Aula 20 Convecção Forçada:

Documentos relacionados
Transferência de Calor

3. CONVECÇÃO FORÇADA INTERNA

EN 2411 Aula 8 Escoamento externo. Escoamento através de bancos de tubos

Convecção Forçada Interna a Dutos

EN Escoamento interno. Considerações fluidodinâmicas e térmicas

Transferência de Calor

Transferência de Calor

EM34B Transferência de Calor 2

Condensação

Perda de Carga. Representa a Energia Mecânica convertida em Energia Térmica; Expressa como a perda de pressão

Mecanismos de transferência de calor

Transferência de Calor

TRANSP. BRAS. GAS. BOLÍVIA-BRASIL GERAL SIMULAÇÃO ÍNDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E / OU FOLHAS ATINGIDAS

Transferência de Calor

EN 2411 Aula 4 Escoamento externo. Escoamento cruzado em cilindros e esferas

TROCADOR DE CALOR BITUBULAR

Transferência de Calor 1

Aula 21 Convecção Natural

TRANSMISSÃO DE CALOR resumo

Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2

Observações: 2 R diâmetros (D) das equações pelos diâmetros hidráulicos (D H) e nada se altera.

Fluidodinâmica. Carlos Marlon Santos

EM34B Transferência de Calor 2

Transferência de Calor

EM34B Transferência de Calor 2

Transferência de Calor

EN 2411 Aula 13 Trocadores de calor Método MLDT

ÁREA DE ESTUDO: CÓDIGO 16 TERMODINÂMICA APLICADA, MECÂNICA DOS FLUIDOS E OPERAÇÕES UNITÁRIAS

Transferência de Calor

ESTE Aula 2- Introdução à convecção. As equações de camada limite

Lista de Exercícios para P2

Convecção Forçada Externa

Transferência de Calor Escoamentos Externos

PG0054 Transferência de Calor B

ENGENHARIA FÍSICA. Fenômenos de Transporte A (Mecânica dos Fluidos)

Décima aula de FT. Segundo semestre de 2013

h coeficiente local de transferência de calor por convecção h coeficiente médio de transferência de calor por convecção para toda a superfície

Escoamento completamente desenvolvido

Operações Unitárias II Lista de Exercícios 1 Profa. Dra. Milena Martelli Tosi

FENÔMENOS DE TRANSPORTES

Décima primeira aula de FT. Raimundo (Alemão) Ferreira Ignácio

Programa Analítico de Disciplina ENG278 Transferência de Calor e Massa

Terceira lista de exercícios segundo semestre de 2017

PROJETO DE UMA INSTALAÇÃO DE BOMBEAMENTO BÁSICA RAIMUNDO FERREIRA IGNÁCIO

OPERAÇÕES UNITÁRIAS II AULA 4: - DIMENSIONAMENTO DE TROCADORES DE CALOR A

Transferência de Calor Condução e Convecção de Calor

PME2398 Termodinâmica e suas Aplicações 1 o semestre / 2015 Profs. Bruno Souza Carmo e Antonio Luiz Pacífico. Gabarito da Prova 3

Análise Dimensional. q 1 = f(q 2,q 3,...q n ) Matematicamente, podemos expressar a relação por uma função equivalente: F(q 1, q 2, q 3,...

Experiência de Reynolds

AULA 6 ESCOAMENTO PERMANENTE DE FLUIDO INCOMPRESSÍVEL EM CONDUTOS FORÇADOS. Prof. Geronimo Virginio Tagliaferro

Transferência de calor por convecção

h coeficiente local de transferência de calor por convecção h coeficiente médio de transferência de calor por convecção para toda a superfície

11S.1 Método da Média Log das Diferenças de Temperatura para Trocadores de Calor com Múltiplos Passes e com Escoamento Cruzado

Escoamento Interno Viscoso

Transferência de Calor

Mecânica dos Fluidos

EM-524 : aula 13. Capítulo 06 Escoamento Externo Efeitos Viscosos e Térmicos

Transferência de Calor em Geradores de Vapor

Fenômenos de Transporte Aula-Cinemática dos fluidos. Professor: Gustavo Silva

FUNDAMENTAÇÃO HIDROMECÂNICA Princípios Básicos

TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR CONVECÇÃO

OPERAÇÕES UNITÁRIAS II

Capítulo 7: Escoamento Interno

OPERAÇÕES UNITÁRIAS II AULA 4: - DIMENSIONAMENTO DE TROCADORES DE CALOR A

Exercício 136 Dado: Exercício 137

Sétima aula. Segundo semestre de 2015

AULA 18 CONVECÇÃO NATURAL OU LIVRE

A viscosidade 35 Grandeza física transporta e sentido da transferência 35 Experiência 03: o modelo do baralho 35 Modelo de escoamento em regime

Mecânica dos Fluidos

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS AULA 7 ROTEIRO

PME Escoamento Viscoso em Condutos Parte 2. Alberto Hernandez Neto

TRANSMISSÃO DE CALOR

Vicente Luiz Scalon. Disciplina: Transmissão de Calor

ESTUDO NUMÉRICO DA INFLUÊNCIA DA CONVECÇÃO FORÇADA E USO DE ALETAS PARA TROCA DE CALOR CONVECTIVA

Transmissão de Calor I - Prof. Eduardo Loureiro

Capítulo 9 - Convecção Natural

PG0054 Transferência de Calor B

LABORATÓRIO DE ENGENHARIA QUÍMICA I

Universidade Federal do ABC. EN 2411 Aula 10 Convecção Livre

LOQ Fenômenos de Transporte I

HIDRÁULICA. REVISÃO 1º Bimestre

Exame de Admissão 2016/1 Prova da área de termo fluidos Conhecimentos específicos

ANÁLISE DE PERDAS EM ESCOAMENTOS DENTRO DE

LISTA DE EXERCÍCIOS Máquinas Hidráulicas

Classificação de Trocadores de Calor

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ENGENHARIA QUÍMICA LOQ4085 OPERAÇÕES UNITÁRIAS I

4.2.3 Estimação da perda de energia mecânica no escoamento de fluidos incompressíveis no interior de tubos

Fundamentos de Fenômenos de Transporte. Prof. Dr. Geronimo Virginio Tagliaferro

Aula 7 de fenômenos de transporte

Mecânica dos Fluidos

Laboratório de Engenharia Química I Aula Prática 01. Determinação do regime de escoamento: Experiência de Reynolds. Prof. Dr. Gilberto Garcia Cortez

Máquinas Térmicas. Transferência de Calor na Caldeira

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS AULA 6 ROTEIRO

AULA 6 ESCOAMENTO PERMANENTE DE FLUIDO INCOMPRESSÍVEL EM CONDUTOS FORÇADOS. Prof. Geronimo Virginio Tagliaferro

Cálculo de Estruturas e Tubulações Industriais AULA 5 CALCULO PARTE 1

Transcrição:

Aula 20 Convecção Forçada: Escoamento Interno UFJF/epartamento de Engenaria de Produção e Mecânica Prof. r. Wasington Orlando Irrazabal Boorquez

Escoamento Laminar em ubos Circulares Análise érmica e Correlações de Convecção Região plenamente desenvolvida Para fluxo de calor constante Para temperatura constante na superfície Obs.: - Fluido incompressível com propriedades constantes - k é avaliado em m

Região de Entrada Escoamento Interno Escoamento Laminar em ubos Circulares Análise érmica e Correlações de Convecção Comprimento de entrada térmica (onde o perfil de velocidades já se encontra plenamente desenvolvido), ou comprimento de entrada combinada (térmica e fluidodinâmica) com Pr 5 ( s constante) Correlação proposta por Kays: Comprimento de entrada térmica ou Comprimento de entrada combinada Pr 5 Obs.: As propriedades devem ser estimadas em : m m,ent 2 m,sai

Escoamento Laminar em ubos Circulares Análise érmica e Correlações de Convecção Região de Entrada Comprimento de entrada combinada ( s constante) Correlação proposta por Sieder e ate: Obs.: Exceto para s = f( s ) todas as propriedades devem ser estimadas em : m m,ent 2 m,sai

Escoamento Laminar em ubos Circulares Análise érmica e Correlações de Convecção Equação de Colburn (Escoamento plenamente desenvolvido). Nu 0,023 Re 4 / 5 Pr 1 / 3

Escoamento urbulento em ubos Circulares Análise érmica e Correlações de Convecção Equação de ittus-boelter (Escoamento plenamente desenvolvido). Nu 0,023 Re 4 / 5 Pr 0,4 Aquecimento Nu 0,023 Re 4 / 5 Pr 0,3 Resfriamento odas as propriedades devem ser estimadas a m

Escoamento urbulento em ubos Circulares Análise érmica e Correlações de Convecção Equação de Sieder e ate (Escoamento com grandes variações das propriedades). Exceto para s todas as propriedades devem ser estimadas a m

Escoamento urbulento em ubos Circulares Análise érmica e Correlações de Convecção Equação de Gnielinski (Menor erro 10%) f é 0,5 3000 Pr 2000 obtido do Re 5 10 diagrama 6 de Moody As propriedades devem ser estimadas a m

Escoamento Interno 9

Escoamento urbulento em ubos Circulares Análise érmica e Correlações de Convecção Equação de Skupinski et al. (Metais Líquidos) Nu 4,82 0,0185 Pe 0,827 q s constante 3 3,6 10 Re 2 10 Pe Pe Re Pr 9,05 10 10 4 5 Equação de Seban e Simazaki (Metais Líquidos) Nu 5,0 0,025 Pe 0,8 s constante Pe 100

Escoamento em ubos Não Circulares Correlações de Convecção Utiliza-se as mesmas correlações dos tubos circulares; eve ser utilizado o diâmetro idráulico definido como: 4 A P tr onde: - A tr é a área da seção transversal; - P é o perímetro molado.

Escoamento em ubos Não Circulares Correlações de Convecção (Escoamento Laminar) 4 A P tr

Escoamento na Região Anular entre ubos Concêntricos Correlações de Convecção (Escoamento Laminar) m s,i i i q Escoamento Interno m s,i i i q m s,e e e q k Nu i i k Nu e e i e i e 2 i 2 e 4 / 4

Escoamento na Região Anular entre ubos Concêntricos Correlações de Convecção (Escoamento Laminar) Escoamento laminar plenamente desenvolvido; Uma superfície termicamente isolada e a outra superfície a temperatura constante.

Escoamento na Região Anular entre ubos Concêntricos Correlações de Convecção (Escoamento urbulento) Escoamento turbulento plenamente desenvolvido; Utilizar equação de ittus-boelter com o emprego do diâmetro idráulico. Nu 0,023 Re 4 / 5 Pr 0,4 Aquecimento Nu 0,023 Re 4 / 5 Pr 0,3 Resfriamento e i

Exercício 20.1 Água escoando através de um tubo com 40 mm de diâmetro e a uma vazão de 2 kg/s deve ser aquecida de 25 a 75 C pela manutenção da superfície do tubo a uma temperatura de 100 C. a) Qual é o comprimento de tubo necessário nessas condições?

Premissas: a) Condições de regime permanente; b) Propriedades constantes; a abela A.6 para as propriedades da água:

Calcula-se o número de Reynolds: O número de Reynolds á turbulento, o escoamento é completamente desenvolvido. Utiliza-se a expressão empírica de ittus-boelter:

epois: