Aula 11 Conseqüências da semelhança de

Documentos relacionados
Aula 10 Semelhança de triângulos

Aula 6 Polígonos. Objetivos. Introduzir o conceito de polígono. Estabelecer alguns resultados sobre paralelogramos.

Aula 4 Ângulos externos de um triângulo

Aula 9 Triângulos Semelhantes

Treino Matemático. 1. Em qual das figuras podes observar um polígono inscrito numa circunferência? (A) (B) (C) (D)

GEOMETRIA PLANA. 1) (UFRGS) Na figura abaixo, o vértice A do retângulo OABC está a 6 cm do vértice C. O raio do círculo mede

Pontos notáveis de um triângulo

CIRCUNFERÊNCIA E CÍRCULO

Triângulos classificação

Lista 5. Geometria, Coleção Profmat, SBM. Problemas selecionados da seção 4.1, pág. 147 em diante.

Axiomas e Proposições

Módulo de Triângulo Retângulo, Lei dos Senos e Cossenos, Poĺıgonos Regulares. 9 o ano E.F.

NOME: ANO: 3º Nº: PROFESSOR(A):

Aula 12 Introdução ao conceito de área

MATEMÁTICA APLICADA À AGRIMENSURA PROF. JORGE WILSON

PERÍMETRO O perímetro de um triângulo é igual à soma das medidas dos seus lados. Perímetro ABC = AB + AC + BC TRIÂNGULOS

Teorema de Tales. MA13 - Unidade 8. Resumo elaborado por Eduardo Wagner baseado no texto: A. Caminha M. Neto. Geometria.

Geometria Plana. Exterior do ângulo Ô:

Teorema de Pitágoras

Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 17. Curso de Geometria - Nível 2. Pontos Notáveis 3: Circuncentro e Ortocentro. Prof.

Material Teórico - Módulo de Semelhança de Triângulos e Teorema de Tales. Teorema de Tales - Parte II. Nono Ano do Ensino Fundamental

Circunferência e círculo. Posições relativas de ponto e circunferência. Posições relativas de reta e circunferência

MATEMÁTICA 3 GEOMETRIA PLANA

Exemplo Aplicando a proporcionalidade existente no Teorema de Tales, determine o valor dos segmentos AB e BC na ilustração a seguir:

Geometria plana. Índice. Polígonos. Triângulos. Congruência de triângulos. Semelhança de triângulos. Relações métricas no triângulo retângulo

Colégio Santa Dorotéia

Polígonos PROFESSOR RANILDO LOPES 11.1


MATEMÁTICA. Capítulo 2 LIVRO 1. Triângulos. Páginas: 157 à169

Geometria plana. Índice. Polígonos. Triângulos. Congruência de triângulos. Semelhança de triângulos. Relações métricas no triângulo retângulo

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE. Professor: João Carmo

Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 16. Curso de Geometria - Nível 2. Pontos Notáveis 2: Incentro. Prof. Cícero Thiago

MATEMÁTICA - 3o ciclo Teorema de Pitágoras (8 o ano) Propostas de resolução

Matemática. Nesta aula iremos aprender as. 1 Ponto, reta e plano. 2 Posições relativas de duas retas

Colégio Santa Dorotéia

TRIÂNGULOS. Condição de existência de um triângulo

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Trigonometria no Triângulo Retângulo

RETAS E CIRCUNFERÊNCIAS

MATEMÁTICA - 3o ciclo Teorema de Pitágoras (8 o ano) Propostas de resolução

Ortocentro, Reta de Euler e a Circunferência dos 9 pontos

MATEMÁTICA - 3o ciclo Teorema de Pitágoras (8 o ano) Propostas de resolução

CURSO DE MATEMÁTICA BÁSICA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL CENTRO DE ENGENHARIA DA MOBILIDADE

Lista 3. Geometria, Coleção Profmat, SBM. Problemas selecionados da seção 2.5, pág. 81 em diante.

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIÇÃO Á DOCENCIA PROJETO MATEMÁTICA 1 TRIGONOMETRIA

Agrupamento de Escolas de Diogo Cão, Vila Real

Hewlett-Packard TRIÂNGULOS. AULAS 01 a 04. Prof. Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz Ramos

Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 13. Curso de Geometria - Nível 3. Prof. Cícero Thiago

Lugares geométricos básicos I

1. Área do triângulo

Aula 11 Polígonos Regulares

Hewlett-Packard TRIÂNGULOS. AULAS 01 a 04. Prof. Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz Ramos

MATEMÁTICA. Capítulo 5 LIVRO 1. Teorema de Pitágoras Relações Métricas nos Triângulos. Páginas: 190 à201

Geometria. Ana Luísa Correia e João Araújo

DEMONSTRAÇÃO DOS TEOREMAS DE NAPOLEÃO E PITÁGORAS COM AUXÍLIO DO GEOGEBRA

(A) 30 (B) 6 (C) 200 (D) 80 (E) 20 (A) 6 (B) 10 (C) 15 (D) 8 (E) 2 (A) 15 (B) 2 (C) 6 (D) 27 (E) 4 (A) 3 (B) 2 (C) 6 (D) 27 (E) 4

Semelhança de triângulos

MA13 Geometria I Avaliação

Aula 7 Complementos. Exercício 1: Em um plano, por um ponto, existe e é única a reta perpendicular

Triângulos DEFINIÇÃO ELEMENTOS

Área das figuras planas

SAGRADO REDE DE EDUCAÇÃO PROFESSORA :MÁRCIA CONTE 3º ANO ENSINO MÉDIO 2012

Circunferência. MA092 Geometria plana e analítica. Interior e exterior. Circunferência e círculo. Francisco A. M. Gomes

3.6 TRIÂNGULOS. Definição: Dados três pontos A, B e C, no plano e não-colineares, a figura formada pelos segmentos AB, BC e AC chamamos de triângulo.

Relações Métricas nos Triângulos. Joyce Danielle de Araújo

p q ~p ~q p q p ~ q p q ~ p q ~ p ~q F F V V F V V V F

a) 64. b) 32. c) 16. d) 8. e) 4.

C A r. GABARITO MA13 Geometria I - Avaliação /2. A área de um triângulo ABC será denotada por (ABC).

Desenho Geométrico. Desenho Geométrico. Desenho Geométrico. Desenho Geometrico

. Calcule a medida do segmento CD. 05. No triângulo retângulo da figura ao lado, BC = 13m

3º trimestre SALA DE ESTUDOS Data: 11/17 Ensino Médio 3º ano A, B e C. Prof. Maurício Nome: nº

Colégio Santa Dorotéia

Relações Trigonométricas nos Triângulos

RETAS PARALELAS INTERCEPTADAS POR UMA TRANSVERSAL

Concluimos dai que o centro da circunferência é C = (6, 4) e o raio é

COLÉGIO SHALOM Ensino Fundamental 8 Ano Prof.º: Wesley Disciplina Geometria Aluno (a):. No.

Matemática GEOMETRIA PLANA. Professor Dudan

VESTIBULAR UFPE UFRPE / ª ETAPA

Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 8. Curso de Geometria - Nível 2. Quadriláteros inscritíveis. Prof. Cícero Thiago

TRIÂNGULO RETÂNGULO. Triângulo retângulo é todo triângulo que tem um ângulo reto. O triângulo ABC é retângulo em A e seus elementos são:

Geometria Básica. Bruno Holanda. 12 de novembro de 2011

Grupo 1 - N1M2 - PIC OBMEP 2011 Módulo 2 - Geometria. Resumo do Encontro 6, 22 de setembro de Questões de geometria das provas da OBMEP

LISTA DE RECUPERAÇÃO DE GEOMETRIA 1º ANO 2º TRIMESTRE

Geometria Plana 03 Prof. Valdir

MATEMÁTICA FRENTE IV. Capítulo 2 LIVRO 1. Triângulos

NOÇÕES DE GEOMETRIA PLANA

Formação Continuada em Matemática. CEDERJ. Matemática 1ºano/E.Médio 2º bimestre/2013. Trigonometria no Triângulo Retângulo.

NOÇÕES DE GEOMETRIA PLANA

Grupo de exercícios I.2 - Geometria plana- Professor Xanchão

EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO DE MATEMÁTICA

CONTEÚDO: Razões trigonométricas no Triangulo Retângulo e em Triângulo qualquer.

17 TRIÂNGULOS 17.1 PONTOS NOTÁVEIS DE UM TRIÂNGULO. Definição: O encontro das mediatrizes dos lados de um triângulo é único e chama-se circuncentro.

Paralelismo. MA13 - Unidade 3. Resumo elaborado por Eduardo Wagner baseado no texto: A. Caminha M. Neto. Geometria.

CIRCUNFERÊNCIA E CÍRCULO 1ª PARTE DEFINIÇÕES

Congruência de triângulos II

A lei dos senos. Na Aula 42 vimos que a Lei dos co-senos é. a 2 = b 2 + c 2-2bc cos Â

LISTA DE EXERCÍCIOS 3º ANO

BANCO DE QUESTÕES - GEOMETRIA - 8º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL

Aula 29 Volume de pirâmides, cones e esferas

Transcrição:

onseqüências da semelhança de triângulos MÓULO 1 - UL 11 ula 11 onseqüências da semelhança de triângulos Objetivos presentar o Teorema de Pitágoras presentar o teorema da bissetriz interna. O Teorema de Pitágoras om os casos de semelhança de triângulos já estabelecidos, podemos agora provar o famoso teorema de Pitágoras: Teorema de Pitágoras Em todo triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das medidas dos catetos. Prova: Seja um triângulo retângulo com ângulo reto no vértice. Queremos provar que [m()] 2 = [m()] 2 + [m()] 2. Para isso, considere a altura do triângulo a partir do vértice (figura 208). Você sabia que... Segundo uma lenda, como prova de sua gratidão pela descoberto do teorema que leva o seu nome, Pitágoras sacrificou 100 bois aos deuses. Na verdade, o Teorema de Pitágoras já era conhecido pelos babilônios através da observação e da experimentação, mas a primeira prova formal é atribuída aos pitagóricos. Não se sabe, contudo, se o teorema foi provado por Pitágoras pessoalmente. Fig. 208: Prova do teorema de Pitágoras. 133 EERJ

onseqüências da semelhança de triângulos Os triângulos e são triângulos retângulos e possuem o ângulo ˆ em comum. Segue da proposição 23 que (não se esqueça de que quando escrevemos queremos dizer que e são semelhantes segundo a correspondência, e ). Logo, prova dada aqui para o Teorema de Pitágoras não é a mesma dada por Euclides. prova de Euclides faz uso da teoria de área de figuras planas. m() m() = m() m(). a mesma forma, conclui-se que os triângulos e são semelhantes e que m() m() = m() m(). Segue das igualdades acima que [m()] 2 = m().m() e [m()] 2 = m()m(). Somando membro a membro essas igualdades, obtemos O Teorema de Pitágoras é tão famoso que inspirou um quadro humorístico do comediante gildo Ribeiro nos anos 80. [m()] 2 + [m()] 2 = m().m() + m().m() = m().[m() + m()] = m().m() = m() 2 Q.E.. Você sabia que... média geométrica entre dois números m e n é definida como a raiz quadrada do produto desses números. recíproca do Teorema de Pitágoras é também verdadeira, ou seja, se um triângulo tem lados de medidas a, b e c com a 2 = b 2 + c 2, então é um triângulo retângulo (veja exercício 2 desta aula). Existe outra relação válida para triângulos retângulos que é bastante usada. Ela está destacada na proposição que se segue. Proposição 26 Em todo triângulo retângulo, a medida da altura relativa à hipotenusa é igual à média geométrica das medidas dos segmentos que ela determina sobre a hipotenusa. Prova: Em relação à figura 208, queremos provar que [m()] 2 = m().m(). EERJ 134

onseqüências da semelhança de triângulos MÓULO 1 - UL 11 Para isso, novamente utilizaremos semelhança de triângulos. omo ˆ +  = 90o (pois é reto) e ˆ + Ĉ = 90o (pois  é reto) segue que  = Ĉ. a mesma forma, como  +Ĉ = 90o e ˆ +Ĉ = 90o, obtemos  = ˆ (veja figura 209). Fig. 209:. proposição 23 nos garante que. Logo, m() m() = m() m(). aí conclui-se que [m()] 2 = m().m(). Q.E.. Usando o Teorema de Pitágoras, podemos mostrar agora a existência de segmentos incomensuráveis. diagonal (figura 210). onsidere um quadrado e trace a escola pitagórica tinha como lema que tudo poderia ser explicado pelos números inteiros. Em particular, a razão entre dois segmentos quaisquer seria sempre igual a um número racional (razão entre dois números inteiros), ou seja, quaisquer dois segmentos seriam comensuráveis. descoberta da inscomensurabilidade entre o lado e a diagonal de um quadrado colocou em cheque o lema da Escola. Segundo uma lenda, Hiparcus (400 a..) foi expulso da Escola e depois afogado no mar como punição por ter se tornada pública a descoberta de grandezas incomensuráveis. Fig. 210: Existência de segmento incomensurável. O triângulo é retângulo com ângulo reto no vértice. Usando-se o segmento como unidade de medida, obtém-se do Teorema de Pitágoras que [m()] 2 = [m()] 2 + [m()] 2 = 1 + 1 = 2, ou seja, m() = 2. conclusão é que a medida de, usando como unidade o segmento, é um número irracional, o que mostra que os segmentos e são incomensuráveis. 135 EERJ

onseqüências da semelhança de triângulos O teorema da bissetriz interna presentamos, agora, um resultado que se mostra útil em muitas situações: Teorema (da bissetriz interna) Uma bissetriz interna de um triângulo divide o lado oposto em segmentos proporcionais aos lados adjacentes. Prova: Seja um triângulo qualquer e considere a bissetriz interna (figura 211). Queremos provar que m() m() = m() m(). Fig. 211: Teorema da bissetriz interna. Se, tem-se por L..L. que. omo conseqüência, e, então, m() m() = m(). Suponha agora que m() e não sejam congruentes. Por exemplo, suponha que <. Nesse caso, Ĉ <. Existe então uma semi-reta E tal que E Ĉ. Seja F o ponto em que essa semi-reta intersecta (figura 212). E F Fig. 212: Teorema da bissetriz interna. EERJ 136

onseqüências da semelhança de triângulos MÓULO 1 - UL 11 Pela proposição 24, os triângulos F e são semelhantes, pois F Ĉ e ÂF Â. Em conseqüência, F e m(f ) m() = m() m(). omo F, segue que F F e, assim, F. Substituindo na equação, obtemos finalmente que m() m() = m() m(), ou, equivalentemente, que m() m() = m() m(). Q.E.. Resumo Nesta aula você aprendeu... Que em qualquer triângulo retângulo o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das medidas dos catetos (Teorema de Pitágoras). Que a medida da altura relativa à hipotenusa é a média geométrica das medidas dos segmentos que ela determina sobre a hipotenusa. Que uma bissetriz interna de um triângulo divide o lado oposto em segmentos proporcionais aos lados adjacentes (Teorema da issetriz Interna) Exercícios 1. etermine o raio do círculo inscrito e o raio do círculo circunscrito em um triângulo equilátero de 10 cm de lado. 2. (Recíproca do Teorema de Pitágoras.) Prove que se em um triângulo tem-se [m()] 2 = [m()] 2 + [m()] 2, então é retângulo de hipotenusa. 137 EERJ

onseqüências da semelhança de triângulos 3. Seja um triângulo retângulo de hipotenusa e seja a altura relativa à hipotenusa. Para facilitar, façamos c = m(), b = m(), a = m(), h = m(), m = m() e n = m() (veja a figura 213). c h b m n a Fig. 213: Exercício 3. Prove que b 2 = a.n, c 2 = a.m e a.h = b.c. Essas equações, juntamente com o Teorema de Pitágoras e a proposição 26, constituem o que chamamos de relações métricas em um triângulo retângulo. 4. etermine x no triângulo retângulo da figura 214. 3 x 2 7 2x Fig. 214: Exercício 4. 5. etermine x na figura 215, sabendo que é tangente aos dois círculos. O 3 3 2 O' x Fig. 215: Exercício 5. EERJ 138

onseqüências da semelhança de triângulos MÓULO 1 - UL 11 6. etermine x na figura 216. 6 10 x Fig. 216: Exercício 6. 7. Na figura 217, é mediana, E é altura e o perímetro de.  é reto. etermine 3 5 E Fig. 217: Exercício 7. 8. etermine a medida do segmento da figura 218, sabendo que é bissetriz e  é reto. 3 4 Fig. 218: Exercício 8. 9. Um observador vê um edifício, construído em um terreno plano, sob um ângulo de 60 o. Se ele se afastar do edifício mais 30 m, passará a vê-lo sob um ângulo de 45 o. etermine a altura do edifício. OS: Não use trigonometria. 139 EERJ

onseqüências da semelhança de triângulos 10. Na figura 219, é um quadrado de 4 cm de lado, m(e) = 1 3 m() e m(f ) = 1 m(). etermine m(gh). 4 G E H F Fig. 219: Exercício 10. 11. Na figura 220, S é bissetriz de  e P é bissetriz de Â. etermine m(sp ). 40 20 30 S P Fig. 220: Exercício 11. 12. etermine x na figura 221. 3 E x 6 G F 7 Fig. 221: Exercício 12. EERJ 140

onseqüências da semelhança de triângulos MÓULO 1 - UL 11 13. (U. MK- 1975) Um ponto P dista 5 cm do centro de um círculo de 13 cm de raio. Pelo ponto P traça-se a corda de 25 cm. Os comprimentos dos segmentos que P determina sobre a corda são iguais a: (a) 11 cm e 14 cm (b) 7 cm e 18 cm (c) 16 cm e 9 cm (d) 5 cm e 20 cm (e) 8 cm e 17 cm 14. (UFMG-1982) Num círculo, a corda é perpendicular ao diâmetro no ponto E. Se m(e).m(e) = 3, a medida de é: (a) 3 (b) 2 3 (c) 3 3 (d) 3 (e) 6 15. (VUNESP-1991) Na figura 222, o triângulo é reto em e é bissetriz de Â. Fig. 222: Exercício 15. Se m() = 2m(), fazendo m() = b e m() = d, podemos concluir que: (a) d = b (b) d = (d) d = ( ) 6 b (e) d = 5 ( ) 5 b (c) d = 2 ( ) 5 b 4 ( ) 5 b 3 141 EERJ

onseqüências da semelhança de triângulos 16. (UFGO-1980) O perímetro de um triângulo isósceles de 3 cm de altura é 18 cm. Os lados desse triângulo, em cm, são: (a) 7, 7, 4 (b) 5, 5, 8 (c) 6, 6, 6 (d) 4, 4, 10 (e) 3, 3, 12 17. (ESGRNRIO-1991) Uma folha quadrada de papel é dobrada de modo que o vértice coincida com o ponto médio de (veja figura 223). P M M Fig. 223: Exercício 17. Se o lado de é 1, o comprimento de P é igual a: (a) 0, 300 (b) 0, 325 (c) 0, 375 (d) 0, 450 (e) 0, 500 18. (FTE-1978) Na figura 224, as circunferências 1 e 2 tangenciam-se no ponto P e a reta t tangencia 1 e 2 nos pontos e, respectivamente. t P 2 1 Fig. 224: Exercício 18. Se o raio de 1 é 8 cm e o raio de 2 é 2 cm, então: (a) m() = 8cm (b) m() = 13 cm (c) m() = 10 cm (d) m() = 12 cm (e) Nenhuma das respostas anteriores EERJ 142

onseqüências da semelhança de triângulos MÓULO 1 - UL 11 19. (OVEST - 1990) Na figura 225, temos duas circunferências concêntricas, com raios medindo 4 cm e 5 cm, respectivamente. Por um ponto P da circunferência menor, traça-se a reta tangente à mesma, a qual determina pontos e na circunferência maior. P Fig. 225: Exercício 19. O comprimento do segmento é: (a) 3 2 cm (b) 6 cm (c) 3 3 cm (d) 6, 1 cm (e) 5, 8 cm 20. (ESGRNRIO, OMITE-1973) Na figura 226, as circunferências de centros P e S são ambas tangentes à reta u no mesmo ponto Q, e a reta que passa por P e R tangencia a circunferência menor no ponto T. R T P S Q u Fig. 226: Exercício 20. Sendo os raios das circunferências 8 m e 3 m, respectivamente, a medida do segmento QR é igual a: (a) 4 m (b) 6 m (c) 8 m (d) 2 m (e) diferente dos quatro valores anteriores 143 EERJ

onseqüências da semelhança de triângulos 21. (EPUSP-1966) Os lados de um triângulo estão na razão 6 : 8 : 9. Então: (a) O triângulo é obtusângulo (b) O triângulo é acutângulo (c) Os ângulos estão na razão 6 : 8 : 9 (d) O ângulo oposto ao lado maior é o dobro do ângulo oposto ao lado menor (e) Nenhuma das respostas anteriores 22. (UFF, 1993) No triângulo isósceles P QR da figura 227, RH é a altura relativa ao lado P Q, m(p Q) = m(rq) = 10 cm e m(p R) = 6 cm. Q H T P R Fig. 227: Exercício 22. Se M é o ponto médio de P R, então o semicírculo de centro M e tangente a RH tem raio igual a: (a) 0, 50 cm (b) 0, 75 cm (c) 0, 90 cm (d) 1, 00 cm (e) 1, 50 cm EERJ 144