UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A Orientação Profissional face à realidade dos alunos do Ensino Médio Por: Michele Bezerra da Silva Calazans Orientadora Prof. Geni Lima Rio de Janeiro 2012

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A Orientação Profissional face à realidade dos alunos do Ensino Médio Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Orientação Pedagógica e Educacional Por: Michele Bezerra da Silva Calazans

3 3 AGRADECIMENTOS...Agradeço a Deus por me dar fé e coragem, ao meu esposo pelo incentivo e dedicação, aos meus pais pelo carinho, ao meu sobrinho pelos abraços apertados de saudade e à minha família pelo amor.

4 4 DEDICATÓRIA Ao meu esposo, André, aos meus pais, Antonia e Valmir, ao meu sobrinho, Lucas, ao meu irmão, Douglas e à minha família e aos meus querido alunos que participaram do projeto.

5 5 RESUMO O presente trabalho teve por objetivo discutir de que forma a orientação profissional é importante para o jovem no momento da escolha profissional. Buscou-se discutir que fatores são levados em consideração na escolha profissional deste jovem. Foi apresentada a importância do orientador profissional e destacou-se a falta deste profissional no ensino médio da rede pública. A realidade desses alunos é preocupante, pois precisam fazer uma escolha, mas não sabem o caminho que irão tomar, porque falta informação sobre o mercado de trabalho e que profissão seguir. A solução é a inserção deste profissional na rede pública por meio de concurso público, para que se tenha profissional qualificado, uma vez que em muitas escolas alguns professores ou coordenadores assumem uma função, que não estão qualificados para atuar. Faz-se necessário um olhar crítico sobre esta realidade, pois muitos jovens iniciam cursos na graduação e após conhecerem a ementa do curso acabam por entender que não tem afinidade e acabam abandonando ou terminam o curso e atuando em algo que não lhes dá satisfação. Apresentar a este jovem um projeto de vida e sua importância é fundamental, para que ele possa ir construindo sua escolha. Este jovem quer ser ouvido e necessita de auxílio e cabe ao orientador este papel. Palavra-chave: Orientação, projeto de vida e escolha profissional

6 6 METODOLOGIA O presente trabalho tem por objetivo mostrar através de pesquisa bibliográfica e de campo para posterior análise e tabulação, visando entender como se dá a escolha profissional dos alunos do ensino médio e a importância do Orientador neste bojo.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I-A História da Orientação profissional no Brasil 10 CAPÍTULO II - O Mercado de Trabalho A escolha profissional e o Mercado de trabalho A família 18 CAPÍTULO III A Orientação Profissional no Ensino Médio Projeto com os alunos do Ensino Médio Um olhar para o futuro: resultados do projeto 28 CONCLUSÃO 32 ANEXOS 33 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 40 ÍNDICE 43

8 8 INTRODUÇÃO A escolha profissional é um dos momentos mais difíceis para muitos jovens, que estão prestes a terminar o ensino médio. A preocupação em escolher uma profissão e entrar no mercado de trabalho é o foco principal para muitos. A escola tem um papel importante, que é formar este aluno e transformá-lo em cidadão. Ainda, segundo a Lei 9394/96 Art. 35 O ensino médio, etapa final da educação básica, com duração mínima de três anos, terá como finalidades: II a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores A Constituição Federal ainda declara em seu Art. 205 A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. A escola deve ser um espaço para dirimir tais questões e um lugar onde o jovem possa ter ferramentas capazes de lhe permitir decidir que caminhos buscar. Há muitos desafios para este jovem como a falta de informação sobre as inúmeras áreas de atuação, a falta de um espaço onde este jovem possa compartilhar suas dúvidas e expectativas, falta de informação sobre vestibular e até sobre o ENEM (Exame Nacional de Ensino Médio). Neste bojo, cabe salientar que o orientador é figura central neste processo e que auxilia o jovem neste momento de decisão. As escolas públicas do estado do Rio de Janeiro não possuem orientador educacional e pedagógico e muitas vezes esta função é substituída por um coordenador pedagógico, que é um cargo indicado pela direção, e exercida por um professor que muitas vezes não possui formação e conhecimento técnico. O trabalho de orientar fica diluído dentro da instituição

9 9 escolar e por sua vez o jovem fica desassistido e desinformado sobre o mercado de trabalho. No último ano do ensino médio a família fica ansiosa para ver seu filho formado e preparado para entrar no mundo do trabalho e assim poder contribuir financeiramente para a renda familiar. Isso foi percebido na fala dos muitos jovens que participaram da pesquisa. Pontuaram que a pressão é enorme e que precisam entrar na faculdade pública não importando o curso. Um aluno declarou que deseja fazer teatro, mas o pai disse que isso não dá dinheiro, então iria tentar vestibular para geografia e ser professor e que depois faria faculdade dos sonhos dele. Os alunos também revelaram que são poucos professores que conversam sobre a escolha profissional e que não há um profissional que exerça essa função na escola e que seria ótimo, pois evitaria muito errar a escolha profissional. É uma realidade crescente, jovens, que prestam vestibular e no decorrer do curso abandonam ou trocam, caso tivessem acesso a uma orientação profissional talvez essa realidade poderia ser diferente. No primeiro capítulo será apresentada a história da Orientação profissional no Brasil. No segundo capítulo será discutido sobre mercado de trabalho e as dúvidas dos jovens sobre carreira a ser seguida. No último capítulo, será apontada a importância do orientador educacional e pedagógico e discutida a sua falta na rede pública de ensino. Também serão abordadas questões referentes às entrevistas feitas com os alunos do último ano do ensino médio.

10 10 CAPÍTULO I A História da Orientação Profissional no Brasil A orientação profissional no Brasil surgiu com a criação do Serviço de Seleção e Orientação Profissional para os alunos do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo em A iniciativa surgiu por parte de Roberto Mangi, engenheiro suiço, naturalizado brasileiro, convidado para lecionar na Escola Politécnica de São Paulo. Também são suas iniciativas o Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT) e o Serviço de Seleção, Orientação e Formação de Aprendizes da Estrada de Ferro Sorocabana, no início da década de 30. Lourenço Filho em 1931 cria o primeiro serviço público de orientação vocacional no Serviço de Educação do Estado de São Paulo. Em 1947 é criado na Fundação Getúlio Vargas o ISOP Instituto de Seleção e Orientação Profissional do Rio de Janeiro sob a coordenação de Emílio Mira Y Lopez, psiquiatra espanhol, uma data que foi considerada por muitos autores como o estabelecimento de fato da orientação vocacional no Brasil. Tinham como objetivos o desenvolvimento de técnicas e métodos da Psicologia aplicada ao Trabalho e à Educação; atendimento ao público, através dos serviços de seleção e orientação. O ISOP, a partir de 1948 passou a oferecer cursos de formação em seleção e Orientação Profissional e no ano seguinte passou a publicar na Revista Arquivos Brasileiros de Psicotécnica. Esse Instituto foi referência para o desenvolvimento da psicologia no Brasil. Em 1949, Mira Y Lopez foi convidado para ajudar na criação do Serviço de Orientação e Seleção Profissional (SOSP). Sua importância no desenvolvimento da educação em Minas Gerais foi acentuada e serviu de berço aos dois primeiros cursos de psicologia do estado (Barros 1999). A partir dessa história da Orientação profissional, também fez parte o estado da Bahia durante a gestão de Isaías Alves (Rapold, 2003). O modelo psicométrico, predominante

11 11 internacionalmente, até a década de 1960 foi um ponto comum entre as iniciativas de trabalho de orientação profissional no Brasil. Com a promulgação da Lei de 27 de agosto de 1962, que criou os cursos de formação em Psicologia e regulamentou a profissão de psicólogo, acabou por exercer uma importante influência nos rumos da Orientação Profissional no Brasil. O desenvolvimento dos cursos de graduação levou a uma gradativa modificação dos objetivos do Instituto de Seleção e Orientação Profissional (ISOP), que no ano de 1970 tornou-se um órgão normativo da Psicologia e teve o nome alterado para Instituto Superior de Pesquisa Psicológica e acabou por ampliar seu campo de interesse a passou a prestar atendimento ao público, a fazer cursos de formação para especialistas, docentes e pesquisadores em nível de pós-graduação (Freitas, 1973; ISOP, 1990). A Orientação profissional brasileira feita por psicólogos acabou por ser influenciada diretamente pela Psicanálise e pela Estratégia Clínica de Orientação Vocacional do psicólogo argentino Rodolfo Bohoslavsky ( ), introduzida no Brasil na década de 1970 por Maria Margarida de Carvalho, que foi a primeira professora da disciplina de Seleção e Orientação Profissional do Curso de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e também foi idealizadora do processo grupal em Orientação Profissional. Em 1970 com a abertura do Serviço de Orientação Profissional (SOP) da USP devido a grande demanda houve a necessidade de adaptação desse processo. A partir disso, Maria Margarida Carvalho propôs os processos grupais como uma forma que fosse suprida essa demanda e como uma alternativa ao modelo psicométrico e como forma de promoção de aprendizagem da escolha. A estratégia clínica de Bohoslavsky conjugado ao processo de intervenção grupal desenvolvido por Carvalho deu origem a um modelo brasileiro de Orientação Profissional. Que segundo Carvalho (2001) seria baseado na Psicologia Clínica, na Psicanálise e em Teorias de Dinâmica de Grupo, assemelha-se à Teoria Breve Focal, cujo foco de trabalho é a escolha profissional. Apesar da prevalência da Abordagem Clínica de Orientação Profissional proposta por Bohoslavsky, outros modelos teóricos também vêm contribuindo

12 12 muito para a Orientação Profissional no Brasil. Destacam-se os modelos Teoria do Desenvolvimento Vocacional de Donald Super, Abordagem Integrada em Orientação Profissional desenvolvida por Maria Célia Lassance, com base nas idéias de Super, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Maria da Glória Hissa e Marita Pinheiro desenvolveram a Metodologia de Ativação de Aprendizagem com base nesses autores, em Bohoslavsky, Pichon- Riviére, Perls, Piaget e Paulo Freire. Ambas abordagens possuem um caráter psico-pedagógico e tem por objetivo e a aprendizagem da escolha. Desde a década de 1970, no Brasil, tiveram diversas tentativas de criação ou adaptação de um tipo de instrumento que fizesse a mensuração da maturidade vocacional do indivíduo. Em 1994, Kátia Neiva fez a primeira versão de um escala brasileira para mensurar a maturidade vocacional, a Escala de Maturidade para Escolha Profissional (EMEP) (Neiva, 2002). A escala foi construída para aplicar especificamente nos alunos do ensino médio utilizando como base os modelos de maturidade vocacional de Super e Crites e foi publicada pela Vetor Editora (Neiva, 1998; Neiva 1999). A exploração vocacional é um comportamento de solução de problemas, experimentação, descoberta, que promove o auto-conhecimento e o conhecimento do mundo do trabalho. Teixeira & Magalhães (2001) desenvolveram a Escala da indecisão vocacional, cujo objetivo é a mensuração da indecisão vocacional, que segundo Sparta 2003, p. 6 Ela se propõe a realizar uma avaliação genérica do nível de indecisão de adolescentes que estejam cursando o ensino médio. O objetivo da Orientação Profissional é o de prover o orientando de habilidades que o permitam enfrentar demandas ambientais no momento de transição entre a escolha e o mundo do trabalho. Desde 1942, com a promulgação da lei Capanema, a Orientação Educacional foi incluída nas escolas e a ela foi incumbida a tarefa de auxiliar a escolha profissional dos alunos. Entretanto, foi a Lei de 11 de agosto de 1971 que determinou as novas diretrizes e bases para os ensinos de primeiro e segundo graus (atualmente ensino fundamental e ensino médio), que a Orientação

13 13 Educacional e o Aconselhamento Vocacional sob responsabilidade dos Serviços de Orientação Educacional (SOE), tornarem-se obrigatórios nas escolas (Brasil, 1971). Tal lei tornou o ensino profissionalizante obrigatório no segundo grau e era necessário fazer sondagem no primeiro grau. De acordo com o Ferretti (1980), no final da década de 1970, era prevista uma disciplina chamada Programa de Orientação Ocupacional, que tinha o objetivo de auxiliar os alunos na escolha da profissão. O Ministério d Educação e Cultura (MEC) elaborou um documento que indicava a concepção operatória do desenvolvimento vocacional de Pelletier e colaboradors (1974/1985), mas, segundo o próprio autor, na prática tais programas só funcionavam com o objetivo de informação profissional. Na década de 1980 alguns autores começaram a teorizar sobre os processos de escolha e Orientação Profissional. Celso Ferreti e Selma Pimenta passaram a tecer críticas às teorias psicológicas de escolha com base no agrupamento de tais teorias feitas por John Crites ( ). Ferretti (1980; 1988) apontou a função ideológica de manutenção da sociedade de classes capitalistas subjacente às teorias psicológicas da escolha profissional e propôs um novo modelo de Orientação Profissional capaz de suplantar tal ideologia. O objetivo do seu modelo seria é a reflexão sobre o próprio processo de escolha profissional e sobre o trabalho e o método é o de Pelletier e seus colaboradores (1974/1985). Apesar de criticar as teorias psicológicas Ferretti acaba aderindo a elas. Com a Lei de 20 de dezembro de 1996, o ensino médio continua a ter como um de seus objetivos a preparação básica para o trabalho. Entretanto, o ensino médio não possui mais o objetivo de profissionalização. O ensino profissionalizante de nível médio aparece apenas na condição de curso continuado, ou seja, não substitui o ensino médio, mas apenas o complementa. Em 1993 é criada a Associação Brasileira de Orientadores Profissionais (ABOP), que tinha o objetivo de unificação e desenvolvimento da Orientação Profissional no Brasil.

14 14 Silvio Bock (2002) com base nas críticas realizadas por Ferretti e Pimenta, propôs uma nova abordagem de Orientação Profissional que definiu como além de crítica acabou por nomear de Abordagem de Sócio- histórica. Sua base teórica são as ideias de Vygotsky, no qual o indivíduo se desenvolve através de uma relação dialética com o ambiente sócio-cultural em que vive. Bock (2006, p 45) dispõe: A função da orientação profissional nesta abordagem, seria ajudar, O indivíduo a conhecer-se (em algumas teorias isto nem é necessário, Bastando que o orientador conheça o sujeito), isto é, conscientizar-se de suas características pessoais além de ajudá-lo a conhecer as profissões Esta ação, para diferencia-se daquilo que o indivíduo pode fazer sozinho, Vem revestido de certa aparência de ciência ao utilizar instrumentos Que só o orientador pode manipular e que carrega a ideia de que o indivíduo Tem uma essência que só um profissional pode descobrir A escolha profissional é muito importante para o jovem e o orientador é muito importante neste processo.

15 15 Capítulo II Mercado de trabalho Nossa sociedade, atualmente, se depara com um cenário social marcado por uma vertiginosa aceleração da esfera industrial/ tecnológica, caracterizada por um ritmo acelerado de produção, cujos impactos ultrapassam os limites dessa estrutura produtiva, trazendo consideráveis repercussões em termos sociais e pessoais. A universalização da comunicação, possibilitada pela internet, a aceleração da capacidade de processamento de informações, a potencialização da produção e automação tecnológica provocam mudanças no âmbito social, no qual essa nova realidade se insere. O momento de escolher uma profissão é a fase que os jovens mais ficam ansiosos e a escola deveria acolher esse aluno e buscar formas de ajudar. O mercado de trabalho se movimenta e costuma ter em determinados momentos muita oferta e pouca demanda, mas isso não pode ser um caráter definidor para a escolha profissional. O mercado de trabalho não é estagnado, ou seja, as demandas vão surgindo e o jovem vai acompanhando como forma de buscar sua colocação no mundo do trabalho e assim buscar sua independência financeira, autoestima e autonomia.

16 A escolha profissional e o Mercado de trabalho O jovem se prepara durante a vida escolar para entrar no mercado de trabalho e assim poder exercer a profissão que desejou. Entretanto, esse é um momento em que o jovem se sente com mais dúvida. Durante sua vida ele é perguntado sobre "o que vai ser quando crescer?" e muitas profissões surgem tais como, ser professor, médico, bombeiro ou astronauta, contudo essa criança cresce e surgem outras vontades e desejos. A escola deveria ser um espaço em que teria de ser trabalhadas tais questões, entretanto na maioria das escolas públicas de ensino médio do Rio de Janeiro não existe a função do orientador educacional e pedagógica. Este profissional trabalha essas questões com os alunos. A escolha profissional é um momento que causa muitas dúvidas aos alunos, que se vêem na necessidade de se escolher uma profissão. O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e os jovens percebem que para determinadas profissões necessitam de uma formação mais global que verse em conhecer um ou mais idiomas, grau de escolaridade superior, tempo de experiência, conhecimento na área de informática dentre outros requisitos específicos a função. Tal como explicita Zimmermann (2007, p.32) Algumas vezes é desconhecido o motivo que leva alguém a escolher esta ou aquela área de atuação. A Orientação Profissional que resulta na escolha de uma profissão, não está desvinculada da vida e a necessidade do autoconhecimento, que é complexo, que nasce do querer, que direciona o movimento da busca e é a chave, o cerne da questão da realização profissional, necessita de especial atenção. Há também outra questão que é a profissão que o mercado de trabalho mais necessita. Muitos jovens na ansiedade de se ver dentro deste mercado acabam migrando para uma atividade com uma escolha baseada em

17 17 perspectiva futura ou salarial e acabam se frustrando por perceberem que a atividade não lhes rendem uma satisfação. Muitos autores como Frigotto (2000), Gentili (1999), Paro (1999) tem realizado críticas à aplicação da lógica do mercado de produções aos assuntos educacionais que limita a Educação ao mero fator de produção e reduz a formação humana a um processo de qualificação humana a um processo de qualificação e treinamento. Há uma competição cruel e desmedida no mercado de trabalho e que o jovem de condição social desfavorável muitas vezes fica incapacitado de conseguir as melhores oportunidades, pois não possui condições de fazer cursos e assim progredir. Esses jovens acabam saindo da escola e para manter a família escolhem um emprego que não exija tanta formação. Os alunos do ensino médio estão se preparando para entrar numa faculdade e precisam escolher uma profissão. Nas entrevistas muitos jovens relataram que na escola não havia um programa que os informasse sobre como funciona o vestibular ou o ENEM (Exame do Ensino Médio), então relataram que se a escola tivesse um funcionário que os atendesse para tirarem dúvidas ou os esclarecesse seria muito bom. Visando isso a Universidade Federal do Rio de janeiro possui um projeto conhecido como "Conhecendo a UFRJ", ou seja, nesse único dia escolas públicas e particulares levam seus alunos para passarem um dia assistindo palestras de professores de vários cursos para terem esclarecimentos sobre área de atuação, remuneração atual, mercado de trabalho, matérias estudadas e locais de trabalho. Também há diversos estandes com alunos dos cursos para tirarem dúvidas, há apresentações de dança e teatro, mostras de arte e visita guiada para conhecer o campus. O objetivo da universidade é evitar a entrada de alunos mal informados sobre as profissões escolhidas, que acabam abandonando o curso no primeiro período ou na metade do curso por não conhecer a grade de matérias ou até por falta de afinidade. Isso gera um custo enorme para a Universidade, pois em muitos casos formam poucos em determinadas áreas como física, por

18 18 exemplo, que inicia o período com turma de 20 alunos e forma no final de um a quatro profissionais. Também há a questão deste aluno se formar numa área, mas não exercer a profissão e até a questão de alunos poderia estar ocupando a vaga de outro que de fato gostaria de exercer a profissão. De fato um único dia é insuficiente para conhecer uma universidade como a UFRJ, mas esse projeto auxilia muito estudantes que, por exemplo, queriam fazer nutrição, mas não sabiam que teriam aulas de anatonomia e que ao saberem acabam se distanciando por falta de afinidade A família A escolha profissional desse jovem também inclui a família, que ora pode incentivar a escolha de uma profissão ora pode opinar contra outra. A família apóia o filho durante a vida escolar e espera pelo momento que esse jovem receberá o diploma do ensino médio e fará a escolha profissional. O jovem de condição social desfavorável, geralmente, tem nele depositados todos os sonhos dos pais. Essa escolha profissional pode unir e ter todo apoio da família, caso ela reconheça essa profissão de valor. Na sala de aula enquanto dava aula de Sociologia um aluno me indagou ser músico era uma profissão de futuro, pois ele sonhava ser musicista, mas os pais não entendiam a escolha dele e que aquela profissão nunca iria dar dinheiro. Essa conversa acabou por envolver todos os alunos e ficou mais emblemático, pois outro aluno disse que se formaria como professor e depois iria estudar cinema. Segundo Kowarski (2003) Alguns preconceitos se relacionam com crenças instituídas acerca da realidade sócio-profissional como: "tal profissão não dá dinheiro", "não há mercado para aquela profissão", etc. Há ainda outras formas de preconceito, como os relacionados ao gênero feminino ou masculino: "essa profissão é para mulheres; sou homem, não posso fazer isso" ou "não existem mulheres nesta

19 19 atividade, não vou conseguir me inserir". Trata-se, portanto, de estereótipos, de "pré-conceitos" sobre atividades e profissões. A questão é que o jovem se vê entre escolher a profissão que dá dinheiro ou a profissão que vai demorar dar dinheiro. Isso seguindo uma concepção baseada em poucas informações disponíveis. Os filhos das classes favorecidas estudam em bons colégios, fazem diversos cursos e esporte. Quando é possível fazem intercâmbio para ter contato com outra língua e cultura, consomem teatro, cinema, museus, música, tecnologia e muitos tem acesso ao profissional de orientação profissional no momento da escolha de qual curso optar no vestibular. Já o jovem da escola pública e geralmente pertencente às classes desfavorecidas vive com a pressão familiar de ter que trabalhar e assim poder contribuir para a renda familiar. Essa família se choca quando a faculdade escolhida é um curso que consideram não dar futuro. Os pais querem que esse filho realize o que muitas vezes não puderam na juventude. Segundo Muller (1988, p.142) A aprendizagem dos pais tem a ver com reconhecer que seus filhos não são para eles, nem propriedade deles, mas integrantes da sociedade, nascidos não somente para sua família, mas para o mundo, e para irem neste seu próprio destino, mais além dos projetos e desejos de seus pais. A família deve ser parceira deste jovem e nem agir com imposição e nem com desdém sobre a carreira que esse jovem quer seguir. O apoio é fundamental neste processo para que este jovem tenha autoestima para trilhar seu caminho.

20 20 CAPÍTULO III A Orientação Profissional no Ensino Médio A escolha profissional é um momento muito importante para o adolescente e por vezes conflitante e angustiante. A escola pública estadual Instituto de Educação Sarah Kubitscheck não possui um orientador que trabalhe tais questões com este jovem que está prestes a entrar no mercado de trabalho. Ocorre que este jovem sente-se sozinho e indeciso na escolha profissional que poderá permear toda sua vida. Segundo Bohoslavsky (1970) a Orientação profissional (...) pode ser entendida como toda atividade que, a partir de um plano de análise psicológica e mediante o emprego de recursos e técnicas psicológicas, procure promover o desenvolvimento das potencialidades do ser humano, seu amadurecimento como indivíduo e, finalmente, sua felicidade A escola deve ser um espaço, onde deve ser discutido a escolha profissional, uma vez que é nela que o aluno adquire conhecimentos para a vida. Há no mercado uma infinidade de profissões, que muitas vezes não chegam ao conhecimento desse jovem. Escolher sem saber por onde começar é uma angústia muito grande. Diante desse panorama o trabalho do Orientador Profissional insere- se numa busca para auxiliar este jovem a escolher aquilo que lhe dará satisfação. O que se nota é uma busca desesperada em responder a pergunta que ouve-se desde criança: o que você vai ser quando crescer? O Orientador vai auxiliar nessa descoberta e não dar uma resposta pronta e direta para seu orientando. Isto não cabe dizer que o orientador dirá a seu orientando que

21 21 caminho ou que profissão seguir. Como já exposto essa escolha se baseia em nossas experiências, opiniões familiares e até contato com pessoas da área. Conforme Bock (2002) frisa, o sujeito escolhe e não escolhe sua profissão, pois afirma que dependendo da classe social terá mais ou menos liberdade de escolher realmente sua profissão. Isto não irá significar um determinismo na escolha profissional por esse jovem e que não poderá ascender socialmente, pois Bock (2002) expõe (...) a possibilidade de mudança, de alteração histórica, ao reconhecer que indivíduos podem, de certo modo, intervir sobre as condições sociais, por meio de ações pessoais, e/ou coletivas. Não basta apenas o desejo de mudança, pois assim como Ferreti (1997), Bock (2002) admite que nem todos os obstáculos colocados pelo meio social podem ser superados, e que é necessária permanente luta por mudanças sociais. Isto fica claro no discurso de alguns alunos que dizem ter vontade de estudar medicina e odontologia por exemplo, mas como os pais não tem como custear o curso preferem tentar para outro curso como licenciatura e depois quando tiverem estabilidade financeira buscar realizar o sonho profissional. É importante apresentar as profissões e suas áreas de atuação para que o aluno possa entender como é a profissão escolhida, ter contato com um profissional também é fundamental para se ter um pouco de contato com a realidade do trabalho desenvolvido. Conhecer a ementa do curso escolhido é muito importante e aqui exponho minha experiência pessoal. Quando era adolescente e terminando o ensino médio resolvi fazer prova para técnica em enfermagem e logo após começar o curso tive uma experiência de ver um acidente de trânsito que me marcou profundamente e afetou minha vida profissional. Após isso teria minha primeira aula de anatomia e naquele dia não cheguei a ir ao curso e acabei abandonando para profundo desgosto de meu pai, que sonhava em ter uma filha enfermeira. Não tinha afinidade para encarar a profissão. Isto evidencia um desgaste emocional muito grande para o jovem, pois cursar algo que não possui afinidade leva um desprestígio de si mesmo, uma vez que não pode realizar seu projeto profissional.

22 22 O Orientador profissional está ali para ajudá-lo a encontrar o melhor caminho como apresentando-lhe os programas de custeio de curso de graduação em instituição privada como FIES (Fundo de Financiamento Estudantil), bolsas em instituições particulares, ProUni, enfim dando acessibilidade as informações, que muitas vezes são mitigadas e até escassas no meio estudantil. Segundo Prebianchi (2004) A escolha da profissão é uma das mais árduas tarefas da juventude. Além das angústias pessoais, a sociedade globalizada determina um mercado constantemente mutável, aumentando a dificuldade da definição profissional. O processo de Orientação Profissional adquire, assim, uma importância crucial para auxiliar os jovens nesse momento de decisão. O que existe é uma falta enorme de informação e muitos alunos buscam com os professores da escola. Ocorre que nem todos têm acesso à informação ou sabem transmiti-la. A escola deve ser um espaço dinamizador e que o aluno possa ter acesso a informação, por isso é tão importante o Orientador Profissional, pois estará eivado de transmitir seus desejos e apegos a essa ou aquela profissão. Cabe apenas orientar e auxiliar. A escola pública trabalha sempre no seu limite e muitas vezes com uma carência imensa de material humano e isso se intensifica quando o aluno vai buscar informação e não sabe quem procurar. O prejuízo é para o jovem, que prestes a terminar o ensino médio já sofre pressões da família para dar uma resposta aos anos de investimento em educação. Este jovem precisa fazer a escolha dele e que só ele irá sofrer as conseqüências. Segundo Coutinho (1993) a escolha profissional é o momento em que o sujeito reflete e articula seu projeto profissional, buscando assim

23 23 determinar a trajetória de sua futura relação produtiva com o mundo. Por isso o Orientador Profissional é tão importante dentro do contexto escolar. 3.1 Projeto com os alunos do último ano do Ensino Médio O projeto aconteceu com uma turma de 44 alunos do último ano do ensino médio de uma escola pública. A faixa-etária da turma era de 18 a 25 anos. Os alunos responderam um questionário Anexo I antes do projeto cujos dados encontram-se no Anexo II O projeto ocorreu durante o ano letivo. Os alunos foram muito atuantes, pois nunca haviam participado de nenhum projeto que visasse à escolha profissional deles Descrição do projeto Identificação O projeto visa atender alunos do último ano do ensino médio de uma escola pública da rede estadual. Visando auxiliar o aluno na sua escolha profissional. O projeto não possui nenhum custo ao aluno e nem gera obrigatoriedade, mas visa acompanhá-lo nesse momento que por vezes é crítico para ele. a) Nome da Escola: Instituto de Educação Sarah Kubitscheck b) Caracterização da Escola: Escola Estadual e possui dois pavimentos com muitas salas de aulas, biblioteca, sala de informática, refeitório, quadra de esportes, piscina, auditório, sala de vídeo, sala de professores, sala da direção, sala da coordenação. c) Abrangência do Projeto: Apenas uma turma do último ano do Ensino Médio d) Responsáveis pelo Projeto: Professora da turma -Orientanda do curso de Pós-graduação em Orientação Educacional

A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP.

A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP. A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Joselene Lopes Alvim A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA

Leia mais

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS 2014 Gisele Vieira Ferreira Psicóloga, Especialista e Mestre em Psicologia Clínica Elenise Martins Costa Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade

Leia mais

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º 18. DICAS PARA A PRÁTICA Orientação para o trabalho A- Conhecimento de si mesmo Sugestão: Informativo de Orientação Vocacional Aluno Prezado Aluno O objetivo deste questionário é levantar informações para

Leia mais

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando

Leia mais

Futuro Profissional um incentivo à inserção de jovens no mercado de trabalho

Futuro Profissional um incentivo à inserção de jovens no mercado de trabalho Futuro Profissional um incentivo à inserção de jovens no mercado de trabalho SOUSA, Pedro H. 1 Palavras-chave: Mercado de Trabalho, Formação Acadêmica, Empreendedorismo. Introdução: O mercado de trabalho

Leia mais

UMA PESQUISA SOBRE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ

UMA PESQUISA SOBRE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ UMA PESQUISA SOBRE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ Autores: Jaqueline Lima PALOMBO (Bolsista PIBIC-EM/CNPq); Nadia Rocha VERIGUINE (Orientadora); Ângelo Augusto FROZZA (Co-orientador). Introdução

Leia mais

PROJETO FEIRA DE PROFISSÕES: UM OLHAR INTEGRAL AO ADOLESCENTE E SUA INSERÇÃO NO MUNDO DO TRABALHO. 1

PROJETO FEIRA DE PROFISSÕES: UM OLHAR INTEGRAL AO ADOLESCENTE E SUA INSERÇÃO NO MUNDO DO TRABALHO. 1 PROJETO FEIRA DE PROFISSÕES: UM OLHAR INTEGRAL AO ADOLESCENTE E SUA INSERÇÃO NO MUNDO DO TRABALHO. 1 Flávia Michelle Pereira Albuquerque 2, Edenilson Freitas Rodrigues 3, Tatiele Dos Santos Camargo 4,

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Orientação educacional e gestão saudável. Profa. Oliria Mendes Gimenes omgudi@yahoo.com.br

Orientação educacional e gestão saudável. Profa. Oliria Mendes Gimenes omgudi@yahoo.com.br Orientação educacional e gestão saudável Profa. Oliria Mendes Gimenes omgudi@yahoo.com.br CONCEITO A Orientação Educacional é entendida como um processo dinâmico, contínuo e sistemático, estando integrada

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações.

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações. 24 CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE Profª Ms Angela Maria Venturini Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro/ISERJ RESUMO O Curso Normal Superior (CNS) do Instituto Superior de Educação

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

PROPOSTA DE TRABALHO ENSINO MÉDIO 2010. Pais e Alunos

PROPOSTA DE TRABALHO ENSINO MÉDIO 2010. Pais e Alunos PROPOSTA DE TRABALHO ENSINO MÉDIO 2010 Pais e Alunos Proposta de Trabalho Ensino Médio 2010 A partir de 2010 o nosso projeto pedagógico do Ensino Médio estará ainda mais comprometido com a formação integral

Leia mais

PROGRAMA JOVEM APRENDIZ

PROGRAMA JOVEM APRENDIZ JOVEM APRENDIZ Eu não conhecia nada dessa parte administrativa de uma empresa. Descobri que é isso que eu quero fazer da minha vida! Douglas da Silva Serra, 19 anos - aprendiz Empresa: Sinal Quando Douglas

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1

Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1 Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1 Entrevista com Ricardo de Paiva e Souza. Por Flávia Gomes. 2 Flávia Gomes Você acha importante o uso de meios de comunicação na escola? RICARDO

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO SALÁRIO NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br

A INFLUÊNCIA DO SALÁRIO NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br A INFLUÊNCIA DO SALÁRIO NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar www.proenem.com.br INSTRUÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo

Leia mais

O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ.

O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ. O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ. Alessandra da Costa Marques; Najara Siva; Lúcia Maria Assunção

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES

DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES Karem Nacostielle EUFRÁSIO Campus Jataí karemnacostielle@gmail.com Sílvio Ribeiro DA SILVA

Leia mais

Análise dos dados da Pesquisa de Clima Relatório

Análise dos dados da Pesquisa de Clima Relatório Recursos Humanos Coordenação de Gestão de Pessoas Pesquisa de Clima Análise dos dados da Pesquisa de Clima Relatório Introdução No dia 04 de Agosto de 2011, durante a reunião de Planejamento, todos os

Leia mais

A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR

A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR Robson Rogaciano Fernandes da Silva (Mestrando-Universidade Federal de Campina Grande) Ailanti de Melo Costa Lima (Graduanda-Universidade Estadual

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

Realização e Organização. www.vamaislonge.com.br

Realização e Organização. www.vamaislonge.com.br Realização e Organização www.vamaislonge.com.br Quem somos... Leonardo Alvarenga, tenho 23 anos, sou criador do Não Tenho Ideia e do #VáMaisLonge. Sou formado em Educação Física mas larguei tudo logo após

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO DE FORMAÇÃO EM ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL E DE CARREIRA (OPC)

PROGRAMA DO CURSO DE FORMAÇÃO EM ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL E DE CARREIRA (OPC) PROGRAMA DO CURSO DE FORMAÇÃO EM ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL E DE CARREIRA (OPC) Realização: INSTITUTO DO SER Orientação Profissional e de Carreira em parceria com o INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO DE FORMAÇÃO EM ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL E DE CARREIRA (OPC)

PROGRAMA DO CURSO DE FORMAÇÃO EM ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL E DE CARREIRA (OPC) PROGRAMA DO CURSO DE FORMAÇÃO EM ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL E DE CARREIRA (OPC) Realização: INSTITUTO DO SER Orientação Profissional e de Carreira em parceria com o INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS.

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. N 430 - OLIVEIRA Eloiza da Silva Gomes de, ENCARNAÇÃO Aline Pereira da, SANTOS Lázaro ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. O Vestibular se reveste de grande

Leia mais

ENSINO MÉDIO DIFERENCIAIS PEDAGÓGICOS ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. Processo de Admissão

ENSINO MÉDIO DIFERENCIAIS PEDAGÓGICOS ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. Processo de Admissão ENSINO MÉDIO PROCESSO DE ADMISSÃO DE NOVOS ESTUDANTES PARA 2015 PROPOSTAS PEDAGÓGICAS A fase da escolha de qual carreira seguir acontece, normalmente, durante o ensino médio. Tendo de vivenciar mudanças

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO.

AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: MIDS/Macaé E-mail:mzosilva@yahoo.com.br. RESUMO Na atualidade, é preciso que se crie novos métodos

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA FAMÍLIA NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br

A INFLUÊNCIA DA FAMÍLIA NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br A INFLUÊNCIA DA FAMÍLIA NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar www.proenem.com.br INSTRUÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA NO ENSINO MÉDIO: O QUE PENSAM PROFESSORES, ALUNOS E REPRESENTANTES DO COMÉRCIO DO MUNICÍPIO DE BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA

MATEMÁTICA FINANCEIRA NO ENSINO MÉDIO: O QUE PENSAM PROFESSORES, ALUNOS E REPRESENTANTES DO COMÉRCIO DO MUNICÍPIO DE BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA MATEMÁTICA FINANCEIRA NO ENSINO MÉDIO: O QUE PENSAM PROFESSORES, ALUNOS E REPRESENTANTES DO COMÉRCIO DO MUNICÍPIO DE BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA José Roberto da silva Almeida, Arno Bayer jrsa12@hotmail.com,

Leia mais

Empreendedorismo na Escola de Música da UFMG 1. Introdução

Empreendedorismo na Escola de Música da UFMG 1. Introdução Empreendedorismo na Escola de Música da UFMG 1 Introdução A Música e as artes quando praticada como atividade profissional, não é diferente de qualquer outra área de conhecimento. A formação de um músico

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DO GRUPO PET MATEMÁTICA NO PRÉ- VESTIBULAR POPULAR ALTERNATIVA

PARTICIPAÇÃO DO GRUPO PET MATEMÁTICA NO PRÉ- VESTIBULAR POPULAR ALTERNATIVA Resumo ISSN 2316-7785 PARTICIPAÇÃO DO GRUPO PET MATEMÁTICA NO PRÉ- VESTIBULAR POPULAR ALTERNATIVA Stephanie Abé abe.stephanie1@gmail.com Ana Caroline Pierini karolpierini@gmail.com Luana Kuister Xavier

Leia mais

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE INTRODUÇÃO Lucas de Sousa Costa 1 Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará lucascostamba@gmail.com Rigler da Costa Aragão 2

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

VESTIBULAR: Uma escolha profissional que interliga a família e a escola

VESTIBULAR: Uma escolha profissional que interliga a família e a escola VESTIBULAR: Uma escolha profissional que interliga a família e a escola Caroline Pilar 1 Simone Medianeira Franzin 2 Resumo: A escolha profissional dos alunos no final do Ensino Médio tem sido pensada

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

FACULDADE CENECISTA DE OSÓRIO CURSO DE EXTENSÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL

FACULDADE CENECISTA DE OSÓRIO CURSO DE EXTENSÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL FACULDADE CENECISTA DE OSÓRIO CURSO DE EXTENSÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO PATRULHENSE PROJETO DE

Leia mais

Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área.

Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área. Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área. Autores: Ligia Claudia Gomes de Souza Universidade Salgado de Oliveira Faculdades Integradas Maria Thereza.

Leia mais

Se você acredita que as escolas são o único e provável destino dos profissionais formados em Pedagogia, então, está na hora de abrir os olhos

Se você acredita que as escolas são o único e provável destino dos profissionais formados em Pedagogia, então, está na hora de abrir os olhos Se você acredita que as escolas são o único e provável destino dos profissionais formados em Pedagogia, então, está na hora de abrir os olhos O pedagogo David Bomfin, 50 anos, deixou, há algum tempo, de

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

INFLUÊNCIAS NO PROCESSO DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL

INFLUÊNCIAS NO PROCESSO DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL INFLUÊNCIAS NO PROCESSO DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL 2011 Bruno Fernandes Carla Brasilino Juliano Fávero Mariabile Túlio Email: bruno.fergon@hotmail.com RESUMO O objetivo deste artigo é discutir a questão

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO A educação é um dos pilares da sociedade e no nosso emprego não é diferente. Um povo culto está mais preparado para criar, planejar e executar os projetos para

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Metodologia Para a realização desse trabalho foi analisado o Documento orientador

Metodologia Para a realização desse trabalho foi analisado o Documento orientador FORMAÇÃO CONTINUADA: UMA ANÁLISE DA APLICAÇÃO DO SISMÉDIO NA ESCOLA PROFESSOR JOSÉ SOARES DE CARVALHO- GUARABIRA-PB Gyslâynne Mary dos Santos Hermenegildo Rodrigues EEEFM Professor José Soares de Carvalho

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM Faz aquilo em que acreditas e acredita naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de energia e de tempo. Nisargadatta Atualmente um dos desafios mais importantes que se

Leia mais

REFLETINDO SOBRE A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL COM OS ESTUDANTES DA ESCOLA MARIA AMÉLIA

REFLETINDO SOBRE A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL COM OS ESTUDANTES DA ESCOLA MARIA AMÉLIA REFLETINDO SOBRE A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL COM OS ESTUDANTES DA ESCOLA MARIA AMÉLIA Yrismara Pereira da Cruz 3, Ana Raquel Holanda Barros¹, Indira Siebra Feitosa¹. Correspondência para: yrismaracruz@hotmail.com

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

cidade escola cidadão O projeto trabalha no núcleo destas três esferas promovendo trocas entre elas

cidade escola cidadão O projeto trabalha no núcleo destas três esferas promovendo trocas entre elas cidade escola cidadão O projeto trabalha no núcleo destas três esferas promovendo trocas entre elas escola teoria prática cidadania hierarquia inclusão exclusão social cooperação competição Observamos

Leia mais

Empresas descobrem a importância da educação no trabalho e abrem as portas para pedagogos

Empresas descobrem a importância da educação no trabalho e abrem as portas para pedagogos Empresas descobrem a importância da educação no trabalho e abrem as portas para pedagogos Já passou a época em que o pedagogo ocupava-se somente da educação infantil. A pedagogia hoje dispõe de uma vasta

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

Orientação ao mercado de trabalho para Jovens. 1ª parte. Projeto Super Mercado de Trabalho 1ª parte Luiz Fernando Marca

Orientação ao mercado de trabalho para Jovens. 1ª parte. Projeto Super Mercado de Trabalho 1ª parte Luiz Fernando Marca Orientação ao mercado de trabalho para Jovens 1ª parte APRESENTAÇÃO Muitos dos jovens que estão perto de terminar o segundo grau estão lidando neste momento com duas questões muito importantes: a formação

Leia mais

Prepare-se para Faculdade. Leticia Bechara Pedagoga e Coordenadora Trevisan Escola de Negócios

Prepare-se para Faculdade. Leticia Bechara Pedagoga e Coordenadora Trevisan Escola de Negócios Prepare-se para Faculdade Leticia Bechara Pedagoga e Coordenadora Trevisan Escola de Negócios Sucesso $$$ sonho habilidade Passos para Faculdade 1- Conhecer você mesmo. 2- Características da faculdade.

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE NIVELAMENTO CAPÍTULO I DA NATUREZA

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE NIVELAMENTO CAPÍTULO I DA NATUREZA FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE NIVELAMENTO CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º. A Faculdade Moraes Júnior Mackenzie Rio FMJ Mackenzie Rio, proporcionará aulas de Nivelamento

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças.

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças. TEXTOS PARA O PROGRAMA EDUCAR SOBRE A APRESENTAÇÃO DA PEADS A IMPORTÂNCIA SOBRE O PAPEL DA ESCOLA Texto escrito para o primeiro caderno de formação do Programa Educar em 2004. Trata do papel exercido pela

Leia mais

Relatório de Atividades Maio e Junho

Relatório de Atividades Maio e Junho Relatório de Atividades Maio e Junho ANA LISE MENSAL MAIO/JUNHO Devido a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014 o horário do Projeto Construindo o Saber Pré Vestibular durante a semana foi modificado (16h50min

Leia mais

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

Resultado da Avaliação das Disciplinas

Resultado da Avaliação das Disciplinas Avaliação Curso Direito Imobiliário Registral Aplicado aos Bens Públicos DISCIPLINAS: 1- Propriedade e demais direitos reais 2- Modos de aquisição e perda da propriedade e demais direitos reais CARGA HORÁRIA:

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE SETEMBRO DE 2012 EREM LUIZ DELGADO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE SETEMBRO DE 2012 EREM LUIZ DELGADO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA JOÃO PAULO M. DE SOUZA MÔNICA SANTOS RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE SETEMBRO DE 2012 EREM LUIZ DELGADO RECIFE

Leia mais

M a n u a l E n e m 2 0 1 5 P á g i n a 1. Manual do Enem 2015

M a n u a l E n e m 2 0 1 5 P á g i n a 1. Manual do Enem 2015 M a n u a l E n e m 2 0 1 5 P á g i n a 1 Manual do Enem 2015 Criado em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), segundo o INEP, tinha o objetivo de avaliar o desempenho do aluno ao término da escolaridade

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

Programas de Aulas de Língua Inglesa para Adolescentes de Baixa Renda e a Possível Influência na Qualidade de Vida

Programas de Aulas de Língua Inglesa para Adolescentes de Baixa Renda e a Possível Influência na Qualidade de Vida 3 Programas de Aulas de Língua Inglesa para Adolescentes de Baixa Renda e a Possível Influência na Qualidade de Vida Ana Paula Cavallaro Pedagoga Especialista em Gestão da Qualidade de Vida - UNICAMP INTRODUÇÃO

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

Pós graduação EAD Área de Educação

Pós graduação EAD Área de Educação Pós graduação EAD Área de Educação Investimento: a partir de R$ 109,00 mensais. Tempo de realização da pós graduação: 15 meses Investimento: R$109,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF). Ou

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS ISSN 2316-7785 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS José André Tavares de Oliveira Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS Mais informações: Site PIBID: http://www.pibid.ufrn.br/ Site LEM/UFRN: http://www.ccet.ufrn.br/matematica/lemufrn/index.html E-mail do LEM/UFRN: lem2009ufrn@yahoo.com.br

Leia mais

Um ensino forte e bilíngue é o passaporte do seu filho para um mundo de oportunidades. É por isso que propomos uma cultura internacional, com

Um ensino forte e bilíngue é o passaporte do seu filho para um mundo de oportunidades. É por isso que propomos uma cultura internacional, com Um ensino forte e bilíngue é o passaporte do seu filho para um mundo de oportunidades. É por isso que propomos uma cultura internacional, com disciplinas ministradas em português e inglês, e uma metodologia

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

FRANQUIA UnicEAD. para cursos presenciais. Qual minha proposta de parceria? O que eu chamo de Franquia?

FRANQUIA UnicEAD. para cursos presenciais. Qual minha proposta de parceria? O que eu chamo de Franquia? FRANQUIA UnicEAD para cursos presenciais Qual minha proposta de parceria? Parceria de prestação de serviços educacionais, onde eu lhe concedo o direito de uso sobre meus materiais dos cursos à distância,

Leia mais

O estudante de Pedagogia deve gostar muito de ler e possuir boa capacidade de concentração porque receberá muitos textos teóricos para estudar.

O estudante de Pedagogia deve gostar muito de ler e possuir boa capacidade de concentração porque receberá muitos textos teóricos para estudar. PEDAGOGIA Você já deve ter ouvido alguém falar que o nível educacional de um povo é muito importante para o seu desenvolvimento e que a educação faz muita diferença na vida das pessoas, não é mesmo? Por

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

A PRESENTAÇÃO SUMÁRIO

A PRESENTAÇÃO SUMÁRIO SUMÁRIO Apresentação Como ter sucesso na educação à distância A postura do aluno online Critérios de Avaliação da aprendizagem do aluno Como acessar a plataforma Perguntas freqüentes A PRESENTAÇÃO O Manual

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

Consultoria em Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas

Consultoria em Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas Consultoria em Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas Evolução PMC têm atuação diferenciada na gestão de pessoas e clima organizacional, gerando na equipe mais agilidade para a mudança e maior capacidade

Leia mais