RELATÓRIO DE VISITA REALIZADA NA PENITENCIÁRIA MODELO DESEMBARGADOR FLÓSCOLO DA NÓBREGA- PRESÍDIO DO RÓGER João Pessoa,

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1 RELATÓRIO DE VISITA REALIZADA NA PENITENCIÁRIA MODELO DESEMBARGADOR FLÓSCOLO DA NÓBREGA- PRESÍDIO DO RÓGER João Pessoa, PARTICIPANTES: Padre Bosco Francisco do Nascimento Conselheiro Presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos da Paraíba e do Conselho da Comunidade da Execução Penal da Capital, integrante nomeado do Comitê de Prevenção e Combate a Tortura do Estado da Paraíba; Guiany Campos Coutinho - Conselheira do Conselho Estadual de Direitos Humanos da Paraíba e do Conselho da Comunidade da Execução Penal da Capital, integrante nomeada do Comitê de Prevenção e Combate a Tortura do Estado da Paraíba e assessora da Pastoral Carcerária Católica da Paraíba; Valdênia Paulino Lanfranchi - Conselheira do Conselho Estadual de Direitos Humanos da Paraíba pela Secretaria de Segurança e Defesa Social SEDS - Ouvidora Geral de Polícias do Estado da Paraíba; Marinho Mendes Machado - Conselheiro do Conselho Estadual de Direitos Humanos da Paraíba pelo Ministério Público Estadual da Paraíba. 2. METODOLOGIA A visita, como é de praxe nas inspeções do CEDDHC-PB, se deu sem anúncio prévio. Visita in loco; apresentação do propósito da visita ao diretor; visita aos presos para escuta; observação da estrutura; retorno ao diretor; relatório com encaminhamentos do CEDH. 3. A PENINTENCIÁRIA A Penitenciária Modelo Desembargador Flóscolo da Nóbrega, conhecida como Presídio do Róger destina-se a presos provisórios. Possui um total de 480 vagas, mas atualmente, abriga quase 1100 presos. Está localizado no bairro do Róger na cidade de João Pessoa/PB. Os prédios que compõem o presídio do Róger são antigos e segundo informações, eles 1

2 foram construídos no século passado por volta da década de 40. A Unidade prisional é composta de um prédio central onde está instalada a área administrativa, quatro pavilhões antigos (I, II, III, e o IV) e mais um prédio de construção mais recente dividido em dois pavilhões (V e VI). No meio da área encontra-se um prédio onde abriga a capela ecumênica, hoje salão de multiuso e também as celas de castigo e de reconhecimento, que são minúsculos espaços sem ventilação e sem nenhuma condição de vida, que amontoa seres humanos junto a grande quantidade de insetos. As instalações são hoje, verdadeiros depósitos de lixos e outros dejetos, o que faz exalar um forte cheiro, com verdadeira invasão de moscas, baratas e ratos. Algumas das celas se encontram praticamente em estado de ruína. 4. ACESSO ÀS INSTALAÇÕES No dia quatorze de fevereiro do ano de 2013, a equipe chegou àquela unidade por volta das 16 horas. Ainda na área externa foi observado um grande quantidade de curiosos, familiares e alguns veículos da imprensa. A quantidade de policiais militares nos chamou a atenção e indicava problemas no interior da unidade. Encontramos ainda fora o Tenente Coronel Arnaldo Sobrinho, gerente da Gesipe que nos convidou a entrar. O diretor estava presente. Informamos que gostaria de adentrar para o interior da Penitenciária para dar inicio a inspeção. 5. MOTIVAÇÃO DA VISITA Averiguação de denuncia de muita violência com mortes e feridos no interior da Penitenciária Modelo Desembargador Flóscolo da Nóbrega. As informações são oriundas de familiares, servidores, advogados, da própria SEAP e da imprensa local. 6. CONTATO COM O INTERNO Ao adentrar às instalações, sempre acompanhados pelo Tenente Coronel Arnaldo 2

3 Sobrinho e de seu assessor o Major Alberto, nos deparamos com amontoados de lixos, colchões e roupas espalhados por todos os lados. Nos dirigimos inicialmente para o pavilhão II. Observamos que todos os presos estavam soltos nos pavilhões. Segundo informação dos servidores, as trancas das grades foram arrebentadas na ultima rebelião, no inicio deste ano. Estava sendo servido o jantar. Uma sopa grossa, que mal dava para sair da concha, pão e café. Foi informado pelo pessoal que estava servindo o jantar que o pão não era suficiente para todos. Muitas reclamações sobre a alimentação. Vimos restos de alimentos nos portões dos pavilhões, proliferando muitas moscas e exalando mau cheiro. Os presos que se encontravam no pavilhão II moravam no pavilhão III por conta de um buraco encontrado na cela oito, que segundo informação de servidores seria para a escavação de um túnel. Vimos o referido buraco de aproximadamente meio metro de diâmetro e a quase a mesma extensão de profundidade. Ouvimos muitas reclamações destes internos com relação à maneira como estão sendo tratados pelos funcionários da casa. Os presos reclamavam o fato de terem sido retirados de suas celas de origem sem roupas e sem material de higiene. Que os calções que usavam naquele momento eram roupas de outros presos que foram transferidos para outros espaços, obrigados a deixar os seus pertences naquele local. A equipe observou que muitos usavam roupas amarradas com tiras de pano eu com alguns nós, denunciando que se tratava de vestes alheias. Fomos igualmente aos pavilhões IV, V e VI. As mesmas informações. Nos pavilhões V e VI são denominados de seguro. Eles abrigam os presos que tem problemas de convivência com o restante dos presos dos outros pavilhões. Naquela tarde tinha acontecido um tumulto no pavilhão V, onde tinham sido retirados alguns presos que estavam em desavença com os demais. Estes foram levados para a delegacia, mas não nos foi informado o teor dos delitos. As celas de castigo, conhecidas como isolado e as do reconhecimento estão superlotadas. Os presos estão nas referidas celas cerca de três meses. Durante este período foram e estão privados de visitas e de banho de sol. Em uma das celas do reconhecimento de aproximadamente três metros de largura, por três de comprimento 3

4 encontramos quarenta e um presos. Estas pessoas se espremem para ficarem sentados no chão com as pernas dobradas. No espaço que antigamente foi um refeitório encontramos um depósito humano. Mais de cento e cinquenta homens amontoados, sem espaço para se movimentar. No meio destes encontramos um idoso deficiente visual e outro com uma bolsa de colostomia. Muitos outros reclamando de doenças, inclusive doenças contagiosas. Ouvimos muitas reclamações de maus tratos, pancadas e denúncias de uso de arma letal por parte dos agentes. Podemos ver muitas pessoas marcadas com munição de armas menos letais e outras tantas marcadas com tiros de armas letais, alguns com projéteis ainda alojados no corpo. Muitos doentes sem acompanhamento, sem a medicação de rotinas para as doenças crônicas. Presos com a cabeça e sobrancelhas raspadas por ordem da casa. Foi possível verificar marcas de escarros de sangue dos presos nas paredes, conseqüência das agressões praticadas pelos agentes penitenciários. Vários nomes foram citados. Fomos informados, inclusive pela direção, que existem muitos ratos e baratas por todos os lugares. Há unanimidade nas reclamações no que se refere à prestação jurisdicional. Morosidade do Poder Judiciário e atendimento deficiente e falta de atendimento jurídico. Ao sairmos, o diretor não mais se encontrava na unidade. O Tenente Coronel Arnaldo Sobrinho como também o seu assessor o Major Alberto não proferiu nenhum comentário, se limitando apenas a fazer referência às dificuldades e a expectativa do projeto para criação de novas vagas. Ainda no pátio nos dirigimos a um grupo de agentes penitenciários para manifestar a preocupação do CEDH com as precárias condições de trabalho e colocar o CEDH à disposição dos mesmos. OS PRESOS SE ENCONTRAM EM CONDIÇÕES DESUMANA E DEGRADANTE. 7. RECOMENDAÇÕES 1. Suspender de imediato o ingresso de presos naquela unidade prisional; 4

5 2. O Estado da Paraíba deve implantar a Comissão Técnica de Classificação dos detentos do Presidio Flóscolo da Nobrega, composta por, pelo menos, um psicólogo e um assistente social, de sorte a promover a separação dos apenados conforme seus antecedentes e sua personalidade, favorecendo a individualização da pena e a ressocialização dos apenados; 3. O Estado da Paraíba deve implantar o Conselho Disciplinar na Penitenciária Modelo Desembargador Flóscolo da Nóbrega. O Conselho Disciplinar realizará as diligencias indispensáveis à precisa elucidação do fato, inclusive solicitação de perícia técnica, quando necessário, para formar seus elementos de convicção. Será propiciado ao detento submetido a julgamento pelo Conselho Disciplinar, o mais amplo direito de defesa, seja por advogado constituído ou por Defensor Publico do Estado lotado naquela Unidade Prisional; 4. O Estado da Paraíba deve regularizar o funcionamento do PSP - Programa de Saúde Penitenciária Modelo Desembargador Flóscolo da Nóbrega, assegurando o funcionamento todos os dias da semana, através de equipe composta por médico, dentista, enfermeiro e outros profissionais de saúde previstos no Programa. Deve ainda agilizar o tratamento dos detentos que necessitam de serviços médicos externos, principalmente cirurgias; 5. O Estado da Paraíba deve preparar seus servidores, sobretudo diretores e funcionários de estabelecimentos de confinamento de pessoas a respeitarem as prerrogativas do Conselho Estadual de Direitos Humanos criado pela Lei Estadual Nº 5.551/92. Tratar de forma respeitosa os conselheiros é um dever do servidor publico; 6. Abrir procedimento para apurar o uso de armas letais pelos agentes penitenciários. 7. Providenciar de imediato a transferência de parte dos presos do isolado e do reconhecimento. 8. A SEAP deve prestar contas por escrito, das providências tomadas para cumprimento destas recomendações no prazo de 30 (trinta) dias após seu conhecimento. JOÃO BOSCO FRANCISCO DO NASCIMENTO Conselheiro presidente. 5

6 ANEXO FOTOGRAFIAS RECENTES DA PENITENCIÁRIA MODELO DESEMBARGADOR FLÓSCOLO DA NÓBREGA- PRESÍDIO DO RÓGER Arquivo do CEDH - PB Frente da Penitenciária Modelo Flóscolo da Nóbrega 6

7 Objetos pessoais dos presos após pente fino. 7

8 Mostras das balas utilizadas pelos agentes penitenciários contra os presos. Familiares aguardando para entrega dos alimentos. 8

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