PROPOSTA DE MÉTODO DE ANÁLISE DA CRITICALIDADE ACIDENTAL EM RODOVIAS RURAIS DE PISTA SIMPLES ATRAVÉS DO EQUIPAMENTO SMART EYE EM SIMULADOR DE DIREÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROPOSTA DE MÉTODO DE ANÁLISE DA CRITICALIDADE ACIDENTAL EM RODOVIAS RURAIS DE PISTA SIMPLES ATRAVÉS DO EQUIPAMENTO SMART EYE EM SIMULADOR DE DIREÇÃO"

Transcrição

1 PROPOSTA DE MÉTODO DE ANÁLISE DA CRITICALIDADE ACIDENTAL EM RODOVIAS RURAIS DE PISTA SIMPLES ATRAVÉS DO EQUIPAMENTO SMART EYE EM SIMULADOR DE DIREÇÃO Tiago Lourenço de Lima Torquato Ana Paula Camargo Larocca

2 PROPOSTA DE MÉTODO DE ANÁLISE DA CONDIÇÃO DE SEGURANÇA DE RODOVIAS RURAIS DE PISTA SIMPLES ATRAVÉS DO EQUIPAMENTO SMART EYE EM SIMULADOR DE DIREÇÃO Tiago Lourenço de Lima Torquato Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes Universidade de São Paulo Ana Paula Camargo Larocca Departamento de Engenharia de Transportes, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes Universidade de São Paulo RESUMO Na sociedade moderna, o transporte ganhou grande complexidade, em função da mudança de estilo de vida da população e de suas concentrações. Estas variações, aliadas à expansão dos setores da economia, impulsionaram o crescimento do número de deslocamentos gerados diariamente. As novas viagens não se restringem a malha urbana, estas avançam sobre as vias rurais, o que contribui com o grande número de acidentes nas estradas brasileiras. A geometria das vias tem fundamental importância para a segurança dos usuários, já que uma das causas dos acidentes pode ser a falta de coordenação de alinhamentos e consistência dos projetos. O uso de modelos de simulação tridimensional possibilita a análise da coordenação das vias, o que se pode traduzir em maior segurança futura. O equipamento Smart Eye permite analisar o campo de visão dos condutores, e avaliar falhas de consistência dos projetos e possíveis distrações. Este trabalho tem como objetivo geral desenvolver um método para análise da coordenação de alinhamentos de vias rurais de pista simples através do equipamento Smart Eye em simuladores de direção estáticos e para fins de avaliação secundária da distração que os erros de projeto podem causar no condutor, através da teoria da Carga Mental de Trabalho. 1. INTRODUÇÃO O homem, antes nômade, ao se estabelecer em um habitat fixo, precisou buscar recursos. Os quais nem sempre ficavam próximos. Essa necessidade instintiva impulsionou o transporte humano (Ogden, 1992). Na sociedade moderna, o transporte ganhou grande complexidade, principalmente em função da mudança de estilo de vida da população. De acordo com as Nações Unidas (2011), 50% da população mundial encontram-se na porção urbana das aglomerações, enquanto que no Brasil este número chega a 84% (IBGE, 2010). Esta divisão, aliada a expansão dos variados setores da economia, impulsionou o número de deslocamentos gerados atualmente. Nos municípios brasileiros, com população maior que 60 mil habitantes, realizam-se, aproximadamente, 150 milhões de deslocamentos diariamente (IPEA, 2011). Para a realidade brasileira, de acordo com o Boletim Estatístico da Confederação Nacional do Transporte (CNT, 2013a), a movimentação anual de cargas pelo modo rodoviário representa 61,1 % do total de milhões de TKU (Tonelada-Quilômetro Útil). Estes dados demonstram a importância deste modo na matriz brasileira. A segurança de uma via pode ser relacionada com a acidentalidade e mortalidade ocorrida em seus domínios. O número de mortes associadas ao tráfego de veículos é alarmante no Brasil. De acordo com os números da Seguradora Líder (2012), a soma de indenizações pagas por morte chegou a , de janeiro a dezembro de 2012, número 5% maior que os dados do mesmo período do ano anterior. A geometria das vias tem fundamental importância para a segurança dos usuários. Uma das principais causas dos acidentes rodoviários pode ser a falta de consistência dos projetos. Consistência é a condição na qual os alinhamentos da via não surpreendem os motoristas e, assim, possibilitam um uso mais seguro (Mcfadden; Elefteriadou, 2000). O uso de modelos de simulação tridimensional possibilita a análise da coordenação das vias, o que pode gerar maior segurança da futura estrada e minimização de erros associados à fase da elaboração de projetos. 1

3 Este trabalho tem como objetivo geral desenvolver um método para análise da coordenação de alinhamentos de vias rurais através do equipamento Smart Eye. O qual permite acompanhar o movimento do globo ocular e da pálpebra dos condutores. Desta forma é possível confirmar se as falhas de coordenação de alinhamentos podem ser consideradas como elementos de distração no ato de dirigir, uma vez que o condutor por não conseguir, por exemplo, enxergar o tráfego no sentido oposto ou por não conseguir visualizar a pista adiante, acaba por ter que interpretar ou imaginar situações de tráfego futuras. As situações em que o condutor tenta adivinhar possíveis situações de tráfego nas rodovias de pista simples com falhas de coordenação, de alinhamentos horizontal e vertical, serão analisadas também através da teoria da Carga Mental de Trabalho. Este conceito é um produto originado da noção de carga de trabalho, entendida genericamente como um campo de interseção entre as exigências da tarefa e a capacidade de realização humana. Oriundo da Psicologia de Trabalho, conforme aponta Leplat e Cuny (1983), seu conceito é retomado pela ergonomia francesa e pelo Human Factors norte americano, difundido no campo da Psicopatologia do Trabalho e da Saúde do Trabalhador (Baumer, 2003). Como objetivos específicos, a presente pesquisa pretende gerar ambientes tridimensionais para posterior utilização no simulador de direção, equipamento em processo de implantação nas instalações do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes, e testar a mesma metodologia desenvolvida em trechos da malha viária rural existente. A bibliografia existente no Brasil quanto à concepção de Projeto Geométrico de Vias de Transporte Terrestre apresenta lacunas com relação à segurança do usuário e seu comportamento na utilização das estradas de rodagem. Dentro deste campo de pesquisa encontram-se estudos sobre o projeto geométrico das vias e o comportamento dos condutores, apoiados em sistemas de visualização tridimensionais de simuladores de direção. 2. SÍNTESE DA BIBLIOGRAFIA PRELIMINAR O conceito de projeto geométrico de estradas está relacionado com normas e disposições que têm por meta definir uma geometria conveniente em planta e perfil, de acordo com o relevo e o tráfego de veículos da rota desejada (Senço, 2008). Tradicionalmente, estes projetos têm por base as projeções horizontais, as projeções verticais e as seções transversais dos trechos estudados, todas estas trabalhadas em duas dimensões. A segurança e o conforto dos motoristas estão diretamente relacionados à coordenação dos alinhamentos horizontal e vertical. Efeitos gerados por trechos com ondulações próximas, ou trechos, em sequência, cuja visibilidade das conexões dos mesmos esteja obscura, são fortemente indesejáveis para a elaboração de uma via segura. A consistência de um projeto assegura que os alinhamentos atuem coordenadamente, sem sustos para os motoristas (Gibreel et al., 1999). A fim de evitar falhas de projeto, pode-se utilizar a simulação tridimensional do trecho, como forma de complementação dos projetos tradicionais, o que possibilita a economia de horas de trabalho em projeto e a previsão de erros, que poderiam passar despercebidos em um projeto tradicional 2D. 2

4 Com a adição de um simulador de direção pode-se, ainda, estudar as reações de um motorista real no projeto em desenvolvimento, a partir de um modelo virtual. Esta interação permitiria, a partir de ambientes seguros, gerar conhecimento a cerca dos diferentes comportamentos humanos perante situações inesperadas, as quais seriam perigosas e onerosas para serem testadas no mundo real. Para registrar os movimentos e percepções dos motoristas são instaladas câmeras à sua volta, as quais filmam sua feição, em diversos ângulos, e os dados da posição do veículo virtual são armazenados por hardware e software específicos. Para resolver os obstáculos da atualidade faz-se necessária uma abordagem interdisciplinar, holística, a fim de evitar avaliações ceteris paribus e encontrar soluções aplicáveis ao mundo real (Schimiguel; Amorim, 2006). As representações tridimensionais têm por objetivo representar os fenômenos do mundo real, a partir de um modelo, controlado cientificamente, o qual permite chegar a diferentes conclusões a cerca do caso estudado (Schmidt, 2012). O ambiente virtual 3D permite avaliações mais dinâmicas e isto possibilita procurar melhores correlações nos temas pesquisados. Esta interação também facilita a visualização de situações muito complexas, nas quais, da maneira tradicional de abordagem, seriam necessários muitos mapas e documentos (De La Orden Medina et al., 2006). 3. METODOLOGIA PROPOSTA A metodologia proposta segue o diagrama apresentado pela Figura 1 e nele estão apresentadas as nove etapas fundamentais da elaboração do trabalho. Figura 01: Diagrama da Metodologia de Trabalho 3

5 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Os projetos geométricos de rodovias são concebidos, geralmente, a partir das projeções horizontais, projeções verticais e seções transversais. Esta metodologia de trabalho pode comprometer a consistência dos projetos de novas vias. Como forma de contornar esses possíveis enganos, associados à metodologia tradicional de elaboração de projetos, sugere-se a utilização adicional da simulação tridimensional, pois esta reduz os custos associados à engenharia e pode ser amplamente empregada em testes de segurança, a partir de interações com motoristas reais. Este trabalho tem potencial para contribuir com a identificação de elementos intervenientes nas condições de segurança oferecidas pelas rodovias. Além disso, poderá contribuir para a realização de futuros estudos para a promoção da segurança viária na medida em que explora a utilização de novos recursos tecnológicos que podem tornar esses estudos mais eficazes. Agradecimentos Os autores agradecem o apoio recebido da CNT através do ITL Instituto de Transporte e Logística por meio de bolsas de estudo para o desenvolvimento desta pesquisa, através do projeto Nº 00595/2014. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Baumer, M. H. (2003) Avaliação da Carga Mental de Trabalho em Pilotos da Aviação Militar. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. CNT (2013a) Boletim Estatístico CNT Setembro de Confederação Nacional do Transporte. Brasília. CNT (2013b) Pesquisa CNT de Rodovias. Confederação Nacional do Transporte. Brasília. De La Orden Medina, N.; Lapa, R.; Nero, M. A.; Santos, R. L. G.; Valério Netto, A. (2006) Desenvolvimento de um SIG para reconfiguração de redes de energia elétrica com interface integrada. In: VIII Simpósio Brasileiro de Geoinformática, 2006, Campos do Jordão. Proceedings GeoInfo v. 1. p Gibreel, G.; Easa, S.; Hassan, Y.,; EL-DIMEERY, I. (1999) State of the Art of Highway Geometric Design Consistency. J. Transp. Eng., 125(4), IBGE (2010) Censo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Rio de Janeiro. IPEA (2011) A Mobilidade Urbana no Brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Brasília. Leplat, J.; Cuny, X. (1983) Introdução à Psicologia do Trabalho. Tradução: Helena Domingos. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Mcfadden, J.; Elefteriadou, L. (2000) Evaluating Horizontal Aligment Design Consistency of Two-lane Rural Highways: Development of New Procedure. Transportation Research Record, 1737, Transportation Research Board. Washington, D. C. Nações Unidas (2011) Urban Population, Development and the Environment Department of Economic and Social Affairs Population Division. Disponível em: Ogden, K. W. (1992) Urban Goods Movement, a Guide to Policy and Planning. Ashgate, England. Schmidt, M. A. R. (2012) Uso de Mapas 3D para Navegação Virtual: Uma Abordagem Cognitiva. Tese (Doutorado em Ciências Geodésicas), Universidade Federal do Paraná, Curitiba. Schimiguel, J.; Amorim, J. A. (2006) Aplicações de um Sistema de Informação Geográfica em Ensino Médio. RESI. Revista Eletrônica de Sistemas de Informação, v. 7, p Seguradora Líder (2012) Boletim Estatístico: Ano 02, Volume 04. Disponível em: Senço, W. de. (2008) Manual de Técnicas de Projetos Rodoviários. Editora PINI, São Paulo. 4

Engenharia de Tráfego. Prof. Heitor Vieira

Engenharia de Tráfego. Prof. Heitor Vieira Engenharia de Tráfego Prof. Heitor Vieira 1. INTRODUÇÃO A Engenharia de Tráfego é a parte da Engenharia de Transportes que trata de dos problemas de planejamento, operação e controle de tráfego. Tendo

Leia mais

PTR 2378 Projeto de infra-estrutura de vias de transportes terrestres

PTR 2378 Projeto de infra-estrutura de vias de transportes terrestres PTR 2378 Projeto de infra-estrutura de vias de transportes terrestres 1º semestre/2007 Prof. Felipe I. Kabbach Jr. (aulas teóricas) Prof. Ettore José Bottura (aulas práticas) Prof. Telmo G. Porto (aula

Leia mais

MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS

MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS Murilo Castanho dos Santos Cira Souza Pitombo MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS Murilo Castanho dos Santos Cira Souza Pitombo Universidade

Leia mais

ÍNDICE. Capítulo I...5. Do Sub-Sistema Viário Estrutural...5. Capítulo II...5. Do Sub-Sistema de Apoio...5 DISPOSIÇÕES FINAIS...6

ÍNDICE. Capítulo I...5. Do Sub-Sistema Viário Estrutural...5. Capítulo II...5. Do Sub-Sistema de Apoio...5 DISPOSIÇÕES FINAIS...6 ÍNDICE Capítulo I...5 Do Sub-Sistema Viário Estrutural...5 Capítulo II...5 Do Sub-Sistema de Apoio...5 DISPOSIÇÕES FINAIS...6 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE CRATEÚS PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO PDDU

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE IMINÊNCIA DE ACIDENTE ATRAVÉS DO USO DE SIMULADOR DE DIREÇÃO ESTÁTICO COM APLICAÇÃO DE METODOLOGIA SEIS SIGMA

CARACTERIZAÇÃO DE IMINÊNCIA DE ACIDENTE ATRAVÉS DO USO DE SIMULADOR DE DIREÇÃO ESTÁTICO COM APLICAÇÃO DE METODOLOGIA SEIS SIGMA CARACTERIZAÇÃO DE IMINÊNCIA DE ACIDENTE ATRAVÉS DO USO DE SIMULADOR DE DIREÇÃO ESTÁTICO COM APLICAÇÃO DE METODOLOGIA SEIS SIGMA Maria Izabel dos Santos Ana Paula Camargo Larocca Álvaro Costa Neto Cláudio

Leia mais

AGO-13 CBR&C. Tarifa de Pedágio X Economia no Transporte

AGO-13 CBR&C. Tarifa de Pedágio X Economia no Transporte AGO-13 CBR&C Tarifa de Pedágio X Economia no Transporte 00. Introdução O pedágio em rodovias brasileiras 1960-70 Devido a problemas no financiamento de infraestrutura rodoviária, o Estado passou a avaliar

Leia mais

Plano de ações para segurança no corredor ferroviário

Plano de ações para segurança no corredor ferroviário Plano de ações para segurança no corredor ferroviário Fase 3 Elaboração das propostas Etapa 3.1, 3.2 e 3.4 Concepção, análise e detalhamento das propostas Página 1 de 10 Sumário 2.5. Plano de ações para

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso

Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso Nos termos do Contrato de Concessão, bem como dos regulamentos administrativos impostos pelo Poder Concedente, compete à ECO101 Concessionária

Leia mais

Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema

Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema Mais de 100 mil km percorridos Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema Estudo da CNT mostra que 57,3% têm alguma deficiência no estado geral; 86,5% dos trechos são de pista simples e

Leia mais

VISUALIZAÇÃO DE TRECHOS RODOVIÁRIOS CRÍTICOS EM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEORREFERENCIADAS DE SEGURANAÇA VIRÁRIA

VISUALIZAÇÃO DE TRECHOS RODOVIÁRIOS CRÍTICOS EM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEORREFERENCIADAS DE SEGURANAÇA VIRÁRIA VISUALIZAÇÃO DE TRECHOS RODOVIÁRIOS CRÍTICOS EM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEORREFERENCIADAS DE SEGURANAÇA VIRÁRIA João Fernando Custodio da Silva VISUALIZAÇÃO DE TRECHOS RODOVIÁRIOS CRÍTICOS EM SISTEMA DE

Leia mais

Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios

Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Página 1 de 9 Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Capitulos 01 - Requisitos 02 - Etaqpas 03 - Traçado 04 - Trafego e Clssificação 05 - Geometria 06 - Caracteristicas Técnicas 07 - Distancia

Leia mais

MOBILIDADE POR BICICLETA NO CAMPUS DARCY RIBEIRO

MOBILIDADE POR BICICLETA NO CAMPUS DARCY RIBEIRO MOBILIDADE POR BICICLETA NO CAMPUS DARCY RIBEIRO Aline Amaral Silva; Amanda Barbosa Borges; Amir mahdi Araghi; Gabriel Carvalho; Surik Neytohn Duque Nicols Prof. Pastor W. G. Taco O estudo contemplou o

Leia mais

INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS

INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS Lucinei Tavares de Assuncao Michelle Andrade INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS Lucinei Tavares

Leia mais

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 1 Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 2 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL 3 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL POUCAS SEGURADORAS OPERANDO POUCOS CORRETORES ESPECIALIZADOS SINISTRALIDADE

Leia mais

A Bicicleta como Meio de Transporte Auxiliar no Eixo de Transporte Coletivo Inajar de Souza, Município de São Paulo

A Bicicleta como Meio de Transporte Auxiliar no Eixo de Transporte Coletivo Inajar de Souza, Município de São Paulo A Bicicleta como Meio de Transporte Auxiliar no Eixo de Transporte Coletivo Inajar de Souza, Município de São Paulo BRUNO COSTA DOS SANTOS Trabalho Final de Graduação CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA

Leia mais

NEA. Núcleo de Estudos sobre Acidentes de Tráfego em Rodovias. Avaliação do Vídeo Registro das Rodovias Federais Catarinenses NEA

NEA. Núcleo de Estudos sobre Acidentes de Tráfego em Rodovias. Avaliação do Vídeo Registro das Rodovias Federais Catarinenses NEA Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes Universidade Federal de Santa Catarina Laboratório de Transportes e Logística Núcleo de Estudos sobre Acidentes de Tráfego em Rodovias NEA Núcleo

Leia mais

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos.

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, oleodutos. APROVAÇÃO EM: Portaria SUP/DER-

Leia mais

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E CAPACITAÇÃO DER/2008 TÓPICOS DE DE PROJETO GEOMÉTRICO RODOVIÁRIO. Lucas Bach Adada

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E CAPACITAÇÃO DER/2008 TÓPICOS DE DE PROJETO GEOMÉTRICO RODOVIÁRIO. Lucas Bach Adada PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E CAPACITAÇÃO DER/2008 TÓPICOS DE DE PROJETO GEOMÉTRICO RODOVIÁRIO Lucas Bach Adada 1 Conteúdo Programático Definição de Projeto Geométrico; Classificação das Vias e Rodovias ; Critérios

Leia mais

SINALIZAÇÃO DO SISTEMA VIÁRIO MUNICIPAL

SINALIZAÇÃO DO SISTEMA VIÁRIO MUNICIPAL GERÊNCIA DE OPERAÇÕES VIÁRIAS TRANSERP Planejamento Viário SINALIZAÇÃO DO SISTEMA VIÁRIO MUNICIPAL Eng. José Antônio S. Gonçalves 2006 PLANEJAMENTO OPERACIONAL Cidade de RIBEIRÃO PRETO SP. PLANEJAMENTO

Leia mais

SEINFRA SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA JUNHO/2015

SEINFRA SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA JUNHO/2015 SEINFRA SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA JUNHO/2015 Corredores de Ônibus Manaus: Atendem três condicionantes: 1) Plano de Estruturação da Malha Viária do Governo do Estado do Amazonas; 2) Demanda

Leia mais

Soluções personalizadas em engenharia de transportes

Soluções personalizadas em engenharia de transportes SOBRE Soluções personalizadas em engenharia de transportes A Partner é uma empresa que presta consultoria em engenharia de planejamento de transportes. Aliando uma constante evolução tecnológica e aperfeiçoamento

Leia mais

A QUALIDADE PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS NOS CAMPOS GERAIS NA VISÃO DAS EMPRESAS

A QUALIDADE PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS NOS CAMPOS GERAIS NA VISÃO DAS EMPRESAS A QUALIDADE PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS NOS CAMPOS GERAIS NA VISÃO DAS EMPRESAS Alexandre Milkiewicz Sanches (UTFPR) riversonic@ibestvip.com.br Profª. Dra. Isaura Alberton de Lima (UTFPR)

Leia mais

SINALIZAÇÃO HORIZONTAL. Profa. Mariana de Paiva

SINALIZAÇÃO HORIZONTAL. Profa. Mariana de Paiva SINALIZAÇÃO HORIZONTAL Profa. Mariana de Paiva 3. INSTRUMENTOS DE CONTROLE DE TRÁFEGO 3.2 SINALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO Sinalização Vertical Sinalização Horizontal Sinais Luminosos Dispositivos de Sinalização

Leia mais

Autorização para ocupação transversal e/ou longitudinal da faixa de domínio por linhas físicas de transmissão e distribuição de energia.

Autorização para ocupação transversal e/ou longitudinal da faixa de domínio por linhas físicas de transmissão e distribuição de energia. fls. 1/11 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para ocupação transversal e/ou longitudinal da faixa de domínio por linhas físicas de transmissão e distribuição

Leia mais

PLANEJAMENTO DA MOBILIDADE COM FOCO EM GRANDES POLOS GERADORES DE VIAGENS

PLANEJAMENTO DA MOBILIDADE COM FOCO EM GRANDES POLOS GERADORES DE VIAGENS PLANEJAMENTO DA MOBILIDADE COM FOCO EM GRANDES POLOS GERADORES DE VIAGENS Angelica Meireles de Oliveira Antônio Nélson Rodrigues da Silva PLANEJAMENTO DA MOBILIDADE COM FOCO EM GRANDES POLOS GERADORES

Leia mais

Natália da Costa Souza. Ana Paula Camargo Larocca

Natália da Costa Souza. Ana Paula Camargo Larocca USO DE GEOTECNOLOGIAS APLICADO AO ESTUDO DA SUSCETIBILIDADE E ANÁLISE DE RISCO DE PROCESSOS EROSIVOS EM FAIXAS DE DOMÍNIO DE LINHAS FÉRREAS - SUBSÍDIO AOS PROCESSOS DE LICENCIAMENTO OPERACIONAL E AMBIENTAL

Leia mais

Projetos funcionais em 3D

Projetos funcionais em 3D Eng. Marcelo Monteiro Missato Planservi Engenharia Eng. Walter Luis Guimaraes Nieyama Planservi Engenharia Engenharia Civil, Estrutural e Obras de Grande Porte Objetivo de aprendizado Ao final desta palestra

Leia mais

Segurança viária na Lomba do Pinheiro - Porto Alegre/RS.

Segurança viária na Lomba do Pinheiro - Porto Alegre/RS. Segurança viária na Lomba do Pinheiro - Porto Alegre/RS. Marcelo Hansen; Alessandra Andrea Both Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) Gerência de Planejamento de Trânsito Rua João Neves da

Leia mais

RESULTADO DEFINITIVO DA SELEÇÃO DE PROPOSTAS Após o julgamento dos recursos administrativos segue a lista final dos projetos.

RESULTADO DEFINITIVO DA SELEÇÃO DE PROPOSTAS Após o julgamento dos recursos administrativos segue a lista final dos projetos. RESULTADO DEFINITIVO DA SELEÇÃO DE PROPOSTAS Após o julgamento dos recursos administrativos segue a lista final dos projetos. CHAMADA PÚBLICA SENAT/TRANSPORTES Nº 001/2013 Em Ordem Alfabética A) PROPOSTAS

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO PDDU LEI DO SISTEMA VIÁRIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO PDDU LEI DO SISTEMA VIÁRIO PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ KL Serviços e Engenharia S/C PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO PDDU LEI DO SISTEMA VIÁRIO LEI Nº Dispõe sobre o sistema Viário do Município de Quixadá e dá outras

Leia mais

Prefeitura Municipal de Registro

Prefeitura Municipal de Registro Prefeitura Municipal de Registro Departamento Municipal de Administração Rua José Antônio de Campos, nº 250 Centro CEP: 11.900-000 Registro SP Fone: (13) 3828-1000 Fax: (13) 3821-2565 e-mail prefeitura@registro.sp.gov.br

Leia mais

Av. Eliseu de Almeida. Projeto de Restauração do Pavimento. Projeto de Ciclovia e sinalização horizontal de interferência urbana

Av. Eliseu de Almeida. Projeto de Restauração do Pavimento. Projeto de Ciclovia e sinalização horizontal de interferência urbana Av. Eliseu de Almeida Projeto de Restauração do Pavimento Projeto de Ciclovia e sinalização horizontal de interferência urbana Índice Introdução Objetivo Projeto de Restauração Projeto de Ciclovia Sinalização

Leia mais

LEI Nº 370, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 A CÂMARA MUNICIPAL DE CAFEARA APROVA E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO A SEGUINTE LEI:

LEI Nº 370, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 A CÂMARA MUNICIPAL DE CAFEARA APROVA E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO A SEGUINTE LEI: LEI Nº 370, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Lei do Sistema Viário do Município de Cafeara, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAFEARA APROVA E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

6. ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ORIENTAÇÃO DE DESTINO

6. ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ORIENTAÇÃO DE DESTINO 6. ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ORIENTAÇÃO DE DESTINO Este capítulo apresenta uma metodologia para a elaboração de projeto de sinalização de orientação de destino cujas placas são tratadas nos itens 5.2, 5.4,

Leia mais

Síntese. Diretrizes da OCDE para um Transporte Ambientalmente Sustentável

Síntese. Diretrizes da OCDE para um Transporte Ambientalmente Sustentável Síntese Diretrizes da OCDE para um Transporte Ambientalmente Sustentável Overview OECD Guidelines towards Environmentally Sustainable Transport As Sínteses constituem-se em excertos de publicações da OCDE.

Leia mais

Segurança do trânsito 8. A sinalização rodoviária Fevereiro 2010. 8. A sinalização

Segurança do trânsito 8. A sinalização rodoviária Fevereiro 2010. 8. A sinalização 8. A sinalização Aula Interdisciplinar Indicação: 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental Ilustração do Manual de Direção Defensiva do DENATRAN Através da sinalização, os responsáveis pelo trânsito transmitem

Leia mais

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça.

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. fls. 1/5 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

Í N D I C E PRÓLOGO 5

Í N D I C E PRÓLOGO 5 Í N D I C E PRÓLOGO 5 CAPÍTULO I - EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO Trânsito e transporte II) EDUCAÇÃO E SEGURANÇA NO TRÂNSITO Objetivos da educação e segurança para o trânsito A educação para o trânsito

Leia mais

3. Referenciais. 3.1 Referenciais teóricos. 3.1.1 O sistema cicloviário e seus elementos componentes

3. Referenciais. 3.1 Referenciais teóricos. 3.1.1 O sistema cicloviário e seus elementos componentes 21 3. Referenciais "Se a mobilidade física é condição essencial da liberdade, a bicicleta talvez tenha sido o instrumento singular mais importante, desde Gutenberg, para atingir o que Marx chamou de plena

Leia mais

Dispõe sobre o Sistema Viário Básico do Município de Nova Mutum e dá outras providências.

Dispõe sobre o Sistema Viário Básico do Município de Nova Mutum e dá outras providências. LEI COMPLENTAR Nº 136, DE 15 DE JULHO DE 2015 Dispõe sobre o Sistema Viário Básico do Município de Nova Mutum e dá outras providências. O Sr. Adriano Xavier Pivetta, Prefeito Municipal de Nova Mutum, Estado

Leia mais

A QUESTÃO DA ACESSIBILIDADE NA ELETROBRAS HOLDING: O PAPEL DA ERGONOMIA COMO ARTICULADORA DE AÇÕES INTEGRADAS

A QUESTÃO DA ACESSIBILIDADE NA ELETROBRAS HOLDING: O PAPEL DA ERGONOMIA COMO ARTICULADORA DE AÇÕES INTEGRADAS A QUESTÃO DA ACESSIBILIDADE NA ELETROBRAS HOLDING: O PAPEL DA ERGONOMIA COMO ARTICULADORA DE AÇÕES INTEGRADAS Vinicius Costa Cavalheiro Machado Divisão de Administração das Instalações Prediais DAAA/Eletrobras

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol.

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão 01 Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão Rodrigo G. Trevisan¹; José P. Molin² ¹ Eng. Agrônomo, Mestrando em Engenharia de Sistemas Agrícolas (ESALQ-USP); ² Prof. Dr. Associado

Leia mais

5. CLASSIFICAÇÃO DA SINALIZAÇÃO DE INDICAÇÃO

5. CLASSIFICAÇÃO DA SINALIZAÇÃO DE INDICAÇÃO 5. CLASSIFICAÇÃO DA SINALIZAÇÃO DE INDICAÇÃO 5.1 Placas de identificação Posicionam o condutor ao longo do seu deslocamento, ou com relação a distâncias, ou locais de destino. 5.1.1 Placas de identificação

Leia mais

- Física e Segurança no Trânsito -

- Física e Segurança no Trânsito - - Informações gerais: - Física e Segurança no Trânsito - -No mundo todo, mais de 1 milhão de mortes por ano em acidentes de trânsito. - No Brasil, são mais de 40 mil mortes por ano, incluídas aí mais de

Leia mais

PLANO DE ENSINO CÓDIGO: MT CHS: 2 CHT: 36 SEM: 3º

PLANO DE ENSINO CÓDIGO: MT CHS: 2 CHT: 36 SEM: 3º PLANO DE ENSINO CURSO: LOGÍSTICA E TRANSPORTES DISCIPLINA: Modais de Transportes CÓDIGO: MT CHS: 2 CHT: 36 SEM: 3º OBJETIVOS: Gerais (conhecimentos) Introdução as diferentes tecnologias de transporte.

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE TRANUS COMO APOIO À ENGENHARIA DE TRÁFEGO E TRANSPORTE URBANO

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE TRANUS COMO APOIO À ENGENHARIA DE TRÁFEGO E TRANSPORTE URBANO UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE TRANUS COMO APOIO À ENGENHARIA DE TRÁFEGO E TRANSPORTE URBANO 1. INTRODUÇÃO Atualmente a tecnologia vem se desenvolvendo cada vez mais rápido para suprir as necessidades da população.

Leia mais

NOVEMBRO 2013 1º RELATÓRIO DE ANDAMENTO

NOVEMBRO 2013 1º RELATÓRIO DE ANDAMENTO NOVEMBRO 2013 ESTUDO PRELIMINAR PARA IMPLANTAÇÃO DE PONTE SOBRE O RIO SÃO FRANCISCO, ENTRE OS MUNICÍPIOS DE PENEDO/AL E NEÓPOLIS/SE 1º RELATÓRIO DE ANDAMENTO ESTUDO PRELIMINAR PARA IMPLANTAÇÃO DE PONTE

Leia mais

CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO

CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO No Brasil a Engenharia de Tráfego evoluiu como um ramo da Engenharia a partir do final da década de 50, face ao aumento do processo de urbanização causado

Leia mais

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA.

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. Caro participante, Agradecemos a sua presença no III Megacity Logistics Workshop. Você é parte importante para o aprimoramento

Leia mais

RASTREAMENTO DE FROTAS COMO FORMA DE ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL E TORNAR MAIS SUSTENTÁVEL O TRANSPORTE

RASTREAMENTO DE FROTAS COMO FORMA DE ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL E TORNAR MAIS SUSTENTÁVEL O TRANSPORTE RASTREAMENTO DE FROTAS COMO FORMA DE ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL E TORNAR MAIS SUSTENTÁVEL O TRANSPORTE por Cileneu Nunes Painel 3: Tecnologias para monitoramento de risco e produtividade logística O mercado

Leia mais

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Elementos geométricos de uma estrada (Fonte: PONTES FILHO, 1998) GEOMETRIA DE VIAS 1. INTRODUÇÃO: A geometria de uma estrada é definida pelo traçado do

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DA CRIAÇÃO DE ARQUIVOS DE ENTRADA DE UM SIMULADOR DE TRÁFEGO PARA RODOVIAS DE PISTA SIMPLES

OTIMIZAÇÃO DA CRIAÇÃO DE ARQUIVOS DE ENTRADA DE UM SIMULADOR DE TRÁFEGO PARA RODOVIAS DE PISTA SIMPLES OTIMIZAÇÃO DA CRIAÇÃO DE ARQUIVOS DE ENTRADA DE UM SIMULADOR DE TRÁFEGO PARA RODOVIAS DE PISTA SIMPLES Vanessa Cardoso Batista 1 Ricardo Almeida de Melo 2 RESUMO A faixa adicional implantada em aclives

Leia mais

Capítulo 6 ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DAS ESTRADAS DE RODAGEM

Capítulo 6 ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DAS ESTRADAS DE RODAGEM Capítulo 6 ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DAS ESTRADAS DE RODAGEM 6.1. INTRODUÇÃO A geometria de uma estrada é definida pelo traçado do seu eixo em planta e pelos perfis longitudinal e transversal. A Fig. 6.1 apresentada

Leia mais

DISPOSIÇÕES TÉCNICAS. AUTO-ESTRADAS Características Técnicas DOCUMENTO BASE

DISPOSIÇÕES TÉCNICAS. AUTO-ESTRADAS Características Técnicas DOCUMENTO BASE DISPOSIÇÕES TÉCNICAS AUTO-ESTRADAS Características Técnicas DOCUMENTO BASE Trabalho realizado com a colaboração do Eng. João Bernardo Pessoa Begonha, apresentado no V Congresso Rodoviário Português Estrada

Leia mais

ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG

ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG Daniel da Silva Marques (UFAM) daniel.ufam2009@hotmail.com Caio Ronan Lisboa Pereira (UFAM) caioronan@hotmail.com Almir Lima Caggy (UFAM) almir_kggy@hotmail.com

Leia mais

ISF 203: ESTUDOS TOPOGRÁFICOS PARA PROJETOS BÁSICOS DE FERROVIAS

ISF 203: ESTUDOS TOPOGRÁFICOS PARA PROJETOS BÁSICOS DE FERROVIAS ISF 203: ESTUDOS TOPOGRÁFICOS PARA PROJETOS BÁSICOS DE FERROVIAS 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços de Estudos Topográficos nos Projetos Básicos de Engenharia Ferroviária. Devem ser considerados

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Transportes de Produtos Perigosos, Ações Emergenciais, Produtos Perigosos, Transporte de Produtos Perigosos em Áreas de Mananciais.

PALAVRAS-CHAVE: Transportes de Produtos Perigosos, Ações Emergenciais, Produtos Perigosos, Transporte de Produtos Perigosos em Áreas de Mananciais. 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina IV-012 PLANO DE AÇÃO EMERGENCIAL PARA ACIDENTES ENVOLVENDO O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

Leia mais

3.0 Sistemas de Informação Geográfica

3.0 Sistemas de Informação Geográfica 3.0 Sistemas de Informação Geográfica Neste capítulo será feita uma revisão sobre os temas relacionados aos sistemas de informação geográfica, assim como suas aplicações a transporte. A apresentação do

Leia mais

Plano Cicloviário de Piracicaba

Plano Cicloviário de Piracicaba 2º Fórum Aberto de Revisão do Plano Diretor de Mobilidade Plano Cicloviário de Piracicaba 16 de outubro de 2013 Cidade ciclável Mobilidade por bicicleta Proposta Piracicaba Plano Cicloviário Projeções

Leia mais

Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR)

Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR) Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR) Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) Ministério dos Transportes (MT) Para cobrir os 55 mil km de rodovias federais eram precisos 18 meses

Leia mais

EXPERIÊNCIAS OPERACIONAIS PÓS-IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE DE TRÁFEGO EM ÁREA DE FORTALEZA - CTAFOR

EXPERIÊNCIAS OPERACIONAIS PÓS-IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE DE TRÁFEGO EM ÁREA DE FORTALEZA - CTAFOR EXPERIÊNCIAS OPERACIONAIS PÓS-IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE DE TRÁFEGO EM ÁREA DE FORTALEZA - CTAFOR Marcus Vinicius Teixeira de Oliveira Marcos José Timbó Lima Gomes Hamifrancy Brito Meneses Waldemiro

Leia mais

ESPELHO DE EMENDA INICIATIVA

ESPELHO DE EMENDA INICIATIVA SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE S ÀS LEIS ORÇAMENTÁRIAS ESPELHO DE 001 - Construção do Contorno Ferroviário de Curitiba AUTOR DA Luciano Ducci 37050001 539 0141 - Promover a expansão da malha ferroviária federal

Leia mais

Estrada de Rodagem Terraplanagem

Estrada de Rodagem Terraplanagem Estrada de Rodagem Terraplanagem Prof. Dr. Rodrigo de Alvarenga Rosa rodrigoalvarengarosa@gmail.com (27) 9941-3300 1 O motivo para realizar terraplenagem é que o terreno natural não é adequado ao tráfego

Leia mais

Controlo da velocidade em eixos rodoviários

Controlo da velocidade em eixos rodoviários Controlo da velocidade em eixos rodoviários Definição de soluções combinadas de acalmia de tráfego Sílvia SANTOS 1 ; Ana BASTOS SILVA 2 Departamento de Engenharia Civil Universidade de Coimbra Rua Luís

Leia mais

O SIMULADOR DE DIREÇÃO VEICULAR E O PROCESSO DE HABILITAÇÃO DO CONDUTOR NO BRASIL: ESTUDOS DE VALIDAÇÃO E PROPOSTA DE MELHORIA

O SIMULADOR DE DIREÇÃO VEICULAR E O PROCESSO DE HABILITAÇÃO DO CONDUTOR NO BRASIL: ESTUDOS DE VALIDAÇÃO E PROPOSTA DE MELHORIA O SIMULADOR DE DIREÇÃO VEICULAR E O PROCESSO DE HABILITAÇÃO DO CONDUTOR NO BRASIL: ESTUDOS DE VALIDAÇÃO E PROPOSTA DE MELHORIA Fabio Sartori Vieira Ana Paula Camargo Larocca Raquel Almqvist O SIMULADOR

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa 1 INTRODUÇÃO 1.1 Motivação e Justificativa A locomoção é um dos direitos básicos do cidadão. Cabe, portanto, ao poder público normalmente uma prefeitura e/ou um estado prover transporte de qualidade para

Leia mais

Normas para Apresentação de Monografias

Normas para Apresentação de Monografias UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E COMPUTAÇÃO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Normas para Apresentação de Monografias Campina Grande, dezembro 2010

Leia mais

TRANSDATA SMART SISTEMA DE INTELIGÊNCIA DE GESTÃO INTEGRADA

TRANSDATA SMART SISTEMA DE INTELIGÊNCIA DE GESTÃO INTEGRADA BRASIL ARGENTINA +55 19 3515.1100 www.transdatasmart.com.br SEDE CAMPINAS-SP RUA ANA CUSTÓDIO DA SILVA, 120 JD. NOVA MERCEDES CEP: 13052.502 FILIAIS BRASÍLIA RECIFE CURITIBA comercial@transdatasmart.com.br

Leia mais

Renaude Santos Carneiro. Ana Paula Camargo Larocca. Paulo César Lima Segantine. Gabriel do Nascimento Guimarães. João Olympio de Araújo Neto

Renaude Santos Carneiro. Ana Paula Camargo Larocca. Paulo César Lima Segantine. Gabriel do Nascimento Guimarães. João Olympio de Araújo Neto USO DE TÉCNICA TOPOGRÁFICA-GEODÉSICA NO APOIO AO MONITORAMENTO DE INCLINAÇÃO DE TABULEIRO DE OBRAS DE ARTE RODOVIÁRIAS ESTUDO DE CASO SOBRE A PONTE DO RIO JAGUARI Renaude Santos Carneiro Ana Paula Camargo

Leia mais

INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ENGENHOS PUBLICITÁRIOS A SEREM INSTALADOS NAS FAIXAS DE DOMÍNIO DAS RODOVIAS

INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ENGENHOS PUBLICITÁRIOS A SEREM INSTALADOS NAS FAIXAS DE DOMÍNIO DAS RODOVIAS INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE A SEREM INSTALADOS NAS FAIXAS DE DOMÍNIO DAS RODOVIAS DO SISTEMA RODOVIÁRIO DO DISTRITO FEDERAL 1. OBJETIVO Estabelecer complementação visando instruir

Leia mais

ANÁLISE OPERACIONAL DE FLUXO EM PELOTÃO EM INTERSEÇÕES DO TIPO ROTATÓRIA

ANÁLISE OPERACIONAL DE FLUXO EM PELOTÃO EM INTERSEÇÕES DO TIPO ROTATÓRIA ANÁLISE OPERACIONAL DE FLUXO EM PELOTÃO EM INTERSEÇÕES DO TIPO ROTATÓRIA Diego Fernandes Neris, Universidade de São Paulo diego.neris@usp.br Antonio Clóvis Pinto Ferraz, Universidade de São Paulo coca@sc.usp.br

Leia mais

Categoria: Case: PAMTAX

Categoria: Case: PAMTAX PRÊMIO ANSP 2005 Categoria: Empresas de Prestação de Serviços Case: PAMTAX 2 Í N D I C E SINOPSE Pág. 4 PROBLEMA Pág. 5 A situação das seguradoras Pág. 6 A situação das transportadoras Pág. 8 SOLUÇÃO Pág.

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA. FICHA DE INSCRIÇÃO PARA QUESTIONAMENTOS (preencha de forma clara, legível e objetiva os campos abaixo)

AUDIÊNCIA PÚBLICA. FICHA DE INSCRIÇÃO PARA QUESTIONAMENTOS (preencha de forma clara, legível e objetiva os campos abaixo) NOME: RENATO SILVA JUNIOR ÓRGÃO/ENTIDADE/EMPRESA: PREFEITURA SANTA LUZIA DO ITANHY Como no trecho do Rio Piaui que liga a zona urbana a zona rural do Município de Estância, logo há um grande fluxo de veiculo

Leia mais

Dado Vetorial. Características do Dado Vetorial. Usa entidades como ponto, linha e polígono para identificar localizações;

Dado Vetorial. Características do Dado Vetorial. Usa entidades como ponto, linha e polígono para identificar localizações; Estrutura dos Dados Geográficos Organização lógica dos dados para preservar sua integridade e facilitar o seu uso. Vetorial Raster ou Matricial Dado Vetorial Usa entidades como ponto, linha e polígono

Leia mais

Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros

Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros Alicia Bercovich IBGE VI Fórum Senado Debate Brasil Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência Painel 2: Quem são, onde estão,

Leia mais

Demanda por um sistema integrado de mobilidade urbana, acessível por órgãos gestores, operadoras de transporte e população!

Demanda por um sistema integrado de mobilidade urbana, acessível por órgãos gestores, operadoras de transporte e população! Curso de Gestão da Mobilidade Urbana Ensaio Crítico - Turma 17 Sistema de Informação de Usuários Michel Costa da Silva (*) No Brasil, o crescimento demográfico das grandes capitais, o apoio governamental

Leia mais

SIMULAÇÃO DE TRÁFEGO DE VEÍCULOS INTELIGENTES PARA PREVENÇÃO DE ACIDENTES

SIMULAÇÃO DE TRÁFEGO DE VEÍCULOS INTELIGENTES PARA PREVENÇÃO DE ACIDENTES SIMULAÇÃO DE TRÁFEGO DE VEÍCULOS INTELIGENTES PARA PREVENÇÃO DE ACIDENTES Leonardo T. Antunes 1, Ricardo R. Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil leonardo_tada@hotmail.com, ricardo@unipar.br

Leia mais

MODELAGEM DIGITAL DE SUPERFÍCIES

MODELAGEM DIGITAL DE SUPERFÍCIES MODELAGEM DIGITAL DE SUPERFÍCIES Prof. Luciene Delazari Grupo de Pesquisa em Cartografia e SIG da UFPR SIG 2012 Introdução Os modelo digitais de superficie (Digital Surface Model - DSM) são fundamentais

Leia mais

http://mapas.ipea.gov.br/i3geo/

http://mapas.ipea.gov.br/i3geo/ IPEAMAPAS Disponibilização de forma espacializada dos dados publicados pelo IPEA; Permite interatividade com outros dados disponíveis (infraestrutura, assistência social, saúde, educação, cultura e dados

Leia mais

Avaliação da Usabilidade no Desenvolvimento do Produto: estudo de caso na concepção de um aparelho para monitoramento de velocidade

Avaliação da Usabilidade no Desenvolvimento do Produto: estudo de caso na concepção de um aparelho para monitoramento de velocidade Avaliação da Usabilidade no Desenvolvimento do Produto: estudo de caso na concepção de um aparelho para monitoramento de velocidade Usability Evaluation in Product Design: a case study in the design of

Leia mais

Desenho e Projeto de tubulação Industrial

Desenho e Projeto de tubulação Industrial Desenho e Projeto de tubulação Industrial Módulo I Aula 08 1. PROJEÇÃO ORTOGONAL Projeção ortogonal é a maneira que o profissional recebe o desenho em industrias, 1 onde irá reproduzi-lo em sua totalidade,

Leia mais

MANUAL DO NOVO PORTAL GRUPO NEW VISION RASTREAMENTO E CONTROLE DE VEICULOS E FROTAS.

MANUAL DO NOVO PORTAL GRUPO NEW VISION RASTREAMENTO E CONTROLE DE VEICULOS E FROTAS. MANUAL DO NOVO PORTAL GRUPO NEW VISION RASTREAMENTO E CONTROLE DE VEICULOS E FROTAS. TELA DE LOGIN DO PORTAL LOGÍSTICA RASTREAMENTO Digite o endereço www.gruponewvision.com.br/rastreamento em seu navegador

Leia mais

Projeto Final Simulação da Rodovia Curitiba-Paranaguá e sistema de balsas Matinhos- Guaratuba

Projeto Final Simulação da Rodovia Curitiba-Paranaguá e sistema de balsas Matinhos- Guaratuba IF6AL Simulação de Eventos Discretos / Prof. Ricardo Equipe: Brunno Braga Bruno Weingraber Projeto Final Simulação da Rodovia Curitiba-Paranaguá e sistema de balsas Matinhos- Guaratuba Resumo A travessia

Leia mais

9 PROJEÇÕES ORTOGONAIS. 9.1 Introdução

9 PROJEÇÕES ORTOGONAIS. 9.1 Introdução 9 PROJEÇÕES ORTOGONAIS 57 9.1 Introdução Tanto o desenho em perspectivas como o desenho através de vista se valem da projeção para fazer suas representações. A diferença é que no desenho em perspectiva

Leia mais

SEGURANÇA VIÁRIA NO TRABALHO. Uma responsabilidade de todos

SEGURANÇA VIÁRIA NO TRABALHO. Uma responsabilidade de todos SEGURANÇA VIÁRIA NO TRABALHO Uma responsabilidade de todos QUEM SOMOS A FUNDACIÓN MAPFRE, instituição criada em 1975 pela MAPFRE, desenvolve atividades de interesse geral na Espanha e em outros países

Leia mais

IIIª Circunferência de Mobilidade Urbana de Florianópolis

IIIª Circunferência de Mobilidade Urbana de Florianópolis Documento confidencial para uso e informação do cliente IIIª Circunferência de Mobilidade Urbana de Florianópolis Dia Mundial sem Carro Divulgação Preliminar dos Resultados das Pesquisas Parte I Visão

Leia mais

Governo do Estado de São Paulo Secretaria dos Transportes Departamento de Estradas de Rodagem

Governo do Estado de São Paulo Secretaria dos Transportes Departamento de Estradas de Rodagem Governo do Estado de São Paulo Secretaria dos Transportes Departamento de Estradas de Rodagem 2005 Introdução O DER/SP cresceu vertiginosamente e, em pleno século 21, já se vê à frente de um novo cenário

Leia mais

4. CRITÉRIOS GERAIS PARA IMPLANTAÇÃO DA SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA

4. CRITÉRIOS GERAIS PARA IMPLANTAÇÃO DA SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA 4. CRITÉRIOS GERAIS PARA IMPLANTAÇÃO DA SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA Este capítulo aborda um dos principais aspectos da sinalização semafórica, que é a decisão relativa à utilização ou não dessa sinalização

Leia mais

DIRETRIZES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AVANÇADO PARA ESTUDOS E PROJETOS VIÁRIOS: ANÁLISE DA VISIBILIDADE DE ULTRAPASSAGEM VERTICAL

DIRETRIZES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AVANÇADO PARA ESTUDOS E PROJETOS VIÁRIOS: ANÁLISE DA VISIBILIDADE DE ULTRAPASSAGEM VERTICAL DIRETRIZES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AVANÇADO PARA ESTUDOS E PROJETOS VIÁRIOS: ANÁLISE DA VISIBILIDADE DE ULTRAPASSAGEM VERTICAL Fernando Fraga de Freitas dos Santos Daniel Sergio Presta García

Leia mais

SP 07/94 NT 179/94. O efeito da utilização do telefone celular sobre a atenção do motorista. Engº Fernando J. Antunes Rodrigues

SP 07/94 NT 179/94. O efeito da utilização do telefone celular sobre a atenção do motorista. Engº Fernando J. Antunes Rodrigues SP 07/94 NT 179/94 O efeito da utilização do telefone celular sobre a atenção do motorista Engº Fernando J. Antunes Rodrigues Uma das mais populares inovações de automóvel na década passada foi o sistema

Leia mais

Ver e ser visto no trânsito

Ver e ser visto no trânsito matéria de capa Ver e ser visto no trânsito CESVI realizou estudo para apontar as condições em que pedestres, motos e carros são mais bem visualizados à noite Por José Antonio Oka Segurança Viária Ver

Leia mais

ANEXO II DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO - CTB

ANEXO II DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO - CTB ANEXO II DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO - CTB 1. SINALIZAÇÃO VERTICAL É um subsistema da sinalização viária cujo meio de comunicação está na posição vertical, normalmente em placa, fixado ao lado ou

Leia mais

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS GEOMETRIA DE VIAS Elementos geométricos de uma estrada (Fonte: PONTES FILHO, 1998) 1. INTRODUÇÃO: Após traçados o perfil longitudinal e transversal, já

Leia mais

ISF 209: PROJETO GEOMÉTRICO

ISF 209: PROJETO GEOMÉTRICO ISF 209: PROJETO GEOMÉTRICO 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto Geométrico dos Projetos de Engenharia Ferroviária, Projeto Básico e Projeto Executivo. 2. FASES DO PROJETO

Leia mais

Cidades e Aeroportos no Século XXI 11

Cidades e Aeroportos no Século XXI 11 Introdução Nos trabalhos sobre aeroportos e transporte aéreo predominam análises específicas que tratam, por exemplo, do interior do sítio aeroportuário, da arquitetura de aeroportos, da segurança aeroportuária,

Leia mais

índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento

índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento Modalidades de Treinamento Avaliação Profissional Nossos

Leia mais

Novas tendências para a geração e gerenciamento de dados geográficos desenvolvidas pelo Consórcio Cadic - Dmapas

Novas tendências para a geração e gerenciamento de dados geográficos desenvolvidas pelo Consórcio Cadic - Dmapas Novas tendências para a geração e gerenciamento de dados geográficos desenvolvidas pelo Consórcio Cadic - Dmapas Eng. Ignacio de las Peñas CADIC - DMAPAS Dados básicos das empresas que formam o consórcio

Leia mais