SÍNDROME DE ASPERGER Pontos importantes para compreender eintervir

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SÍNDROME DE ASPERGER Pontos importantes para compreender eintervir"

Transcrição

1 SÍNDROME DE ASPERGER Pontos importantes para compreender eintervir Texto organizado pela psicóloga Ingrid Ausec (Núcleo de Acessibilidade da UEL) para subsidiar o acompanhamento de estudantes com Síndrome de Asperger no Ensino Superior. Fone: / Dezembro/ 2006 Atualizado em Março de 2011

2 A Síndrome ou o Transtorno de Asperger está relacionada com o autismo, diferenciando-se deste por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou de linguagem.

3 O termo síndrome de Asperger foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981 num jornal médico, que pretendia desta forma honrar Hans Asperger, um psiquiatra e pediatra austríaco cujo trabalho não foi reconhecido internacionalmente até à década de A síndrome foi reconhecida pela primeira vez no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, na sua quarta edição, em 1994 (DSM-IV).

4 Características principais A linguagem está preservada, assim como a capacidade cognitiva pode ser normal ou até elevada (são pessoas consideradas muito inteligentes, em áreas específicas), mas ocorre a dificuldade nos relacionamentos sociais, na compreensão das convenções sociais e da expressão afetiva das outras pessoas; Há uma baixa capacidade para empatizar e para compreender comportamentos não verbais

5 São indivíduos que falham no entendimento das relações humanas e regras do convívio social; são ingênuos e eminentemente carentes de senso comum. Sua inflexibilidade e falta de habilidade para lidar com mudanças leva esses indivíduos a ser facilmente estressados e emocionalmente vulneráveis. Estas características fazem com que, muitas vezes, a criança ou adulto portador da Síndrome de Asperger seja reconhecido em seu convívio social como pessoa diferente.

6 SEGUNDO O DSM IV, AS CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS DO TRANSTORNO DE ASPERGER SÃO: - prejuízo severo e persistente na interação social; -desenvolvimento de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades; -perturbação que causa prejuízo clinicamente significativo nas áreas social, ocupacional ou outras áreas importantes de funcionamento; -contrastando com o Transtorno Autista, não existem atrasos clinicamente significativos na linguagem; -não existem atrasos clinicamente significativos no desenvolvimento cognitivo ou no desenvolvimento de habilidades de auto-ajuda apropriadas à idade, comportamento adaptativo (outro que não na interação social) e curiosidade acerca do ambiente na infância; -o diagnóstico não é dado se são satisfeitos critérios para qualquer outro Transtorno Invasivo do Desenvolvimento específico ou para Esquizofrenia.

7 Observações, principalmente de pais de crianças AS, mostram que não há impedimento para uma vida adulta normal. Geralmente buscarão uma ocupação ou profissão relacionada a sua área de interesse especial, às vezes se tornando muito talentoso. muitos dos estudantes brilhantes AS são capazes de completar com sucesso a faculdade e até mesmo pós graduação. Em muitos casos continuarão a demonstrar, pelo menos em alguma extensão, sutis diferenças nas interações sociais. (BAUER, S. 1995) Muitos se casam, mas devido às dificuldades de interação, dentro e fora da família, há risco aumentado de problemas de humor, como depressão e ansiedade. Muitos Aspergersnormais são vistos pelos outros como um pouco diferentes ou excêntricos, ou talvez recebam um outro diagnóstico psiquiátrico. Podem seguir uma profissão, casar-se, e até mesmo, há quem se torne professor universitário. Uma Asperger(*) de sucesso chamase TempleGrandin, nos Estados Unidos, uma engenheira e zoóloga, professora universitária. (*) Autora do livro Uma menina estranha que conta sua biografia como autista. Alguns estudiosos a consideram Asperger.

8 ORIENTAÇÕES GERAIS AO INTERAGIR COM UMA PESSOA COM AS: primeiro explique o que vai fazer, assegurando-se de ter sido entendido; use uma linguagem simples e clara, com frases curtas; faça perguntas específicas e que não permitam uma interpretação ambígua; evite a ironia, o sarcasmo e as metáforas; dê à pessoa um tempo adicional para pensar ou agir em relação ao que disse; lembre-se que, se a pessoa evita o contato visual, isso não significa que esta evasiva ou faltando com o respeito.

9 ASPERGER E CONTEXTO ACADÊMICO Estudantes com Aspergerpodem estudar em escolas regulares, desde que recebam algum suporte educacional sempre que necessário. No entanto, quando o ambiente acadêmico for compreensivo e flexível são capazes de se adaptar com poucos recursos e apoios formais da instituição de ensino.

10 Entendendo estudantes com Síndrome de Asperger: Guia para Professores Adaptado do original: Understanding the student with Asperger Syndrome: Guidelines for teachers O quadro a seguir apresenta algumas das características mais marcantes dos indivíduos com AS. Levando-se em consideração que o indivíduo adulto tem mais repertório social e acadêmico, adaptamos as sugestões de trabalho com crianças para algumas das possibilidades de intervenção no contexto universitário. Ressalto que nem todo estudante com AS apresenta as mesmas dificuldades e limitações e que as sugestões apresentadas são de caráter geral, devendo ser flexibilizadas de acordo com a interação estabelecida entre professor-aluno. Como já dito anteriormente, são sugestões e cabe aos professores que trabalham com estes alunos a grande responsabilidade de observar e ensinar cada aluno de acordo com suas individualidades.

11 Insistência em semelhanças Sentem-se facilmente afetados por mudanças mínimas. São altamente sensíveis a pressões do ambiente e às vezes atraído por rituais. São ansiosos e tendem a temer quando não sabem o que esperar. Stress, fadiga e sobrecarga emocional facilmente os afeta. Sugestões -Proporcionar ambiente o mais previsível possível minimizando o impacto de mudanças repentinas (de professores, metodologia, turma, prazos, etc); -Disponibilizar, sempre que possível, rotina das aulas (transparências, textos, ementas) previamente;

12 Dificuldades em interações sociais São inábeis em entender regras complexas de interação social; parecem ingênuos, podem não gostar de contatos físicos, dificuldade em manter contato visual, não entendem brincadeiras, ironias ou metáforas, pouca habilidade para iniciar e manter conversações, comunicação pobre. Sugestões -intervir se perceber que o estudante está sendo importunado; -intermediar situações cooperativas com o grupo aumentando desta forma sua aceitação; -incentivar o envolvimento com os pares e encorajar atividades sociais.

13 Gama restrita de interesses Tendem a leitura implacável nas áreas de interesse e perguntam insistentemente sobre os mesmos; tem dificuldade para ir avante nas idéias; seguem suas próprias inclinações; às vezes recusam-se a aprender qualquer coisa fora de seu campo de interesse. Sugestões -ser objetivo na orientação de trabalhos escritos ou orais até que consiga completar a tarefa; -usar dos interesses individuais para ampliar seu repertório de envolvimento com os conteúdos estudados.

14 Concentração fraca São freqüentemente desligados e distraídos por estímulos externos; são meio desorganizados e tem dificuldade para sustentar o foco nas atividades de sala de aula. Sugestões -permitir a realização de trabalhos em tempo diferenciado, respeitando-se algumas regras (ex: prorrogar apenas 1 vez a entrega de um trabalho ou prova) -sinalizar discreta e gentilmente quando perceber que o estudante está desatento;

15 Dificuldades acadêmicas Usualmente tem inteligência média ou acima da média, mas faltam pensamentos de alto nível e habilidades de compreensão. Seu impressionante vocabulário dá a falsa idéia de que entendem daquilo que estão falando, quando na verdade estão geralmente papagueando o que leram e ouviram. Sugestões -perceber que nem sempre o estudante aprendeu só porque falou sobre determinado conteúdo; -oferecer explicação adicional e tentar simplificar quando os conceitos são demasiadamente abstratos; -quando um trabalho acadêmico for de baixa qualidade, motivar e acompanhar a execução do trabalho até que o mesmo se complete de maneira satisfatória.

16 Vulnerabilidade emocional Apesar de inteligentes, são inábeis para enfrentar as exigências de uma sala de aula. São freqüentemente estressados devido a sua vulnerabilidade. Freqüentemente são autocríticos e não toleram erros. Reações de raiva são comuns em situações de frustração/ stress. Sugestões -auxiliar no enfrentamento do stress dando exemplos de como pode resolver situações problema; -ser calmo e previsível a maior parte do tempo em que estiver com um estudante AS.

17 WIKIPÉDIA. Desenvolvido pela Wikimedia Foundation. Apresenta conteúdo enciclopédico. Disponível em: Ac esso em: 11 Dez 2006 DSM-IV Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Porto Alegre, Ed. Artes Médicas, KLIN, Ami. Autism and Asperger syndrome: an overview. Rev. Bras. Psiquiatria., São Paulo, v. 28, Disponível em: Acessado em: 11 Dec WILLIAMS, K. Entendendo estudantes com Síndrome de Asperger: guia para professores. UNIVERSIDADE DE MICHIGAN-Hospital Psiquiátrico para Crianças e Adolescentes In: Focus on Autistic Behavior, vol 10, nr.2, Traduzido em abril/ Disponível no site: BAUER, S. Asperger Syndrome Throught the Lifespan (1995). The Developmental Unit, Genesee Hospital Rochester, New York. Traduzido em abril Disponível em: Acessado em: 11 de dezembro de The Autism Alert card. Disponível em www. autism.org.uk/card Acessado em: 11 Dec 2006

18 SUGESTÕES DE LEITURA Relatos de Temple Grandin Ph.D em Ciências Animais na Universidade do Colorado uma mulher autista/ AS que, diagnosticada e tratada desde os dois anos de idade, leva uma vida produtiva e independente. Acessos realizados entre 11/12 a 18/12/2006. UMA VISÃO INTERIOR DO AUTISMO Temple Grandin Tradução feita por Jussara Cunha de Mello Belo Horizonte a pedido da Associação de Pais de Portadores de Autismo e outras Síndromes APPAS. Obtida da INTERNET- DICAS DE ENSINO PARA CRIANÇAS E ADULTOS COM AUTISMO Temple Grandin Encontrado na INTERNET (http://www.autism.org/temple/tips.html) por Tereza Cristina (APAE de Betim-MG) e traduzido por Kathia (Delegada Regional e funcionária da APAE (Betim-MG) Disponível em português: FAZENDO A TRANSIÇÃO DO MUNDO DA ESCOLA PARA O MUNDO DO TRABALHO Temple Grandin Encontrado na INTERNET por Tereza Cristina (APAE de Betim-MG) e traduzido por Kathia (Delegada Regional e funcionária da APAE (Betim-MG) Disponível em português: Igual, mas diferente Reportagem Folha de São Paulo em 27/07/2006Disponível em: Acessado em Dezembro/ 2006.

Autismo Rede Biomédica de Informações

Autismo Rede Biomédica de Informações Autismo Rede Biomédica de Informações DSM-IV Critérios, Transtornos Invasivos do Desenvolvimento 299.00 Transtornos Autisticos A. Um total de seis ( ou mais) itens de (1), (2) e (3), com pelo menos dois

Leia mais

De acordo com estudos recentes o autismo é mais freqüente em pessoas do sexo masculino.

De acordo com estudos recentes o autismo é mais freqüente em pessoas do sexo masculino. 1 AUTISMO Autismo é um distúrbio do desenvolvimento que se caracteriza por alterações presentes desde idade muito precoce, com impacto múltiplo e variável em áreas nobres do desenvolvimento humano como

Leia mais

Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento. Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas

Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento. Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas Genética e Ambiente A combinação de fatores ambientais e genéticos é que determina o produto

Leia mais

SÍNDROME DE ASPERGER

SÍNDROME DE ASPERGER Philipe Machado Diniz de Souza Lima CRM 52.84340-7 Psiquiatra Clínico Psiquiatra da Infância e Adolescência Atuação: CAPSI Maurício de Sousa Matriciador em Saúde Mental AP3.3 SÍNDROME DE ASPERGER Síndrome

Leia mais

TEA Módulo 3 Aula 2. Processo diagnóstico do TEA

TEA Módulo 3 Aula 2. Processo diagnóstico do TEA TEA Módulo 3 Aula 2 Processo diagnóstico do TEA Nos processos diagnósticos dos Transtornos do Espectro Autista temos vários caminhos aos quais devemos trilhar em harmonia e concomitantemente para que o

Leia mais

AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO.

AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO. AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO. Anne Caroline Silva Aires- UEPB Marta Valéria Silva Araújo- UEPB Gabriela Amaral Do Nascimento- UEPB RESUMO Este trabalho tem como objetivo apresentar

Leia mais

Inclusão Escolar do Aluno Autista. Módulo 1 - Introdução

Inclusão Escolar do Aluno Autista. Módulo 1 - Introdução Inclusão Escolar do Aluno Autista Módulo 1 - Introdução O Que é AUTISMO? Autismo é um conjunto de sintomas (síndrome) que p e r t e n c e à c a t e g o r i a d o s t r a n s t o r n o s d e neurodesenvolvimento.

Leia mais

Capacitação docente para atendimento educacional especial:

Capacitação docente para atendimento educacional especial: Capacitação docente para atendimento educacional especial: Dislexia e TDAH Profa. Dra. Ednéia Hayashi Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento Membro do NAC 2012 e 2014 *material elaborado

Leia mais

ANEXO XI (Retificado no DOU de 18/07/2013, Seção 1, pág 25)

ANEXO XI (Retificado no DOU de 18/07/2013, Seção 1, pág 25) ANEXO XI (Retificado no DOU de 18/07/2013, Seção 1, pág 25) MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL LAUDO DE AVALIAÇÃO AUTISMO (Transtorno Autista e Autismo Atípico) Serviço Médico/Unidade

Leia mais

Processo Diagnóstico: CID/DSM/Diagnóstico Diferencial. Módulo 3: Aspectos Diagnósticos

Processo Diagnóstico: CID/DSM/Diagnóstico Diferencial. Módulo 3: Aspectos Diagnósticos + Processo Diagnóstico: CID/DSM/Diagnóstico Diferencial Módulo 3: Aspectos Diagnósticos + Processo Diagnóstico do TEA Suspeita dos pais/cuidadores/professores Avaliação médica e não-médica (escalas de

Leia mais

Evelise Saia Rodolpho Aluna do 10º Termo de Psicologia Prof. Mestre. Luis Santo Schicotti Ana Lígia Pini Guerreiro Psicóloga Escolar Janaína Fernanda

Evelise Saia Rodolpho Aluna do 10º Termo de Psicologia Prof. Mestre. Luis Santo Schicotti Ana Lígia Pini Guerreiro Psicóloga Escolar Janaína Fernanda Evelise Saia Rodolpho Aluna do 10º Termo de Psicologia Prof. Mestre. Luis Santo Schicotti Ana Lígia Pini Guerreiro Psicóloga Escolar Janaína Fernanda Allmeida Marques Profª da Sala de Recursos Os Transtornos

Leia mais

Transtornos Mentais diagnosticados na infância ou na adolescência

Transtornos Mentais diagnosticados na infância ou na adolescência Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento Transtornos Mentais diagnosticados na infância ou na adolescência Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas Transtorno de Deficiência

Leia mais

O DIAGNÓSTICO DOS TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO TEA

O DIAGNÓSTICO DOS TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO TEA 1 MARIA ELISA GRANCHI FONSECA Psicóloga Mestre em Educação Especial UFSCAR TEACCH Practitioner pela University of North Carolina USA Coordenadora de Curso INFOCO FENAPAES UNIAPAE Coordenadora CEDAP APAE

Leia mais

Boletim do Gabinete de Psicologia

Boletim do Gabinete de Psicologia Edição 2 Outubro de 2006 E x t e r n a t o d e P e n a f i r m e Boletim do Gabinete de Psicologia Síndrome de Asperger No dia 18 de Fevereiro deste ano comemorou-se Pontos de interesse especiais: Características

Leia mais

Eugênio Cunha eugenio@eugeniocunha.com www.eugeniocunha.com

Eugênio Cunha eugenio@eugeniocunha.com www.eugeniocunha.com Autismo: um olhar pedagógico Eugênio Cunha eugenio@eugeniocunha.com www.eugeniocunha.com Algumas reflexões iniciais: Primeiramente, é importante dizer que não há respostas prontas para todas as questões

Leia mais

AUTISMO MITOS, REFLEXÕES E ATUALIDADES KLIGIEL V. B. DA ROSA. NEUROPEDIATRA.

AUTISMO MITOS, REFLEXÕES E ATUALIDADES KLIGIEL V. B. DA ROSA. NEUROPEDIATRA. AUTISMO MITOS, REFLEXÕES E ATUALIDADES KLIGIEL V. B. DA ROSA. NEUROPEDIATRA. Conceito É uma patologia vasto quadro clínico com déficits neurocomportamentais e cognitivos e padrões repetitivos de comportamentos

Leia mais

Guia prático para professores

Guia prático para professores Guia prático para professores Cabeças na lua? Dificuldades de atenção na sala de aula Sugestões práticas da: Como agentes educativos que interagem diariamente com as crianças, os professores desempenham

Leia mais

TEA Módulo 4 Aula 5. Tics e Síndrome de Tourette

TEA Módulo 4 Aula 5. Tics e Síndrome de Tourette TEA Módulo 4 Aula 5 Tics e Síndrome de Tourette Os tics são um distúrbio de movimento que ocorrem no início da infância e no período escolar. É definido pela presença crônica de múltiplos tics motores,

Leia mais

Transtornos do espectro do autismo Palestra do Dr. Christopher Gillberg, no dia 10 de outubro de 2005, no Auditório do InCor, em São Paulo.

Transtornos do espectro do autismo Palestra do Dr. Christopher Gillberg, no dia 10 de outubro de 2005, no Auditório do InCor, em São Paulo. Transtornos do espectro do autismo Palestra do Dr. Christopher Gillberg, no dia 10 de outubro de 2005, no Auditório do InCor, em São Paulo. 1. O Professor Christopher Gillberg é médico, PhD, Professor

Leia mais

TDAH. Rosania Morales Morroni. Rosana Talarico Pereira. Cintia Souza Borges de Carvalho. http://itaquainclusao.blogspot.com

TDAH. Rosania Morales Morroni. Rosana Talarico Pereira. Cintia Souza Borges de Carvalho. http://itaquainclusao.blogspot.com TDAH Rosania Morales Morroni DIRIGENTE REGIONAL DE ENSINO Rosana Talarico Pereira SUPERVISOR DE ENSINO Cintia Souza Borges de Carvalho PCOP EDUCAÇÃO ESPECIAL http://itaquainclusao.blogspot.com Rede de

Leia mais

Páginas para pais: Problemas na criança e no adolescente. 3.14 A criança com Autismo e Síndrome de Asperger

Páginas para pais: Problemas na criança e no adolescente. 3.14 A criança com Autismo e Síndrome de Asperger Páginas para pais: Problemas na criança e no adolescente 3.14 A criança com Autismo e Síndrome de Asperger Introdução A maioria das crianças, desde os primeiros tempos de vida, é sociável e procura ativamente

Leia mais

O Autismo E O Lúdico

O Autismo E O Lúdico O Autismo E O Lúdico Autora: Lucinéia Cristina da Silva (FEF) * Coautora: Alexandra Magalhães Frighetto (UFMT) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: A apresentação desse artigo tem como

Leia mais

AUTISMO E TDAH: O DESAFIO DA INCLUSÃO. Prof. Dr. Carlo Schmidt. Prof. Adjunto da CE/UFSM Depto. Educação Especial

AUTISMO E TDAH: O DESAFIO DA INCLUSÃO. Prof. Dr. Carlo Schmidt. Prof. Adjunto da CE/UFSM Depto. Educação Especial AUTISMO E TDAH: O DESAFIO DA INCLUSÃO Prof. Dr. Carlo Schmidt Prof. Adjunto da CE/UFSM Depto. Educação Especial INTRODUÇÃO Caracterização: Do que estamos falando? TDAH Autismo O que essas condições têm

Leia mais

Autismo e Aprendizagem

Autismo e Aprendizagem Autismo e Aprendizagem O termo autismo origina-se do grego autós, que significa de si mesmo. Foi empregado pela primeira vez pelo psiquiatra suíço Bleuler, em 1911, que buscava descrever a fuga da realidade

Leia mais

O BRINCAR COMO MEDIADOR DE INTERAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE LINGUAGEM EM CRIANÇAS AUTISTAS

O BRINCAR COMO MEDIADOR DE INTERAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE LINGUAGEM EM CRIANÇAS AUTISTAS O BRINCAR COMO MEDIADOR DE INTERAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE LINGUAGEM EM CRIANÇAS AUTISTAS BEZERRA 1, Aíla Murielle Medeiros CORDEIRO 1, Ingrydh KOCH 1, Bernard; LIMA 1, Tácia Adriana Florentino de NUNES

Leia mais

Conhecendo o Aluno com TGD

Conhecendo o Aluno com TGD I - [FICHA DE AVALIAÇÃO SOBRE O ALUNO COM TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO] Usar letra de forma Os alunos com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são aqueles que apresentam alterações qualitativas

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

a) F, V, V, V. b) V, F, F, V. c) F, F, V, F. d) V, V, F, V. e) F, V, V, F.

a) F, V, V, V. b) V, F, F, V. c) F, F, V, F. d) V, V, F, V. e) F, V, V, F. Conteúdos Específicos Professor Ensino Superior Atendimento Educacional Especializado 31) De acordo com as diretrizes da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, analise

Leia mais

Comorbidades que podem estar associadas a Dislexia (TDA/TDAH)

Comorbidades que podem estar associadas a Dislexia (TDA/TDAH) Comorbidades que podem estar associadas a Dislexia (TDA/TDAH) Por Ana Luiza Borba Psicóloga e Especialista em Psicopedagogia O aluno com distúrbio de aprendizagem (DA), possui, no plano educacional, um

Leia mais

MEDIAÇÃO ESCOLAR COMO TECNOLOGIA SOCIAL INOVADORA

MEDIAÇÃO ESCOLAR COMO TECNOLOGIA SOCIAL INOVADORA MEDIAÇÃO ESCOLAR COMO TECNOLOGIA SOCIAL INOVADORA INTRODUÇÃO Maria Goretti Andrade Rodrigues; Roseni Rezende da Silva Batista; Thamyres Bandoli Vargas Universidade Federal Fluminense goretti@vm.uff.br

Leia mais

AUTISMO. 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação. Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem

AUTISMO. 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação. Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem AUTISMO 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem Quem somos? Professoras das SRMF / AAE - Contagem Raquel Shirley Stella

Leia mais

ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo

ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo Por Sabrina Ribeiro O autismo é uma condição crônica, caracterizado pela presença de importantes prejuízos em áreas do desenvolvimento, por

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

Transtornos do Comportamento da Criança

Transtornos do Comportamento da Criança Transtornos do Comportamento da Criança 01 ... Para aquele que não sabe como controlar seu íntimo, inventar-se-á controle Goethe 02 Definição Comportamento é o conjunto de atitudes e reações do indivíduo

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO DEFINIÇÃO Os alunos da área dos Transtornos Globais do Desenvolvimento apresentam

Leia mais

Motivar os Professores

Motivar os Professores Motivar os Professores Ramiro Marques Conferência Realizada no Dia da Escola Escola Superior de Educação de Santarém 11 de Novembro de 2003 Uma das formas de motivar o jovem professor é: Ouvi-lo com atenção

Leia mais

Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista

Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista www.infanciaeadole scencia.com.br O desenvolvimento social ocorre ao longo de todas as etapas do ciclo vital. Entretanto,

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MANAUS, no uso de suas atribuições legais e;

RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MANAUS, no uso de suas atribuições legais e; RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011 Institui os procedimentos e orientações para Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no Sistema Municipal de Ensino de Manaus. O CONSELHO

Leia mais

Programa Mínimo para Residência Médica em Psiquiatria

Programa Mínimo para Residência Médica em Psiquiatria Programa Mínimo para Residência Médica em Psiquiatria A Comissão de Residência Médica em Psiquiatria da Associação Brasileira de Psiquiatria (CRMP-ABP) ao propor esse programa, recomenda o índice de no

Leia mais

2- Objetivo 3- Método 4- Resultados 5-Conclusões

2- Objetivo 3- Método 4- Resultados 5-Conclusões AUTISMO E INCLUSÃO: LEVANTAMENTO DAS DIFICULDADES ENCONTRADAS PELO PROFESSOR DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM SUA PRÁTICA COM CRIANÇAS COM AUTISMO Angelo Antonio Puzipe PAPIM Universidade Estadual

Leia mais

A INTERFERÊNCIA DA PRODUÇÃO VERBAL NA APLICAÇÃO DO AUTISM BEHAVIOR CHECKLIST EM CRIANÇAS AUTISTAS VERBAIS E NÃO VERBAIS

A INTERFERÊNCIA DA PRODUÇÃO VERBAL NA APLICAÇÃO DO AUTISM BEHAVIOR CHECKLIST EM CRIANÇAS AUTISTAS VERBAIS E NÃO VERBAIS A INTERFERÊNCIA DA PRODUÇÃO VERBAL NA APLICAÇÃO DO AUTISM BEHAVIOR CHECKLIST EM CRIANÇAS AUTISTAS VERBAIS E NÃO VERBAIS Ana Carina Tamanaha, Márcia Regina Fumagalli Marteleto, Jacy Perissinoto Departamento

Leia mais

O pensar é inevitável!

O pensar é inevitável! O PENSAR O pensar é inevitável! Pensar e ser inteligente não são opções intelectuais do homem pensante mas frutos de uma produção inevitável, contínua e espontânea de pensamentos nos bastidores da psique

Leia mais

SINDROME DE ASPERGER. Letícia da Silva Galenti Profª Mariana Rosa Cavalli Domingues

SINDROME DE ASPERGER. Letícia da Silva Galenti Profª Mariana Rosa Cavalli Domingues SINDROME DE ASPERGER Letícia da Silva Galenti Profª Mariana Rosa Cavalli Domingues Lins SP 2009 2 SINDROME DE ASPERGER RESUMO Esta pesquisa pretende estudar a Síndrome de Asperger por ser uma síndrome

Leia mais

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO?

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO? DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO? 1. O que é Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo? Deficiência intelectual ou atraso cognitivo é um termo que se usa quando uma pessoa apresenta certas

Leia mais

DESAFIOS DA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PSICOSSOCIAL NO MUNDO DO TRABALHO

DESAFIOS DA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PSICOSSOCIAL NO MUNDO DO TRABALHO DESAFIOS DA INCLUSÃO Romeu Sassaki DE PESSOAS COM romeukf@uol.com.br DEFICIÊNCIA PSICOSSOCIAL NO MUNDO DO TRABALHO Romeu Kazumi Sassaki 7ª Reabilitação, Inclusão e Tecnologia de Curitiba (Reatiba) Equidade

Leia mais

A RESPONSIVIDADE DE UMA CRIANÇA COM TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO EM INTERAÇÃO COM O PAI

A RESPONSIVIDADE DE UMA CRIANÇA COM TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO EM INTERAÇÃO COM O PAI A RESPONSIVIDADE DE UMA CRIANÇA COM TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO EM INTERAÇÃO COM O PAI PRISCILA CAMARA DE CASTRO ABREU PINTO psicastro@hotmail.com UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO MARCIA

Leia mais

COACHING DE VENDAS 09/07/2013. Coaching Comportamental. Ferramenta Preferência Cerebral COACHING DE VENDAS COACHING DE VENDAS COACHING DE VENDAS

COACHING DE VENDAS 09/07/2013. Coaching Comportamental. Ferramenta Preferência Cerebral COACHING DE VENDAS COACHING DE VENDAS COACHING DE VENDAS 09/07/2013 COACHING DE VENDAS Coaching Comportamental Somos seres de hábitos; 1. Um pensamento leva a uma ação; 2. Uma ação leva a um hábito; 3. Um hábito leva a um comportamento. NOSSOS CONDUZEM NOSSOS

Leia mais

Definição e Histórico. Avaliação, Diagnóstico e Intervenção no TEA Módulo 1

Definição e Histórico. Avaliação, Diagnóstico e Intervenção no TEA Módulo 1 + Definição e Histórico Avaliação, Diagnóstico e Intervenção no TEA Módulo 1 + Autismo Nome criado por Eugen Bleuler em 1911 Dementia Praecox ou Grupo da Esquizofrenias Termo extraído dos estudos sobre

Leia mais

DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS

DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS GISLAINE HOSANA ARAÚJO FERNANDES SAPIENS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS exibidaboutique@gmail.com INTRODUÇÃO A escola é um ambiente onde acontecem

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

Orientação à Família de um Adulto Afásico

Orientação à Família de um Adulto Afásico 1 Orientação à Família de um Adulto Afásico Fernanda Papaterra Limongi Nunca é demais enfatizar a importância do aconselhamento familiar quando se trabalha com adultos afásicos. Em geral, o início repentino

Leia mais

Assumir a prevenção de perturbações de comunicação e linguagem e despiste no sentido da deteção precoce;

Assumir a prevenção de perturbações de comunicação e linguagem e despiste no sentido da deteção precoce; Definição de Terapeuta da Fala segundo o Comité Permanente de Ligação dos Terapeutas da Fala da União Europeia (CPLO),1994 O Terapeuta da Fala é o profissional responsável pela prevenção, avaliação, diagnóstico,

Leia mais

www.investorbrasil.com

www.investorbrasil.com Simplificando o mundo financeiro. Educação www.investorbrasil.com Educação APRESENTAÇÃO A INVESTOR é uma escola que nasceu da necessidade das pessoas de aprenderem as ferramentas e instrumentos do mercado

Leia mais

PARECER TÉCNICO. Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (NAVES) Rua Tibagi, 779, Gabinete 803, Centro, Curitiba PR, telefone 3250-4022.

PARECER TÉCNICO. Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (NAVES) Rua Tibagi, 779, Gabinete 803, Centro, Curitiba PR, telefone 3250-4022. PARECER TÉCNICO Atendendo à solicitação da Procuradora de Justiça Coordenadora do Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (NAVES), Dra. Rosângela Gaspari, eu, Erica A. C. M. Eiglmeier, psicóloga, venho apresentar

Leia mais

Belém PA, Maio 2012. Categoria: Pesquisa e Avaliação. Setor Educacional: Educação Universitária. Macro: Sistemas e Instituições de EAD

Belém PA, Maio 2012. Categoria: Pesquisa e Avaliação. Setor Educacional: Educação Universitária. Macro: Sistemas e Instituições de EAD 1 A QUALIDADE DOS CURSOS SUPERIORES A DISTÂNCIA: CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS E BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UAB Belém PA, Maio 2012 Categoria: Pesquisa e Avaliação

Leia mais

No ano passado. lannoy Dorin SUPLEMENTO DO PROFESSOR. Elaborado por Fernanda Baruel

No ano passado. lannoy Dorin SUPLEMENTO DO PROFESSOR. Elaborado por Fernanda Baruel SUPLEMENTO DO PROFESSOR No ano passado lannoy Dorin Elaborado por Fernanda Baruel A adolescência é um período conturbado. Além das mudanças no corpo, muitos e novos são os sentimentos e as sensações. Por

Leia mais

Público alvo para o AEE Atendimento Educacional Especializado

Público alvo para o AEE Atendimento Educacional Especializado Público alvo para o AEE Atendimento Educacional Especializado I Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial; II Alunos com transtornos

Leia mais

O OLHAR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E DA TEORIA DE BASE PSICANALÍTICA SOBRE PACIENTES HIPERTENSOS NO CONTEXTO HOSPITALAR

O OLHAR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E DA TEORIA DE BASE PSICANALÍTICA SOBRE PACIENTES HIPERTENSOS NO CONTEXTO HOSPITALAR O OLHAR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E DA TEORIA DE BASE PSICANALÍTICA SOBRE PACIENTES HIPERTENSOS NO CONTEXTO HOSPITALAR ¹Marcela da Costa Garcia, FADAP/FAP ²José Carlos Scaliante Junior, FADAP/FAP

Leia mais

Liderança: Seja a pessoa certa, no lugar certo.

Liderança: Seja a pessoa certa, no lugar certo. Liderança: Seja a pessoa certa, no lugar certo. Suelen Teixeira Martins Master Coach, membro da Academia Brasileira de Coach, Certificada Internacionalmente pelo BCI (BEHAVIORAL COACH INSTITUTE). Musicista

Leia mais

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo 2013 Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo Ana Fonseca, Bárbara Nazaré e Maria Cristina Canavarro Pontos de interesse especiais: Porque

Leia mais

5 Passos para vender mais com o Instagram

5 Passos para vender mais com o Instagram 5 Passos para vender mais com o Instagram Guia para iniciantes melhorarem suas estratégias ÍNDICE 1. Introdução 2. O Comportamento das pessoas na internet 3. Passo 1: Tenha um objetivo 4. Passo 2: Defina

Leia mais

Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas. Carmen Lúcia de A. santos

Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas. Carmen Lúcia de A. santos Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Carmen Lúcia de A. santos 2011 Nosologia e Psicopatologia "Psico-pato-logia" "psychê" = "psíquico", "alma" "pathos" = "sofrimento, "patológico" "logos" "lógica",

Leia mais

Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida

Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida AUTISMO: UMA REALIDADE por ZIRALDO MEGATÉRIO ESTÚDIO Texto: Gustavo Luiz Arte: Miguel Mendes, Marco, Fábio Ferreira Outubro de 2013 Quando uma nova vida

Leia mais

ENTREVISTA Alfabetização na inclusão

ENTREVISTA Alfabetização na inclusão ENTREVISTA Alfabetização na inclusão Entrevistadora:Amarílis Hernandes Santos Formação: Aluna da graduação de Pedagogia USP Formada em Ciências Biológicas Mackenzie Contato: amarilishernandes@yahoo.com.br

Leia mais

MEU AMIGO AUTISTA: UMA POSSIBILIDADE DE APRENDIZAGEM SOBRE AUTISMO ATRAVÉS DA ABORDAGEM CRÍTICO-SUPERADORA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA.

MEU AMIGO AUTISTA: UMA POSSIBILIDADE DE APRENDIZAGEM SOBRE AUTISMO ATRAVÉS DA ABORDAGEM CRÍTICO-SUPERADORA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. MEU AMIGO AUTISTA: UMA POSSIBILIDADE DE APRENDIZAGEM SOBRE AUTISMO ATRAVÉS DA ABORDAGEM CRÍTICO-SUPERADORA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Ana Paula de Melo¹; Ieda Mayumi Sabino Kawashita²; Renata Beatriz

Leia mais

RELATÓRIO DA OFICINA: COMO AGIR NA COMUNIDADE E NO DIA A DIA DO SEU TRABALHO. Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz

RELATÓRIO DA OFICINA: COMO AGIR NA COMUNIDADE E NO DIA A DIA DO SEU TRABALHO. Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz 1 RELATÓRIO DA OFICINA: COMO AGIR NA COMUNIDADE E NO DIA A DIA DO SEU TRABALHO Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz Contrato: AS.DS.PV.024/2010 Empresa: SENSOTECH ASSESSORAMENTO

Leia mais

AUTISMO: O QUE DIZEM AS PESQUISAS PUBLICADAS NA REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL?

AUTISMO: O QUE DIZEM AS PESQUISAS PUBLICADAS NA REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL? AUTISMO: O QUE DIZEM AS PESQUISAS PUBLICADAS NA REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL? Getsemane de Freitas Batista IM/UFRRJ Márcia Denise Pletsch PPGEDUC/UFRRJ Eixo Temático: Política Educacional Inclusiva

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO

A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO André William Alves de Assis 1 ;

Leia mais

A Psiquiatria e seu olhar Marcus André Vieira Material preparado com auxílio de Cristiana Maranhão e Luisa Ferreira

A Psiquiatria e seu olhar Marcus André Vieira Material preparado com auxílio de Cristiana Maranhão e Luisa Ferreira A Psiquiatria e seu olhar Marcus André Vieira Material preparado com auxílio de Cristiana Maranhão e Luisa Ferreira Transtornos do Desenvolvimento Psicológico Transtornos do Desenvolvimento Psicológico

Leia mais

SÍNDROME DE ASPERGER

SÍNDROME DE ASPERGER SÍNDROME DE ASPERGER Paulo Teixeira Licenciado em Psicologia pela Universidade Lusíada do Porto (Portugal) Contactos do autor: Telefone: 934645415 Email: vpaulo_teixeira@iol.pt RESUMO A incessante procura

Leia mais

Projeto. Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA?

Projeto. Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA? Projeto Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA? 1 Projeto Pedagógico Por Beatriz Tavares de Souza* Apresentação O livro tem como tema o meio ambiente em que mostra o homem e a destruição da natureza,

Leia mais

É O. Bicho. Centro interativo e terapêutico

É O. Bicho. Centro interativo e terapêutico Tenho 4 patas e um imenso... Para que serve? Trata-se do recurso a animais em programas de apoio, que auxiliam a recuperação física ou psicológica de crianças e adultos. Os seus principais objetivos são:

Leia mais

Um Bom Começo: Conhecer a Questão do Autismo

Um Bom Começo: Conhecer a Questão do Autismo Um Bom Começo: Conhecer a Questão do Autismo Conceito Incidência Causas do Autismo Manifestações mais comuns O espectro de manifestações autistas Como é feito o diagnóstico de autismo Instrumentos para

Leia mais

O QUE MAIS TE DRESCREVE

O QUE MAIS TE DRESCREVE O QUE MAIS TE DRESCREVE 1 A B C D 2 A B C D 3 A B C D 4 A B C D 5 A B C D 6 A B C D 7 A B C D 8 A B C D 9 A B C D 10 A B C D 11 A B C D 12 A B C D 13 A B C D 14 A B C D 15 A B C D 16 A B C D 17 A B C D

Leia mais

SÍNDROME DE ASPERGER: PERSPECTIVAS NO DESENVOLVIMENTO

SÍNDROME DE ASPERGER: PERSPECTIVAS NO DESENVOLVIMENTO 0 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE PSICOLOGIA SABRINA ROSSANA MARCELINO MELLO FURTADO SÍNDROME DE ASPERGER: PERSPECTIVAS NO DESENVOLVIMENTO CRICIÚMA, NOVEMBRO DE 2009 1 SABRINA ROSSANA

Leia mais

SES CIAPS ADAUTO BOTELHO CAPS INFANTIL

SES CIAPS ADAUTO BOTELHO CAPS INFANTIL SES CIAPS ADAUTO BOTELHO CAPS INFANTIL RELATÓRIO DE NOVE ANOS DE ATIVIDADES 2002-2011 CUIABÁ, MARÇO DE 2012. Introdução/Desenvolvimento: O CAPSi (Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil/CAPS Infantil)/CIAPS

Leia mais

COMUNICACÃO FALA E LINGUAGEM

COMUNICACÃO FALA E LINGUAGEM COMUNICACÃO FALA E LINGUAGEM AUTISMO De acordo com o DSM-V o Autismo é um transtorno de desenvolvimento que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida e compromete as habilidades de comunicação

Leia mais

DECLARAÇÃO DE ISENÇÃO DE ICMS PARA PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA, VISUAL, MENTAL SEVERA OU PROFUNDA, OU AUTISTA

DECLARAÇÃO DE ISENÇÃO DE ICMS PARA PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA, VISUAL, MENTAL SEVERA OU PROFUNDA, OU AUTISTA DECLARAÇÃO DE ISENÇÃO DE ICMS PARA PORTADOR DE DEFICIÊNCIA FÍSICA, VISUAL, MENTAL SEVERA OU PROFUNDA, OU AUTISTA OBJETIVO DO SERVIÇO: Conceder isenção de ICMS para portadores de deficiência física, visual,

Leia mais

Comitê de Atendimento ao Consumidor

Comitê de Atendimento ao Consumidor Comitê de Atendimento ao Consumidor Critérios de Avaliação Para Admissão de Atendentes Comitê de Atendimento ao Consumidor Critérios de Avaliação para Admissão de Atendentes 1 ) Critérios Gerais: 1. Agilidade.

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores POSSIBILIDADES E LIMITES DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA PARA ALUNOS AUTISTAS: O EXEMPLO DA ESCOLA ADVENTISTA

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto CÓDIGO 170318. Sub-departamento de Educação Especial

Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto CÓDIGO 170318. Sub-departamento de Educação Especial Sub-departamento de Educação Especial A deficiência mental interfere directamente no funcionamento intelectual do ser humano, sendo este abaixo da média. O aluno apresenta comprometidos, além das funções

Leia mais

Of. Circular n 01/2013 Juiz de Fora, 15 de abril de 2013

Of. Circular n 01/2013 Juiz de Fora, 15 de abril de 2013 Of. Circular n 01/2013 Juiz de Fora, 15 de abril de 2013 ASSUNTO: Agenda de Orientações Docente Prezados Professores, De modo geral, quando se conversa com nossos egressos e alunos sobre a Faculdade Machado

Leia mais

BRINCAR E INTEGRAÇÃO SENSORIAL: POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL

BRINCAR E INTEGRAÇÃO SENSORIAL: POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL BRINCAR E INTEGRAÇÃO SENSORIAL: POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL DIONISIO, Amanda Luziêk Alves¹ FRANCA, Annyelle Santos² CAVALCANTE, Cindy Bianca Soares² ARAÚJO, Clarice Ribeiro Soares³

Leia mais

O GERENTE DE PROJETOS

O GERENTE DE PROJETOS O GERENTE DE PROJETOS INTRODUÇÃO Autor: Danubio Borba, PMP Vamos discutir a importância das pessoas envolvidas em um projeto. São elas, e não os procedimentos ou técnicas, as peças fundamentais para se

Leia mais

1. Eu tenho problema em ter minhas necessidades satisfeitas. 1 2 3 4 5 6

1. Eu tenho problema em ter minhas necessidades satisfeitas. 1 2 3 4 5 6 FIAT Q Questionário de Relacionamento Interpessoal Glenn M. Callaghan Department of Psychology; One Washington Square, San Jose University, San Jose CA 95192-0120 Phone 08) 924-5610 e fax (408) 924 5605.

Leia mais

O uso de jogos no ensino da Matemática

O uso de jogos no ensino da Matemática 607 O uso de jogos no ensino da Matemática Cyntia Luane Silva Godoy 1 Marlene Menegazzi 2 RESUMO Neste trabalho irei abordar a importância do uso de jogos no ensino da Matemática como um recurso didático

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO Maria Sebastiana Gomes Mota¹ Francisca Elisa de Lima Pereira² Resumo: Este artigo tem como objetivo

Leia mais

A Problemática do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) :

A Problemática do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) : A Problemática do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) : Transtorno de Déficit de Atenção chama a atenção pela sigla TDAH sendo um distúrbio que ocorre em pessoas desde os primeiros

Leia mais

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m CASO CLINICO Cliente : A. G - 21 anos - Empresa familiar - Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m Motivo da avaliação: Baixa auto estima, dificuldade em dormir, acorda várias vezes a noite. Relatou

Leia mais

LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO

LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO LIDERANÇA É INFLUÊNCIA Habilidade de inspirar as pessoas a agir, conquistá-las por inteiro A diferença entre poder e autoridade: Fazer a sua vontade mesmo que não desejem. Fazer a sua vontade, por causa

Leia mais

Atendimento Educacional Especializado AEE. Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008)

Atendimento Educacional Especializado AEE. Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008) Atendimento Educacional Especializado AEE Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008) Conceito O Atendimento Educacional Especializado - AEE É um serviço

Leia mais

ISBN 978-85-64468-27-6. 1. Psicologia Crianças. I. Título. CDU 159.9-053.2. Catalogação na publicação: Mônica Ballejo Canto CRB 10/1023

ISBN 978-85-64468-27-6. 1. Psicologia Crianças. I. Título. CDU 159.9-053.2. Catalogação na publicação: Mônica Ballejo Canto CRB 10/1023 Pausa no cotidiano L692 Lhullier, Raquel Barboza Pausa no cotidiano: reflexões para pais, educadores e terapeutas / Raquel Barboza Lhullier. Novo Hamburgo : Sinopsys, 2014. 88p. ISBN 978-85-64468-27-6

Leia mais

IBE. A Alfabetização e o Ambiente Alfabetizador 300. A arte de contar histórias 200. A arte de escrever bem 180. A arte na educação 180

IBE. A Alfabetização e o Ambiente Alfabetizador 300. A arte de contar histórias 200. A arte de escrever bem 180. A arte na educação 180 Governo do Distrito Federal Secretaria de Estado de Educação Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação Coordenação de Administração de Pessoas Instituição A Alfabetização e o Ambiente Alfabetizador

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AUTISMO E TRANSTORNO DE ASPERGER: O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Por: Débora Rufino Coelho de Barros Orientadora Profª.

Leia mais

Título do Case: Diversidades que renovam, transformando novas realidades

Título do Case: Diversidades que renovam, transformando novas realidades Título do Case: Diversidades que renovam, transformando novas realidades Categoria: Práticas Internas. Temática: Pessoas. Resumo: A motivação dos funcionários é importante para incentivar o trabalho e

Leia mais

ALVES, Fernanda de O. 2 VIERO, Francieli C. 2 ; GONÇALVES, Camila dos S. 3

ALVES, Fernanda de O. 2 VIERO, Francieli C. 2 ; GONÇALVES, Camila dos S. 3 A IMAGINOTECA HOSPITALAR COMO UM ESPAÇO DE (DES)ENVOLVIMENTO ALVES, Fernanda de O. 2 VIERO, Francieli C. 2 ; GONÇALVES, Camila dos S. 3 1 Trabalho de Projeto de Extensão _UNIFRA 2 Acadêmicas do Curso de

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

AUTISMO, TRANSTORNO DE ASPERGER E ESCOLARIZAÇÃO: PESQUISA E INTERVENÇÃO EDUCATIVA

AUTISMO, TRANSTORNO DE ASPERGER E ESCOLARIZAÇÃO: PESQUISA E INTERVENÇÃO EDUCATIVA AUTISMO, TRANSTORNO DE ASPERGER E ESCOLARIZAÇÃO: PESQUISA E INTERVENÇÃO EDUCATIVA Nerli Nonato Ribeiro Mori - UEM No presente texto são discutidos os temas Autismo, Transtorno de Asperger e o trabalho

Leia mais

VELHICE E INSTITUCIONALIZAÇÃO: INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA POR MEIO DA CINOTERAPIA 1

VELHICE E INSTITUCIONALIZAÇÃO: INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA POR MEIO DA CINOTERAPIA 1 VELHICE E INSTITUCIONALIZAÇÃO: INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA POR MEIO DA CINOTERAPIA 1 RODRIGUES,Vanusa 2 ;MENDES,Daniele 2 ;SANTIAGO,Ricardo 2 ;SMEHA,Luciane 3 1 Trabalhode Pesquisa e Extensão_UNIFRA 2 Curso

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: Inclusão; Níveis de envolvimento; Níveis de empenhamento.

Resumo. Palavras-chave: Inclusão; Níveis de envolvimento; Níveis de empenhamento. Resumo Letícia Monteiro Esteves* Eduardo Chaves Cruz** Rosangela Bertelli*** benefícios tanto para as crianças regulares quanto para aquelas com NEE. O presente estudo avaliou a qualidade do envolvimento

Leia mais