INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS"

Transcrição

1 INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS Lucinei Tavares de Assuncao Michelle Andrade

2 INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS Lucinei Tavares de Assunção Michelle Andrade Universidade de Brasília Programa de Pós-Graduação em Transportes RESUMO O excessivo número de acidentes de trânsito nas rodovias brasileiras vem sendo tratado de forma especial por parte dos órgãos responsáveis pelas rodovias, no intuito da redução dos acidentes. É necessário que a segurança viária seja tratada da fase de planejamento até a fase de operação da rodovia para evitar futuras revisões, o que resulta em gastos extras. E para embasar os aspectos de segurança viária ainda nas fases iniciais de projeto, destaca-se a experiência internacional de auditoria de segurança viária (ASV), que auxilia os profissionais a avaliar a segurança viária nos projetos rodoviários. Assim, a presente pesquisa visa elaborar um instrumento de ASV para ser aplicado no estudo de viabilidade, projeto básico e projeto executivo com vista a segurança viária. 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Saúde, em 2011, registrou óbitos no Brasil e feridos hospitalizados em 2012, em decorrência de acidentes de trânsito. O Brasil ocupa a quinta posição no ranking de países que registram mais óbitos relacionados a acidentes de trânsito (VIAS SEGURAS, 2014). Em 2009, a Organização Mundial de Saúde (OMS) registrou 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países e, se nenhuma ação mundial for empreendida, este número poderá chegar a 1,9 milhão de mortes até 2020 (ONU, 2010). Com esses resultados, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o período de 2011 a 2020 como a Década Mundial de Ação de Segurança no Trânsito, com objetivo de desenvolver ações para a redução de 50% de mortes em acidentes de trânsito em 10 anos. No Brasil, os principais órgãos e entidades relacionados ao trânsito foram solicitados para elaborar uma proposta de Plano Nacional de Redução de Acidentes para a Década O qual é um conjunto de medidas que visa contribuir para a redução das taxas de mortalidade e lesões por acidentes de trânsito no Brasil, com os objetivos e metas, organizados segundo seis pilares estratégicos: gestão, fiscalização, educação, saúde, segurança viária e segurança veicular a curto, médio e longo prazo (DENATRAN, 2011). Para redução de acidentes no Brasil é necessário ações pró ativas e uma ação considerada e a técnica de auditoria de segurança viária (ASV) que surgiu no final do século XX, com significativos resultados nos países como Austrália e Nova Zelândia. A ASV é definida como uma análise formal, do ponto de vista da segurança no trânsito, de uma via, elemento viário ou esquema de circulação, existente ou projetado, por uma equipe de examinadores qualificados e independentes. A ASV pode ser aplicada nas diversas fases que incluem a realização de uma obra viária (estudo de viabilidade, projeto preliminar, projeto definitivo, antes da abertura ao tráfego e depois da abertura ao tráfego (Ferraz et al., 2012). Há concordância por parte dos especialistas que, quanto mais cedo o projeto for auditado, maior o ganho de segurança final. Se um conceito ou tratamento apropriado é identificado na fase de viabilidade, melhor, é muito difícil e, muitas vezes, impossível de remover problemas de segurança em fases posteriores do projeto, uma vez que o tráfego está circulando na via. 1

3 Auditoria precoce também pode levar a eliminação precoce de problemas e, portanto, minimização do tempo desperdiçado em fases posteriores de projeto (Bagi e Kumar, 2012). Assim, o presente projeto propõe a elaboração de um instrumento de ASV para projetos rodoviários adaptados a realidade brasileira, com vista à segurança viária. 2. OBJETIVOS Este projeto de dissertação tem como objetivo geral a elaboração de um instrumento de ASV adaptado à realidade brasileira com vista à segurança viária para ser aplicado em projetos rodoviários nas fases de Estudo de Viabilidade, Projeto Básico e Projeto Executivo para a mitigação de acidentes de trânsito. Os objetivos específicos deste projeto de dissertação são: a) Identificar e analisar a abrangência dos instrumentos existentes de ASV com uso nas fases de projetos; b) identificar os tópicos importantes para segurança viária e definir os tópicos a serem usados no instrumento de ASV nas fases de projetos de rodovias brasileiras; c) Materializar o instrumento de ASV para a aplicação nas fases de projeto rodoviário. 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3.1 Acidente de Trânsito Ao considerar a circulação viária tanto urbana quanto rural, nos últimos tempos, é visível que os cenários tornaram-se problemas graves para a sociedade, tais como: o acidente de trânsito, o congestionamento e a poluição ambiental. Entretanto, entre esses problemas o acidente de trânsito é considerado o mais grave, pois representa grandes perdas humanas, em termos ferimentos e fatalidades. Bem como perdas econômicas significativas (Panitz, 1999). A Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, apresenta um conceito abrangente de acidente de trânsito definindo como todo evento não premeditado de que resulte dano em veículo ou na carga e/ou lesões em pessoas e/ou animais, em que pelo menos uma das partes está em movimento nas vias terrestres ou áreas abertas ao público (ABNT, 1989). 3.2 Segurança Viária Sinay & Tamayo (2005), em sua interpretação mais ampla, descrevem a segurança viária como sendo o conjunto de condições e fatores interligados que propiciam a circulação e interação dos diferentes elementos do tráfego na via sob níveis aceitáveis de risco e de forma suficientemente segura. 3.3 Projetos Rodoviários Importante destacar as definições de estudo de viabilidade, projeto básico e projeto executivo. O DNIT (2006) menciona que Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental de rodovias é o conjunto de estudos a serem desenvolvidos para a avaliação dos benefícios sociais e econômicos decorrentes dos investimentos, tanto em implantação de novas rodovias quanto aos melhoramentos de rodovias existentes. Para o DNER (1997), defini projeto básico e projeto executivo da seguinte forma: 2

4 PROJETO BÁSICO 1) Projeto que reúne as descrições técnicas necessárias e suficientes à contratação da execução da obra. 2) Conjunto de elementos que define a obra ou serviço, ou o complexo das obras ou serviços, objeto da licitação e que possibilite a estimação do custo final e do prazo de execução. PROJETO EXECUTIVO Projeto que reúne os elementos necessários e suficientes e à execução completa da obra, detalhando o projeto básico. ANTT (2005) em sua Resolução 1187/2005, Capítulo 1 Dos Conceitos e Definições, Art. 2º destaca-se projeto básico e projeto executivo: PROJETO BÁSICO: Conjunto de elementos necessários e suficientes, com grau de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços, elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição do prazo de execução. PROJETO EXECUTIVO: de obra, inclusive as peças, os diagramas e outros elementos elucidativos necessários à sua execução, de acordo com as normas pertinentes. 3.3 Auditoria de Segurança Viária A ASV visa identificar as deficiências de segurança da via que possam vir a causar acidentes, e o objetivo é: evitar a ocorrência ou reduzir a severidade dos acidentes; diminuir a correção de trabalhos futuros nas rodovias; reduzir os custos com os acidentes, com manutenção da infraestrutura e com modificações propostas relativas à segurança viária após a construção da rodovia; e difundir o conceito e a importância dessa segurança nas equipes de planejadores, projetistas, construtores e mantenedores (Pedroso et al, 2005 apud De Souza, 2012). A ASV segundo Ferraz, et. al, (2012), é empregada para designar a análise formal do ponto de vista da segurança no trânsito, de uma via, elemento viário ou esquema de circulação, existente ou projetado, por uma equipe de examinadores qualificados e independentes. Assim, pode-se citar que a ASV é uma técnica que usa procedimentos para fins preventivos da segurança viária, de forma sistemática, para a verificação independente para as melhorias dos aspectos relacionados à segurança viária, com vista à segurança dos usuários da rodovia. 4. METODOLOGIA A pesquisa será realizada de acordo com as etapas a seguir apresentadas. a) Primeira Etapa: revisão bibliográfica sobre acidente de trânsito, segurança viária, projetos rodoviários nas fases de estudo de viabilidade, projeto básico e projeto executivo e técnica de auditoria de segurança viária nos âmbitos nacional e internacional. b) Segunda Etapa: revisão e análise das listas de ASV existentes nacional e internacionalmente, para subsidiar a elaboração do instrumento de ASV neste trabalho. c) Terceira Etapa: identificação das especificidades brasileiras em acidentes de trânsito relacionados à via. d) Quarta Etapa: elaboração dos instrumentos de ASV para aplicação nas fases de estudo de viabilidade, projeto básico e projeto executivo, considerando as especificidades brasileiras. 3

5 e) Quinta Etapa: submissão do instrumento de ASV elaborado aos profissionais que atuam na elaboração e análise de projetos rodoviários para avaliação da consistência do instrumento. f) Sexta Etapa: análise das considerações dos profissionais, para o aprimoramento do instrumento. Faz parte dessa etapa a revisão do instrumento proposto para sua finalização. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS A pesquisa está em andamento e, até a ocasião, definiu-se o instrumento de ASV adaptado, de modelos internacionais, à realidade brasileira, nas fases de estudo viabilidade, projeto básico e projeto executivo. Foi adaptado à realidade brasileira, uma vez que algumas situações são tipicamente brasileiras. No Brasil, os estudos são peculiares e até a inexistência de instrumentos para serem usados nas fases de projetos. Pretende-se que instrumento elaborado possa contribuir para a redução dos acidentes de trânsito no Brasil, devido o instrumento elencar tópicos relevantes sobre a segurança viária, que muitas vezes passam despercebidos e até mesmo não propostos nos projetos. Projetos não auditados podem possuir pontos críticos, que poderia ser detectados ainda na fase de projetos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANTT (2005) Agência Nacional de Transporte Terrestre. Resolução nº 1187, de 09 de novembro de Dispõe sobre os procedimentos de execução de obras e serviços pelas concessionárias nas rodovias federais reguladas pela ANTT. BAGI, A. S.; KUMAR, D. N. (2012) Road Safety Audit, IOSR Journal of Mechanical and Civil Engineering. ISSN: Volume 1, Issue 6 (July-August), PP DE SOUZA, M. L. R. (2012). Procedimento para avaliação de projetos de rodovias rurais visando a segurança viária. Dissertação de Mestrado em Transportes, Publicação T.DM 005/2012. Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, Universidade de Brasília, Brasília, DF, 206 p. DENATRAN (2011) Departamento Nacional de Trânsito, Década de Ação pela Segurança no Trânsito Disponível em Instituto%20de%20Engenharia%20SP.pdf. Acesso em 10/12/2013 e 10/01/2014. DNER (1997) Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico. Divisão de Capacitação Tecnológica. Glossário de termos técnicos rodoviários. Rio de Janeiro. DNIT (2006) Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Diretrizes Básicas para Estudos e Projetos Rodoviários: escopos básicos / instrução de serviço. Publicação 726. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. 484p. Brasília. FERRAZ, C., RAIA JR., A., BEZERRA, B., BASTOS, T., RODRIGUES, K. (2012) Segurança Viária. São Carlos: Suprema Gráfica e Editora LTDA, 321 p. PUNITZ, M. A. (1999) A Segurança Viária e o Fator Humano. Verificação da presença de Álcool Direção. No Sistema de Transporte Rodoviário do RGS. Dissertação (Mestre em Engenharia). Universidade Federal de Rio Grande do Sul. Porto Alegre/RS. RODRIGUES, J. L. F. (2010). Aplicações da técnica de auditoria de segurança viária em segmentos viários no estado de São Paulo avaliação crítica de reflexões. 119p. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas. SINAY, M. C. F. e TAMAYO, A. S. (2005) Segurança Viária: Uma Visão Sistémica. In: Rio de Transportes III, Rio de Janeiro. VIAS SEGURAS (2014) Estatísticas Nacionais de Acidentes de Trânsito. Disponível em: viasseguras.com/layout/set/print/os_acidentes/estatisticas/estatisticas_nacionais. Acesso em: 10/01/2014. Lucinei Tavares de Assunção Michelle Andrade Programa de Pós-Graduação em Transportes. Universidade de Brasília, Campus Universitário Darcy Ribeiro. Asa Norte, Anexo SG-12, 1º andar, Brasília - DF, Brasil. 4

SOROCABA - DADOS ESTATÍSTICOS SOBRE ACIDENTES DE TRÂNSITO

SOROCABA - DADOS ESTATÍSTICOS SOBRE ACIDENTES DE TRÂNSITO 1 / 10 APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO Segundo dados apurados através do Censo - IBGE, Sorocaba possuia uma população de 586.311 habitantes no ano de 2010, com uma taxa de crescimento vegetativo de aproximadamente

Leia mais

PROGRAMA PROREDES BIRD

PROGRAMA PROREDES BIRD ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA PROGRAMA PROREDES BIRD TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL PARA APOIO TÉCNICO À GESTÃO DOS PROJETOS DE RESTAURAÇÃO

Leia mais

Engenharia de Segurança Viária

Engenharia de Segurança Viária Engenharia de Segurança Viária Transporte sustentável salva vidas Através da promoção do transporte sustentável, a EMBARQ Brasil está trabalhando para reduzir a poluição, melhorar a saúde pública e criar

Leia mais

NOÇÃO DE ACIDENTE E INCIDENTE

NOÇÃO DE ACIDENTE E INCIDENTE FICHA TÉCNICA NOÇÃO DE ACIDENTE E INCIDENTE Níveis GDE Temas Transversais Síntese informativa Nível 1 Nível Atitudinal Tema 1 - Conhecimento de si próprio como Condutor; Tema 2 - Atitudes e Comportamentos

Leia mais

A Década da Ação para Segurânça no Trânsito. Dr. Diego González Machín OPAS/Brasil

A Década da Ação para Segurânça no Trânsito. Dr. Diego González Machín OPAS/Brasil A Década da Ação para Segurânça no Trânsito Dr. Diego González Machín OPAS/Brasil Por que uma Década da Ação? O problema está crescendo. Diagnóstico da Situação: Informe Mundial sobre a situação de Segurança

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Transportes de Produtos Perigosos, Ações Emergenciais, Produtos Perigosos, Transporte de Produtos Perigosos em Áreas de Mananciais.

PALAVRAS-CHAVE: Transportes de Produtos Perigosos, Ações Emergenciais, Produtos Perigosos, Transporte de Produtos Perigosos em Áreas de Mananciais. 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina IV-012 PLANO DE AÇÃO EMERGENCIAL PARA ACIDENTES ENVOLVENDO O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

XX RAPAL DI 11 Presentado por Brasil Punto agenda 12a SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ SGA/EACF

XX RAPAL DI 11 Presentado por Brasil Punto agenda 12a SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ SGA/EACF XX RAPAL DI 11 Presentado por Brasil Punto agenda 12a SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ SGA/EACF Sistema de Gestão Ambiental na Estação Antártica Comandante Ferraz SGA/EACF

Leia mais

Soma. Paulo Roberto Guimarães Junior

Soma. Paulo Roberto Guimarães Junior Soma Paulo Roberto Guimarães Junior Observatório Nacional de Segurança Viária. Rua 9 de Julho, 1953 - Vila Georgina - Cep: 13.333-070 - Indaiatuba SP Telefone: (19) 3801.4500 E-mail: onsv@onsv.org.br SÍNTESE

Leia mais

Década de Ações de Segurança no Trânsito. www.hugoleal.com.br e-mail: hugoleal2010@gmail.com Twitter: #dephugoleal

Década de Ações de Segurança no Trânsito. www.hugoleal.com.br e-mail: hugoleal2010@gmail.com Twitter: #dephugoleal 1 Década de Ações de Segurança no Trânsito Alerta da ONU 3 Feridos: entre 20 e 50 milhões/ano Milhares Mortes no Brasil: 35,1 mil pessoas/ano 4 Mortos no trânsito 120 100 107,7 96,6 80 60 40 42,6 35,9

Leia mais

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável Viajeo Plus City Showcase in Latin America Plano de Mobilidade Urbana Sustentável Nívea Oppermann Peixoto, Ms Diretora de Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil EMBARQ Brasil auxilia governos e empresas

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO 10/IN01/DSIC/GSIPR 00 30/JAN/12 1/7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações Inventário e Mapeamento de Ativos de Informação nos

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2007. (Do Sr. Rogerio Lisboa)

PROJETO DE LEI N.º, DE 2007. (Do Sr. Rogerio Lisboa) PROJETO DE LEI N.º, DE 2007. (Do Sr. Rogerio Lisboa) Altera a Lei nº LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997, tornando obrigatória por parte dos fabricantes, importadores e montadores de veículos, a inclusão

Leia mais

LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015.

LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015. LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015. DISPÕE SOBRE A MUNICIPALIZAÇÃO DO TRÂNSITO E TRANSPORTE NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE ALTO GARÇAS E CRIA O DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO E A JUNTA ADMINISTRATIVA

Leia mais

Extinção do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem - DNER

Extinção do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem - DNER Programa 0225 GESTÃO DA POLÍTICA DE TRANSPORTES Objetivo Apoiar o planejamento, avaliação e controle dos programas na área de transportes. Público Alvo Governo Ações Orçamentárias Indicador(es) Órgão(s)

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. 1. Objeto. 2. Antecedentes. 3. Objeto da Licitação

TERMO DE REFERÊNCIA. 1. Objeto. 2. Antecedentes. 3. Objeto da Licitação TERMO DE REFERÊNCIA 1. Objeto 1.1. Contratação de empresa especializada em auditoria de tecnologia da informação e comunicações, com foco em segurança da informação na análise de quatro domínios: Processos

Leia mais

Congresso Internacional de Gestão da Inovação no Setor Público CIGISP 2015 15-17, abril, Brasília/Brasil

Congresso Internacional de Gestão da Inovação no Setor Público CIGISP 2015 15-17, abril, Brasília/Brasil Congresso Internacional de Gestão da Inovação no Setor Público CIGISP 2015 15-17, abril, Brasília/Brasil Proposta de equacionamento de conflito ambiental e urbanístico: plantio de eucalipto na faixa lateral

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001 Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Conceitos Gerais A gestão ambiental abrange uma vasta gama de questões, inclusive aquelas com implicações estratégicas

Leia mais

Principais Serviços. Projeto. Supervisão e Gerenciamento

Principais Serviços. Projeto. Supervisão e Gerenciamento A Empresa Engespro é uma empresa de engenharia consultiva criada há 30 anos, pelo Engenheiro Civil Jeronymo Pacheco Pereira que com grande força empreendedora vislumbrou oportunidades de mercado fundando

Leia mais

MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS

MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS Murilo Castanho dos Santos Cira Souza Pitombo MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS Murilo Castanho dos Santos Cira Souza Pitombo Universidade

Leia mais

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF)

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) Maio de 2007 Maria Rachel Barbosa Fundação Trompovsky (Apoio ao NEAD CENTRAN) rachel@centran.eb.br Vanessa Maria

Leia mais

ATO Nº 232/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 232/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 232/2013 Aprova a Norma Complementar de Procedimentos para Inventariar Ativos de Tecnologia da Informação. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições

Leia mais

Valores diferenciados para associados/funcionários do Sinduscon/RS

Valores diferenciados para associados/funcionários do Sinduscon/RS MBA Contabilidade & Direito Tributário. Parceria: IPOG/Sinduscon-RS O IPOG em parceria com o CRC-RS, traz à Porto Alegre o MBA em Contabilidade & Direito Tributário, que já é sucesso, com mais de 20 turmas

Leia mais

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA Laércio Dahmer 1 Vandersézar Casturino2 Resumo O atual mercado competitivo tem evidenciado as dificuldades financeiras da microempresa.

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL 2 Publicação IPR - 727/2006 Diretrizes Básicas

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

SAU SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS. Outubro/2008

SAU SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS. Outubro/2008 SAU SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS Outubro/2008 O QUE É O SAU? SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS PROJETO PILOTO ABRANGENDO 421,2 KM DE TRECHOS DAS RODOVIAS FEDERAIS BR-040, BR- 060 E BR-153, NO DISTRITO

Leia mais

CONCESSÃO DE RODOVIA. Regulação da Concessão de Rodovias Federais

CONCESSÃO DE RODOVIA. Regulação da Concessão de Rodovias Federais Regulação da Concessão de Rodovias Federais 1ª ETAPA 2ª ETAPA FASE I 2ª ETAPA FASE II 3ª ETAPA FASE I 3ª ETAPA FASE II Década de 60 e 70 -Rodovia Presidente Dutra; Histórico -Freeway entre Porto Alegre

Leia mais

PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB

PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB O QUE É O Plano Diretor de Transporte e da Mobilidade é um instrumento da política de desenvolvimento urbano, integrado ao Plano Diretor do município,

Leia mais

PLANOS DE MOBILIDADE URBANA

PLANOS DE MOBILIDADE URBANA IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA: PLANOS DE MOBILIDADE URBANA RENATO BOARETO Brasília, 28 de novembro de 2012 Organização Não Governamental fundada em 2006 com a missão de apoiar a

Leia mais

Informação sobre trânsito como ferramenta de planejamento para a segurança viária: a experiência do anuário de indicadores do Detran-AL.

Informação sobre trânsito como ferramenta de planejamento para a segurança viária: a experiência do anuário de indicadores do Detran-AL. Informação sobre trânsito como ferramenta de planejamento para a segurança viária: a experiência do anuário de indicadores do Detran-AL. Renan Durval Aparecido da Silva¹ 1 Gerente de estudos de acidentes

Leia mais

País predominantemente urbano: cerca de 80% da população brasileira mora em cidades.

País predominantemente urbano: cerca de 80% da população brasileira mora em cidades. A Política de Mobilidade Urbana no desenvolvimento das cidades! AS CIDADES País predominantemente urbano: cerca de 80% da população brasileira mora em cidades. Processo de urbanização caracterizado pelo

Leia mais

EFETIVIDADE DA AUDIÊNCIA PÚBLICA COMO MECANISMO DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL EM PROJETOS DE MOBILIDADE URBANA

EFETIVIDADE DA AUDIÊNCIA PÚBLICA COMO MECANISMO DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL EM PROJETOS DE MOBILIDADE URBANA EFETIVIDADE DA AUDIÊNCIA PÚBLICA COMO MECANISMO DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL EM PROJETOS DE MOBILIDADE URBANA Aline Maia Pastor Willy Gonzales-Taco EFETIVIDADE DA AUDIÊNCIA PÚBLICA COMO MECANISMO DE PARTICIPAÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 514, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 514, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 514, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a Política Nacional de Trânsito, seus fins e aplicação, e dá outras providências. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN, usando da competência

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2015/00103 de 6 de março de 2015

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2015/00103 de 6 de março de 2015 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CJF-POR-2015/00103 de 6 de março de 2015 Dispõe sobre a aprovação do documento acessório comum "Política de Auditoria de Segurança

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA

CÓPIA NÃO CONTROLADA 2/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. CONDIÇÕES GERAIS... 3 2.1. Campo de Aplicação... 3 2.2. Responsabilidades... 3 2.2.1. Diretor do Projeto... 3 2.2.2. Diretor de Construção... 3 2.2.3. Demais Diretores e

Leia mais

POR FAVOR, SEMPRE DESLIGUEM CELULARES e computadores!!! 2 o semestre de 2015

POR FAVOR, SEMPRE DESLIGUEM CELULARES e computadores!!! 2 o semestre de 2015 2º semestre de 2015 POR FAVOR, SEMPRE DESLIGUEM CELULARES e computadores!!! Universidade Presbiteriana Mackenzie Escola de Engenharia Depto. de Engenharia Civil 2 0 semestre de 2015 Aula 1 A Engenharia

Leia mais

Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR)

Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR) Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR) Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) Ministério dos Transportes (MT) Para cobrir os 55 mil km de rodovias federais eram precisos 18 meses

Leia mais

Divulgação da importância do transporte para o ensino fundamental

Divulgação da importância do transporte para o ensino fundamental Divulgação da importância do transporte para o ensino fundamental Daniel Rech (DEPROT/UFRGS) João Fortini Albano (DEPROT/UFRGS) Resumo O presente artigo deriva de um projeto direcionado a alunos do ensino

Leia mais

Prefeitura Municipal de Aracaju Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento

Prefeitura Municipal de Aracaju Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento 1 TERMO DE REFERÊNCIA Contratação de Consultor - Engenheiro Civil para compor a unidade de gerenciamento do Programa Integrado De Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social PROCIDADES/BID CONTRATO 2258/OC-BR.

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA 1. ESCOPO DO SERVIÇO TÉCNICO DE SUPERVISÃO DE OBRAS

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA 1. ESCOPO DO SERVIÇO TÉCNICO DE SUPERVISÃO DE OBRAS ANEXO I TERMO DE REFERENCIA 1. ESCOPO DO SERVIÇO TÉCNICO DE SUPERVISÃO DE OBRAS Os Serviços Técnicos de Supervisão de Obras de Pavimentação e/ou Restauração são aqueles executados por empresa de consultoria

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 CAMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. Ricardo Izar) Dispõe sobre a adoção de medidas que assegurem a circulação segura de animais silvestres no território nacional, com a redução de acidentes

Leia mais

Como implementar a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 em um laboratório

Como implementar a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 em um laboratório Como implementar a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 em um laboratório Para obter a acreditação o laboratório deve implementar um sistema de gestão da qualidade com especial atenção para os aspectos da

Leia mais

Secretaria de Logística e Transportes DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM

Secretaria de Logística e Transportes DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM Matriz de Transporte Brasil Estado de São Paulo Modal Participação Modal Participação Rodoviário 61,20% Ferroviário 20,70% Hidroviário 13,60% Dutoviário 4,20% Aéreo 0,40% Rodoviário 93,10% Ferroviário

Leia mais

Responsáveis. Conceito. COBIT Control objectives for information and related technology (Controle e governança de TI)

Responsáveis. Conceito. COBIT Control objectives for information and related technology (Controle e governança de TI) COBIT Control objectives for information and related technology (Controle e governança de TI) Responsáveis Information system audit and control association IT Governance Institute Conceito Um conjunto

Leia mais

ANEXO II.2 PROJETO BÁSICO SISTEMA DE CONTROLE DA QUALIDADE

ANEXO II.2 PROJETO BÁSICO SISTEMA DE CONTROLE DA QUALIDADE ANEXO II.2 PROJETO BÁSICO SISTEMA DE CONTROLE DA QUALIDADE Página 1 Anexo II.2 PROJETO BÁSICO: SISTEMA DE CONTROLE DA QUALIDADE 1. CONCEITUAÇÃO O Sistema de Controle da Qualidade do Serviço Público de

Leia mais

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento 1. Introdução 1.1. O presente Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento tem por objetivo tratar dos seguintes aspectos do Arrendamento:

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

ÍNDICE. 1. Apresentação... 3. 2. O Acordo de Empréstimo E-7383-BR... 4

ÍNDICE. 1. Apresentação... 3. 2. O Acordo de Empréstimo E-7383-BR... 4 Referência: Janeiro 2013 1 ÍNDICE 1. Apresentação... 3 2. O Acordo de Empréstimo E-7383-BR... 4 2.1. Dados do Acordo... 4 2.2. Categorias Descritas no Acordo de Empréstimo... 4 3. A Assistência Técnica

Leia mais

Padrão de Desempenho 1 V2 Avaliação e Gestão de Riscos e Impactos Socioambientais

Padrão de Desempenho 1 V2 Avaliação e Gestão de Riscos e Impactos Socioambientais Introdução 1. O Padrão de Desempenho 1 ressalta a importância da gestão do desempenho socioambiental durante o ciclo de vida de um projeto. Um sistema eficaz de avaliação e gestão socioambiental é um processo

Leia mais

PREVENÇÃO E ANÁLISE DE ASPECTOS QUANTITATIVOS DOS ACIDENTES DO TRABALHO

PREVENÇÃO E ANÁLISE DE ASPECTOS QUANTITATIVOS DOS ACIDENTES DO TRABALHO 618 PREVENÇÃO E ANÁLISE DE ASPECTOS QUANTITATIVOS DOS ACIDENTES DO TRABALHO José Miguel Etchalus (1); Antonio Augusto de Paula Xavier (2) & João Luiz Kovaleski (3) (1)Engenheiro Civil, especialista em

Leia mais

P2CEM. Pesquisa 2015/1. Elaboração de trabalho escrito. Profa. Dra. Zélia Soares Macedo Departamento de Física

P2CEM. Pesquisa 2015/1. Elaboração de trabalho escrito. Profa. Dra. Zélia Soares Macedo Departamento de Física P2CEM Pesquisa 2015/1 Elaboração de trabalho escrito Profa. Dra. Zélia Soares Macedo Departamento de Física Tipos de trabalho escrito: - monografia (1º semestre); - projeto (1º ou 2º semestre); - relatório

Leia mais

SEGURANÇA VIÁRIA NO TRABALHO. Uma responsabilidade de todos

SEGURANÇA VIÁRIA NO TRABALHO. Uma responsabilidade de todos SEGURANÇA VIÁRIA NO TRABALHO Uma responsabilidade de todos QUEM SOMOS A FUNDACIÓN MAPFRE, instituição criada em 1975 pela MAPFRE, desenvolve atividades de interesse geral na Espanha e em outros países

Leia mais

II.7.7 - PROGRAMA ESPECÍFICO DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS DO TRABALHADOR

II.7.7 - PROGRAMA ESPECÍFICO DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS DO TRABALHADOR EIA/RIMA para o Desenvolvimento II.7.7 - PROGRAMA ESPECÍFICO DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS DO TRABALHADOR EIA/RIMA para o Desenvolvimento Pág. 1/10 II.7.7 - Programa Específico de A PETROBRAS

Leia mais

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE TRÂNSITO

POLÍTICA NACIONAL DE TRÂNSITO POLÍTICA NACIONAL DE TRÂNSITO INTRODUÇÃO A Associação Brasileira de Pedestres ABRASPE apresenta aqui sua sugestão para revisão do texto original de Política Nacional de Trânsito apresentado pelo Departamento

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GERÊNCIA DE CONTROLE INTERNO PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA - EXERCÍCIO 2014

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GERÊNCIA DE CONTROLE INTERNO PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA - EXERCÍCIO 2014 ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GERÊNCIA DE CONTROLE INTERNO PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA - EXERCÍCIO 2014 1. APRESENTAÇÃO A Gerência de Controle Interno, unidade subordinada

Leia mais

O POSICIONAMENTO DA ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO NA GOVERNANÇA DE TI

O POSICIONAMENTO DA ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO NA GOVERNANÇA DE TI O POSICIONAMENTO DA ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO NA GOVERNANÇA DE TI Claudio Gottschalg Duque Professor Departamento de Ciência da Informação Universidade de Brasília (UnB) Brasil Mauricio Rocha Lyra Aluno

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO DE INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA

GRUPO DE TRABALHO DE INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA DESENVOLVIMENTO DE LAY-OUT DE PROPOSTA ALTERNATIVA PARA O SISTEMA G DE TRANSPORTE PÚBLICO MULTIMODAL PARA A REGIÃO METROPOLITANA DA GRANDE VITÓRIA GRUPO DE TRABALHO DE INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental da Agência Nacional de Transportes Terrestres SGA/ANTT 2012

Sistema de Gestão Ambiental da Agência Nacional de Transportes Terrestres SGA/ANTT 2012 SGA ANTT Sistema de Gestão Ambiental da Agência Nacional de Transportes Terrestres SGA/ANTT 2012 Processo de Licenciamento Ambiental: Quais as necessidades da ANTT? Sistema de Gestão Ambiental da ANTT

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

5 km/h a mais, uma vida a menos

5 km/h a mais, uma vida a menos 5 a mais, uma vida a menos Respeite os limites de velocidade www.fundacionmapfre.com.br O excesso de velocidade não acontece por acidente, é uma escolha. Na correria do dia-a-dia, vivemos apressados e,

Leia mais

Mercia Maria Teixeira Bezerra

Mercia Maria Teixeira Bezerra Mercia Maria Teixeira Bezerra Rua Anísio de Abreu, n 1549, Brasileira Marquês - Teresina PI CEP: 64.002-485 Casada Tel.: (86) 9982-5103/3221-1455/8813-1394 Nascimento: 20/12/1955 Email: merciatb@gmail.com

Leia mais

A Aon Global Risk Consulting (AGRC), líder mundial em consultoria de gestão de riscos, está presente em mais de 120 países. São mais de 2.

A Aon Global Risk Consulting (AGRC), líder mundial em consultoria de gestão de riscos, está presente em mais de 120 países. São mais de 2. A Aon Global Risk Consulting (AGRC), líder mundial em consultoria de gestão de riscos, está presente em mais de 120 países. São mais de 2.000 consultores que se dedicam de forma integral à gestão de riscos

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação s Possíveis Achados 1 As características da unidade de controle interno atendem aos preceitos normativos e jurisprudenciais? Ato que criou

Leia mais

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004 Sistemas de Gestão O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 Material especialmente preparado para os Associados ao QSP. QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004

Leia mais

CURSO DE BOAS PRÁTICAS DE EXECUÇÃO DE ABERTURA E FECHAMENTO DE VALAS E SUA FISCALIZAÇÃO

CURSO DE BOAS PRÁTICAS DE EXECUÇÃO DE ABERTURA E FECHAMENTO DE VALAS E SUA FISCALIZAÇÃO Descrição CURSO DE BOAS PRÁTICAS DE EXECUÇÃO DE ABERTURA E FECHAMENTO DE VALAS E SUA FISCALIZAÇÃO Sinopse O curso visa apresentar as diretrizes executivas de serviços com o objetivo de fixar a maneira

Leia mais

CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO

CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO No Brasil a Engenharia de Tráfego evoluiu como um ramo da Engenharia a partir do final da década de 50, face ao aumento do processo de urbanização causado

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação INF-108 Segurança da Informação Gestão de Segurança da Informação Prof. João Henrique Kleinschmidt (slides cedidos pelo Prof. Carlos Kamienski - UFABC) Gerenciamento e Avaliação de Riscos Terminologia

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso

Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso Nos termos do Contrato de Concessão, bem como dos regulamentos administrativos impostos pelo Poder Concedente, compete à ECO101 Concessionária

Leia mais

Prefeitura Municipal de Aracaju Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento

Prefeitura Municipal de Aracaju Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento 1 TERMO DE REFERÊNCIA Contratação de serviços de Consultor Ambiental para compor a unidade de gerenciamento do Programa Integrado De Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social PROCIDADES/BID CONTRATO 2258/OC-BR.

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

PROPOSTA DO SENAI PARA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA

PROPOSTA DO SENAI PARA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA PROPOSTA DO SENAI PARA IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA Manuel Victor da Silva Baptista (1) Engenheiro Químico com pós-graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental, SENAI-CETSAM,

Leia mais

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU

Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU Experiências Nacionais Bem Sucedidas com Gestão de Tributos Municipais Ênfase no IPTU O Papel dos Tributos Imobiliários para o Fortalecimento dos Municípios Eduardo de Lima Caldas Instituto Pólis Marco

Leia mais

Obras complementares - sinalização vertical

Obras complementares - sinalização vertical MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

PROC-IBR-EDIF 046/2015 Análise de Projeto de Estrutura Metálica

PROC-IBR-EDIF 046/2015 Análise de Projeto de Estrutura Metálica INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC-IBR-EDIF 046/2015 Análise de Projeto de Estrutura Metálica Primeira edição válida a partir

Leia mais

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DO SOFTWARE DE GESTÃO DE PROJETOS DOTPROJECT NA PRODUÇÃO DE MATERIAIS MULTIMÍDIA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DO SOFTWARE DE GESTÃO DE PROJETOS DOTPROJECT NA PRODUÇÃO DE MATERIAIS MULTIMÍDIA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD 1 UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DO SOFTWARE DE GESTÃO DE PROJETOS DOTPROJECT NA PRODUÇÃO DE MATERIAIS MULTIMÍDIA PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA EAD Serra, 05/2009 Saymon Castro de Souza Ifes saymon@ifes.edu.br

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19).

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). PORTARIA Nº 483, DE 20 DE SETEMBRO DE 2001. Aprova as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida

Leia mais

SP 01/04/91 NT 128/91

SP 01/04/91 NT 128/91 SP 01/04/91 NT 128/91 Gerenciamento de Grandes Eventos Antonio Carlos Rissardo (DO) Marco Aurélio Reginatto (GET 5) Maria Cecília Figueiredo de Toledo (GDT) Marta Maria Alcione Pereira (AA) Milton Roberto

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta.

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. 06/IN01/DSIC/GSIPR 01 11/NOV/09 1/7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações GESTÃO DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS EM SEGURANÇA DA

Leia mais

Universidade Paulista

Universidade Paulista Universidade Paulista Ciência da Computação Sistemas de Informação Gestão da Qualidade Principais pontos da NBR ISO/IEC 12207 - Tecnologia da Informação Processos de ciclo de vida de software Sergio Petersen

Leia mais

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria de Sistemas UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria É uma atividade que engloba o exame das operações, processos, sistemas e responsabilidades gerenciais

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Assunto: Levantamento de Auditoria. Colegiado: Plenário. Classe: Classe V

Tribunal de Contas da União. Assunto: Levantamento de Auditoria. Colegiado: Plenário. Classe: Classe V Tribunal de Contas da União Assunto: Levantamento de Auditoria Colegiado: Plenário Classe: Classe V Sumário: Fiscobras 2001. Obras de construção de contornos rodoviários no corredor Leste/BR- 259/ES. Irregularidades.

Leia mais

OHSAS-18001:2007 Tradução livre

OHSAS-18001:2007 Tradução livre SISTEMAS DE GESTÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL - REQUISITOS (OCCUPATIONAL HEALTH AND SAFETY MANAGEMENT SYSTEMS - REQUIREMENTS) OHSAS 18001:2007 Diretrizes para o uso desta tradução Este documento

Leia mais

UMA COMPARAÇÃO ESTATÍSTICA SOBRE O TRÂNSITO: ANTES E DEPOIS DA IMPLANTAÇÃO DAOPERAÇÃO BALADA SEGURA NO RIO GRANDE DO SUL

UMA COMPARAÇÃO ESTATÍSTICA SOBRE O TRÂNSITO: ANTES E DEPOIS DA IMPLANTAÇÃO DAOPERAÇÃO BALADA SEGURA NO RIO GRANDE DO SUL ISSN 2177-9139 UMA COMPARAÇÃO ESTATÍSTICA SOBRE O TRÂNSITO: ANTES E DEPOIS DA IMPLANTAÇÃO DAOPERAÇÃO BALADA SEGURA NO RIO GRANDE DO SUL Daniellen Thaianne de Oliveira Severo - daniii_severo@hotmail.com

Leia mais

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) nº 001/2009

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) nº 001/2009 TERMO DE REFERÊNCIA (TR) nº 001/2009 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultor (a) para desenvolver, treinar e implantar o Sistema de Gestão de Projetos do IBAMA. 2 JUSTIFICATIVA 2.1 Contextualização: O

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. RELATORA: Senadora ANA AMÉLIA

PARECER Nº, DE 2015. RELATORA: Senadora ANA AMÉLIA PARECER Nº, DE 2015 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, sobre o PLS nº 407, de 2012, do Senador Eduardo Amorim, que altera a Lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, que dispõe sobre o transporte rodoviário

Leia mais

Instrução Normativa CGM nº 002, de 30 de abril de 2013.

Instrução Normativa CGM nº 002, de 30 de abril de 2013. Instrução Normativa CGM nº 002, de 30 de abril de 2013. Aprova o Plano Anual de Auditoria do Sistema Municipal de Controle Interno. A Controladoria-Geral do Município, no uso de suas atribuições, tendo

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CONSULTA PÚBLICA do ANEXO 8 da NR-15 PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES

Leia mais

Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema

Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema Mais de 100 mil km percorridos Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema Estudo da CNT mostra que 57,3% têm alguma deficiência no estado geral; 86,5% dos trechos são de pista simples e

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios:

1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios: 1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios: a) é elaborada por proposta da área de gestão de continuidade de negócios da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Sicoob

Leia mais