétricas, uma termelétrica e 8 eólicas GERAÇÃO A Copel opera 27 usinas próprias, sendo 18 hidrelétricas, uma termelétrica e 8 eólicas TRANSMISSÃO O sistema de transmissão de energia é responsável pela operação e manutenção de 32 subestações

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO VII GRUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO VII GRUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPL 11 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO VII GRUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL AVALIAÇÃO

Leia mais

Resultados. 2T14 Junho, 2014

Resultados. 2T14 Junho, 2014 Resultados Junho, 2014 Destaques Operacional & Comercial Rebaixamento da garantia física de 6,2%, em linha com as projeções da Companhia Comercialização de ~100 MWm com prazo e preço médios de 4,5 anos

Leia mais

Contratação do Uso da Rede pelo Setor Sucroenergético. II Seminário de Bioeletricidade ÚNICA e Ceise Br

Contratação do Uso da Rede pelo Setor Sucroenergético. II Seminário de Bioeletricidade ÚNICA e Ceise Br Contratação do Uso da Rede pelo Setor Sucroenergético II Seminário de Bioeletricidade ÚNICA e Ceise Br Agenda Resolução 414 Demanda ou MUSD contratados, mínimos Ultrapassagem Redução de Demanda, Sazonalidade

Leia mais

ANHANGUERA EDUCACIONAL ANHANGUERA - PÓS-GRADUAÇÃO

ANHANGUERA EDUCACIONAL ANHANGUERA - PÓS-GRADUAÇÃO ANHANGUERA EDUCACIONAL ANHANGUERA - PÓS-GRADUAÇÃO ANHANGUERA EDUCACIONAL 6 Aula Disciplina : GESTÃO FINANCEIRA Prof.: Carlos Nogueira Agenda 19h00-19h15: Breve revisão 19h15-20h30: Exercícios/Estudos de

Leia mais

3 Comercialização de energia elétrica

3 Comercialização de energia elétrica 3 Comercialização de energia elétrica As relações comerciais 4 entre os Agentes participantes da CCEE são regidas predominantemente por contratos de compra e venda de energia, e todos os contratos celebrados

Leia mais

Companhia Energética de Minas Gerais

Companhia Energética de Minas Gerais CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 41/2012 Companhia Energética de Minas Gerais AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Resolução Normativa nº 334/2008 NOTA TÉCNICA /2012

Leia mais

III SEMINÁRIO MERCADOS DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL

III SEMINÁRIO MERCADOS DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL III SEMINÁRIO MERCADOS DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL Tema central Investimento, risco e regulação Seção B. A Indústria Investimento em energias renováveis no Brasil. A oportunidade da energia eólica Amilcar

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA PROF. DANIEL DE SOUZA INTRODUÇÃO:

MATEMÁTICA FINANCEIRA PROF. DANIEL DE SOUZA INTRODUÇÃO: 1 MATEMÁTICA FINANCEIRA PROF. DANIEL DE SOUZA INTRODUÇÃO: O PRINCIPAL CONCEITO QUE ORIENTARÁ TODO O NOSSO RACIOCÍNIO AO LONGO DESTE CURSO É O CONCEITO DO VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO. EMPRÉSTIMOS OU INVESTIMENTOS

Leia mais

SEGURO SIMPLES ESTÁVEL RENTÁVEL ALTA LIQUIDEZ

SEGURO SIMPLES ESTÁVEL RENTÁVEL ALTA LIQUIDEZ Slide 1 INVESTIMENTO SEGURO SIMPLES ESTÁVEL RENTÁVEL ALTA LIQUIDEZ Iniciar O objetivo da apresentação é demonstrar que o investimento em PCH s é uma oportunidade muito interessante de negócio. A primeira

Leia mais

Cálculo do Desconto Aplicado à TUSD/TUST

Cálculo do Desconto Aplicado à TUSD/TUST Regras de Comercialização Cálculo do Desconto Aplicado à TUSD/TUST 1 versão Versão 1.0 - Minuta 1.0 Índice Cálculo de Descontos TUSD/TUST 3 1 Introdução 3 1.1 Lista de Termos 5 1.2 Conceitos Básicos 6

Leia mais

Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos anos. O que existe é um déficit atuarial.

Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos anos. O que existe é um déficit atuarial. PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE O SABESPREV MAIS. 1. A Sabesprev está em dificuldades financeiras? Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos

Leia mais

1 PREPARAÇÃO PARA INÍCIO DO JOGO... 2 1.1 Cadastro pessoal... 2. 1.2 - Cadastrando -se na empresa... 2

1 PREPARAÇÃO PARA INÍCIO DO JOGO... 2 1.1 Cadastro pessoal... 2. 1.2 - Cadastrando -se na empresa... 2 Sumário 1 PREPARAÇÃO PARA INÍCIO DO JOGO... 2 1.1 Cadastro pessoal... 2 1.2 - Cadastrando -se na empresa... 2 2. CENÁRIO... 3 2.1 Localização da Fábrica... 4 2.2 Produtos... 4 2.3 Demanda... 5 2.4 Eventos...

Leia mais

Preço de Liquidação de Diferenças. Versão 1.0

Preço de Liquidação de Diferenças. Versão 1.0 Preço de Liquidação de Diferenças ÍNDICE PREÇO DE LIQUIDAÇÃO DE DIFERENÇAS (PLD) 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 6 1.2. Conceitos Básicos 7 2. Detalhamento das Etapas da Formação do PLD 10 2.1.

Leia mais

Nota Técnica n o 038/2010-SRG/ANEEL. Em 17 de junho de 2010.

Nota Técnica n o 038/2010-SRG/ANEEL. Em 17 de junho de 2010. Nota Técnica n o 038/2010-SRG/ANEEL Em 17 de junho de 2010. Processo n o : 48500.003207/2010-10. Assunto: Representação das restrições internas aos submercados que possam impactar nos limites de intercâmbio

Leia mais

No atual modelo, os contratos bilaterais

No atual modelo, os contratos bilaterais A comercialização de energia elétrica no Brasil Dilcemar de Paiva Mendes* Aenergia elétrica pode ser comercializada por intermédio de contratos de compra e venda ou no mercado de balcão (também chamado

Leia mais

ESTUDOS PARA A LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO

ESTUDOS PARA A LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO ESTUDOS PARA A LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO Metodologia de Cálculo de Parâmetros Energéticos Médios: Rendimento e Perda Hidráulica Ministério de Minas e Energia GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DE MINAS

Leia mais

Os Impactos da MP 579 no Mercado de Energia Elétrica Brasileiro

Os Impactos da MP 579 no Mercado de Energia Elétrica Brasileiro Os Impactos da MP 579 no Mercado de Energia Elétrica Brasileiro João Carlos Mello - CEO Novembro de 2012 Objetivo Esta é uma síntese do impacto da Medida Provisória nº 579 (MP 579) no setor elétrico nacional

Leia mais

: montante de energia elétrica vendida no mês m na série i em MWmed;

: montante de energia elétrica vendida no mês m na série i em MWmed; 31 4 Desenvolvimento do Modelo No intuito de encontrar o perfil de sazonalização ideal para maximizar os ganos da carteira de contratos foi desenvolvido um modelo de cálculo do lucro anual, o qual foi

Leia mais

2.1. O Estudo de Inventário da UHE Colíder foi aprovado conforme a seguir discriminado:

2.1. O Estudo de Inventário da UHE Colíder foi aprovado conforme a seguir discriminado: ANEXO VIII AO EDITAL DE LEILÃO Nº. 03/2010-ANEEL ANEXO VIII CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A EXPLORAÇÃO DA UHE FERREIRA GOMES A exploração da UHE Ferreira Gomes, pela Concessionária,

Leia mais

Anexos 4. 0 Substituição Tributária

Anexos 4. 0 Substituição Tributária Anexos 4. 0 Substituição Tributária Anexos 4.8 Substituição Tributária nas Operações Interestaduais com Energia Elétrica não destinada à Comercialização ou à Industrialização Anexo 4.8 DA SUBSTITUIÇÃO

Leia mais

Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004

Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004 Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004 Período 2004/2008 INFORME TÉCNICO PREPARADO POR: Departamento de Estudos Energéticos e Mercado, da Eletrobrás

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Módulo 7 Cálculo de Perdas na Distribuição Revisão 0 Motivo da Revisão

Leia mais

XII SYMPOSIUM OF SPECIALISTS IN ELECTRIC OPERATIONAL AND EXPANSION PLANNING AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO HARMÔNICO DE SISTEMAS COM MÚLTIPLOS ELOS CCAT

XII SYMPOSIUM OF SPECIALISTS IN ELECTRIC OPERATIONAL AND EXPANSION PLANNING AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO HARMÔNICO DE SISTEMAS COM MÚLTIPLOS ELOS CCAT SP166 XII SIMPÓSIO DE ESPECIALISTAS EM PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO ELÉTRICA XII SEPOPE 2 a 23 de Maio 212 May 2 th to 23 rd 212 RIO DE JANEIRO (RJ) - BRASIL XII SYMPOSIUM OF SPECIALISTS IN ELECTRIC

Leia mais

Sr. Jerson Kelman Diretor-Geral Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel SGAN Quadra 603 Módulo J 2º andar 70830-030 - Brasília - DF

Sr. Jerson Kelman Diretor-Geral Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel SGAN Quadra 603 Módulo J 2º andar 70830-030 - Brasília - DF De: Walfrido V. Avila [mailto:wavila@tradener.com.br] Enviada em: sexta-feira, 7 de dezembro de 2007 18:56 Para: ap047_2007 Assunto: Contribuição da Tradener Ltda. à AP 047/2007 CT 419/07 Curitiba, 07

Leia mais

Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável. II Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável

Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável. II Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável Anexo III da Resolução n o 1 da CIMGC Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável I Introdução O Projeto da Usina Eólica Casa Nova consiste na implantação e operação de uma

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS ESTUDO

Leia mais

AVALIAÇÃO DO RISCO DO INVESTIMENTO NO SEGMENTO DA CONSTRUÇÃO

AVALIAÇÃO DO RISCO DO INVESTIMENTO NO SEGMENTO DA CONSTRUÇÃO SUPRICON AVALIAÇÃO DO RISCO DO INVESTIMENTO NO SEGMENTO DA CONSTRUÇÃO INSTRUÇÕES PARA LEITURA DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO INVESTIMENTO 1/9 Supricon-Sistemas Construtivos Ltda www.supricon.com.br INTRODUÇÃO

Leia mais

EDP Energias do Brasil

EDP Energias do Brasil EDP Energias do Brasil Contribuição à Audiência Pública ANEEL nº 42/2015: Obter subsídios acerca da solicitação da Enguia Gen PI Ltda. e da Enguia Gen CE Ltda. para rescisão amigável de seus Contratos

Leia mais

- Gestão Financeira 1 -

- Gestão Financeira 1 - 1 Cap 2 - Administração do Capital de Giro 2.1 Introdução 2.2 O capital circulante e capital circulante líquido 2.3 Políticas de gerenciamento do capital circulante 2.4 Capital de Giro Próprio 2.5 Capital

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 02 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

Exportação de Energia..republi

Exportação de Energia..republi Exportação de Energia.republi Exportação de Energia Argentina e Uruguai GCTL Coordenação de Contabilização Atualizado em Junho/2013 1 Exportação de Energia INTRODUÇÃO A República da Argentina, por meio

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 2º Trimestre 2015

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 2º Trimestre 2015 Relatório de Gerenciamento de Riscos Banco Rodobens 2º Trimestre 2015 INTRODUÇÃO O presente Relatório tem por objetivo apresentar as informações do Banco Rodobens para atendimento aos requerimentos do

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 1º Trimestre 2015

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Banco Rodobens. 1º Trimestre 2015 Relatório de Gerenciamento de Riscos Banco Rodobens 1º Trimestre 2015 INTRODUÇÃO O presente Relatório tem por objetivo apresentar as informações do Banco Rodobens para atendimento aos requerimentos do

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A AP 001/2007

CONTRIBUIÇÕES DA COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A AP 001/2007 Diretoria de Distribuição - DDI Superintendência de Mercado e Regulação SMR Assuntos Regulatórios da Distribuição - DARE CONTRIBUIÇÕES DA COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A AP 001/2007 RESERVA DE CAPACIDADE Março/2007

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Módulo 7 Cálculo de Perdas na Distribuição Revisão 0 1 2 3 Motivo da Revisão

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos 30 de dezembro 2011 Informações Referentes ao Gerenciamento de Riscos, Patrimônio de Referência e Patrimônio de Referência Exigido 1. Considerações Iniciais 1.1. Todas as condições

Leia mais

Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010

Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010 Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010 1) Conjuntura Econômica Em função dos impactos da crise econômica financeira mundial, inciada no setor imobiliário

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 71, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2002.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 71, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2002. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 71, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2002. Estabelece critérios e procedimentos para a definição de encargos tarifários relativos à aquisição de energia elétrica

Leia mais

Fidelity Poupança FUNDO AUTÓNOMO FIDELITY POUPANÇA TARGET 2040

Fidelity Poupança FUNDO AUTÓNOMO FIDELITY POUPANÇA TARGET 2040 Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las FUNDO AUTÓNOMO FIDELITY POUPANÇA TARGET 2040 ALERTA GRÁFICO Entidade Gestora: T-Vida, Companhia de Seguros,

Leia mais

CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE

CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE 1998 Estabelece diretrizes para a aplicação dos recursos e a elaboração das propostas orçamentárias do FGTS,

Leia mais

Prospecto Informativo. CapitAll Allianz Top 20. (Não Normalizado) www.allianz.pt

Prospecto Informativo. CapitAll Allianz Top 20. (Não Normalizado) www.allianz.pt Prospecto Informativo CapitAll Allianz Top 20 (Não Normalizado) www.allianz.pt Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A. R. Andrade Corvo, 32 1069-014 Lisboa Telefone +351 213 165 300 Telefax +351 213

Leia mais

Análise de risco em incorporações imobiliárias: construção de cenários e simulação de Monte Carlo

Análise de risco em incorporações imobiliárias: construção de cenários e simulação de Monte Carlo Análise de risco em incorporações imobiliárias: construção de cenários e simulação de Monte Carlo Pedro Beck Di Bernardi (UFSC) pedrodibernardi@hotmail.com Norberto Hochheim (UFSC) hochheim@ecv.ufsc.br

Leia mais

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Brasília, Novembro/ 2013 Unidade de Políticas Públicas NOTA TÉCNICA IMPACTOS DAS DISTORÇOES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Este estudo

Leia mais

ANAIS DOS TRABALHOS DE DIPLOMA DEZEMBRO/2007 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ ENGENHARIA ELÉTRICA

ANAIS DOS TRABALHOS DE DIPLOMA DEZEMBRO/2007 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ ENGENHARIA ELÉTRICA ANAIS DOS TRABALHOS DE DIPLOMA DEZEMBRO/2007 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ ENGENHARIA ELÉTRICA O MERCADO DE ENERGIA COM ÊNFASE NAS FONTES DE ENERGIA ALTERNATIVA Diego Correia do Prado Silva Leister Carneiro

Leia mais

Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará

Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará 1 Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará G. Pinheiro, CELPA e G. Rendeiro, UFPA Resumo - Este trabalho apresenta dados referentes ao potencial de geração de energia

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS GPT

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS GPT XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - II GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS GPT

Leia mais

Teste de Redução ao Valor Recuperável de Ativos

Teste de Redução ao Valor Recuperável de Ativos Teste de Redução ao Valor Recuperável de Ativos Tel. (11) 2592.5704 Sumário 1 INTRODUÇÃO... 3 2 TESTE DE REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL... 4 2.1 BASE PARA CÁLCULO DO VALOR DE USO... 4 2.1.1 TAXA DE DESCONTO...

Leia mais