Experiência na Austrália

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1 Ano IX n 156 Goiás - abril de 2013 Experiência na Austrália Consultores visitam lavouras australianas e relatam métodos eficazes utilizados pelos produtores para o aumento de produtividade e a luta contra a Helicoverpa, lagarta que tem alarmado o campo brasileiro Congresso do Algodão Com novidades, Casa do Algodão participa do evento em Rio Verde Inscrições estão abertas para o 9º CBA

2 Opinião - Alexandro Alves dos Santos é assessor técnico da Faeg Sucessão nas propriedades rurais: um caso a se pensar Uma das principais preocupações da agricultura na atualidade é a sucessão nas propriedades rurais, não somente aqui no Brasil, mas também em grandes países produtores como os Estados Unidos e em partes da Europa. Este assunto tem sido grandemente debatido ultimamente, pois no êxodo rural cada vez mais crescente no País se observa que um dos motivos, entre vários fatores, para a ocorrência desse problema de ordem socioeconômica é justamente a falta de interesse pela continuidade do negócio rural, seja ele de pequeno, médio ou grande produtor. Para tentar compreender esta questão, é preciso levar em conta três aspectos: a saída dos pais do comando da atividade, a busca por outros interesses profissionais e a transferência do patrimônio. Temos observado que a sucessão na propriedade rural ocorre de forma lenta e gradual e o que se nota é a interrupção drástica desse processo motivado por algum desentendimento entre as partes envolvidas, no caso entre o(s) sucessor(es) e os que estão sendo sucedidos. Partilha de terras, inventários, desmembramentos, desinteresse de alguma parte pelo negócio rural, comodidade, insucessos, etc. O processo muitas vezes é realmente muito problemático, complexo e doloroso. Nem sempre os filhos querem seguir a atividade dos pais, e estes, embora desejem que algum filho ou filha continue a tradição familiar de produzir na terra, acabam Expediente Rua da Pátria n 230 Bairro Santa Genoveva, Goiânia/GO CEP: Fone: +55 (62) Fax: +55 (62) Jor na lis tas res pon sá veis Mi guel Bu e no (DF JP) Ales san dra Go i az (GO JP) Presidente: Luiz Renato Zapparoli Vice-presidente: Haroldo Rodrigues da Cunha Vice-presidente: Paulo Kenji Shimohira Diretor-executivo: Dulcimar Pessatto Filho de alguma forma desestimulando-os. Aqui observamos outro fator importante nessa sucessão: o componente cultural. Vivemos um momento de grande evolução na agropecuária brasileira, com tecnologia avançada presente no campo, melhoria considerável na produtividade das culturas, geração de renda, exportações, melhoria no nível de ensino da população rural, etc. Apesar dos aspectos tão positivos nesse setor, vemos notadamente o êxodo rural em todas as partes do País. Vale ressaltar que o problema da sucessão no campo ocorre em todas as classes de produtores, dos menores aos maiores, cada um com suas particularidades; assim, todos os aspectos precisam ser levados em conta para uma solução mais precisa para o problema. Não existe uma receita pronta para o êxito no processo de sucessão, mas alguns aspectos são relevantes e muito necessários. O sucessor, além do gosto pela atividade agrícola ou pecuária, precisa associar a atividade ao aumento da renda e assim se sentir recompensado diante de uma atividade tida, em muitas das vezes, como laboriosa. A grande questão aqui está na sua formação educacional e cultural. É preciso informar a esse futuro sucessor que existem ferramentas disponíveis para mudar uma realidade de um negócio que não vai bem, em uma realidade de sucesso. É preciso mostrar a ele que a atividade, apesar de desgastante e trabalhosa, é recompensadora. Isso não é função apenas dos pais, Co or de na dor do Pro mo al go Dul ci mar Pes sat to Fi lho (Di re tor-exe cu ti vo da Ago pa) Re vi são Paulo Henrique de Castro Coordenador do Conselho Gestor: Marcelo Swart Diretor-executivo: Paulo César Peixoto já que pode ser uma decisão optativa, mas uma função também de todas as instituições envolvidas com o setor, tanto privadas como públicas, sob pena de termos problemas de ordem econômica e social muito ruins, como a concentração de capital, arrendamentos de terras, etc. A agropecuária goiana e brasileira precisa de jovens no campo trabalhando, produzindo, gerando riquezas e, fundamentalmente, preparando as próximas gerações para continuar na produção agrícola. Precisamos atualizar a cultura de nossos jovens ligados à agricultura, inserindo mais empreendedorismo, mais conhecimento, mais informações, tudo de forma clara e objetiva. Os futuros sucessores precisam ter a condição de tomar suas decisões embasadas em prós e contras da atividade e não somente por aquilo que culturalmente se viu ao longo de tanto tempo. É nosso dever, para o bem de toda a sociedade, que mostremos a esses jovens o verdadeiro entendimento dos dois lados da agropecuária brasileira (seu lado prazeroso e o recompensador), ressaltando que eles são importantes protagonistas no processo de mudança daquilo que atrapalha o desenvolvimento da agricultura. De igual forma, devemos fazê-los enxergar a oportunidade que eles têm de ser grandes fomentadores do futuro do planeta, pois a produção de alimentos é a garantia real de continuidade da vida. Pro je to Grá fi co e Di a gra ma ção OOT - Design e comunicação Ti ra gem 800 uni da des Im pres são Grá fi ca e Edi to ra Ta len to Presidente: Andreas Peeters Vice-presidente: Américo Vaz de Lima Filho Diretor-executivo: Luiz Augusto Valim Laboratório Fibra de algodão sendo analisada Potencial do teste de HVI As análises realizadas em laboratório vão além de confirmar garantias de venda Para muitos, o teste de HVI (High Volume Instrument) na pluma de algodão representa um custo adicional, porque é exigido para certificar certas garantias de um contrato de venda de pluma, tanto para a exportação como para o mercado doméstico. Porém, o potencial real de um teste de HVI vai muito além de confirmar algumas garantias de venda. Possibilita programar a venda da pluma, avaliar a qualidade da semente que está sendo usada, além de viabilizar a avaliação dos talhões. Para se explorar o teste de HVI, precisa-se de um banco de dados. O tipo de banco de dados depende das informações dos testes a serem explorados. O banco de dados mais simples dará ao produtor informações sobre as quantidades exatas produzidas de tipos, o grão de folha, as cores, o comprimento da fibra, o micronaire, a uniformidade, a maturidade, entre outras características do algodão. O consultor de algodão Michael Hans Jorg Ruckrien explica que, uma vez que se conheça os valores médios produzidos anualmente pelo banco de dados, os valores intrínsecos da amostra avaliada possibilitam que o produtor faça uma programação exata de suas vendas, evitando desta forma entregar qualidades superiores, sem obter os devidos prêmios, e assumir garantias que não foram produzidas. Outro item seria a avaliação das sementes plantadas, o que permite que se conheça quais são as variedades cuja qualidade mais se aproxima da demanda do mercado e o potencial das terras da propriedade rural. O próximo item seria a avaliação dos talhões. Como nem todos são iguais com relação ao potencial de produzir com a mesma qualidade e com os mesmos valores intrínsecos, os resultados dos testes podem perfeitamente orientar o produtor a escolher os cultivares certos para os diversos talhões existentes. Cada área da propriedade rural a ser plantada vai produzir, com uma mesma variedade, valores intrínsecos diferentes. Avaliando, desta forma, cada talhão individualmente, teremos um controle perfeito sobre o potencial das áreas a serem plantadas, acrescenta. Usina de beneficiamento Segundo o consultor Michael Hans, o teste de HVI também revela a situação em que se encontram as usinas de beneficiamento. Altos índices de fibra curta são, na maioria, ligados diretamente à maneira como o algodão em caroço é beneficiado. Comprimento de fibra abaixo do normal de uma variedade pode ser ligado também a um beneficiamento forçado, complementa. Uma variação acentuada na uniformidade da fibra, na maioria das vezes, também pode ser ligada ao beneficiamento. Interpretando corretamente os resultados de um teste de HVI, chegamos à conclusão de que o custo da análise em relação ao benefício não é alto, presumindo que os testes são executados por laboratórios capacitados, completa. Congresso Inscrições abertas Estão abertas as inscrições para a nona edição do Congresso Brasileiro do Algodão (9º CBA), o maior encontro nacional da cadeia produtiva do algodão. Entre os dias 3 e 6 de setembro, no Hotel Brasília Royal Tulip Alvorada, em Brasília, será apresentado o panorama do segmento algodoeiro por meio de uma série de exposições, painéis de pesquisas e fóruns de debates para fomentar a troca de conhecimento entre os principais profissionais do setor, assim como promover um espaço para negócios. A iniciativa promovida pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e realizada pela Associação Mato- -grossense dos Produtores de Algodão (AMPA), com a diretriz científica do Instituto Mato- -grossense do Algodão IMAmt reúne toda a cadeia produtiva do algodão. Participam os maiores produtores do Brasil, pesquisadores, empresários, administradores, agrônomos, técnicos, assessores e operadores, o que consolida o evento junto a um público seleto, com a perfeita união entre ciências e negócios. Os interessados devem acessar a aba Participe, disponível no portal do evento - - para formalizar a inscrição. (Com informação 2 3

3 Retranca Intercâmbio de informações Consultores brasileiros relatam os exemplos encontrados nas lavouras de algodão australianas No início de março, uma comitiva técnica da FMC e consultores de algodão brasileiros viajaram para a Austrália em busca de intercâmbio de informações e estratégias para o manejo da lagarta Helicoverpa, que vem prejudicando as lavouras de milho, soja e algodão no Brasil. Há 10 anos, a Helicoverpa é controlada na Austrália e, por meio do Intertech, intercâmbio técnico voltado aos consultores de algodão, o grupo teve a oportunidade de adquirir mais conhecimento sobre como foi e é tratada essa infestação. Além disso, os participantes da comitiva também puderam obter experiências sobre manejos do algodoeiro e ver na prática como os australianos lidam com as adversidades da produção agrícola. A seguir, apresentam-se as experiências vividas nas lavouras australianas dos consultores Jonas Guerra, diretor-presidente da Guerra Consultoria e P&D, e Rubem Cesar Staudt, engenheiro agrônomo e sócio proprietário da Astecplan S/C Ltda. Arquivo pessoal Austrália, berço do uso de alto nível tecnológico Aos produtores de algodão brasileiro, a Austrália pode ser uma boa referência de utilização de tecnologias na cultura do algodoeiro. Durante um tour técnico, promovido pela empresa FMC no mês de março, foi observado que os cotonicultores australianos adotam integralmente as tecnologias de manejo de pragas tanto do controle biológico quanto do controle cultural e químico. Com isto, é reduzida a possibilidade do surgimento rápido da resistência às proteínas contidas nas plantas geneticamente modificadas, além de propiciar um aumento considerável dos inimigos naturais das pragas-chave existentes no País. Produtores juntamente com todos os segmentos envolvidos na cadeia produtiva (órgãos de pesquisa, empresas de produtos químicos, consultores, produtores de sementes, representantes de governos locais e do federal, entre outros) se uniram em torno das melhores práticas de manejo do algodoeiro desenvolvidas pela pesquisa e as adotaram de forma integral. Com isto, estão, desde 2004, utilizando a tecnologia Bollgard II, que possui as duas principais proteínas de controle dos lepidópteros. Não bastasse isso, os australianos estão introduzindo a terceira geração da tecnologia Bollgard na próxima safra, para unicamente dar mais sobrevida à proteína 2AB, que confere resistência às lagartas conhecidas como Helicoverpa. Devido à voracidade desta lagarta quanto à destruição da produção no algodoeiro, ela ataca diversas outras culturas plantadas no Brasil; portanto, existe a necessidade de se realizar fóruns de discussões com os objetivos de: (1) conhecer melhor o hábito dessa praga e como se comporta cada ciclo reprodutivo dela; (2) saber a definição correta de todos os itens que tratam do refúgio em relação à introdução de novos eventos tecnológicos (Bollgard II e outros); e (3) tratar da redefinição do posicionamento de produtos químicos existentes e/ou novos produtos, para haver menor agressão aos inimigos naturais, porém com potência satisfatória no controle das pragas. A obrigatoriedade do uso de refúgio utilizado pelos cotonicultores australianos foi uma das práticas mais importantes observadas. Todavia, acredito que esta prática deverá sofrer modificações para o uso no Brasil, devido à existência de pragas como o bicudo do algodoeiro e a broca das hastes e da raiz, além do fato de que as nossas variedades apresentam sensibilidade a alguns vírus transmitidos por sugadores. Foi observado também que todas as práticas de manejo adotadas integralmente na Austrália, em sua grande maioria, existem e são recomendadas pelos órgãos de pesquisa e pelos consultores brasileiros; todavia, muitas delas não são integralmente adotadas pelos produtores. A Austrália possui realidade diferente do Brasil, o que é normal e compreensível; porém, o que lá foi visto trata-se das mesmas técnicas que são recomendadas no Brasil, com um único diferencial: lá, as técnicas são executadas integralmente, pois se não forem aplicadas, elas não sobreviverão. E aqui? Como fica? Grupo de brasileiros durante visita técnica às lavouras australianas Importância da tecnologia de controle A Austrália se destaca pela importância que a água tem para a agricultura, em especial para a cultura do algodão. Ou seja, a área a ser cultivada está diretamente relacionada à quantidade de água de irrigação disponível ou armazenada em represas e, por consequência, contribui sobremaneira para o aumento do custo de produção. Isto é, em sua maior parte, a produção de algodão é irrigada por se tratar de um país muito seco e com muitas regiões produtoras com menos de 300mm durante o ciclo da cultura. Com relação ao controle da Helicoverpa, foi constatada a importância que a adoção de uma nova tecnologia, como o Bollgard II, tem para uma região. Verificou-se também a necessidade de que ela deva ser implantada da melhor forma, com muito critério técnico, com acompanhamento dos detentores da tecnologia e, acima de tudo, com comprometimento dos produtores. Foi visto claramente como a tecnologia de controle da lagarta evoluiu até chegar ao Bollgard II. Começou com controle químico de produtos a base de fosforados, carbamatos, piretroides e depois diamidas, chegando até 22 aplicações durante o ciclo do algodão. Com a introdução do Bollgard I, esse número de aplicações se reduziu um pouco no início, mas logo a lagarta se mostrou resistente, o que exigiu novamente a elevação do número de aplicações. Foi somente com a introdução da tecnologia Bollgard II que houve controle efetivo da lagarta. Porém, devemos destacar o fundamental papel da correta introdução da tecnologia, com a conscientização dos produtores para a importância das áreas de refúgio, e seguir à risca as técnicas de manejo da cultura do algodão. Atualmente, há lavouras australianas equilibradas, com baixo índice de pragas, sem problemas com doenças foliares e com ótimos potenciais produtivos, com lavouras que podem chegar a Divulgação 400 arrobas de algodão em caroço. A grande preocupação é que hoje o Brasil já enfrenta dificuldades de controle de lagartas das maçãs na soja, no algodão e nas demais culturas. Em algumas regiões, como é o caso da Bahia, há casos bastante sérios com a Helicoverpa. Porém, seu controle está na dependência dos produtos químicos e ainda é experimentado o Bollgard I e o WideStrike, que são tecnologias que apenas causam supressão para a Helicoverpa. É necessário fazer um trabalho de conscientização sobre a importância que essa praga tem e sobre a sua necessidade de controle. Que as tecnologias disponíveis possam ser úteis no processo e, quando novas tecnologias forem lançadas, estas sejam feitas da maneira correta, com empenho e comprometimento de todos. Pois o que se tem visto é que o monitoramento e o acompanhamento correto das lavouras vão propiciar resultados favoráveis. Lavoura autraliana de algodão Jonas Guerra é diretor-presidente da Guerra Consultoria e P&D Rubem Cesar Staudt é engenheiro agrônomo e sócio proprietário da Astecplan S/C Ltda 4 5

4 Evento Feira de tecnologia Cotonicultores têm grande participação durante a, evento a ser realizado dos dias 8 a 12 de abril, em Rio Verde Lagarta Helicoverpa na espiga de milho. Praga também causa prejuízos nas lavouras de algodão e soja (foto maior) Henrique Moreira Helicoverpa assusta produtores brasileiros Artur Pagnoncelli Ao contrário do que se estava pensando, a lagarta que vem atacando lavouras de algodão, milho e soja em diversas regiões do Brasil não é da espécie zea, e sim a Helicoverpa armigera, uma espécie que ainda não havia sido identificada no Brasil, segundo os pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A hipótese mais provável apontada pela Embrapa é que a lagarta tenha ingressado no País por meio de importação de flores e outros materiais de propagação vegetativa. Os prejuízos ainda não foram contabilizados, mas a estimativa é que, com a infestação da praga em vários Estados brasileiros, as perdas podem chegar a R$ 2 bilhões no Brasil, sendo R$ 1 bilhão apenas na Bahia. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou uma nota técnica que propõe o uso do produto benzoato de emamectina, que é utilizado em países como Austrália, Estados Unidos e Japão, bem como em toda a União Europeia e na África. O princípio ativo não está na lista de produtos proibidos da EPA (Agência de Proteção Ambiental dos EUA), nem das convenções de Roterdã e Estocolmo. Com o intuito de conter a lagarta, o Mapa autorizou a importação e aplicação de defensivos agrícolas registrados em outros países, que tenham como ingrediente ativo único a substância benzoato de emamectina. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União do dia 4 de abril. Os cotonicultores goianos têm grande participação durante a, evento que será realizado dos dias 8 a 12 de abril, em Rio Verde (GO). Isto porque a Casa do Algodão, composta pela Associação Goiana dos Produtores de Algodão (Agopa), pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário de Goiás Fundação Goiás e pelo Fundo de Incentivo ao Cultivo do Algodão em Goiás (Fialgo), montou neste ano uma estrutura diferenciada dos anos anteriores e oferecerá aos visitantes uma gama de informações e atrativos. O estande da Casa do Algodão terá como estrutura: (1) um auditório com capacidade para 30 pessoas, onde ocorrerão palestras, reuniões, seminários e treinamentos (veja a programação a seguir); (2) uma área para apresentação e demonstração de resultados de pesquisas e novos cultivares desenvolvidos em parceria entre a Fundação Goiás e a Embrapa Algodão; (3) um local para a apresentação dos serviços prestados pelo Laboratório de Classificação Visual e HVI da Agopa; e (4) um espaço destinado a informativos sobre os projetos e trabalhos realizados pela Fundação Goiás em parceria com outras instituições. O estande da Casa do Algodão na estará à disposição de consultores, produtores e profissionais ligados ao setor cotonicultor. A equipe do projeto de monitoramento, controle e supressão do bicudo do algodoeiro em Goiás estará disponível durante todo o evento para tirar dúvidas e orientar os participantes. O evento A, realizada no Centro Tecnológico Comigo (CTC), em Rio Verde, está em sua 12ª edição. Ela é considerada a grande feira de tecnologia rural do Centro-Oeste e neste ano terá como foco a produção sustentável. Além disso, a feira apresenta nova identidade visual, o que marca a consolidação do evento no calendário nacional do setor. A estimativa da organizadora do evento, a Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), é receber nos cinco dias de feira um público superior a 80 mil pessoas, de diferentes segmentos relacionados ao ambiente rural. Regiões produtoras do Brasil, especialmente dos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Goiás e São Paulo, além de países como Alemanha, China e do continente africano já confirmaram delegações. Com a participação de aproximadamente 500 empresas e instituições no evento, a expectativa é que, na Tecnoshow Comigo deste ano, o volume de negócios bata a marca do ano passado (R$ 780 milhões). Serviço TECNOSHOW COMIGO 2013 Local: CTC Rio Verde (GO) (Anel Viário Paulo Campos, Km 7, Zona Rural) Data: de 8 a 12 de abril Hora: das 8 às 18 horas Entrada: Gratuita Site: Vista aérea da feira tecnológica 6 7

5 PRODUTOS E FATOS Queda do PIB agrícola Os problemas climáticos e as barreiras sanitárias prejudicaram o resultado do PIB da agropecuária em 2012, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da safra recorde de grãos, houve um recuo de 2,3% no segmento no ano em relação a Não fosse o mau desempenho da agropecuária no quarto trimestre, o PIB brasileiro teria crescido 0,9% em relação ao terceiro trimestre, em vez de apenas 0,6%, de acordo com cálculos da LCA Consultores. As perdas acarretam ainda prejuízos indiretos em outros segmentos, embora o PIB agropecuário tenha um peso de apenas 5,2% no PIB total do País. Em 2012, houve aumento na produção de milho e café, mas culturas importantes tiveram redução no volume produzido, como arroz, soja, cana-de-açúcar, laranja, mandioca e algodão. (O Estado de S.Paulo) EUA tentam salvar acordo do algodão Os cortes automáticos no orçamento dos Estados Unidos, decretados desde o começo do mês, ameaçam o acordo feito entre Brasil e Estados Unidos na Organização Mundial do Comércio (OMC) que garante uma indenização de US$ 147 milhões anuais aos produtores brasileiros de algodão. Coube ao secretário de Agricultura americano, Thomas Vilsack, alertar para o risco de faltar dinheiro destinado a pagar a indenização ao Brasil, em audiência no Congresso americano. Os dois governos acreditam ser possível evitar o corte nas indenizações, mas mantêm conversas sobre o tema. O Itamaraty não descarta retaliações caso os EUA se vejam obrigados a romper o acordo, de (Valor Econômico) MC Photofilmes Elevação da importação indiana A Índia deve importar 2 milhões de fardos de algodão neste ano comercial, o maior volume da década. O aumento das compras é consequência da escassez de oferta interna, já que as empresas estatais estão segurando estoques após comprarem grandes volumes da fibra de agricultores locais. A Índia, segundo maior produtor de algodão do mundo, importou cerca de 1,2 milhão de fardos no ciclo passado. As estatais Corporação de Algodão da Índia e Federação de Comercialização das Cooperativas Agrícolas Nacionais compraram, ao todo, cerca de 3 milhões de fardos de produtores indianos desde 1º de outubro, início do ano comercial, até o momento. A medida visa a ajudar cotonicultores, depois que os preços locais caíram abaixo do custo de produção. Na Índia, as estatais costumam comprar a produção local para sustentar os preços ao produtor. Entretanto, executivos da indústria disseram que as duas empresas deveriam liberar os estoques agora, já que os preços avançaram entre 15% e 20% no mês passado. Produção mundial de algodão deve cair De acordo com o Comitê Consultivo Internacional do Algodão (Icac), para a safra 2013/2014 a expectativa é de recuo de 14% na produção mundial de algodão. Os baixos preços da fibra no mercado internacional estimulam a escolha por outras culturas mais rentáveis, ocasionando redução da área plantada. A produção deve atingir 15,77 milhões de toneladas na temporada. Para os estoques finais, a expectativa é de queda de 7% no volume, na comparação com a safra anterior. (Portal Cenario MT) Preços agrícolas vão subir O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, afirmou que os preços das commodities agrícolas vão subir de 10% a 30% nos próximos dez anos. Mesmo com as recentes oscilações, os valores continuam muito acima das médias históricas. Para Lamy, isso ocorre em função da alta da demanda provocada pela diminuição da pobreza. (DCI) 8

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