Autismo Rede Biomédica de Informações

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Autismo Rede Biomédica de Informações"

Transcrição

1 Autismo Rede Biomédica de Informações DSM-IV Critérios, Transtornos Invasivos do Desenvolvimento Transtornos Autisticos A. Um total de seis ( ou mais) itens de (1), (2) e (3), com pelo menos dois no (1), e um em cada no (2) e (3): (1) Disfunção qualitativa em interações sociais, manifestadas em pelo menos duas das seguintes formas: (a) Pronunciada inabilidade no uso de múltiplos comportamentos não-verbais tais como, olhar olho no olho, expressões faciais, posturas corporais, e gestos para regular interação social. (b) Impossibilidade para desenvolver relacionamento com colegas apropriada para o nível de desenvolvimento. (c) Falta de espontaneidade na busca de demonstrar felicidade, interesses, ou conquistas para outras pessoas ( e.g: pela falta de mostrar, trazer,ou apontar objetos de interesse) (d) Falta de reciprocidade social ou emocional. (2) Disfunção qualitativa em comunicação, manifestada por pelo menos uma das seguintes formas: (a) Atraso ou total falta de desenvolvimento de linguagem falada ( não acompanhada por tentativas em compensar traves de modos alternativos de comunicação tais como mímica ou gestos) (b) Em indivíduos com fala adequada, com disfunção na habilidade de iniciar ou manter uma conversação com outros. (c) Uso estereotipado e repetitivo da linguagem ou linguagem idiossincrática.

2 (d) Falta de brincadeiras variadas e espontâneas de Fazer de Conta ou imitação social apropriada para o nível de desenvolvimento. (3) Padrões de comportamento, interesses e atividades restritos, repetitivos e estereotipados manifestados em pelo menos uma das seguintes formas : (a) Preocupação abrangendo um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesses que são anormais em intensidades ou foco. (b) Visível inflexibilidade para mudanças em rituais e rotinas não-funcionais especificas (c) Maneirismos estereotipados e repetitivos ( e.g, abanar ou torcer as mãos ou dedos ou movimentos complexos de todo o corpo) (d) Preocupação persistente com partes de objetos. B. Atrasos ou anormalidades funcionais em pelo menos uma das seguintes áreas, com seu inicio antes da idade dos 3 anos. (1) interação social, (2) linguagem como a usada em comunicação social, ou (3) brincadeiras simbólicas ou imaginativas.. C. O distúrbio não for melhor descrito através da Síndrome de Rett s ou Síndromes degenerativas da infância Transtornos Invasivos do Desenvolvimento, Não especificados de outra forma. Esta categoria deve ser usada quando há uma severa e invasiva disfunção no desenvolvimento de interações sociais recíprocas ou habilidades de comunicação verbal e não-verbal, ou quando houver comportamentos, interesses e atividades estereotipados, mas que não batem com os critérios para um distúrbio especifico de desenvolvimento, esquizofrenia, distúrbio de personalidade esquizotipica, distúrbio de personalidade de evitamento. Por exemplo: esta categoria inclui Autismo Atípico - descrições que não batem com os critérios para distúrbio autistico em virtude da idade tardia em que se apresentou, sintomatologia atípica ou sintomatologia limítrofe, ou todas elas Síndrome de Asperger A. Disfunção qualitativa em interações sociais, manifestadas em pelo menos duas das seguintes: (1) Pronunciada disfunção no uso de múltiplos comportamentos não-verbais tais como, olhar olho no olho, expressões faciais, posturas corporais, e gestos para regular interação social.

3 (2) Impossibilidade para desenvolver relacionamento com colegas apropriada para o nível de desenvolvimento. (3) Falta de espontaneidade na busca de demonstrar felicidade, interesses, ou conquistas para outras pessoas ( e.g: pela falta de mostrar, trazer,ou apontar objetos de interesse) (4) Falta de reciprocidade social ou emocional. B. Padrões de comportamentos, interesses e atividades restritos e estereotipados manifestadas em pelo menos uma das seguintes: a) Preocupação abrangendo um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesses que são anormais em intensidades ou foco (b) Visível inflexibilidade para mudanças em rituais e rotinas não-funcionais especificas (c) Maneirismos estereotipados e repetitivos ( e.g, abanar ou torcer as mãos ou dedos ou movimentos complexos de todo o corpo) (d) Preocupação persistente com partes de objetos. C. O distúrbio causa disfunções clinicamente significativas nas áreas sociais, ocupacionais, ou em outras áreas importantes funcionais. D. Não há qualquer atraso clinicamente significativo na linguagem ( e.g: uso de palavras até os dois anos de idade, frases comunicativas até os 3 anos de idade). E. Não há qualquer atraso clinicamente significativo no desenvolvimento cognitivo ou nas etapas desenvolvimento apropriados para a idade, no que tange as habilidades adaptativas ( exceto na comunicação interativa) e curiosidade sobre o ambiente na infância. F. Os critérios não batem com outros distúrbios invasivos específicos do desenvolvimento ou esquizofrenia Síndrome de Rett A. Todos os seguintes: (1) Desenvolvimento pré-natal e perinatal aparentemente normal.

4 (2) Desenvolvimento psicomotor aparentemente normal durante os 5 meses após o nascimento. (3) Circunferência cranial normal no nascimento. B. Inicio de todas as seguintes características após o período de desenvolvimento normal : (1) Desaceleração do crescimento da cabeça entre 5 e 48 meses. (2) Perda das habilidades manuais úteis previamente adquiridas entre os 5 e 30 meses, com subseqüente desenvolvimento de movimentos das mãos estereotipados ( i.e. escrita ou lavar as mãos) (3) Perda prematura de engajamento social ( apesar que freqüentemente interação social se desenvolve mais tarde) (4) Movimentos pobremente coordenados do andar ou do tronco. (5) Severa disfunção de desenvolvimento de linguagem expressiva e receptiva com severo retardamento psicomotor Distúrbio Desintegrativo da Infância A. Desenvolvimento aparentemente normal por pelo menos os 2 primeiros anos de vida manifestado pela presença de comunicação verbal e não-verbal apropriada para a idade, relações sociais, brincadeiras e comportamento adaptativo normal. B. Perda clinicamente significativa das habilidades previamente adquiridas (antes dos 10 anos) em pelo menos duas das seguintes áreas: (1) Linguagem expressiva ou receptiva (2) Habilidades sociais ou comportamento adaptativo. (3) Controle esfincteriano ( urina e fezes) (4) Brincar (5) Habilidades motoras C. Anormalidades no funcionamento em pelo menos duas das seguintes áreas: (1) Disfunção qualitativa na interação social ( e.g inabilidade em comportamentos não-verbais, incapacidade de desenvolver relacionamento com colegas, falta de reciprocidade social ou emocional) (2) Disfunção qualitativa na comunicação ( e.g atraso ou falta de linguagem falada, inabilidade de iniciar ou manter uma

5 conversação, uso estereotipado ou repetitivo da linguagem, falta de brincadeiras de faz de conta variados (3) Padrões de comportamentos, interesses e atividades restritas,repetitivas e estereotipadas incluindo maneirismos motores estereotipados. D. O distúrbio não for melhor descrito através de outro distúrbio invasivo do desenvolvimento ou por esquizofrenia Retornar para a lista de comentários Links a outros recursos sobre Autismo Return to list of commentaries Links to other autism resources Manual de Diagnóstico e Estatística, 4 a Edição 1994, American Psychiatric Association

Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento. Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas

Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento. Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas Genética e Ambiente A combinação de fatores ambientais e genéticos é que determina o produto

Leia mais

ANEXO XI (Retificado no DOU de 18/07/2013, Seção 1, pág 25)

ANEXO XI (Retificado no DOU de 18/07/2013, Seção 1, pág 25) ANEXO XI (Retificado no DOU de 18/07/2013, Seção 1, pág 25) MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL LAUDO DE AVALIAÇÃO AUTISMO (Transtorno Autista e Autismo Atípico) Serviço Médico/Unidade

Leia mais

TEA Módulo 3 Aula 2. Processo diagnóstico do TEA

TEA Módulo 3 Aula 2. Processo diagnóstico do TEA TEA Módulo 3 Aula 2 Processo diagnóstico do TEA Nos processos diagnósticos dos Transtornos do Espectro Autista temos vários caminhos aos quais devemos trilhar em harmonia e concomitantemente para que o

Leia mais

De acordo com estudos recentes o autismo é mais freqüente em pessoas do sexo masculino.

De acordo com estudos recentes o autismo é mais freqüente em pessoas do sexo masculino. 1 AUTISMO Autismo é um distúrbio do desenvolvimento que se caracteriza por alterações presentes desde idade muito precoce, com impacto múltiplo e variável em áreas nobres do desenvolvimento humano como

Leia mais

Processo Diagnóstico: CID/DSM/Diagnóstico Diferencial. Módulo 3: Aspectos Diagnósticos

Processo Diagnóstico: CID/DSM/Diagnóstico Diferencial. Módulo 3: Aspectos Diagnósticos + Processo Diagnóstico: CID/DSM/Diagnóstico Diferencial Módulo 3: Aspectos Diagnósticos + Processo Diagnóstico do TEA Suspeita dos pais/cuidadores/professores Avaliação médica e não-médica (escalas de

Leia mais

A Psiquiatria e seu olhar Marcus André Vieira Material preparado com auxílio de Cristiana Maranhão e Luisa Ferreira

A Psiquiatria e seu olhar Marcus André Vieira Material preparado com auxílio de Cristiana Maranhão e Luisa Ferreira A Psiquiatria e seu olhar Marcus André Vieira Material preparado com auxílio de Cristiana Maranhão e Luisa Ferreira Transtornos do Desenvolvimento Psicológico Transtornos do Desenvolvimento Psicológico

Leia mais

DECLARAÇÃO DE ISENÇÃO DE ICMS PARA PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA, VISUAL, MENTAL SEVERA OU PROFUNDA, OU AUTISTA

DECLARAÇÃO DE ISENÇÃO DE ICMS PARA PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA, VISUAL, MENTAL SEVERA OU PROFUNDA, OU AUTISTA DECLARAÇÃO DE ISENÇÃO DE ICMS PARA PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA, VISUAL, MENTAL SEVERA OU PROFUNDA, OU AUTISTA OBJETIVO DO SERVIÇO: Conceder isenção de ICMS para portadores de deficiência física, visual,

Leia mais

Transtornos Mentais diagnosticados na infância ou na adolescência

Transtornos Mentais diagnosticados na infância ou na adolescência Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento Transtornos Mentais diagnosticados na infância ou na adolescência Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas Transtorno de Deficiência

Leia mais

AUTISMO MITOS, REFLEXÕES E ATUALIDADES KLIGIEL V. B. DA ROSA. NEUROPEDIATRA.

AUTISMO MITOS, REFLEXÕES E ATUALIDADES KLIGIEL V. B. DA ROSA. NEUROPEDIATRA. AUTISMO MITOS, REFLEXÕES E ATUALIDADES KLIGIEL V. B. DA ROSA. NEUROPEDIATRA. Conceito É uma patologia vasto quadro clínico com déficits neurocomportamentais e cognitivos e padrões repetitivos de comportamentos

Leia mais

SÍNDROME DE ASPERGER

SÍNDROME DE ASPERGER Philipe Machado Diniz de Souza Lima CRM 52.84340-7 Psiquiatra Clínico Psiquiatra da Infância e Adolescência Atuação: CAPSI Maurício de Sousa Matriciador em Saúde Mental AP3.3 SÍNDROME DE ASPERGER Síndrome

Leia mais

O DIAGNÓSTICO DOS TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO TEA

O DIAGNÓSTICO DOS TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO TEA 1 MARIA ELISA GRANCHI FONSECA Psicóloga Mestre em Educação Especial UFSCAR TEACCH Practitioner pela University of North Carolina USA Coordenadora de Curso INFOCO FENAPAES UNIAPAE Coordenadora CEDAP APAE

Leia mais

Isenção de impostos para Portadores de Necessidades Especiais. Informativo Ford Zevel.

Isenção de impostos para Portadores de Necessidades Especiais. Informativo Ford Zevel. Isenção de impostos para Portadores de Necessidades Especiais. Informativo Ford Zevel. Isenção de IPI As pessoas portadoras de deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas, ainda

Leia mais

ALTERADO PELO DECRETO Nº: - 33.683, DE 24.01.13 DOE DE 25.01.13 (CONVÊNIO ICMS 135/12) - 34.214, DE 16.08.13 DOE DE 17.08.13 (CONVÊNIO ICMS 76/13)

ALTERADO PELO DECRETO Nº: - 33.683, DE 24.01.13 DOE DE 25.01.13 (CONVÊNIO ICMS 135/12) - 34.214, DE 16.08.13 DOE DE 17.08.13 (CONVÊNIO ICMS 76/13) DECRETO Nº 33.616, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012 PUBLICADO NO DOE DE 16.12.12 ALTERADO PELO DECRETO Nº: - 33.683, DE 24.01.13 DOE DE 25.01.13 (CONVÊNIO ICMS 135/12) - 34.214, DE 16.08.13 DOE DE 17.08.13 (CONVÊNIO

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação. Grazielle do Nascimento Sant Ana TRANSTORNOS INVASIVOS DE DESENVOLVIMENTO:

Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação. Grazielle do Nascimento Sant Ana TRANSTORNOS INVASIVOS DE DESENVOLVIMENTO: Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Educação Grazielle do Nascimento Sant Ana TRANSTORNOS INVASIVOS DE DESENVOLVIMENTO: UMA PERSPECTIVA PEDAGÓGICA Campinas 2013 Universidade Estadual de Campinas

Leia mais

Transtornos Globais do Desenvolvimento e Dificuldades de. Curso de Formação Pedagógica Andréa Poletto Sonza Março/2010

Transtornos Globais do Desenvolvimento e Dificuldades de. Curso de Formação Pedagógica Andréa Poletto Sonza Março/2010 Transtornos Globais do Desenvolvimento e Dificuldades de Aprendizagem Curso de Formação Pedagógica Andréa Poletto Sonza Março/2010 Transtornos Globais do Desenvolvimento São consideradas pessoas com TGD

Leia mais

a) F, V, V, V. b) V, F, F, V. c) F, F, V, F. d) V, V, F, V. e) F, V, V, F.

a) F, V, V, V. b) V, F, F, V. c) F, F, V, F. d) V, V, F, V. e) F, V, V, F. Conteúdos Específicos Professor Ensino Superior Atendimento Educacional Especializado 31) De acordo com as diretrizes da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, analise

Leia mais

SÍNDROME DE ASPERGER Pontos importantes para compreender eintervir

SÍNDROME DE ASPERGER Pontos importantes para compreender eintervir SÍNDROME DE ASPERGER Pontos importantes para compreender eintervir Texto organizado pela psicóloga Ingrid Ausec (Núcleo de Acessibilidade da UEL) para subsidiar o acompanhamento de estudantes com Síndrome

Leia mais

Evelise Saia Rodolpho Aluna do 10º Termo de Psicologia Prof. Mestre. Luis Santo Schicotti Ana Lígia Pini Guerreiro Psicóloga Escolar Janaína Fernanda

Evelise Saia Rodolpho Aluna do 10º Termo de Psicologia Prof. Mestre. Luis Santo Schicotti Ana Lígia Pini Guerreiro Psicóloga Escolar Janaína Fernanda Evelise Saia Rodolpho Aluna do 10º Termo de Psicologia Prof. Mestre. Luis Santo Schicotti Ana Lígia Pini Guerreiro Psicóloga Escolar Janaína Fernanda Allmeida Marques Profª da Sala de Recursos Os Transtornos

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA Autismo. Autor: Duanne Antunes Bomfim

CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA Autismo. Autor: Duanne Antunes Bomfim CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA Autismo Autor: Duanne Antunes Bomfim CURSO DE AUTISMO Fundamentos, Princípios e Marcos Legais da Educação Especial/Inclusiva O Atendimento Educacional Especializado em uma

Leia mais

Público alvo para o AEE Atendimento Educacional Especializado

Público alvo para o AEE Atendimento Educacional Especializado Público alvo para o AEE Atendimento Educacional Especializado I Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial; II Alunos com transtornos

Leia mais

Transtornos do espectro do autismo Palestra do Dr. Christopher Gillberg, no dia 10 de outubro de 2005, no Auditório do InCor, em São Paulo.

Transtornos do espectro do autismo Palestra do Dr. Christopher Gillberg, no dia 10 de outubro de 2005, no Auditório do InCor, em São Paulo. Transtornos do espectro do autismo Palestra do Dr. Christopher Gillberg, no dia 10 de outubro de 2005, no Auditório do InCor, em São Paulo. 1. O Professor Christopher Gillberg é médico, PhD, Professor

Leia mais

Conhecendo o Aluno com TGD

Conhecendo o Aluno com TGD I - [FICHA DE AVALIAÇÃO SOBRE O ALUNO COM TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO] Usar letra de forma Os alunos com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são aqueles que apresentam alterações qualitativas

Leia mais

Definição e Histórico. Avaliação, Diagnóstico e Intervenção no TEA Módulo 1

Definição e Histórico. Avaliação, Diagnóstico e Intervenção no TEA Módulo 1 + Definição e Histórico Avaliação, Diagnóstico e Intervenção no TEA Módulo 1 + Autismo Nome criado por Eugen Bleuler em 1911 Dementia Praecox ou Grupo da Esquizofrenias Termo extraído dos estudos sobre

Leia mais

Autismo e Aprendizagem

Autismo e Aprendizagem Autismo e Aprendizagem O termo autismo origina-se do grego autós, que significa de si mesmo. Foi empregado pela primeira vez pelo psiquiatra suíço Bleuler, em 1911, que buscava descrever a fuga da realidade

Leia mais

GLOSSÁRIO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

GLOSSÁRIO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL GLOSSÁRIO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Atendimento Educacional Especializado (AEE) O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço da Educação Especial que organiza atividades, recursos pedagógicos

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO DEFINIÇÃO Os alunos da área dos Transtornos Globais do Desenvolvimento apresentam

Leia mais

INTRODUÇÃO PROGRAMA SELF

INTRODUÇÃO PROGRAMA SELF INTRODUÇÃO PROGRAMA SELF O programa SELF é fundamentado na terapia cognitivo-comportamental, sendo fruto da experiência de utilização de diversas técnicas que resultaram num novo modelo que visa aprendizagem

Leia mais

AUTISMO E TDAH: O DESAFIO DA INCLUSÃO. Prof. Dr. Carlo Schmidt. Prof. Adjunto da CE/UFSM Depto. Educação Especial

AUTISMO E TDAH: O DESAFIO DA INCLUSÃO. Prof. Dr. Carlo Schmidt. Prof. Adjunto da CE/UFSM Depto. Educação Especial AUTISMO E TDAH: O DESAFIO DA INCLUSÃO Prof. Dr. Carlo Schmidt Prof. Adjunto da CE/UFSM Depto. Educação Especial INTRODUÇÃO Caracterização: Do que estamos falando? TDAH Autismo O que essas condições têm

Leia mais

CENTRO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CEPEC-TO ANO 2013

CENTRO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CEPEC-TO ANO 2013 CENTRO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CEPEC-TO ANO 2013 TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO-TGD ANO 2013/2 O QUE SÃO TGD S? Na CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas

Leia mais

Transtornos Invasivos do Desenvolvimento

Transtornos Invasivos do Desenvolvimento UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ UNOCHAPECÓ Área de Ciências Humanas e Jurídicas Curso de Psicologia, 4º Período Componente Curricular: Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem III Professora:

Leia mais

AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO.

AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO. AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO. Anne Caroline Silva Aires- UEPB Marta Valéria Silva Araújo- UEPB Gabriela Amaral Do Nascimento- UEPB RESUMO Este trabalho tem como objetivo apresentar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA AS CRIANÇAS COM O TRANSTORNO

A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA AS CRIANÇAS COM O TRANSTORNO A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA AS CRIANÇAS COM O TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO Michele Morgane de Melo Mattos Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ Fabiana Ferreira do Nascimento Instituto Fernando

Leia mais

SÍNDROME DE ASPERGER: PERSPECTIVAS NO DESENVOLVIMENTO

SÍNDROME DE ASPERGER: PERSPECTIVAS NO DESENVOLVIMENTO 0 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE PSICOLOGIA SABRINA ROSSANA MARCELINO MELLO FURTADO SÍNDROME DE ASPERGER: PERSPECTIVAS NO DESENVOLVIMENTO CRICIÚMA, NOVEMBRO DE 2009 1 SABRINA ROSSANA

Leia mais

Como incluir o autista na escola

Como incluir o autista na escola Como incluir o autista na escola Jessica Lopes de Souza Santos. In memoriam Nestor José Guerra Introdução A luta pela garantia de direitos ganhou reforço com a questão da inclusão social. A Declaração

Leia mais

Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas. Carmen Lúcia de A. santos

Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas. Carmen Lúcia de A. santos Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Carmen Lúcia de A. santos 2011 Nosologia e Psicopatologia "Psico-pato-logia" "psychê" = "psíquico", "alma" "pathos" = "sofrimento, "patológico" "logos" "lógica",

Leia mais

COMO INCLUIR O AUTISTA NA ESCOLA

COMO INCLUIR O AUTISTA NA ESCOLA 3 COMO INCLUIR O AUTISTA NA ESCOLA Jessica Lopes de Souza Santos In memoriam Nestor José Guerra 32 REVISTA INTERAÇÃO São Paulo v. 1 edição 15 ano 2015 ISSN (1981-2183) Como incluir o autista na escola

Leia mais

APLICAÇÃO DO PERFIL PSICOEDUCACIONAL REVISADO - PEP-R EM CRIANÇAS COM AUTISMO

APLICAÇÃO DO PERFIL PSICOEDUCACIONAL REVISADO - PEP-R EM CRIANÇAS COM AUTISMO APLICAÇÃO DO PERFIL PSICOEDUCACIONAL REVISADO - PEP-R EM CRIANÇAS COM AUTISMO ELAINE DE OLIVEIRA SANTOS, VIVIANE POIATO MACEDO, LOIANE MARIA ZENGO, MANOEL OSMAR SEABRA JUNIOR Faculdade de Ciências e Tecnologia

Leia mais

FONOAUDIOLOGIA CID RESUMO ADAPTADO

FONOAUDIOLOGIA CID RESUMO ADAPTADO FONOAUDIOLOGIA CID RESUMO ADAPTADO Código Descrição F.80.0 Dislalia F.80.1/F.80.2 Atraso de Linguagem F.81.0 Dislexia F.81.1 Disortografia F.81.2 Discalculia Infantil F.81.8 Agrafia F.81.9 Dificuldade

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores POSSIBILIDADES E LIMITES DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA PARA ALUNOS AUTISTAS: O EXEMPLO DA ESCOLA ADVENTISTA

Leia mais

COMUNICACÃO FALA E LINGUAGEM

COMUNICACÃO FALA E LINGUAGEM COMUNICACÃO FALA E LINGUAGEM AUTISMO De acordo com o DSM-V o Autismo é um transtorno de desenvolvimento que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida e compromete as habilidades de comunicação

Leia mais

As Atividades Lúdicas no Desenvolvimento de uma Criança com Autismo

As Atividades Lúdicas no Desenvolvimento de uma Criança com Autismo As Atividades Lúdicas no Desenvolvimento de uma Criança com Autismo Setembro 2014 A Associação Onda de Palavras é um projeto jovem e pioneiro. Princípios: simplicidade, eficácia, rigor e excelência. Principal

Leia mais

AUTISMO INFANTIL NA PERSPECTIVA ANALÍTICO COMPORTAMENTAL

AUTISMO INFANTIL NA PERSPECTIVA ANALÍTICO COMPORTAMENTAL ELIZÂNGELA XAVIER MARTINS AUTISMO INFANTIL NA PERSPECTIVA ANALÍTICO COMPORTAMENTAL Monografia apresentada como requisito para conclusão do curso de Psicologia do UniCEUB - Centro Universitário de Brasília.

Leia mais

TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO. Dra. Mônica Scattolin monica_scattolin@yahoo.com.br

TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO. Dra. Mônica Scattolin monica_scattolin@yahoo.com.br TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO Dra. Mônica Scattolin monica_scattolin@yahoo.com.br TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO Questões frequentes 1-O que é o transtorno do espectro do autismo? 2-O que causa

Leia mais

TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS E DA PERSONALIDADE

TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS E DA PERSONALIDADE 1 TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS E DA PERSONALIDADE José Henrique Volpi A idéia de buscar fora da pessoa os elementos que explicassem seu comportamento e sua desenvoltura vivencial teve ênfase com as teorias

Leia mais

ROTINAS E TÉCNICAS INTERVENTIVAS NO ESPECTRO AUTISTA

ROTINAS E TÉCNICAS INTERVENTIVAS NO ESPECTRO AUTISTA ROTINAS E TÉCNICAS INTERVENTIVAS NO ESPECTRO AUTISTA Dr. Márcio Borges Moreira Instituto de Educação Superior de Brasília Instituto Walden4 Conceitos Básicos Reforço Comportamento Consequência Punição

Leia mais

Posso conviver com meus pares? Acolhimento e construção de uma rede de atenção psicossocial

Posso conviver com meus pares? Acolhimento e construção de uma rede de atenção psicossocial Posso conviver com meus pares? Acolhimento e construção de uma rede de atenção psicossocial Maria Esther Delgado Leite Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Psiquiatria. Mestre em Ciências

Leia mais

O AUTISMO INFANTIL E A ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

O AUTISMO INFANTIL E A ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 1 FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACS CURSO: ENFERMAGEM O AUTISMO INFANTIL E A ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA WILSON CLAUDINO DOS SANTOS JÚNIOR Brasília/DF, Maio de 2007. WILSON CLAUDINO DOS SANTOS

Leia mais

INTERSETORIALIDADE E AUTISMO

INTERSETORIALIDADE E AUTISMO INTERSETORIALIDADE E AUTISMO Daniel de Sousa Filho Psiquiatra da Infância e Adolescência Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento UPM Introdução Kanner, 1943 Asperger, 1944 Bleuler, 1906 Transtornos do

Leia mais

Autismo: a luta contra discriminação 1

Autismo: a luta contra discriminação 1 XXI Prêmio Expocom 2014 Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação 1 Autismo: a luta contra discriminação 1 Marcela MORAES2 Iara de Nazaré Santos RODRIGUES³ Jonária FRANÇA4 Faculdade Boas Novas

Leia mais

A FUNÇÃO MATERNA NO AUTISMO

A FUNÇÃO MATERNA NO AUTISMO 0 UNIJUÍ UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL JULIANA FALIGURSKI AIRES A FUNÇÃO MATERNA NO AUTISMO IJUÍ (RS), JANEIRO, 2012 1 UNIJUÍ UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO

Leia mais

Inclusão Escolar do Aluno Autista. Módulo 1 - Introdução

Inclusão Escolar do Aluno Autista. Módulo 1 - Introdução Inclusão Escolar do Aluno Autista Módulo 1 - Introdução O Que é AUTISMO? Autismo é um conjunto de sintomas (síndrome) que p e r t e n c e à c a t e g o r i a d o s t r a n s t o r n o s d e neurodesenvolvimento.

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE INTERAÇÕES SOCIAIS DE UMA CRIANÇA COM TEA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

EXPERIÊNCIAS DE INTERAÇÕES SOCIAIS DE UMA CRIANÇA COM TEA NA EDUCAÇÃO INFANTIL EXPERIÊNCIAS DE INTERAÇÕES SOCIAIS DE UMA CRIANÇA COM TEA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo Gisele de Lima Vieira 1 - UFAM Grupo de Trabalho Diversidade e inclusão Agência Financiadora: não contou com financiamento

Leia mais

AUTISMO. 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação. Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem

AUTISMO. 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação. Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem AUTISMO 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem Quem somos? Professoras das SRMF / AAE - Contagem Raquel Shirley Stella

Leia mais

Luísa Cabral 17 de Junho de 2008

Luísa Cabral 17 de Junho de 2008 SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E REABILITAÇÃO DIRECÇÃO de SERVIÇOS de EDUCAÇÃO e APOIO PSICOPEDAGÓGICO SERVIÇO TÉCNICO de APOIO PSICOPEDAGÓGICO CENTRO

Leia mais

A INCLUSÃO DE CRIANÇAS AUTISTAS NO PRÉ-ESCOLAR ATITUDES DOS EDUCADORES

A INCLUSÃO DE CRIANÇAS AUTISTAS NO PRÉ-ESCOLAR ATITUDES DOS EDUCADORES ELSA RAQUEL ABREU FERREIRA DA SILVA OLIVEIRA A INCLUSÃO DE CRIANÇAS AUTISTAS NO PRÉ-ESCOLAR ATITUDES DOS EDUCADORES Orientador: Rafael Silva Pereira Lisboa 2012 ELSA RAQUEL ABREU FERREIRA DA SILVA OLIVEIRA

Leia mais

Aline Ferreira da Costa. A inclusão do espectro autista na educação e suas garantias constitucionais

Aline Ferreira da Costa. A inclusão do espectro autista na educação e suas garantias constitucionais Aline Ferreira da Costa A inclusão do espectro autista na educação e suas garantias constitucionais Frutal-MG Editora Prospectiva 2015 2 Copyright 2015 by Aline Ferreira da Costa Capa: Editora Prospectiva

Leia mais

Um Bom Começo: Conhecer a Questão do Autismo

Um Bom Começo: Conhecer a Questão do Autismo Um Bom Começo: Conhecer a Questão do Autismo Conceito Incidência Causas do Autismo Manifestações mais comuns O espectro de manifestações autistas Como é feito o diagnóstico de autismo Instrumentos para

Leia mais

Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista

Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista www.infanciaeadole scencia.com.br O desenvolvimento social ocorre ao longo de todas as etapas do ciclo vital. Entretanto,

Leia mais

AUTISMO: O QUE DIZEM AS PESQUISAS PUBLICADAS NA REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL?

AUTISMO: O QUE DIZEM AS PESQUISAS PUBLICADAS NA REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL? AUTISMO: O QUE DIZEM AS PESQUISAS PUBLICADAS NA REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL? Getsemane de Freitas Batista IM/UFRRJ Márcia Denise Pletsch PPGEDUC/UFRRJ Eixo Temático: Política Educacional Inclusiva

Leia mais

A RESPONSIVIDADE DE UMA CRIANÇA COM TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO EM INTERAÇÃO COM O PAI

A RESPONSIVIDADE DE UMA CRIANÇA COM TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO EM INTERAÇÃO COM O PAI A RESPONSIVIDADE DE UMA CRIANÇA COM TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO EM INTERAÇÃO COM O PAI PRISCILA CAMARA DE CASTRO ABREU PINTO psicastro@hotmail.com UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO MARCIA

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA 1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A ARTETERAPIA NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS COM AUTISMO. Por: Natália Ferreira Martins. Orientador: Profª Maria Esther de

Leia mais

Pense Autismo. A importância do diagnóstico precoce no TEA Transtorno do espectro Autista. Autor: Dr. Marcone Oliveira Médico Neuropediatra

Pense Autismo. A importância do diagnóstico precoce no TEA Transtorno do espectro Autista. Autor: Dr. Marcone Oliveira Médico Neuropediatra Pense Autismo A importância do diagnóstico precoce no TEA Transtorno do espectro Autista Autor: Dr. Marcone Oliveira Médico Neuropediatra Declaração de Responsabilidade e Conflito de Interesse O autor

Leia mais

Páginas para pais: Problemas na criança e no adolescente. 3.14 A criança com Autismo e Síndrome de Asperger

Páginas para pais: Problemas na criança e no adolescente. 3.14 A criança com Autismo e Síndrome de Asperger Páginas para pais: Problemas na criança e no adolescente 3.14 A criança com Autismo e Síndrome de Asperger Introdução A maioria das crianças, desde os primeiros tempos de vida, é sociável e procura ativamente

Leia mais

Atividade Motora Adaptada

Atividade Motora Adaptada Distúrbio de aprendizagem (DA) Atividade Motora Adaptada DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM Discrepância entre o potencial e o aproveitamento escolar, que não se deve a retardo mental, distúrbio emocional nem

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO - LINHA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM COMÉRCIO EXTERIOR LEONARDO DALEFFE FREITAS

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO - LINHA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM COMÉRCIO EXTERIOR LEONARDO DALEFFE FREITAS 1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE ADMINISTRAÇÃO - LINHA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM COMÉRCIO EXTERIOR LEONARDO DALEFFE FREITAS PLANO ESTRATÉGICO DE MARKETING PARA A CRIAÇÃO DE STARTUP

Leia mais

O Autismo E O Lúdico

O Autismo E O Lúdico O Autismo E O Lúdico Autora: Lucinéia Cristina da Silva (FEF) * Coautora: Alexandra Magalhães Frighetto (UFMT) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: A apresentação desse artigo tem como

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ ANA LÍGIA DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ ANA LÍGIA DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ ANA LÍGIA DE OLIVEIRA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA EDUCAÇÃO BÁSICA PARA ATUAR COM EDUCANDOS COM TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO (TGD) NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Leia mais

O termo autismo que originalmente significa voltado para si mesmo, foi

O termo autismo que originalmente significa voltado para si mesmo, foi GOMES, C.G.S.; FREITAS, F.R.; LOPES, V. AUTISMO. Universidade Federal De São Carlos Centro De Educação E Ciências Humanas Programa De Pós-Graduação Em Educação. Texto Desenvolvido durante a disciplina:

Leia mais

TEA Módulo 4 Aula 2. Comorbidades 1 TDAH

TEA Módulo 4 Aula 2. Comorbidades 1 TDAH TEA Módulo 4 Aula 2 Comorbidades 1 TDAH É uma das comorbidades mais comuns e mais preocupantes quando se trata do Transtorno do Espectro Autista porque leva a duas coisas fundamentais que podem atrapalhar

Leia mais

Comunicação de meninas com Síndrome de Rett: experiências familiares: uma revisão bibliográfica

Comunicação de meninas com Síndrome de Rett: experiências familiares: uma revisão bibliográfica Comunicação de meninas com Síndrome de Rett: experiências familiares: uma revisão bibliográfica Cadernos de Patrícia Menezes Baptista Paula Jaqueline de Moura Alunas do Curso de Mestrado do Programa de

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto CÓDIGO 170318. Sub-departamento de Educação Especial

Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto CÓDIGO 170318. Sub-departamento de Educação Especial Sub-departamento de Educação Especial A deficiência mental interfere directamente no funcionamento intelectual do ser humano, sendo este abaixo da média. O aluno apresenta comprometidos, além das funções

Leia mais

A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE

A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE Deputado GUSTAVO CARVALHO 1 VICE-PRESIDENTE Deputado LEONARDO NOGUEIRA 2 VICE-PRESIDENTE Deputado GUSTAVO FERNANDES 1 SECRETÁRIO Deputado RAIMUNDO FERNANDES

Leia mais

Educar em Revista ISSN: 0104-4060 educar@ufpr.br Universidade Federal do Paraná Brasil

Educar em Revista ISSN: 0104-4060 educar@ufpr.br Universidade Federal do Paraná Brasil Educar em Revista ISSN: 0104-4060 educar@ufpr.br Universidade Federal do Paraná Brasil Löhr, Thaise ROGERS, S. J.; DAWSON, G. Intervenção precoce em crianças com autismo: modelo Denver para a promoção

Leia mais

Protagonismo Social Psicomotricidade Relacional na família, escola, empresa e na comunidade. José Leopoldo Vieira leopoldo@ciar.com.

Protagonismo Social Psicomotricidade Relacional na família, escola, empresa e na comunidade. José Leopoldo Vieira leopoldo@ciar.com. Protagonismo Social Psicomotricidade Relacional na família, escola, empresa e na comunidade José Leopoldo Vieira leopoldo@ciar.com.br 1 ...Transformar a escola é quem sabe, a longo prazo, transformar a

Leia mais

SÍNDROME DE ASPERGER

SÍNDROME DE ASPERGER SÍNDROME DE ASPERGER Paulo Teixeira Licenciado em Psicologia pela Universidade Lusíada do Porto (Portugal) Contactos do autor: Telefone: 934645415 Email: vpaulo_teixeira@iol.pt RESUMO A incessante procura

Leia mais

A CHILDHOOD AUTISM RATING SCALE (CARS)

A CHILDHOOD AUTISM RATING SCALE (CARS) A CHILDHOOD AUTISM RATING SCALE (CARS) I. Relações pessoais: 1.- Nenhuma evidencia de dificuldade ou anormalidade nas relações pessoais: O comportamento da criança é adequado a sua idade. Alguma timidez,

Leia mais

Pró-Reitoria de Graduação Curso: Educação Física Trabalho de Conclusão de curso EXPRESSÃO CORPORAL/DANÇA PARA AUTISTAS UM ESTUDO DE CASO

Pró-Reitoria de Graduação Curso: Educação Física Trabalho de Conclusão de curso EXPRESSÃO CORPORAL/DANÇA PARA AUTISTAS UM ESTUDO DE CASO 1 am Pró-Reitoria de Graduação Curso: Educação Física Trabalho de Conclusão de curso Brasília - DF 2010 Brasília - DF 2010 lencarla Gonçalves de Miranda Orientador: Ronaldo Rodrigues da Silva Ph.D. Prática

Leia mais

AS PERSPECTIVAS EDUCACIONAIS PARA CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O AUTISMO A PARTIR DO DESENHO ANIMADO

AS PERSPECTIVAS EDUCACIONAIS PARA CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O AUTISMO A PARTIR DO DESENHO ANIMADO AS PERSPECTIVAS EDUCACIONAIS PARA CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O AUTISMO A PARTIR DO DESENHO ANIMADO Resumo Bruna Nogueira Pereira 1 - UFRRJ Giovani de Castro Lopes 2 UFRRJ Jessica Barbosa de Figueiredo 3 UFRRJ

Leia mais

A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva

A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva Instituto Paradigma O Instituto Paradigma é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), dedicada a desenvolver e implementar projetos nas

Leia mais

Da anomia à heteronomia na. Rossano Cabral Lima Psiquiatra infanto-juvenil; mestre e doutorando em Saúde Coletiva (IMS/UERJ)

Da anomia à heteronomia na. Rossano Cabral Lima Psiquiatra infanto-juvenil; mestre e doutorando em Saúde Coletiva (IMS/UERJ) Da anomia à heteronomia na infância Rossano Cabral Lima Psiquiatra infanto-juvenil; mestre e doutorando em Saúde Coletiva (IMS/UERJ) Hipótese mais difundida: indiferenciação primordial entre mãe e bebê

Leia mais

Cronograma de Atividades

Cronograma de Atividades INBRAPE B R A - Instituto Global de Estudos A vanç ados U NISALESIANO N L E SIA N O - Centro U niversitá rio Cató lico Salesiano A Auxilium Curso de E specializaç ão em E ducaç ão E special Inclusiva Comunicação

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AUTISMO E TRANSTORNO DE ASPERGER: O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Por: Débora Rufino Coelho de Barros Orientadora Profª.

Leia mais

COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA NA ESCOLA: UM NOVO OLHAR SOBRE A ESCOLARIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO.

COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA NA ESCOLA: UM NOVO OLHAR SOBRE A ESCOLARIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO. COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA NA ESCOLA: UM NOVO OLHAR SOBRE A ESCOLARIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO. Patrícia Blasquez Olmedo 1 Prefeitura Municipal de Angra dos Reis INTRODUÇÃO

Leia mais

A INTEGRAÇÃO SENSORIAL COMO ABORDAGEM DE TRATAMENTO DE UM ADOLESCENTE NO ESPECTRO AUTISTA

A INTEGRAÇÃO SENSORIAL COMO ABORDAGEM DE TRATAMENTO DE UM ADOLESCENTE NO ESPECTRO AUTISTA A INTEGRAÇÃO SENSORIAL COMO ABORDAGEM DE TRATAMENTO DE UM ADOLESCENTE NO ESPECTRO AUTISTA MATIAS, Rayane CLASSE, Jéssica P. D. CAVALCANTI, Flavia R. R. SILVA, Angela C. D. RESUMO O presente trabalho se

Leia mais

TRANSTORNO AUTISTA E SÍNDROME DE ASPERGER: UMA REVISÃO HISTÓRICA. Palavras-chave: Transtorno Autista; Síndrome de Asperger, Família.

TRANSTORNO AUTISTA E SÍNDROME DE ASPERGER: UMA REVISÃO HISTÓRICA. Palavras-chave: Transtorno Autista; Síndrome de Asperger, Família. 4 TRANSTORNO AUTISTA E SÍNDROME DE ASPERGER: UMA REVISÃO HISTÓRICA Loraine Garcia de Oliveira 1 Solange Franci Raimundo Yaegashi 2 Resumo Este estudo teve como objetivo geral identificar as semelhanças

Leia mais

RETARDO MENTAL (OLIGOFRENIAS)

RETARDO MENTAL (OLIGOFRENIAS) RETARDO MENTAL (OLIGOFRENIAS) XIII - TRATAMENTO I DEFINIÇÃO II INTELIGÊNCIA III FATORES ETIOLÓGICOS IV EPIDEMIOLOGIA V - DIAGNÓSTICO DO RETARDO MENTAL NA CRIANÇA VI - CLASSIFICAÇÃO VII - FORMAS ETIOLÓGICAS

Leia mais

Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida

Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida AUTISMO: UMA REALIDADE por ZIRALDO MEGATÉRIO ESTÚDIO Texto: Gustavo Luiz Arte: Miguel Mendes, Marco, Fábio Ferreira Outubro de 2013 Quando uma nova vida

Leia mais

Portaria 002/2012. O Secretário Municipal de Educação, no uso de suas atribuições, e considerando os preceitos legais que regem a Educação Especial:

Portaria 002/2012. O Secretário Municipal de Educação, no uso de suas atribuições, e considerando os preceitos legais que regem a Educação Especial: Portaria 002/2012 Estabelece normas para o exercício dos profissionais do magistério, detentores dos cargos de Agentes de Apoio em Educação Especial, de natureza pedagógica e as de cuidar, no Atendimento

Leia mais

TRANSTORNOS ESPECÍFICOS DO DESENVOLVIMENTO DA FALA E DA LINGUAGEM F80.0 DISLALIA (ARTICULAÇÃO; COMUNICAÇÃO FONOLÓGICA; FUNCIONAL ARTICULAÇÃO)

TRANSTORNOS ESPECÍFICOS DO DESENVOLVIMENTO DA FALA E DA LINGUAGEM F80.0 DISLALIA (ARTICULAÇÃO; COMUNICAÇÃO FONOLÓGICA; FUNCIONAL ARTICULAÇÃO) 27/12/2007 ANEXO 49 TABELA da CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE FONOAUDIOLÓGICA CID 10 /OMS /1997 6ª VERSÃO 2008 CÓDIGO F80 DESCRIÇÃO TRANSTORNOS ESPECÍFICOS

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MANAUS, no uso de suas atribuições legais e;

RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MANAUS, no uso de suas atribuições legais e; RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011 Institui os procedimentos e orientações para Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no Sistema Municipal de Ensino de Manaus. O CONSELHO

Leia mais

EXPERIÊNCIAS PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

EXPERIÊNCIAS PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA EXPERIÊNCIAS PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Resumo Amábile Aparecida Xavier Rodrigues 1 - UFF Celeste Sardela Mota Silva 2 - UFF Deodoro dos Santos Bento 3 - UFF Paula Silva Franque 4 - UFF Maria Goretti

Leia mais

LAHMIEI - UFSCar. + DSM-IV - Critérios Diagnósticos TEA. + Por que linguagem é importante? + Como ensinar linguagem? Tipos de linguagem

LAHMIEI - UFSCar. + DSM-IV - Critérios Diagnósticos TEA. + Por que linguagem é importante? + Como ensinar linguagem? Tipos de linguagem DSM-IV - Critérios Diagnósticos TEA Prejuízo qualitativo na interação social Prejuízos qualitativos na comunicação www.ijobasd.org Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades

Leia mais

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação.

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação. Colégio Tutto Amore Colégio Sapience Carinho, Amor e Educação. Trabalhamos com meio-período e integral em todos os níveis de ensino. www.tuttoamore.com.br Nossa História No ano de 1993 deu-se o ponto de

Leia mais

Inger Nilsson Introdução à educação especial para pessoas com transtornos do espectro autístico e dificuldades semelhantes de aprendizagem

Inger Nilsson Introdução à educação especial para pessoas com transtornos do espectro autístico e dificuldades semelhantes de aprendizagem Inger Nilsson Introdução à educação especial para pessoas com transtornos do espectro autístico e dificuldades semelhantes de aprendizagem Sumário Capítulo I Retardo mental ou incapacidade intelectual

Leia mais

AUTISMO, TRANSTORNO DE ASPERGER E ESCOLARIZAÇÃO: PESQUISA E INTERVENÇÃO EDUCATIVA

AUTISMO, TRANSTORNO DE ASPERGER E ESCOLARIZAÇÃO: PESQUISA E INTERVENÇÃO EDUCATIVA AUTISMO, TRANSTORNO DE ASPERGER E ESCOLARIZAÇÃO: PESQUISA E INTERVENÇÃO EDUCATIVA Nerli Nonato Ribeiro Mori - UEM No presente texto são discutidos os temas Autismo, Transtorno de Asperger e o trabalho

Leia mais

Queila Medeiros Veiga TGD NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Queila Medeiros Veiga TGD NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA TGD NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Marcos Legais 1988 Constituição Federal (art. 208, III) direito das pessoas com necessidades especiais de receberem educação, preferencialmente na rede regular

Leia mais

Musicoterapia: estudo de caso de uma criança autista

Musicoterapia: estudo de caso de uma criança autista Musicoterapia: estudo de caso de uma criança autista Clarisse Prestes clarisseprestes@gmail.com Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) Instituto Vida Una Resumo. O indivíduo autista

Leia mais

PARECER TÉCNICO. Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (NAVES) Rua Tibagi, 779, Gabinete 803, Centro, Curitiba PR, telefone 3250-4022.

PARECER TÉCNICO. Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (NAVES) Rua Tibagi, 779, Gabinete 803, Centro, Curitiba PR, telefone 3250-4022. PARECER TÉCNICO Atendendo à solicitação da Procuradora de Justiça Coordenadora do Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (NAVES), Dra. Rosângela Gaspari, eu, Erica A. C. M. Eiglmeier, psicóloga, venho apresentar

Leia mais

PREVENIR PRECOCEMENTE A VIOLÊNCIA E O FRACASSO ESCOLAR. Professor Maurice BERGER (Hospital Universitário Saint Etienne, França)

PREVENIR PRECOCEMENTE A VIOLÊNCIA E O FRACASSO ESCOLAR. Professor Maurice BERGER (Hospital Universitário Saint Etienne, França) PREVENIR PRECOCEMENTE A VIOLÊNCIA E O FRACASSO ESCOLAR Professor Maurice BERGER (Hospital Universitário Saint Etienne, França) 1 Trinta anos de experiência num serviço de psiquiatria infantil especializado

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA DECRETO Nº 17.138, DE 24 DE SETEMBRO DE 2012 PUBLICADO NO DOE Nº 2065, DE 24.09.12 Incorpora ao RICMS/RO as alterações oriundas do Convênio ICMS nº 38, de 30 de março de 2012. O GOVERNADOR DO ESTADO DE

Leia mais